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VELO CAB2012


ATENÇÃO A TODOS OS LEITORES

ATENÇÃO A TODOS OS LEITORES

 

ESTAMOS TODOS DE PARABENS

 

WWW.VELOCIDADEONLINE.COM

 

COMEMORA   HOJE O SEU 15º ANIVERSÃRIO

 

Foi há quinze anos, mais exactamente a 1 de Novembro de 2002, que o www.velocidadeonline.com  foi fundado por mim, depois da cisão que tive na montagem do site anterior www.velocidade.online.pt ( já extinto).

 

Como o tempo passa, o www.velocidadeonline.com foi-se aos poucos impondo no nosso panorama nacional e internacional,em termos de informação felizmente com muito, mas muitos milhares de leitores, para todos o meu MUITO OBRIGADO, esperando poder continuar a merecer a vossa visita diária.

 

Foi em 2011 que o  www.velocidadeonline.com  foi alvo dum novo grafismo e de lá ate aos dias de hoje mais de 51.000 noticias foram publicadas, ficando agora no novo site em arquivo e pronto para serem consultadas.

 

Por outro lado entramos no 15º ano de publicação e com isso nasce um , www.velocidadeonline.com , com um novo grafismo da autoria da equipa da Touch Mobile e Design, que aceitou este desafio para mudar a imagem do site, estando desta feita disponivel em telemoveis, tablets, e nos habituais PC.O conteudo das noticias,  iremos tentar melhorar mais, com mais galerias de imagens, filmes e mais novidades que aos poucos vão sendo implementadas.Uma sugestão vejam a nossa equipa de colaboradores, e para não me alongar muito mais, estão todos de parabens, e  espero continuar a merecer a vossa visita todos os dias.

 

BEM HAJAM

 

João Raposo

 

Fundador e director www.velocidadeonline.com

 

RALLYSPIRIT ALTRONIX

Ari Vatanen, Armindo Araújo e Rui Madeira presentes na prova de Gaia e Coronado
 
“Reunião” de Campeões no RallySpirit Altronix!
 
Passado e presente têm encontro marcado no RallySpirit Altronix 2017! Carros míticos de ralis, transversais a várias gerações, vão cruzar-se e prometem levar ao rubro as emoções dos muitos aficionados do desporto motorizado, num evento onde a qualidade dos pilotos fica “acima de qualquer suspeita”. Só ex-Campeões do Mundo de Ralis são três! Ari Vatanen, Armindo Araújo (campeão PWRC) e Rui Madeira (vencedor da Taça FIA Grupo N) fazem as honras da casa…
 
 
Depois de dois anos de afirmação, o RallySpirit Altronix vai voltar a “respirar” adrenalina, prometendo arrastar para a estrada, a 10 a 11 de novembro, uma autêntica legião de fãs.
Originalidade na exploração do conceito “rally legend” e singular envolvência da prova, que a coloca no mapa dos eventos motorizados mais emocionais para o público, são a receita de sucesso do RallySpirit Altronix que, na terceira edição, vai contar com a participação de uma centena de equipas.
Se, em 2016, a estrela maior foi Miki Biasion, no Lancia Rally 037, desta feita, a “personagem principal” do RallySpirit será o ex-Campeão do Mundo de Ralis, Ari Vatanen, que promete dar espetáculo ao volante de um Ford Escort WRC, igual ao que guiou na equipa oficial da Ford, no final da sua carreira no Campeonato do Mundo de Ralis.
Com um palmarés desportivo impressionante – Campeão do Mundo de Ralis em 1981 (em Ford Escort RS1800), 10 vitórias em provas do WRC e quatro triunfos no mítico Rally Paris Dakar -, Vatanen é, no entanto, muito mais do que um bem-sucedido piloto, já que a sua experiência na cena política internacional - onde exerceu, por duas vezes, o cargo de eurodeputado - fez com que ganhasse, pelas suas atitudes e defesa de interesses do próximo, o respeito e admiração de todos.
No regresso a Portugal, o piloto finlandês mostra-se “muito satisfeito por conviver novamente com os fãs dos ralis portugueses, que tanta paixão têm por este desporto, mas também por ir voltar a guiar um carro tão fantástico como o Ford Escort WRC, com que espero divertir-me e dar espetáculo.”
 
 
 
 
 
Mas se esta personagem impar do automobilismo será o “ás de trunfo” da prova, a presença do Bicampeão do Mundo de PWRC, Armindo Araújo, também se afigura como um chamariz importante para os amantes do desporto motorizado. Após quatro anos de total ausência dos ralis, o ex-piloto da equipa oficial WRC Team MINI Portugal aceitou o convite da organização para ser uma das figuras da prova e pilotar um Mitsubishi Lancer Evo, o carro com que conquistou os dois títulos mundiais de PWRC! Por outras palavras: espetáculo garantido!
E com Armindo Araújo presente, será possível ver em ação quatro campeões nacionais de ralis! Ao tetracampeão nacional, junta-se o tricampeão Adruzilo Lopes (Porsche 997 GT3) e os campeões Bernardo Sousa (Ford Escort RS 1800) e Pedro Meireles (Skoda Fabia R5), numa ilustre lista de inscritos que não ficaria completa sem a presença do também Campeão do Mundo de Grupo N (ou para os mais puristas, Vencedor da Taça FIA de Grupo N), Rui Madeira (Ford Sierra Cosworth).
Uma “reunião”, afinal, de grandes campeões, onde nomes como o de Carlos Vieira (Citroën DS3 R5), Vítor Pascoal (Porsche 997 GT3), Pedro Leal (Mitsubishi Lancer Evo 6) ou dos espanhóis Toño Villar (Ford Escort WRC) e José Pujol (Lancia 037), também participantes, em nada destoam.
Para além de poderem conviver com nomes consagrados do automobilismo, os espectadores terão a rara oportunidade de ver, em ação, alguns dos mais emblemáticos carros de ralis, representativos de categorias tão apreciadas como “World Rally Cars” (WRC), “Grupo B”, “Kit Car”, “S1600”, “R5” e “RGT”, onde também se destacam modelos tão apaixonantes como os Renault Alpine A110 e 5 Turbo, Fiat 131 Abarth, Ford Escort MK I e MK II, Lancia Delta Integrale 16V, Citroën ZX Kit Car e Saxo S1600, Peugeot 206 S1600… só para falar dos que mais paixões despertam.
Segundo Pedro Ortigão, responsável máximo da Xikane, “com pilotos tão credenciados e máquinas tão emotivas como as que se apresentarão à partida da terceira edição do RallySpirit Altronixda, está garantido um grande espetáculo para o público. A confirmação de Ari Vatanen como cabeça de cartaz da prova, o regresso de Armindo Araújo à competição e a presença de pilotos com tantos títulos no palmarés confirma, também, a evolução do evento. Com 100 equipas inscritas, muitas delas com carros diferentes dos que normalmente se vêm nos ralis, e com a envolvência proporcionada pelos bonitos cenários de Vila Nova de Gaia e da Vila do Coronado, o RallySpirit tem tudo para atrair multidões.”
Com um esquema competitivo concentrado, idealizado pelo Clube Automóvel de Santo Tirso, que volta a ter Vila Nova de Gaia e a Vila do Coronado como principais polos operacionais, o RallySpirit Altronix será disputado, ao longo de nove Provas Especiais de asfalto. Tripla 
 
 
 
 
 
passagem pela classificativa da Serra (9,50 km) e duplas passagens pelas especiais do Coronado (6,15 km) e Assunção (4,20 km) prometem um rali emocionante, onde a novidade da Super Especial “Gaia” (disputada no Quartel da Serra do Pilar) e a Partida Simbólica na Marginal de Gaia, muito ajudarão, por certo, a aquecer o ambiente.
Motivos de sobra não faltam, portanto, para que o RallySpirit Altronix volte a concentrar doses massivas de adrenalina nos pilotos e nos milhares de espectadores esperados no centro da ação. Agora é só apontar na agenda a data de 10 e 11 de novembro…
 
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PIRELLI É O FORNECEDOR

 

PIRELLI É DE NOVO O FORNECEDOR DA TAÇA DO MUNDO FIA GT 2017

A prova disputa-se entre 16 e 19 de Novembro no

circuito urbano de Macau.


A Pirelli entregará o troféu “Speed Hero”, prémio exclusivo para o

autor da pole position

– A Pirelli é pela terceira época consecutiva o fornecedor exclusivo de pneus para a taça do mundo FIA GT, que ocorrerá no famoso circuito urbano da Guia, em Macau, de 16 a 19 de Novembro.

 

O evento serve de despedida da temporada para os participantes em provas de GT, entre os quais figuram diversas marcas de prestigio, que optam na sua maioria pela Pirelli, como equipamento original nos seus modelos de produção. Mais uma vez, todos os inscritos competirão com os Pirelli P Zero de circuito, reforçando o vínculo entre a estrada e o produto de competição.

 

Com a finalidade se assegurar a máxima competitividade, apenas poderão entrar na Copa do Mundo FIA GT carros com apoio directo de fábrica e pilotos profissionais (Reconhecidos como Ouro ou Platina pela FIA).

 

A Pirelli entregará pela primeira vez um galardão para o autor da pole position –  O Speed Hero !

Os pilotos participarão com um produto conhecido: Os P Zero utilizados nos campeonatos de GT de todo o mundo em que a Pirelli é o fornecedor exclusivo.

A edição 2016 entrou nos Anais da história pelo modo como Laurens Vanthoor logrou o triunfo: Sem ver a bandeira de quadrados e terminando sobre o tejadilho do seu Audi R8 LMS. Vanthoor regressa este ano a Macau ao volante de um Porsche, enquanto que os campeões do Blancpain GT 2017, Mirko Bortolotti e Robin Frijns, alinham com um Lamborghini e um di, respectivamente.

Na lista de inscritos encontram-se múltiplos pilotos com palmarés em Macau, como os pilotos da Mercedes Edoardo Mortara, Maro Engel ou o  español Dani Juncadella; o piloto da Audi Lucas di Grassi e o Ferrari de Felix Rosenqvist. A BMW também irá estar representada e a Honda competirá com o novo NSX GT3.

 

O responsável de competição da Pirelli, Mario Isola, comentou: “Temos participado nesta importante ronda do calendário GT desde o seu início, um evento que merece verdadeiramente o apelativo de Taça do mundo. Estamos encantados de regressar mais uma vez a Macau, reforçando a nossa presença na região Asia-Pacífico. Uma vez que é um circuito urbano e pouco habitual para os GT, esta prova servirá para reforçar a relação directa entre os nossos produtos de elevadas prestações para estrada ou circuito, ambos concebidos em torno dos mesmos modelos automóveis.”

 

 

FREDERIQUE CONSTANT COM NOVIDADES

 

Frédérique Constant apresenta edição especial

 

Slimline Moonphase Stars Manufacture: o tempo nas estrelas

 

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Imagens

               

A Frédérique Constant tem sido reconhecida por criar relógios femininos elegantes, desenhados por mulheres e para mulheres. Com o lançamento do novo Slimline Moonphase Stars Manufacture a marca genebrina renova, mais uma vez, este compromisso.

O Slimline Moonphase Stars Manufacture, desenhado pela cofundadora da Frédérique Constant Aletta Stas, representa uma elegante fusão de feminilidade e a arte relojoeira num modelo pensado para a mulher. A combinação de curvas e diamantes brilhantes ilumina com um toque enigmático o pulso feminino, conferindo-lhe um estilo verdadeiramente elegante.

 

Savoir faire feminino

Mantendo a identidade da marca a Frédérique Constant introduz, assim, uma novidade que combina na perfeição a elegância e a técnica relojoeira, propondo um relógio com Fases da Lua, acabamento perfeito e um bisel adornado com diamantes. Está disponível com caixa de 38,8mm em aço e em aço banhado a ouro rosa, com 60 diamantes (0,5quilates) engastados no bisel. O fundo transparente permite visualizar o novo movimento automático de fabrico próprio FC-701, decorado com acabamento Perlage and Côtes de Genève. As funções do novo movimento são reguladas exclusivamente através da coroa. O mostrador azul-escuro, com decoração de raios brilhantes de luz solar ou de cor preta brilhante que contrasta com as estrelas impressas em cor prata ou em ouro rosa.

FC-701BSD3SD6.jpgFC-701NSD3SD4.jpgReferência: FC-701NSD3SD4

Caixa: Em aço, banhada a ouro rosa, com 60 diamantes. Diâmetro de 38,8mm. Vidro de safira convexo, fundo transparente. Resistente à água até 30 metros.

Movimento: FC-701 automático com Fases da Lua ajustáveis através da coroa. 42 horas de reserva de marcha.

Mostrador: com decoração raios de sol, 8 diamantes indicadores de hora e 4 índices banhados a ouro rosa, Fases da Lua às 12h

Funções: Horas, minutos, Fases da Lua

Correia: em pele azul

Preço: 4.790€

 

 

Referência: FC-701BSD3SD6

Caixa: Em aço, com 60 diamantes. Diâmetro de 38,8mm. Vidro de safira convexo, fundo transparente. Resistente à água até 30 metros.

Movimento: FC-701 automático com Fases da Lua ajustáveis através da coroa. 42 horas de reserva de marcha.

Mostrador: com decoração raios de sol, 8 diamantes indicadores de hora e 4 índices banhados a ouro rosa, Fases da Lua às 12h

Funções: Horas, minutos, Fases da Lua

Correia: em pele preta

Preço: 4.490€a548 Copya549 Copya550 Copy

 

SPRINT RACE - BRASIL

 

Pilotos da Sprint Race participam da campanha End Pólio

Campanha é realizada mundialmente pelo Rotary e contou com o apoio da Sprint Race, ação fez parte da programação da sétima etapa do campeonato.

Dentro da programação da sétima etapa da Sprint Race, que aconteceu neste sábado (28/10), no autódromo Ayrton Senna, em Londrina, pilotos, integrantes da Federação Paranaense de Automobilismo e todo o elenco da competição participaram da campanha “End Polio Now”, que visa conscientizar a importância da prevenção da poliomielite em todo mundo. Realizada mundialmente pelo Rotary, a ação trouxe informações sobre a doença, dados estatísticos no Brasil e no mundo e esclarecimentos sobre a prevenção ao vírus da pólio.

A poliomielite é uma doença deformadora e, por vezes, fatal. O vírus invade o sistema nervoso e pode causar paralisia em questão de horas em qualquer pessoa, principalmente em menores de cinco anos. Ainda não há cura, mas ela pode ser evitada através da vacinação. No mundo, atualmente, apenas em três países a doença é endêmica: Afeganistão, Nigéria e Paquistão. No ano de 2016, foram confirmados 37 novos casos de pólio no mundo, o que representa mais de 99% de redução de novos casos desde a década de 1980, quando eram registrados mais de mil casos por dia.

O número de casos representados pelo 1% restante são os mais difíceis de prevenir devido a fatores que incluem isolamento geográfico, precariedade da infraestrutura pública, conflitos armados e barreiras culturais. No Brasil, desde 1989 não há novos registros da doença, mas enquanto houver circulação de vírus no mundo, a vacinação não pode recuar, sob o risco de novas epidemias.

Com esta ação, a Sprint Race incentivará a comunidade a apoiar os esforços para acabar com a paralisia infantil de uma vez por todas.

Sobre a competição: Os pilotos da Sprint Race voltarão a disputar pelo título da temporada 2017 na oitava e última etapa do campeonato, no dia 03 de dezembro, no Autódromo Internacional de Curitiba. Desta vez, os pontos somados para a classificação serão dobrados.

A sétima etapa da Sprint Race Brasil terá exibição nos canais BandSports, Play TV, Programa Ultrapassagem e Programa Acelerados - no SBT e no YouTube (youtube.com/acelerados).

A Sprint Race tem patrocínio da Albriggs, aQuamec, Pirelli, Motul, Fremax e Rio Custom.

Calendário 2017 - próxima etapa:

Etapa 8 - 03/12 - Curitiba (PR) - AIC - #Pontos Dobrados

 

Pilotos da Sprint Race em apoio ao “End Polio Now” (Foto: Rodrigo Guimarães)

Pilotos da Sprint Race em apoio ao “End Polio Now” (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Thiago Marques, organizador da Sprint Race e Rubens Gatti, presidente da FPrA (Foto: Rodrigo Guimarães)

Thiago Marques, organizador da Sprint Race e Rubens Gatti, presidente da FPrA (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Largada da primeira corrida da sétima etapa da Sprint Race em Londrina (Foto: Ricardo Saibro)

Largada da primeira corrida da sétima etapa da Sprint Race em Londrina (Foto: Ricardo Saibro)
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Largada da Corrida Noturna em Londrina (PR), válida para a sétima etapa (Luciano Santos/Sigcom)

Largada da Corrida Noturna em Londrina (PR), válida para a sétima etapa (Luciano Santos/Sigcom)
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COPA ECPA - BRASIL

ECPA 100 terá prova inédita de Fórmula Inter no domingo

Evento terá muito entretenimento e diversas atrações para toda a família

 

A Fórmula Inter desembarca Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, neste fim de semana (dias 28 e 29), para uma prova inédita. Além da prova de 100 voltas pelo circuito oval do ECPA, o evento terá ainda shows musicais, food trucks, um bar a 40 metros de altura, corrida de rua e ações sociais.

 

A mais nova categoria do automobilismo brasileiro chega ao circuito do ECPA para sua 10ª etapa em prova inédita de 100 voltas no circuito semi-oval. A corrida vale pela do Campeonato Paulista de Velocidade no Asfalto, da Fasp (Federação de Automobilismo de São Paulo). Ao todo, 13 pilotos estarão no grid de largada neste fim de semana, na reta final da disputa pelo cinturão do primeiro ciclo deste certame.

 

A F.Inter ECPA 100 Piracicaba marca também a primeira prova organizada diretamente pela Fórmula Inter junto ao ECPA e pretende, além do pioneirismo desta iniciativa, ser também marcada pela participação do público composto por amantes do automobilismo e motociclismo em geral e seus familiares.

 

ECPA 100

Os circuitos ovais são uma tradição no automobilismo norte-americano. Muito embora essas provas estejam presentes nas origens das corridas também na Europa, foi nos Estados Unidos que se desenvolveram, a partir de hipódromos, competições baseadas nesse tipo de autódromo. No Brasil não há essa tradição e poucos são os circuitos com traçados ovais em anexo, o autódromo do ECPA é um dos únicos no Brasil.

 

Automobilismo em alta

Além dos carros de fórmula, haverá corridas da Copa Clássicos, desfile dos veículos antigos e personalizados do grupo piracicabano Kultura Kustom e presença do Jeep Clube de Piracicaba e Jipeiros S/A acelerando na pista off road.

 

Bio Run

No domingo, a partir das 8h, a academia Bio Ritmo organizará a Bio Run, uma corrida de rua de cinco e dez quilômetros montada no próprio circuito do ECPA.

 

Outras atrações inéditas que serão oferecidas durante o final de semana, além do ronco de motores, espaço gastronômico, muito rock n´roll com bandas da cidade e o inédito Bar nas Alturas.

 

Churrasco e Rock n´ Roll

Durante todo o fim de semana, o público poderá conferir shows das bandas Royales, Capitão Nemo, Bala na Agulha, Dhammer, Keruv Rock, Three Guitars Generations, Stella Blues e Som de Ponta no palco montado na Praça de Convivência do ECPA, a partir das 10h nos dois dias.

No mesmo espaço, o chef Cadu Galluccio, uma das principais referências do churrasco no Brasil, comandará um espaço dedicado ao “american barbecue”, além de outras delícias como tenda oriental, crepes e sorvetes.

 

Bar nas Alturas

A cervejaria Cevada Pura estará presente, e além de servir seu tradicional chope promoverá pela primeira vez na cidade o Bar nas Alturas – um mini-bar com capacidade para dez pessoas, içado a 40 metros de altura por um guindaste, com ingressos a R$ 25.

 

Ingressos

A entrada será de dois quilos de alimentos não-perecíveis (exceto sal) ou um pacote de fraldas geriátricas por pessoa, que serão destinados ao Fussp (Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba). Caso a pessoa não leve os alimentos os ingressos custam R$ 20. Crianças até sete anos não pagam.

 

O evento é uma parceria entre a Fórmula Inter e o ECPA, e conta com o apoio da Cervejaria Cevada Pura, Sucos Prat´s, Smoker BBQ Brasil, Bembolado Sorvetes, Matoba Barbearia, Occitano Hotel e Prefeitura de Piracicaba por meio das Secretarias de Governo e Desenvolvimento Econômico, Semuttran (Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba), Cevada Pura e rádios 92 e Educativa FM.

 

Estacionamento

Carro e moto – R$ 15,00

O ECPA fica na Rodovia SP 135 Km 13,5 – Tupi – Piracicaba.

 

Serviço

Mais informações pelos telefones (19) 3438.7901 e 3438.7174, e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar , www.ecpa.com.br e facebook.com/ecpabrasil.a547 Copy

 

INTELIGENCIA BOSCH

 

Inteligente graças à Bosch: o que os camiões conectados e as casas inteligentes têm em comum

CES 2018 Innovation Awards premeia soluções de conectividade da Bosch

 

  Bosch conecta camiões em todo o mundo com a Plataforma Telemática Comum

  Módulo de conectividade desenvolvido em parceria com a Daimler Trucks e a Fleetboard, onde é utilizado como o Centro de Dados dos camiões

  Sensor de aceleração com poupança energética torna as casas ainda mais inteligentes

 

 

Amesterdão, Holanda – Maior conveniência, mais segurança e mais possibilidades: os camiões, as casas e as roupas estão a tornar-se ainda mais inteligentes e eficientes com as soluções de conectividade da Bosch. O Grupo Bosch acaba de receber dois CES 2018 Innovation Awards na cerimónia CES Unveiled, realizada em Amesterdão. Todos os anos, o prestigiado prémio reconhece as melhores soluções antes do maior evento de tecnologia do mundo que é também um indicador das tendências do futuro.

 

Facilitar a vida ao conectar camionistas e profissionais de logística

Uma agenda apertada, muitos quilómetros e um trânsito cada vez mais intenso: todos os dias, os camionistas e os seus veículos têm um desafio grande pela frente. Para os ajudar a simplificar a sua tarefa, os condutores e as empresas de camiões podem contar com o apoio da Bosch. “A Plataforma Telemática Comum é a base dos novos serviços digitais para veículos comerciais, permitindo que as empresas de camiões melhorem o planeamento dos seus transportes, façam um uso mais eficiente das suas frotas e levem os bens até aos destinos com mais segurança.”, afirma o Dr. Dirk Hoheisel, membro do Conselho de Administração da Robert Bosch GmbH.

 

A Bosch recebeu um CES 2018 Innovation Award na categoria “Tech For A Better World” como reconhecimento pelas soluções de telemática aplicadas à conectividade de ponta de veículos comerciais pesados. A Plataforma Telemática Comum foi desenvolvida em parceria com a Daimler Trucks e a Fleetboard e é utilizada a nível mundial nos veículos comerciais pesados da mesma, atuando como o Centro de Dados do Camião. Desta forma, torna-se a base para novos serviços digitais tais como o Mercedes-Benz Uptime. A plataforma verifica o status técnico dos camiões em tempo real e envia a informação, permitindo aos gestores de frota detetar avarias antes que as mesmas ocorram, evitar reparações não planeadas e otimizar ainda mais as visitas à oficina. Assim, aumenta-se a confiança nos transportes, reduzindo os custos dos tempos mortos dos camiões. No futuro, a Plataforma permitirá a atualização de software over-the-air. As atualizações sem fios vão manter os sistemas dos veículos atualizados e poupar tempo aos camionistas e aos gestores de frota ao reduzir o número de visitas às oficinas. Será ainda possível instalar novas funções e melhorar as existentes diretamente nos camiões.

 

Um pequeno sensor torna as casas ainda mais inteligentes

Energeticamente eficiente, pequeno e poderoso: qualidades que garantiram ao sensor de aceleração BMA400 da Bosch Sensortec um CES 2018 Innovation Award na categoria “Embedded Technologies”. O pequeno sensor combina um consumo energético muito baixo com alto desempenho, o que significa a extensão da vida útil das baterias nos equipamentos. Resultado: as baterias não precisam de ser recarregadas ou substituídas com tanta frequência.

 

O sensor permite ainda um ângulo de medição altamente preciso, bem como o registo de vibração, tornando o BMA400 particularmente interessante para aplicações ligadas à Internet das Coisas (IoT). Nas casas inteligentes, o sensor de aceleração com poupança energética consegue, por exemplo, perceber se as janelas estão abertas, semi-abertas ou fechadas. Com isto, torna-se possível gerir o ar condicionado ou os sistemas de aquecimento e poupar energia.

 

Quando instalado em portas e janelas, o BMA400 deteta movimento e vibrações, ajudando a identificar assaltos. Graças à gestão de energia inteligente, o pequeno sensor é também ideal para utilização em vestuário.

 

Sobre os CES Innovation Awards

Os CES Innovation Awards são um programa gerido pela Consumer Technology Association (CTA). Todos os anos, os prémios são apresentados em 28 categorias. A Bosch já ganhou prémios no passado. Em 2017, por exemplo, a Bosch viu o seu esquentador conectado, desenvolvido em Aveiro, e duas soluções inovadoras para motas, uma delas produzida em Braga, serem galardoadas. Em 2016, o neoSense, um ecrã touch com resposta háptica, foi também premiado.

 

EXPERIENCIE A BOSCH NA CES 2018 em Las Vegas, E.U.A.:

A necessidade de segurança, eficiência energética e conveniência nas cidades está a aumentar. Estes são apenas alguns dos desafios que resultam da crescente urbanização. A chave para os ultrapassar são cidades conectadas de forma inteligente – as chamadas Smart cities. Em muitos locais, estas cidades são já uma realidade: a Bosch possui múltiplas soluções que ajudam as cidades a tornarem-se mais inteligentes, melhorando o estilo de vida dos seus habitantes. NO CES 2018, a Bosch irá apresentar um extenso portefólio de soluções “Simply.Connected” para todas as situações, desde a mobilidade urbana e o mundo de trabalho conectado, até às casas e prédios inteligentes.a544 Copya545 Copya546 Copy

 

TEAM PEUGEOT COMPLETA TESTES

Concluída que está a sua sétima e última sessão de testes em Marrocos, o Team Peugeot Total – que conquistou os três primeiros lugares no Rali Dakar deste ano – está a postos e fortemente motivado para enfrentar a próxima edição da clássica prova sul-americana, que se disputará entre 6 e 20 de janeiro de 2018. Stéphane Peterhansel/Jean Paul Cottret, Sébastien Loeb/Daniel Elena, Carlos Sainz/Lucas Cruz e Cyril Despres/David Castera vão estar aos comandos de um novo ‘leão do deserto’: o Peugeot 3008DKR Maxi.

 

 

 

TEAM PEUGEOT TOTAL  COMPLETOU OS ÚLTIMOS TESTES EM MARROCOS  ‘DREAM TEAM’ A POSTOS PARA ALINHAR NO RALI DAKAR 2018  Concluída que está a sua sétima e última sessão de testes em Marrocos, o Team Peugeot Total – que conquistou os três primeiros lugares no Rali Dakar deste ano – está a postos e fortemente motivado para enfrentar a próxima edição da clássica prova sul-americana, que se disputará entre 6 e 20 de janeiro de 2018. Stéphane Peterhansel/Jean Paul Cottret, Sébastien Loeb/Daniel Elena, Carlos Sainz/Lucas Cruz e Cyril Despres/David Castera vão estar aos comandos de um novo ‘leão do deserto’: o Peugeot 3008DKR Maxi.
 
 
 
 
 
• O ‘Dream Team’ da Peugeot vai ter pela frente 10.000 km de competição na mais difícil odisseia de resistência do mundo, que atravessa o Peru, a Bolívia e a Argentina. O percurso vai levar os concorrentes por dunas de areia, passagens de montanha e desertos ao longo das 15 etapas repletas de espetaculares paisagens e condições meteorológicas extremas. O percu rso oficial do rali será confirmado pela organização do evento, A.S.O, no próximo dia 22 de Novembro.   • Embora as formações do Team Peugeot Total não tenham sido alteradas para 2018, os seus carros foram amplamente modificados para maximizar o nível de performance , e têm agora um novo nome: Peugeot 3008DKR Maxi. A arquitetura de base, desenvolvida a partir da versão de Estrada do SUV Peugeot 3008 vencedor do troféu “Carro do Ano Europeu 2017”, não sofreu alterações: duas rodas motrizes animadas por um motor de 3.0 litros biturbo. Contudo, as vias foram alargadas em 10 cm de cada lado para melhorar a estabilidade, tendo também sido feitos alguns melhoramentos ao nível da suspensão, reforçando as caraterísticas de condução. Os engenheiros e os mecânicos da Peugeot têm trabalhado arduamente no sentido de proporcionar aos pilotos um carro o mais fiável possível para a difícil missão que os espera. 
 • Todas as quatro formações testaram exaustivamente o novo Peugeot 3008DKR Maxi, tendo realizado mais de 18.000 km de testes em Morrocos, Portugal e França. Porém, todos sabem que os novos regulamentos não favorecem o Team Peugeot Total, tendo em conta o aumento de peso mínimo imposto ao Peugeot, enquanto que os rivais viram o seu peso mínimo diminuído e têm também mais margem de manobra noutras áreas. Mas, como sempre no Dakar, o maior desafio é o próprio rali.
 
 
 
 
   
  
 
  
 
 
   
   
   
   
   
   
   
  
 
   
  
 
   
   
   
   
   
  
 
  
 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
  
         Stéphane PETERHANSEL, Piloto do Team Peugeot Total
 “ A s e n s a ç ã o d e v e n c e r o u t r a v e z o D a k a r n o a n o p a s s a d o f oi a b s o l u t a m e n t e f a n t á s tic a : s e n ti u m a e n o r m e libertação. Depois da intensa, mas respeitosa , batalha com o Sébastien, ficou mesmo com o uma das melhores recordações da minha carreira. O problema é que quanto mais vezes vencemos, mais queremos vencer outra vez! Este ano vai ser ainda mais especial, pois é a 40 ª edição da prova e a minha 299ª participação. Se será ou não a minha última participação, ainda está por decidir. Para mim, o Dakar é mesmo uma qu estão de equilíbrio, como se fosse um ritual que dura o ano inteiro. Recarregamos as baterias, preparamo - nos física e mentalmente. A tensão começa a aumentar por volta de setembro e transforma - se em pura emoção em dezembro, quando a única coisa em que pens amos é arrancar e fazer quilómetros, e quando as coisas começam , a única coisa que nos passa pela cabeça é andar a fundo. Para mim, é algo de realmente único poder conduzir por estas paisagens magníficas, sempre a fundo num carro tão espetacular. O Peugeot 3008DKR Maxi é, pura e simplesmente, o melhor carro que alguma vez conduzi. Tem imensa tecnologia, como as peças em fibra de carbono que compõem a sua estrutura, aliada à fiabilidade, è performance e ao puro prazer de condução. Para nós no Team Peugeot To tal, o objetivo é fazer com que a Peugeot vença outra vez e encerrar o nosso programa na forma mais positiva possível.”
 
          Bruno FAMIN, Diretor da Peugeot Sport           “Até agora, as modificações que fizémos e que deram origem ao 3008DKR Maxi têm dado excelentes resultados, mas o Dakar é sempre uma enorme incógnita devido à enorme variedade de terrenos e desafios a vencer; além disso, o recente Rali de Marrocos alertou - nos, mais uma vez, que os nosso s adversários são extremamente fortes. No qu e respeita à preparação dos nossos carros, os engenheiros da Peugeot Sport têm sido incansáveis no seu trabalho ao longo de todo o ano. Acima de tudo, gostaria de sublinhar o excelente espírito de equipa que temos no Team Peugeot Total. Estamos muito satis feitos por mantermos o nosso ‘dream team’ de formações no próximo Dakar, o que nos garante uma combinação perfeita de ‘performance’ e experiência. Dad o que este vai ser o último Dakar para a Peugeot, gostávamos mesmo de encerrar em beleza esta nossa incrív el campanha. Mas como sempre, nada está garantido à partida. Depois de se ter vencido, a coisa mais difícil que existe é vencer outra vez.”
 
 
• Entre eles, os elementos das formações da Peugeot somam qualquer coisa como 19 vitórias no Dakar, em motos e automóveis, mais 148 vitórias em troços cronometrados, o que faz deste conjunto a equipa mais bem sucedida de sempre do Dakar. Mas, apesar deste brilhante palmarés, a Peugeot mantem-se reservada em relação a perspetivas para o Dakar 2018, que assinala o 40º aniversário da prova (a qual a Peugeot venceu por seis vezes, tendo a primeira vitória ocorrida em 1987 com o Peugeot 205T16 Grand Raid), bem como o 10º aniversário do Dakar na América do Sul.  
 
 
 
         Sébastien LOEB, Piloto do Team Peugeot Total           “ O m e u e s til o d e c o n d u ç ã o a d a p t a - s e b e m a e s t a dis cip lin a , t e n h o a p e n a s d e m o s t r a r m ais c o n sis t ê n cia e t r a n s f o r m a r is s o e m vit ó ria s n a c l a s sific a ç ã o g e r a l. S a b e m o s q u e e s t a m o s perfeitamente n e s s e nív e l e já o provámos ao longo do ano no Dak a r, no Silk Way e também no Rali de Marrocos. Todavia, temos somente um total de seis rali - raides no nosso curriculo, por isso, temos sempre menos experiência do que os nosso s rivais. O 3008DKR era já um excelente carro, mas como queremos sempre performance, os engenheir os da Peugeot Sport foram mesmo até aos limites no desenvolvimento do novo Peugeot 3008DKR Maxi. É um carro fiável que pode ir a todo o lado e aguentar com tudo: tem uma condução excelente e e transmite- me imensa confiança. O carro evoluiu mas também eu e o Daniel progredimos bastante. Melhorámos em todos os aspetos. O Dakar é, por natureza, altamente imprevisível, por isso temos de aproveitar todas as vantagens ao nosso alcance e lutar pela vitória.” 
 
 
   
  
 
  

 
  
 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
  
 
  
 
   
  
 
   
  
         Cyril DESPRES, Piloto do Team Peugeot Total           “Acho que a minha preparação para o Dakar tem sido sempre a mesma ao longo dos últimos 17 anos, ou seja, com muito treino físico: até agora, estou bastante satisfeito, e os testes que terminámos agora em Marrocos vieram confirmar o bom ‘feeling’ que tenho do carro. Quando passamos entre seis a oito horas no carro, faz toda a diferença se estamos ou não em boa forma física. Depois das boas participações que tivemos no Dakar e no Silk Way, para mim e para o David, as expectativas são grandes. Estou muito sati sfeito com os progressos que fazemos a cada ano que passa. O meu objetivo é manter esta curva ascendente no Dakar 2018. Este ano, terminámos o Dakar em terceiro lugar, portanto temos apenas duas opções para melhorar o nosso resultado na prova, e vamos ter certamente uma ‘performance’ melhor. Estamos a conta com um Dakar mais ao estilo rali - raide, com situações com p lic a d a s d e navegação l o g o à p a r tid a n o P e r ú . T u d o a p o n t a p a r a u m r a li m e s m o m uit o difícil d a d a a complexidade do percurso e também pela qualidade dos nossos adversários. Contudo, devo dizer que estou mesmo apaixonado pelo novo 3008DKR Maxi. Desde 2014 que vimos testar com a Peugeot para Marrocos, e este Maxi é, sem qualquer dúvida, o carro mais rápido que tivémos. Gosto especialmente da estabiIidad e do carro, mas estou igualmente bem impressionado com a potência e a fiabilidade. Embora o carro que tínhamos no Silk Way Rally fosse bom, este carro está um passo à frente. Os engenheiros trabalharam sem parar, mal posso esperar por estar na estrada.”
          Carlos SAINZ, Piloto do Team Peugeot Total           “Para já, estou muito confiante. Os testes correram bem, especialmente depois do Rali de Marrocos. Embora não t e n h a m o s g a n h o , e s t e r a li f oi m uit o p o sitiv o p a r a n ó s p o r q u e d e s c o b rim o s p r o b l e m a s q u e , d e o u t r a f o r m a , poderiam vir a afetar - nos no Dakar. Ter um bom nível de consistência é extremamente importante no Dakar, e penso que em Marrocos conseguimos encontrar o ritmo certo, portanto, foi uma boa preparação. As nossas expectativas e a nossa preparação para o Dakar são as mesmas de sempre. Desde setembro q ue nos concentramos a a 100% em estar numa boa condição fisica, preparando - nos para a altitude de certas zonas do percurso. Nos últimos anos, temos mostrado sempre que somos suficientemente rápidos para vencer o Dakar; desta vez, temos apenas de ter um pou co mais de sorte. Estou absolutamente convencido das potencialidades, rapidez e fiabilidade do novo Peugeot 3008DKR Maxi. Desde que falámos no assunto logo a seguir ao Dakar, em janeiro, a evolução do carro tem estado a co r rer muito bem. Os engenheiros do Team Peugeot Total fizeram um trabalho incrível, e acho mesmo que a equipa e os pilotos estão este ano mais satisfeitos do que no ano passado. Está tudo preparado e a postos, portanto aguardamos ansiosamente pela partida no Peru . Os r eg ul amento s mudaram, beneficiando agora os veículos de quatro rodas motrizes, o que, obviamente, não nos facilita a vida. Mas estou totalmente confiante nas capacidades da nossa equipa .”

 

SPRINT RACE - BRASIL

 

Pilotos da Sprint Race participam de campanha sobre a Pólio

Realizada pela Alpina, em conjunto com o Rotary Internacional, e com o apoio da Spint Race, ação fez parte da programação da sétima etapa do campeonato.

Dentro da programação da sétima etapa da Sprint Race, que aconteceu neste sábado (28/10), no autódromo Ayrton Senna, em Londrina, pilotos, integrantes da Federação Paranaense de Automobilismo e todo o elenco da competição participaram da campanha “Falta só isto”, que visa conscientizar a importância da prevenção da poliomielite em todo mundo. Realizada pela Alpina, em conjunto com o Rotary Internacional, a ação trouxe informações sobre a doença, dados estatísticos no Brasil e no mundo e esclarecimentos sobre a prevenção ao vírus da pólio.

A poliomielite é uma doença deformadora e, por vezes, fatal. O vírus invade o sistema nervoso e pode causar paralisia em questão de horas em qualquer pessoa, principalmente em menores de cinco anos. Ainda não há cura, mas ela pode ser evitada através da vacinação. No mundo, atualmente, apenas em três países a doença é endêmica: Afeganistão, Nigéria e Paquistão. No ano de 2016, foram confirmados 37 novos casos de pólio no nundo, o que representa mais de 99% de redução de novos casos desde a década de 1980, quando eram registrados mais de mil casos por dia.

O número de casos representados pelo 1% restante são os mais difíceis de prevenir devido a fatores que incluem isolamento geográfico, precariedade da infraestrutura pública, conflitos armados e barreiras culturais. No Brasil, desde 1989 não há novos registros da doença, mas enquanto houver circulação de vírus no mundo, a vacinação não pode recuar, sob o risco de novas epidemias.

Sobre a competição: Os pilotos da Sprint Race voltarão a disputar pelo título da temporada 2017 na oitava e última etapa do campeonato, no dia 03 de dezembro, no Autódromo Internacional de Curitiba. Desta vez, os pontos somados para a classificação serão dobrados.

A sétima etapa da Sprint Race Brasil terá exibição nos canais BandSports, Play TV, Programa Ultrapassagem e Programa Acelerados - no SBT e no YouTube (youtube.com/acelerados).

A Sprint Race tem patrocínio da Albriggs, aQuamec, Pirelli, Motul, Fremax e Rio Custom.

Calendário 2017 - próxima etapa:

Etapa 8 - 03/12 - Curitiba (PR) - AIC - #Pontos Dobrados

Mais informações: www.sprintrace.com.br

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Pilotos da Sprint Race em apoio ao "End Polio Now" (Foto: Rodrigo Guimarães)

Pilotos da Sprint Race em apoio ao
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Thiago Marques, organizador da Sprint Race e Rubens Gatti, presidente da (FPrA) (Foto: Rodrigo Guimarães)

Thiago Marques, organizador da Sprint Race e Rubens Gatti, presidente da (FPrA) (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Largada da primeira corrida da sétima etapa da Sprint Race em Londrina (Foto: Ricardo Saibro)

Largada da primeira corrida da sétima etapa da Sprint Race em Londrina (Foto: Ricardo Saibro)
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Largada da Corrida Noturna em Londrina (PR), válida para a sétima etapa (Luciano Santos/Sigcom)

Largada da Corrida Noturna em Londrina (PR), válida para a sétima etapa (Luciano Santos/Sigcom)
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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

GRANDE PRÉMIO DO MÉXICO - CORRIDA
 
O PILOTO DA RED BULL, MAX VERSTAPPEN, VENCE O GRANDE PRÉMIO DO MÉXICO COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM (ULTRAMACIO-SUPERMACIO) 
 
CONTACTO ENTRE LEWIS HAMILTON E SEBASTIAN VETTEL, CONDICIONA-OS PARA UMA ESTRATÉGIA ALTERNATIVA DE DUAS PARAGENS
 
TODOS OS TRÊS COMPOSTOS DA GAMA P ZERO SÃO UTILIZADOS DURANTE A CORRIDA, REPRESENTANDO A UTILIZAÇÃO DE UM COMPOSTO AINDA MAIS MACIO FACE AO ANO PASSADO.
 
 a542 Copya543 Copy Um excitante grande prémio do México foi ganho por Max Verstappen em Red Bull, com uma estratégia já aguardada de uma paragem, mas um pequeno toque no incio entre os protagonistas e candidatos ao titulo, Lewis Hamilton (Mercedes) e Sebastian Vettel (Ferrari) obrigou a que ambos optassem por estratégias de duas paragens. Após a paragem na volta inicial colocaram o composto macio, e posteriormente a meio da corrida ambos aproveitaram o “Safety Car” virtual para colocar o composto Supermacio (Hamilton) e Ultramacio para Vettel. Mas, como este não terminou nos dois primeiros lugares, Hamiltou reclamou o seu quarto titulo de Campeão Mundial de Pilotos, e o seu terceiro com Pirelli. Junto com Carlos Sainz em Renault e Sergio Perez em Force India, Hamilton e Vettel foram os unicos pilotos que realizaram duas paragens. Todos os outros pilotos apenas pararam uma vez, com o Ferrari de Kimi Raikkonen a ser o piloto melhor classificado a utilizar o composto macio (em vez do Supermacio) para o seu segundo turno.
 
 
MARIO ISOLA – DIRETOR DESPORTIVO  “ A colisão na volta de abertura e o “Safety Car” virtual significou que Hamilton e Vettel tiveram que divergir das estratégias já planeadas de uma paragem, adicionando um elemento tático extra a esta corrida. Realizar uma correcta gestão dos pneus era crucial, com pequena degradação, uma aerodinamica minima e um piso escorregadio no México, mas Verstappen geriu na perfeição para carimbar uma vitória que ficará registada para sempre. Vimos os três compostos a ser utilizados na corrida, com as equipas a implementar estratégias diferentes para reagir às circustancias deste fascinante grande prémio, e sem qualquer tipo de problemas para os pneus. Parabéns ao Lewis Hamilton pelo merecido titulo de pilotos, após uma época deslumbrante.”  
 
 
MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:
 
   Raikkonen 1m 20.054s Verstappen 1m 18.892s Vettel 1m 18.785s Vettel 1m 20.698s Bottas 1m 19.374s Perez 1m 19.929s Ocon 1m 20.946s Hamilton 1m 19.945s Grosjean 1m 20.345s
 
 
 
 
 
 
OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:
 
 
 
A NOSSA PREVISÃO: 
 
Max Verstappen venceu o Grande Prémio do Mexico com uma estratégia de uma paragem conforme o previsto, realizando o seu “Pit Stop” na volta 32 e trocou de Ultramacio para Supermacio.
 
 

 

BATERIAS UNIBAT

 

Baterias Unibat X-Racer Lithium para eficácia acrescida em ‘off-road’

 

 

Como poupar peso sem ‘arruinar’ o orçamento

 

Parâmetro de extrema importância no desporto motociclístico, seja na competição ao mais alto nível como entre amadores, o peso, ou melhor a sua redução, é das tarefas mais exigentes para uma equipa como para um piloto de fim de semana. Centenas ou milhares de euros podem ser gastos, facilmente, em materiais ultraleves, do carbono às ligas de alumínio e outros metais nobres, nos parafusos ou em componentes de maiores dimensões. No entanto existe um acessório, muitas vezes descurado, que permite poupar peso em balança sem aumentar peso no orçamento: a bateria!

 

A Unibat disponibiliza agora em Portugal catálogo completo da gama X-Racer com núcleo de lítio, cerca de três vezes mais leves que as convencionais baterias de chumbo e ácido com as mesmas características, proporcionando ainda melhores performances. Mais potência no arranque, mesmo quando repetido muitas vezes, como acontece com frequência em utilização endurista, e mesmo na utilização sob baixas temperaturas.a541 Copy

 

SPRINT RACE - BRASIL

 

Sprint Race: João Rosate (PRO) e Carlos Souza (GP) vencem a primeira corrida em Londrina

A Corrida Noturna está prevista para as 19 horas e terá Raphael Campos na pole position da PRO e Kau Machado à frente na GP

 O piloto da categoria PRO, João Rosate, garantiu a vitória na geral entre os carros na corrida de abertura da sétima etapa da Sprint Race Brasil, realizada neste sábado (28), no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). A prova contou com sol e calor nas 17 voltas. Rosate superou os ataques constantes de Erik Mayrink (PRO), que chegou a liderar a corrida, e do terceiro colocado Luiz Túrmina (PRO).

“Foi uma ótima disputa. Larguei de quarto, acabei dando uma errada na largada e cai para sexto. Mas sabia que tinha um carro bom e um ritmo forte, então vim com cautela. Procurei ao máximo economizar o equipamento e me poupar. Ainda assim, os primeiros colocados se enroscaram e consegui assumir o primeiro e mantive uma distância de meio segundo e fui controlando para não haver desgaste de pneus. Agora, estamos bem pertinho da liderança do campeonato”, festejou o goiano João Rosate #58 que largará em terceiro no grid da corrida noturna e em segundo na PRO.

O piloto da casa, Carlos Souza garantiu a primeira posição na GP em sua estreia na Sprint Race. Na segunda posição esteve Gerson Campos e, em terceiro, Fábio Brecailo. “Sempre tive vontade de fazer uma prova e chegou o dia com o convite do Thiago Marques. A categoria é muito boa, o Sprint é gostoso de guiar e recomendo para quem quer conhecer um verdadeiro carro de competição”, comentou o Londrinense.

“Tudo foi novidade e pura emoção”, disse Helena Soares esteve pela primeira vez ao lado do filho, João Rosate, em uma disputa e em um circuito de asfalto. “O que previa aconteceu, quando esteva no grid não lembrei que meu filho estava na pista, não se esquece mãe, pai, tudo e só quis fazer uma boa largada e uma boa corrida”, contou a piloto que comandou o carro #55.

“A estreia na Sprint foi uma grande superação para mim. Depois dos treinos e da corrida, cheguei à conclusão que sou apaixonada por automobilismo. Nessa fase da minha vida é isso que eu quero, um novo desafio e um novo objetivo”, afirmou Helena.

A corrida noturna acontece às 19 horas, com 23 minutos de duração e mais uma volta, no traçado de 3.055 metros de extensão.

A premiação nesta etapa será diferenciada. Os pilotos receberão os troféus da sétima etapa e da Final Cup, no Tozen Lounge & Bar, localizado na Avenida Harry Prochet, 1130, a partir das 22h30.

As corridas contam com transmissão para todo o Brasil pelos canais BandSports, Play TV e Programa Acelerados - no SBT e no YouTube (youtube.com/acelerados).

A Sprint Race tem patrocínio da Albriggs, aQuamec, Pirelli, Motul, Fremax e Rio Custom.

Resultado da Corrida 1 (diurna) da sétima etapa:

1) #58 João Rosate, PRO, em 17 voltas, 1min24seg577

2) #111 Erik Mayrink, PRO, a 0s236

3) #27 Luiz Gustavo Túrmina, PRO, a 16s329

4) #20 Carlos Souza, GP, a 19s366

5)  #82 Gerson Campos, GP, a 19s385

6) #17 Berlanda Jr, PRO, a 24s229

7) #07 Vinícius Margiota, PRO, a 28s349

8) #09 Fábio Brecailo, GP, a 29s380

9) #87 Kau Machado, GP, a 37s250

10) #12 Claudio Buschmann, GP, a 45s369

11) #13 Raphael Campos, PRO, a 1 volta

12) #55 Helena Soares, GP, a 8 voltas

13) #22 Gabriel Lusquiños, PRO, a 7 voltas

Grid da Corrida 2 (noturna)

1) #13 Raphael Campos, PRO, 1min24seg220

2) #87 Jorge Martelli, GP, 1min24seg225

3) #58 João Rosate, PRO, 1min24seg239

4) #17 Berlanda Jr, PRO, 1min24seg837

5) #07 Vinícius Margiota, PRO, 1min24seg883

6) #27 Luiz Gustavo Túrmina, PRO, 1min24seg893

7) #111 Erik Mayrink, PRO, 1min24seg916

8) #20 Eduardo Serratto, GP, 1min25seg235

9) #22 Gabriel Lusquiños, PRO, 1min25seg422

10) #12 Claudio Buschmann, GP, 1min25seg488

11) #09 Fábio Brecailo, GP, 1min25seg924

12) #55 Witold Ramasauskas, GP, 1min26seg214

13)  #82 Cassio Cortes, GP, 1min26seg229

Programação da sexta etapa - Sprint Night Challenge*

Sábado, 28 de outubro

Corrida 2 (Noturna)

18h00 – Alinhamento dos carros

18h55 – Placa de 5 minutos

19h00 – Saída para volta de aquecimento (23 min. + 1 volta)

*ATENÇÃO: O horário da segunda corrida está diretamente ligado à claridade do momento e condições climáticas.


Calendário 2017 - próximas etapas:

Etapa 7 - 28/10 - Londrina (PR) - #SprintNightChallenge

Etapa 8 - 03/12 - Curitiba (PR) - AIC - #Pontos Dobrados

Mais informações: www.sprintrace.com.br

 

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Rosate vinha de ótimos resultados nos treinos oficiais e conquistou a vitória (Foto: Rodrigo Guimarães)

Rosate vinha de ótimos resultados nos treinos oficiais e conquistou a vitória (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Largada da corrida 1 da sétima etapa (Londrina/PR) (Foto: Ricardo Saibro)

Largada da corrida 1 da sétima etapa (Londrina/PR) (Foto: Ricardo Saibro)
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João Rosate #58 largou da quarta posição e cruzou a linha de chegada em primeiro (Foto: Rodrigo Guimarães)

João Rosate #58 largou da quarta posição e cruzou a linha de chegada em primeiro (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Carlos Souza vence na GP a primeira corrida (Foto: Rodrigo Guimarães)

Carlos Souza vence na GP a primeira corrida (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Erik Mayrink #111 é o segundo colocado no pódio da PRO (Foto: Rodrigo Guimarães)

Erik Mayrink #111 é o segundo colocado no pódio da PRO (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Gerson Campos #82 garantiu o segundo melhor tempo na GP (Foto: Rodrigo Guimarães)

Gerson Campos #82 garantiu o segundo melhor tempo na GP (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Piloto Erik Mayrink (Foto: Rodrigo Guimarães)

Piloto Erik Mayrink (Foto: Rodrigo Guimarães)
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João Rosate recebe o abraço de sua mãe na chegada, a piloto Helena Soares (Foto: Rodrigo Guimarães)

João Rosate recebe o abraço de sua mãe na chegada, a piloto Helena Soares (Foto: Rodrigo Guimarães)
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SLOT CLUBE DO PORTO

Semana de 30 de Outubro a 05 de Novembro, no Slot Clube do Porto

Esta semana, temos 3 datas a reter:
 
Quarta-feira dia 01 de Novembro, abriremos as portas às 10:00 para treinos das diversas modalidades de Slot.
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Sexta-feira, dia 03 de Novembro, a partir das 20:00 lá estaremos para os treinos da prova de Grupo C, prevista para as 21:30.
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Sábado, dia 04 de Novembro, abriremos as portas para a prova de Rali WRC, prevista para as 14:00.
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Aparece, para competir, tirar o pó aos teus modelos ou, simplesmente, manter ou tomar contacto com a malta do Slot.

por: José Guilherme

 

CAMPEONATO MUNDO DE RALIS

 

The host of the post-event press conference wasn’t having that. Elfyn Evans had just won the 2017 Daysinsure Wales Rally GB, he’d ended a 17-year wait for a British winner, a life-time’s wait for a Welsh winner and he’d given us… “Pretty good.”

But that’s Elfyn. Hyperbole’s just not his bag. It’s straight up and straight down the line. Earlier this year he was on target to win his first ever FIA World Rally Championship event in Argentina, but he missed it by seven-tenths of a second.

This time, he was bang on target. The duck was smashed. Triumph and disaster. Evans met both impostors and treated them just the same.

To continue the Kipling line, he certainly hadn’t allowed his dreams to become his master. “Is this something I’d dreamt about?” he pondered, “I don’t know. I’ve always tried not to think too far ahead.”

Well, if he hadn’t, there were tens of thousands of Welsh men, women and children who certainly had dreamed of this moment. His father Gwyndaf, a former British Rally Champion himself, being the prime candidate.

“It’s incredible,” said Evans Sr. “I’m so proud of what he’s achieved, so proud. We’ve waited a long time and it’s been a long road, but we’re here.”

And the bloke sitting next to Elfyn had had a little more time to dream this particular dream. Dan Barritt is cut from the same cloth as Elfyn, albeit from the eastern side of Offa’s Dyke; Burnley-bred and totally grounded.

“I’ve been in this sport a bit longer than Elfyn,” said Barritt. “I did Rally GB for the first time 17 years ago, but even before that I’d been watching rallies since I was four or five. It’s been my life and you do think about what we could achieve. After coming so close in Argentina, we both knew this was possible, but actually doing it, it’s still a bit of a dream.”

Evans delivers a predictably practical assessment of the situation. “Dan and I were talking about this on the way back from the last stage,” he said.

“I think we can both get we’ve won the rally and that’s a big deal, but what probably hasn’t sunk in and will take a while is that we’ve won Rally GB. That’ll maybe come when you look down the list and see all the names up there before us. That’s when we’ll realise this is special. Of course it’s special, coming in this part of the world. This is where I grew up and it’s where I live now.”

Last year, on this very rally, Elfyn was just another one of the locals out watching the rally. He was very nearly out of work. “I was,” he said, “I was out spectating. At that time nothing was sure for this season. There was a chance of something and we were working towards it, but nothing was certain – far from it. It was a tough.

“Since then maybe I’ve changed a bit, maybe there’s a bit more strength of character. I don’t know, that sort of thing happens without you realising I guess.”

Emyr Penlan has followed and reported on Evans’ entire career for Welsh language television station S4C. He saw the biggest change last year.

“Elfyn’s had a lot of knock-backs in his time,” said Penlan, “there’s been a fair bit behind the scenes, things that have been hard for him and things that a lesser person wouldn’t have come back from. But he has and this is what’s made him stronger.

"But last year, when he was dropped from M-Sport and put back into an R5 car, that was the point where he said: 'Screw this, I’m going to show them…' He came into this year breathing fire. He was a different driver, he’d manned up and was ready. This win has been coming all year.”

M-Sport team-mate Sebastien Ogier is of a similar opinion. The five-time world champion has been a huge presence alongside both Evans and M-Sport’s other younger driver Ott Tanak this season.

Ogier’s tenacity, ability and all-round champion mentality has rubbed off on Evans. M-Sport team principal Malcolm Wilson: “You can see it, the time with Sebastien has made a difference. Elfyn’s got real confidence in himself now. We see it in the debrief; before he would have been quiet, not saying much. But now, he’s got a voice and a real opinion on things. It’s fantastic.”

Evans enjoyed an advantage with his tyres in Wales, running DMACKs more suited to the conditions than the Michelins everybody else was on, but Ogier wasn’t interested in any of that. The Welshman’s Ford Fiesta WRC, like his own, still had to be handled through some of the toughest conditions of the year.

“He has done an amazing job,” explained Ogier. “To drive and not put a foot wrong all weekend in stages like the ones we have here in Wales is fantastic for him, especially when we had the fog coming on Saturday night. He and Daniel, I have to say congratulations to them. They have done it.”

They have. Two of the most down-to-earth and likeable lads in the sport, really have done it.a540 Copy

 

RECORDAR É VIVER

CURIOSIDADES DA FÓRMULA 1

 

RECORDAR +E VIVER

 

Por Carlos Flórido

 

Depois de ler, num conceituado jornal estrangeiro, que grelhas de Fórmula 1 com três carros lado a lado serão inéditas, tive de recuar à minha infância para ter a certeza de que os bons também se enganam.

E deliciei-me ao ver isto: Emerson Fittipaldi (Lotus), Jody Schekter (McLaren) e Jackie Stewart (Tyrrell) no GP de França de 1973, uma partida mesmo à minha medida.

Mas descobri que, além de partidas em 3x2x3, eles também alinharam em 4x3x4!!!

 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

LCC 

Henrique Jordão (Volvo S60) arrancou muito bem e colocou-se em primeiro. Paulo Sousa (BMW M3 E36) rodava colado e ganhava a primeira posição ainda na primeira volta.

O terceiro posto era muito discutido e Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) José Meireles (Toyota Carina E) e passavam Pedro Alves (Citroen Saxo) que não descolava da traseira do Carina E.

Nos FEUP lutas bem interessantes marcavam a prova

Nos Alfa-Romeo 156, André Martins era o primeiro e trazia António Ferreira a menos de meio segundo.

Com a corrida a meio, Gonçalo Rodrigues lançou o ataque que lhe permitia ultrapassar os dois da frente a acabar a corrida em primeiro.

Recorde-se que no Sábado Rodrigues venceu, mas foi desclassificado após as verificações técnicas, por inconformidades no Alfa-Romeo 156.

Nos Fiat Punto Filipe Marques e André Tavares discutiam a primeira posição. Entretanto Miguel Rodrigues colava-se aos dois da frente e nas voltas que faltavam ainda os conseguiu ultrapassar e vencer.

Pedro Alves começou a descer na classificação e acabou mesmo por seguir para a box sobre um reboque, com problemas num perno de uma roda.

Paulo Sousa foi o primeiro a cortar a meta, venceu os PH99. Nos PH90 a vitória foi para Sérgio Moutinho (BMW 323i). 

portimao lcc psousa Paulo Sousa (BMW M3 E36) portimao lcc carrinha Nuno Figueiredo

 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Racing Weekend 2017 terminou esta tarde (Domingo) em Portimão. Foram disputadas as duas últimas corridas da época, pontuáveis para o Campeonato Nacional Legends e ainda para o Nacional de Clássicos e Clássicos 1300.

 portimao podium cncc Pódium CNCC H75 portimao podium1300 Pódium CNCC1300 H75 portimao podium lcc Pódium LCC portimao arnaldo Arnaldo Marques - Vencedor CNCC 1300 - H71 

CNCC + CNCC 1300

João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) partiu como uma bala, da sexta posição da grelha e na curva cinco, o gancho, já estava a discutir o primeiro posto com Joaquim Jorge (Ford Escort) e Rui Alves (Ford Escort). Ainda na primeira volta o Porsche ditou a lei e Macedo e Silva colocou-se na frente. Depois ganhou vantagem e a corrida estava decidida no que à vitória entre os H75 e geral dizia respeito.

Joaquim Jorge e Rui Alves ficavam a discutir o segundo posto, Jorge ia ganhando vantagem, mas Alves nunca o deixou fugir.

Mais para trás, à terceira volta, Jorge Cruz (BMW 323i) comandava os H81, e liderava também um grupo animado, em que Alexandre Guimarães lutava com Joaquim Soares e levava a melhor, numa luta de Lotus Elan. Guimarães era o líder do Grupo 5 e Joaquim Soares era o melhor dos H71

Pouco depois, na curva três o motor do Lotus de Soares “calava-se” e perdia várias posições, já só lhe restava tentar recuperar. Conseguiu chegar a 13º

Alexandre Guimarães subia para quarto por troca com Jorge Cruz que ainda ia perder mais um lugar para Duarte Fraga, que viria a vencer o Grupo 5, depois de ultrapassar Alexandre Guimarães.

Problemas de autoblocante do BMW de Cruz explicavam o desempenho menos bom na segunda metade da corrida, mas mesmo assim, não perdia o primeiro lugar dos H81. Fernando Xavier (WV Sirocco) era segundo dos H81.

No Grupo 1, Pedro serrador (BMW 323i) era o homem do momento e João Vieira (Karmann Ghia) ganhava nos H65.

Francisco Pinto perdeu uma roda do BMW 2002 e isso motivava a entrada do Safty Car. A prova terminou sem que o veículo de segurança saísse da pista.

portimao cncc macedo porsche João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) portimao cncc fraga Duarte Fraga (Ford Escort)  

CNCC 1300

Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT) foi o homem do início da corrida. Colocou-se na frente e deixou  Arnaldo Marques (Datsun 1200) e Luís Alegria (Datsun 1200) a discutirem o segundo posto.

À quinta volta Arnaldo Marques subiu para primeiro, por troca com Filipe Nogueira e de seguida era a vez de Luís Alegria apanhar Nogueira e passá-lo.

A partir de meio da corrida era o tempo de Luis Alegria lançar o ataque. Começava a cobiçar a liderança de Arnaldo Marques e depois passava para primeiro, posição em que viria a terminar a prova. Simultaneamente era o vencedor dos H75.

Arnaldo Marques, a nove décimas de Alegria, era segundo, melhor dos H71 e trazia Nogueira a duas décimas.

Em termos de classificação seguiam-se: João Braga (Datsun 1200), Fernando Charais (Datsun 120Y) e José Fafiães que com um motor que não andava montado no Datsum 1200, não conseguia ir mais além. Recorde-se que na sexta-feira partiu e nas corridas nunca teve o motor verdadeiramente competitivo.

portimao cncc1300 alegria Luís Alegria (Datsun 1200) portimao cncc1300 arnaldo Arnaldo Marques (Datsun 1200) portimao cncc1300 nogueira Filipe Nogueira (Morris Mini 1275GT

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

  1. O MELHOR “CRU” LEWIS HAMILTON!

  2. POR JOÃO CARLOS COSTA - COMENTADOR EUROSPORT

  3. Para “beber”, saborear, disfrutar e manter na memória alguns dos momentos de puro prazer que nos ofereceu ao longo de 2017.
    Hamilton nem sempre teve o melhor monolugar, fosse o chassis ou a unidade motriz, mas mostrou uma enorme determinação. Ganhou o quarto título batalhando para chegar a um 9º lugar, mesmo perdendo uma volta para o vencedor do dia, algo que no passado só tinha acontecido com James Hunt, no GP do Japão, em Fuji/1976. Mas fê-lo... com a mesma capacidade de luta que mostrou ao longo de 2017, tivesse o carro imparável ou quando tal esteve longe de ser a realidade. O Mercedes W08 nem sempre foi aquele companheiro forte, de forma consistente, como tinham sido os W05, W06 e W07. Mas o Homem que obteve o 17º título para um piloto britânico (e que agora é o mais titulado dos súbditos de Isabel II na F1), soube dar a volta por cima. Pontuou sempre. Elevou o nível para uma fasquia de quase intocável após a pausa de Verão. Estava lá, como têm de estar os campeões, quando a Ferrari e Vettel tropeçaram. Umas vezes apanhou os cacos alheios, noutras foi ele que “partiu” a concorrência. Feitas as contas, ganhou mais e fez mais poles-position que os outros. Os títulos também se fazem de números, até porque é a soma de pontos que consagra um campeão. Ainda assim, Hamilton foi além disso. Travou uma batalha justa com Vettel. Com isso e muito mais, ajudou ao show que se deseja nesta “nova” F1. Hoje, mostrou isso mesmo na forma como festejou a quarta coroação. Os piões, a corrida de Union Jack aos ombros, os agradecimentos a puxar pelo público.
    2008, 2014, 2015 e 2017: 10 temporadas entre o primeiro e este ceptro. Quatro títulos bem diferentes. Mais haverá para conquistar. Já fez melhor que o ídolo de juventude. Não sei se Hamilton terá agora como objectivo quebrar todos os recordes de Schumacher. Nem importa. Importa sim, que continua com a garra do primeiro dia. É um profissional de mão cheia, dentro e fora do carro, quando está a trabalhar. De uma maneira diferente, imita Senna na forma como “liga e desliga”, entre o “cidadão” e o piloto.
    Hamilton está para durar. Não o estou a ver dizer adeus a tudo isto, a curto prazo. Gosta do dinheiro, gosta do glamour, gosta do estilo de vida. Mais ainda, gosta de ganhar. É verdade que adora a passerelle da fama fora das corridas. Mas lá, mesmo quando está entre amigos do Jet 7, raramente o vemos sorrir, de orelha a orelha, num tipo de prazer quase maquiavélico, como acontece quando arrasa a concorrência após uma daquelas voltas de eleição numa qualificação, ou quando festeja mais uma vitória ou um título.
    Hamilton sabe viver e tirar partido de todos os lados da vida. É um Sir. E merece sê-lo, de facto!

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

POR JOÃO CARLOS COSTA - COMENTADOR EUROSPORT

 

Simply,  simply lovely! As palavras não são minhas, são dele. Demonstram satisfação, mas também alguma arrogância. Arrogância essa, que vai ter de saber gerir em doses absolutamente necessárias para massacrar psicologicamente os adversários quando for hora de lutar pelos títulos. E esse futuro pode estar perto. Sim, é verdade que beneficiou do toque Vettel/Hamilton, mas mostrou durante a corrida que tinha andamento para a luta; sim, é verdade que levou longe demais o seu esfor...ço em algumas voltas, sobretudo num dia em que os motores Renault pareciam pouco fiáveis. No fim, como dizia Christian Horner depois de uma prova onde esteve perto de um ataque de nervos, é apenas o resultado que conta, o tal que muitas vezes escapou ao holandês este ano. Não tem sido o caso nos quatro últimos GP - ninguém marcou mais que os 80 pontos de Max Verstappen. Simply as that!

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER 

 The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Brazilian Grand Prix (November, 10-12).

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BOSCH BRAGA GALARDOADA

 

Bosch em Braga recebe Prémio Europeu de Excelência

 

  Bosch Car Multimedia Portugal recebe Prémio Europeu de Excelência da EFQM na categoria “Harnessing Creativity & Innovation”

  Bosch é a empresa em Portugal com o maior número de reconhecimentos europeus de excelência da EFQM

 

A Bosch Car Multimedia Portugal, em Braga, acaba de receber o Prémio Europeu de Excelência da EFQM – European Foundation for Quality Management, numa cerimónia realizada em Madrid a 26 de outubro. Após um rigoroso processo de avaliação, o júri europeu galardoou a unidade Bosch em Braga como “Prize Winner” pelo seu desempenho na implementação do Modelo de Excelência da EFQM na categoria “Harnessing Creativity & Innovation”. Desta forma, a Bosch passou a ser a empresa em Portugal com o maior número de reconhecimentos europeus de excelência da EFQM.

 

Este foi o terceiro prémio europeu de excelência entregue à Bosch em Braga, e o primeiro na área da inovação. Para Lutz Welling, Administrador Comercial da Bosch em Braga, “o prémio da EFQM reflete a consolidação da excelência na nossa organização, a competência da nossa equipa e o seu empenho diário no desenvolvimento de soluções inovadoras na área da mobilidade, mas também nos nossos processos internos.”

 

A empresa tem apostado na inovação, para além de manter o crescimento na área produtiva. Neste sentido, tem consolidado o seu posicionamento no Grupo Bosch enquanto centro de I&D e conta atualmente com mais de 300 engenheiros a desenvolver soluções que vão contribuir diretamente para, entre outros, a mobilidade do futuro incluído a condução autónoma. Além disso, a empresa estabeleceu com a Universidade do Minho o maior projeto de I&D em Portugal no qual estão a ser investidos cerca de 75 milhões de euros.

 

“Estamos a trabalhar para que a Bosch em Braga seja um parceiro preferencial para o desenvolvimento e produção”, afirma Carlos Ribas, Representante da Bosch em Portugal e Administrador Técnico da Bosch em Braga. “Os resultados da nossa aposta na excelência e na inovação são visíveis: estamos a crescer em todas as áreas, a alargar as nossas instalações e a contribuir para a aceleração da economia portuguesa com o aumento exponencial das nossas exportações”.

 

O Prémio de Excelência da EFQM é considerado a mais alta condecoração da Europa para a excelência empresarial. Este ano, os vencedores nas diferentes categorias demonstraram que as respetivas organizações atuam eficazmente no seu desempenho empresarial e apresentaram excelentes resultados. Atuam como exemplos para outros e, são consideradas organizações líderes nos seus setores.

 

 

TCR

 

i30 N TCR takes pole position and superb race win from TCR Europe weekend
 
  • The i30 N TCR scored a sensational victory in the final race of the TCR Europe Trophy at Adria International Raceway, storming to the front from 10th on the grid
  • Driver Gabriele Tarquini also provided the i30 N TCR with its first ever pole position, after setting the best times in both parts of qualifying
  • The incredible performance came despite the extreme Balance of Performance given to the car, making it by far the heaviest in the field.
Adria, Italy
 
October 29, 2017 – A sensational Race 2 victory, from tenth on the grid, provided a fitting climax to another strong weekend of the Hyundai i30 N TCR. Driver Gabriele Tarquini also provided the first pole position for the project, proving the car’s position at the front of the current TCR category at the TCR Europe Trophy at Adria International Raceway.
 
Represented at the circuit by a single car, Hyundai Motorsport travelled to the event to continue to show the performance of the i30 N TCR around the world. Though entered under temporary homologation the car at the circuit was running to the same specification as is being offered to customer teams for the 2018 season.
 
Driver Gabriele Tarquini and the car, the first Hyundai Motorsport built chassis to be designed for circuit racing, were among the fastest combinations throughout the weekend. Making its debut on Yokohama tyres the i30 N TCR narrowly set the second fastest time in the opening practice session, the Italian was then able to head the final running before qualifying.
 
The pace was all the more remarkable, given the extreme Balance of Performance (BoP) forced upon the i30 N TCR. As it finished its maiden TCR International Series rounds earlier this month the car was carrying 40kg of ballast, with engine power and turbo boost restricted to 95% of full power. This proved to a be a serious disadvantage at the 2.7km Adria circuit, which demands heavy braking into, and strong acceleration out of, numerous slow corners where the extra weight is most noticeable.
 
Despite this considerable burden Tarquini was able to claim the first ever pole position for the i30 N TCR. The experienced Italian was fastest in both first and the decisive second part of qualifying. The only man capable of going below the 1:20 barrier in Q1, Tarquini took a further sixth tenths of a second off his own benchmark in Q2 to record a best lap of 1:19.341.
 
In the opening race Tarquini was in the middle of a fierce battle for the lead. Pushed back into second from the start, the acceleration off the line another area hampered by the BoP restrictions, Tarquini was able to match, and even eclipse the lap time of those around him, setting fastest lap in his pursuit of the lead. However, on a tight track where overtaking proved to be challenging he was unable to find the needed opportunity, finishing second to Josh Files who has already collected two TCR titles this season.  
 
The second race promised a different challenge, with the top-10 from qualifying reversed to put Tarquini and the i30 N TCR on the fifth row of the grid. However, just as was the case in China he was able to charge through the field. At the centre of an action packed encounter, the performance of the i30 N TCR allowed Tarquini to progress up the field, at one point passing three cars in a single move.
 
Taking the lead just after the half-way point of the 25-minute race Tarquini went on to claim an incredible victory to continue the i30 N TCR’s superb record on the track.
 
Gabriele Tarquini said: “This was a very tough weekend, but it makes the result more impressive. It was our first time running the i30 N TCR on these tyres, so we had to work a little to find a good set-up for the car, especially with the extra weight. I could really feel the effect of the weight after only a few laps under braking for the hairpins around the circuit. To be able to take pole position, a second and then a victory from 10th on the grid proves what a special package the i30 N TCR is. The second race was very fun, and it was the best the car felt all weekend. We now have one more event with the car to put in another very strong performance to show what this car can do before we start to hand over completed chassis to customers.”
 
Hyundai Motorsport Customer Racing Manager Andrea Adamo said: “This is another sensational weekend for the i30 N TCR. There is no doubt about the performance on the track, even with the extreme and rushed, perhaps too rushed, Balance of Performance we are running with. Our customers can clearly see how competitive the i30 N TCR is in the TCR category, with the car at Adria running very close to the final specification we are offering to customers. We have now won races on both competitive outings with the package, but on two very different styles of track, which proves that customers will be able to compete at the front of any TCR series where they choose to compete with the i30 N TCR.”    
 
Gabriele Tarquini will return to the wheel of the i30 N TCR at the Dubai Autodrome, with Swiss driver Alain Menu in a second car for the final two races of the TCR International Series.
i30 N TCR - Gabriele Tarquini - Adria Raceway
i30 N TCR - Gabriele Tarquini - Adria Raceway
i30 N TCR - Gabriele Tarquini - Adria Raceway
About the Hyundai Motorsport TCR project
Announced in February 2017 the TCR project marks Hyundai Motorsport’s first steps into circuit racing following three full seasons in the World Rally Championship (WRC). Built and developed by the Customer Racing department at the team’s headquarters in Alzenau, Germany the touring car racer will be based on the road-going New Generation i30 model. Design work for the project began in September 2016, taking advantage of the TCR regulations which, since their introduction in 2015, have been adopted by more than a dozen national and international championships. Testing of the first completed chassis began in April 2017, with the first car planned to be delivered to customer teams in early December 2017.

Further information about Hyundai Motorsport is available at: http://motorsport.hyundai.com
 

About Hyundai Motor
Established in 1967, Hyundai Motor Company is committed to becoming a lifetime partner in automobiles and beyond. The company, which leads the Hyundai Motor Group, an innovative business structure capable of circulating resources from molten iron to finished cars, offers top-quality best-sellers such as Elantra, Sonata and Genesis. Hyundai Motor has eight manufacturing bases and seven design & technical centers worldwide and in 2015, sold 4.96 million vehicles globally. With more than 100,000 employees worldwide, Hyundai Motor continues to enhance its product line-up with localized models and strives to strengthen its leadership in clean technology, starting with the world’s first mass-produced hydrogen-powered vehicle, ix35 Fuel Cell.

 

PORSCHE É NOTICIA

 

It’s been an eventful 2017: highlights include road trips around New Zealand, Austria and Brittany, interviewing three great drivers - Jacky Ickx, Richard Attwood and Hans Stuck - and reviewing an amazing array of ground-breaking cars, plus a Ruf trackday at Hockenheim. Next major assignment: the Monte Carlo Rallye Historique, January 2018.

 

Silverstone to Nürburgring & back

The Porsche 928 is a proper trans-continental express, and in late September we cemented its reputation by driving 928 miles from Silverstone to the Nürburgring and back in a 928 GT, plus we reunited the legendary two-times Le Mans winner Hans-Joachim Stuck with the 928 CS that Porsche gave him when he was a works driver. Read the story on my website.

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Gaisburg Hill-Climb, Austria

Back in the ’50s and ’60s, the European Hillclimb Championship was a significant series on the international motorsport calendar, ranked highly on Porsche’s aspirational must-win list. In this, it succeeded for an incredible 22 years running. So, what better way to celebrate Wolfgang von Trips’ achievement from five decades ago than to reprise his run up Gaisberg – in the latest 718 Cayman? Read all about it in 911 & Porsche World.

Monte Carlo Historic Rally 2015

RUF trackday at Hockenheim

It’s 40 years since the first Ruf turbo hit the highway, and we relived the experience, back-to-back with the original 1978 3.3 turbo and a 30-year-old Ruf turbo R. We also took part in a Ruf trackday at Hockenheim circuit (hosting the 2018 German GP), and Alois Ruf explained the concepts behind his latest Yellowbird. Story commissioned by 911 & Porsche World.

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Monte is the Don!

The Monte Carlo Historic Rally kicks off on 31st January 2018. I’ve covered it almost every year for the past ten years, revelling in the diversity of the 350 entries that negotiate snow and ice over five hectic days as they converge on Monaco via Ardeche and Alpine stages. This year I'll be following the fortunes of a very special car and driver. Watch this space!

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DISCOVERY CHANNEL

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IRON RESURRECTION’ REGRESSA COM UMA MISSÃO: ACABAR COM TODOS OS VEÍCULOS OXIDADOS NO TEXAS 

O mestre da mecânica Joe Martin, vencedor do programa do Discovery Channel 'Biker Build-Off', instalou uma oficina nos arredores de Austin, no Texas, com a intenção de ressuscitar qualquer veículo que lhe chegue às mãos, desde bicicletas a descapotáveis. 'Iron Ressurection', que regressa para uma nova temporada a 4 de novembro, mostra como Martin faz magia para converter 'zombies de metal' em jóias mecânicas. 

 

 

 

Nos arredores de Austin, Texas, o brilhante mecânico Joe Martin ( vencedor do programa Biker Build-Off do Discovery Channel em 2004), a mulher Amanda e o melhor amigo Jayson 'Shag' Arrington estão decididos a dar uma nova oportunidade a qualquer veículo que se cruze no caminho: seja uma bicicleta oxidada, um desportivo moribundo ou um velho helicóptero. 'Iron Ressurection', que regressa ao Discovery Channel para uma nova temporada a 4 de novembro, mostra o trabalho diário desta equipa que primeiro sai em busca de tesouros escondidos, comprando-os ao preço mais baixo possível, para mais tarde os converter em espetaculares veículos, que revende a preço de ouro.

Amanda, o cérebro da Martin Bros Customs e Shag, um mestre da negociação, estão encarregues de percorrer as estradas do Texas em busca de jóias mecânicas em bruto para que Joe e a equipa, formada por Shorty, Mike, Jason, Manny e Pompa possam fazer magia e ressuscitar os veículos.

Nesta nova temporada, vão reconstruir do zero uma oxidada pickup Chevy C10 de 1970, convertendo-a num potente hot rod, alimentado por um motor de 700 cavalos.

Também passará pela oficina um raro Chevy Corvette de 1962 que o dono pretende deixar como novo e cujo restauro pretende pagar com a entrega de outro carro: um Buick de 1949. Outra das peças que os talentosos recuperadores de veículos terão de trazer à vida será um camião Chevy de 1950 que um cliente trouxe desde a Virginia e que pretende transformar num agressivo veículo de alto rendimento.

A nova temporada de 'Iron Ressurection' estreia sábado 4 de novembro às 21 horas, no Discovery Channel

 

MOTOS NO ESTORIL

 

Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga voltam a brilhar na última ronda do CNV no Estoril


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Decorreu este fim de semana a última prova do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV) da temporada de 2017, no Autódromo do Estoril. Debaixo de um calor intenso foram discutidas as melhores posições nas categorias de Moto 3 e Pré-Moto3, onde competiram três pilotos provenientes da estrutura de Miguel Oliveira Racing Team.

Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga (Quique), que também correram neste mesmo fim de semana na última corrida da 1ª edição da Oliveira Cup, conseguiram arrecadar a 1ª, 7ª e 9ª posições, nas respetivas categorias – Moto 3 e Pré-Moto3, respetivamente.

Pedro Fragoso conseguiu o 1º lugar em Moto3, tendo completado as 10 voltas da corrida na sua Honda NSF 250 em 19min37.183s. Conseguiu rodar a sua melhor volta em 1min55.656s, superando inclusive os tempos por volta nas várias sessões de treinos cronometrados de sábado e domingo.

Diogo Luís e Quique, nas suas Beon 250 e Metrakit 125, respetivamente, puderam afirmar-se na categoria de Pré-moto 3, com 20min21.282s e 20min22.009s, tendo ambos os pilotos realizado a volta mais rápida nos 2min00s e conseguindo alcançar o 7º e o 9º posto na sua categoria.

Foi muito bem concretizado o nosso objetivo deste fim de semana: aprender, rodar na moto e colocar em prática todos os ensinamentos que têm sido partilhados com estes jovens pilotos. Os nossos pilotos estiveram muito bem em performance e velocidade, mesmo sabendo que este fim de semana disputaram dois importantes campeonatos – o CNV e a Oliveira Cup, o que traduz um esforço redobrado em foco e atenção em pista. Estão de parabéns os nossos pilotos!”, afirma Paulo Oliveira, Diretor de Equipa.

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VOLVO V90 CROSS COUNTRY APRESENTADA

 

Volvo V90 Cross Country – Volvo Ocean Race  

 

Foi hoje apresentada em Lisboa, a edição especial Volvo V90 Cross Country – Volvo Ocean Race.

A apresentação mundial ocorreu na Doca de Pedrouços, em Lisboa, que recebe até ao próximo dia 5 de Novembro, o stopover português da Edição 2017-2018 da Volvo Ocean Race.

CONCEITO

A V90 Cross Country – Volvo Ocean Race é um automóvel ímpar – um novo automóvel único que partilha a mesma natureza aventureira e espírito pioneiro da Volvo Ocean Race.

Um automóvel para aqueles que gostam de aventura. Um automóvel para quem quer explorar mais, experimentar mais e levar-se ao limite. Este é um automóvel para quem procura uma nova experiência de condução desafiante e versátil.

A força da nova Volvo V90 Cross Country Volvo Ocean Race reside na sua versatilidade.

Com uma combinação exclusiva de sentido prático robusto e luxo irresistível, este é um automóvel pensado para dar controlo em qualquer tipo de piso, faça chuva ou faça sol, em qualquer momento.

Um automóvel otimizado para a aventura.

 

DESIGN ESCANDINAVO

“Coisas simples que melhoram a vida”- é esta a essência do design escandinavo.

Neste automóvel, os designers da Volvo abraçaram totalmente o orgulhoso legado escandinavo de design, linhas bonitas e apuradas, elementos de design arrojados e soluções inovadoras combinando-se para criar um modelo único altamente prático e verdadeiramente irresistível.

Mas há uma característica de design que realmente se destaca: a combinação única de cores, tão singular quanto o próprio veículo numa aparência contemporânea fantástica e uma identidade inconfundível que o faz destacar-se. A sua cor única - Crystal White Pearl – combina-se com duas cores de contraste – Kaolin Grey e Flare Orange.

As chapas de proteção, extensões dos arcos das rodas, grelha e frisos das embaladeiras possuem um acabamento em Kaolin Grey. Já as chapas de proteção dianteiras e os frisos laterais inferiores dianteiros apresentam elementos em Flare Orange que acrescentam a dose certa de realce e contraste.

A aparência e o seu carácter confiante são ainda reforçados por uma arrojada grelha frontal e jantes de liga leve exclusivas de 20 polegadas.

 

 

INTERIOR LUXUOSO

Uma das primeiras características do seu interior que se nota ao entrar no veículo são as placas antiderrapantes dianteiras exclusivas com iluminação. Com o logótipo Volvo Ocean Race gravado, relembram de uma forma subtil a natureza aventureira do veículo. 

O interior está repleto de pormenores de design únicos, que se combinam com uma mistura de materiais de alta qualidade como o couro e a fibra de carbono para criar um ambiente de condução desportivo, elegante e luxuoso.  

No interior, existem duas cores à escolha: Charcoal ou Blond/Charcoal.

Os luxuosos estofos foram criados exclusivamente para este modelo e combinam couro com o sentido prático inteligente do tecido. Todos os bancos apresentam um característico sublinhado tom laranja, um logótipo Volvo Ocean Race e uma etiqueta laranja na zona lateral.

Ao nível de design, acresce ainda o facto de o tecido incluir um padrão muito próprio denominado “Open Grid”, disponível apenas para este automóvel.

HOMENAGEM À SEGURANÇA

A utilização da cor Flare Orange no cinto de segurança destaca aquela que é atualmente reconhecida como a mais importante inovação de segurança na história automóvel e que foi criação da Volvo e do engenheiro Nils Bohlin no ano de 1959.

Ao longo da sua história a Volvo tem sido sinónimo de segurança automóvel e este modelo vem totalmente equipado com os mais recentes e avançados sistemas neste capítulo.

 

TECNOLOGIA, CONECTIVIDADE

Hoje em dia, aventura, tecnologia e conectividade andam de mãos dadas.

Telemóveis, computadores portáteis, câmaras Go-Pro e drones são agora equipamentos obrigatórios em qualquer aventura da idade moderna. Mas muita tecnologia significa muita energia e necessidades de carregamento. Por esse motivo, foi necessário assegurar que o veículo estivesse equipado para fazer face a essas exigências.  Possui 4 portas USB, o que significa que pode carregar e ter ligados à corrente vários dispositivos em simultâneo.

Está também equipado com uma tomada de 115/230v. Esta tomada extra permite-lhe carregar e ter a funcionar equipamentos como computadores portáveis, câmaras e drones.

COMPARTIMENTO DE CARGA

Com este automóvel, a Volvo Cars eleva a fasquia sobre as possibilidades oferecidas pelo compartimento de carga de um automóvel.

Para além das fontes de alimentação elétrica referidas anteriormente, o compartimento de carga inclui uma potente luz LED integrada no interior do portão traseiro. Esta luz resolve instantaneamente o problema de tentar encontrar no escuro aquela peça de equipamento essencial.

Existe também uma lanterna LED à prova de água. Convenientemente fixada na zona lateral do compartimento de carga, a lanterna é fabricada em alumínio aeroespacial, o que significa que é praticamente inquebrável. 

Mas não existem apenas soluções de iluminação e tecnologia. A V90 Cross Country tem também espaço para inúmeros elementos úteis e práticos que irão manter o equipamento arrumado e protegido, bem como o interior sempre limpo.

Inspirada no soalho dos iates de luxo, a plataforma do compartimento de carga é fabricada num material duradouro, simultaneamente resistente à água e de fácil limpeza. A plataforma possui embutidas faixas metálicas brilhantes, que acrescentam uma aparência única e “high tech”.

Um tapete que cobre o para-choques traseiro quando o portão traseiro está aberto faz também parte do equipamento de série. É fixado com recurso a ímanes que aderem às faixas metálicas da plataforma.

Existe um tapete translúcido à prova de água que cobre por completo e protege a plataforma do compartimento de carga. Trata-se de um tapete que pode também ser estendido para proteger as costas dos bancos dos passageiros traseiros quando estes se encontrarem rebatidos.

Para espaço de arrumação extra, podem ser instalados suportes de rede de ambos os lados do compartimento de carga. Pode ainda ser aplicada uma rede na plataforma para fixar equipamento, impedindo-o de deslizar livremente.

Este modelo chegará a Portugal em Janeiro de 2018 e tem disponíveis 2 motorizações a diesel (D4 e D5) e 2 a gasolina (T5 e T6).

1927 – 2017: 90 anos a pensar nas pessoas



Novo Volvo XC40 – Versões e Preços

 

A Volvo Car Portugal revela agora os preços e as versões que estarão em vigor para o lançamento do Novo Volvo XC40, cujas primeiras unidades chegarão ao mercado nacional no primeiro trimestre de 2018.

Tendo sido apresentado em Milão no passado dia 21 de Setembro e apresentado hoje em solo português, na Volvo Ocean Race, este novíssimo SUV da Volvo estará disponível em 4 motorizações distintas, duas a diesel e duas a gasolina e em transmissão manual de 6v ou automática de 8v.

 O nível de equipamento varia entre as versões Momentum e R-Design disponíveis em qualquer uma das motorizações:

 

XC40 – GASOLINA  - PVP

T3 – 152 cv – Manual 6v – desde 36.639€

T5 – 247 cv – Geartronic 8v – desde 51.484€

 

 

XC40 – DIESEL - PVP

D3 – 150 cv – Manual 6v – desde 39.956€

D3 – 150 cv – Geartronic 8v – desde 42.519€

D4 – 190 cv – Geartronic 8v – desde 52.121€

 

 

O novo XC40 estará no Race Village da Volvo Ocen Race, na doca de Pedrouços até dia 5 de Novembro e em roadshow pelo país de 3 a 10 de novembro – Consulte o calendário em www.volvocars.pt

 

3008 DKR MAXI

3008DKR Maxi up to speed as Team Peugeot Total drivers eye car threepeat.

 

 

Team Peugeot Total are confident that the recent Morocco testing on their new Peugeot 3008DKR Maxi will give them a great chance of making it three Dakar Rally wins in a row when their star quartet of car drivers compete in January.

Stéphane Peterhansel and co-driver Jean-Paul Cottret have won the last two editions with Sébastien Loeb/Daniel Elena, Carlos Sainz/Lucas Cruz and Cyril Despres/David Castera all prepared to stop the French duo from completing the consecutive hat-trick.

The four crews will travel to South America for the Lima start on January 6 safe in the knowledge that the latest iteration of their rally raid car is on track for success.

Previous extensive testing throughout the year in France and Portugal allowed the engineers enough kilometres on the clock to undertake the bulk of key development.

The Rallye du Maroc represented the final chance to test in race conditions with runner-up Loeb leading the event right up until the penultimate stage when he was delayed by a mechanical issue with a damper.

The same type of problem also affected Sainz, who finished in 10th place, therefore the crew behind the scenes know what they need to do for the 2018 Dakar start line in Peru with the tricky route taking them through Bolivia to the Argentina finish on January 20.

With over 18,000km of testing, you would not bet against the quartet improving on the staggering 19 Dakar wins and 148 stage wins between them.

Defending champion Peterhansel revealed, “To win the Dakar again last year was a fantastic feeling: I felt so liberated. The problem is that the more you win, the more you want to keep on doing it!

“This year it will be even more special, with the 40th edition and my 29th participation. Who knows if it’s going to be my last one or not, that is still to be seen.”

2017 runner-up Loeb declared, “I’ve been happy with my speed when it comes to adapting to this discipline, but I just need to show a bit more consistency and convert it into overall winning results.

“We know that we’re right up there, and we’ve proved it over the course of the year at the Dakar, the Silk Way Rally, and also the Rallye du Maroc.”

Five-time Dakar motorbike winner Despres said, “I’ve got to say that I’m really in love with the new 3008DKR Maxi. Although our Silk Way Rally winning car was good, this car is one step more: the work from the engineers has been non-stop.”

2010 champion Saint added finally, “In recent years, we’ve always shown the speed to be able to win the Dakar; this time we need just a little more luck.

“Team Peugeot Total’s engineers have done an amazing job. The rules have changed, giving four-wheel drive some advantages, which obviously doesn’t make our lives any easier. But I’m confident that our team is very strong.”

 

 

 

 

 

 

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ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Duplo pódio para Duarte Carvalho no Algarve

 

Piloto madeirense defende estatuto de melhor rookie na última ronda

 

Duarte Carvalho superou mais um desafio na sua curta carreira enquanto piloto de automóveis. O jovem que corre com as cores da CRM Motorsport estreou-se a competir no desafiante Autódromo Internacional do Algarve e não só deu continuidade ao seu processo de aprendizagem como ainda conseguiu dois lugares no pódio. O madeirense foi, em ambas as ocasiões, terceiro na geral, segundo na categoria FZ e também ficou na segunda posição entre os rookies.

 

Depois da última prova, realizada no Circuito de Jerez em Setembro, Duarte Carvalho voltou a sentar-se no seu Mygale para mais uma descoberta. Pela primeira vez este na pista algarvia em competição. Os treinos foram positivos. Sem conhecer o traçado, o piloto madeirense foi o terceiro mais rápido na sessão de livres e conseguiu o quarto melhor registo na qualificação, muito perto do segundo e do terceiro.

 

Com um lugar na segunda linha da grelha de partida, Duarte Carvalho olhava para a frente. O seu objectivo passava por subir posições na corrida. E isso foi alcançado. Acabou em terceiro da geral e foi segundo na sua categoria, a FZ, e repetiu a classificação entre os rookies. A corrida foi muito disputada e o jovem piloto que corre com as cores da CRM Motorsport não conseguiu a vitória nos FZ por apenas cinco centésimos de segundo e ficou a menos de um segundo do vencedor absoluto.

 

Para a segunda corrida, arrancou do terceiro lugar e acabou nessa mesma posição. Durante o confronto, Duarte Carvalho teve de defender o seu lugar e atacar os seus adversários. Na fase inicial chegou a rodar em quarto, mas depois de várias tentativas, foi capaz de voltar ao lugar em que tinha partido e foi com mais um pódio assegurado que viu a bandeira de xadrez.

 

“O balanço que faço desta jornada é muito positivo. Podia ter sido melhor, mas sinto que aprendi bastante. Esta pista é exigente, principalmente para quem aqui corre pela primeira vez. Além disso, só consegui fazer duas voltas nos treinos livres, porque a sessão foi constantemente interrompida com bandeiras vermelhas. Ainda assim, acho que fiz duas boas corridas. Agora vou para o Estoril, o circuito que conheço melhor e onde acredito que serei capaz de vencer entre os rookies e obter um resultado de destaque à geral”, afirmou Duarte Carvalho.

 

O responsável da CRM Motorsport, Tiago Raposo Magalhães, também ficou satisfeito com o desempenho do seu piloto. “O Duarte superou mais um desafio no processo de aprendizagem que está a atravessar nesta época. Nesta jornada, voltou a mostrar que consegue adaptar-se rapidamente às condições da pista, mesmo que sejam uma novidade para ele, e andou sempre entre os mais rápidos da competição. Concluída esta prova, vamos procurar encerrar da melhor maneira a temporada de 2017”, explicou.

 

A CRM Motorsport volta a correr com Duarte Carvalho e o Mygale daqui a duas semanas, mais concretamente entre os dias 10 e 12 de Novembro, no Estoril Racing Festival.a537 Copy

 

BAJA PORTALEGRE 2017

 

Alexandre e Rui Franco Vice-Campeões Nacionais de Todo o Terreno

 

Os manos Alexandre e Rui Franco sagraram-se este fim-de-semana Vice-Campeões Nacionais absolutos de Todo o Terreno, apesar da dupla alenquerense ter abandonado na Baja Portalegre 500.

 

A dupla da Scuderia Goldentrans / DURA chegou à derradeira prova do Campeonato Nacional de Todo o Terreno com o objectivo de conquistar o Vice-Campeonato, mas com um olho na possibilidade de conquistar mesmo o título absoluto, pois matematicamente ainda era possível, apesar da tremenda diferença competitiva das duas viaturas e do orçamento das equipas.

 

Com o BMW Evo X1 Proto a apresentar-se nas melhores condições, a dupla alenquerense entrou bem no prólogo, com Alexandre Franco a admitir que a dupla começou “rápida, mas ainda assim algo cautelosos. Queríamos sair bem do prólogo para não ter problemas com o pó, o que acabámos por conseguir, permitindo-nos partir para o primeiro sector selectivo sem ninguém que nos pudesse ‘estorvar’ em termos de andamento. Não forçámos em demasia, pois o nosso foco estava no campeonato, mas estávamos conscientes que se mantivesses aquele ritmo poderíamos garantir uma boa posição final”.

 

No entanto, no arranque do primeiro sector selectivo tudo mudou.

“Chegámos ao dia de sábado no sétimo posto, mas bem cedo os problemas nos bateram á porta. Logo ao Km 3 a alavanca da caixa de velocidades partiu-se e perdemos mais de hora e meia a resolver o problema. Terminámos o terceiro sector selectivo com o meu irmão a meter mudanças com a ajuda de um alicate, enquanto eu conduzia literalmente á vista, pois tivemos que abdicar do road book. Quando pensávamos que os nossos azares tinham terminado, logo no começo do derradeiro sector selectivo foi o veio de transmissão a partir quando rodávamos a cerca de 180 km/h, levando também á quebra do cárter do motor. Apesar de todos os azares, acabamos por sair de Portalegre com o Vice-Campeonato Absoluto de Todo o Terreno, algo que nos deixa muito felizes com o nosso trabalho e muito motivados para a próxima temporada”, prosseguiu Alexandre Franco, que pelo meio confirmou que a equipa já está a preparar a evolução do “BMW e temos já a confirmação de dois novos patrocinadores para a próxima época, pelo que vamos começar desde já a preparação do carro”.

 

Alexandre e Rui Franco terminam assim o Campeonato Nacional de Todo o Terreno como Vice-Campeões Nacionais absolutos, estando já a preparar a presença nas 24 Horas de Fronteira, prova em que a Scuderia Goldentrans / DURA estará como é habitual com a Nissan Navara inscrita na Categoria T2.

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RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

POR JOÃO CARLOS COSTA - COMENTADOR EUROSPORT

 

Em Pausa... faz hoje 18 anos. Uma noite bem triste na solidão de uma cabine.

 

VOLVO V90 CROSS COUNTRY APRESENTADA

VOLVO V 90 CROSSS COUNTRY APRESENTADA EM LISBOA

 

 Duas Grandes paixões num só elemento: apresentação do Volvo V90 Cross Country Ocean Race edition em Lisboa.

 

A ESTREIA DE BARREIROS NO TT

 

Filipe Barreiros satisfeito com a estreia na Baja Portalegre   Filipe Barreiros ficou bastante satisfeito com a sua estreia na Baja Portalegre 500 que se realizou este fim-de-semana naquela região alentejana. O piloto português, que nos últimos anos se dedicou à velocidade enfrentou a mítica prova do todo-oterreno num UTV e terminou na 53ª posição num total de cerca de 100 participantes. Um resultado que vale sobretudo por ter conseguido chegar ao final numa prova tão exigente.
 
Filipe Barreiros não escondia a satisfação e até a surpresa: "Terminámos o primeiro dia de competição no 29º lugar, uma posição que superou as melhores expectativas tanto minhas como do meu navegador, Jorge Rainha. No segundo dia de competição, muito mais longo e exigente, fomos confrontados com pequenos azares que nos fizeram perder muito, muito tempo: primeiro com arame farpado nas rodas e mais tarde, depois do carro resvalar, ficámos presos numa árvore. Perdemos cerca de 25 minutos com tudo isto, o que não ajudou ao resultado final. Para além disso, a falta de experiência neste tipo de provas assim como a adaptação à poeira levou-nos a ser cautelosos na pilotagem. Não havia razão para correr riscos tendo em conta que o principal objectivo era chegar ao final. E isso foi conseguido, felizmente", começou por referir.
 
Agora que a experiência terminou Filipe ficou rendido à modalidade: "São duas modalidades muito distintas, a velocidade mais exigente e o todo-o-terreno com maior número de riscos. Gostei bastante, regressarei com certeza, mas agora é preciso ganhar experiência", concluiu.
 
Os resultados podem ser consultados em: http://www.bajaportalegre500.com/homepage.aspx?menuid=253a535 Copy

 

ESTREIA POSITIVA PARA PARENTE

Álvaro Parente com estreia positiva na Nova Zelândia

 

Álvaro Parente terminou no sexto posto a corrida de Hampton Downs International Motorsport Park, Nova Zelândia, onde se realizou este domingo a terceira etapa do Campeonato Australiano de Endurance.

O português, que fez equipa com Fraser Ross aos comandos do McLaren 650S da YNA Autosport/McElrea Racing, assinou o segundo crono no “Top 10 Shootout”, evidenciando a competitividade do carro britânico, mas toda a equipa antecipava uma corrida difícil, devido a diversos factores.

Por um lado, o GT número cinquenta e oito era alvo de um pesado handicap, que o deixava numa situação complicada face aos seus adversários, por outro lado, o regulamento desportivo implica paragens nas boxes obrigatórias para reabastecimento em momentos definidos da prova, o que não se coadunava com a autonomia da máquina britânica.

Ainda assim, o McLaren 650S dividido pela dupla luso-australiana esteve na luta pela liderança ao longo da primeira parte da corrida, mas quando todos os factores entraram no cenário, foi impossível melhor que o sexto lugar final. “Mostrámos que podemos ser competitivos, como evidencia o resultado na qualificação e o início da prova, mas com tantas contrariedades, era complicado podermos estar na luta pelos lugares do pódio até ao final. Fizemos o máximo com tudo o que estava ao nosso alcance – a equipa e o Fraser estiveram muito bem – mas o regulamento desportivo é-nos muito desfavorável. Julgo que no fim, acabou por ser uma grande performance de todos – pilotos, equipa e carro”, afirmou Álvaro Parente.

Depois de ter estado na luta pela pole-position, assegurando o segundo lugar na grelha de partida, e de estar na batalha pelos lugares da frente de uma corrida de uma competição que desconhecia num circuito que nunca tinha visto, o piloto oficial da McLaren GT faz um balanço positivo da sua estreia no Campeonato Australiano de GT. “Foi uma experiência fantástica – conheci um novo campeonato, uma pista desconhecida num país onde nunca tinha competido. É claro que, quando entro num carro, o objectivo é vencer, mas atendendo a todas as circunstâncias, lutar pela pole-position e mostrar andamento para lutar pelo pódio com tantas incógnitas por definir é muito positivo”, concluiu Álvaro Parente.

O português continua na Nova Zelândia, onde dentro de duas semanas disputa a Highlands 501, prova que termina o Campeonato Australiano de Endurance.a534 Copy_Copy

 

ESTREIA DE GUEDES NO TT

 

Estreia positiva para Francisco Guedes no Todo-o-terreno
 
Francisco Guedes cumpriu o objectivo a que se propôs na Baja Portalegre 500 que
se realizou este fim-de-semana. O piloto de Cascais conseguiu chegar ao final da
emblemática prova na 29ª posição da geral entre os pilotos SSV. Uma conquista
para um piloto que até agora estava habituado às pistas de velocidade.
No final, Guedes estava satisfeito com o seu desempenho mas também com esta
nova realidade: "Foi uma verdadeira aventura. Comecei mal porque bati logo no
prólogo e fiquei na cauda do pelotão, sendo que eram perto de uma centena de
inscritos. Depois, viemos sempre a recuperar mas com imensas dificuldades
porque andámos sempre no pó e tivemos muitas vezes que parar porque era
impossível guiar naquelas condições. Mas, claro, valeu pela experiência e pela
conquista também. E terminar em 29º com 72 pilotos classificados, parece-me
muito bom para início. Acho que começo a ganhar o gosto pelo todo-o-terreno",
referiu Francisco Guedes.
O piloto de Cascais vai agora equacionar a hipótese de voltar a esta modalidade.a533 Copy

 

HAAS NO G.P.DO MÉXICO

 

Evento:  Grande Prémio do México (18º Round de 20)

Data:  Domingo, 29 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, Cidade do xico

Layout:  4,304 quilómetros, 17 curvas

Condições climatéricas:  Parcialmente encoberto

Temperatura do ar:  21,5-24ºC

Temperatura da pista:  38-43ºC

Vencedor:  Max Verstappen da Red Bull

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – alinhou em 14º, terminou em (completou 70/71 voltas)

●  Romain Grosjean – alinhou em 15º, terminou em 15º (completou 69/71 voltas)

 

 

 

Diz-se que a sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade. A Haas F1 Team personificou este dizer no Grande Prémio do México, que se disputou este domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México.

 

Depois de ter sentido dificuldades em encontrar velocidade e aderência ao longo do circuito de 4,304 quilómetros  e dezassete curvas nas sessões de treinos-livres e qualificação, a Haas F1 Team lutou por marcar pontos e, pela décima primeira vez, alcançou o seu desiderato, através do oitavo lugar de Kevin Magnussen.

 

Magnussen qualificou-se num desapontante décimo oitavo lugar, mas subiu a décimo quarto ainda antes da corrida começar, graças às penalizações sofridas por alguns pilotos à frente dele. Quando os semáforos se apagaram, o pelotão chegou à primeira curva com grande agressividade e essa agressividade beneficiou Magnussen.

 

Um contacto entre os protagonistas do título, Lewis Hamilton da Mercedes e Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, enviou o duo para as boxes no final da primeira volta, permitindo que Magnussen e o seu colega de equipa, Romain Grosjean, subissem ao décimo lugar e décimo segundo, respectivamente.

 

Cedo outros necessitaram parar devido a danos causados pelos componentes de carbono que ficaram espalhados pela pista devido ao toque de Hamilton e Vettel. Na quinta volta, Magnussen era já oitavo e Grosjean décimo primeiro.

 

Magnussen chegou a estar no sexto lugar, estavam vinte voltas cumpridas, depois de Sérgio Pérez ter levado o seu Force India às boxes na décima nona volta e Nico Hulkenberg fez o mesmo na volta seguinte. Mas na trigésima volta, Pérez voltou a ultrapassar Magnussen, na travagem para a curva um, recuperando a sexta posição.

 

Pouco depois, o Safety-Car Virtual entrou em acção devido aos problemas do Toro Rosso de Brendon Hartley. Isto permitiu que a Haas F1 Team chamasse às boxes Magnussen e Grosjean.

 

Ambos os pilotos entraram nas boxes na trigésima primeira volta. Magnussen mudou os Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio por um jogo de macios, ao passo que Grosjean trocou supermacios por macios. Grosjean, no entanto, teve que cumprir uma penalização de cinco segundos por ter excedido os limites da pista na Curva 14 durante uma luta com o McLaren de Fernando Alonso.

 

Enquanto Magnussen manteve a sua posição, Grosjean caiu para décimo quinto.

 

Com o período de Safety-Car Virtual terminado, a corrida foi reassumida. Vettel e Hamilton, que foram forçados a ir para o final do pelotão devido às suas paragens nas boxes madrugadoras, estavam agora em recuperação. Hamilton passou por Grosjean na trigésima quinta volta, deixando-o no décimo sexto lugar. Vettel ultrapassou Magnussen na trigésima sétima volta, tendo este ficado no oitavo posto.

 

Magnussen construiu uma vantagem substancial sobre o nono classificado, Alonso, e durante as restantes setenta e uma voltas da corrida, Magnussen deu o máximo para manter a sua vantagem. Muito embora Alonso tenha conseguido recuperar, tendo mesmo ficado no cone de aspiração de Magnussen nas últimas seis voltas, rapidamente sentiu outra prioridade – defender-se de um Hamilton determinado.

 

Depois de algumas lutas, Hamilton finalmente ultrapassou Alonso na sexagésimo sétima volta e prontamente apontou a mira para Magnussen.

 

As quatro últimas voltas foram cintilantes. Magnussen extraiu tudo o que podia do seu Haas VF-17 para se defender Hamilton e cortar a linha de meta no oitavo posto, assegurando o seu quinto resultado nos pontos. Grosjean, por seu lado, terminou em décimo quinto.

 

Max Verstappen foi o vencedor do Grande Prémio do México. O piloto da Red Bull registou o seu terceiro triunfo na Fórmula 1, a sua segunda da temporada e a sua primeira no Autódromo Hermanos Rodríguez. A sua margem para o segundo classificado, Valtteri Bottas, em Mercedes, foi de 19,678s.

 

Apesar de ter terminado num incaracterístico nono, Hamilton conquistou o seu quarto título de Fórmula 1. A sua vantagem de cinquenta e seis pontos no Campeonato de Pilotos é inalcançável nas duas corrias por disputar. Este título coloca Hamilton numa companhia de elite. Junta-se a Vettel e a Alain Prost, com quatro títulos, perseguindo apenas Juan Manuel Fangio (cinco) e Michael Schumacher (sete), o recorde.

 

Com dezoito rondas das vinte corridas do calendário deste ano da Fórmula 1 realizadas, a Haas F1 Team mantém-se no oitavo posto do Campeonato de Construtores com quarenta e sete pontos, estando a apenas a um da sétima classificada e a seis pontos da sexta, a Toro Rosso. A Haas F1 Team detém uma vantagem de vinte e três pontos para a nona classificada, a McLaren. Grosjean é o décimo terceiro no Campeonato de Pilotos, com vinte e oito pontos, e Magnussen está no décimo quarto, com dezanove.

 

A próxima ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Brasil, o penúltimo, que se disputa no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, entre 10 e 12 de Novembro.

 

 

 

Hoje não era o dia. Iniciámos com supermacios e foi difícil seguir quem tinha ultramacios, inicialmente. O contacto com o Fernando (Alonso) danificou o meu carro. Ainda não vi as imagens, portanto, não sei, mas foi na Curva 1 e perdi metade do fundo pelotão. Então estava quase tudo terminado. Tentei apenas manter-me em pista. O Kevin trabalhou bem e estou satisfeito pela equipa. Temos apenas que melhorar um pouco o nosso ritmo de corrida. A próxima pista, Brasil, é uma das que gosto, portanto, espero mais. Vamos esperar ter uma boa corrida e recuperar o lugar à Renault e a Toro Rosso não está longe.”

 

 

 

Foi quase uma vitória. Foi incrível e uma forma fantástica para recompensar toda gente pelo seu trabalho árduo. Foi uma corrida perfeita. Não poderia correr melhor. Facilmente poderíamos desistir, atirar a toalha, ontem – foi um dia muito duro. Ninguém desistiu e todos sabem que não somos a pior equipa, ou deveríamos estar na última linha. Estamos aqui para ganhar pontos, lutar no meio do pelotão e andar nos dez primeiros. Demos o máximo, estou muito orgulhoso da equipa por isso. Vamos continuar a lutar. Não vai ser fácil, sabemos disso, mas vamos continuar a lutar pelo Campeonato de Construtores e vamos tentar divertir-nos até ao fim.”

 

 

 

O que posso dizer? Demos a volta. Esperávamos isto? Não, mas penso que o merecíamos. Todos lutaram arduamente depois do desapontamento dos últimos dois dias. O Kevin fez um trabalho magnífico. Infelizmente para o Romain não deu resultado. Estamos muito felizes pela equipa por termos marcado pontos novamente.”

 

 

 

O décimo nono round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Brasil, que se disputa no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. Os treinos-livres iniciam-se no dia 10 de Novembro, a qualificação a 11 e a corrida a 12.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.  

 

CHAVES ENCERRA ÉPOCA

 

Henrique Chaves encerra época da Eurocup Formula Renault
 
Chegou ao fim a época 2017 da Eurocup Formula Renault 2.0 e consequentemente a época de Henrique Chaves. O piloto português efectuou hoje as duas últimas corridas em Barcelona. Não conseguiu terminar nos pontos, como aconteceu ontem, mas ficou perto com o 12º lugar no primeiro confronto do dia e em 16º no segundo. Termina assim um época que não espelhou por completo o andamento e performance do piloto português mas que também lhe deu algumas alegrias, sobretudo em Silverstone, quando conseguiu o seu primeiro pódio.
 
Nas corridas de hoje chegar ao pódio era uma tarefa complicada já que a 22ª e 23ª posições da grelha faziam antever corridas complicadas: "Na confusão que se gerou no arranque, com um sem número de carros batidos,  consegui escapar só com o nariz do Renault partido. Tive de substituir mas daí em diante recuperei o mais que pude até ao 12º lugar. Foi uma excelente recuperação que por muito pouco não se traduziu em pontos. Na última prova do dia, decidimos mudar por completo a geometria do carro. Era o tudo ou nada. E acabou por ser uma corrida mais difícil, fiz ultrapassagens e fui ultrapassado. Andei para a frente e para trás. Não foram resultados excepcionais mas apesar de tudo foi um fim-de-semana produtivo, terminei todas as corridas, o que foi bom", disse.
 
Quanto à época propriamente dita, Henrique guarda: "O que de melhor aconteceu e foi sem dúvida o pódio em Silverstone. Os momentos menos bons guardo-os como aprendizagem. Este é mais um ciclo que se fecha e espero que outro se abra com mais e melhores resultados", rematou o piloto português que começa agora a trabalhar no futuro.
 
E o futuro é já nos próximos dias de 20 e 22 de Novembro no Bahrein onde vai testar o Formula Renault 3.5 da World Series Formula V8 que habitualmente tem as suas corridas em simultâneo com o Campeonato do Mundo de Resistência (WEC).a532 Copy

 

PARENTE NA 1ª LINHA

Álvaro Parente na 1ª linha em estreia neozelandesa

 

Álvaro Parente foi impressionante na sua estreia no Campeonato Australiano de Endurance, tendo colocado o seu McLaren 650S na primeira linha da grelha de partida para a corrida que se disputa na próxima madrugada em Hampton Downs International Motorsport Park, Nova Zelândia.

O português chegou ao circuito de 3,800 quilómetros e dez curvas sem conhecer praticamente nada sobre este e, para dificultar ainda mais a sua tarefa, foi presenteado com chuva ao longo de todo o dia, tendo que conhecer a pista com muita água a cobrir o asfalto neozelandês.

No entanto, e como é seu timbre, Álvaro Parente não baixou os braços e adaptou-se rapidamente às exigências de Hampton Downs, rodando consistentemente entre os primeiros, o que lhe permitiu assegurar o segundo posto na qualificação num circuito bastante encharcada e a passagem ao “Top 10 Shootout” – sessão em que os dez mais rápidos vão à pista realizar uma volta lançada um de cada vez.

Com um asfalto extremamente difícil, o piloto oficial da McLaren GT foi o penúltimo a abandonar as boxes, realizando uma volta impressionante ao espremer todo potencial do seu carro e usando toda a pista para alcançar o seu tempo.

Álvaro Parente acabaria por ficar com o segundo posto, ficando a menos de um décimo de segundo da marca da pole-position, deixando-o com uma sensação agridoce. “Dei o máximo e perder o primeiro lugar por tão pouco não é uma sensação fantástica, mas o segundo lugar é um bom resultado. Gosto muito deste sistema de qualificação, é diferente e coloca ainda mais o foco nos pilotos, que têm que lidar com uma pressão enorme sem cometer erros. Foi mais um desafio, para lá de conhecer o circuito, equipa e campeonato, mas está a correr bem e estou a gostar”, afirmou o português.

Para a corrida de amanhã, que terá quinhentos quilómetros de extensão, o piloto oficial da McLaren GT mostra-se entusiasmado, muito embora ele e o seu colega de equipa, Fraser Ross, tenham um enorme handicap para cumprir. “O carro é competitivo e a YNA Autosport/McElrea Racing é muito competente, portanto, temos as ferramentas para podermos bater-nos pelos primeiros lugares. Contudo, temos um handicap gigantesco, que não nos ajuda em nada. Por outro lado, ainda não rodei com slicks nesta pista, logo, se a prova for disputada em seco, terei que reaprender tudo. Mas vamos dar o nosso melhor e lutar por conseguir um bom resultado”, sublinhou o Álvaro Parente.

A corrida de Hampton Downs terá o seu início às 00h30 de domingo, Hora de Lisboa, e terá a extensão de quinhentos quilómetros, podendo ser seguida em directo no website oficial da competição: australiangt.com.au/live.

 

SUGESTÃO DA SEMANA

Vodafone Mexefest


Nova confirmação:

Ciência Rítmica Avançada
Uma Curadoria de Rui Miguel Abreu com:

MCK
Micro – concerto de celebração dos 15 anos de “Microlandeses”

TNT

24 e 25 de novembro
Avenida da Liberdade, Lisboa

 

www.vodafonemexefest.com | facebook.com/vodafonemexefest

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a curadoria Ciência Rítmica Avançada - assinada para o Vodafone Mexefest por Rui Miguel Abreu, diretor da revista digital Rimas e Batidas - propõe um mapa para navegar as mais estimulantes águas do hip hop nacional e lusófono.
 

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 Respeito


Desta vez, a grande novidade passa pelo regresso dos Micro. O mítico grupo de D-Mars, Sagas e Nel’Assassin foi determinante para a história do hip hop nacional, tendo marcado presença com dois históricos álbuns – “Microestática” e “Microlandeses” - na geração que também ofereceu ao futuro nomes como os de Sam The Kid, Valete, Xeg ou Chullage. Depois de terem lançado “Microlandeses” em 2002, o grupo não voltou a cruzar-se em estúdio e só esporadicamente pisou palcos, com cada membro a apresentar depois convincentes argumentos a solo que ficaram igualmente como marcos da discografia hip hop nacional.
No palco do Vodafone Mexefest, os Micro vão assim assinalar os 15 anos do clássico “Microlandeses” e ainda preparar o seu futuro, revelando novo e entusiasmante material.

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Facebook | Menino de Ouro


A curadoria Ciência Rítmica Avançada propõe ainda um concerto de TNT, rapper da Margem Sul, que este ano editou o aplaudido “Menino de Ouro”, trabalho em que conta com participações de lendas da cultura como Melo D ou Carlão, e que funciona como a ponte perfeita entre o legado histórico dos Micro e o presente excitante do hip hop tuga.


 

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Facebook | Violência Simbolica


E, finalmente, haverá espaço para uma das mais ativas e cativantes vozes da lusofonia rap: o angolano MCK é um dos mais sólidos valores do hip hop que tem Luanda como epicentro. Ativista incansável dos direitos e das liberdades universais, sempre disposto a carregar a verdade nas suas rimas. Tem novidades e vem também apresentá-las no Vodafone Mexefest.
Depois de já ter programado Roger Plexico e Nerve, Landim, Keso e Fuse, este ano a mais avançada ciência rítmica e lírica do Vodafone Mexefest passa por MCK, Micro e TNT.


Mais novidades a anunciar brevemente.


Os passes únicos para o Festival encontram-se à venda na Blueticket e locais habituais, e agora também na App Vodafone Mexefest, com desconto para clientes Vodafone.
 

 

Vofadone Mexefest, de palco em palco, a Música mexe na cidade.


 

Confirmados:
 

Aldous Harding; Allen Halloween; Benjamim e Barnaby Keen;
Ciência Rítmica Avançada com: MCK, Micro, TNT; Cigarettes After Sex; Childhood; Destroyer; Ermo; Everything Everything; Hinds; IAMDDB; Jessie Ware;
Julia Holter  (Solo on Grand Piano) with special guest Tashi Wada; Karlon; Liars; Liniker e os Caramelows; Luís Severo; Mahalia; Manel Cruz;
MOMO convida Camané; Moullinex apresenta “Hypersex”; Oddisee; Orelha Negra; PAULi; Paulo Bragança; Sevdaliza; Songhoy Blues; Statik Selektah; Valete;
Washed Out


 

Informação de Bilhetes


Passe único dois dias

Até 23 de novembro: 45€
Nos dias do Festival: 50€

App Vodafone Mexefest com bilhetes à venda, com desconto para clientes Vodafone em quantidade limitada

Locais de Venda

Blueticket - Call Center 707 780 000, lojas FNAC, lojas Worten, Centros Comerciais Dolce Vita (Amadora, Porto, Vila Real, Ovar, Coimbra e Funchal), Galerias Campo Pequeno, ABEP, lojas Media Markt, Turismo de Lisboa, Coliseu dos Recreios, Festicket, MasqueticketTicketemasterDE, BOL, App da Vodafone (IOS e Android)


 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

MEXICAN GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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OPTIFUEL CHALLENGE

 

Em Toledo (Espanha):

 

BULGÁRIA VENCE A FINAL DO OPTIFUEL CHALLENGE

- Bruno Martins (Transportes Coelho Mariano) terminou em 13º

 

 

No dia 18 de outubro de 2017, a cidade espanhola de Toledo foi o palco da final internacional do Optifuel Challenge, uma competição de condução ecológica organizada pela Renault Trucks. 29 motoristas de outros tantos países enfrentaram o desafio, constituído por um exame teórico e um teste prático. Plamen Ivanov, motorista e diretor da empresa búlgara Sunny Co, foi o vencedor desta 4.ª edição. O motorista romeno Adrian Ţintea, da Ţintan Spedition, ficou em segundo lugar e o luxemburguês Jochen Becker, em representação da Tri Kipper, em terceiro.

 

A final internacional do Optifuel Challenge, uma competição de condução ecológica organizada pela Renault Trucks, reuniu os 29 melhores motoristas de outros tantos países em Toledo, no dia 18 de outubro de 2017. Os concorrentes, búlgaro, romeno e luxemburguês conquistaram o primeiro, segundo e terceiro lugares, respetivamente.

 

A competição dividiu-se em duas partes: os finalistas responderam a um questionário teórico de avaliação dos seus conhecimentos de condução ecológica, correspondente a 10% da pontuação final; em seguida, sentaram-se aos comandos de um camião T480 Optifuel da Renault Trucks para um teste de condução em estrada com cerca de 40 minutos de duração.

Plamen Ivanov, motorista e diretor da empresa búlgara Sunny Co, foi declarado o melhor motorista ecológico de 2017. Coube-lhe por isso o prémio de um camião T480 Optifuel da Renault Trucks que irá ampliar a sua frota de 23 veículos constituída exclusivamente por camiões Renault Trucks. "Estou muito feliz por ter ganho um Renault Trucks T, pois são os melhores camiões! Sou um cliente fiel há anos e fui até o primeiro na Bulgária a adquirir um Magnum!", afirmou Ivanov. A competição foi levada muito a sério por este concorrente, levando-o a praticar todos os fins de semana utilizando o Optifuel Infomax para acompanhar e melhorar o seu desempenho. "Consegui manter o meu consumo em níveis baixos, sem prejuízo da velocidade. Só usei o travão três vezes em todo o trajeto!" Após ter recebido a formação em condução ecológica da Renault Trucks Bulgária, Plamen Ivanov assume agora a responsabilidade de formar os motoristas da sua empresa. Este motorista búlgaro ganhou também um vale de 6000 euros para uma loja à sua escolha.

Adrian Ţintea, o motorista romeno que representava a empresa Ţintan Spedition, ficou em segundo lugar, tendo-lhe sido atribuído um vale de 2000 euros para uma loja à sua escolha e outro de 5000 para a sua empresa, válido em toda a rede Renault Trucks. "O trajeto da final era muito difícil: acidentado e com muitas rotundas", disse Adrian Ţintea. "Estou um pouco desiludido por não ter ganho o camião, pois tive a oportunidade de conduzir o T durante um mês após ter ganho a final na Roménia. É um veículo excelente que me permitiu poupar um depósito de combustível a cada 11 000 quilómetros." Prometeu, no entanto, que venceria a próxima edição.

Por fim, o terceiro lugar foi para Jochen Becker, o motorista luxemburguês da empresa Tri Kipper, o que lhe valeu a atribuição de um vale de 1000 euros para uma loja à sua escolha. Graças ao seu desempenho, a sua empresa ganhou também um vale da Renault Trucks no valor de 2500 euros. Jochen Becker admite que não praticou muito para além das suas horas de condução diárias: "O itinerário acidentado era muito semelhante às estradas no Luxemburgo em que conduzo diariamente." O seu patrão, Gunter Wilke, afirmou estar muito orgulhoso do seu motorista e exprimiu o seu agradecimento à marca Renault Trucks, enfatizando a excelente economia dos veículos, a sua fiabilidade e a relação de confiança que criou com o seu concessionário.

Bruno Martins (Transportes Coelho Mariano), o vencedor da edição portruguesa de 2017 classificou-se na 13ª posição.

Foi também outorgado um prémio especial "Divertimento" à equipa tunisina, pelo seu bom humor e entusiasmo ao longo da competição.

O Optifuel Challenge, uma competição de condução ecológica criada em 2012, ilustra de forma perfeita a abordagem abrangente da Renault Trucks em matéria de serviços ao veículo-motorista, bem como o seu empenho em contribuir para que os seus clientes aumentem a eficiência do combustível. O objetivo é a redução sustentada do consumo de combustível desde o primeiro quilómetro
 

HONDA CIVIC DA JAS VENCE TCR

JAS Honda Civic wins TCR Europe Teams’ Trophy


The JAS Motorsport-Honda Civic Type R collected an incredible 11th title of the 2017 season as Target Competition became TCR Europe Teams’ Trophy winners on Sunday (October 29).

The Italian outfit were the most competitive team at Adria International Raceway as Josh Files and Giacomo Altoe spent the entire weekend fighting for top-three spots on the timesheets.

British driver Files, the current TCR Germany and TCR Middle East Champion, qualified second and leapt into the lead at the start of Race One to take a commanding victory and the points lead.

Files looked set to take the Drivers’ title for the first half of Race Two as he fought his way up from 10th on the partially-reversed grid to third overall.

Unfortunately, a drive-through penalty for contact with a rival put him back in the pack and despite a gallant charge to seventh on the road, he could only finish third overall in the Trophy standings.

Team-mate Altoe finished third in both races and was highly unlucky to miss out on the title on countback. Their second and third spots overall were, however, more than enough to assure Target Competition of the Teams’ prize.

Mads Fischer, JAS Motorsport TCR Project Leader, said: “The TCR Europe Trophy is an opportunity for the top teams and drivers from the national TCR series in Europe to compete against each other. In Target Competition we have the German Champions running JAS Honda Civic Type R TCRs and we’re very proud that they’re now also Europe Trophy winners. Josh and Giacomo both drove extremely well and it’s a shame neither could quite capture the Drivers’ crown, but the Teams’ title is a fantastic way for the team to end its season.”




Main:
Josh Files, Target Competition Honda Civic Type R TCR, TCR European Trophy, Adria, Italy.
Botton: (l) Josh Files celebrates Race One victory, Target Competition Honda Civic Type R TCR, TCR European Trophy, Adria, Italy; (r) Giacomo Altoe, Target Competition Honda Civic Type R TCR, TCR European Trophy, Adria, Italy.

About JAS Motorsport
Founded in 1995, JAS Motorsport is one of the world's leading touring car teams and constructors. Initially fielding Alfa Romeos in the ITC, JAS became a technical partner of Honda in 1998 and has been at the forefront of its activities with touring cars and rallying ever since. In 2012, JAS was chosen to develop, in partnership with Honda R&D, the Civic WTCC, which it currently fields in the FIA World Touring Car Championship. Since then, the organisation has designed and built Honda's hugely-successful Civic Type R TCR, which won three major championships in 2016 and 11 (and counting) in 2017.

 

 

 

 

 

 

 

 

CIVIPARTS ORGANIZA

 

CIVIPARTS ORGANIZA SESSÕES DE FORMAÇÃO COJALI/JALTEST

A Civiparts organizou nos dias 17, 18 e 19 de Outubro, em conjunto com a Cojali/ Jaltest, novas sessões de formação sobre a temática do diagnóstico e comprovações em sistema AdBlue® Euro4 e Euro5.

As sessões, ministradas pelo fabricante, tiveram a presença de 37 clientes que tiveram a oportunidade de abordar diversos temas desde a introdução ao OBD e conceitos básicos sobre o AdBlue® e, mais em concreto, os diferentes sistemas e versões: Denoxtronic 1, Denoxtronic 2, BlueTec Mercedes-Benz e Sistema Cummins.

Para além da agenda propriamente dita, revelou-se uma oportunidade de confraternização entre os presentes na formação.

 

SPRINT RACE - BRASIL

 

Definidos os grids da Sprint Race para as corridas deste sábado

A primeira corrida da sétima etapa que terá Gerson Campos e Gabriel Lusquiños na ponta será às 14 horas. Raphael Campos (PRO) largará na pole position e Kau Machado à frente na GP para a disputa mais esperada do ano, a Corrida Noturna, às 19 horas

 A chuva deu uma trégua e os carros da Sprint Race saíram para as classificações neste sábado (28/10), válidas para a sétima das oito etapas do calendário, que acontece no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). Gerson Campos (#82) inscrito na categoria GP garantiu a pole position PRO, com o tempo de 1min24seg970, e Gabriel Lusquiños largará em primeiro pela GP, com o tempo de 1min25seg064, na primeira corrida que terá início às 14 horas e transmissão ao vivo no site (sprintrace.com.br/ao-vivo/).

“Atacar em leque e defender em funil!”, brincou Gerson Campos sobre a sua estratégia para a corrida.  “Não conhecia a pista e nunca tinha andado na pista, andei no molhado ontem e hoje no seco. Estou muito feliz, a pista estava difícil de andar nesse primeiro treino, mas foi muito legal. Não tenho com quem brigar na minha categoria, porque meus adversários estão mais atrás, mas claro que quero a vitória na geral, vou largar para isso. Vou com cabeça, pois a ideia é de garantir o primeiro lugar no pódio na GP”, disse o piloto que reveza o carro #82 com Cassio Cortes.

“Mesmo largando na pole da PRO, largamos por fora. Então é ter cautela e saber administrar as duas corridas para conseguir bons resultados”, afirma Lusquiños do carro #22.  

Corrida Noturna

A prova noturna da Sprint Race inédita do automobilismo nacional é mais uma novidade da organização comandada por Thiago Marques, terá largada às 19 horas com 23 minutos de duração e mais uma volta. Após o treino classificatório no traçado de 3.055 metros de extensão, Raphael Campos (PRO) com 1min24seg220 e Kau Machado (GP) com 1min25seg225, serão os primeiros colocados do grid da corrida que ficará para a história da competição que está na sua sexta temporada.

"No primeiro treino a pista não estava legal e me bati um pouco. Acabei ficando em P2 no treino inteiro e no final fui superado por Lusquiños, assim garanti o P3 na geral e P2 na PRO. Já na segunda tomada, eu sabia que o carro estava rápido e consegui fazendo a pole por muito pouco (0s005). A disputa está acirradíssima, serão belas disputas”, comemorou o piloto da casa, Raphael Campos (Sprint #13).

A premiação nesta etapa será diferenciada. Os pilotos receberão os troféus da sétima etapa e da Final Cup, no Tozen Lounge & Bar, localizado na Avenida Harry Prochet, 1130, a partir das 22h30.

As corridas contam com transmissão para todo o Brasil pelos canais BandSports, Play TV e Programa Acelerados - no SBT e no YouTube (youtube.com/acelerados).

A Sprint Race tem patrocínio da Albriggs, aQuamec, Pirelli, Motul, Fremax e Rio Custom.

Resultado dos treinos classificatórios da sétima etapa #SprintNightChallenge:

Grid da Corrida 1 (diurna)

1)  #82 Gerson Campos, GP, 1min24seg970

2) #22 Gabriel Lusquiños, PRO, 1min25seg064

3) #13 Raphael Campos, PRO, 1min25seg066

4) #58 João Rosate, PRO, 1min25seg150

5) #111 Erik Mayrink, PRO, 1min25seg186

6) #07 Vinícius Margiota, PRO, 1min25seg01

7) #12 Claudio Buschmann, GP, 1min25seg436

8) #27 Luiz Gustavo Túrmina, PRO, 1min25seg855

9) #87 Jorge Martelli, GP, 1min26seg470

10) #09 Fábio Brecailo, GP, 1min26seg773

11) #17 Berlanda Jr, PRO, 1min26seg929

12) #20 Carlos Eduardo Souza, GP, 1min28seg269

13) #55 Helena Soares, GP, 1min33seg084

Grid da Corrida 2 (noturna)

1) #13 Raphael Campos, PRO, 1min24seg220

2) #87 Kau Machado, GP, 1min24seg225

3) #58 João Rosate, PRO, 1min24seg239

4) #17 Berlanda Jr, PRO, 1min24seg837

5) #07 Vinícius Margiota, PRO, 1min24seg883

6) #27 Luiz Gustavo Túrmina, PRO, 1min24seg893

7) #111 Erik Mayrink, PRO, 1min24seg916

8) #20 Eduardo Serratto, GP, 1min25seg235

9) #22 Gabriel Lusquiños, PRO, 1min25seg422

10) #12 Claudio Buschmann, GP, 1min25seg488

11) #09 Fábio Brecailo, GP, 1min25seg924

12) #55 Witold Ramasauskas, GP, 1min26seg214

13)  #82 Cassio Cortes, GP, 1min26seg229

Programação da sexta etapa - Sprint Night Challenge*

Sábado, 28 de outubro

Corrida 1

13h20 – Alinhamento dos carros

13h55 – Placa de 5 minutos

14h00 – Saída para volta de aquecimento (23 min. + 1 volta)

Corrida 2 (Noturna)

18h00 – Alinhamento dos carros

18h55 – Placa de 5 minutos

19h00 – Saída para volta de aquecimento (23 min. + 1 volta)

*ATENÇÃO: O horário da segunda corrida está diretamente ligado à claridade do momento e condições climáticas.


Calendário 2017 - próximas etapas:

Etapa 7 - 28/10 - Londrina (PR) - #SprintNightChallenge

Etapa 8 - 03/12 - Curitiba (PR) - AIC - #Pontos Dobrados

 

A largada da primeira corrida será às 14 horas (Foto: Rodrigo Guimarães)

A largada da primeira corrida será às 14 horas (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Gerson Campos pole position da corrida 1 (Foto: Rodrigo Guimarães)

Gerson Campos pole position da corrida 1 (Foto: Rodrigo Guimarães)
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A largada da corrida noturna será às 19 horas (Foto: Rodrigo Guimarães)

A largada da corrida noturna será às 19 horas (Foto: Rodrigo Guimarães)
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Raphael Campos é o pole position para a corrida noturna (Foto: Rodrigo Guimarães)

Raphael Campos é o pole position para a corrida noturna (Foto: Rodrigo Guimarães)
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WTCC 2017 - JAPÃO

 

POST-RACE PRESS CONFERENCE

FIA WTCC JVCKENWOOD Race of Japan, 27-29 October 2017
FIA World Touring Car Championship 2017: Rounds 15 and 16 of 20

Present:
Norbert Michelisz, Castrol Honda World Touring Car Team, Main Race winner
Tom Chilton, Sébastien Loeb Racing, Opening Race winner, Opening Race WTCC Trophy winner
Yann Ehrlacher, RC Motorsport, Opening Race second position
Esteban Guerrieri, Castrol Honda World Touring Car Team, Opening Race third position
Nicky Catsburg, Polestar Cyan Racing, Main Race second position
Néstor Girolami, Polestar Cyan Racing, Main Race third position
Mehdi Bennani, Sébastien Loeb Racing, Main Race WTCC Trophy winner
Ryo Michigami, Honda Racing Team JAS, leading Japanese driver

Q:
Turning first to Norbert Michelisz, winner of the Main Race at Honda’s home track. Just how difficult were the conditions?

NM:
It was quite tough. The intensity of the rain increased for the Main Race and there was some aquaplaning. But to be honest it was not that bad. Of course if you are sitting in a good car, maybe the best car for these conditions, you underrate the problems others are having. For me, of course, I’m happy because I scored the maximum points possible. I would have loved to have the race continue [without the safety car] because I was able to manage the gap to Nicky. There were some tricky places on the circuit but I was happy with the points. Of course you always want to see the chequered flag but it is how it is sometimes.

Q:
The Opening Race didn’t quite go to plan for you. What actually happened from your perspective?

NM:
It was just unfortunate. I think I was up to fifth. Néstor was in front and made a mistake going long into [Turn] 11 and re-joined the track from outside. I had the momentum, I was ahead of him, I had the inside for the last corner and then I just felt a big hit on the rear. I was very close to being stuck in the gravel. Of course with the championship being this tight I think it was really unfortunate from his side but I am sure he has another view of what happened.

Q:
Turning next to Tom Chilton, winner of the Opening Race, your first victory since Monza back in April. The weather wasn’t much better for you either so how tough was it?

TC:
The conditions in the Opening Race were very good compared to the Main Race. The Opening Race was fantastic. We did a couple of tweaks to the car after qualifying and the circuit came to us perfectly, actually. I was just saying on the radio to the boys on the way round what a great job we’ve done with the chassis because I was so consistent, I can do the same tenth of a second every single lap because it’s so easy to drive and that's all credit to the team and the engineer. I have really enjoyed driving the car. I kept thinking I should start lifting a bit but then I though I quite fancied a watch [for winning the TAG Heuer Best Lap Trophy].

Q:
And sticking with the Opening Race and coming next to Yann Ehrlacher, another wet race and another podium for you and you’re still only 21. Your race from your perspective please?

YE:
First of all, congratulations to Norbi for his Main Race win. The Opening Race was quite good for me, I scored another podium so that’s six races and three podiums, which is quite good. I am sure it was a spectacular race on TV, especially the fight between Esteban and Thed. I was struggling a bit for pace in the Opening Race but I managed to keep Thed behind almost all the race. After I used the opportunity I had after the contact between Esteban and Thed. I was happy about the podium. All the team did a really good job to give us a really good car for this weekend. The conditions were really hard and they received the car really quite late so big thanks to the team – the podium is for them this weekend.

Q:
And coming to Esteban next, Yann mentioned your battle with Thed and it did look spectacular on live TV. What was it like from inside the car for you?

EG:
Congratulations to everybody here but mostly to my team-mate Norbi, very well done. I am very happy with how the weekend went for Honda in my debut weekend. To answer your question, I just saw the image here on my phone and I was totally 90 degrees when Thed hit me. It was a nice battle until then, I was just trying to save my tyres, he was trying to overtake Yann. I took profit from the fight they were having in front of me and I attacked in the inside in Turn 4 or Turn 5. It was tight but it was okay. We exit side by side. I knew I had the correct line, which was the outside line, which had more grip and then I had the inside line for next corner. He didn’t want to lift and went on the gravel and when you go over gravel in the wet you don’t really lose grip. He came to me afterwards and said it was his mistake but, for me, I could have had a P2 and instead I had a P3. I was lucky to keep the car with full throttle and then managed to get it back. For sure he would have got a penalty and no points, which was not good for him and his championship. I’m sorry Norbi, in the end I managed to save it but I think it was too much from his side.

Q:
Coming next to Nicky Catsburg and second place in the Main Race for Polestar Cyan Racing. More points but perhaps not the maximum you needed for your championship challenge?

NC:
The biggest disappointment was the Opening Race. I had to start last for an engine change we had to do. I went forward quite quickly but unfortunately I made a misjudgement while overtaking Ryo, I touched him and got a drive-through for that. I’m sorry Ryo, I’ve already spoken to him, but that was my bad. I had to fight again forwards, I finished P9. We really had good pace but unfortunately in the Main Race the weather conditions were so bad that we couldn’t race. I am not sure if I could have kept up with Norbi or overtaken him but I would have loved to have continued the race.

Q:
Turning next to your team-mate Néstor Girolami. Now Néstor, Norbi has referenced the battle you and he had in the Opening Race. From your perspective what happened between you two?

NG:
Of course we have a different point of view, I did a mistake in Turn 11 as Norbi said. I went wider, then I let him turn around me in Turn 12 but in Turn 13 I felt that he closed the line and I was there. It was unfortunate. We want to be fair with our rivals, we don’t want to push nobody off so sorry for that but it was unfortunate for there to be contact. This is my point of view, of course we have different points of view. But we will see on the on-board camera and we can discuss together because I have a pretty good relation with everybody, even with Norbi. I know him very well and he’s a fair player so I don’t have any problem with him.

Q:
Coming next to Mehdi Bennani, the winner of the WTCC Trophy. And after a frustrating trip to China you’re back on the podium and back in the kind of form we expect from you. How was it for you?

MB:
It’s good to come back and score some points. We scored some points and it’s good to stay close to everybody at the top of the championship. I hope now to have some races in dry conditions because we are losing [car] weight but it’s for nothing in the end because when it’s raining it’s even worse to be light than heavy. That’s it. For me I hope the next races should be in the dry conditions to try to see the real performance of everybody. Congrats to Tom Chilton because he’s a good driver and gives a good image of the team. Well done to Sébastien Loeb Racing this weekend.

Q:
Turning finally to Ryo Michigami, the local hero. Your best ever qualifying performance with fifth place but I guess you had two races you didn’t quite want. Please summarise your two races?

RM:
My first season in the WTCC and at Motegi I really wanted to show my best performances with a good result. I did my very best and I’m satisfied with what I did. Regarding the Main Race, I had trouble with the brakes and had to retire. That was unfortunate but I thank everyone and I’m happy to have raced here. I’m looking forward to the next races now.

 

WTCC Race of Japan post-race press conference-jpg

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

Em Quito fiquei duas noites. No primeiro dia peguei na moto e fui visitar a parte antiga da cidade, onde estão as principais catedrais que, à semelhança do que tinha visto no México e América Central, exibem o fascínio que os espanhóis tentaram introduzir na cabeça dos povos colonizados, através da religião. A Catedral de Jesus, com talha trabalhada a preencher quase todo o interior, forrado a folha de ouro, levou 160 anos a ser construída. Por aí se pode ter uma ideia da grandiosidade da obra. Impressionante.

Para variar das refeições locais fui almoçar uns "gnoqui" a um restaurante italiano recomendado pelo “Lonely Planet” e da parte da tarde fui visitar a casa Museu e ao que o artista chamou “a Capela” do pintor Equatoriano Oswaldo Guayasamín. Interessantíssimo. A guia era optima ao fazer-nos perceber a obra do artista, que se foca muito nas pessoas que sofrem como os antigos escravos ou quem vive na miséria mas também nas injustiças da nossa sociedade.
Guayasamín teve sucesso desde novo, graças a uma visita que Rockfeller fez, nos anos 40, a Quito, encantando-se com a obra do jovem pintor, tendo levado alguns quadros para os Estados Unidos e mais tarde lançado o artista naquele país.
Antes de morrer Guayasamín reuniu os sete filhos e disse-lhes que iria deixar a casa/atelier onde viveu os últimos vinte anos de vida ao estado Equatoriano para que aí fosse criado este fantástico museu. Numa das paredes uma frase gravada pelo artista:
“Eu chorava porque não tinha sapatos, até encontrar um miúdo que não tinha pés”.
Na manhã seguinte deixei Quito a caminho da costa mas antes tentei visitar o vulcão mais famoso do Equador e um dos mais altos, uns 80 Km a Sul da capital. O Cotopaxi mede quase seis mil metros e tem um glaciar no topo que, segundo os locais, tem vindo a perder gelo de ano para ano em mais uma prova do aquecimento global.
Acabei por não subir o vulcão porque não deixam entrar motos no parque e portanto teria que ir com um guia num carro até ao estacionamento superior para depois fazer uma caminhada de três horas, a mais de cinco mil metros de altitude até ao glaciar. Se estivesse bom tempo até tinha aceite a ideia mas o tempo estava enublado e ameaçava mesmo chover de maneira que desisti da ideia.
Continuei então o meu caminho rumo a Ocidente e à costa do Pacífico. Pouco tempo depois entrei numa serra que me deu imenso gozo subir, com curvas e contracurvas ao longo de muitos quilómetros em optimo piso. Aquele lado da serra, assim como a paisagem à volta de Quito, é seco e castanho mas, quando chegamos ao topo verificamos que a paisagem do outro lado é completamente diferente, de densa selva muito verde. Quase a três mil metros de altitude podia ver nuvens uns 500 metros abaixo de mim a cobrirem uma parte deste lado da serra cheio de vegetação. Comecei a descer e, ao entrar nessas nuvens, uma espécie de nevoeiro cerrado, a visibilidade ficou reduzida a menos de dez metros e, sem chover, a estrada estava encharcada. Tive que ir muito devagar, com enorme cuidado quando tinha que ultrapassar camionetas por não conseguir ver o que vinha em sentido contrário, se uma curva apertada ou um carro ou camião. A descida pareceu-me interminável, tendo rodado assim cerca de uma hora. Por fim passei para a parte de baixo das nuvens e pude apreciar a fantástica paisagem até ver uma cascata com um restaurante em baixo onde parei para almoçar a apreciar a fantástica paisagem daquelas quedas de água a correrem para piscinas naturais cavadas nas rochas. Fui recebido por um Eslovaco, que ali vivia e trabalhava há 12 anos e me apresentou o casal dono do local. Não havia mais cliente algum e a senhora preparou-me um excelente frango com batatas fritas verdadeiras e banana frita. Foi das melhores refeições que tive no Equador e, acompanhada de suco de cana de açucar expremido na hora, custou-me três dólares.

 

La Mitad del Mondo - Ecuador


Ao entrar no Ecuador, antes de apanhar a estrada principal que me levaria a Quito, fui almoçar, que eram três e meia da tarde e estava cheio de fome depois dos atrasos na fronteira, e resolvi ir visitar o cemitério de Tulcan a cidade junto à fronteira, porque um velho motard Argentino que encontrei tinha-me dito que valia a pena visitar esse cemitério onde os arbustos estão habilmente recortados em diferentes formas que representam animais ou distintas esculturas. Muito original.
Entretanto já passava das quatro da tarde de maneira que rodei mais uma hora e, ao chegar a uma cidade com um lago e Hoteis junto decidi por ali ficar. O sítio era muito giro, com vulcões extintos do outro lado do lago. No Ecuador, sendo um país pequeno, há 25 vulcões, sem contar com os da ilha de Galápagos
No dia seguinte decidi procurar na cidade uma oficina de motos onde pudesse fazer dois arranjos. Um era um dos parafusos que seguram a parte de trás do quadro e que tinha substituído no Mexico mas por uns de baixa qualidade. Andava há dias a sentir que a moto não estava a curvar tão bem como o habitual e esta manhã, quando a olhei por trás, reparei que o guarda lama estava desviado para um lado. Um dos parafusos tinha voltado a partir-se. O outro problema era uma fuga de gasolina junto ao depósito, desde que desmontei a bomba nos Estados Unidos, que ainda não consegui resolver.
Encontrei uma oficina de dois simpáticos rapazes que trataram de substituir os dois parafusos que estavam um partido e o outro quase, por uns de qualidade superior enquanto eu tratei da fuga de gasolina, obrigando-me a desmontar carenagens e tirar o depósito fora. Foi obra para quase três horas. 
No caminho para Sul parei para almoçar na cidade de Otavalo e o simpático dono de restaurante, depois de estar à conversa comigo, ofereceu-me a refeição.
Desci depois até Quito mas, já perto da cidade, fui ainda visitar dois marcos importantes onde está registada a linha imaginária do Equador naquele local.
O primeiro, mais básico, é um relógio de Sol num descampado junto à estrada montado em cima de pedras com círculos marcados que definem a hora através da sombra deste enorme tubo metálico, sendo o meio dia a altura em que o tubo não provoca qualquer sombra.
O rapaz que me mostrou este enorme relógio de Sol falou-me numa coisa interessante que só há pouco tempo tinha lido algures e refere-se ao facto de nós erradamente definirmos o Polo Norte como estando na parte de cima da terra e o Polo Sul na parte de baixo quando, na realidade, a terra em relação ao Universo não tem parte de cima ou de baixo definidas. Eles ali exibiam um mapa mundo projectado transversalmente em relação ao que estamos habituados que, segundo eles, é como deveria ser mostrada a terra em projecção.
Há pouco tempo li que quando um astronauta enviou recentemente uma fotografia da terra, no centro da Nasa viraram a fotografia de modo que o Polo Norte ficasse para cima, para não confundir as pessoas mas na prática não há razão para ser assim.
Este local do Relógio de Sol tem uma placa, colocada por astrónomos americanos há quatro meses atrás, a definirem um ponto exacto onde passa o equador.
O mesmo não se passa no segundo sítio que visitei e que é mais famoso. É uma vila que se chama La Mitad del Mundo e tem um monumento e uma linha marcada no chão onde supostamente passa o Ecuador, dividindo o mundo em dois.
Em Quito instalei-me no simpático Hotel recomendado pelo meu amigo equatoriano que tinha encontrado a primeira vez em Ipiales e, por coincidência, mais duas vezes, uma na própria fronteira no dia seguinte de manhã e outra na oficina, junto à estrada principal, onde reparei a moto.


 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

Os planos iniciais para os motores de F1 a partir de 2021. Há aqui muito boas ideais. E não há tracção total.

F1's 2021 engine plans at a glance

The 2021 power unit to be a 1.6 Litre, V6 Turbo Hybrid

3000rpm higher engine running speed range to improve the sound

Prescriptive internal design parameters to restrict development costs and discourage extreme designs and running conditions

Removal of the MGUH

More powerful MGUK with focus on manual driver deployment in race together with option to save up energy over several laps to give a driver controlled tactical element to racing

Single turbo with dimensional constraints and weight limits

Standard energy store and control electronics
High Level of external prescriptive design to give 'Plug-And-Play' engine/chassis/transmission swap capability

Intention to investigate tighter fuel regulations and limits on number of fuels used

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

MEXICAN GRAND PRIX RACE
 
RED BULL DRIVER MAX VERSTAPPEN WINS MEXICAN GRAND PRIX  WITH A ONE-STOP ULTRASOFT-SUPERSOFT STRATEGY
 
CONTACT BETWEEN LEWIS HAMILTON AND SEBASTIAN VETTEL PUTS  BOTH ONTO AN ALTERNATIVE TWO-STOPPER
 
ALL THREE COMPOUNDS USED DURING THE RACE IN A P ZERO RANGE  THAT WAS ONE STEP SOFTER THAN A YEAR AGO

 


  a524 Copy A thrilling Mexican Grand Prix was won by Red Bull’s Max Verstappen with an expected one-stop strategy, but an early collision between title protagonists Lewis Hamilton (Mercedes) and Sebastian Vettel (Ferrari) forced them both onto different two-stop strategies. After pitting for soft tyres at the end of the opening lap, they both used a virtual safety car halfway through the race to switch on to supersoft (for Hamilton) and ultrasoft (for Vettel). But as Vettel did not finish in the top two, Hamilton could claim his fourth drivers’ title – and his third with Pirelli. Along with Renault’s Carlos Sainz and Force India’s Sergio Perez, Hamilton and Vettel were the only drivers to stop twice. All the other drivers stopped just once, with Ferrari’s Kimi Raikkonen the highest-placed competitor to use the soft (rather than the supersoft) for his second stint.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The collision on the opening lap and the virtual safety car meant that Hamilton and Vettel both had to diverge from the expected one-stop strategy, adding an extra tactical element to this race. Keeping the tyres within the correct operating window was essential, with low degradation, minimal downforce in the thin air, and a slippery surface in Mexico, but Verstappen managed this perfectly to seal a textbook victory. We saw all three compounds used during the race, with teams implementing different strategies to react to the changing circumstances of this fascinating grand prix, and no issues whatsoever from the tyres. Congratulations to Lewis Hamilton for a well-deserved fourth driver’s title, following a stunning season.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
   Raikkonen 1m 20.054s Verstappen 1m 18.892s Vettel 1m 18.785s Vettel 1m 20.698s Bottas 1m 19.374s Perez 1m 19.929s Ocon 1m 20.946s Hamilton 1m 19.945s Grosjean 1m 20.345s
COMPOUND DRIVER LAPS

 

BAJA PORTALEGRE 2017

 

31st BAJA PORTALEGRE 500

 

FIA World Cup for Cross-Country Rallies, round 11

October 26-28, 2017

 

 

SOUTH RACING’S PÓREM CLAIMS PORTUGUESE AND IBERIAN OFF-ROAD TITLES WITH FOURTH VICTORY IN BAJA PORTALEGRE 500

 

·         Fernando Alvarez brings new Volkswagen Amarok to finish in sixth

·         Ré and Barbosa sidelined early on; Halpern out before last stage

 

a516 Copya517 Copya518 Copya519 Copya520 Copya522 Copya523 CopyA fourth successive victory in Portugal’s Baja Portalegre 500 enabled South Racing’s Ricardo Pórem to secure the 2017 Portuguese National Championship of Cross-Country Rallies (CNTT) and the 2017 Cross-Country Rally Iberian Trophy in his Ford Ranger.

 

The Portuguese driver and navigator Hugo Magalhães won the all-important third selective section to reach the podium 5min 44sec ahead of Brazilian runner-up and fourth stage winner Guilherme Spinelli. Porém had arrived in Portalegre with a 24-point advantage in his domestic cross-country series and, with none of his closest rivals managing to claim enough points for a top finish, the title was secured with one round to spare.

 

To add icing on the cake, he also amassed enough points to confirm victory in the Cross-Country Rallies Iberian Trophy, a championship run in conjunction with both the Spanish and Portuguese national sporting authorities.

 

The Ford Ranger driver had already claimed victories in Baja Capital Dos Vinhos de Portugal and Baja Idanha-da-Nova, finished runner-up in Baja de Loulé and retired from Baja do Pinhal in the well-supported, six-round Portuguese series.

 

Porém said: “It is a great way to finish the season and it’s extra special to win my fourth Baja Portalegre. A big thanks goes out to the team. It was a great year for all of us and we are looking forward to the future.”

 

Spaniard Fernando Alvarez and his Argentinean co-driver Juan Pablo Monasterolo wheeled out their new Volkswagen Amarok and climbed through the field to finish sixth overall behind Chile’s third-placed Boris Garafulic, Spain’s Luic Recuenco and Portugal’s Nuno Matos.

 

The Argentinean pairing of Sebastian Halpern and Eduardo Pulenta were running superbly in second overall behind Pórem into the first passage control on the third stage on Saturday morning. But the South American clouted a large rock and ripped a wheel off his South Racing Toyota Hilux. The resultant damage cost him nearly two hours and he retired before the start of the last stage.

 

The Portuguese pairing of Alexandre and Pedro Ré held sixth at the end of day one in their South Racing Ford Ranger, but Ré ripped a wheel off the car early in the third stage and retired.

 

Miguel Barbosa and Miguel Ramalho ran a Mitsubishi ASX in conjunction with Wevers Sport and South Racing, but suffered a broken chassis on the first of the selective sections on Friday. They had completed the Prologue stage in 12th overall.

 

“This was a great way to end the season after 27 races this year,” said South Racing’s managing director Scott Abraham. “This was the most successful year for the team to date, winning five championships, but that would not have been possible without the great team we have behind us and my thanks goes out to every single one of them and our drivers who have put their faith in South Racing.

 

“It will take a while to sink in. We had mixed results in this race, which was extremely tough, but we pulled through and look forward to a few days away before we start our preparations for Dakar.”

 

The competitive action got underway with a Prologue stage of 3.56km. Ramos carded the quickest time of 3min 07.15sec, but Porém was handily placed in second, just 2.68 seconds behind his Portuguese rival. Ré and Halpern completed the Prologue in seventh and 11th positions and Barbosa and Alvarez were 12th and 14th of the 48 starters in the FIA section.

 

The first of the selective sections ran for 76.80km and Ramos extended his lead over Porém to 8.68 seconds at the overnight halt with another fastest time. South Racing’s lead driver held second and Ré, Halpern and Alvarez were sixth, ninth and 16th.

 

Barbosa suffered a broken chassis and incurred heavy time penalties, dropping the Portuguese to 45th overall at the night halt. But the former winner was not able to continue in the damaged ASX.

 

The meat of the action took place over two demanding selective sections of 205.50km and 160.11km on Saturday. Both Porém and Halpern began the opening stage strongly and held first and second positions at PC1, after 148.66km, with the Portuguese storming into a virtual outright lead after Ramos hit trouble and retired.

 

Porém lost his front bumper but maintained his lead to complete the stage in 2hrs 47min 58sec and took an outright advantage of 6min 54sec into the last timed section. Halpern tore a wheel off his Toyota, lost second position and nearly two hours and Ré also ripped a wheel off his Ford Ranger and was forced out of the event. Alvarez, however, maintained an impressive pace to hold sixth overall, as Halpern plummeted to 27th position and then retired.

 

Because of the presence of dust the last stage was delayed by 30 minutes for safety reasons. At the first passage control, after 86.48km, Spinelli was running 42 seconds quicker than Porém, but the Portuguese was managing a virtual overall advantage of 6min 12sec to perfection.

 

Alvarez moved up to fifth at the expense of Russia’s Boris Gadasin before slipping back to sixth on the final stage, but his team-mate held on to claim a fourth successive victory in the final round of the FIA World Cup for Cross-Country Rallies, despite ceding the final stage win to Spinelli.

 

31st Baja Portalegre 500 – final positions:

1. Ricardo Porém (PRT)/Hugo Magalhães (PRT) South Racing Ford Ranger              5hrs 35min 29sec               

2. Guilherme Spinelli (BRA)/Youssef Haddad (BRA) Mini All4 Racing                      5hrs 41min 13sec

3. Boris Garafulic (CHL)/Filipe Palmeiro (PRT) Mini All4 Racing                                              5hrs 52min 36sec              

4. Luis Recueneco (ESP)/Manuel Dominguez (ESP) Toyota Hilux                               5hrs 56min 16sec

5. Nuno Matos (PRT)/Pedro Marcio (PRT) Opel Mokka Proto                                    6hrs 00min 21sec

6. Fernando Alvarez (ESP)/Juan Pablo Monasterolo (ARG) Volkswagen Amarok 6hrs 01min 44sec

7. Luis Dias (PRT)/Mario Feio (PRT) Nissan Wd01                                                       6hrs 03min 01sec

8. Lino Carpeta (PRT)/Rui António (PRT) Range Rover Evoque Proto                         6hrs 15min 41sec

DNF. Sebastian Halpern (ARG)/Eduardo Pulenta (ARG) South Racing Toyota Hilux               

DNF. Miguel Barbosa (PRT)/Miguel Ramalho (PRT) Mitsubishi ASX

DNF. Alexandre Ré (PRT)/Pedro Ré (PRT) South Racing Ford Ranger

 

CAMPEONATO MUNDIAL DE RALIS 2017

 

Exclusive reaction from five-time WRC world champion Sébastien Ogier.

Where had it come from? Why now? Sebastien Ogier didn’t care. He was just glad to see it again.

Emotion.

Real, genuine emotion of the damp-eyed order – the sort not often seen from Ogier. Clearly, the number five suits the Frenchman. He wasn’t so sure.

“Five is just a number,” said Ogier. “Of course, it’s a nice number, but, you know, I could never have imagined to be in this position to win five titles. I could never imagine to be driving in this championship, so this feels great.

“But what is beautiful for me is my emotion. When I finished that last stage… I can’t explain, but in this short period of time, I have the strongest emotion I ever had in rallying. It’s not the strongest in my life, when my son was born it was more special, but in the sport it was. I don’t know why it was like this, why I felt like this. But I am happy I got this emotion, I’m happy this sport can still make me feel like this.”

Ogier declined a million and one opportunities to share his inner thoughts on which contract he might or might not sign in the coming weeks, but in those words it sounded like he might have reconsidered one option. If it had been in his mind, an emotionally charged end to Wales Rally GB on Sunday could well have turned his thinking around and away from retirement.

If Ogier really needed help in discovering the source of his feelings in north Wales last weekend, he would do well to reflect on where he was 12 months ago.

This time last year, the superstar from Gap celebrated another championship with Volkswagen. But with the champagne still fizzing, the news broke that the German manufacturer was walking.

Ogier was out of a job.

Granted, he had offers of work, but nothing offered the same sort of consistency he’d become used to for the last five years. Volkswagen had become his home. His fortress. His castle. And now they’d all been razed.

Rebuilding would take a massive effort from him and his co-driver Julien Ingrassia.

“It was a bet to go with M-Sport,” he said, pausing for thought. “OK, maybe not a bet, but it was a challenge and we took this challenge. We won straight away in Monte Carlo and I didn’t expect that, but then there were some times when it was quite hard this year. In Finland I took two hard impacts, one of which was pure bad luck, but we kept working.a515 Copy

 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

Campeão Araújo na luta pelo título
Hugo Araújo terminou a prova do Super Seven by KIA disputada este fim-de-semana no traçado de Portimão a escassas 16 milésimas da vitória, numa discussão ao “Foto Finish” entre 4 pilotos.
 
O piloto do Caterham R300 #99 apoiado pelo Grupo COPEFI, TUDOR, GVB, TRAMA, RVP, S&B Motors, OPT, Autódromo Virtual de Braga, Playdriver, TheRacingMindCoach e peperacingdesign tinha o objetivo de vencer no traçado internacional Algarvio, mas depois de uma grande recuperação, a interrupção da prova devido a destroços em pista não lhe permitiu materializar em pontos o excelente andamento.   “Novamente não fui eficaz nos treinos cronometrados. Apenas fizemos 1 volta lançada pois logo após surgiram as bandeiras amarelas no setor1 a que se seguiu a vermelha dando por interrompida a sessão de qualificação” refere o piloto que na única volta que conseguiu efetuar sem problemas apenas alcançou a sexta posição entre os 47pilotos.
 
“Foi pena, estavamos com um bom andamento, e o carro estava muito bem preparado pela estrutura da CRM Motorsport como demonstra a pole-position para a Corrida2 obtida pelo Nuno”.
 
Consciente da competitividade do troféu, o piloto sabia que não ia ser fácil recuperar, mas partia como sempre, determinado a lutar pela vitória.
 
Partindo da sexta posição, Hugo Araújo cedo se tentou chegar ao grupo da frente, mas o objetivo da primeira volta era passar incólume e sem danos.  
 
“Depois das cautelas iniciais, entrei em modo de ataque e fui tentando libertar-me dos adversários até chegar ao grupo da frente. Assim que me vejo a liderar a corrida, e com ainda cerca de 2 voltas para a mesma terminar, acreditei que iria vencer. No entanto não tive a sorte do meu lado pois liderei toda a volta e devido à aspiração passei na meta em 3º com os 4 primeiros separados por 74milésimas! Infelizmente esta seria a última passagem na meta que iria ser contabilizada pois a corrida teve o seu fim encurtado devido à interrupção por bandeiras vermelhas” comenta o piloto.
 
 
 
 
 
 
 
“Ainda assim saio do Algarve satisfeito pois foi uma corrida fantástica e onde me diverti imenso, conseguimos um pódio totalmente português contra a armada britânica e a verdade é que esta corrida podia ter terminado com a vitória de qualquer um dos 4 principais intervenientes”.
 
Tenho de agradecer aos meus patrocinadores, Grupo COPEFI, TUDOR, GVB, TRAMA, RVP, S&B Motors, OPT, Autódromo Virtual de Braga, Playdriver, TheRacingMindCoach e peperacingdesign, por me darem o privilégio de os representar e por me assegurarem as condições necessárias para nesta altura estar novamente na discussão de um título de uma reconhecida competição automóvel em Portugal.
 
Hugo Araújo prepara agora a prova final da temporada, que decorrerá no fim-de-semana de 11 a 12 de Novembro no circuito do Estoril.
 
Inserida no Estoril Racing Festival, este será um fim-de-semana diferente com 3 corridas de 40 minutos e com a pontuação a dobrar pelo que a vitória no troféu está ainda em aberto.
 
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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

G.P. MEXICO

 

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

 

CPOMENTADOR EUROSPORT

 

 A história de uma corrida que pareceu uma telenovela... mexicana, pois claro!

 

PARA AS 24 HORAS DE LE MANS 2018

 

PARA AS 24 HORAS DE LE MANS 2018

 

 Para quem os encomendou, devem chegar hoje...

  1. Só faltam 32 semanas!

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOS BASTIDORES

 

  Está tudo tudo dito no tweet.

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

SEGUNDO JOÃO CARLOS COSTA

 

COMENTADOR EUROSPORT

 

 Um amigo do Facebook, Francisco Carrega, fez-me chegar este documento. Um artigo publicado no jornal “Reconquista”, de Castelo Branco, a 28 de Maio de 1967. Como ele escreveu na mensagem adjacente à foto, “numa cidade do interior profundo do país nessa época, demonstra bem o misticismo da prova em questão”. E acrescento eu: mostra bem a incerteza das transmissões televisivas de então. Vivemos tempos de privilégio quando temos a hipótese de ver (quase) tudo.

 

GT OPEN EM BARCELONA

 

Venturini (Imperiale Racing Lambo), new GT Open champion!

Costa-Frommenwiler (E.Frey Racing Lexus) take last race of the year

In a thrilling finale, the title is decided in penultimate lap

Rueda-Bouveng (Teo Martín BMW), runner-up after difficult race and P5 finish

Costa-Frommenwiler beat Beirão-Da Costa’s BMW and Farnbachers’ Lexus, with Witt-Meadows (Jordan Bentley) and Borisov-Salikhov (Rinaldi Ferrari) winning in Pro-Am and Am, respectively

Teams’ title goes to Imperale Racing

In a breath-taking final race, where the title was decided only in the penultimate lap, Giovanni Venturini became the 2017 champion of the International GT Open. Starting the race with a high handicap (25”) after yesterday’s win, the Italian driver had to suffer until his team mate Marco Mapelli crossed the finishing line in 7th to celebrate his success. “The second stint was really stressful, I just closed my eyes and waited”, he commented, “I cannot express how I feel”.

Fran Rueda-Victor Bouveng (Teo Martín BMW) fought until the very end, but a difficult start of the race meant they were not masters of their destiny; a contact between the Swede and Engelhart in the penultimate lap wiped the last chances.

Albert Costa-Philipp Frommenwiler (Emil Frey Racing Lexus) took a perfect revenge on yesterday’s disappointment by taking a brilliant win, the fourth this season, ahead of the Teo Martín BMW of Lourenço Beirão-Antonio Da Costa and the other Lexus of the Farnbacher brothers. Imperiale Racing secured the Teams’ title, beating BMW Team Teo Martín by 2 points.

In Pro-Am, it is a British triumph with the Jordan Racing of Jordan Witt-Michael Meadows taking the win ahead of Brad Ellis-Oliver Wilkinson (Optimum Racing Audi), after a close final lap fight and a 5” penalty for the Audi, and the McLaren of Balfe-Bell. It is maiden win in Am also for the Russian duo Sergei Borisov-Rinat Salikhov (Rinaldi Racing Ferrari). 


Venturini (Imperiale Racing Lambo), new GT Open champion!
Costa-Frommenwiler (E.Frey Racing Lexus) take last race of the year 
In a thrilling finale, the title is decided in penultimate lap
Rueda-Bouveng (Teo Martín BMW), runner-up after difficult race and P5 finish
Costa-Frommenwiler beat Beirão-Da Costa’s BMW and Farnbachers’ Lexus, with Witt-Meadows (Jordan Bentley) and Borisov-Salikhov (Rinaldi Ferrari) winning in Pro-Am and Am, respectively
Teams’ title goes to Imperale Racing
 
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In a breath-taking final race, where the title was decided only in the penultimate lap, Giovanni Venturini became the 2017 champion of the International GT Open. Starting the race with a high handicap (25”) after yesterday’s win, the Italian driver had to suffer until his team mate Marco Mapelli crossed the finishing line in 7th to celebrate his success. “The second stint was really stressful, I just closed my eyes and waited”, he commented, “I cannot express how I feel”. 
Fran Rueda-Victor Bouveng (Teo Martín BMW) fought until the very end, but a difficult start of the race meant they were not masters of their destiny; a contact between the Swede and Engelhart in the penultimate lap wiped the last chances. 
Albert Costa-Philipp Frommenwiler (Emil Frey Racing Lexus) took a perfect revenge on yesterday’s disappointment by taking a brilliant win, the fourth this season, ahead of the Teo Martín BMW of Lourenço Beirão-Antonio Da Costa and the other Lexus of the Farnbacher brothers. Imperiale Racing secured the Teams’ title, beating BMW Team Teo Martín by 2 points.
In Pro-Am, it is a British triumph with the Jordan Racing of Jordan Witt-Michael Meadows taking the win ahead of Brad Ellis-Oliver Wilkinson (Optimum Racing Audi), after a close final lap fight and a 5” penalty for the Audi, and the McLaren of Balfe-Bell. It is maiden win in Am also for the Russian duo Sergei Borisov-Rinat Salikhov (Rinaldi Racing Ferrari).  
 
 
THE RACE – Poleman Da Costa takes perfect start and so do the two Lexus of Frommenwiler and M.Farnbacher, with Rueda getting a little bit trapped. Caldarelli is fifth ahead of Venturini, Mac, Ledogar and Postiglione, but in lap 3 there are two separate incidents, involving Hamaguchi who runs off-track and Mowlem who spins and hits the barriers at turn 6. 
The safety-car is out to allow rescuing the Ferrari. At the restart, Da Costa is leading ahead of Frommenwiler, while a tight fight between Farnbacher, Rueda and Caldarelli sees the Italian take third and the Spaniard also pass the Lexus.  Venturini is sixth ahead of Mac, Ledogar and Postiglione. Soon after, Knoll hits Benham who spins and gets stuck in the gravel in turn 5. 
In lap 13, the window for driver change opens, with Rueda Mac and Postiglione being the first ones to stop, while Da Costa, Caldarelli and Ledogar delay the stop and continue at the top. When Beirao is out of the pits, there is a fierce duel with Costa but the Portuguese holds the position, which is the lead. 
After all changes, Beirao leads by 0.5 seconds on Costa, then Bouveng at 2”, Engelhart, D.Farnbacher, Giammaria, Witt, Ellis, Songyang and Hahn. Mapelli is 12th, 28 seconds behind the leader. He’ll become 10th in lap 24, by passing Hahn and Bell. One lap later he takes 9th from Salikhov. In the lead, Beirao and Costa are still separated by less than one second, while Bouveng (3rd) starts feeling Engelhart getting closer. 
In lap 27, Costa takes the lead, and Beirão starts to lift up; to let his team mate pass and take 2nd is a condition for Bouveng to take the title. The Swede though is under heavier and heavier attack by Engelhart, on the third Imperiale Lambo. In the penultimate lap, the German gets in contact with the BMW in the last corner, a very slight touch that sends Bouveng in the gravel. It will finish 5th behind  Farnbacher and Giammaria, while Engelhart gets a 5” penalty. The incident won’t have a direct consequence on the outcome, as Mapelli manages to take 7th in the last lap, which would have been sufficient anyway to clinch the title, even with the BMW 2nd.  In the meantime, Ramos and Hahn collide and get off track. 
The season is now over but the GT Open community will gather again for a final prestige race, the GT Open 1000, the first edition of a 1000-km race to take place at Valencia on 1st-2nd December next. The event will also include the 2017 Awards ceremony of the GT Open. 
 
 
 
 
PROVISIONAL STANDINGS AFTER ROUND 14 OF 14  (FINAL)
Overall: 1. Venturini, 114 (116) points; 2. Rueda-Bouveng, 106; 3. Costa-Frommenwiler, 98; 4. Biagi, 92; 5. Ramos-Mac, 90; etc… Pro-Am: 1. Bell-Balfe, 82 points; 2. Perazzini, 65; 3. West-Ledogar, 60; 4. Cioci, 59; 5. Pierburg, 57; etc...  GT-Am: 1. Silva Sardinha-Coimbra Da Costa, 49 points; 2. Basso, 40; 3. Hrachowina-Konrad, 34; 4. MoiseevRizzo, 32; 5. Figueiredo, 27; etc...    Teams: 1. Imperiale Racing, 100 points; 2. BMW Team Teo Martin, 98; 3. Emil Frey Racing, 57; Spirit of Race, 50; 5. Farnbacher Racing, 45; etc…

 

GALP É NOTICIA

 

Galp reforça a sua posição no mercado internacional

 

Principais destaques:

  • Produção de petróleo e gás natural ultrapassa os 100 mil barris diários
  • Reforço no pré-sal do Brasil contribui para o crescimento nas próximas décadas
  • Recuperação económica na Península Ibérica e eficiência operacional suportam
    atividades de downstream, gás e eletricidade
  • Ebitda RCA de 1.379 milhões de euros, dos quais 74% provenientes das atividades
    no exterior, revelam solidez económica e um perfil cada vez mais global
  • Resultado líquido RCA aumenta 15% para 416 milhões de euros
  • Práticas responsáveis e sustentáveis reconhecidas internacionalmente

 

 

MEIRELES VICE-CAMPEÃO

 

José Meireles, Sagra-se Vice-Campeão Nacional em Portimão Portimão foi o palco de todas as decisões do Campeonato Nacional de Legends. À partida para esta ronda eram 4 os pilotos que matematicamente ainda poderiam chegar ao titulo. José Meireles partiu para o Algarve na 3ª posição do Campeonato, mas com legitimas aspirações a lutar por um dos 2 primeiros lugares. No entanto, o fim de semana não começou da melhor forma. Os treinos livres de 6ª feira apenas tiveram a duração de 5 minutos devido a uma bandeira vermelha. Assim, para sábado estava reservada a qualificação e a 1ª corrida. Na qualificação apenas foi possível realizar uma volta lançada, devido a um problema de motor e logo aí todo o fim de semana ficou comprometido, uma vez que não foi possível colocar o Toyota Carina E 2.o GT-i nas condições ideais. Da qualificação resultou o 2º tempo entre os Legends 2000 e o 5º Lugar da Geral. Depois de um contra-relógio por parte da equipa da Tomeifel para deixar o carro pronto para a 1ª corrida, José Meireles fez uma corrida de gestão, tentando manter um ritmo que não colocasse em risco a mecânica e as aspirações no campeonato. No final o 5º lugar da geral e o 2º lugar em Legends 2000 foram um prémio merecido pelo esforço de toda a equipa. No domingo teve lugar a 2ª corrida e o objectivo passava por fechar a época no pódio. Arrancando do 2º lugar nos Legends 2000, José Meireles conseguiu ao fim da 3ª volta ascender à liderança da classe fruto dos problemas que Pedro Alves começou a sentir no seu carro e que o levariam ao abandono já perto do final. Ao fim dos 30 minutos de corrida a vitória foi um resultado que deixou o piloto muito feliz. “Um fim de semana de grande suspense e de muita incerteza nas contas do Campeonato. No final ser Vice-Campeão Nacional deixa-me muito feliz por mim, pela equipa, pela família e por todos os amigos e patrocinadores que me apoiam. Quero aproveitar para felicitar o Pedro Alves e a sua equipa pelo titulo conquistado, pois tiveram um final de temporada excepcional”, disse José Meireles no final. Contas feitas, o Titulo de Vice-Campeão Nacional em Legends 2000 vem juntar-se ao Titulo de Campeão Nacional em PH85 de 2015 e ao 3º Lugar no Campeonato Nacional em PH99 de 2016. Importa agora refletir e definir quais os passos a dar para a temporada de 2018.a503 Copy

 

CAMPEONATO MUNDO DE RALIS

 

5º lugar no Rali da Grã-Bretanha para a TOYOTA GAZOO Racing

A Toyota Gazoo Racing assegurou pontos importantes na penúltima ronda do Campeonato Mundial de Ralis da FIA 2017 no País de Gales. Jari-Matti Latvala terminou em quinto lugar e ainda obteve pontos adicionais pelo terceiro lugar na “Power Stage”. Esapekka Lappi terminou em nono lugar da geral e Juho Hänninen, infelizmente, foi obrigado a desistir no sábado.
 
O Rali da Grã-Bretanha que decorreu entre os dias 26 e 29 de outubro foi, mais uma vez, um dos mais desafiantes do mundial de Ralis. Depois de alcançar um ótimo segundo lugar no início do rali na quinta-feira, Jari-Matti Latvala manteve-se como o melhor dos Yaris WRC na sexta-feira, no entanto, a chuva que caiu durante a noite tornou o piso muito escorregadio, obrigando o piloto finlandês da TOYOTA GAZOO Racing a terminar o dia em quinto lugar da geral. Sábado foi o dia mais longo de prova e Latvala foi o mais rápido num dos troços, apesar do nevoeiro, subindo para quarto lugar. Esapekka Lappi, que também foi bastante cauteloso devido ao piso escorregadio, subiu também na geral para nono lugar. No último dia de prova, apesar do bom andamento e um ótimo terceiro lugar na “Power Stage”, Latvala terminou em quinto, a meio segundo do quarto lugar. Lappi concentrou-se em manter a sua posição e manteve a nona posição até ao fim.
 
Tommi Mäkinen (Diretor da Equipa)
"Não posso estar contente com o nosso desempenho aqui, mas olhando pelo lado positivo, sabemos o que nos estava a atrasar e como corrigi-lo. Durante o teste pré-evento, tivemos pisos com mais atrito do que encontramos no rali. Sabemos que fizemos algumas melhorias nas condições de boa aderência, no Rally da Finlândia. Mas em Espanha fizemos algumas mudanças que foram na direção errada, por isso da próxima vez vamos usar esta experiência para preparar o carro de forma um pouco diferente. Os nossos pilotos fizeram um bom trabalho e, claro, temos que falar especialmente sobre Juho, que estava a realizar o seu último rali do ano connosco. Foi uma pena que a sua prova tenha terminado daquela forma, com um pequeno erro com grandes consequências, especialmente porque ele estava a conseguir bons tempos, mas o desporto automóvel é assim. Juho foi uma parte vital do nosso programa de testes e desenvolvimento, e se conseguimos algumas conquistas este ano, também é graças a ele. Por isso, obrigado, Juho, de todos nós. E também parabéns a Sebastien Ogier e à M-Sport por alcançar os títulos aqui no País de Gales."
 
Classificação ao final do Rali da Grã-Bretanha:
1 Elfyn Evans/Daniel Barritt (Ford Fiesta WRC) 2h57m00.6s
2 Thierry Neuville/Nicolas Gilsoul (Hyundai i20 Coupe WRC) +37.3s
3 Sebastien Ogier/Julien Ingrassia (Ford Fiesta WRC) +45.2s
4 Andreas Mikkelsen/Anders Jaeger (Hyundai i20 Coupe WRC) +49.8s
5 Jari-Matti Latvala/Miikka Anttila (Toyota Yaris WRC) +50.3s
6 Ott Tanak/Martin Jarveoja (Ford Fiesta WRC) +1m02.3s
7 Kris Meeke/Paul Nagle (Citroen C3 WRC): +1m20.5s
8 Hayden Paddon/Seb Marshall (Hyundai i20 Coupe WRC) +2m16.3s
9 Esapekka Lappi/Janne Ferm (Toyota Yaris WRC) +2m46.5s
10 Dani Sordo/Marc Marti (Hyundai i20 Coupe WRC) +3m50.5s
Juho Hänninen/Kaj Lindström (Toyota Yaris WRC) desistiu
 
Classificação do Campeonato de Pilotos do Mundial de Ralis FIA 2017 ao final do 12º Rali:
1 Sebastien Ogier 215
2 Thierry Neuville 183
3 Ott Tanak 169
4 Jari-Matti Latvala 136
5 Elfyn Evans 118
6 Dani Sordo 95
7 Juho Hänninen 71
8 Kris Meeke 70
9 Craig Breen 64
10 Hayden Paddon 59
12 Esapekka Lappi 51
 
Classificação do Campeonato de Fabricantes do Mundial de Ralis FIA 2017 ao final do 12º Rali:
1 M-Sport World Rally Team 398
2 Hyundai Motorsport 305
3 TOYOTA GAZOO Racing WRT 241
4 Citroen Total Abu Dhabi World Rally Team 210
(Resultados às 18:30 de domingo 29 de outubro de 2017, para mais informação: www.wrc.com)
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VOLVO IMPARÁVEL

 

Volvo Cars não pára de crescer - já são 36% a um trimestre do final do ano

A Volvo Cars anunciou um crescimento mundial das suas vendas e resultados financeiros registados nos três primeiros trimestres de 2017.

De Janeiro a Setembro, o seu lucro operacional foi de 10.445bn de coroas suecas (aproximadamente 1,07 mil milhões de euros) revelando um crescimento de 36,4% em relação ao ano anterior.

Este crescimento regista-se também ao nível da receita líquida que, com 15 mil milhões de euros cresce 18,9% em relação ao período homólogo e  margem de lucro operacional que, com os atuais 7,0% também cresce substancialmente em relação ao valor verificado em 2016, que havia sido 6,1%.

Em nove meses, as vendas subiram 9,0% para um total mundial de 413.472 automóveis.

Este forte crescimento parece indiciar que em 2017, ano em se encontra a celebrar o seu 90º Aniversário, a Volvo Cars irá registar o quarto ano consecutivo sempre a crescer.

 

Mais fotos e info em www.media.volvocars.com

 

1927 – 2017: 90 anos a pensar nas pessoas

 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Ricardo Leitão soma dois segundos lugares

 

ER Motorsport na terceira ronda do Super 7 by KIA

 

O Autódromo Internacional do Algarve recebeu este fim-de-semana a terceira ronda do Super 7 by KIA, onde Ricardo Leitão somou dois segundos lugares, o que não só lhe garante a liderança na Classe Solo do campeonato, como lhe permite chegar à última ronda, no Estoril, numa posição mais confortável para lutar pelo título.
 
Foi um fim-de-semana quase perfeito”, afirma o piloto da ER Motorsport. “Gostaria de ter averbado duas vitórias, mas estas escaparam por décimos de segundo. Ainda assim, foi muito positivo”, explica.
Ainda na qualificação, Ricardo Leitão foi protagonista de um aparatoso acidente que quase punha em causa o resto do fim-de-semana algarvio, “mas os mecânicos da CRM Motorsport realizaram um trabalho espetacular, e para as corridas o carro estava totalmente recuperado e bem afinado”, realça o piloto apoiado pela Biz, Primus, Sunlover, Fruut, Nutriva, Autódromo Virtual de Lisboa e Korridas.
 
Arrancando de segundo para a Corrida 1, “estive sempre na luta pela liderança com o Gonçalo Inácio na primeira metade da corrida. Mas depois fomos apanhados por um grupo perseguidor, e passou a ser uma batalha a quatro, muito renhida e interessante” conta.
Já para a Corrida 2 “não tinha grandes expetativas, pois arranquei de 26º, devido ao acidente nos treinos cronometrados. Mas correu muito bem e passei a corrida toda a ultrapassar todos os rivais que encontrava pela frente, até me colar à traseira do José Carlos Pires. Precisava de mais uma volta para o passar…”, recorda o piloto de 22 anos, que averbou ainda a volta mais rápida.
 
Resta agora a derradeira jornada, no Circuito do Estoril, a 11 e 12 de novembro, onde o Ricardo Leitão chegará com dois pontos de vantagem sobre o seu mais direto adversário. “Será a grande final, onde quem vencer será campeão. Por isso, será preciso gerir muito bem todo o fim-de-semana, já que vai valer pontos a dobrar”, remata o piloto da ER Motorsport.


 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Algarve Classic Festival foi um sucesso em toda a linha

 

Este fim-de-semana o Algarve Classic Festival provou o porquê de ter conquistado uma notoriedade crescente internacional e ser já considerado um dos maiores e melhores eventos de automóveis clássicos de competição da Europa. Organizado em conjunto pelo Autódromo Internacional do Algarve e pela Race Ready de Diogo Ferrão, a edição de 2017 do Algarve Classic Festival voltou a ser um enorme sucesso, consolidando as bases do evento para edições futuras.

 

Com condições climatéricas à medida dos vários participantes que se deslocaram de diversos pontos da Europa até circuito dos arredores de Portimão, quatrocentos concorrentes compuseram um cartaz de vinte corridas que contemplou as várias disciplinas do desporto automóvel, desde a Fórmula 1, passando pelos Sport-Protótipos estilo-Le Mans, Turismos e Grande Turismos.  

 

No plano desportivo, as vitórias nas principais corridas do fim-de-semana foram alcançadas por carros que de certa forma marcaram a história do automobilismo no seu período de tempo.  

 

Nas corridas do campeonato Iberian Historic Endurance foram os Ford GT40 - um carro que tem um riquíssimo palmarés internacional onde se incluem vitórias nas 24 horas de Le Mans – que triunfaram. A primeira prova foi ganha pela dupla alemã Georg Nolte/Frank Stippler, enquanto que o duo inglês Miles Griffiths e Philip Walker venceu a segunda corrida.

 

Na corrida Algarve Sports Car Pré-1975 venceu um Lola T70 MK3B, um carro que é marco das corridas de Sport-Protótipos e que fez na sua época frente aos carros dos grandes construtores como Porsche, Ford e Ferrari nos grandes palcos das provas de resistência. A dupla greco-inglesa Leo Voyazides e Simon Hadfield triunfaram confortavelmente à frente de Jason Wright, também ele com um Lola T70, e do Chevron B23 do belga Guy Peeters.

Na prova GT & Sports Car Cup GT Pré-1966 foi a vez de um trio de pilotos portugueses, constituído por Joaquim Jorge, Rui e João Pedro Macedo Silva, brilhar face à oposição internacional. E esta vitória também foi conseguida por um carro não menos icónico, neste caso, um AC Cobra.

 

Na Fórmula 1 Pré-1966, as duas corridas foram ganhas por “fórmulas” que escreveram os primeiros capítulos do que é agora a categoria rainha do desporto automóvel. O espanhol Joaquín Folch-Rusinol, num Lotus 16, o primeiro monolugar construído por Colin Chapman para Fórmula 1, venceu a primeira corrida, ao passo que Rod Jolley triunfou na segunda corrida com um Cooper T45/51, o primeiro monolugar de Fórmula 1 com motor central traseiro.

 

No final do evento, Diogo Ferrão, o responsável máximo da Race Ready, não escondeu o contentamento pela forma positiva como correu a edição de 2017 do Algarve Classic Festival: “Faço um balanço muito positivo do fim-de-semana, pois foi um enorme desafio conseguir colocar de pé um evento desta dimensão. Pelas nossas contas este terá sido o terceiro evento realizado este ano na Europa com maior número de carros clássicos, o que o torna num dos maiores festivais do género. Sabemos que há margem para melhorar, mas é um imenso orgulho para todos os envolvidos organizar um evento de sucesso destes em Portugal.” 

 

 

 

 

Lista de Vencedores – Algarve Classic Festival 2017:

 

Algarve Sports Cars Pré-1975

Corrida 1 - Leo Voyazides/Simon Hadfield (Lola T70 MK3B)

 

Campeonato Nacional Legends

Corrida 1 – Paulo Sousa (BMW M3)

Corrida 2 – Paulo Sousa (BMW M3)

 

Campeonato Nacional de Clássicos Circuitos

Corrida 1 – Joaquim Jorge (Ford Escort)

Corrida 2 – João Macedo Silva (Porsche 911 RSR)

 

Formula Júnior

Corrida 1 – Stéphane Rey (Lola MK5 A)

Corrida 2 – Stéphane Rey (Lola MK5 A)

 

Formula Ford Portugal

Corrida 1 – Hugo Hernandez (D&D F01)

Corrida 2 –  Hugo Hernandez (D&D F01)

 

GT & Sports Car Cup GT Pré-1966

Corrida - Joaquim Jorge/Rui Macedo Silva/Pedro Macedo Silva (AC Cobra)

 

HGPCA Formula 1 Pre-1966

Corrida 1 – Joaquín Folch-Rusinol (Lotus 16)

Corrida 2 – Rod Jolley (Cooper T45/51)

 

HTCC & TDT

Corrida - Pierre-Alain Thibaut/Eric Mestdagh (BMW 3.0 CSL)

 

Iberian Historic Endurance

Corrida 1 – Georg Nolte/Frank Stippler (Ford GT40)

Corrida 2 – Miles Griffiths/Philip Walker (Ford GT40)

 

Lotus Seven 60th Anniversary

Corrida 1 – Gonçalo Inácio (Caterham)

Corrida 2 – Richard Ainscough (Caterham)

 

MRL 50’s Sports Car

Corrida - Chris Ward/John Young (Lister Costin)

 

U2 TC

Corrida 1 –  Andrew Banks/Richard Banks (Alfa Romeo Giulia Sprint GTA)

Corrida 2 – Steve Soper (Ford Cortina Lotus)

 

Para consultar todos os resultados do evento basta aceder ao link – AFC - Resultados da Provaa495 Copya496 Copya497 Copy

 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Dobradinha de Hugo Hernandez no Algarve

 

O piloto espanhol Hugo Hernandez, ao volante de um monolugar D&D F01 de produção nacional, venceu à geral as duas corridas da Fórmula Ford Portugal que fizeram parte do programa da edição 2017 do Algarve Classic Festival. Por sua vez, Miguel Matos consolidou a liderança na categoria Zetec.

 

Na manhã de domingo, Matos arrancou da primeira posição para a sétima corrida da temporada e aparentava ter a corrida controlada no topo da classificação, no entanto, a entrada do Safety-Car nos últimos momentos da corrida acabou por prejudicar o piloto nortenho.

 

Motivado pela vitória obtida em Jerez de la Frontera, Hugo Hernandez partiu do quinto posto, mas ao fim de duas voltas o decidido piloto madrileno já rodava no segundo lugar. Em condições normais, o D&D F01 parecia não ter nem tempo, nem andamento, para lançar um ataque à primeira posição do Mygale SJ04 do Team Rectificadora de Guimarães.

 

Contudo, quando a corrida caminhava para o seu término, a entrada do Safety-Car agrupou o pelotão, retirando-se da pista a tempo de uma derradeira volta em bandeiras verdes, dando uma hipótese ao jovem piloto espanhol para este atacar o primeiro lugar. Hernandez não desperdiçou a oportunidade, suplantando Matos nos metros finais da corrida.

 

Apesar de ter deixado escapar a vitória à geral, Matos venceu a classe Zetec, a mais relevante da única competição de monolugares existente em Portugal, e aproveitou o quarto lugar de Duarte Pires, terceiro dos Zetec, para recuperar a primeira posição no campeonato.

 

Duarte Carvalho foi o terceiro classificado da geral, mantendo intacta a liderança na “Rookies Cup”. Na segunda metade do pelotão português, Vasco Ferreira levou a melhor sobre Rui Silva, Vasco Sampaio e Rosário Sottomayor.

 

A fechar o preenchido programa de corridas no Autódromo Internacional do Algarve realizou-se a segunda corrida da Fórmula Ford Portugal. Hernandez arrancou desta vez do primeiro lugar, mas Matos conseguiu assumir a primeira posição ainda no decorrer da volta de abertura. Os dois pilotos rodaram sempre muito próximos, até que à quarta volta, o piloto espanhol ultrapassou o seu adversário, recuperando a primeira posição que não mais iria largar.

 

A diferença entre os dois primeiros nunca foi claramente superior a um segundo, tendo Matos obrigado o seu rival a não baixar o andamento e a não cometer erros durante as dez voltas ao traçado de Portimão. Sob pressão, Hernandez ainda fez a melhor volta da corrida na última volta, obtendo a sua terceira vitória à geral e sétima na classe Super Tuga esta temporada.

 

Duarte Carvalho foi o terceiro a cortar a linha de meta, a cinco segundos dos dois primeiros. O piloto da CRM Motorsport ultrapassou Duarte Pires ainda na primeira volta e acabou por ver o piloto da G-Tech abandonar à quinta volta, momentos depois de ter efectuado a melhor volta da corrida até à altura. Com este resultado, o piloto madeirense conservou a primeira posição na classificação da “Rookis Cup”.

 

Diogo Sousa terminou no quarto lugar da geral, alcançando o pódio na classe Zetec, um resultado merecido para quem fez uma corrida de recuperação notável desde as últimas posições da grelha de partida.

 

Vasco Ferreira, o melhor dos pilotos que tripulam monolugares da marca Van Diemen, cortou a linha de meta no quinto lugar, à frente de Rui Silva, Vítor Sampaio, Rosário Sottomayor e André Castro Pinheiro.

 

Os concorrentes estrangeiros acabaram por não ter andamento para acompanhar os mais rápidos pilotos portugueses, sendo que apenas os mais fortes dos Fórmula 3 de motor 1000cc do final dos anos 1960 presentes nesta prova conseguiram entrar nos dez primeiros.

 

Diogo Ferrão, o responsável máximo da Race Ready, a entidade organizadora do campeonato, salienta que “para se ser campeão do campeonato, não basta ser rápido, é preciso ser consistente. E isso está a ser demonstrado pelo Miguel Matos que agora está em posição privilegiada quando falta apenas uma prova por disputar. Contudo, até ao cair do pano tudo pode acontecer. Ninguém está imune a azares e vamos para a última prova da temporada com os principais títulos por decidir.”

 

O pano cai na temporada de 2017 da Fórmula Ford Portugal dentro de duas semanas no Autódromo do Estoril, com a quinta jornada do ano a fazer parte do Estoril Racing Festival.

 

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ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

CSS Group 1b com novos vencedores no Algarve

 

 

A passagem do CSS Group 1b pelo Algarve Classic Festival saldou-se em dois vencedores diferentes e alguns percalços para os principais actores da competição que, como o nome indica, revive os gloriosos tempos das corridas de Grupo 1.

 

Partilhando a pista este fim-de-semana com os concorrentes do campeonato U2 TC, um campeonato internacional para viaturas de Turismo até 2000cc e pré-1966, as duas corridas do CSS Group 1b tiveram vencedores distintos dos habituais intervenientes.

 

Dificilmente poderia ter corrido melhor a estreia do Jaguar XJS de Luís Sousa Ribeiro. Na primeira corrida realizada no Sábado e marcada por dois períodos de Safety-Car, o favorito Carlos Dias Pedro (Ford Escort RS 2000), que arrancou da pole-position, foi forçado a abandonar pouco depois do primeiro recomeço da corrida. O piloto portuense do “Big Cat” herdou assim primeira posição na corrida e nunca mais a largou, assegurando também o triunfo na classe H81-MAX.

 

O igualmente estreante esta temporada, Miguel Ferreira (Ford Escort), foi outro dos pilotos que beneficiou com a desistência de Dias Pedro, garantindo o triunfo na categoria H81-2000, com uma confortável margem sobre o Porsche 924 de Hugo Nazário e Pedro Redol.

 

Na sempre animada classe H81-1600, Afonso Cidrais (Volkswagen Scirocco) comandou a corrida nos momentos iniciais, mas também ele ficou prematuramente pelo caminho, deixando a luta pelo topo da classificação para os dois primeiros classificados na tabela de pontos da categoria. O Volkswagen Golf GTi de Rafael Cerveira Pinto/Tiago Fernandes acabou por superar o carro idêntico de Manuel Cabral Menezes, enquanto o terceiro Golf GTi, de Carlos Gagliardini, completou o pódio da classe.

 

No domingo assistiu-se a uma corrida com intervenientes diferentes. Fernando e Fernando Mayer Gaspar, que no Sábado já tinham mostrado ser capazes de lutar pelos lugares cimeiros, levaram o Ford Escort RS 2000 à vitória, terminando com mais de oito segundo de avanço sobre Dias Pedro. O pódio dos H81-2000 ficou completo com Miguel Ferreira.

 

A dupla Cerveira Pinto/Fernandes terminou no quarto lugar e com isso venceu a categoria H81-1600. Com o abandono prematuro de Cabral Menezes, Rafael Cerveira Pinto ascende ao primeiro lugar da classe quando faltam apenas disputar duas corridas. Gagliardini e Carlos Matos/Nuno Matos acompanharam a dupla vencedora ao pódio da classe.

 

Sousa Ribeiro voltou a vencer a categoria H81-MAX no domingo, mas desta vez o Jaguar não foi além do décimo posto da geral, a duas voltas do carro vencedor.

 

Sem oposição, o bonito Fiat 127 Abarth de Nuno Dias venceu a classe 1052 em ambas as corridas, ao passo que o Datsun 1200GX de Madalena Gaspar fez o mesmo na classe H71-1300.

 

Aos quinze inscritos no CSS Group 1b juntaram-se este fim-de-semana em Portimão um número recorde de dez Mini do troféu monomarca igualmente organizado pela Race Ready. Rui Costa celebrou o triunfo entre os pequenos “Mighty Mini” na primeira corrida, ao passo que a dupla Duarte Aguiar/Luís Sepúlveda venceu no segundo confronto.

 

 

“Foram corridas muito animadas e foi espectacular dividir a pista com os concorrentes do U2 TC, mesmo sendo estes carros de Grupo 2 até 1965 e naturalmente mais rápidos. No entanto, esta possibilidade deu à grelha do CSS um outro colorido dentro do espírito que nós queremos incrementar do Grupo 1, onde a competição fica para segundo plano e os pilotos, acima de tudo, se possam divertir com os seus carros com budget controlado”, afirmou Diogo Ferrão, o responsável da Race Ready, o organizador do campeonato.

 

A temporada de 2017 do CSS Group 1b chega ao fim no próximo mês no Autódromo do Estoril, com um dos momentos altos do ano que será a disputa dos 250 km do Estoril, prova que faz parte do programa da 7ª edição do Estoril Racing Festival.

 

 

Calendário CSS Group 1b 2017

 

28 a 30 de Abril – Estoril

04 de Junho – Braga

08 e 09 de Julho – Vila Real

27 a 29 de Outubro – Algarve

11 e 12 de Novembro – Estoril

 

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ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Formato resistência trouxe corridas emocionantes no

 Troféu Mini

 

 

 

Os concorrentes do Troféu Mini voltaram a protagonizar duas corridas altamente disputadas, onde o grau de incerteza que caracteriza esta competição esteve bem patente na quarta prova da temporada que este fim-de-semana decorreu no Algarve Classic Festival e que teve a particularidade de ser a primeira da temporada com um formato de resistência.

 

Rui Costa venceu a primeira corrida do Troféu Mini no fim-de-semana, onde os três primeiros classificados terminaram separados por menos de um segundo. No segundo confronto de 40 minutos foi a vez da dupla Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar celebrar a vitória, beneficiando de uma penalização pós-corrida atribuída a Manuel Fernandes/Francisco Pinto.

 

Na sessão de qualificação de sexta-feira, a dupla Fernandes/Pinto levou a melhor sobre Fernando Soares e Luís Felipe Oliveira/Paulo Leitão, ao passo que os dois primeiros do campeonato – Francisco Formosinho Sanchez  e Rui Costa – foram o quarto e o quinto mais rápidos.

 

Na estreia da competição apoiada pela GTS Garantia Automóvel no Autódromo Internacional do Algarve, no sábado, para além do muito calor e elevadas temperaturas para a época, a incerteza que habitualmente caracteriza as corridas do Troféu Mini foi exponenciada pela presença em pista por duas ocasiões do Safety-Car.

 

O Mini nº74 de Luís Felipe Oliveira/Paulo Leitão assumiu a liderança nos primeiros momentos da corrida, mas rapidamente o Mini nº6 conduzido por Francisco Pinto recuperou a posição perdida por troca com o seu adversário. Até à segunda entrada do carro de segurança esta seria a ordem no topo da classificação da corrida.

 

Depois da paragem obrigatória nas boxes, Rui Costa assumiu a liderança, mas nunca teve tempo para relaxar, pois os “Mighty Mini” de Carlos Matos/Manuel Matos e Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar, que fez a melhor volta da corrida, perseguiram o carro vencedor até à mostragem da bandeira de xadrez,  tendo os três primeiros cortado a linha de meta separados por menos de nove décimas de segundo.

 

A segunda corrida do fim-de-semana, disputada no domingo pela manhã, não teve tantos sobressaltos em pista, e o Mini  nº6 de Fernandes/Pinto, que arrancou do sétimo posto, passeou a sua hegemonia, obtendo a melhor volta no processo, terminando com um confortável avanço sobre Luís Sepúlveda/Duarte Aguiar.

 

Contudo, o duo Fernandes/Pinto seria penalizado em 60 segundos, por excesso de velocidade no pitlane, caindo para o quarto posto.

 

Sepúlveda e Aguiar herdaram assim o triunfo, tornando-se os sextos vencedores diferentes em oito corridas do troféu.  

 

A cerimónia do pódio contou ainda com a presença de Fernando Soares e da dupla Luís Felipe Oliveira/Paulo Leitão que lutaram ao centímetro pelo que haveria de ser o segundo lugar na corrida.

 

O líder do campeonato, Francisco Formosinho Sanchez, terminou no quarto lugar na primeira corrida, descendo provisoriamente para segundo na tabela de pontos, recuperando a liderança este domingo ao cortar a linha de chegada no quinto posto, para depois também ele ser penalizado por excesso de velocidade na via das boxes e cair para sétimo. O piloto do Mini nº53 beneficiou com o abandono do rival Rui Costa à nona volta.

 

Para Diogo Ferrão, responsável máximo pela Race Ready, o organizador do troféu, esta passagem pelo Algarve “foi bastante importante, pois experimentamos pela primeira vez um formato de corrida de resistência. Acabámos por ter uma “resistência ao sprint”, principalmente na primeira corrida, com os três primeiros classificados a terminarem no mesmo segundo. Este é um novo formato, agora vamos ouvir a opinião dos participantes para perceber se querem continuar com corridas de sprint ou de resistência. A próxima corrida, os 250 km do Estoril, terá um misto de sprint e de resistência. ”

 

A primeira temporada do Troféu Mini encerra no fim-de-semana de 11 e 12 de Novembro no Autódromo do Estoril.

 

 

Calendário Troféu Mini 2017

 

28 a 30 de Abril – Estoril

4 de Junho – Braga

8 e 9 de Julho – Vila Real

27 a 29 de Outubro – Algarve

11 e 12 de Novembro – Estoril

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CAMPEONATO MUNDO DE RALIS

Rali de Gales/GB (26-29 de outubro de2017) – Final

 UM FIM-DE-SEMANA REALISTA PARA A CITROËN RACING
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Na penúltima ronda do Campeonato do Mundo de Ralis de 2017, o Citroën Total Abu Dhabi WRT enfrentou  os sempre difíceis troços do País de Gales. Além do sétimo lugar de Kris Meeke, a equipa ficou ainda mais confiante graças ao nível de performance evidenciado pelo C3 WRC ao longo de todo o fim-de-semana.
O RALI EM RESUMO
Na noite de quinta-feria, uma enorme multidão acorreu ao hipódromo de Tir Prince para ver bem de perto o arranque do rali. Mas foi na manhã de sexta-feira que o público pode ver os carros do WRC em ação nas florestas galesas. Desta vez, a primeira etapa foi disputada com bom tempo, sempre sob céu limpo. 
Kris Meeke não perdeu tempo em deixar a sua marca, rubricando o segundo tempo mais rápido na ES22, logo atrás de Elfyn Evans, que revelava já estar numa forma imbatível. A meio do dia, o C3 WRC nº 9 estava em terceiro da geral. Depois de ter um bom começo de prova, Craig Breen viu-se a braços com um furo lento na ES4. O irlandês perdeu mais de um minuto e deixou de figurar entre os dez primeiros.
Após a mudança de pneus na pequena localidade de Newtown, a primeira etapa era concluída com a segunda passagem pelo troços. Com o piso repleto de lama no seguimento das primeiras passagens, o nono lugar de Kris Meeke na ordem de partida revelou ser um handicap para a sessão da parte da tarde. No seu regresso à Assistência no final do dia, Meeke estava em sexto lugar, mas ainda a menos de 18 segundos do segundo lugar.
Apesar de ter recuperando o seu andamento – como ficou comprovado pelo quarto tempo mais rápido na ES5 – Craig Breen não chegou ao final da etapa. Fez um pião e a frente do carro caiu num buraco repleto de água. Apesar de não ter sofrido danos no carro e de ter contado com a ajuda por parte dos pouco espetadores presentes no local, Breen não conseguiu voltar à estrada e abandonou a etapa. Obviamente, regressou à competição no dia seguinte, mas em Rali2.
O segundo dia compreendia uma longa jornada de sete horas, previsivelmente ainda mais difícil. Para começo, as equipas cumpriram uma sequência de sete troços cronometrados, numa extensão de 110 km e sem paragem para assistência. Nesta altura, as condições meteorológicas já eram típicas do Rali de Gales/GB, com chuva e um vento gelado a soprar entre as densas camadas de nevoeiro. 
Tal como no dia anterior, Kris Meeke entrou na luta para tentar chegar aos lugares do pódio. Quinto após a ES8, Meeke manteve o seu andamento até à ES11. O piloto britânico falhou uma chicane e deixou o carro ir abaixo, tendo perdido cerca de 10 segundos.
 
 
  
Apesar de adorar estes troços, Carig Breen não conseguiu conduzir o seu C3 WRC a 100% devido a um problema no travão de mão. Teve de esperar pela paragem para Assistência, marcada para o final da manhã, para voltar a contar com esta ferramenta vital na negociação de curvas apertadas e ganchos. A etapa de sábado terminava com dois troços disputados já de noite. Mais uma vez, o nevoeiro tornou as coisas mais complicadas para os pilotos. Mesmo assim, os C3 WRC conseguiram chegar à Assistência em segurança e sem problemas.
Com apenas cinco curtas Especiais para cumprir, a terceira e última etapa parecia mais uma corrida ao sprint. Sempre atento a qualquer oportunidade que surgisse no seu caminho, e com cerca de vinte segundos a separá-lo do carro que seguia na frente, Kris Meeke optou por ser paciente no início da etapa. Gradualmente, foi recuperando o seu andamento, para depois subir de ritmo na Power Stage. Tendo conquistado o segundo tempo mais rápido nesta Especial, Meeke completou o fim-de-semana numa nota positiva, numa prova que é de grande agrado para o piloto do Citroën C3 WRC.
Também Craig Breen chegou ao fim do rali numa toada positiva, tendo obtido, durante a manhã, três tempos entre os seis mais rápidos. Portanto, o seu regresso à prova foi bastante bom, subindo da 36ª para a 15ª posição.  Com Kahlid Al Qassimi ao volante, o terceiro carro inscrito pelo Citroën Total Abu Dhabi WRT neste rali chegou igualmente ao fim. No seu regresso a este tipo de piso, o piloto dos emiratos terminou em 22º lugar. 
 
PERGUNTAS A YVES MATTON, DIRETOR DA CITROËN RACING
O que pode dizer acerca deste rali? "Em primeiro lugar, gostava de dar os meus parabéns a Sébastien Ogier, a Julien Ingrassia e a Malcolm Wilson e à sua equipa M-Sport pela conquista dos Campeonatos do Mundo. Tiveram um temporada inteligente, conseguindo combinar ‘performance’ e consistência. Foi graças a esta consistência que conseguiram vencer os títulos numa altura em que ainda falta disputar uma prova do calendário. Quanto ao rali propriamente dito, penso que seria muito difícil competir com o Elfyn Evans, que contou com uma escolha de pneus particularmente adequada para este tipo de piso e para estas condições. E foi isso que se passou, mas o desempenho do Elfyn foi, de qualquer forma, absoluamente notável.”
 
E acerca das formações da Citroën? "Sabíamos que as posições do Kris Meeke e do Craig Breen na ordem de partida para a primeira etapa podiam ser uma desvantagem. Nos primeiros troços, contudo, os nossos pilotos estavam com um bom andamento: Kris estava entre os líderes e o Craig também podia ter lá chegado se não fosse o furo lento de sexta-feira de manhã. A etapa de sábado acabou por ser decisiva. Devido a uma série de acontecimentos de pouca importância, o Kris perdeu tempo mas nunca andou muito longe do segundo lugar. No domingo, Meeke deixou bem claro – juntamente com o Craig – com fizemos enormes progressos neste tipo de pisos. Além do resultado final do Kris, em sétimo lugar, estou principalmente satisfeito com o ‘feeling’ que os nosso pilotos tiveram do carro. Ambos referiram que, este fim-de-semana, sentiram imenso prazer ao volante dos C3 WRC, e que o carro estava eficaz, rápido e agradável de conduzir. Isto são recompensas adicionais para todo o trabalho que fizemos antes do verão.” 
 
 
 
 

 
Os vossos testes pré-rali foram no Sul de França. Não teria sido preferível testar no Reino Unido? "Nos últimos meses, o trabalho feito nos testes tem sido, fundamentalmente, para preparar a temporada de 2018, com o objetivo de ampliar a janela de trabalho do C3 WRC. Além disso, temos de trabalhar dentro de um certo limite orçamental e os custos de reparação das estradas britânicas é particularmente elevado. Por isso, escolhemos estradas que apresentam algumas semelhanças com as que encontramos no País de Gales, e o ‘feedback’ desta sessão de testes foi útil para os nossos pilotos neste fim-de-semana.”
 
Este fim-de-semana, o Sébastien Loeb esteve bastente no Parque de Assistência... Vamos poder vê-lo num rali num futuro próximo? "Bem, seja qual for o caso, foi certamente uma estreia para ele trabalhar como comentador televiso em Gales. Foi bom para toda equipa ver o Seb outa vez por aqui a falar daquilo que podemos vir a fazer juntos em 2018. É ainda um pouco cedo para dizer mais do que isto, mas julgo que ambas as partes gostariam de fazer qualquer coisa.”  
 
 
Falta agora apenas uma ronda para terminar a temporada... Quais são os vossos objetivos para a Austrália? “Antes de Espanha, dissemos que, em 2017, queríamos vencer um rali e ter um pódio. Alcançamos o objetivo de vencer um rali, mas penso que os nossos pilotos tem boas hipóteses de vencer outra vez na Austrália. O  Kris Meeke, o Craig Breen e o Stéphane Lefebvre formam o nosso alinhamento para a Austrália e contam com excelentes lugares na ordem de partida para a primeira etapa. Acho que podemos ter ambições para esta última prova, antes de nos focarmos totalmente em 2018 .”
 

 

ALGARVE CLASSIC FESTIVAL

 

Algarve Classic Festival 2017

 

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Algarve Classic Festival  - Dobradinha especial para Hugo Hernandez.

O piloto espanhol Hugo Hernandez, ao volante do monolugar fabricado em Portugal pela equipa beirã Funspeed Racing, venceu à geral as duas corridas da Fórmula Ford Portugal, que fizeram parte do programa da edição 2017 do Algarve Classic Festival, realizadas no passado fim de semana.


Motivado pela vitória obtida na ronda anterior, em Jerez de la Frontera, Hugo Hernandez obteve nos treinos cronometrados o 5º melhor tempo da sessão, garantindo assim P5 na grelha de partida para a primeira corrida do evento.

O piloto madrileno iniciou  a primeira corrida com um bom arranque, e  ao fim de 2 duas voltas já rodava no segundo lugar, mas afastado do líder da corrida,  e sem evidenciar andamento capaz de lançar um ataque à primeira posição do Mygale SJ04 de Miguel Matos.


Quando faltavam apenas 3 minutos para o término do tempo da corrida, a entrada do Safety-Car reagrupou os carros da frente, retirando-se da pista a tempo de uma derradeira volta em bandeiras verdes, dando uma hipótese ao jovem piloto espanhol de tentar a sua sorte para a liderança. Hernandez não desperdiçou a oportunidade, suplantando Matos nos metros finais da corrida. 

A fechar o Algarve Classic Festival no AIA, realizou-se a segunda corrida da Fórmula Ford Portugal. Hernandez arrancou desta vez do primeiro lugar, mas Matos conseguiu assumir a liderança ainda no decorrer da volta de abertura. Os dois pilotos rodaram sempre muito próximos, até que à quarta volta, o piloto espanhol ultrapassou o seu adversário, recuperando a primeira posição que não mais iria largar.

A diferença entre os dois primeiros nunca foi claramente superior a um segundo, tendo Matos obrigado o seu rival a não baixar o andamento e a não cometer erros durante as dez voltas ao traçado de Portimão. Sob forte pressão do piloto nortenho, Hernandez teve a ousadia de fazer a sua melhor marca de cronómetro, na última volta, obtendo a sua terceira vitória à geral, quarta nos rookies, e sétima na classe Super Tuga, nesta temporada.

 

GT OPEN EM BARCELONA

O 2º lugar de Ramos e Mac em Barcelona não foi suficiente para entrar no Top 3 no Campeonato.

 

Mesmo com os pontos do segundo lugar conquistado em Barcelona, o somatório não foi suficiente para entrar no Pódio do Campeonato neste final de época. Miguel Ramos e Mikkel Mac estavam no 5º lugar à entrada para esta ronda dupla e no 5º lugar ficaram, agora que as contas estão feitas.

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A corrida de sábado foi muito bem conseguida para a dupla do Ferrari #488. Boa qualificação de Ramos com o tempo de 1,44s,8 a meros 0,5s da pole ficando com o 9º lugar na grelha, tempo aliás semelhante ao de Mikkel Mac na qualificação de domingo, na qual alcançou o 5º lugar a 0,9s da pole. Após a qualificação de sábado, Ramos confidenciava, “este Campeonato é extremamente competitivo, mas a falta de potência no nosso Ferrari desde Silverstone, impediu-nos de conseguir estar na linha da frente”. Após a partida Ramos fez um excelente turno, mantendo todas as hipóteses em aberto no que dizia respeito ao objetivo traçado que era o de conseguir pelo menos o terceiro lugar final no Campeonato. Após a troca de pilotos, Mac fez mais uma das suas excelentes performances e conseguiu arrancar um excelente 2º lugar no final.

Esta tarde, coube a Mikkel Mac fazer a partida e primeira parte da corrida. Neste turno inicial e não conseguindo passar o Lambo de Venturini, Mac rodava em 7º quando antecipou a troca de pilotos mal abriu a janela temporal e assim Ramos entraria fora do tráfego e teria oportunidade de continuar a tentar o Pódio do Campeonato. Contudo, com o handicap 15 segundos na troca de pilotos, Ramos entrou em pista na cauda do pelotão e não conseguiu passar carros evidentemente mais lentos, como o próprio reconheceu, “foi impossível passar adversários mais lentos porque não tínhamos potência suficiente. A potência que nos tiraram a partir de Silverstone, comprometeu qualquer hipótese de lutar pela vitória no Campeonato”. Entretanto a cerca de 3 voltas do final, Miguel Ramos acabaria por envolver-se num toque com o Mercedes de Marcelo Hahn, que o levaria à desistência. “Com o segundo lugar na corrida de ontem, subimos ao 3º do Campeonato, mas hoje caímos novamente para 5º. As corridas são mesmo assim e desta vez não tivemos sorte. Vi uma aberta e tentei meter o carro, mas o meu adversário fechou a porta e batemos. Fiquei sem direção e com a suspensão danificada, pelo que tivemos que abandonar na escapatória. De qualquer modo acho que fizemos um bom Campeonato com seis subidas ao Pódio e estivemos na luta quase até final, mesmo com todas as adversidades que foram surgindo. Aproveito para felicitar o Giovanni Venturini pelo título, pois sem duvida que com a regularidade que conseguiu manter, demonstrou estar muito forte esta época”, comentou Miguel Ramos logo após a o término da corrida desta tarde em Barcelona e consequente final do Campeonato.

Classificação final do International GT Open 2017

1 – Giovanni Venturini (Lamborghini) - 114 pts

2 – Fran Rueda / Victor Bouveng (BMW) – 106 pts

3– Alberto Costa / Philipp Frommenwiller (Lexus) – 98 pts

4 – Thomas Biaggi (Lamborghini) – 92 pts

5 – Miguel Ramos / Mikkel Mac (Ferrari) – 90 pts

 

LIQUI MOLY É NOTICIA

Novidade da LIQUI MOLY para Opel, Vauxhall e General Motors

O Special Tec DX1 é um óleo especial para os novos motores a gasolina da Opel, Vauxhall e General Motors

 

 

Com o Special Tec DX1, a LIQUI MOLY coloca no mercado um óleo que será necessário para os novos motores a gasolina da Opel, Vauxhall e General Motors. Para além das funções habituais de um óleo de motor – lubrificar, limpar, refrigerar e proteger contra a corrosão – cabe a este óleo resolver um problema muito especial.

Muitos motores de tamanho reduzido, bem como grandes motores de alta compressão com injeção direta de combustível, estão sujeitos a um risco acrescido de pré-ignição a baixas rotações (LSPI – low speed pre-ignition). Quando isso acontece, a mistura ar/gasolina entra em ignição na câmara de combustão ainda antes de haver uma faísca de ignição. Esta situação pode levar a uma combustão detonante e causar problemas graves no motor. Ainda não se sabe bem como ocorre este fenómeno. A sujidade no interior do motor tem um papel tão importante como a má qualidade do combustível. Descobriu-se que este risco pode ser reduzido com a utilização de um óleo de motor especial. Por isso, a Opel, a Vauxhall e a General Motors recomendam esse tipo de óleo para determinados modelos.

O Special Tec DX1 da LIQUI MOLY é um desses óleos. Além disso, satisfaz os requisitos da norma Dexos 1 de segunda geração da General Motors. Outros construtores como a Chrysler, Ford, Kia, Honda, Hyundai, Mazda, Nissan e Toyota exigem óleos com estas características para alguns dos seus modelos. O Special Tec DX1 destina-se exclusivamente a determinados motores a gasolina e não pode ser utilizado em motores a gasóleo.

Um óleo especial que previne problemas de ignição em alguns motores: isto demonstra que, atualmente, os óleos de motor já não são meros lubrificantes substituíveis, mas sim peças sobressalentes líquidas e altamente especializadas perfeitamente adaptadas a cada tipo de motor. 

 

CAMPEONATO MUNDO DE RALIS

Rali de Gales/GB 

 KRIS MEEK SEMPRE RÁPIDO ATÉ AO FINAL
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Segundos classificados na Power Stage do Rali de Gales/GB, Kris Meeke e Paul Nagle voltaram a mostar o elevado desempenho do Citroën C3 WRC em terra. A formação do Citroën Total Abu Dhabi WRT conquistou o sétimo lugar da classificação geral final.
 
 
{ A terceira, e última, etapado Rali de Gales/GB assemelhou-se a um sprint, com cinco Especiais que totalizaram apenas 42 km. O percurso compreendeu duas passagens em Alwen (ES17/20) e Brenig (ES18/21), intercaladas pela Especial de Gwydir (ES19.
 
{ Sétimo, com vinte segundos de face face ao seu antecessor, Kris Meeke abordou este último dia de prova com ambições moderadas. O objetivo era, acima de tudo, chegar ao fim e consolidar a posição nos lugares cimeiros.
 
{ Também Craig Breen nada tinha a ganhar em arriscar nesta terceira etapa, dado que já se encontrava fora dos pontos devido a ter abandonado na primeira etapa (voltou à prova no sábado em Rali2).
 
{ Mesmo assim, Kris Meeke esteve em evidência durante a segunda metade da manhã. Terceiro na Especial de Gwydir e, depois, quinto em Alwen 2, Meeke acabou mesmo por rubricar o segundo melhor tempo na Power Stage. O C3 WRC nº9 conservou, assim, o seu sétimo lugar à chegada do rali.
 
{ Para Craig Breen e Scott Martin, a manhã foi igualmente positiva, com um quinto melhor tempo e dois sextos melhores tempos. Durante a manhã, o irlandês e o seu co-piloto inglês subiram dois lugares na classificação, terminando rali em 15º lugar. 
 
{ Fazendo a sua prova num ritmo comedido, Khalid Al Qassimi e Chris Patterson chegaram também à cidade costeira de Llandudno, onde estava instalado o final da prova.   
 
 
 
 
O QUE ELES DISSERAM…
 
KRIS MEEKE: “Normalmente, não me contentaria com um sétimo lugar. Mas é preciso ter em conta que, este fimde-semana, e sem menosprezar a sua performance, Elfyn Evans parecia estar a disputar um outro rali que não o nosso. A grande batalha dizia principalmente respeito à luta pela segunda posição, e nós acabámos por andar bastante tempo
 
 

a uns trinta segundos dessa posição, integrados num grupo muito fechado e competitivo. Ontem fiz um pequeno erro, mas isso não veio alterar a minha satisfação. Há já muito que não me sentia tão à vontade neste tipo de piso, do princípio ao fim do rali.”
 
CRAIG BREEN: "Depois do nosso ligeiro erro de quinta-feira, a nossa prova nunca mais foi a mesma, mas terminamos este fim-de-semana numa nota positiva. Penso que hoje conseguimos, mais uma vez, andar bastante depressa, e isso comprova que estamos no caminho certo. Tudo isto deixa-me bastante confiante para o último rali. Na Austrália, mas também para a próxima temporada."
 
KHALID AL QASSIMI: "Foi um fim-de-semana bastante difícil, durante o qual acabei por redescobrir este tipo de tipo. Pelo que disseram os outros pilotos, o percurso desta edição estava particularmente escorregadio. Além disso, abri a estrada em duas etapas e isso só veio dificultar ainda mais as coisas. Quero agradecer à equipa e aos engenheiros, pelo seu grande esforço. Penso que os dados recolhidos durante este fim-de-semana vão fazer-nos progredir ainda mais no futuro."
 
 
RALI  DE GALES/GB
CLASSIFICAÇÃO GERAL (provisória) – DIA 3 (Final) 
1. Evans / Barritt (Ford Fiesta WRC) 2h57’00’’6  2. Neuville / Gilsoul (Hyundai i20 WRC) +37’’3 3. Ogier / Ingrassia (Ford Fiesta WRC) +45’’2 4. Mikkelsen / Jaeger (Hyundai i20 WRC) +49’’8 5. Latvala / Anttila (Toyota Yaris WRC) +50’’3  6. Tanak / Jarveoja (Ford Fiesta WRC) +1’02’’3  7. Meeke / Nagle (Citroën C3 WRC) +1’20’’5  8. Paddon / Kennard (Hyundai i20 WRC) +2’16’’3 9. Lappi / Ferm (Hyundai i20 WRC) +2’46’’5 10. Sordo / Marti (Hyundai i20 WRC) +3’50’’5 ... 15. Breen / Martin (Citroën C3 WRC) +12’58’’7 ... 22. Al Qassimi / Patterson (Citroën C3 WRC) +18’08’’2 
 

 

MEGA RACE NO DISCOVERY

 

OS PROTAGONISTAS DE 'CORRIDAS ILEGAIS' E DE 'FAST N'LOUD' ENFRENTAM-SE NUMA SUPER COMPETIÇÃO: A MEGA RACE

 

Os mais autênticos pilotos e construtores do Discovery Channel decidiram medir forças numa competição feroz, em terreno neutro: a localidade de Fontana, na Califórnia. No dia 2 de novembro, os rapazes de 'Corridas Ilegais', de Oklahoma City e a equipa de 'Fast n'Loud', de Dallas, terão de ter a postos os seus velozes carros para vencer a corrida, conquistar 60 mil dólares e reclamar o triunfo na 'Megarace'. 


IMAGENS E VÍDEOS | https://discovery.box.com/s/kme9hxxjv9iyskloys9hffooew6xe8vz

 

Os mais velozes pilotos de rua da cidade de Oklahoma conseguiram construir uma reputação sólida graças ao programa 'Corridas Ilegais', no Discovery Channel. Por isso não é de estranhar que, na quarta temporada da série,  Big Chief e o resto dos condutores da "lista" recebam a visita de aspirantes a pilotos, vindos de todo o país, que querem mostrar os seus carros e habilidade para conduzir.

Mas os pilotos da "lista" vão ter adversários à altura: liderados por Richard Rawlings e Aaron Kauffman, os rapazes da oficina "Gas Monkey", em Dallas serão os rivais numa feroz e apaixonante competição, a Megarace.

 

Vamos saber, a 2 de novembro, no Discovery Channel, quem tem os melhores pilotos e construtores de carros: os protagonistas de "Corridas Ilegais" ou os rapazes de "Fast n´Loud".

 

O prémio, para além do triunfo e do título de campeão da Megarace, será de 60 mil dólares. Para a realização da prova foi escolhido um terreno neutro: a localidade de Fontana, na Califórnia, onde ambas as equipas darão tudo para construir o melhor veículo para se coroarem "reis da velocidade" no Discovery Channel.

 

O programa começará com as duas equipas a caminho da Califórnia, recordando os dias de preparação antes de atacarem a corrida. Quando os pilotos de "Corridas Ilegais" aceitaram medir forças com os de "Fast n'Loud" já sabiam que, para conseguirem levar a cabo esta tarefa, teriam de concentrar esforços para ter os melhores carros. Assim, na preparação para esta inédita competição, veremos como Farmtruck e AZN começam a trabalhar para enfrentar Aaron Kauffman, o mecânico de Gas Monkey. Mas depressa se darão conta que fizeram uma escolha errada em relação ao carro...

Big Chief e Shawn, que também andam à procura do carro perfeito, ficarão um pouco desanimados porque o que querem é quase impossível de encontrar. Para além disso, Big Chief ouve rumores sobre o carro que está a ser preparado por Richard, um bólide de potência desmesurada que os deixa ainda mais sem ânimo.

 

Com apenas uma semana para construir os carros, a equipa de Midwest Streetcars terá de dar tudo para que os veículos estejam prontos para competir. Farmtruck e AZN conseguirão fazer com o que o carro seja suficientemente rápido para correr perante os rapazes de Gas Monkey, mas Big Chief, Shawn e os restantes membros da equipa não terão vida fácil, já que não têm a experiência suficiente na construção de carros em contrarrelógio e é possível que não terminem a tempo.

 

De regresso à estrada, rumo a Fontana, Chuck, de 'Corridas Ilegais' e Mike e Charles, de ‘Fast N’Loud’ dar-nos-ão as suas opiniões sobre as equipas e os carros que vão competir. Pouco depois, quando os rapazes de Midwest Street Cars e os da Gas Monkey Garage finalmente se encontram, Big Chief e Richard anunciam as regras estabelecidas para a construção dos carros. A conversa não será amigável e o ambiente vai aquecer, ao ponto de a prova quase ser cancelada. Entretanto, Farmtruck e AZN, que estão prontos para correr, têm de esperar por Aaron, que esteve a terminar o seu carro e que ainda não chegou à Califórnia.

 

Finalmente chegará o grande momento. Todos estão a postos: mãos no volante e pé no acelerador para ver quem ganhará a primeira 'Megarace' do Discovery Channel.


‘Mega Race’ estreia a 2 de novembro, a partir das 21 horas no Discovery Channel. 

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

#4TheTeam – Lewis Hamilton vence o 4º título da sua carreira no ano em que os Silver Arrows vencem também o seu 4º título consecutivo no Mundial de Construtores

  • Valtteri Bottas terminou ontem o Grande Prémio do México na 2ª posição, o seu melhor resultado no Circuito Hermanos Rodríguez  e o seu 20ª pódio na Fórmula 1;
  • Depois do acidente na primeira volta, Lewis Hamilton terminou a corrida na 9ª posição;
  • Lewis Hamilton (333 pontos) lidera o Mundial de Pilotos por 56 pontos para Sebastian Vettel (277 pontos) quando faltam apenas duas provas para o final da época de 2017;
  • Valtteri Bottas (262 pontos) encontra-se a 15 pontos da segunda posição, com 50 pontos ainda em disputa até ao final da temporada;
  • Depois de ter alcançado o título de Construtores na semana passada, em Austin, Texas, a Mercedes-AMG Petronas Motorsport (595 pontos) lidera por 140 pontos para a Ferrari o Campeonato de Construtores;
  • O resultado de ontem confirmou o pódio Nº 290 para a equipa da Mercedes-Benz na Fórmula 1.a480 Copya481 Copya482 Copya483 Copy

 

BELL&ROSS COM NOVIDADES

 

Transparência com o BR-X1 Skeleton Tourbillon Sapphire

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O lançamento do BR-X1 Chronograph Tourbillon Sapphire, no ano passado, marcou um novo capítulo na saga da Bell & Ross. Foi uma aventura relojoeira que enfatizou conceitos como a tecnologia de ponta, a criatividade, a performance mecânica e, dessa forma, a sedução. Hoje, a Bell & Ross continua a testar os limites da alta relojoaria ao criar um excecional novo modelo, o BR-X1 Skeleton Tourbillon Sapphire, que leva o desafio da transparência ao extremo.

Adicionalmente à performance de topo, a safira confere singularidade e beleza. A caixa em safira é como uma imagem de raios x, através da qual é possível visualizar a estrutura e compreender a montagem, permitindo olhar diretamente para o coração do movimento. Ao relevar a alma deste relógio único, o espetáculo torna-se mágico.

O contador das horas está descentralizado e posicionado sobre o barrilete, deixando livre a gaiola do turbilhão e revelando melhor a beleza mecânica do movimento. A Bell & Ross concebeu um turbilhão voador que parece flutuar com extrema leveza, tornando este poderoso instrumento de tempo ainda mais mágico. Herdeiro das tradicionais técnicas relojoeiras, mas altamente contemporâneo em termos de design e de acabamentos, o esqueleto reduz a mecânica ao essencial, para esplendor da transparência.

Este relógio excecional, lançado numa edição limitada a oito peças, é feito com cinco blocos de safira, cuidadosamente esculpidos antes de serem montados e aparafusados de forma precisa de delicada. Combina os códigos fundamentais da marca com o requinte técnico e estético.

O BR-X1 Skeleton Tourbillon Sapphire consegue assim revelar os segredos do tempo.

 

 

BR-X1 Skeleton Tourbillon Sapphire

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

FACE_BR-X1-Tourbillon-Skeleton-Sapphire (1)

Movimento: calibre BR-CAL.288. Turbilhão esqueleto de corda manual. 20 Rubis, 21 600 alt./h. Reserva de marcha de 100 horas.

Funções: horas e minutos. Turbilhão voador às 6h.

Caixa: diâmetro de 45 mm. Safira.

Mostrador: esqueleto. Indexes com Superluminova®. Ponteiros das horas e dos minutos metálicos esqueletizados, revestidos com Superluminova®.

Vidro: safira com tratamento antirreflexo.

Bracelete: borracha translúcida.

Fecho: fivela. Aço polido acetinado.

 

PEDRO ALVES É CAMPEÃO NA LEGENDS CUP

Foto de Pedro Alves Race Page.
 

Custa um pouco a acreditar... mas somos Bi-Campeões! Não só nos L2000 mas também nos PH99!
Infelizmente após a corrida uma irregularidade (algo irrelevante, que... não lhe traria qualquer vantagem) no BMW do Paulo levou à sua exclusão. Sendo assim, a porta ficou aberta e passamos para a frente do campeonato também em PH99! Tenho plena consciência de que não tinhamos quaisquer argumentos para lutar pelo campeonato com ele, mas o azar de uns é a sorte de outros e neste caso a sorte sorriu-nos. Um grande abraço Paulo, em condições normais quem acompanha sabe que este campeonato era teu!

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

PORTIMÃO 2017

 

Pequeno grupo de alegria Copyalex Copyarnaldo Copyaurora1 Copyimagens da autoria do nosso amigo e colaborador Nuno Organista.

 

Fotos de NUno Organista em Portimão - www.velocidadeonline.com

 

BAJA PORTALEGRE 2017

 

Edgar Reis com estreia positiva na Baja Portalegre 500

 

A 31.ª edição da Baja Portalegre 500 marcou a estreia absoluta de Edgar Reis no Campeonato Nacional de TT. O piloto de Famalicão cumpriu o objetivo e chegou ao final da (duríssima) prova alentejana, terminando no top 4 da categoria T8 com o Toyota RAV4.

 

O piloto do Team Transfradelos, que chegou a ser campeão nacional de Montanha na categoria GT, trocou esporadicamente o Porsche 911 GT3 Cup pelo Toyota RAV4 do Team Transfradelos, com o qual já tinha participado anteriormente nas famosas 24 Horas TT de Fronteira. Acompanhado pelo navegador Jorge Lopes, Edgar Reis foi evoluindo o seu ritmo à medida que descobria as exigências de uma prova com a extensão e a dureza da Baja Portalegre 500, uma das mais emblemáticas provas de TT da Europa.

 

Edgar Reis chegou a rodar no 3.º lugar da categoria T8, reservada a veículos que já perderam homologação, vindo a terminar no 4.º posto da categoria e no 7.º lugar da classificação geral da prova Nacional.

 

“Foi uma experiência diferente, dura e exigente mas também muito positiva”, referiu Edgar Reis no final “Obviamente que não estava habituado a este tipo de provas, com muitos quilómetros e com pisos extremamente duros. Como este ano choveu muito pouco, o piso estava mesmo muito degradado em algumas zonas e isso obrigou-nos a um grande esforço físico para chegar ao final, principalmente no Setor Seletivo de 205 quilómetros. O carro esteve impecável em termos de fiabilidade e recolhemos ensinamentos importantes caso queiramos repetir esta presença no futuro. Mesmo para um estreante, é impossível ficar indiferente ao público de Portalegre e vimos de facto milhares e milhares de pessoas espalhadas pelo percurso”, concluiu o piloto de Famalicão.

 

Agora, o Team Transfradelos vai preparar a sua participação na edição de 2017 das 24 Horas TT de Fronteira, onde Edgar Reis vai voltar a pilotar o Toyota RAV4 integrado numa formação de pilotos que será oportunamente anunciada.

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CAMPEONATO MUNDO DE RALIS

 

Rali de Gales/GB (26-29 de outubro de2017)  – Dia 3

 

KRIS MEEK SEMPRE RÁPIDO ATÉ AO FINAL

Segundos classificados na Power Stage do Rali de Gales/GB, Kris Meeke e Paul Nagle voltaram a mostar o elevado desempenho do Citroën C3 WRC em terra. A formação do Citroën Total Abu Dhabi WRT conquistou o sétimo lugar da classificação geral final.

 

 

{  A terceira, e última, etapado Rali de Gales/GB assemelhou-se a um sprint, com cinco Especiais que totalizaram apenas 42 km. O percurso compreendeu duas passagens em Alwen (ES17/20) e Brenig (ES18/21), intercaladas pela Especial de Gwydir (ES19.

 

{  Sétimo, com vinte segundos de face face ao seu antecessor, Kris Meeke abordou este último dia de prova com ambições moderadas. O objetivo era, acima de tudo, chegar ao fim e consolidar a posição nos lugares cimeiros.

 

{  Também Craig Breen nada tinha a ganhar em arriscar nesta terceira etapa, dado que já se encontrava fora dos pontos devido a ter abandonado na primeira etapa (voltou à prova no sábado em Rali2).

 

{  Mesmo assim, Kris Meeke esteve em evidência durante a segunda metade da manhã. Terceiro na Especial de Gwydir e, depois, quinto em Alwen 2, Meeke acabou mesmo por rubricar o segundo melhor tempo na Power Stage. O C3 WRC nº9 conservou, assim, o seu sétimo lugar à chegada do rali.

 

{  Para Craig Breen e Scott Martin, a manhã foi igualmente positiva, com um quinto melhor tempo e dois sextos melhores tempos. Durante a manhã, o irlandês e o seu co-piloto inglês subiram dois lugares na classificação, terminando rali em 15º lugar.

 

{  Fazendo a sua prova num ritmo comedido, Khalid Al Qassimi e Chris Patterson chegaram também à cidade costeira de Llandudno, onde estava instalado o final da prova.  

 

 

 

 

O QUE ELES DISSERAM…

 

KRIS MEEKE:Normalmente, não me contentaria com um sétimo lugar. Mas é preciso ter em conta que, este fim-de-semana, e sem menosprezar a sua performance, Elfyn Evans parecia estar a disputar um outro rali que não o nosso. A grande batalha dizia principalmente respeito à luta pela segunda posição, e nós acabámos por andar bastante tempo a uns trinta segundos dessa posição, integrados num grupo muito fechado e competitivo. Ontem fiz um pequeno erro, mas isso não veio alterar a minha satisfação. Há já muito que não me sentia tão à vontade neste tipo de piso, do princípio ao fim do rali.

 

CRAIG BREEN: "Depois do nosso ligeiro erro de quinta-feira, a nossa prova nunca mais foi a mesma, mas terminamos este fim-de-semana numa nota positiva. Penso que hoje conseguimos, mais uma vez, andar bastante depressa, e isso comprova que estamos no caminho certo. Tudo isto deixa-me bastante confiante para o último rali. Na Austrália, mas também para a próxima temporada."

 

KHALID AL QASSIMI: "Foi um fim-de-semana bastante difícil, durante o qual acabei por redescobrir este tipo de tipo. Pelo que disseram os outros pilotos, o percurso desta edição estava particularmente escorregadio. Além disso, abri a estrada em duas etapas e isso só veio dificultar ainda mais as coisas. Quero agradecer à equipa e aos engenheiros, pelo seu grande esforço. Penso que os dados recolhidos durante este fim-de-semana vão fazer-nos progredir ainda mais no futuro."

 

 

RALI  DE GALES/GB

CLASSIFICAÇÃO GERAL (provisória) – DIA 3 (Final)  

1. Evans / Barritt (Ford Fiesta WRC) 2h57’00’’6

2. Neuville / Gilsoul (Hyundai i20 WRC) +37’’3

3. Ogier / Ingrassia (Ford Fiesta WRC) +45’’2
4. Mikkelsen / Jaeger (Hyundai i20 WRC) +49’’8

5. Latvala / Anttila (Toyota Yaris WRC) +50’’3

6. Tanak / Jarveoja (Ford Fiesta WRC) +1’02’’3

7. Meeke / Nagle (Citroën C3 WRC) +1’20’’5

8. Paddon / Kennard (Hyundai i20 WRC) +2’16’’3
9. Lappi / Ferm (Hyundai i20 WRC) +2’46’’5
10. Sordo / Marti (Hyundai i20 WRC) +3’50’’5
... 15. Breen / Martin (Citroën C3 WRC) +12’58’’7
... 22. Al Qassimi / Patterson (Citroën C3 WRC) +18’08’’2



 

 

 

 

WRC 2017 / CLASSIFICAÇÕES

PILOTOS

1. Sebastien Ogier - 215 pontos

2. Thierry Neuville - 185 pontos

3. Ott Tanak - 167 pontos
4. Jari-Matti Latvala - 136 pontos

5. Elfyn Evans - 118 pontos

6. Dani Sordo - 95 points
7. Juho Hanninen - 71 pontos
8. KRIS MEEKE - 70 pontos
9. CRAIG BREEN - 64 pontos
10. Hayden Paddon - 59 pontos
11. Andreas Mikkelsen - 52 pontos
12. Esapekka Lappi - 51 points
13. STEPHANE LEFEBVRE - 30 pontos

14. Teemu Suninen - 29 pontos
15. Mads Ostberg - 29 pontos

 

CONSTRUTORES

1. M-Sport WRT - 398 pontos

2. Hyundai Motorsport - 305 pontos

3. Toyota Gazoo Racing WRT - 244 pontos
4. Citroën Total Abu Dhabi WRT - 214 pontos

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BAJA PORTALEGRE 2017

 

Tiago Reis acumulou primeiros quilómetros competitivos com Mitsubishi Racing Lancer

 

A Baja Portalegre 500 marcou a estreia de Tiago Reis ao volante do Mitsubishi Racing Lancer e tendo Mário Castro como navegador. Um problema de caixa obrigou a dupla a desistir no sábado mas os primeiros quilómetros com o novo carro deixaram boas indicações para 2018.

 

Tiago Reis apostava sobretudo em terminar a clássica alentejana para acumular experiência ao volante do Mitsubishi Racing Lancer, carro recentemente adquirido à equipa do pluricampeão nacional Miguel Barbosa.

 

Na sexta-feira, Tiago Reis e Mário Castro terminaram o dia num positivo 11.º lugar da geral absoluta, onde estavam vários concorrentes internacionais da prova FIA. No sábado, a dupla do Team Transfradelos continuou a evoluir o seu andamento e já tinha ultrapassado vários concorrentes em pista quando a caixa de velocidades do Racing Lancer cedeu.

 

“O nosso único objetivo era chegar ao final da prova e, por isso, ser obrigado a abandonar quando até estávamos a lutar pelos lugares da frente foi um momento frustrante”, afirmou Tiago Reis. “Este foi exatamente o mesmo problema que aconteceu ao Miguel (Barbosa) em Portalegre no ano passado e a Sadev (ndr, fabricante de transmissões) já levou a caixa de velocidades para França para ver o que aconteceu e resolver definitivamente o problema. Ainda assim, fizemos ao todo cerca de 190 quilómetros com o carro e senti-me bem, sempre a evoluir. Acima de tudo recolhemos dados importantes para preparar bem a próxima época. Quero agradecer o trabalho do Mário Castro nesta prova e de toda a equipa ao longo da época. Este ano fomos afetados por vários problemas mas acredito que, com tempo e com uma preparação adequada nos próximos meses, vamos poder mostrar o nosso potencial em 2018”, concluiu Tiago Reis, que no ano passado foi o melhor rookie do CNTT.a476 Copy

 

LEGEND´S CUP EM PORTIMÃO

 

LCC 

Henrique Jordão (Volvo S60) arrancou muito bem e colocou-se em primeiro. Paulo Sousa (BMW M3 E36) rodava colado e ganhava a primeira posição ainda na primeira volta.

O terceiro posto era muito discutido e Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) José Meireles (Toyota Carina E) e passavam Pedro Alves (Citroen Saxo) que não descolava da traseira do Carina E.

Nos FEUP lutas bem interessantes marcavam a prova

Nos Alfa-Romeo 156, André Martins era o primeiro e trazia António Ferreira a menos de meio segundo.

Com a corrida a meio, Gonçalo Rodrigues lançou o ataque que lhe permitia ultrapassar os dois da frente a acabar a corrida em primeiro.

Recorde-se que no Sábado Rodrigues venceu, mas foi desclassificado após as verificações técnicas, por inconformidades no Alfa-Romeo 156.

Nos Fiat Punto Filipe Marques e André Tavares discutiam a primeira posição. Entretanto Miguel Rodrigues colava-se aos dois da frente e nas voltas que faltavam ainda os conseguiu ultrapassar e vencer.

Pedro Alves começou a descer na classificação e acabou mesmo por seguir para a box sobre um reboque, com problemas num perno de uma roda.

Paulo Sousa foi o primeiro a cortar a meta, venceu os PH99. Nos PH90 a vitória foi para Sérgio Moutinho (BMW 323i). 

portimao lcc psousa Paulo Sousa (BMW M3 E36) portimao lcc carrinha Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate)

 

NACIONAL DE CLÁSSICOS 2017 TERMINOU EM PORTIMÃO

 

Racing Weekend 2017 terminou esta tarde (Domingo) em Portimão. Foram disputadas as duas últimas corridas da época, pontuáveis para o Campeonato Nacional Legends e ainda para o Nacional de Clássicos e Clássicos 1300.

 portimao podium cncc Pódium CNCC H75 portimao podium1300 Pódium CNCC1300 H75 portimao podium lcc Pódium LCC portimao arnaldo Arnaldo Marques - Vencedor CNCC 1300 - H71 

CNCC + CNCC 1300

João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) partiu como uma bala, da sexta posição da grelha e na curva cinco, o gancho, já estava a discutir o primeiro posto com Joaquim Jorge (Ford Escort) e Rui Alves (Ford Escort). Ainda na primeira volta o Porsche ditou a lei e Macedo e Silva colocou-se na frente. Depois ganhou vantagem e a corrida estava decidida no que à vitória entre os H75 e geral dizia respeito.

Joaquim Jorge e Rui Alves ficavam a discutir o segundo posto, Jorge ia ganhando vantagem, mas Alves nunca o deixou fugir.

Mais para trás, à terceira volta, Jorge Cruz (BMW 323i) comandava os H81, e liderava também um grupo animado, em que Alexandre Guimarães lutava com Joaquim Soares e levava a melhor, numa luta de Lotus Elan. Guimarães era o líder do Grupo 5 e Joaquim Soares era o melhor dos H71

Pouco depois, na curva três o motor do Lotus de Soares “calava-se” e perdia várias posições, já só lhe restava tentar recuperar. Conseguiu chegar a 13º

Alexandre Guimarães subia para quarto por troca com Jorge Cruz que ainda ia perder mais um lugar para Duarte Fraga, que viria a vencer o Grupo 5, depois de ultrapassar Alexandre Guimarães.

Problemas de autoblocante do BMW de Cruz explicavam o desempenho menos bom na segunda metade da corrida, mas mesmo assim, não perdia o primeiro lugar dos H81. Fernando Xavier (WV Sirocco) era segundo dos H81.

No Grupo 1, Pedro serrador (BMW 323i) era o homem do momento e João Vieira (Karmann Ghia) ganhava nos H65.

Francisco Pinto perdeu uma roda do BMW 2002 e isso motivava a entrada do Safty Car. A prova terminou sem que o veículo de segurança saísse da pista.

portimao cncc macedo porsche João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) portimao cncc fraga Duarte Fraga (Ford Escort)  

CNCC 1300

Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT) foi o homem do início da corrida. Colocou-se na frente e deixou  Arnaldo Marques (Datsun 1200) e Luís Alegria (Datsun 1200) a discutirem o segundo posto.

À quinta volta Arnaldo Marques subiu para primeiro, por troca com Filipe Nogueira e de seguida era a vez de Luís Alegria apanhar Nogueira e passá-lo.

A partir de meio da corrida era o tempo de Luis Alegria lançar o ataque. Começava a cobiçar a liderança de Arnaldo Marques e depois passava para primeiro, posição em que viria a terminar a prova. Simultaneamente era o vencedor dos H75.

Arnaldo Marques, a nove décimas de Alegria, era segundo, melhor dos H71 e trazia Nogueira a duas décimas.

Em termos de classificação seguiam-se: João Braga (Datsun 1200), Fernando Charais (Datsun 120Y) e José Fafiães que com um motor que não andava montado no Datsum 1200, não conseguia ir mais além. Recorde-se que na sexta-feira partiu e nas corridas nunca teve o motor verdadeiramente competitivo.

portimao cncc1300 alegria Luís Alegria (Datsun 1200) portimao cncc1300 arnaldo Arnaldo Marques (Datsun 1200) portimao cncc1300 nogueira Filipe Nogue

 

VOLVO IMPARÁVEL

 

Volvo Cars não pára de crescer - já são 36% a um trimestre do final do ano

A Volvo Cars anunciou um crescimento mundial das suas vendas e resultados financeiros registados nos três primeiros trimestres de 2017.

De Janeiro a Setembro, o seu lucro operacional foi de 10.445bn de coroas suecas (aproximadamente 1,07 mil milhões de euros) revelando um crescimento de 36,4% em relação ao ano anterior.

Este crescimento regista-se também ao nível da receita líquida que, com 15 mil milhões de euros cresce 18,9% em relação ao período homólogo e  margem de lucro operacional que, com os atuais 7,0% também cresce substancialmente em relação ao valor verificado em 2016, que havia sido 6,1%.

Em nove meses, as vendas subiram 9,0% para um total mundial de 413.472 automóveis.

Este forte crescimento parece indiciar que em 2017, ano em se encontra a celebrar o seu 90º Aniversário, a Volvo Cars irá registar o quarto ano consecutivo sempre a crescer.

 

 

CALHEIROS FERREIRA EM PORTIMÃO

 

Ronda algarvia sempre a crescer para Luís Calheiros Ferreira

 

Piloto teve o melhor resultado na segunda corrida do fim-de-semana

 

Luís Calheiros Ferreira teve um grande desafio na penúltima jornada do Super Seven by Kia. O piloto não entrou da melhor forma na competição na pista algarvia e teve de trabalhar para melhorar volta após volta. Depois do resultado na primeira corrida que não o deixou satisfeito, o piloto recuperou várias posições e alcançou o quarto lugar da competição nacional no confronto que fechou o fim-de-semana.

 

De volta ao Autódromo Internacional do Algarve, Luís Calheiros Ferreira teve um dos maiores desafios da sua carreira enquanto piloto. O regresso à pista situada nos arredores de Portimão não teve o início que o piloto esperava. Sem conseguir a melhor afinação para o seu Super Seven 420R, teve muitas dificuldades em ser rápido e isso traduziu-se em tempos que o deixavam insatisfeito.

 

Ao longo de três dias, em conjunto com os técnicos da CRM Motorsport, tentou melhorar o comportamento do seu carro no traçado algarvio. Na primeira corrida, o trabalho desenvolvido não chegou para que Luís Calheiros Ferreira se sentisse à vontade e com capacidade para ser mais rápido. No final, conseguiu acabar no sexto posto.

 

Para a última corrida, as mudanças nas afinações do 420R resultaram e o piloto teve maior margem para arriscar. Fez uma prova de trás para a frente e fechou no quarto lugar nacional. “Foi uma jornada estimulante, não pela velocidade, mas pelo desafio que tivemos. No início não conseguia ser rápido e isso é frustrante. Mas a CRM Motorsport fez um excelente trabalho para a segunda corrida e tudo mudou. Andei mais depressa e consegui terminar melhor classificado. Na primeira rodei no segundo sete, enquanto na segunda andei no segundo dois. É da noite para o dia”, explicou o piloto.

 

Concluída a ronda algarvia do Super Seven by Kia, Luís Calheiros Ferreira faz uma pausa de duas semanas na competição. O piloto regressa ao seu 420R entre os dias 10 e 12 de Novembro, nas corridas integradas no Estoril Racing Festival.

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RALI DE AGUEDA - SEGUNDO BERNARDO PÓVOAS

RALI DE AGUEDA

 

SEGUNDO BERNARDO PÓVOAS

 

Umas horas depois já se pode fazer o balanço do Rally de Águeda

Infelizmente a transmissão do Skoda decidiu entregar a alma ao criador na PEC 4 e a equipa fez apenas 3 das 6 PEC. O rally era "apenas um teste" mas o objetivo era acabar, e na melhor classificação possível.

Venha o próximo, seja ele onde for...

...

 

 

HAAS NO G.P.DO MÉXICO

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do México (Round 18 de 20)

Data:  Sábado, 28 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México

Layout:  4,304 quilómetros, 17 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  19,7-22,2ºC

Temperatura da pista:  43-49,9ºC

Pole-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m16,488s – novo recorde)

Resultado:  Kevin Magnussen qualificou-se em 18º/ Romain Grosjean qualificou-se em 19º

NOTA:  Devido às penalizações de outros pilotos, Magnussen alinhará no 16º lugar e Grosjean no 17º.

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Magnussen:  18º (1m19,443s)

Grosjean:  19º (1m19,473s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m17,518s)

Cutoff:  15º Lance Stroll da Williams (1m18,902s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Piloto mais rápido:  Max Verstappen da Red Bull (1m16,524s)

Cutoff:  10thº Sergio Perez da Force India (1m17,868s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pol-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m16,488s)

Segundo:  Max Verstappen da Red Bull (1m16,574s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 team, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, qualificaram-se em décimo oitavo e décimo lugares, respectivamente, para o Grande Prémio do México, que se realiza este domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez. No entanto, com as penalizações sofridas por outros, Magnussen arrancará de décimo sexto e Grosjean de décimo sétimo.

 

As dificuldades de sexta-feira fizeram-se sentir no sábado, tendo nenhum dos pilotos avançado para a Q2. Enquanto procuravam aderência ao longo do circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas, não conseguiram ficar entre os quinze primeiros para passar à Q2.

 

Magnussen registou o décimo oitavo crono, 1m19,443s. Grosjean ficou logo atrás do seu colega de equipa, em décimo nono, 1m19,473s. Ambos os pilotos usaram pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacios.

 

Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, assegurou a pole-position para o Grande Prémio do México. A sua melhor volta, 1m16,488s deixou o segundo classificado, Max Verstappen da Red Bull, a 0,086s, batendo o recorde do Autódromo Hermanos Rodríguez. Foi a quinquagésima pole-position na Fórmula 1 de Vettel, a sua quarta da temporada e primeira no Grande Prémio do México.

 

Antes de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres.

 

Magnussen completou dezanove voltas e registou o décimo quarto crono, 1m19,205s, alcançada na décima sexta volta. Grosjean registou vinte e duas voltas e alcançou o seu tempo na vigésima segunda – 1m19,586s, o que o colocou no décimo sétimo posto.

 

Verstappen foi o mais rápido da terceira sessão, tendo a sua melhor volta, 1m17,112s, deixando o segundo mais rápido, Lewis Hamilton da Mercedes, a 0,075s.

 

 

 

Temos tido um fim-de-semana difícil. Ontem não rodámos nada, portanto, é claro que não temos performance. Tive uma volta de saída muito fraca no final, devido ao muito tráfego, portanto, tinha alguns décimos para ganhar, mas nem isso nos colocaria onde deveríamos estar. Não há desculpas. Temos um motor Ferrari de 2017, que é mais potente que os da Sauber. Temos que trabalhar e temos que encontrar uma forma de tornar o carro mais rápido em circuitos onde temos que usar o máximo de apoio aerodinâmico. Serão setenta e um voltas com uma carro difícil de pilotar. Tudo é possível. Não quero ser demasiado positivo, ao dizer que tudo será fantástico, mas nunca sabemos o que pode acontecer. É um circuito duro e o arrefecimento será um problema para todos. O travões vão oferecer dificuldades. Em Singapura, não era suposto marcarmos pontos e marcámos. Existe sempre esperança, mas será decididamente uma corrida difícil.”

 

 

 

Suspeitávamos que este fim-de-semana era difícil. É evidente que não fomos muito rápidos na qualificação. A pista é o nosso calcanhar de Aquiles. Era esperado, mas ainda assim é desapontante. Temos que dar o máximo. As dificuldades surgem de um conjunto de coisas. Diria que o facto de o ar ser tão rarefeito obriga a que todos tenham que arrefecer o carro muito mais, abrir os sistemas de arrefecimento dos travões, motor, água, tudo. Quando fazemos isso, perdemos e, desta vez, parece ser muito mau. Vamos ver se conseguimos lutar amanhã e, pelo menos, dar o máximo e ver até onde podemos ir. Espero que o nosso ritmo de corrida possa ser um pouco melhor que o de qualificação.”

 

 

 

Terminámos onde temíamos terminar, há alguns dias atrás. Sabíamos que iriamos ter dificuldades com altitude, com o nosso pacote aerodinâmico. Portanto, já esperávamos, mas nunca é fácil de aceitar. Temos apenas que melhorar.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

WTCC 2017 - JAPÃO

 

MICHELISZ IS WTCC RAINMASTER FOR HONDA IN JAPAN

RACE REPORT: FIA WTCC JVCKENWOOD Race of Japan, 27-29 October 2017
FIA World Touring Car Championship 2017: Rounds 15 and 16 of 20

*Hungarian remains firmly in title battle as wide-open season continues
*Björk and Volvo Polestar top Drivers’ and Manufacturers’ standings
*Chilton claims Opening Race triumph for Sébastien Loeb Racing

Norbert Michelisz bagged a vital home win for Honda at WTCC JVCKENWOOD Race of Japan today to remain firmly in contention for the FIA World Touring Car Championship crown. With four races left and a maximum of 120 points up for grabs, the Castrol Honda World Touring Car Team driver trails Polestar Cyan Racing’s Thed Björk by 16.5 points with Nicky Catsburg, Björk’s Volvo team-mate just 2.5 points behind Michelisz in third after two rain-hit races at Twin Ring Motegi.

Tom Chilton maintained his advantage at the top of the WTCC Trophy table – plus an outside shot at the overall crown – by winning the Opening Race outright for Sébastien Loeb’s team. Yann Ehrlacher and Esteban Guerrieri – Tiago Monteiro’s stand-in at Honda – completed the Opening Race podium, as Catsburg and Néstor Girolami joined Michelisz in the Main Race top three.

While the rain made for difficult driving conditions, it contributed to an action-packed Opening Race, which marked Kevin Gleason’s first reverse-grid pole. Although the American led away from the front, he couldn’t make it stick, sliding wide at the first turn and allowing Chilton into a lead he wouldn’t lose as Björk and Guerrieri engaged in a thrilling battle for third.

Catsburg and Girolami were penalised with drive-through penalties for contact with Ryo Michgiami and Michelisz respectively and finished down the order as a result. But having started at the back of the grid due to a pre-event engine change, Michigami’s capture of the final Opening Race point was the least he deserved.

And although the Main Race ended in retirement for the Japanese driver when he skated into a gravel trap following a brake issue, he was at least able to celebrate a career-high fifth in qualifying, as well as joining team-mates Guerrieri and Michelisz in giving Honda victory in WTCC MAC3 for the second time in 2017 earlier in the day.

Mehdi Bennani hit back from a frustrating WTCC Race of China weekend by winning the WTCC Trophy in the Main Race ahead of Ehrlacher and Gleason. The Moroccan had earlier claimed third in class in fifth overall in the Opening Race. Ex-WTCC champion Rob Huff, had to settle for a best result of eighth in the Opening Race after he was eliminated in the first phase of qualifying. John Filippi was ninth in the Opening Race while Tom Coronel, Filipe de Souza, Dániel Nagy and Zsolt Dávid Szabó finished both counters. Kris Richard, competing as his prize for winning the 2016 FIA European Touring Car Cup, impressed on his debut by scoring twice in the WTCC Trophy.

While the Opening Race ran to its scheduled 11 laps, worsening weather and track conditions meant part of the Main Race ran behind the Volvo V60 Polestar safety car with the race stopped after the leader had completed 10 laps, the amount required for full points to be awarded.

RACE WINNER QUOTES (full transcript soon at http://media.fiawtcc.com)
Tom Chilton (Opening Race winner): “The Opening Race was fantastic. We did a couple of tweaks to the car after qualifying and the circuit came to us perfectly. I was saying on the radio to the boys what a great job we’ve done with the chassis because I was so consistent, I can do the same tenth of a second every single lap because it’s so easy to drive and that's all credit to the team and the engineer. I really enjoyed driving the car. I kept thinking I should start lifting a bit but then I though I quite fancied a watch [for winning the TAG Heuer Best Lap Trophy]!”

Norbert Michelisz (Main Race winner): “It was quite tough. The intensity of the rain increased for the Main Race and there was some aquaplaning. But to be honest it was not that bad. Of course if you are sitting in a good car, maybe the best car for these conditions, you underrate the problems others are having. For me, of course, I’m happy because I scored the maximum points possible. I would have loved to have the race continue [without the safety car] because I was able to manage the gap to Nicky. There were some tricky places on the circuit but I was happy with the points. Of course you always want to see the chequered flag but it is how it is sometimes.”

OPENING RACE REPORT

MAIN RACE REPORT

HOME WTCC MAC3 GLORY FOR TEAM HONDA
Honda’s successful start to its home round of the FIA World Touring Car Championship continued with the Japanese make’s trio of factory drivers – Esteban Guerrieri, Norbert Michelisz and Ryo Michigami – claiming victory in the Manufacturers Against the Clock team time trial. They set set a two-lap target of 4m25.354s around the 4.801-kilometre Twin Ring Motegi in heavy rain with Team Volvo unable to to find an answer to Honda’s effort. With Guerrieri – Tiago Monteiro’s temporary stand-in at Castrol Honda World Touring Car Team – taking part in WTCC MAC3 for the first time, the performance was particularly impressive. “Congratulations to the Honda team,” the Argentine said. “I’m getting up to pace in the car and there was a good pace set by Norbi [Michelisz] ahead of me. But it’s tough to follow in the spray, it’s difficult to see anything. It will be challenging in the races later on.” Honda’s triumph means it scores 12 points towards the FIA World Touring Car Championship for Manufacturers with Volvo Polestar adding eight points to its leading total. Team Volvo Polestar’s Nicky Catsburg, Néstor Girolami and Thed Björk were off the Honda pace from the beginning of WTCC MAC3. The trio’s two-lap time was 2.5s down on Honda’s threesome following a no-risk approach in the difficult conditions.

WTCC Trophy Teams’ success for Sébastien Loeb Racing
Sébastien Loeb Racing, the team co-owned by the multiple World Rally champion and WTCC race winner, cannot be caught in the battle for the WTCC Teams’ Trophy title for the second successive season. Maximum points from Tom Chilton and Mehdi Bennani in Japan has put the title beyond doubt with four races remaining. OSCARO-backed John Filippi is also French team’s attack in 2017.

RESULTS/STANDINGS

RACE FACTS: Opening Race DHL Pole Position: Kevin Gleason (LADA Vesta WTCC)
Main Race DHL Pole Position: Norbert Michelisz (Honda Civic WTCC)
TAG Heuer Best Lap Trophy: Tom Chilton (Citroën C-Elysée WTCC) 2m09.388s
NEXT EVENT: FIA WTCC JVCKENWOOD Race of Macau, Circuito da Guia, 16-19 November

 

WTCC Race of Japan Opening Race-jpg WTCC Main Race podium-jpg WTCC Norbert Michelisz-jpg

 

CALHEIROS FERREIRA EM PORTIMÃO

 

Ronda algarvia sempre a crescer para Luís Calheiros Ferreira

 

Piloto teve o melhor resultado na segunda corrida do fim-de-semana

 

Luís Calheiros Ferreira teve um grande desafio na penúltima jornada do Super Seven by Kia. O piloto não entrou da melhor forma na competição na pista algarvia e teve de trabalhar para melhorar volta após volta. Depois do resultado na primeira corrida que não o deixou satisfeito, o piloto recuperou várias posições e alcançou o quarto lugar da competição nacional no confronto que fechou o fim-de-semana.

 

De volta ao Autódromo Internacional do Algarve, Luís Calheiros Ferreira teve um dos maiores desafios da sua carreira enquanto piloto. O regresso à pista situada nos arredores de Portimão não teve o início que o piloto esperava. Sem conseguir a melhor afinação para o seu Super Seven 420R, teve muitas dificuldades em ser rápido e isso traduziu-se em tempos que o deixavam insatisfeito.

 

Ao longo de três dias, em conjunto com os técnicos da CRM Motorsport, tentou melhorar o comportamento do seu carro no traçado algarvio. Na primeira corrida, o trabalho desenvolvido não chegou para que Luís Calheiros Ferreira se sentisse à vontade e com capacidade para ser mais rápido. No final, conseguiu acabar no sexto posto.

 

Para a última corrida, as mudanças nas afinações do 420R resultaram e o piloto teve maior margem para arriscar. Fez uma prova de trás para a frente e fechou no quarto lugar nacional. “Foi uma jornada estimulante, não pela velocidade, mas pelo desafio que tivemos. No início não conseguia ser rápido e isso é frustrante. Mas a CRM Motorsport fez um excelente trabalho para a segunda corrida e tudo mudou. Andei mais depressa e consegui terminar melhor classificado. Na primeira rodei no segundo sete, enquanto na segunda andei no segundo dois. É da noite para o dia”, explicou o piloto.

 

Concluída a ronda algarvia do Super Seven by Kia, Luís Calheiros Ferreira faz uma pausa de duas semanas na competição. O piloto regressa ao seu 420R entre os dias 10 e 12 de Novembro, nas corridas integradas no Estoril Racing Festival.a474 Copy

 

LEGEND´S CUP EM PORTIMÃO

 

LCC 

Henrique Jordão (Volvo S60) arrancou muito bem e colocou-se em primeiro. Paulo Sousa (BMW M3 E36) rodava colado e ganhava a primeira posição ainda na primeira volta.

O terceiro posto era muito discutido e Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) José Meireles (Toyota Carina E) e passavam Pedro Alves (Citroen Saxo) que não descolava da traseira do Carina E.

Nos FEUP lutas bem interessantes marcavam a prova

Nos Alfa-Romeo 156, André Martins era o primeiro e trazia António Ferreira a menos de meio segundo.

Com a corrida a meio, Gonçalo Rodrigues lançou o ataque que lhe permitia ultrapassar os dois da frente a acabar a corrida em primeiro.

Recorde-se que no Sábado Rodrigues venceu, mas foi desclassificado após as verificações técnicas, por inconformidades no Alfa-Romeo 156.

Nos Fiat Punto Filipe Marques e André Tavares discutiam a primeira posição. Entretanto Miguel Rodrigues colava-se aos dois da frente e nas voltas que faltavam ainda os conseguiu ultrapassar e vencer.

Pedro Alves começou a descer na classificação e acabou mesmo por seguir para a box sobre um reboque, com problemas num perno de uma roda.

Paulo Sousa foi o primeiro a cortar a meta, venceu os PH99. Nos PH90 a vitória foi para Sérgio Moutinho (BMW 323i). 

portimao lcc psousa Paulo Sousa (BMW M3 E36) portimao lcc carrinha Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate)

 

SUPER RACING WEEKEND - PORTIMAO

 

Racing Weekend 2017 terminou esta tarde (Domingo) em Portimão. Foram disputadas as duas últimas corridas da época, pontuáveis para o Campeonato Nacional Legends e ainda para o Nacional de Clássicos e Clássicos 1300.

CNCC + CNCC 1300

João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) partiu como uma bala, da sexta posição da grelha e na curva cinco, o gancho, já estava a discutir o primeiro posto com Joaquim Jorge (Ford Escort) e Rui Alves (Ford Escort). Ainda na primeira volta o Porsche ditou a lei e Macedo e Silva colocou-se na frente. Depois ganhou vantagem e a corrida estava decidida no que à vitória entre os H75 e geral dizia respeito.

Joaquim Jorge e Rui Alves ficavam a discutir o segundo posto, Jorge ia ganhando vantagem, mas Alves nunca o deixou fugir.

Mais para trás, à terceira volta, Jorge Cruz (BMW 323i) comandava os H81, e liderava também um grupo animado, em que Alexandre Guimarães lutava com Joaquim Soares e levava a melhor, numa luta de Lotus Elan. Guimarães era o líder do Grupo 5 e Joaquim Soares era o melhor dos H71

Pouco depois, na curva três o motor do Lotus de Soares “calava-se” e perdia várias posições, já só lhe restava tentar recuperar. Conseguiu chegar a 13º

Alexandre Guimarães subia para quarto por troca com Jorge Cruz que ainda ia perder mais um lugar para Duarte Fraga, que viria a vencer o Grupo 5, depois de ultrapassar Alexandre Guimarães.

Problemas de autoblocante do BMW de Cruz explicavam o desempenho menos bom na segunda metade da corrida, mas mesmo assim, não perdia o primeiro lugar dos H81. Fernando Xavier (WV Sirocco) era segundo dos H81.

No Grupo 1, Pedro serrador (BMW 323i) era o homem do momento e João Vieira (Karmann Ghia) ganhava nos H65.

Francisco Pinto perdeu uma roda do BMW 2002 e isso motivava a entrada do Safty Car. A prova terminou sem que o veículo de segurança saísse da pista.

portimao cncc macedo porsche João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) portimao cncc fraga Duarte Fraga (Ford Escort)  

CNCC 1300

Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT) foi o homem do início da corrida. Colocou-se na frente e deixou  Arnaldo Marques (Datsun 1200) e Luís Alegria (Datsun 1200) a discutirem o segundo posto.

À quinta volta Arnaldo Marques subiu para primeiro, por troca com Filipe Nogueira e de seguida era a vez de Luís Alegria apanhar Nogueira e passá-lo.

A partir de meio da corrida era o tempo de Luis Alegria lançar o ataque. Começava a cobiçar a liderança de Arnaldo Marques e depois passava para primeiro, posição em que viria a terminar a prova. Simultaneamente era o vencedor dos H75.

Arnaldo Marques, a nove décimas de Alegria, era segundo, melhor dos H71 e trazia Nogueira a duas décimas.

Em termos de classificação seguiam-se: João Braga (Datsun 1200), Fernando Charais (Datsun 120Y) e José Fafiães que com um motor que não andava montado no Datsum 1200, não conseguia ir mais além. Recorde-se que na sexta-feira partiu e nas corridas nunca teve o motor verdadeiramente competitivo.

portimao cncc1300 alegria Luís Alegria (Datsun 1200) portimao cncc1300 arnaldo Arnaldo Marques (Datsun 1200) portimao cncc1300 nogueira Filipe Nogueira (Morris Mini 1275GT) 

 

WTCC 2017 - JAPÃO

 

POST-QUALIFYING/WTCC MAC3 PRESS CONFERENCE

FIA WTCC JVCKENWOOD Race of Japan, 27-29 October 2017
FIA World Touring Car Championship 2017: Rounds 15 and 16 of 20

Present:
Norbert Michelisz, Castrol Honda World Touring Car Team, DHL Pole Position Award winner
Nicky Catsburg, Polestar Cyan Racing, second position
Néstor Girolami, Polestar Cyan Racing, third position
Mehdi Bennani, Sébastien Loeb Racing, WTCC Trophy, first position
Alessandro Mariani, Team Honda, WTCC MAC3 winning team representative
Ryo Michigami, Honda Racing Team JAS, leading Japanese driver

Q:
Turning first to Norbert Michelisz, DHL pole-sitter for the eighth time as Honda celebrates pole position number 10 in the WTCC and what a perfect place to do it, your team’s home track. How happy are you with that result?

NM:
Really happy of course and two out of three so far at Motegi. I like the venue a lot I have to say. Japan was always kind to me. Of course the afternoon races have high importance but you cannot start the races from a better position than pole position. I have to say I had the perfect car throughout the weekend. We tried some things and most of it were working and I had the confidence from the first moment although the circumstances were quite tricky. In the end it worked out. The Q3 wasn’t really a good one but I am quite happy that it was enough for pole position. I made a slightly stupid mistake in the last sector, which cost me some time. In the end it doesn’t really matter.

Q:
Turning next to Nicky Catsburg and second place. You were the final driver to set their time in the qualifying shootout but it wasn’t enough to beat Norbi. What happened?

NC:
I think similar to Norbi – I made a couple of mistakes only I did it in the first two sectors so I lost some time there. I could have done three seconds faster! No, not really. There was some more time there but I’m not sure if I would have been able to beat Norbi so congratulations to him. It’s very good news for him after having some bad news before the weekend. I do think we have a very, very strong car for the race and I am looking forward to this afternoon.

Q:
Coming next to Néstor Girolami, you spent a lot of time in Free Practice 2 doing nothing after an unfortunate start. Can you explain what happened and how you hit back to do so well in Q3?

NG:
First of all, I want to congratulate Norbi for his pole position, for Nicky for doing a fantastic job all day, he is really fast. And my team-mate also Thed [Björk]. It was a mistake in Q2 because my improving lap in Q2 left Thed outside of Q3, it was so late. In Q3 it was a really challenging lap because qualifying was really challenging. In Free Practice 2 I did a mistake in corner 10, this cost me a lot. You have to be confident again so this is really bad over the weekend. But we were pushing so much to be in Q3 and now we are in a very good position for the Main Race. It’s very important to score points and help Nicky to attack Norbi, this is very important for the team.

Q:
Turning next to Mehdi Bennani, fastest in the WTCC Trophy and seventh overall in qualifying. Just explain how tough were those conditions?

MB:
Since Ningbo we are struggling with the rain. For sure I don’t like too much rainy conditions because I am not used to driving in the rain in my own country and normally we are racing in dry conditions so I am not the perfect driver to give the good feedback to the engineer how to set up the car and how to be quick in these conditions and have a car that can be good and can let me push. But this time all three drivers gave good reports and we nearly all had the perfect set-up to be fighting and have the car drivable to be fighting with these guys close to us but not enough to be very close. But we know the Citroën is not the strongest car to have in the rain conditions but I am quite happy, we are consistent and maybe we have a chance.

Q:
Coming next to Ryo Michgiami, making history today by claiming the best performance in WTCC qualifying by a Japanese driver so congratulations for that. Talk us through your performance today?

RM:
First of all, I am very happy because my goal was to go into Q3 and I was able to have a good result. Motegi is the one track I have been racing at for the last 20 years so I am very confident here and feel much more relaxed. I could show my potential here. Although the car delivery was very late and I was feeling very restless before we actually started the team did a great job and I am very pleased I was able to produce this performance.

Q:
Turning next to Alessandro Mariani, the Team Principal of the Castrol Honda World Touring Car Team. After a tough start to the weekend it’s going fantastically well for Honda with pole position and also the WTCC MAC3 victory. Just describe the team effort and the performance of the cars and drivers on track?

AM:
The approach of the Motegi round was very difficult for many reasons, the cars arrived very late, we made a lot of development and we worked liked crazy since two weeks ago. Yesterday afternoon when we started Free Practice 1 with three cars running for me it was a great result and with a good performance was a secondary win. Today, this morning, we showed the car has the pace to stay at the front. Maybe we could be better in Q3 but the cars of Esteban and Ryo were probably not as ready as before. But having one car in front and two cars in the sandwich to the Volvo guys is ideal for the strategy for the Main Race. But again I want to thank the team because they did a really fantastic job with the support of the drivers because it’s not been an easy weekend. WTCC MAC3 was the final conclusion of this fantastic job.

 

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TCR EM ITÁLIA

 

Adria International Raceway, Italy – 28 / 29 October 2017

RACE REPORT

Comte grabs the TCR Europe Trophy in a Peugeot 308

Files (Honda) and Tarquini (Hyundai) share race victories

The TCR Europe Trophy at the Adria International Raceway delivered an unexpected result, as Aurélien Comte was able to grab the title at the wheel of his DG Sport Compétition Peugeot 308, the smallest car in the field with its 1.6 litre engine and standard bodywork.
Comte did not cross the line first in any of the two races that were won by Josh Files (Target Competion Honda Civic) and Gabriele Tarquini (BRC Racing Hyundai i30 N). And yet the young Frenchman benefited from the fact that Tarquini was not allowed to score points – because his car is still racing under a temporary homologation form – and that Files took what seemed to be an unnecessary risk in Race 2, which resulted in a penalty.
However, Comte was a worthy winner as he led the second race until halfway before surrendering to Tarquini and then he was able to keep Giacomo Altoè (Target Competition Honda Civic) at bay until the chequered flag.
They finished on equal points, but Comte was awarded the title thanks to his better results, while Files was classified third in the Trophy, only two points behind Comte and Altoè. 
The Teams’ Trophy went to Target Competition; DG Sport Compétition was placed second, and is worth to remember that the Belgian outfit had already won last year’s TCR Europe Trophy with Pierre-Yves Corthals in an Opel Astra.
Today’s second race delivered a thrilling show, with six drivers involved in a close battle for the lead. And – most important – they were at the wheel of cars from five different brands: Hyundai, Peugeot, Honda, Audi and Volkswagen.

Race 1 – Files wins from Tarquini and Altoè

Josh Files took a great victory in Race 1 in the Target Competition Honda Civic; the Briton pipped pole sitter Gabriele Tarquini at the start and led from lights-to-flag. Tarquini was chasing him for most of the race, even knocking on the Honda’s rear bumper, but in the final laps the Hyundai driver lost contact from the leader and had to defend the second position from Files’ teammate Giacomo Altoè.
“I had a fantastic car. I took a great start and was able to keep Tarquini at bay. The old guy is still very quick and tough! He also hit me a few times,” said Files.
Aurélien Comte drove his Peugeot 308 home in fourth place, ahead of Antti Buri’s Audi that was closely followed by Maxime Potty’s Volkswagen Golf.
Luigi Ferrara kept the fourth position in the first half of the race in the V-Action Alfa Romeo Giulietta, but he was dropped by a drive-through penalty. “I don’t understand it, actually I was hit by Buri and sent wide,” complained the Italian.
Luca Engstler’s hope vanished because of a shifting problem that prevented him from taking a good start and eventually forced him back to the pits.
Giovanni Altoè won the DSG class in his Volkswagen Golf ahead of Sandro Pelatti in a similar car.

Key facts
Grid – Kevin Giacon’s Opel Astra is missing following a turbocharger failure
Start – Files sprints to the lead ahead of Tarquini, Giacomo Altoè and Ferrara; Engstler and Kralev take a bad start
Lap 1 – Grigoriev is punted into a spin; Comte overtakes Buri for fifth
Lap 3 – Tarquini is chasing Files
Lap 4 – Giovanni Altoè overtakes Tolkachev for the lead of the DSG class
Lap 5 – Tarquini posts the fastest lap of 1:20.367
Lap 6 – Abreu overtakes Engstler for 9th; Pelatti overtakes Tolkachev for 2nd of DSG
Lap 7 – Giovanni Altoè overtakes Engstler for 10th
Lap 9 – Ferrara who was 4th, observes a drive-through for trespassing the track limits at Turn 2 and rejoins in 11th position
Lap 11 – Giovanni Altoè and Abreu swap positions while fightin for 8th
Lap 12 – Engstler slows down and pits
Lap 13 – Cappellari pits with a flat tyre
Lap 14 – Ferrara overtakes Abreu for 9th
Lap 15 – Dionisio overtakes Kralev for 13th
Lap 16 – Pelatti overtakes Abreu for 10th
Lap 17 – Files pulls away from Tarquini and Giacomo Altoè
Lap 18 – Abreu goes straight on T3 and then observes a drive-through for track limits
Lap 19 – Kangas and Tolkachev make contact but continue
Lap 20 – Files wins from Tarquini and Giacomo Altoè; Comte finishes fourth; Giovanni Altoè ranks 8th overall and wins the DSG class; Kangas hits Tolkachev who spins and drops to 14th


Race 2 – Tarquini wins, but Comte is the champion

In a breathtaking second race, Gabriele Tarquini claimed victory at the wheel of his BRC Racing Hyundai i30 N, but Aurélien Comte in the Peugeot 308 finished second and scored the 25 points for the TCR Europe Trophy.
This was enough for him to grab the European title.
Starting from tenth of the reverse grid, Tarquini put in a great show to recover and managed to take the lead in the ninth of the 20 laps. It was not an easy task, because the fight for the lead saw a close battle between Comte, Antti Buri (LMS Racing Audi) and Maxime Potty (WRT Volkswagen), while the Target Competition duo of Josh Files and Giacomo Altoè was chasing the Hyundai.
Eventually, Tarquini used all his experience to overtake Comte, while Files took a risk to pass Potty and Buri, which he paid dearly. In fact, he was given a penalty that spoiled his chances of winning the trophy.
With Tarquini well ahead, Comte and Giacomo Altoè had a close fight for the second place that was worth the title. They finished in the order and on equal points, but Comte was crowned the champion for the better results (third and first, against Altoè’s two second places).
Giovanni Altoè took a second victory in the DSG class and won the special trophy, while Target Competition won the Teams’ Trophy.

Key facts
Start – Thoma starts well from pole, but Comte overtakes him at Turn 1
Lap 1 – Buri, Potty and Ferrara overtake Thoma who drops to fifth; Thoma retakes fourth from Ferrara
Lap 2 – Tarquini and Files climb to fifth and sixth ahead of Ferrara and Giacomo Altoè
Lap 4 – Tarquini and Files overtake Thoma for fourth and fifth
Lap 5 – Tarquini joins the leading trio of Comte, Buri and Potty
Lap 6 – Giacomo Altoè overtakes Thoma for sixth; Pelatti overtakes Tolkachev for 2nd in the DSG class
Lap 7 – The top five – Comte, Buri, Potty, Tarquini and Files – are covered by 1.8 seconds
Lap 8 – Tarquini overtakes Potty for third
Lap 9 – Tarquini overtakes Buri for second
Lap 10 – Files dives inside Potty at Turn 1, but hits Buri who spins and retires
Lap 11 – Tarquini takes the lead from Comte who is chased by Files; Giacomo Altoè overtakes Potty for fourth
Lap 12 – Dionisio overtakes Tolkachev for third in DSG
Lap 13 – Files overtakes Comte for second
Lap 14 – Files is given a drive-through for his incident with Buri and rejoins in 9th position
Lap 16 – Files overtakes Engstler for 8th
Lap 17 – Kralev stops on the track with a technical issue
Lap 18 – Files overtakes Abreu for 7th
Lap 19 – Comte defends his second position from Giacomo Altoè
Lap 20 – Tarquini wins the race, Comte keeps Giacomo Altoè at bay for second, Potty is fourth ahead of Thoma and Ferrara; Giovanni Altoè wins again in the DSG class


Drivers’ quotes after the two races

Aurélien Comte (1st in the TCR Europe): “The car is still lacking something in terms of performance, but it has really good race pace so I was not surprised to have been running at the front in the race. I had planned to make the best start I could and create a gap at the front. It was quite difficult at the end of the race to keep Giacomo Altoè behind, but in the end everything was OK and we took the title.”

Giacomo Altoè (2nd in the TCR Europe): “I’m very happy with the result, although I am also a little bit disappointed too. As Aurélien and I finished on the same points, but he won the race so he became the champion. It was a really tough second race and I have to overtake a lot of cars, but at the same time I didn’t want to take too many risks. Even so, it was still a good race for me. I asked the team on the radio about the points and they said that I was leading, so I could stay in 2nd place. If I’d known, I could have tried to overtake.”

Josh Files (3rd in TCR Europe and winner of Race 1): “I believe my move at Turn 1 in Race 2 was a calculated risk. I actually made the apex, but it was just unfortunate that Antti Buri turned in. But, this is motorsport – I didn’t come here to finish 2nd and just score points. I came here to win races. My goal was to get past Comte, which I did and then the team told me I had a drive through penalty, because I wanted to hunt down Tarquini for the win. I remember meeting Gabriele when I was three years old, in 1994 when he was racing in the BTCC. Not only did I get to race against him but also beat him in Race 1, so overall I’m very happy with the weekend.”

Gabriele Tarquini (winner of Race 2): “It wasn’t a bad weekend for us at all! I enjoyed it a lot and had the chance to experience lots of different types of tyres. It was a tough race, the Honda is very fast car and they did a great job to make the best starts. Even if I had a small problem, I still found it pretty tough to overtake Files. I tried to push as hard as possible during the race, but without any mistake from him it was impossible for me to overtake in Race 1. The second race was much more fun because by starting 10th, I had some great fights and overtaking with the other cars.  Even though it wasn’t easy to take the win, I definitely enjoyed it.”

Giovanni Altoè (1st in the DSG class): “I think I made a very good start in the race. For me it was the first time I’ve raced and started a TCR car, so I didn’t know how to do it properly. Fortunately I was more consistent in the race, I managed to look after my tyres better and make the move for the lead. I’m very happy to finish so well with a lot of the sequential gearbox cars behind me, so it was very nice for me to score a good result.”

Further information, results and HD pictures at www.europe.tcr-series.com

 

LEGEND´S CUP EM PORTIMÃO

 

Nos LCC há uma participação especial. Henrique Jordão alinha nesta prova com um Volvo S60, ex-STCC, um carro de 2002, que está “fora” do regulamento dos LCC, devido ao ano de construção ser posterior a 2000.

Nesta prova, por ser a última do ano, foi permitido a título excepcional que Gonçalo Jordão alinhasse com este carro, sem pontuar e sem interferir nas classificações dos restantes participantes, preparando já uma futura categoria a integrar os Supercar em 2018.

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SUPER SEVEM EM PORTIMÃO

 

Super Seven com corridas espectaculares no Algarve

 

Três primeiros no confronto inaugural separados por 16 milésimos

 

Diversão para os pilotos e muito espectáculo para o público presente nas corridas do Super Seven by Kia que se realizaram, entre ontem e hoje, no Autódromo Internacional do Algarve. Os dois confrontos desta penúltima jornada do troféu organizado pela CRM Motorsport foram emocionantes. Destaque para o primeiro em que os três do pódio ficaram separados por 16 milésimos de segundo. Gonçalo Inácio foi o melhor entre os 420R, enquanto José Carlos Pires se impôs nesta categoria na última corrida. Entre os 1600, Sérgio Saraiva venceu no sábado e o seu primo, David Saraiva, ganhou no domingo.

 

A penúltima jornada do Super Seven by Kia 2017 foi histórica. Meia centena de automóveis preencheram uma grelha a perder de vista. Os concorrentes portugueses receberam “reforços” de Inglaterra, tal como tem acontecido nos últimos anos, e o circuito nos arredores de Portimão encheu-se para mais uma cimeira bilateral com espírito de competição no DNA.

 

As corridas não defraudaram as expectativas e a satisfação pelos excelentes espectáculos era transversal a pilotos, elementos das equipas e público em geral. Na primeira corrida, Gonçalo Inácio não só venceu entre os concorrentes do Super Seven by Kia como o fez à geral. Mas não teve tarefa fácil. Ricardo Leitão, que fechou em segundo, ficou a 12 milésimos. Hugo Araújo, que completou o pódio, acabou a 16 milésimos.

 

“Esta foi uma das corridas mais divertidas que já fiz na minha carreira”, exultou Gonçalo Inácio. “Qualquer um dos quatro primeiros podia ter ganho. Era justo”, sublinhou.

 

Nos 1600, Sérgio Saraiva também foi o mais forte nesta reunião luso-britânica. O piloto da Guarda saiu de primeiro entre os portugueses e terceiro à geral. Logo no início saltou para a frente e controlou até ao fim. José João Magalhães foi segundo, enquanto Luís Lisboa terminou no pódio.

 

Na categoria Business, Pedro Falé teve um fim-de-semana de sonho e venceu as duas corridas em que participou. Para o empresário no mundo audiovisual, o resultado da primeira corrida foi “muito bom”, afirmou. Vencer e ser quarto entre os 1600 era algo que não esperava à partida. No confronto inaugural, Rodrigo Galveias ficou em segundo, enquanto Paulo Galveias e José Kol de Almeida protagonizaram um grande duelo para conquistarem o último lugar do pódio. Neste particular, o primeiro levou a melhor.

 

Depois do espectáculo de sábado, as expectativas em relação à segunda corrida eram muito altas. O arranque foi cedo, logo às oito horas. Mas ninguém entrou a dormir e, mais uma vez, houve emoção volta após volta. “Estas corridas são extremamente divertidas. É uma tremenda animação”, reforçou Luís Lisboa, um dos participantes.

 

Na classificação reservada aos 420R, José Carlos Pires foi o melhor. O piloto obteve um triunfo que lhe permite ir para a derradeira ronda com o objectivo de vencer a competição. Ricardo Leitão, que foi segundo, também tem fortes hipóteses de conquistar o troféu. O piloto teve de se aplicar porque, depois do acidente sofrido nos treinos cronometrados, não sabia, sequer, se poderia competir. Na primeira corrida andou sempre na frente, mas na segunda teve de recupera “de 25º para sexto, segundo entre os portugueses”, destacou. Com este resultado, mantém-se entre os melhores.

 

Nuno Santos tinha conseguido a pole-position e acabou a corrida no pódio, masi precisamente no terceiro lugar. “Estas corridas fazem lembrar o karting, com ultrapassagens a toda a hora”, realçou. Às portas do pódio, Luís Calheiros Ferreira fez uma corrida de recuperação, sempre a subir posições.

 

Nos 1600, David Saraiva repetiu a façanha do seu primo e Diogo Lopes, que se estreou no Super Seven by Kia, ficou em segundo depois de ter obtido a pole-position. José João Magalhães acabou no último lugar do pódio. A categoria teve despiques intensos ao longo das 13 voltas que deram ao circuito. Yohan Sousa teve uma corrida muito animada. O campeão de karting e vencedor de um prémio FPAK estreou-se nos automóveis e deu muito boa conta do recado. Protagonizou lutas animadas com Luís Lisboa e José João Magalhães.

 

Diogo Costa regressou à família Super Seven e foi outro dos pilotos que teve dois confrontos repletos de emoção. Já Jorge Miguéis e Frederico Brion estão a aprender e a conhecer o carro, mas nem por isso deixam de contribuir para um espectáculo maior no Super Seven by Kia.

 

Na categoria Business, Falé voltou a vencer, mas desta fez teve a família Galveias a seu lado. Rodrigo ficou em segundo e Paulo fechou em terceiro.

 

Muito satisfeito, o responsável do Super Seven by Kia, salienta que este é a imagem de marca da competição. “As corridas animadas e espectaculares e um fabuloso ambiente no paddock é o que de melhor tem o Super Seven by Kia. Continuamos a crescer o número de entusiastas à volta das corridas com mais adrenalina para pilotos e público. Isso vai obrigar-nos, novamente, a ter duas grelhas no Estoril Racing Festival, que será palco de um encerramento a deixar muita água na boca para 2018”, disse.

 

O Super Seven by Kia encerra a sua temporada entre os dias 10 e 12 de Novembro com a derradeira jornada a realizar-se no Estoril Racing Festival.

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CAMPEONATO NACIONAL DE CLÁSSICOS - PORTIMÃO

 

CNCC + CNCC 1300

João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) partiu como uma bala, da sexta posição da grelha e na curva cinco, o gancho, já estava a discutir o primeiro posto com Joaquim Jorge (Ford Escort) e Rui Alves (Ford Escort). Ainda na primeira volta o Porsche ditou a lei e Macedo e Silva colocou-se na frente. Depois ganhou vantagem e a corrida estava decidida no que à vitória entre os H75 e geral dizia respeito.

Joaquim Jorge e Rui Alves ficavam a discutir o segundo posto, Jorge ia ganhando vantagem, mas Alves nunca o deixou fugir.

Mais para trás, à terceira volta, Jorge Cruz (BMW 323i) comandava os H81, e liderava também um grupo animado, em que Alexandre Guimarães lutava com Joaquim Soares e levava a melhor, numa luta de Lotus Elan. Guimarães era o líder do Grupo 5 e Joaquim Soares era o melhor dos H71

Pouco depois, na curva três o motor do Lotus de Soares “calava-se” e perdia várias posições, já só lhe restava tentar recuperar. Conseguiu chegar a 13º

Alexandre Guimarães subia para quarto por troca com Jorge Cruz que ainda ia perder mais um lugar para Duarte Fraga, que viria a vencer o Grupo 5, depois de ultrapassar Alexandre Guimarães.

Problemas de autoblocante do BMW de Cruz explicavam o desempenho menos bom na segunda metade da corrida, mas mesmo assim, não perdia o primeiro lugar dos H81. Fernando Xavier (WV Sirocco) era segundo dos H81.

No Grupo 1, Pedro serrador (BMW 323i) era o homem do momento e João Vieira (Karmann Ghia) ganhava nos H65.

Francisco Pinto perdeu uma roda do BMW 2002 e isso motivava a entrada do Safty Car. A prova terminou sem que o veículo de segurança saísse da pista.

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CNCC 1300

Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT) foi o homem do início da corrida. Colocou-se na frente e deixou  Arnaldo Marques (Datsun 1200) e Luís Alegria (Datsun 1200) a discutirem o segundo posto.

À quinta volta Arnaldo Marques subiu para primeiro, por troca com Filipe Nogueira e de seguida era a vez de Luís Alegria apanhar Nogueira e passá-lo.

A partir de meio da corrida era o tempo de Luis Alegria lançar o ataque. Começava a cobiçar a liderança de Arnaldo Marques e depois passava para primeiro, posição em que viria a terminar a prova. Simultaneamente era o vencedor dos H75.

Arnaldo Marques, a nove décimas de Alegria, era segundo, melhor dos H71 e trazia Nogueira a duas décimas.

Em termos de classificação seguiam-se: João Braga (Datsun 1200), Fernando Charais (Datsun 120Y) e José Fafiães que com um motor que não andava montado no Datsum 1200, não conseguia ir mais além. Recorde-se que na sexta-feira partiu e nas corridas nunca teve o motor verdadeiramente competitivo.

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SPRINT RACE - BRASIL

 

Sprint Race: João Rosate e Fábio Brecailo são os mais rápidos no treino de abertura da sétima etapa

Treino preparatório para a Corrida Noturna que acontece neste sábado (28) será ao anoitecer e terá início às 19 horas.

 - Chegou o dia! E os motores começaram a roncar oficialmente no Autódromo Internacional Ayrton Senna em Londrina, nesta sexta-feira (27), para a realização da sétima e penúltima etapa da Sprint Race Brasil. O primeiro treino teve início com pista molhada às 15h20, onde os pilotos entraram na pista para os testes nos carros, além do conhecimento de campo no traçado de 3.146 metros de extensão.

No treino diurno, João Rosate (PRO) foi o mais rápido em sua estreia no circuito com o tempo 1m29s605. “Usei todo o meu conhecimento e expertise para me adaptar o mais rápido à pista. Na chuva é meu terreno favorito e estou feliz com o resultado. Espero que chova na corrida também”, comentou Rosate do SR#58.

Fábio Brecailo que retorna às pistas e à Sprint Race após dois anos, marcou o tempo de 1min32seg202 na categoria GP. “O resultado foi satisfatório. Nunca havia andado na chuva em Londrina, vi que existem alguns pontos que preciso melhorar e que no próximo treino já possa ganhar alguns segundos”, destacou o campeão de 2015 da categoria.

No final da tarde está previsto o treino noturno às 19 horas com 40 minutos de duração. Já neste sábado, 28, pela manhã, acontecem as duas sessões de treinos classificatórios a partir das 11 horas, com duração de 10 minutos cada para definir os grids das disputas da sétima etapa. A primeira corrida será à tarde às 14 horas e a prova NOTURNA terá largada às 19 horas.

Na rodada de Londrina, 50 pontos estão em jogo na classificação geral do campeonato. "A ideia é sair de Londrina com vantagem na tabela. Serão duas provas extremamente importantes para o campeonato", analisa o experiente Kau Machado SR #87.

As corridas contam com transmissão para todo o Brasil pelos canais BandSports, Play TV e Programa Acelerados - no SBT e no YouTube (youtube.com/acelerados).

A Sprint Race tem patrocínio da Albriggs, aQuamec, Pirelli, Motul, Fremax e Rio Custom.

Resultado do primeiro treino da #SprintNightChallenge:

1) #58 João Rosate, PRO, 1min29seg605

2) #07 Vinícius Margiota, PRO, 1min30seg796

3 #13 Raphael Campos, PRO, 1min31seg706

4 #09 Fábio Brecailo, GP, 1min32seg202

5 #82 Gerson Campos / Cassio Cortes, GP, 1min32seg637

6 #12 Claudio Buschmann, GP, 1min32seg821

7 #17 Berlanda Jr, PRO, 1min33seg011

8 #27 Luiz Gustavo Túrmina, PRO, 1min33seg324

9 #22 Gabriel Lusquinos, PRO, 1min33seg713

10 #87jorge Martelli/Kau Machado, GP, 1min34seg110

11 #111 Erik Mayrink, PRO, 1min35seg290

12 #55 Witold / Helena Soares, GP, 1min40seg452

13 #213 Eduardo Serratto, GP, 1min43seg835

Programação da sexta etapa - Sprint Night Challenge*

 

Sexta-feira, 27 de outubro

19h00 às 19h40 - 2º Treino oficial

Sábado, 28 de outubro

11h00 às 11h10 – Classificação corrida 1

11h15 às 11h25 – Classificação corrida 2

Corrida 1

13h20 – Alinhamento dos carros

13h55 – Placa de 5 minutos

14h00 – Saída para volta de aquecimento (23 min. + 1 volta)

Corrida 2 (Noturna)

18h00 – Alinhamento dos carros

18h55 – Placa de 5 minutos

19h00 – Saída para volta de aquecimento (23 min. + 1 volta)

*ATENÇÃO: O horário da segunda corrida está diretamente ligado à claridade do momento e condições climáticas.

Classificação da Sprint Race 2017, após seis etapas nas categorias:

Categoria PRO

1º) #17 Berlanda Jr, 227 pontos

2º) #58 João Rosate, 212

3º) #13 Raphael Campos, 206

4º) #22 Gabriel Lusquiños, 187

5º) #111 Erik Mayrink, 174

6º) #27 Luiz Túrmina, 160

7º) #07 Vinícius Margiota, 155

8º) #21 Sergio Crispim, 52

Categoria GP

1º) #87 Kau Machado/ Jorge Martelli, 292 pontos

2º) #82 Gerson Campos, 235

3º) #12 Claudio Buschmann, 218

4º) #82 Cassio Cortes, 160

5º) #55 Caê Coelho, 128

6º) #09 Ale Navarro, 111

7º) #20 Jorge Garcia, 104

8º) #213 Nuno Pagliato, 74


Calendário 2017 - próximas etapas:

Etapa 7 - 28/10 - Londrina (PR) - #SprintNightChallenge

Etapa 8 - 03/12 - Curitiba (PR) - AIC - #Pontos Dobrados

 

João Rosate #58 garantiu a primeira colocação no primeiro treino (Luciano Santos/SigCom)

João Rosate #58 garantiu a primeira colocação no primeiro treino (Luciano Santos/SigCom)
Alta  | Web

Fábio Brecailo #09 (Luciano Santos/SigCom)

Fábio Brecailo #09 (Luciano Santos/SigCom)
Alta  | Web

As corridas da sétima etapa serão neste sábado, 28/10, às 14h e 19h (Luciano Santos/SigCom)

As corridas da sétima etapa serão neste sábado, 28/10, às 14h e 19h (Luciano Santos/SigCom)
Alta  | Web

Raphael Campos #13 (Luciano Santos/SigCom)

Raphael Campos #13 (Luciano Santos/SigCom)
Alta  | Web

Gerson Campos e Cassio Cortes #82 (Luciano Santos/SigCom)

Gerson Campos e Cassio Cortes #82 (Luciano Santos/SigCom)
Alta  | Web

Vinícius Margiota #07 (Foto: Rodrigo Guimarães)

Vinícius Margiota #07 (Foto: Rodrigo Guimarães)
Alta  | Web

 

WTCC 2017 - JAPÃO

 

HOME WTCC MAC3 GLORY FOR TEAM HONDA

WTCC MAC3 REPORT: FIA WTCC JVCKENWOOD Race of Japan, 27-29 October 2017
FIA World Touring Car Championship 2017: Rounds 15 and 16 of 20

*DHL pole-sitter Michelisz forms part of successful Honda attack
*Team Volvo Polestar settles for second at Twin Ring Motegi

Honda’s successful start to its home round of the FIA World Touring Car Championship continued with the Japanese make’s trio of factory drivers – Esteban Guerrieri, Norbert Michelisz and Ryo Michigami – claiming victory in the Manufacturers Against the Clock team time trial.

They set set a two-lap target of 4m25.354s around the 4.801-kilometre Twin Ring Motegi in heavy rain with Team Volvo unable to to find an answer to Honda’s effort.

With Guerrieri – Tiago Monteiro’s temporary stand-in at Castrol Honda World Touring Car Team – taking part in WTCC MAC3 for the first time, the performance was particularly impressive.

“Congratulations to the Honda team,” the Argentine said. “I’m getting up to pace in the car and there was a good pace set by Norbi [Michelisz] ahead of me. But it’s tough to follow in the spray, it’s difficult to see anything. It will be challenging in the races later on.”

Honda’s triumph means it scores 12 points towards the FIA World Touring Car Championship for Manufacturers with Volvo Polestar adding eight points to its leading total.

Team Volvo Polestar’s Nicky Catsburg, Néstor Girolami and Thed Björk were off the Honda pace from the beginning of WTCC MAC3. The trio’s two-lap time was 2.5s down on Honda’s threesome following a no-risk approach in the difficult conditions.

The on-track action continues later today with the 11-lap Opening Race due to get underway at 14h15 local time followed by the Main Race, which is scheduled for 13 laps, beginning at 15h30.

 

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TCR EM ITÁLIA

 

Adria International Raceway, Italy – 28 / 29 October 2017

 

Florian Thoma on pole for the second race

In the previous report it was said that Giovanni Altoè had won pole position for the top-ten reversed grid for tomorrow's Race 2.

Instead, it was Florian Thoma of the Liqui Moly Team Engstler who qualified tenth in today's Q2 at the wheel of his Volkswagen Golf GTI. Therefore, the young Swiss driver won the right to start from pole position for Race 2 and will have the Peugeot 308 of Aurélien Comte alongside him on the front row.

As for Giovanni Altoè, he qualified 12th and best of the drivers who are competing in the special trophy reserved for the cars equipped with a DSG gearbox.

 

NUNO SANTOS DE NOVO EM PORTIMÃO

 

Nuno Santos arranca pódio a ferros no Algarve

Estreia no Troféu Mini Portugal com o segundo lugar

Num fim-de-semana em que os desafios eram a dobrar, Nuno Santos aplicou-se para obter um resultado que o deixasse satisfeito na ronda algarvia a contar para o Super Seven by Kia. Depois de ter conquistado a pole-position, o piloto acabou a corrida na terceira posição. O objectivo foi alcançado mesmo que não o tenha sido na totalidade.

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Na penúltima jornada do Super Seven by Kia, Nuno Santos mostrou toda a sua competitividade logo na qualificação. O piloto lisboeta esteve em bom plano nos 4,672 km do desafiante circuito algarvio e foi o mais rápido nos treinos cronometrados.
 
Com o tempo realizado, Nuno Santos garantiu a pole-position para a segunda corrida do fim-de-semana deste troféu de velocidade. Com a partida marcada para as oito horas de domingo, o piloto e os seus congéneres abriram a pista no último dia de competição do Algarve Classic Festival.
 
A prova não só foi madrugadora como foi espectacular. No final, Nuno Santos garantiu o terceiro lugar e subiu ao pódio. O objectivo de estar na festa final foi conseguido. Só não fez o pleno porque não esteve no lugar mais alto.
 
“Missão cumprida. A corrida foi espectacular. Parece que estamos no karting. Tivemos imensas ultrapassagens e trocas de posição. É muito divertido. O objectivo não foi totalmente alcançado, mas fiquei contente com a minha prestação. Temos uma boa afinação e apenas senti que não consegui extrair todo o potencial do carro. Dou os parabéns ao José Carlos Pires e ao Ricardo Leitão porque hoje foram melhores”, afirmou Nuno Santos.
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Mini valeu pela diversão e pelo pódio
 
A estreia de Nuno Santos ao volante de um Mini de competição culminou com o segundo lugar final na classificação reservada ao Troféu Mini Portugal. Numa grelha de partida com uma grande variedade de carros, Nuno Santos aumentou o seu rendimento a cada sessão que realizou.
 
O piloto sentiu algumas dificuldades nos treinos cronometrados, mas a situação melhorou de forma considerável para a corrida e isso traduziu-se num lugar no pódio e maior diversão nesta nova experiência.
 
“Estava um pouco apreensivo quando acabei a qualificação. O set-up do carro não estava bem ao meu gosto e senti que podia ser mais rápido. Felizmente, conseguimos melhorar algumas coisas e em corrida andei depressa e fui consistente. Não deu para ganhar, mas fiquei a apenas quatro décimos de um piloto rápido e com bastante mais experiência que eu nesta competição”, explicou Nuno Santos.
 
Concluído o Algarve Classic Festival, em que esteve em duas frentes competitivas, Nuno Santos vai parar durante duas semanas e regressa às corridas no Circuito do Estoril, de 10 a 12 de Novembro. Nessas datas, o piloto vai correr na derradeira jornada do Super Seven by Kia.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Mexico Grand Prix  – Sets available for the race – Infographics

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LEGEND´S CUP EM PORTIMÃO

 

1ª corrida LCC

Início de corrida muito animado, com Paulo Sousa (BMW M3 E36) a furar desde a terceira posição para a cabeça da prova e consequentemente na frente dos PH99.

Henrique Jordão(Volvo S60) pressionava Pedro Alves (Citroen Saxo), que acabaria por ceder a 2ª posição ao homem do Volvo, melhor classificado na categoria Especial.

Ainda nos PH99 havia uma outra luta interessante, a que opunha José Meireles (Toyota Carina E) a Nuno Figueiredo (Volvo 850 Estate), que levaria a melhor sobre o piloto da Régua.

Gonçalo Rodrigues (Alfa-Romeo 156), sentia alguma pressão por parte de André Martins (Alfa-Romeo 156), mas com o avançar da corrida ganhava alguma distância.

Nuno Silva (BMW 325 ix) venceu nos PH90.

No FEUP 2 andava tudo a par, um grupo de cinco caros que era comandado por André Tavares (Fiat Punto) na frente. Miguel Rodrigues (Fiat Punto) ganhou o primeiro lugar a André Tavares e por lá foi ficando, se bem que sempre sem ganhar uma vantagem que lhe desse conforto.

João Brandão subia até ao segundo posto dos FEUP 2. Filipe Tavares (Fiat Punto) aproveitava a deixa e André Tavares caia para o quarto posto.

 

 

portimao lcc podium Pódium 

LCC Sessão de Qualificação

A pole-position para a grelha de partida da primeira corrida do Campeonato Legends vai ser ocupada por Pedro Alves (Citroen Saxo Cup), que fez a melhor volta em 2m 08,949s. Simultaneamente é o melhor entre os Pós Históricos 99 (PH99).

Henrique Jordão (Volvo S60), foi 1,917s mais lento, vai dividir a primeira linha da grelha de partida com Pedro Alves e detém a melhor marca da Categoria Especial. Seguem-no, todos dos PH 99, Paulo Sousa (BMW M3 E36), Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) e José Meireles, que teve problemas de motor, certamente a correia de distribuição rompeu-se.

Nos Alfa Romeo 156 dos FEUP 3 a melhor marca foi para Gonçalo Rodrigues. Miguel Rodrigues foi o mais rápido, entre os pilotos dos Fiat Punto dos FEUP 2.

Nuno Silva (BMW 325 Ix) foi o ais rápido os PH90.

 

LEGEND´S CUP EM PORTIMÃO

 

1ª corrida LCC

Início de corrida muito animado, com Paulo Sousa (BMW M3 E36) a furar desde a terceira posição para a cabeça da prova e consequentemente na frente dos PH99.

Henrique Jordão(Volvo S60) pressionava Pedro Alves (Citroen Saxo), que acabaria por ceder a 2ª posição ao homem do Volvo, melhor classificado na categoria Especial.

Ainda nos PH99 havia uma outra luta interessante, a que opunha José Meireles (Toyota Carina E) a Nuno Figueiredo (Volvo 850 Estate), que levaria a melhor sobre o piloto da Régua.

Gonçalo Rodrigues (Alfa-Romeo 156), sentia alguma pressão por parte de André Martins (Alfa-Romeo 156), mas com o avançar da corrida ganhava alguma distância.

Nuno Silva (BMW 325 ix) venceu nos PH90.

No FEUP 2 andava tudo a par, um grupo de cinco caros que era comandado por André Tavares (Fiat Punto) na frente. Miguel Rodrigues (Fiat Punto) ganhou o primeiro lugar a André Tavares e por lá foi ficando, se bem que sempre sem ganhar uma vantagem que lhe desse conforto.

João Brandão subia até ao segundo posto dos FEUP 2. Filipe Tavares (Fiat Punto) aproveitava a deixa e André Tavares caia para o quarto posto.

 

 

portimao lcc podium Pódium 

LCC Sessão de Qualificação

A pole-position para a grelha de partida da primeira corrida do Campeonato Legends vai ser ocupada por Pedro Alves (Citroen Saxo Cup), que fez a melhor volta em 2m 08,949s. Simultaneamente é o melhor entre os Pós Históricos 99 (PH99).

Henrique Jordão (Volvo S60), foi 1,917s mais lento, vai dividir a primeira linha da grelha de partida com Pedro Alves e detém a melhor marca da Categoria Especial. Seguem-no, todos dos PH 99, Paulo Sousa (BMW M3 E36), Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) e José Meireles, que teve problemas de motor, certamente a correia de distribuição rompeu-se.

Nos Alfa Romeo 156 dos FEUP 3 a melhor marca foi para Gonçalo Rodrigues. Miguel Rodrigues foi o mais rápido, entre os pilotos dos Fiat Punto dos FEUP 2.

Nuno Silva (BMW 325 Ix) foi o ais rápido os PH90.

 

CAMPEONATO NACIONA DE CLÁSSICOS

 

O Autódromo Internacional do Algarve, recebe o último Racing Weekend do ano e promete muita a animação e um programa de luxo, com os Campeonatos Nacionais de Clássicos, Clássicos 1300 e Legends e terem aqui os derradeiros confrontos de 2017.

1ª corrida CNCC + CNCC 1300

João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) partiu da pole-position e chegou em primeiro, sem grande stress à curva um. Do mesmo não se podia vangloriar Joaquim Jorge, pois completamente colado à traseira do Ford Escort, vinho outro carro idêntico, o de Rui Alves, que tentava a todo o custo passar para segundo. Neste grupo discutiam-se os H75.

Joaquim Soares (Lotus ELan) era o melhor H71. Alexandre Guimarães (Lotus Elan) era o líder do Grupo 5 e trazia Jorge Cruz (BMW 323i), o líder dos H81, a cobiçar a quinta posição da geral.

João Macedo e Silva seguiu para a box com um furo e baixou para último. Mesmo assim regressava à prova e ainda recuperava até ao sexto posto final.

Joaquim Jorge ganhava distância sobre Rui Alves e os dois primeiros estavam já confortáveis.  Lá mais atrás, o terceiro posto era muito discutido. Alexandre Guimarães comandava o Gr5, e era terceiro, depois de passar Joaquim Soares. Jorge Cruz e Rómulo Mineiro faziam parte deste grupo.

Pouco depois Alexandre Guimarães rumava para a box na sequência de um toque, que lhe danificava a roda traseira esquerda e de lá já não saía.

Joaquim Soares passava para terceiro e mantinha-se de pedra e cal na frente dos H71. Rómulo Mineiro (Ford Escort MKII) era quarto e passava a comandar o Grupo 5.

Jorge Cruz não se contentava com o quinto posto e passava Rómulo Mineiro, José Artur Teixeira (Austin Mini) aproveitava para se juntar à “liça”.

Entretanto com a corrida a aproximar-se do fim, Joaquim Jorge e Luís Alves estavam definitivamente nas posições da frente e eram os melhores H71.

Jorge Cruz dava o tudo por tudo, no que lhe restava de corrida, recuperava o terceiro posto e ganhava os H81, com Rómulo Mineiro a cortar a meta como vencedor do Grupo 5, a três décimas. José Artur era segundo do Grupo 5, um segundo e meio depois.

João Macedo e Silva era sexto, à frente de Duarte Fraga (Ford Escort MKII), Pedro Serrador (BMW 323i), vencedor do Grupo 1. No Grupo 3 Gonçalo Jordão (Porsche 928) era o vencedor.

portimao cncc jjorge Joaquim Jorge (Ford Escort) portimao cncc lotus Alexandre Guimarães (Lotus Elan) potimao podium cncc Pódium

CNCC 1300

Arnaldo Marques (Datsun 1200) era o melhor dos 1300 e simultaneamente dos H71 neste Campeonato.

Filipe Nogueira  (Morris Mini 1275GT) à terceira volta aproxima-se de Marques Luís Alegria (Datsun 1200) tinha-se atrasado, mas não perdia a liderança dos H75. Com a corrida a meio estava a 39 centésimas de Nogueira e na volta seguinte passava-o.

A fase final da corrida era marcada pelo ritmo mais forte de Luís Alegria, que pressionava Arnaldo Marques e à sétima volta passava a comandar o Campeonato 1300.

Arnaldo Marques era segundo, seguido por Filipe Nogueira, João Braga (Datsun 1200), Fernando Charais (datsun 120Y) e José Fafiães (Datsun 1200).

portimao cncc alegria Luís Alegria (Datsun 1200) portimao cncc1300 marques Arnaldo Marques (Datsun 1200)

 

BAJA PORTALEGRE 2017

 

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MRacing supera dura Baja Portalegre 500

Equipa coloca dois carros entre os sete melhores

A MRacing superou a dura e exigente 31ª Baja Portalegre 500, prova que encerrou a temporada da Taça do Mundo e do campeonato nacional da especialidade. Com cinco carros à partida dos quase 500 quilómetros de competição, a formação de Montemor-o-Novo sabia que tinha um desafio exigente mas não escondia a ambição. Luis Recuenco, que acabou em quarto, e Luís Dias, que foi sétimo, ofereceram à equipa um excelente resultado numa corrida marcada pelo elevado nível competitivo.

Sem chuva, com as temperaturas muito altas e com os pisos totalmente secos, a Baja Portalegre 500 de 2017 foi extremamente exigente para as equipas que se apresentaram à partida. Luis Recuenco foi o melhor representante da equipa. O piloto começou da pior forma, pois capotou a Toyota Hilux logo no prólogo, mas a partir do momento em que recuperou a confiança e o ritmo, começou a subir na classificação e terminou em crescendo.

Luís Dias esteve em Portalegre para festejar os 25 anos da conquista da Taça Nacional de TT, a competição que daria origem ao actual campeonato português. Em ambiente de celebração, o piloto do Nissan WD01 superou as muitas dificuldades que encontrou e, apesar das dificuldades encontradas no percurso, manteve a consistência para festejar no final.

Menos felizes foram as três restantes equipas que a MRacing assistiu durante os dois dias de prova. Alejandro Martins andou sempre entre os três primeiros e esteve perto de alcançar um resultado histórico. Quando rodava na segunda posição da geral, um toque numa pedra levou à quebra da transmissão da sua Toyota Hilux e levou à desistência. Também Paulo Rui Ferreira, que até então estava a divertir-se como nunca, teve de terminar mais cedo, depois de ter partido a transmissão direita dianteira do seu carro.

De regresso à clássica alentejana, Sébastien Vincendeau ficou impressionado com o ritmo que conseguiu imprimir ao volante do Propulsion Addax com duas rodas motrizes. Mas já no final do segundo sector selectivo, o carro capotou. O motor entrou em excesso de rotação e cedeu. De qualquer forma, o francês salienta o prazer que sentiu ao estar de volta à mítica prova do TT em Portugal.

O responsável da MRacing, Manuel Russo Jr., destacou os resultados alcançados pelos pilotos que terminaram a Baja Portalegre 500. “A corrida foi um pouco agridoce mas não posso deixar de estar contente porque o Luis Recuenco fez um muito honroso quarto lugar atrás do Ricardo Porém, que fez uma excelente corrida e sagrou-se campeão nacional, e dos dois Mini oficiais. Era difícil pedir mais. O Luís Dias celebrou os 25 anos da conquista da primeira Taça Nacional de TT com um positivo sétimo lugar”, afirmou.

A MRacing participou na prova com cinco carros mas, infelizmente, nem todos conseguiram terminar. “Relativamente aos restantes pilotos, foi uma pena. O Sébastien Vincendeau partiu o motor do carro após um capotanço, enquanto o Paulo Rui Ferreira ficou impedido de viver mais tempo esta experiência fantástica que é correr em Portalegre. O Alejandro Martins podia ter feito um resultado marcante mas as corridas são mesmo assim e temos de saber tirar o que de melhor aconteceu neste fim-de-semana de competição”, sublinhou.

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Alejandro Martins“Perdi tudo. O segundo lugar no campeonato, o estatuto de piloto prioritário FIA e o segundo lugar na corrida. Bati numa pedra e parti a transmissão do carro. Enquanto andei, diverti-me imenso. As pistas são fantásticas e o carro esteve sempre certinho.”
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Paulo Rui Ferreira“Foi muito bom mas soube a pouco. Partimos a transmissão dianteira direita do carro. Aconteceu ao quilómetro 40 do terceiro sector selectivo. O troço era mais técnico mas não muito duro, ao contrário do da véspera. Estava a divertir-me imenso. A prova é fabulosa, com troços variados. De todas as corridas em que já participei, sejam nacionais ou internacionais, esta é a melhor.”

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Luís Dias“Condições muitíssimos duras. O sector da manhã correu bem até dois terços. Depois o carro apanhou água e começou a falhar. Não conseguimos resolver o problema na assistência. Fizemos o segundo troço assim. No cômputo geral correu bastante bem.”

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Luis Recuenco“Esteve tudo bastante bem. O melhor de tudo foi o ritmo de corrida graças à afinação que deixou o carro competitivo. Conseguimos fazê-lo pelo trabalho da nossa equipa, a MRacing do Manuel Russo. Quero, também, agradecer aos pilotos Paulo Rui Ferreira, Luís Dias e Alejandro Martins pela forma como me receberam. Um obrigado ao meu co-piloto pela forma como deu as notas. Os meus parabéns à organização pela prova tão bem organizada e ao muito público presente.”

Sébastien Vincendeau“Correu tudo bem até ao quilómetro 75. Estávamos quase no fim do sector. Na passagem pela ribeira, com a água, não via nada e pisei algo que furou o pneu do carro. 300 ou 400 metros, devido a isso, o carro capotou. Quando isso aconteceu, a rotação era muito elevada e o motor partiu. Não deu para continuar. Foi uma experiência curta mas positiva. Estou bastante contente com o carro, foi super positivo. Mas estou triste pela forma como terminou. Tivemos velocidade para seguir os pilotos nacionais. O nível é muito alto.”

 

João Raposo

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