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VELO CAB2012


MOTOS NO ESTORIL

 

Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga voltam a brilhar na última ronda do CNV no Estoril


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Decorreu este fim de semana a última prova do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV) da temporada de 2017, no Autódromo do Estoril. Debaixo de um calor intenso foram discutidas as melhores posições nas categorias de Moto 3 e Pré-Moto3, onde competiram três pilotos provenientes da estrutura de Miguel Oliveira Racing Team.

Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga (Quique), que também correram neste mesmo fim de semana na última corrida da 1ª edição da Oliveira Cup, conseguiram arrecadar a 1ª, 7ª e 9ª posições, nas respetivas categorias – Moto 3 e Pré-Moto3, respetivamente.

Pedro Fragoso conseguiu o 1º lugar em Moto3, tendo completado as 10 voltas da corrida na sua Honda NSF 250 em 19min37.183s. Conseguiu rodar a sua melhor volta em 1min55.656s, superando inclusive os tempos por volta nas várias sessões de treinos cronometrados de sábado e domingo.

Diogo Luís e Quique, nas suas Beon 250 e Metrakit 125, respetivamente, puderam afirmar-se na categoria de Pré-moto 3, com 20min21.282s e 20min22.009s, tendo ambos os pilotos realizado a volta mais rápida nos 2min00s e conseguindo alcançar o 7º e o 9º posto na sua categoria.

Foi muito bem concretizado o nosso objetivo deste fim de semana: aprender, rodar na moto e colocar em prática todos os ensinamentos que têm sido partilhados com estes jovens pilotos. Os nossos pilotos estiveram muito bem em performance e velocidade, mesmo sabendo que este fim de semana disputaram dois importantes campeonatos – o CNV e a Oliveira Cup, o que traduz um esforço redobrado em foco e atenção em pista. Estão de parabéns os nossos pilotos!”, afirma Paulo Oliveira, Diretor de Equipa.

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VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

Em Quito fiquei duas noites. No primeiro dia peguei na moto e fui visitar a parte antiga da cidade, onde estão as principais catedrais que, à semelhança do que tinha visto no México e América Central, exibem o fascínio que os espanhóis tentaram introduzir na cabeça dos povos colonizados, através da religião. A Catedral de Jesus, com talha trabalhada a preencher quase todo o interior, forrado a folha de ouro, levou 160 anos a ser construída. Por aí se pode ter uma ideia da grandiosidade da obra. Impressionante.

Para variar das refeições locais fui almoçar uns "gnoqui" a um restaurante italiano recomendado pelo “Lonely Planet” e da parte da tarde fui visitar a casa Museu e ao que o artista chamou “a Capela” do pintor Equatoriano Oswaldo Guayasamín. Interessantíssimo. A guia era optima ao fazer-nos perceber a obra do artista, que se foca muito nas pessoas que sofrem como os antigos escravos ou quem vive na miséria mas também nas injustiças da nossa sociedade.
Guayasamín teve sucesso desde novo, graças a uma visita que Rockfeller fez, nos anos 40, a Quito, encantando-se com a obra do jovem pintor, tendo levado alguns quadros para os Estados Unidos e mais tarde lançado o artista naquele país.
Antes de morrer Guayasamín reuniu os sete filhos e disse-lhes que iria deixar a casa/atelier onde viveu os últimos vinte anos de vida ao estado Equatoriano para que aí fosse criado este fantástico museu. Numa das paredes uma frase gravada pelo artista:
“Eu chorava porque não tinha sapatos, até encontrar um miúdo que não tinha pés”.
Na manhã seguinte deixei Quito a caminho da costa mas antes tentei visitar o vulcão mais famoso do Equador e um dos mais altos, uns 80 Km a Sul da capital. O Cotopaxi mede quase seis mil metros e tem um glaciar no topo que, segundo os locais, tem vindo a perder gelo de ano para ano em mais uma prova do aquecimento global.
Acabei por não subir o vulcão porque não deixam entrar motos no parque e portanto teria que ir com um guia num carro até ao estacionamento superior para depois fazer uma caminhada de três horas, a mais de cinco mil metros de altitude até ao glaciar. Se estivesse bom tempo até tinha aceite a ideia mas o tempo estava enublado e ameaçava mesmo chover de maneira que desisti da ideia.
Continuei então o meu caminho rumo a Ocidente e à costa do Pacífico. Pouco tempo depois entrei numa serra que me deu imenso gozo subir, com curvas e contracurvas ao longo de muitos quilómetros em optimo piso. Aquele lado da serra, assim como a paisagem à volta de Quito, é seco e castanho mas, quando chegamos ao topo verificamos que a paisagem do outro lado é completamente diferente, de densa selva muito verde. Quase a três mil metros de altitude podia ver nuvens uns 500 metros abaixo de mim a cobrirem uma parte deste lado da serra cheio de vegetação. Comecei a descer e, ao entrar nessas nuvens, uma espécie de nevoeiro cerrado, a visibilidade ficou reduzida a menos de dez metros e, sem chover, a estrada estava encharcada. Tive que ir muito devagar, com enorme cuidado quando tinha que ultrapassar camionetas por não conseguir ver o que vinha em sentido contrário, se uma curva apertada ou um carro ou camião. A descida pareceu-me interminável, tendo rodado assim cerca de uma hora. Por fim passei para a parte de baixo das nuvens e pude apreciar a fantástica paisagem até ver uma cascata com um restaurante em baixo onde parei para almoçar a apreciar a fantástica paisagem daquelas quedas de água a correrem para piscinas naturais cavadas nas rochas. Fui recebido por um Eslovaco, que ali vivia e trabalhava há 12 anos e me apresentou o casal dono do local. Não havia mais cliente algum e a senhora preparou-me um excelente frango com batatas fritas verdadeiras e banana frita. Foi das melhores refeições que tive no Equador e, acompanhada de suco de cana de açucar expremido na hora, custou-me três dólares.

 

La Mitad del Mondo - Ecuador


Ao entrar no Ecuador, antes de apanhar a estrada principal que me levaria a Quito, fui almoçar, que eram três e meia da tarde e estava cheio de fome depois dos atrasos na fronteira, e resolvi ir visitar o cemitério de Tulcan a cidade junto à fronteira, porque um velho motard Argentino que encontrei tinha-me dito que valia a pena visitar esse cemitério onde os arbustos estão habilmente recortados em diferentes formas que representam animais ou distintas esculturas. Muito original.
Entretanto já passava das quatro da tarde de maneira que rodei mais uma hora e, ao chegar a uma cidade com um lago e Hoteis junto decidi por ali ficar. O sítio era muito giro, com vulcões extintos do outro lado do lago. No Ecuador, sendo um país pequeno, há 25 vulcões, sem contar com os da ilha de Galápagos
No dia seguinte decidi procurar na cidade uma oficina de motos onde pudesse fazer dois arranjos. Um era um dos parafusos que seguram a parte de trás do quadro e que tinha substituído no Mexico mas por uns de baixa qualidade. Andava há dias a sentir que a moto não estava a curvar tão bem como o habitual e esta manhã, quando a olhei por trás, reparei que o guarda lama estava desviado para um lado. Um dos parafusos tinha voltado a partir-se. O outro problema era uma fuga de gasolina junto ao depósito, desde que desmontei a bomba nos Estados Unidos, que ainda não consegui resolver.
Encontrei uma oficina de dois simpáticos rapazes que trataram de substituir os dois parafusos que estavam um partido e o outro quase, por uns de qualidade superior enquanto eu tratei da fuga de gasolina, obrigando-me a desmontar carenagens e tirar o depósito fora. Foi obra para quase três horas. 
No caminho para Sul parei para almoçar na cidade de Otavalo e o simpático dono de restaurante, depois de estar à conversa comigo, ofereceu-me a refeição.
Desci depois até Quito mas, já perto da cidade, fui ainda visitar dois marcos importantes onde está registada a linha imaginária do Equador naquele local.
O primeiro, mais básico, é um relógio de Sol num descampado junto à estrada montado em cima de pedras com círculos marcados que definem a hora através da sombra deste enorme tubo metálico, sendo o meio dia a altura em que o tubo não provoca qualquer sombra.
O rapaz que me mostrou este enorme relógio de Sol falou-me numa coisa interessante que só há pouco tempo tinha lido algures e refere-se ao facto de nós erradamente definirmos o Polo Norte como estando na parte de cima da terra e o Polo Sul na parte de baixo quando, na realidade, a terra em relação ao Universo não tem parte de cima ou de baixo definidas. Eles ali exibiam um mapa mundo projectado transversalmente em relação ao que estamos habituados que, segundo eles, é como deveria ser mostrada a terra em projecção.
Há pouco tempo li que quando um astronauta enviou recentemente uma fotografia da terra, no centro da Nasa viraram a fotografia de modo que o Polo Norte ficasse para cima, para não confundir as pessoas mas na prática não há razão para ser assim.
Este local do Relógio de Sol tem uma placa, colocada por astrónomos americanos há quatro meses atrás, a definirem um ponto exacto onde passa o equador.
O mesmo não se passa no segundo sítio que visitei e que é mais famoso. É uma vila que se chama La Mitad del Mundo e tem um monumento e uma linha marcada no chão onde supostamente passa o Ecuador, dividindo o mundo em dois.
Em Quito instalei-me no simpático Hotel recomendado pelo meu amigo equatoriano que tinha encontrado a primeira vez em Ipiales e, por coincidência, mais duas vezes, uma na própria fronteira no dia seguinte de manhã e outra na oficina, junto à estrada principal, onde reparei a moto.


 

VITÓRIA DE OLIVEIRA EM SEPANG

 

Com segunda vitória consecutiva em Moto2, Miguel Oliveira garante a 3ª posição final no Campeonato Mundial de Velocidade

 

MIGUEL OLIVEIRA BISA VITÓRIA ESTRONDOSA

 

O feito repete-se: Miguel Oliveira volta a vencer, desta feita o GP da Malásia, e a fazê-lo com grande estrondo. Numa impressionante similaridade com a histórica corrida da passada semana na Austrália, esta que é a segunda vitória consecutiva do piloto almadense na categoria intermédia do Campeonato Mundial de Velocidade – e a oitava da sua carreira – foi, também ela, delineada desde o arranque; Miguel Oliveira conseguiu o holeshot e ao final da primeira volta tinha já garantido praticamente 1 segundo de avanço sobre o perseguidor, Franco Morbidelli. Daí por diante, ao longo de 19 voltas, foi ver o astro português da Red Bull KTM Ajo a dar uma aula de pilotagem e a executar com a sua mestria aquele que foi o epíteto de uma corrida perfeita.

 

O cenário não facilitou, com as temperaturas na Malásia a ultrapassarem os 30°, naquela que já se antevia uma difícil corrida para os pilotos. Volta após volta o piloto português de 22 anos rodou consistentemente nos baixos 2m07s / altos 2m06s, batendo por diversas vezes o seu próprio recorde de volta mais rápida em corrida e ganhando uma estonteante liderança que rondou os 5 segundos para aquele que se consagraria nesta etapa campeão mundial da classe, Franco Morbidelli. Numa prova onde a disputa pela segunda posição apenas teve lugar nas últimas voltas, Miguel Oliveira voltou a impor distância no seu reinado e a correr numa liga própria, para terminar 2.387s à frente do seu colega de equipa e 2º classificado, Brad Binder. Com mais este feito, o piloto português arrecada novamente 25 pontos, garantindo o 3º lugar no campeonato mundial deste ano.

 

#44 Miguel Oliveira

“A estratégia inicial não era descolar, sabia que o Franco (Morbidelli) tinha um bom ritmo - o Brad (Binder) também - por isso o plano era manter-me atrás dele, mas assim que vi que consegui adiantar-me um pouco nas primeiras voltas decidi que ia dar tudo para a vitória. Não me poupei, isso é certo, e consegui mais uma grande vitória para a equipa, estou extremamente orgulhoso”.

 

O próximo e último confronto realiza-se em solo espanhol, circuito de Valência, entre os dias 10 e 12 de novembro.


Corrida Sepang, Malásia:

1 - Miguel Oliveira (KTM) com 40min28.955s

2 - Brad Binder (KTM) com +2.387s

3 - Franco Morbidelli (Kalex) com +6.878s

4 - Mattia Pasini (Kalex) com +21.774s

5 - Francesco Bagnaia (Kalex) com +22.086s


Classificação geral do Campeonato:

1 - Franco Morbidelli (Kalex) - 288 pontos

2 - Thomas Luthi (Kalex) - 243 pontos

3 - Miguel Oliveira (KTM) - 216 pontos

4 - Alex Marquéz (Kalex) - 190 pontos

5 - Francesco Bagnaia (Kalex) - 161 pontos

 

MOTOS NO ESTORIL

 

Pupilos de Miguel Oliveira discutem respetivas posições na última prova da temporada no Campeonato Nacional de Velocidade

 

CALOR INTENSO NO ESTORIL NO 1º DIA DE TREINOS

   


O Autódromo do Estoril recebeu este sábado as primeiras sessões de treinos do fim de semana, no âmbito do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV), organizado pelo Motor Clube do Estoril, sob a égide da Federação Portuguesa de Motociclismo.

 

Com temperaturas a rondar os 30º, os jovens pilotos Pedro Fragoso, Pedro Fraga (Quique) e Diogo Luís, com os números 10, 44 e 28, realizaram hoje uma sessão de treinos livres e outra de treinos cronometrados, para poderem discutir as respetivas posições no campeonato.

 

Pedro Fragoso, natural de Sto  André, Santiago do Cacém, conseguiu rodar consistentemente no 1min57s, pese embora as dificuldades que sentiu perante um dia de ‘verão’, em pleno mês de outubro. “Esteve muito calor, a pista esteve muito quente, e senti que escorregava um pouco. Penso que andei bem e consegui rodar o maior número de voltas possível, sobretudo da parte da tarde. Estou confiante e amanhã há mais”.

 

Nuestro hermano, Pedro Fraga, mais conhecido por “Quique” rodou nas sessões de treinos nos 2min02s, apenas 1 segundo a mais dos tempos por volta que tinha registado pela manhã, mas a deixar adivinhar que amanhã vai mostrar toda a sua garra de piloto.

 

Já Diogo Luís conseguiu superar em 5 segundos os tempos por volta que tinha registado esta manhã, rodando nos 2min01s, um claro exemplo de evolução e dedicação do jovem piloto de apenas 13 anos, natural do Seixal.

 

Paulo Oliveira, Diretor de Equipa, sublinha que “este vai ser um fim de semana que simboliza o culminar de uma época cheia de aprendizagem e muita evolução dos nossos jovens pilotos. Dedicação, entrega e alguma ambição estão no sangue destes jovens e toda a equipa acredita que este ‘espírito’ dê origem a bons resultados dentro em breve, tanto no nosso país como além fronteiras”.

 

Os três pilotos integram a estrutura da Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, que os assessora, forma e orienta a nível pedagógico e desportivo.

 

A segunda sessão de treinos cronometrados de Moto3 e Pré-Moto3 decorrem amanhã pelas 09h55 e as corridas das respetivas categorias realizam-se pelas 15h15. Esta será a última prova da temporada do CNV em 2017.

  

 

OLIVEIRA NA MALÁSIA

 

a 5ª vez na temporada que o piloto português sai da 1ª linha da grelha de partida

 

MIGUEL OLIVEIRA ARRANCA DO 2º POSTO AMANHÃ NA MALÁSIA

O segundo dia em Sepang, na Malásia, que acolhe a 17ª ronda – a penúltima – do Mundial de Motociclismo, foi pautado pelo calor intenso. E a 3ª e última sessão de treinos do fim de semana foi um prenúncio do que a sessão de qualificação reservava, com sol e temperatura atmosférica a rondar os 30ºC.

 

Miguel Oliveira, piloto de 22 anos da Red Bull KTM Ajo, mais uma vez entrou em pista para mostrar um forte andamento,  conseguindo superar o tempo do FP1 com a marca de 2m06.698s e terminar com o 3º lugar da sessão e dos tempos combinados. O piloto de Almada rodou a sua KTM de uma forma imparável, num circuito que trilha pela primeira vez na categoria intermédia.

 

A sessão de qualificação teve um início bastante disputado. Com a escolha dos pneus mais macios usados toda a época, os pilotos do topo da tabela rodaram bem perto do recorde da pista e o jovem piloto português tirou de imediato da cartola uma volta rápida de 2m06.432s, a qual o colocou no 2º lugar, apenas atrás do líder do campeonato Franco Morbidelli, por 0.026s.  Com a temperatura do asfalto a continuar a aumentar, atingindo valores perto dos 60ºC, a evolução dos tempos ficou irremediavelmente comprometida. Os pilotos ainda tentaram melhorar o ritmo nos últimos minutos da sessão, mas uma série de quedas atestou a dificuldade das condições em pista, dando praticamente por encerradas as posições na grelha.

 

#44 Miguel Oliveira

“Senti-me muito bem hoje. Estou contente com esta 2ª posição e por voltar a estar novamente na 1ª linha da grelha de partida. Estamos mais consistentes do que em Phillip Island, mas é difícil prever o ritmo da corrida amanhã, imagino que seja um pouco mais baixo que o de hoje, porque na qualificação usamos pouco combustível e isso dá-nos um pouco mais de aderência, mas vamos ver como corre. A componente física certamente terá um papel na corrida, está tanto calor que é difícil saber o que esperar e torna-se bastante fácil cair porque perdemos muita aderência com estas temperaturas. Mas estou confiante para amanhã, vou dar tudo e aproveitar ao máximo a corrida”.

 

Miguel Oliveira parte assim de uma aguerrida 2ª posição da grelha de partida, para mais uma batalha no Grande Prémio da Malásia ao lado do homem da pole, Franco Morbidelli. A corrida realiza-se amanhã pelas 5h20, horário de Portugal Continental.

 

Qualificação

1 - Franco Morbidelli (Kalex) com 2:06.406

2 - Miguel Oliveira (KTM) com 2:06.432 (+0.026)

3 - Fabio Quartararo (Kalex) com 2:06.478 (+0.72)

4 - Alex Marquez (Kalex) com 2:06.511 (+0.105)

5 - Thomas Luthi (Kalex) com 2:06.593 (+0.187)

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MIGUEL OLIVEIRA VENCE EM SEPANG

MIGUEL OLIVEIRA VENCE DE NOVO

 

BRILHARETE DO PILOTO PORTUGUES - HINO DE PORTUGAL TOCOU EM SEPANa453 Copy

 

 

 Novo sucesso e pelos vistos parece que lhe tomou o gosto... e ganhou outra vez. Miguel Oliveira repete Phillip Island em Sepang. Notável talvez seja curto como adjectivo.Um final de época em glória a mostrar o que vale.Será que em 2018 poderá ser o salto para a categoria rainha do Motociclismo?

 

OLIVEIRA NA MALÁSIA

 

Na sessão de treinos combinados do 1º dia de trabalho em Sepang, o piloto de Almada da Red Bull KTM Ajo conseguiu a melhor prestação

 

MIGUEL OLIVEIRA MANTÉM RITMO DE VITÓRIA NO 1º DIA NA MALÁSIA

 

Ainda com ritmo de vitória, depois de no passado fim de semana, em Phillip Island, Austrália, ter feito história para a KTM e como o primeiro português a ganhar uma corrida em Moto2, Miguel Oliveira chegou a Sepang, na Malásia, e conseguiu a melhor prestação na sessão de treinos combinados do 1º dia de trabalhos. Com o tempo quente e com a chuva a ameaçar cair a qualquer momento, o piloto luso da Red Bull KTM Ajo, imparável, mostrou mais uma vez a sua capacidade imensa de pilotagem ao conseguir o melhor tempo na sua estreia em mais um circuito na categoria de Moto2.

 

A 1ª sessão de treinos livres do dia apresentou-se com piso seco. Miguel Oliveira foi construindo o seu ritmo ao longo da sessão, progredindo na tabela à medida que testava o circuito com a sua KTM, e não se contentou com menos do que o topo da tabela, marcando o melhor tempo da sessão com 2min06.856s.

 

Já a 2ª sessão de treinos começou com a pista húmida, num traçado conhecido pela dificuldade em distinguir as zonas molhadas das secas devido à tonalidade do asfalto. O piloto de Almada entrou em pista com pneus de chuva e mostrou a sua confiança também nestas condições, conquistando o melhor tempo logo nas suas primeiras voltas. As condições em pista entretanto deterioraram-se e a queda de alguma chuva dificultou o andamento dos pilotos a meio da sessão. A 20 minutos do final, após uma ida às boxes, Miguel Oliveira regressa à pista para voltar a brilhar e reclamar a liderança nos tempos, apenas cedendo a posição já nos 2 últimos minutos da contenda para terminar com um sólido 3º tempo de 2m24.139s.


Um arranque promissor para o fim de semana, com Miguel Oliveira a liderar as hostes em Sepang, à frente do líder do campeonato Franco Morbidelli e de Thomas Luthi.


#44 Miguel Oliveira

 

“O dia de hoje correu bastante bem, tanto de manhã, com muito calor e a pista seca, como à tarde, com a pista molhada e à chuva. Rapidamente nos colocamos numa boa posição e isso deu-nos confiança. Ainda não sabemos o que esperar do tempo este fim de semana, mas penso que estaremos preparados para ambos os cenários. O objetivo para amanhã é continuar o trabalho de hoje e conseguir um lugar na grelha de partida que nos permita lutar pela vitória na corrida de domingo. 

Não queria deixar de aproveitar este momento para expressar também as minhas mais sentidas condolências à família e amigos de Stefan Kiefer, diretor da equipa onde me estreei o ano passado em Moto2 e que nos deixou hoje inesperadamente. A sua falta será sentida".


O antigo piloto Stefan Kiefer, e também chefe e co-criador da Kiefer Racing, foi encontrado sem vida esta manhã em Kuala Lumpur, quando a equipa se preparava para rumar a Sepang, para o GP da Malásia. Altamente admirado no paddock pela sua personalidade amigável, foi também team manager da Leopard Racing, onde Miguel Oliveira se estreou na categoria intermédia. Com este trágica situação, a equipa da Kiefer Racing decidiu não participar no Grande Prémio deste fim de semana em Sepang.

 

Amanhã será a penúltima sessão de qualificação da temporada, a decorrer às 08h05, hora de Portugal Continental.

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VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

No caminho para Ipiales ainda apanhei uma derrocada de pedras que terá acontecido mesmo antes de eu passar, pois fui o primeiro a chegar ao local. Como a moto passava, deixei o trabalho de remoção para os camionistas que entretanto chegaram e segui viagem.

Ao chegar à cidade fronteiriça instalei-me no Hotel com melhor aspecto que encontrei. Por acaso era novo e estava impecável. Fui depois procurar uma cinta para prender o saco amarelo onde transporto a tenda, saco cama e outras pequenas coisas, porque uma delas se partiu.
Quando saía da loja um Equatoriano muito simpático parou o carro e veio ter comigo. Também tinha motos e ficámos um pouco à conversa. Indicou-me um Hotel onde ficar em Quito e falou-me no mesmo Grupo de Ajuda Motard Internacional que quem tinha encontrado no dia anterior me tinha falado. É um grupo Sul Americano que tem aderentes de vários países.
No dia seguinte de manhã, antes de ir para a fronteira, a meia dúzia de quilómetros, ainda fui visitar a famosa catedral Santuario de Las Lajas que, por fora é fantástico, além da localização, em cima de uma falésia sobre um rio, mas o interior não me impressionou tanto como outras que tenho visto na America Central e do Sul.
Quando estava na fila da fronteira para declarar a saída da moto da Colômbia alguém me disse que precisava de fotocópia dos documentos e, no tempo de as ir tirar e voltar, o homem de serviço decidiu ir almoçar. Disseram-me que teria que esperar uma meia hora e por ali fiquei. Entretanto outro, com o ar de que iria avançando o processo, pediu para ver a minha importação temporária e constatou que estava fora de prazo. Na entrada tinham-me dito que era válida para seis meses mas na prática estava passada para três meses depois dos quais a deveria ter renovado por mais três. Como deixei cá a moto no início de Maio e só em Setembro voltei, os primeiros três meses tinham passado e o documento estava caducado. A solução, disse-me o homem, seria pagar uma multa de 1,8 milhões de Pesos, o equivalente a cerca de 600 Dólares. Disse-lhe que não tinha esse dinheiro e ele pediu que esperasse pelo chefe para saber o que ele diria mas que não estava a ver outra solução. Passados uns dez minutos veio ter comigo. Disse que tinha falado com o chefe e que ele perguntara quanto eu estaria disposto a pagar para resolver o problema.
- 20 Dólares, disse-lhe eu. É o que posso.
Ele fez um ar de como quem diz: “estás a gozar comigo” mas ao mesmo tempo parecia estar a tentar perceber se eu os estava a entalar, por alguma razão. Disse-me que iria perguntar mas que pensava não haver hipótese nenhuma. Passado um quarto de hora veio o chefe falar comigo. Não me falou em qualquer pagamento por fora, muito provavelmente por ter achado a oferta ridiculamente baixa, mas apenas que a única solução seria pagar a multa. Disse-lhe a ele também que não tinha esse dinheiro e, por fim, ele saiu-se com outra solução, daquelas que só vemos nestes países de gente que resolve os problemas à boa maneira de outros tempos:
Se quiser o que podemos fazer é eu fechar os olhos e você sair do país como se nada fosse, sem apresentar qualquer papel. O único problema é que, se regressar cá com essa moto vai ter que pagar a multa.
- Oh. Maravilha. Obrigado. Até à próxima.
 

MIGUEL OLIVEIRA DEVERAS MOTIVADO

 

Depois da histórica vitória no GP da Austrália, o piloto luso prevê ser ainda mais competitivo nas últimas duas rondas


MIGUEL OLIVEIRA MOTIVADO PARA SEPANG



 

Após a estrondosa vitória de Miguel Oliveira na categoria intermédia no passado fim de semana em Phillip Island, Austrália, o piloto de Almada e equipa tiveram de rumar de imediato para a Malásia, onde se disputará a 17ª ronda do campeonato do mundo de MotoGP. Com pouco tempo para celebrações, o piloto da Red Bull KTM Ajo prepara-se para atacar aquela que é a última corrida da ronda asiática, com a sua habitual determinação.


Na sua última visita ao circuito de Sepang em 2015, o piloto luso levou a disputa do título de Moto3 até Valência ao vencer esta mesma prova. Embora não seja um circuito alheio a vitórias e outras excelentes prestações, vai ser a primeira vez que o piloto almadense disputa esta prova aos comandos da Moto2. O triunfo alcançado na última prova deixa antever ao piloto da Red Bull KTM Ajo que pode ser também aqui bastante competitivo.  


#44 Miguel Oliveira

“Sinto-me bastante motivado com as próximas provas; adoro o circuito da Malásia, e também gosto bastante de Valência, por isso acredito que poderemos ser competitivos. Sepang é mais uma prova onde nunca corri em Moto2, por isso teremos de esperar e ver como corre. Continuo focado em dar o meu melhor neste ano de desenvolvimento do projeto e em aproveitar ao máximo cada corrida; claro que seria um ótimo bónus conseguir terminar este campeonato na 3ª posição, mas o objetivo é fazer um bom trabalho de desenvolvimento”.


A corrida do Campeonato Mundial de Moto2 em Sepang irá realizar-se no próximo domingo, dia 29 de outubro, pelas 05h20 (hora de Portugal Continental). Os treinos livres de sexta-feira, dia 27, terão lugar às 03h55 e 08h05. 

 

Informação do circuito - Sepang International Circuit
Comprimento: 5.543m 
Largura: 16m
Curvas esquerdas: 5
Curvas direitas: 10
Reta mais longa: 920m
Construído: 1998
Modificado: 2016
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MOTOS NO ESTORIL

 

Realiza-se este fim de semana a última prova do Campeonato Nacional de Velocidade, organizado pelo Motor Clube do Estoril no Autódromo do Estoril

 

PUPILOS DE MIGUEL OLIVEIRA VOLTAM AO ESTORIL PARA CAMPEONATO NACIONAL DE VELOCIDADE

 

Os pupilos oriundos da Escola de Motociclismo Oliveira Cup Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga voltam este fim de semana, 28 e 29 de outubro, ao Autódromo do Estoril, para discutirem posições no Campeonato Nacional de Velocidade (CNV).

 

Os jovens pilotos, que integram a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, participam nesta competição organizada pelo Motor Clube do Estoril, sob a égide da Federação Portuguesa de Motociclismo, nas categorias de pré-moto3 e moto3. 

 

Com idades compreendidas entre os 13 e os 15 anos, os pilotos são alguns dos mais promissores no âmbito do Oliveira Cup, pela dedicação e potencial, como explica o Diretor de Equipa, Paulo Oliveira: “Paralelamente ao nosso projeto-escola de motociclismo, temos esta equipa com presença no campeonato nacional de velocidade para dar continuidade aos pilotos que mais se vão destacando e assessorá-los com o nosso know-how em outras categorias em competições nacionais e internacionais, dando desta forma continuidade à sua formação e trabalhando nas suas competências para progredirem na modalidade com sucesso. Todos os nossos pilotos estão a progredir de uma forma natural e acima da média, e na última ronda alcançámos resultados muito notáveis. Acredito que a continuação deste trabalho poderá dar frutos num futuro breve no âmbito nacional e internacional".

 

Os treinos de Moto3 e Pré-Moto3 estão previstos para sábado pelas 16:20 e no domingo pelas 09h55. As corridas vão ser disputadas também no domingo, pelas 15h15. Esta será a última prova da temporada do CNV em 2017.a430 Copy

 

HAI TECH

Hai Tech

Wunderlich refines BMW's R nineT Racer

Hai Tech

 With the presentation of its sportiest version of the R nineT BMW unveiled a classic sports bike fully in keeping with the style of the Seventies. Of course BMW specialist Wunderlich took the racer intensely to heart and tailored a whole range of exclusive accessories for it.

Especially striking are Wunderlich’s tail conversions, which the team from Sinzig use to lend the racer a beautifully designed and discreet tail closure. These can be combined with various tail lights and assorted licence plate holders including a side-mounted licence plate on the Kardan, among others. Naturally, the eye is also drawn to the stylish number plate that Wunderlich offers in brushed aluminium. The Wunderlich racer is equipped for the worst case scenario with crash pads and protectors, while detailed covers add the finishing touch to the look. [...]

 

MOTOS NO BRASIL

 

De 24 a 27 de maio de 2018 você tem compromisso com o Salão Moto Brasil!!

Faltam apenas SETE meses para nos encontrarmos no Riocentro!

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. Fique atento e anote na agenda: De 24 a 27 de maio de 2018, no Riocentro, será realizada a 8ª edição do Salão Moto Brasil, considerado um dos maiores acontecimentos do setor no País! Todas as novidades do segmento duas rodas estarão reunidas num só local à espera de milhares de visitantes (em 2017 foram cerca de 92 mil pessoas gerando mais de R$ 10 milhões de volume de negócios).

Uma grande novidade da próxima edição é a mudança de data. A escolha do mês de maio vem ao encontro da campanha pela vida que busca conscientizar a sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, através do movimento entitulado "Maio Amarelo".

Já salvou a data? Em sete meses, nos veremos por lá! 

Salão Moto Brasil - Na sua 8ª edição, o Salão Moto Brasil, já está estabelecido no calendário anual do motociclismo nacional e é um dos maiores do setor no Brasil. Com o intuito de gerar negócios, entretenimento, educação e turismo, o evento tem expositores das principais montadoras, fabricantes e distribuidoras de motopeças e acessórios, além de shows, atrações e um público qualificado e apaixonado por duas rodas. O Salão Moto Brasil tem como apoiadores institucionais AMO-RJ (Associação dos Motociclistas do Rio de Janeiro), FMCRJ (Federação de Motoclubes do Rio de Janeiro), ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), Rio Convention & Visitors Bureau e RIOTUR. 

Edição de 2017 em números:

- cerca de 92 mil visitantes.

- 125 expositores com mais de 400 marcas (aumento de 30% em relação a edição anterior).

- mais de 40 mil motos no estacionamento.

- 6.000 profissionais do setor.

- mais de R$ 10 milhões em volume de negócios.

- 1.500 motoclubes cadastrados.

Salão Moto Brasil 2018 - Rio de Janeiro - RJ

Pavilhão 2 do Riocentro 

Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.

Dias: 25, 26 e 27 de maio

 

FINAL TEMPORADA NA OLIVEIRA CUP

 

Escola de Motociclismo de Miguel Oliveira contou na 1ª edição com 7 provas e 12 pilotos

 

FINAL DE TEMPORADA DA OLIVEIRA CUP

ESTE FIM DE SEMANA NO ESTORIL

A 7ª e última prova da época de estreia do Troféu-Escola de Motociclismo Oliveira Cup vai realizar-se este fim de semana no Autódromo do Estoril, a 28 e 29 de outubro. No mesmo espaço, em horários concertados, vai decorrer também o Campeonato Nacional de Velocidade, onde vão estar a competir inclusive três pilotos da estrutura da Miguel Oliveira Fan Club Racing Team.

 

Sábado e domingo vão ser dias muito dinâmicos num dos circuitos de velocidade mais bonitos e da história do desporto motorizado – o Estoril. Durante todo o fim de semana vão ser discutidos os lugares de topo da Oliveira Cup, já que está ainda tudo em aberto”, refere Paulo Oliveira, Diretor de Equipa Oliveira CupTomás Alonso tem a liderança do campeonato com uma margem de 14 pontos sobre Pedro Fragoso, o que significa que está em aberto o título do Oliveira Cup. Pedro Fraga embora já não tenha opção ao título, pode ainda ser 2º classificado final. Não podemos esquecer Diogo Luis que também pode estar na luta pela vitória desta ronda e Rafael Damásio, que, sempre determinado, está cada vez mais perto da cabeça da corrida. Outros dois pilotos que podem terminar na 4ª posição são Marco Mateiro e Rafael Saraiva, que se encontram apenas a 8 pontos. Logo a seguir estão outras lutas interessantes, pese embora a ausência de Miguel Santiago, por ainda estar a recuperar de uma lesão contraída no braço. São dados interessantes que antevêem mais uma vez grandes corridas entre estes jovens pilotos.

 

Miguel Oliveira, piloto de Moto2 da Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto, não conseguirá marcar presença, já que este fim de semana compete na 17ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo em Sepang, no GP da Malásia. Apesar da incompatibilidade de agenda, o piloto almadense sublinha que: “tem sido uma temporada muito surpreendente e os nossos jovens pilotos têm demonstrado o seu talento com bastante empenho. De prova para prova temos conseguido perceber uma evolução muito positiva de todos e, por isso, este fim de semana no Estoril vai ser certamente uma ronda final bonita de se ver”.

 

A entrada no Autódromo no Estoril é gratuita para a Bancada A, mas o acesso ao paddock tem um custo de 5 euros para os dois dias – um valor que poderá ser redimido no local, numa compra de merchandising Miguel Oliveira, igual ou superior a 30€.

 

Sábado, 28 outubro
TREINO CRONOMETRADOS
15h00 - 15h25 - Oliveira Cup - MiniGP e Naked
16h20 - 16h50 - CNV 85GP/Moto4 + CNV 125GP/Pré-moto3 + CNV Moto3 + Troféu Norte Sul Team

 

Domingo, 29 outubro
TREINOS CRONOMETRADOS
09h55 - 10h25 - CNV 85GP/Moto4 + CNV 125GP/Pré-moto3 + CNV Moto3 + Troféu Norte Sul Team
10h30-10h55 - Oliveira Cup - MiniGP e Naked

CORRIDAS
14h10 - Oliveira Cup - MiniGP e Naked
15h15 - CNV 85GP/Moto4 + CNV 125GP/Pré-moto3 + CNV Moto3 + Troféu Norte Sul Team
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NOVA GOLDWING DA HONDA

 

Nova Honda GL1800 Goldwing

Para 2018, a GL1800 Gold Wing abraça uma nova direcção e é um modelo totalmente novo, "dos pés à cabeça". No entanto e apesar disso, continua a exibir o seu motor característico de seis cilindros opostos, responsável pela "avalanche" de binário e de potência, mantendo-se portanto como "A MOTO” premium de turismo de referência na gama da Honda, repleta de equipamentos e funcionalidades, com capacidade para oferecer uma viagem com todo o conforto e estilo para duas pessoas. Ainda assim, a GL1800 está agora mais pequena, mais leve e bastante mais ágil, no fundo, uma verdadeira moto para o "motociclista viajante".a394 Copy

 

HONDA ANUNCIA

 

Honda anuncia a segunda edição da aventura Africa Twin Marrocos Epic Tour

A Honda anunciou a abertura das inscrições para a 2ª edição da aventura Africa Twin Marrocos Epic Tour.

Depois do êxito da primeira edição, a Honda confirma as datas da segunda expedição em Marrocos a realizar entre 11 a 19 de Maio 2018.

Seguindo a filosofia da passada edição este evento é exclusivo a 50 participantes, portugueses e espanhóis.

As inscrições decorrem até ao dia 14 de Novembroa373 Copya374 Copya375 Copy

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

De Cali fiz cerca de 140 Km até Popayan. É uma estrada sinuosa e com bastante transito de camiões, por ser a ligação de Medellin ao Ecuador. O Googel maps calcula assim quatro horas e meia para o percurso de autocarro e três para os carros. De moto despacho-me bastante melhor mas com várias paragens por obras na estrada acabei por levar mais de duas horas, felizmente com bom tempo.

Tinham-me recomendado que visitasse Popayan, uma cidade com o centro antigo de boas casas pintadas de branco, algumas hoje em dia transformadas em Hoteis. Foi uma cidade onde no início do século passado se instalou parte da classe rica Colombiana, pelo seu clima ameno durante todo o ano.
Quando cheguei comecei por visitar essa parte da velha cidade que não me deixou muito impressionado e depois, pelas três da tarde, fui almoçar a uma tasca de beira de estrada onde me pediram o equivalente a menos de dois euros por um bife com arroz, embora bera, e uma cerveja. Depois do almoço começou a pingar e tratei de procurar um Hotel onde ficar.
Pela Colômbia as pessoas são mais simpáticas que na América Central onde temos a sensação que a maior insegurança os torna mais tensos. Aqui parece que estão aliviados pelo fim da guerrilha e dos assassinatos pelos gangs de droga e de um modo geral estão sempre prontos a ajudar. Já várias pessoas me guiaram até aos locais quando lhes pergunto o caminho para uma certa morada. Aqui foi um homem numa scooter que me veio indicar um Hotel e esperou à porta até se certificar que aquele me servia, disposto a acompanhar-me na procura de outro. Fiquei por aquele que não era grande coisa mas tinha garagem para a moto.
Pedi ao rapaz da recepção que me procurasse na Internet uma miúda gira para me fazer companhia e passada uma hora bateu-me à porta do quarto esta rapariga linda, com um ar meigo e de bem comportada que me deixou o sangue a ferver nas veias quando a vi. A voz era suave e calma. Fiquei apaixonado e pedi que voltasse na manhã seguinte mas tinha aulas na Universidade. Estudava no segundo ano de Comunicação Social e sonhava ser apresentadora de televisão.
Deixei Popayan pelas dez e meia da manhã, o que para mim é cedo pois tinha uma etapa longa pela frente até Ipiales, junto à fronteira com o Equador. Mais uma vez o tempo manteve-se seco e pude distrair-me a acelerar pelas sensacionais estradas de montanha a tentar esquecer aquele borrachinho da noite anterior. Mas a temperatura durante o dia variou entre 18º nas partes mais altas de montanha e 38º nas planícies entre serras.
Pelo caminho encontrei um viajante Equatoriano numa Honda 250 monocilindrica e fiz-lhe sinal para parar. Morava junto à costa no Equador e tinha ido até Cartagena. Estivemos uns vinte minutos à conversa e sugeriu-me inscrever-me num grupo de motociclistas da America do Sul que se ajudam uns aos outros e oferecem estadia em suas casas. Ele próprio convidou-me para ficar em sua casa quando passasse em Puerto Lopez.

22 de outubro de 2017

Cali


Os trajectos na Colômbia entre cidades incluem sempre fantásticas estradas de montanha que, quando o piso está em bom estado, dão enorme gozo de percorrer na Cross Tourer.
A cidade de Cali é famosa pelo Cartel de Cali, o grupo de contrabando de droga que fez concorrência ao de Pablo Escobar de Medellin mas era muito mais bem organizado, com suborno de políticos, juízes, policia, etc.
Chegaram a associar-se a Pablo Escobar, até quando negociaram dividir as cidades americanas entre eles na venda de Cocaína. Ao contrario do cartel de Medellin tinha vários sócios, distribuídos por tarefas especificas. O grupo caiu quando se zangaram com um deles que os denunciou.
Embora não tenha sido aqui que nasceu a Salsa eles são grandes adeptos e, por toda a cidade se houve música a tocar.
Cheguei a Cali pelas três da tarde e fui direito ao centro, de ruas estreitas e movimentadas, com vendedores de bancas nos passeios a atrapalharem o difícil transito. Uma autentica feira. Encontrei um Hotel que não parecia mau e tinha a vantagem de uma garagem onde guardar a moto no meio daquele inferno.
Fui dar um passeio pela cidade e encontrei uma praça com boa arquitectura e uma igreja de portas com relevos dourados fantásticos.
Passei à porta de um bar de strip que parecia estar animado às quatro da tarde. Paguei um euro para entrar e deu direito a uma cerveja. Entre pegas e clientes estavam umas trezentas pessoas, todas com muito mau aspecto, a assistirem a um show deprimente, com uma mulher horrível a despir-se. Bebi a minha cerveja pela garrafa, como todos os outros, junto ao bar e voltei para o Hotel.
Quando quis jantar, às oito e meia da noite, os restaurantes já estavam fechados, um horário bastante comum aqui na Colômbia que pelos vistos não foi herdado dos espanhóis. No Hotel arranjaram-me uns panados de batata com carne que, como seria de esperar, estavam maus. Deitei-me pelas onze e meia da noite na esperança que a música que se ouvia aos berros desligasse pouco depois mas passou a meia noite e a algazarra continuava. A sensação era a de que um do altifalantes estava dentro do quarto. Falei para a recepção. O homem disse que iria durar até às três da manhã mas que pediria para colocarem o som mais baixo. O pedido não surtiu qualquer efeito. Tratava-se, soube depois, de uma festa que organizavam todos os fins de semana no sétimo piso de Hotel. Se tenho sabido teria sido preferível juntar-me à festa. A música finalmente calou-se pelas três e meia mas, quando estava quase a adormecer, começaram a bater às portas de quase todos os quartos do piso em que estava para acordarem um grupo de miúdos que deveriam participar num festival desportivo. Um pesadelo.
- Porque não lhes ligaram pelo telefone interno do Hotel?, perguntei na manhã seguinte.
- É que os telefones foram retirados dos quartos deles para que não os utilizassem.
Acabei por dormir três ou quatro horas e levantei-me estafado
 

MOTOS NO BRASIL

 

Rea vence as duas baterias no GP da Espanha e Kawasaki conquista título de construtores

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   A Kawasaki Racing Team teve um final de semana quase perfeito na disputa da etapa da Espanha do Mundial de SuperBike. O campeão antecipado, Jonathan Rea (#1), venceu as duas baterias no tradicional Circuito de Jerez e a Kawasaki confirmou o favoritismo e conquistou o campeonato na disputa entre fabricantes. A marca japonesa alcançou 549 pontos e comemorou mais um título nesta temporada. A 12ª e penúltima rodada da competição só não foi ainda melhor devido aos resultados de Tom Sykes (#66). Apesar de comemorar o centésimo pódio da carreira, o piloto britânico perdeu a vice-liderança do campeonato e agora ocupa a terceira posição, empatado em número de pontos com Chaz Davies (#7), da Ducati.

Com a tranquilidade de entrar na pista com o tricampeonato no bolso, Jonathan Rea não teve grandes dificuldades para alcançar à sua 14ª vitória na temporada 2017 e dominar a etapa em Jerez de la Frontera. A maior disputa ocorreu na primeira bateria realizada no sábado (21). O norte-irlandês, que largou em segundo, tomou a dianteira na volta inicial, porém, não conseguiu abrir vantagem para o então vice-líder, Marco Melandri (#33), da Ducati. Os dois pilotos brigaram pela liderança ao longo de quase toda a prova e revezaram a ponta. Entretanto, o italiano teve problemas mecânicos nas voltas finais e abandonou a corrida. Com isso, Rea reassumiu a primeira posição e recebeu a bandeirada em primeiro.

Enquanto isso, Tom Sykes garantiu o terceiro lugar na primeira bateria e comemorou o seu centésimo pódio da carreira. O piloto britânico largou em quarto e passou a maior parte da prova atrás de Chaz Davies, seu principal adversário nesta temporada. Com a quebra da Melandri, Sykes ganhou uma posição e recebeu a bandeirada em terceiro.

Já na segunda bateria, disputada no domingo (22), Jonathan Rea foi impecável. O piloto liderou a prova de ponta a ponta e garantiu os pontos necessários para a Kawasaki faturar o título no campeonato de construtores com uma rodada de antecedência.

“A Kawasaki ganhou o campeonato de construtores hoje [domingo] e [o mérito] não foi apenas da moto, do piloto, da gestão ou do chefe de equipe. Foi de cada pessoa dentro do time e no departamento de corrida no Japão. Todos participaram desse resultado e eu estou muito orgulhoso de fazer parte disso. Na corrida, tive uma largada muito boa. Meus mecânicos estavam me incentivando logo antes de sair para o grid. A vitória veio do meu chefe de equipe, Pere Riba, que me pediu para confiar nele com algumas mudanças de geometria e no pneu dianteiro. O resultado foi fantástico”, comentou Rea.

Para Tom Sykes, o resultado não foi tão positivo. O piloto britânico teve problemas de tração na roda traseira de sua moto e obteve apenas o quinto lugar na segunda bateria. Distante dos ponteiros, ele se manteve em sexto ao longo de toda a primeira metade da prova. Na 10ª volta, conseguiu ultrapassar Michael Van Der Mark (#60), da Yamaha, e confirmou a quinta posição. Após a corrida, Sykes falou sobre o resultado e sobre a vitória da Kawasaki na disputa entre fabricantes.

“A Kawasaki realizou ótimas corridas nos últimos anos e certamente tem uma excelente equipe que a ajuda a atingir os seus objetivos. Para a fábrica, obter este título provavelmente é tão especial quanto o campeonato de pilotos. Hoje [domingo] eles receberam o prêmio pelo seu esforço. O quinto lugar não era o que eu esperava. Eu estava ‘brigando’ com a configuração da moto e, para ser honesto, não consegui encontrar a tração traseira ideal. Acabei tentando algumas coisas enquanto pilotava e, finalmente, foi bom manter os tempos de volta em 1'41s baixo. Esse tempo foi tão rápido, ou mais rápido que o de ontem [sábado], mas, seja qual for o motivo, não consegui ter aderência na traseira”, declarou Sykes.

Com o resultado no GP da Espanha, Tom Sykes viu Chaz Davies tomar a sua posição e ocupar a vice-liderança do campeonato. Os dois pilotos somam 363 pontos, porém, devido ao critério de desempate – número de vitórias – Davies ocupa o segundo posto. A definição do vice-campeonato ficará para a rodada final. Para fechar a dobradinha da Kawasaki na temporada 2017, Sykes precisa apenas terminar as provas na frente do adversário. Já seu companheiro de equipe, Jonathan Rea, pode superar o próprio recorde em pontuação. O norte-irlandês tem 506 pontos e, caso vença as duas baterias finais, chegará a 556 pontos, batendo a marca pessoal de 548 pontos conquistados em 2015.

Nas demais categorias do Mundial, a Kawasaki também obteve um ótimo desempenho e garantiu mais quatro pódios. Pela SuperSport 600, o australiano Anthony West (#13), da Kawasaki Puccetti Racing, faturou o terceiro lugar e subiu para a oitava posição no classificatório geral com 62 pontos.

Já a disputa na Superstock 1000 rendeu uma nova dobradinha para a marca japonesa. O ucraniano Illia Mykhalchyk (#55), da TripleM Racing, que corre de Kawasaki, foi o segundo colocado na prova, logo à frente de Toprak Razgatlioglu (#54), da Kawasaki Puccetti Racing, que recebeu a bandeirada em terceiro. Com este resultado, o piloto turco manteve a vice-liderança do campeonato e está a apenas oito pontos do líder. A definição do título ficará para a rodada final.

Por fim, na categoria SuperSport 300, o holandês Scott Deroue (#75), da MTM HS Kawasaki, colocou a fabricante japonesa mais uma vez no pódio. O piloto obteve a terceira colocação no GP da Espanha e segue em terceiro no campeonato com 111 pontos.

Agora o Mundial de SuperBike se prepara para à sua rodada decisiva. A última etapa do calendário 2017 será realizada no Qatar, no Circuito de Losail, nos dias 2, 3 e 4 de novembro. 

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2017 KRT Rider Statistics
 
Jonathan Rea: Campeão do Mundo 2015, 2016 e 2017 
2017: Raças 24, Vitórias 14, Podiums 22, Superpoles 5 
Carreira Vitórias: 52 (37 para Kawasaki) 
Podiums de carreira: 110 (68 para Kawasaki) 
Polos de carreira: 13 (9 para Kawasaki ) 
 
Tom Sykes: Campeão do Mundo 2013 
2017: Raças: 22, Vitórias 2, Podiums 16, Superpoles 4 
Vitórias na carreira: 33 (33 para Kawasaki) 
Podiums de carreira: 100 (99 para Kawasaki) 
Pólos de carreira: 42 (42 para Kawasaki) 
 
5 x Campeonato de Cavaleiros (Scott Russell 1993, Sykes 2013, Rea 2015, 2016 e 2017), 1 x Campeonato de Cavaleiros EVO (David Salom 2014) 
3 x Campeonatos de Fabricantes (Ninja ZX-10R 2015 e 2016, Ninja ZX-10RR 2017 ) 
3 x campeonatos de equipes (KRT / Provec Racing 2015, 2016 e 2017)
 
Kawasaki Estatísticas do Campeonato do Mundo de Superbike de 
Kawasaki Vitória total de Kawasaki: 107 - terceiro total 
Total de podiums de Kawasaki: 346 - terceiro total 
Total de pólos de Kawasaki: 72 segundos

 


Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

 


Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

 


Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

 


Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

 

 

MIGUEL OLIVEIRA NÃO ESQUECEU

 

MIGUEL OLIVEIRA NÃO ESQUECEU DE CUMPRIMENTAR COMPATRIOTAS PORTUGUESES EM PHILLIP ISLAND

 

Foto de Miguel Oliveira.
 

Momento muito especial que vivi quando ontem fui ter com estes Portugueses que emocionados levantavam a bandeira de Portugal 

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

Cali - Colômbia

... A cidade de Cali é famosa pelo Cartel de Cali, o grupo de contrabando de droga que fez concorrência ao de Pablo Escobar de Medellin mas era muito mais bem organizado, com suborno de políticos, juízes, policia, etc.
Chegaram a associar-se a Pablo Escobar, até quando negociaram dividir as cidades americanas entre eles na venda de Cocaína. Ao contrario do cartel de Medellin tinha vários sócios, distribuídos por tarefas especificas. O grupo caiu quando se zangaram com um deles que os denunciou....

 

 

FINALMENTE A VITÓRIA PARA MIGUEL OLIVEIRA

 

Domínio esmagador de Miguel Oliveira em Phillip Island

 

MIGUEL OLIVEIRA FAZ SOAR A PORTUGUESA NA AUSTRÁLIA

 

O hino nacional ouviu-se hoje no circuito de Phillip Island, na Austrália, 16ª prova do circuito mundial de Motociclismo. No topo do pódio estava Miguel Oliveira, piloto luso da Red Bull KTM Ajo, uma vez mais a fazer história para o seu país e para a KTM, reclamando uma imponente vitória – a primeira da sua carreira na categoria intermédia deste campeonato.

 

O dia começou com a pista ainda molhada, num warm up marcado por muitas quedas. Chegada a hora da corrida de Moto2, a pista estava já praticamente seca, sendo declarada corrida em piso seco.

 

Miguel Oliveira saiu do 3º lugar da grelha de partida, com um arranque fulminante, para o início daquela que seria a prova da sua primeira vitória em Moto2, chegando à curva 1 em 1º lugar e não mais saindo dele até à passagem pela bandeira de xadrez. Desde o início, a estrela portuguesa assumiu um ritmo imparável e começou a distanciar-se dos adversários, o colega de equipa Brad Binder e o líder do campeonato Franco Morbidelli, envolvidos naquela que seria uma longa disputa pelo 2º lugar. No seu reinado, Miguel Oliveira continuou a avançar irrepreensivelmente pelas 25 voltas e a firmar a sua soberania, destacando-se inúmeras vezes como o piloto mais rápido em pista e terminando a prova com uma vantagem de praticamente 3 segundos.

 

No ano de estreia da equipa Red Bull KTM Ajo em Moto2, o piloto almadense arrecadou assim, com grande distinção, o 1º lugar do GP da Austrália e o seu 7º pódio desta temporada, somando 25 pontos que o colocam novamente no 3º lugar da geral do campeonato.

 

#44 Miguel Oliveira

 

“Estou muito feliz, com um sentimento de pura felicidade, não podia estar mais grato por esta vitória. A 3 voltas do final, quando começou a chover um pouco, tinha uma liderança de 6 segundos e fui bastante cauteloso por isso a distância encurtou, foi um momento stressante. Foi a corrida mais longa da minha vida. Estou muito contente pela minha equipa, pela minha primeira vitória na categoria, a primeira de muitas, esperemos, para KTM.”

 

A próxima prova, a penúltima da temporada, realiza-se já no próximo fim de semana, entre 27 a 29 de outubro, em Sepang, na Malásia.

 

 

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Resultados (Corrida)
1. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) 39:25.920
2. Brad Binder (Red Bull KTM Ajo) +2.974

3. Franco Morbidelli (Kalex) +3.846
4. Jesko Raffin (Kalex9 +7.348
5. Xavi Vierge (Tech3) +7.403
 

Moto2 | Classificação geral do Campeonato do Mundo de Moto2, 2017
1. Franco Morbidelli (Kalex) 272 points
2. Thomas Luthi (Kalex) 243 points
3. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) 191 points
4. Alex Marquez (Kalex) 190 points
5. Francesco Bagnaia (Kalex) 150 points

 

OLIVEIRA SAI DE 4º NA AUSTRÁLIA

 

4º arranque do ano na linha da frente para o piloto luso da Red Bull KTM Ajo

 

MIGUEL OLIVEIRA PARTE EM 3º NO GP DA AUSTRÁLIA

 

Mattia Pasini (Kalex), Marcel Schrotter (Suter) e Miguel Oliveira (KTM) são os nomes que compõem a linha da frente, que arranca amanhã em Phillip Island, na Austrália, na 16ª ronda do Campeonato Mundial de Motociclismo.

 

Apesar das condições mistas em pista e da baixa temperatura do asfalto durante a sessão de treinos livres do dia, Miguel Oliveira conseguiu dominar com distinção o exigente traçado australiano. O piloto da Red Bull KTM Ajo entrou hoje em pista com uma nova afinação e foi pioneiro a baixar os tempos da sessão, acabando assim por liderar o FP3 com o tempo de 1m33.919s e a 2ª posição dos tempos combinados dos treinos livres na Austrália.

 

O início da qualificação foi marcado por um momento de impasse, com os pilotos e suas equipas a terem de tomar uma decisão quanto aos pneus a usar, após um breve aguaceiro sobre o circuito australiano. Miguel Oliveira entrou com pneus secos, mas a presença em pista de vários pilotos mais lentos impediu-o de estabelecer o seu ritmo durante boa parte da sessão. Já nos últimos 10 minutos, o piloto de Almada conseguiu encontrar espaço em pista para fazer uma sequência de voltas rápidas, estabelecendo o tempo que lhe viria a conceder o 3º lugar na grelha de partida.

 

#44 Miguel Oliveira

“Foi um pouco estranho no início, começou a chover assim que saímos para a pista, o que fez que tivéssemos de alterar o nosso plano. Mas correu tudo bem, senti-me bem com a moto. Fiquei um pouco desapontado por não conseguir ser mais rápido, senti que tinha mais para a fazer, mas encontrei alguns pilotos mais lentos à minha frente. Tenho pena de não ter conseguido um melhor ritmo, mas estou confiante para amanhã”.

 

A prova de amanhã, domingo, a antepenúltima da temporada, realiza-se às 4:20, hora de Portugal continental.

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VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

Quando saí de Pereira fui visitar Salento, a poucas dezenas de quilómetros. É uma vila típica na serra e fica perto de duas importantes “Fincas” de café, o que nós chamaríamos roças de café.

Depois de fotografar Salento desci um pouco a serra até ao Valle de Cocora. É um vale que tem uma floresta fantástica com densa vegetação, vários rios a até animais selvagens como Pumas. Para além disso aqui é o único sítio no mundo onde cresce a que eles chamam Palmeira de Cera que precisa de estar a uma altitude especifica, entre 2500 e 2800 metros para se desenvolver, a temperaturas que oscilem entre os 12 e os 19º durante o ano . Estas palmeiras, estreitas e altas, levam 60 anos a atingir a sua altura máxima que chega, por vezes, a ultrapassar os 60 metros.
Neste Valle de Cocora decidi alugar um cavalo para dar um passeio pela floresta, acompanhado por um guia. Foi sensacional. Atravessámos rios e densa selva por vezes pelo meio de rochas que eu não imaginava os cavalos conseguissem passar sem se atrapalharem.
Depois do passeio voltei a Salento onde almocei num dos simpáticos restaurantes da praça central.
Da parte da tarde fui visitar uma das roças de café, a Finca “El Ocaso”. Quando lá cheguei, através de uma complicada estrada de terra, eram cinco da tarde e disseram-me que a ultima visita tinha sido às quatro. Tinha começado a chover e ficaria noite dentro de uma hora de maneira que perguntei se podia ficar lá a dormir. Felizmente eles tinham meia dúzia de quartos que alugavam. Naquele dia fui o único hóspede. A casa era giríssima, em madeira pintada de encarnado e branco. Fazia um pouco lembrar as casas típicas das quintas minhotas, com um terraço todo à volta da casa com vasos de flores no corrimão. Os quartos ocupavam três das fachadas da casa com a outra a ser o salão/casa de jantar junto ao qual construíram uma cozinha de apoio. Estava muito gira a casa e tinha vista fantástica sobre o vale e parte das plantações de café. O quarto, com casa de banho, estava muito bem arranjado, com lençóis impecavelmente engomados e quatro boas almofadas na cama de casal.
Dormi que nem um anjo nesta roça de café. Pela manhã a encarregada preparou-me um pequeno almoço com ovos e sumo natural e às nove fui então fazer a visita guiada, acompanhado de um simpático casal de jovens Checos que entretanto chegou.
Entre outras coisas aprendi que a Colômbia é hoje em dia o terceiro produtor mundial, depois do Brasil e do Vietnam. Aqui produzem o Arábica mas mostraram-me outro tipo de plantas de café que têm na plantação como mostruário, entre elas uma que se chama East Timor, obviamente originária do “nosso” Timor. Aprendi também que o Arábica dá-se melhor entre 1400 e 1500 metros de altitude, onde se situam as grandes produções. Esta roça, estando a 1700 metros produz menor quantidade de café mas de mais qualidade, sendo menos áspero.
Pelas onze da manhã deixei a roça a caminho de Cali, a minha próxima paragem.
 

HONDA COMEMORA

 

Honda Comemora a Produção Global de 100 Milhões de Unidades do Modelo Super Cub

A Honda Motor Co., Ltd. anunciou hoje que a produção acumulada do modelo Honda Super Cub atingiu o marco de 100 milhões de motos, numa cerimónia comemorativa realizada na fábrica de Kumamoto, Japão, onde a Super Cub é produzida.

 

MIGUEL OLIVEIRA NA 4ª POSIÇÃO NA AUSTRÁLIA

 

Na sessão de treinos combinados, o piloto de Almada conseguiu o 4.º melhor tempo

 

MIGUEL OLIVEIRA ARRANCA FIM DE SEMANA NA 4ª POSIÇÃO



A 16ª ronda do Campeonato Mundial de Motociclismo arrancou esta sexta-feira com sol e temperaturas a rondar os 15ºC no circuito de Phillip Island, na Austrália. Algumas dificuldades na escolha dos pneus e uma segunda sessão de treinos com o vento a marcar mais presença condicionaram a progressão da prestação do piloto luso, que, mais uma vez, mostrou a sua fácil adaptabilidade em pista e terminou o dia com um sólido 4º lugar nos tempos combinados.

 

Numa 1ª sessão de treinos livres que representou um primeiro contacto com o traçado aos comandos de uma Moto2, Miguel Oliveira tentou rodar o máximo de tempo em pista e foi presença constante no top 10 da tabela de tempos. O piloto de Almada foi progredindo à medida que explorava o circuito com a sua KTM e encerrou o treino com o 3º tempo, a 0.806s do líder da sessão, Takaaki Nakagami.

 

A sessão da tarde (UTC +11) foi marcada por uma bandeira vermelha a 22 minutos do final, após a queda de Tarran Mackenzie, a qual deixou alguns detritos em pista que tiveram de ser removidos. Nestes que foram os segundos treinos livres do dia, o piloto português da Red Bull KTM Ajo mostrou-se consistente, embora não tivesse conseguido melhorar a marca da primeira sessão, terminando o dia na 4ª posição dos tempos combinados, com 1m34.119s.

 

 

#44 Miguel Oliveira

 

“Foi um dia positivo, na segunda sessão fez bastante mais vento do que na primeira e ainda estamos a estudar que pneus utilizar, já que o mais macio parece não estar a resultar da melhor forma. Vamos tentar melhorar o setup para amanhã consoante as condições climatéricas e continuar o trabalho de hoje que, no geral, foi positivo".

 

Amanhã, a sessão de treinos decorre pelas 01h55 e a qualificação realiza-se pelas 06h05, hora portuguesa.


Resultados Combinados Treinos Livres (FP1+FP2)
1. Takaaki Nakagami (Kalex) com 1:33.310
2. Mattia Pasini (Kalex) com 1:34.986 +0.676
3. Dominique Aergerter (Suter) com 1:34.020 +0.710
4. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 1:34.119 +0.809
5. Franco Morbidelli (Kalex) 1:34.206 +0.896

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OLIVEIRA NA AUSTRÁLIA

Piloto luso da Red Bull KTM Ajo estreia-se no circuito australiano aos comandos de uma Moto2  

NOVO DESAFIO PARA MIGUEL OLIVEIRA EM PHILLIP ISLAND

 

Com um início de ronda asiática exigente, num GP do Japão marcado por chuva intensa, o Grande Prémio de Motociclismo chega agora a território australiano, nesta que será a 16ª corrida da temporada, no circuito de Phillip Island.

 

Depois de uma vitória estrondosa em 2015, aos comandos da Moto3 da Red Bull KTM  Ajo, Miguel Oliveira viu-se forçado a falhar o GP da Austrália em 2016 devido a uma lesão, naquele que seria o seu ano de estreia em Moto2. Em 2017, de regresso à égide da equipa austríaca, antevê-se um fim de semana de trabalho intensivo para o piloto almadense e sua equipa, de forma a reunir toda a informação necessária para a sua estreia no traçado, na categoria intermédia. É um desafio com o qual Miguel Oliveira está entusiasmado, antecipando voltar a discutir um lugar no pódio, numa prova que espera climatericamente mais favorável que a do circuito nipónico.


#44 Miguel Oliveira

 

“O GP da Austrália é uma prova da qual realmente gosto e no qual já tive uma vitória com esta equipa, além de outro pódio. Estou bastante entusiasmado para descobrir o traçado com a moto de Moto2. Normalmente é bastante ventoso em Phillip Island; espero que este fim de semana o clima nos favoreça, já que em Motegi choveu todos os dias. Não vejo a hora de começar o trabalho e de dar o meu melhor com a equipa.”

 

Os primeiros treinos livres de Moto2 realizam-se a partir das 1:55h, esta sexta-feira, e a corrida no domingo, dia 22, pelas 4:20h da manhã, hora de Portugal Continental.


Informação do circuito - Phillip Island
Comprimento: 4.448m
Largura: 13m
Curvas direitas: 5
Reta mais longa: 900m 
Construído: 1956
Modificado: 1988
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MIGUEL OLIVEIRA FICOU EM 7º

 

Corrida decorreu sem chuva, mas com o piso extremamente molhado e com muito spray

 

MIGUEL OLIVEIRA TERMINA EM 7º NO JAPÃO

Motegi foi este fim de semana sinónimo de condições muito adversas para os pilotos na 15ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo. Embora a corrida deste domingo não tivesse sido marcada por chuva, o piso extremamente molhado provocava muito ‘spray’ com a passagem das motos, que dificultava assim a visibilidade dos pilotos. Numa corrida encurtada para 15 voltas devido à forte queda de água que obrigou a intervenção dos meios de limpeza na pista para escoamento e limpeza, o piloto da Red Bull KTM Ajo terminou na 7ª posição, depois de ter saído em 5º na grelha de partida.

 

Num fim de semana irrepreensível debaixo de difíceis condições climatéricas, e onde apenas perdeu a pole position, Miguel Oliveira não se sentiu confortável com a pouca aderência da roda traseira no decorrer da prova, pelo que optou por ser conservador e terminar, amealhando o máximo de pontos possíveis para o campeonato.


#44 Miguel Oliveira

Foi um dia difícil e com muita água na pista. Eu não estava muito confortavel, especialmente com o pneu traseiro que não me dava boas sensações para poder puxar mais. Tinha os 5 primeiros bastante próximos mas percebi que não podia ganhar tempo por isso optei por gerir a corrida da melhor maneira possível, para terminar a prova. Depois do desempenho deste fim-de-semana, a 7ª posição não é o que esperávamos  mas terminei a prova e isso é positivo. Agora há que olhar para Phillip Island, um circuito do qual gosto, e que penso que se encaixa perfeitamente com as características da nossa moto. Chegaremos fortes.”


Aki Ajo, Team manager

"Estou um pouco dececionado com o resultado final da corrida do Moto2, embora, em geral, possamos continuar satisfeitos com o desempenho que tivemos durante o fim de semana. Somos bastante rápidos em todas as condições [climatéricas], seja em piso seco ou molhado, e este fim de semana foi mais uma experiência para melhorarmos o nosso desempenho à chuva. Estamos confiantes para as próximas corridas".

 

Com o resultado no GP do Japão, Miguel Oliveira encontra-se agora em 4º lugar na classificação geral do Campeonato do Mundo, a apenas 14 pontos de Marquéz, que conquistou em Motegi a sua primeira vitória numa corrida desta temporada.

 

A 16ª ronda do Campeonato decorre já no próximo fim de semana, entre 20 e 22 de outubro na Austrália, quando ficam a faltar apenas 3 etapas para o final da temporada de 2017.


Resultados (Corrida)

1. Alex Marquez (Kalex) com 32:08.901

2. Xavi Vierge (Tech3) +1.465

3. Hafizh Syahrin (Kalex) +3.134

4. Francesco Bagnaia (Kalex) +5.415

5. Mattia Pasini (Kalex) +5.618

7. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) +7.597


Classificação geral:

Franco Morbidelli – 256 pontos

Thomas Luthi – 232 pontos

Alex Marquéz – 180 pontos

Miguel Oliveira – 166 pontos

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RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

POR JOÃO CARLOS COSTA

 

 Faz hoje precisamente 11 anos. Toni Elias batia Valentino Rossi no Estoril por 0,002s. Pelo prazer da batalha em pista e um fabuloso final, está bem dentro do Top 10 das provas que mais gozo me deu comentar.

 

MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO

 

Piloto luso arranca amanhã da 2ª linha de grelha, depois de ter dominado grande parte da sessão de qualificação

 

MIGUEL OLIVEIRA COM RITMO PARA PÓDIO

 

O segundo dia em Motegi, no GP do Japão, 15ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo, ofereceu aos pilotos de Moto2 uma qualificação sem chuva, ainda que com pista molhada.

 

Com o asfalto a começar a secar a cada volta, tudo apontava para uma sessão de qualificação discutida até ao último minuto, e assim aconteceu. Ainda com pneus de chuva, o piloto luso da Red Bull KTM Ajo demonstrou já um grande ritmo e a sua vontade de reclamar um lugar no topo, mas à medida que os pilotos começavam a mudar as suas motos para condições de pista seca os tempos baixaram substancialmente.


Também Miguel Oliveira fez uma paragem nas boxes  para mudar os pneus para ‘slick’ e o ‘setup’ para piso seco. O piloto de Almada conseguiu igualmente baixar de forma significativa os seus tempos, impondo desta vez o seu domínio e assumindo a liderança da qualificação.

 

Nos últimos minutos não faltaram candidatos à 'pole', sendo que na última volta uma sucessão de voltas rápidas de vários pilotos empurraram Miguel Oliveira da ‘pole’ para o 5º lugar, com o japonês Takaaki Nakagami a agarrar o lugar cimeiro da grelha de partida em casa, com 1min53.776s (0,513s mais rápido do que o piloto português).

 

#44 Miguel Oliveira

“Foi uma qualificação bastante difícil, pois tivemos a primeira parte com a pista ainda molhada, mas senti-me muito confortável nestas condições. Entretanto a pista começou a secar e, com a moto configurada para seco, senti-me também bastante à vontade, podendo puxar um pouco mais. Infelizmente, na última volta abri um pouco a trajetória após falhar uma travagem e, tendo também um piloto mais lento à minha frente, não consegui melhorar o meu tempo. Poderia ter conseguido a ‘pole’ ou a primeira linha, mas agora o mais importante é focar-me no dia de amanhã, que será bastante difícil, com muita chuva. O objetivo é estar concentrado e levar a corrida com calma para terminar na melhor posição possível."

 

A sessão de treinos do dia apresentou-se ainda com alguma chuva, condição não favorável para melhorar os tempos de sexta-feira, ficando o piloto Miguel Oliveira com o 8º melhor tempo, a 0,729s do malaio Hafizh Syahrin, o mais rápido da sessão.

 

A prova irá realizar-se este domingo, 15 de outubro, às 04h20, hora de Portugal.


Resultados (Qualificação)
1. Takaaki Nakagami (Kalex) com 1:53.776
2. Alex Marquez (Kalex) com 1:53.904 +0.128
3. Xavi Vierge (Tech3) com 1:54.046 +0.270
4. Mattia Pasini (Kalex) com 1:54.139 +0.363
5. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 1:54.289 +0.513

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MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki Brasil domina o pódio do Arena Cross

Os pilotos oficiais e satélites da marca Kawasaki deram um verdadeiro show de raça e superação na terceira etapa do Arena Cross Brasil na cidade de Ourinhos-SP, que recebeu no último feriado 12/10 (quinta-feira) a terceira rodada do evento. Em um nível altíssimo de competição unindo os melhores pilotos do cenário nacional no gate, nossos pilotos se destacaram pela garra e força de vontade.

O Venezuelano do time satélite do nosso concessionário Rota Kawasaki, Humberto Martin, levou a melhor somando 32 pontos ficou com a vitória, já o piloto oficial Dudu Lima teve dificuldades na primeira bateria alcançando um resultado mediano, já na segunda bateria conseguiu chegar atrás de Machito e juntos fizeram uma dobradinha verde na chegada, mesmo resultado que dominou o pódio da terceira etapa, com duas Kawasakis no topo do Arena Cross. 

Ricardo Kaphê Sebbe | Assessor de Competições 
"Estamos muito satisfeitos com o desempenho de nossos pilotos nesta etapa do Arena Cross. Marcello ficou fora do pódio porque cometeu um pequeno erro ao final da bateria, terminando o overall na sexta colocação. Já seu irmão Eduardo, o Dudu, finalizou o overall na segunda colocação, mostrando uma enorme evolução neste segundo semestre! Parabéns a toda equipe.” 

Eduardo Lima #2 | MXPró 
“A corrida foi um pouco complicada pra mim, na primeira bateria acabei largando em último e vim fazendo muita força do começo ao fim isso acabou me desgastando demais mas ainda consegui terminar em 6º a primeira corrida, na segunda bateria sabia que se quisesse salvar um pódio precisava largar melhor e foi o que eu fiz consegui largar um pouco melhor e logo no começo da corrida me descolei rápido ficando entre os primeiros. Ainda consegui fazer um segundo lugar e salvar um pódio na segunda colocação! Minha moto KX450F está perfeita e estou me sentindo muito confortável nela espero poder colocar ela no pódio mais vezes esse ano ainda!”

Marcello Lima #5 | MXPró 
“Corrida foi boa, tive um ritmo bom nas duas baterias. Porém o resultado não foi como eu queria. Caí forte na segunda bateria, foi o que me prejudicou no resultado final. Mas estou bem e pronto para a próxima.”

O próximo desafio do time Kawasaki será a 5ª rodada do Brasileiro de Motocross que acontece em Tupaciguara MG no início de novembro. 

 

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM
 

MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO

 

Piloto de Almada estreou-se em Moto2 no circuito de Motegi

 

ARRANQUE POSITIVO PARA MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO  

 

Apesar da chuva que marcou o primeiro dia de treinos livres em Motegi, cidade nipónica que recebe o MotoGP há duas décadas e que é este fim-de-semana o palco da 15ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo, o jovem piloto de Almada demonstrou mais uma vez todo o seu potencial frente aos seus rivais, naquela que é a sua estreia aos comandos de uma Moto2.


Relembre-se que em 2016, o agora piloto da equipa Red Bull KTM Ajo, não competiu neste circuito devido à lesão que o afastou de algumas provas. Em Motegi, Miguel Oliveira relembrou perante a audiência presente por que foi 2º neste circuito em 2015, em Moto3. Mesmo sobre chuva intensa, o piloto da Charneca da Caparica conseguiu adaptar-se bem às condições do asfalto e completar com nota muito positiva as duas sessões de treinos livres.

 

Na sessão matinal (hora japonesa, UTC +9), Miguel Oliveira rodou consistentemente nos 2min06, a 1,522 do melhor tempo protagonizado por Alex Marquéz, conseguindo o 9º melhor tempo da sessão. Já na 2ª sessão da tarde, foi o piloto que mais progrediu comparativamente à primeira sessão, para dominar confortavelmente grande parte do treino no 3º lugar, logo atrás do suíço Thomas Luthi e do espanhol Alex Marquéz, em condições traiçoeiras que originaram algumas quedas, mas sem consequências físicas. 


A rodar solidamente na 3ª posição, Miguel Oliveira conseguiu superar-se, volta atrás de volta, fechando o seu melhor tempo em 2min05,807s, a 0,525s do melhor tempo da 2ª sessão de treinos livres conseguido por Luthi. Alex Marquéz garantiu a 2ª posição.

 

#44 Miguel Oliveira

“Hoje o dia correu bem. Houve muita chuva, tanto pela manhã como pela tarde, mas, em geral, fizemos um bom trabalho. Falta saber como estará o tempo amanhã para a qualificação, mas estou contente com a moto, com o trabalho feito até aqui e sinto-me muito confortável à chuva. Espero continuar assim”.

Amanhã, sábado, a 3ª sessão de treinos livres terá lugar pelas 02h55 e a qualificação acontecerá pelas 07h05, horas de Portugal.

 

Resultados Combinados (FP1+FP2)
1. Thomas Luthi (Kalex) com 2:05.282
2. Alex Marquez (Kalex) com 2:05.460 +0.178
3. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 2:05.807 +0.525
4. Hafizh Syahrin (Kalex) com 2:06.212 +0.930
5. Franco Morbidelli (Kalex) com 2:06.220 +0.938a134 Copy

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

 

Quando cá estive em Maio passei em Medellin mas fugi logo no dia seguinte de manhã porque a cidade, que fica a 1500 metros de altitude mas tem altas montanhas a rodeá-la, estava envolta numa nuvem de poluição que tornava o ar irrespirável. Desta vez, talvez por nesta altura do ano chover quase diariamente ao fim da tarde, está muito melhor. Assim, marquei um “airbnb” para passar mais dois dias e conhecer um pouco mais da segunda cidade da Colômbia. No dia em que mudei do Hotel para a casa particular acabei por almoçar já tarde e logo a seguir caiu uma chuvada das grandes, que só me deu tempo de parar a moto e entrar em casa, de maneira que vi pouco mas, no dia seguinte saí cedo, apanhei um autocarro para o centro e fui primeiro visitar a praça Botero, com enormes estátuas em bronze do conhecido artista colombiano, que é de Medellin. A praça, logo às nove e meia da manhã, tem muito movimento, não só de pessoas que passam como de vendedores ambulantes ou de pegas com péssimo aspecto, que entram ao serviço aquela hora mas não parece terem qualquer sucesso. Do outro lado da praça o Museu de Antioquia tem uma excelente exposição do artista para além de muitas outras obras de pintores famosos oferecidas por ele próprio à cidade. Excelente. Distrai-me por lá mais de duas horas. Numa rua junto à praça a curiosidade de homens e mulheres que montam pequenas bancas e se dedicam, a troco de uns pesos, a preencher documentos em velhas máquinas de escrever para aqueles que não têm uma ou, simplesmente, não sabem escrever ou exprimir-se. Estes homens e mulheres perguntam aos clientes o que pretendem escrever e traduzem essa linguagem popular em escrita oficial, pronta a entregar numa repartição de finanças ou tribunal. Fantástico.

Apanhei depois um metro e fui até ao “metro cable” que não é mais que um teleférico que sobe uma das montanhas da cidade, por cima de uma das enormes favelas que a rodeiam, e passa depois através da floresta até um parque natural. Este teleférico, curiosamente, funcionou como pacificador de uma parte da cidade, que andava em guerra constante desde os tempos do famoso Pablo Escobar, o traficante Colombiano de droga, que controlava a cidade e era um dos homens mais ricos do mundo. Depois de ser morto, em 1993, Medellin continuou a ser uma cidade muito perigosa, com guerras de gangues nas favelas que a polícia não controlava. Com a passagem do teleférico, inaugurado em 2004 e que tem estações em vários pontos das favelas, as populações começaram a unir-se em volta deste transporte que lhes facilitava a descida à cidade, juntando-se obrigatoriamente nestes pequenos compartimentos com dois bancos corridos onde se sentam quatro a quatro em frente uns dos outros num espaço reduzido. Tornou-se impossível encontrarem-se no transporte e depois andarem em guerra nas ruas e as favelas pacificaram-se ... à conta do teleférico. Extraordinário.
Quando lá cheguei a cima, depois de um excelente almoço de frango estufado com batatas assadas propus-me fazer um passeio a pé, incluído num pequeno grupo com uma guia através da floresta. Só que, não tínhamos andado mais de um quarto de hora quando uma enorme chuvada interrompeu o passeio. Voltámos à base mas, devido aos raios, o teleférico foi obrigado a parar e tive que esperar mais de uma hora que voltasse a funcionar, ficando à conversa com dois casais de miúdos, entre um café colombiano, o melhor café que bebi fora de Itália ou Portugal.

 


Deixei Cartagena por volta das dez da manhã em direcção a Medellin, a segunda maior cidade Colombiana. A estrada é razoável embora tenha muito movimento de camiões. Mas tem partes de serra muito divertidas, sempre rodeadas de muita vegetação. As pontes que passam por cima de rios revelam enormes caudais de água, que corre com força nesta altura do ano. Parei para almoçar numa vila do caminho onde paguei três euros por um prato de galinha com batatas e “patacones” e uma cerveja. Pelas três da tarde um bar isolado junto à estrada atraiu-me a beber uma cerveja. O dono tinha uma pronuncia tão diferente do habitual que mal percebia o que dizia. Pouco depois sentou-se uma velha na mesa ao lado que se fartou de falar comigo. Comecei por pedir que repetisse o que dizia porque não percebia uma palavra mas, às tantas, desisti e limitei-me a dizer que sim com a cabeça.
- “Pois. Claro”, sem perceber patavina.
A certa altura a velha disse qualquer coisa ao homem, ele mandou parar um táxi que passava e ela entrou no carro sem se despedir ou olhar sequer para mim. Deve ter ficado ofendida com a minha falta de compreensão. A sua conversa certamente exigiria respostas que não pude dar.
Pelas cinco da tarde, quando já pensava que ía ser difícil encontrar um sítio onde ficar, ao chegar a uma aldeia que se chamava Nuevo Pueblo, vi um letreiro de Hotel na beira da estrada e fui ver. Pertencia a duas simpáticas irmãs e consistia em vários bangalows separados que eram quartos e um grande telheiro em colmo central que servia de bar e restaurante. Por fora os bungalows estavam em tijolo e por dentro as paredes eram pintadas mas não rebocadas. Tal como no restaurante também os telhados eram em colmo. Propuseram-me um sem ar condicionado por o equivalente a sete euros e por ali fiquei. Passada uma meia hora apareceu um Mexicano, numa Suzuki 650 que vinha a caminho do Salar de Uyuni, um lago salgado da Bolívia, e ficamos à conversa até à hora de jantar, entre um par de cervejas.
Segui no dia seguinte para Medellin e, como calculei que só chegaria ao fim do dia, marquei um Hotel decente por uma noite para variar daqueles onde tenho ficado.
 

PILOTOS OLIVEIRA CUP

 

Circuito do Estoril recebe jovens promessas da Oliveira Cup este fim de semana

 

PILOTOS DA OLIVEIRA CUP A POSTOS PARA PENÚLTIMA PROVA DO CAMPEONATO NACIONAL DE VELOCIDADE

 

 

Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga vão participar este fim de semana, 14 e 15 de outubro, em mais uma ronda do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV), que decorre no Circuito do Estoril. Os pilotos oriundos da Oliveira Cup foram mais uma vez destacados para integrar a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team para esta que será a penúltima prova da temporada do CNV e onde Pedro Fraga fará a sua estreia absoluta na categoria pré-moto3.

 

Os jovens pilotos com idades entre os 12 e os 15 anos vão participar nesta competição organizada pelo Motor Clube do Estoril, sob a égide da Federação Portuguesa de Motociclismo, numa ronda dupla de treinos e corridas, ao longo de todo o próximo fim de semana.

 

Estes são alguns dos jovens mais promissores da Oliveira Cup, que têm evoluído muito positivamente no âmbito do nosso projeto-escola de motociclismo. Além da qualidade inerente a cada jovem piloto, a dedicação e o potencial que têm revelado estão a encaminhá-los para ‘voos’ mais altos na modalidade, em campeonatos nacionais e internacionais”, refere Paulo Oliveira, Diretor de Equipa da Oliveira Cup. “E este é também o papel e compromisso da Oliveira Cup, ou seja, dar continuidade à formação dos nossos jovens pilotos, integrá-los e assessorá-los noutros campeonatos”, conclui.

 

Dinis Borges, Rafael Saraiva e Bernardo Oliveira, também pupilos do projeto-escola de Miguel Oliveira, vão estar igualmente presentes este fim de semana no Estoril e participar inclusivamente na sessão de treinos livres que decorre no sábado – uma participação que simboliza a estreia no CNV para o trio de jovens pilotos.

 

Nas mesmas datas em que Miguel Oliveira participa na 15ª ronda do Mundial de Motociclismo, em Motegi, no Japão, o piloto da Red Bull KTM Ajo Motorsport não deixa de revelar a importância da evolução de carreira destes jovens pilotos: “Estou muito contente com o trajeto que a Oliveira Cup tem vindo a fazer. Enquanto projeto-escola de motociclismo tem sido surpreendente e temos encontrado talentos muito promissores, sendo que alguns deles estão já a dar os primeiros passos noutras competições, como esta. É muito gratificante estar a acompanhar estes jovens no que poderá ser o início da suas carreiras no motociclismo”.

 

Os treinos de Moto3 e Pré-Moto3 estão previstos para sábado pelas 17:05 e no domingo pelas 09h30. As corridas vão ser disputadas também no domingo, com a primeira manga a decorrer a partir das 11:40 e a segunda pelas 15h15.

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MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO

 

Piloto português encara as três próximas provas de Moto2 com entusiasmo

 

MIGUEL OLIVEIRA PARTE PARA O JAPÃO COM O OBJETIVO DE CONSOLIDAR 3º LUGAR

 

 

Miguel Oliveira partiu hoje para o Japão, a poucos dias do início da 15ª etapa do Campeonato Mundial de Motociclismo, que se realiza no Twin Ring de Motegi, entre 13 e 15 de outubro. Em busca de consolidar o 3º lugar na classificação geral do Campeonato, o piloto de Almada revela estar entusiasmado com a sequência de três provas que vão decorrer entre o continente asiático e a Austrália durante o mês de outubro – em pistas que vai desbravar pela primeira vez com a sua KTM, em Moto2.

 

#44 Miguel Oliveira

“Começo esta semana uma linha de três corridas de que sempre gostei muito e das quais tenho muito boas memórias com esta equipa. Não fiz estas três corridas o ano passado, devido à minha lesão na clavícula, por isso serão três pistas que vou descobrir com esta moto de Moto2, mas creio que isto não constitui nenhum problema.

O meu objetivo é, sem dúvida, tentar segurar a 3ª posição no Campeonato e reforçá-la, mas sobretudo fazer um bom trabalho com a moto, melhorando-a nestes circuitos, algo que será também muito importante para o ano que vem. Espero continuar esta linha de bons resultados e continuar a marcar presença no pódio, mas sobretudo fazer um bom trabalho”.

 

O piloto da Red Bull KTM Ajo Motosport tem sido fulcral no desenvolvimento e evolução do projeto em Moto2, prestação que lhes tem valido um lugar de protagonismo na categoria intermédia, durante esta que é a temporada de estreia da marca austríaca. De recordar que, até ao momento, Miguel Oliveira arrecadou a presença em 6 pódios.

 

O Motul Grand Pix do Japão vai ser o palco da abertura do trio de provas na Ásia, ao qual se segue o circuito de Phillip Island, na Austrália, e de Sepang, na Malásia.

 

No Japão, os treinos livres têm início na próxima sexta-feira pelas 02:55 da manhã e a corrida de Moto2 irá realizar-se às 04:20, hora de Portugal, no domingo, dia 15 de outubro.

 

Informação do circuito-Motegi:

Comprimento: 4,8 km

Largura: 15 metros

Curvas esquerdas: 6

Curvas direitas: 8

Reta mais longa: 0,762 km

Construído: 1998a184 Copy

 

TT N O BRASIL

 

Fabrício Bianchini vence na Production Aberta na 3a edição do Rally Serra Azul

Dobradinha da Bianchini Rally no pódio com Bianchini #6 em primeiro, e Luiz Fernando Menuzzo #2 em segundo na categoria. Sendo que ambos finalizaram o rali entre os cinco mais rápidos na geral, com o segundo e terceiro lugares, respectivamente


Após dois dias de disputas acirradas, 7 e 8, encerrou-se neste domingo o 3o Rally Serra Azul, em Itupeva, no interior paulista. Válida pelas 9ª e 10ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, a prova reuniu competidores de motos, quadriciclos e UTVs, num total de 38. Dois pilotos da Bianchini Rally se destacaram pelo desempenho: Fabrício Bianchini #6 (Husqvarna 501) venceu a prova, deste domingo, na geral e Luiz Fernando Menuzzo #2 (KTM 500 SixDays) foi o mais rápido na geral, da prova de sábado. Ambos competem pela Production Aberta e finalizaram o rali com dobradinha no pódio: Bianchini foi o campeão da prova na categoria e, ainda, vice-campeão na geral, enquanto Menuzzo ficou na segunda posição da categoria e terceiro na geral.

Mais conhecido como “Gaúcho” no meio off-road, Bianchini comemorou os resultados da prova de sábado e domingo, com aproveitamento total. “A prova foi uma delícia e estou muito satisfeito com o desempenho da minha nova moto que provou que é um canhão. Ontem com a chuva haviam trechos traiçoeiros e bem lisos, mas mesmo assim, terminei em terceiro na geral. Já hoje (8) com o piso mais seco venci na geral e foi gratificante demais fechar o fim de semana com pódio”, ressalta o piloto que compete essa temporada a bordo de uma Husqvarna 501.

Já Menuzzo, que cravou o melhor tempo na geral na prova de sábado, neste domingo, sofreu uma queda que acabou abalando um pouco seu desempenho. “Logo na primeira Especial do dia levei um tombo, não me machuquei, mais perdi parte da segurança e depois disso diminui um pouco o ritmo e não consegui mais recuperar na segunda volta. Mas no geral o balanço do fim de semana foi positivo e gostei muito da prova”, explica o piloto de Campinas (SP), que praticamente correu em casa.

A equipe contou, ainda, com mais dois pilotos que driblaram algumas adversidades mas garantiram seus lugares na premiação. Na Over 40 André Marcondes #7 (Husqvarna 450) levou a melhor, assim como, Marcos Baumgart #12 (KTM 450) na categoria Marathon.

O Rally Serra Azul foi dividido em dois trechos cronometrados de 61 quilômetros, em cada dia, totalizando 244 quilômetros Especiais. No sábado, devido ao mau tempo, os organizadores cancelaram a segunda volta para motos e quadriciclos, antes todos os competidores participaram da disputa do Prólogo num trecho de 12 quilômetros. Mas neste domingo a prova fluiu normalmente. O parque de apoio foi montado no Quality Resort & Convention Center.

“Todos os pilotos da equipe estão de parabéns, andaram bem e terminaram no pódio. Agora é focar nas próximas etapas do Campeonato, que está a todo o vapor”, finaliza Bianchini. O Rally Rota Sudeste será em 11 e 12 de novembro, e depois o Rally dos Amigos, que fecha a temporada, em 2 e 3 de dezembro.

A equipe – A Bianchini Rally nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe que tem sede em Alphaville, Barueri/SP. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. No ano passado Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros e subiu ao pódio. Em 2017, além de competir nas motos também encara um novo desafio e está disputando algumas provas de Rally de Velocidade com um Peugeot 207. A equipe pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, McDonald Pelz, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit, Arames Farpados e Husqvarna Brasil -Power Husky, Borilli Pneus e Capacetes Shiro.

Resultado acumulado (sábado +domingo) – Rally Serra Azul 8/10
Motos/Geral (cinco primeiros)
1) #1 Ramon Sacilotti -  3h38m27s - Super Production,
2) #6 Fabricio Bianchini - 3h38m56s – 1º Production Aberta
3) #2 Luiz Fernando Menuzzo - 3h39m17s – 2º Production Aberta

4) #10 João Paulo Martins - 3h44m39s - Production Aberta
5) #14 Marcos Brandao Teixeira - 3h52m46s - Production Aberta

Resultado (domingo 8/10)
Motos/Geral (cinco primeiros)
1) #6 Fabrício Bianchini - 1h32m37s - 1º Production Aberta
2) #1 Ramon Sacilotti - 1h32m47s - Super Production
3) #10 João Paulo Martins - 1h36m48s – 2º Production Aberta
4) #14 Marcos Brandao Teixeira - 1h38m05s – 3º Production Aberta
5) #2 Luiz Fernando Menuzzo - 1h40m12s – 4º Production Aberta

Resultado (sábado 7/10)
Motos/Geral (cinco primeiros)
1) #2 Luiz Fernando Menuzzo- 1h59m04s - 1o Production Aberta
2) #1 Ramon Sacilotti - 2h05m40s - Super Production
3) #6 Fabrício Bianchini - 2h06m18s - 2o Production Aberta
4) #10 João Paulo Martins - 2h07m50s - Production Aberta
5) #8 Rodrigo Khezam - 2h12m15s - Nacionala173 Copy

 

TT N O BRASIL

 

Motos: Bianchini Rally acelera neste fim de semana no Rally Serra Azul, em Itupeva (SP)

Fabrício Bianchini (Husqvarna 501) está entre os Top5 da Production Aberta no Campeonato Brasileiro. Piloto apresenta também dois novos parceiros da equipe

 

 

Pilotos de motos, quadriciclos e UTVs irão proporcionar disputas acirradas neste fim de semana, 7 e 8, no Rally Serra Azul que acontece em Itupeva, interior de São Paulo. A 5ª prova da temporada, válida pelas 9ª e 10ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, terá um grid de aproximadamente 50 inscritos, entre eles, a Bianchini Rally terá quatro representantes nas motos: Fabrício Bianchini e Luiz Fernando Menuzzo, na Production Aberta, André Marcondes (Over 40) e Cristiano Britto (Super Production).

O desafio será acelerar ao longo de 244 quilômetros de trechos cronometrados, divididos igualmente em 122 quilômetros no sábado e no domingo. Os competidores farão duas Especiais de 61 quilômetros em cada dia. No sábado, antes da primeira Especial, disputam o Super Prime, num circuito de 12 quilômetros. O parque de apoio estará montado a partir, desta sexta-feira, no Quality Resort & Convention Center.

Após disputar duas das cinco provas – Rally de Barretos e Rally Cuesta Off-Road – Bianchini está em quarto na Production Aberta e em sétimo na classificação geral do campeonato. Nesta temporada, “Gaúcho”, como é conhecido no meio off-road, estreou novo equipamento - uma Husqvarna 501 - e está bem satisfeito com o desempenho.

“Não vejo a hora de acelerar, a última prova que fiz foi em maio! Esta será minha terceira prova da temporada com a moto, que é muito veloz, um canhão! Tenho me divertido com ela”, explica Bianchini, que foi vice-campeão do Rally Cuesta Off-Road na categoria, atrás de Menuzzo (KTM EXC 500 Six Days) que venceu a prova na Production Aberta e está na vice-liderança da categoria e na geral do campeonato.

Novos parceiros - Bianchini aproveita para anunciar duas novas parcerias. “No Serra Azul vou estrear os Pneus Borilli (modelo de Enduro EXC Infinity 007) que, a partir de agora, é o mais novo parceiro da equipe. Além dos Capacetes Shiro que também entraram para somar. Vamos usar a prova para fazer os testes para a temporada 2018 e teremos novidades”, adianta Gaúcho.

A equipe – A Bianchini Rally nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe que tem sede em Alphaville, Barueri/SP. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. No ano passado Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros e subiu ao pódio. Em 2017, além de competir nas motos também encara um novo desafio e está disputando algumas provas de Rally de Velocidade com um Peugeot 207. A equipe pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, McDonald Pelz, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit, Arames Farpados e Husqvarna Brasil -Power Husky, Borilli Pneus e Capacetes Shiro.

Programação Rally Serra Azul (Itupeva/SP)

07/10 – Sábado – 1ª Prova
8h00 – Super Prime (12 km)
11h00 – Largada na Especial
19h30 - Briefing

08/10 – Domingo – 2ª Prova
9h00 – Largada na Especial
15h00 – Premiação

Local Briefing e Premiação - Quality Resort & Convention Center, Rodovia dos Bandeirantes km 72, ao lado do Shopping SerrAzula169 Copy

 

TT N O BRASIL

 

Equilíbrio marca a terceira edição do Rally Serra Azul, em Itupeva

Ramon Sacilotti (motos), André Di Paolo (quadris) e Bruno Varela (UTVs) faturam o título da competição válida para o Campeonato Brasileiro de Rally Baja

 - O cenário para a disputa da 9ª e 10ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja foram as paisagens das fazendas e trilhas da região próxima Vida Completa SerrAzul, complexo turístico imobiliário, localizado no km 72 da Rodovia dos Bandeirantes, entre as cidades de Itupeva e Vinhedo, no interior de São Paulo. Os competidores superaram uma variedade de obstáculos e terreno diversificado, trechos de erosões, pedregulho e curvas sinuosas.

Ao todo, foram mais de 400 quilômetros de percurso entre especiais cronometradas e deslocamentos, em dois dias de disputas distintos, o sábado foi chuva e lama. Já no domingo, o sol apareceu elevando a temperatura e contou com poeira em alguns trechos. O percurso esteve dividido em prólogo e quatro voltas para os competidores das motos, quadriciclos e UTVs, vindos de diversos estados do País.

O paulista Ramon Sacilotti, categoria Super Production, garantiu o título do Rally Serra Azul na classificação geral das motos, com o tempo de 3h38min27seg. "Estou muito feliz. Uma prova muito boa, bem organizada, bem sinalizada e prazeroso de competir. Na parte final apertei um pouco ritmo para garantir a vitória do Rally Serra Azul. Temos mais três etapas que só dependem de mim para buscar o título", festejou o piloto.

Entre os quadriciclos, quem venceu a prova foi André Di Paolo (KTM Sacramento/ ATV KTM XC 525 2008). "No primeiro dia tive muita facilidade de andar, porque gosto de andar no barro de moto e a leitura do piso é bem parecido com o quadriciclo.  No prólogo consegui começar bem e abrir muito a diferença para os outros competidores. Na prova final como começou o dia já seco sabia que todos iriam baixar os tempos e, por isso, procurei também baixar o meu tempo e deu certo. Confiei bastante no equipamento e conduzi nas pontas dos dedos e fechar com esse resultado bem satisfatório”, comemora André que fechou com o tempo de 3h30min07seg.

Bruno Varela (Pró / Can-Am X3) conquistou sua primeira vitória na geral entre os UTVs no Brasileiro de Rally Baja com 30 segundos à frente do segundo colocado, André Hort (MH Racing / Pró / Can-Am X3). “O Rally Serra Azul como sempre vem surpreendendo. No primeiro dia tivemos uma etapa com muita água, choveu demais, muita lama e, acabei tendo um probleminha na segunda volta. Neste domingo, o piso estava excelente para acelerar e o clima super agradável. Vim com uma diferença do líder de um 1min37, mas consegui descontar nos últimos quilômetros, sofrido em uma disputa muito boa. Mais uma vitória na categoria Pró, sendo a primeira na geral. Agora é comemorar e estamos chegando mais perto do título no campeonato na geral”, concluiu o piloto da equipe Divino Fogão Rally Team.

O 3º Rally Serra Azul é uma realização de Arena Promoções e Eventos. Tem patrocínio Can-Am e apoio do Quality Resort & Convention Center, Shopping Serra Azul, Prefeitura Municipal de Itupeva e Loja Sacramento Store. Supervisão da CBM - Confederação Brasileira de Motociclismo.

Resultado do 2º dia do 3º Rally Serra Azul (Domingo, 08/10) – EXTRA OFICIAL

Motos

1) 6 Fabricio Bianchini, Bianchini Rally, Husqvarna, Production Aberta, 1h32min37seg

2) 1 Ramon Sacilotti, Kawasaki Rally Team, KX 450f, Super Production, 1h32min47seg

3) 10 João Paulo Martins, Vitales Racing, KTM 350, Production Aberta, 1h36min48seg

4) 14 Marcos Brandao Teixeira, Production Aberta, 1h38min05seg

5) 2 Luiz Fernando Menuzzo, Bianchini Rally, KTM EXC 500, Production Aberta, 1h40min12seg

Quadriciclos

1) 16 André Di Paolo, KTM Sacramento/ ATV KTM XC 525 2008, Quadriciclos Aberta, 1h34min18seg

2) 17 Geison Belmont, Can-Am BRP Renegade 1000, Quadriciclos Aberta, 2h09min45seg

UTVs

1) 103 Bruno Varela, Divino Fogão Rally Team, Can Am X3, UTV-Pró, 1h24min56seg

2) 104 Cristiano Batista, Transmáquinas Racing, Can An X3, UTV-Pró, 1h25min30seg

3) 105 Rodrigo Varela, Divino Fogão Rally Team, Maverick X3, UTV-Pró, 1h26min42seg

4) 102 André Hort, MH Racing, Can Am X3, UTV-Pró, 1h27min09seg

5) 106 Wilker Campos, Amaral`S Racing / QUADRIJET, Maverick X3, UTV-Pró, 1h28min02seg

 

Classificação acumulada do 3º Rally Serra Azul

Motos

1) 1 Ramon Sacilotti, Kawasaki Rally Team, KX 450f, Super Production, 3h38min27seg

2) 6 Fabricio Bianchini, Bianchini Rally, Husqvarna, Production Aberta, 3h38min56seg

3) 2 Luiz Fernando Menuzzo, Bianchini Rally, KTM EXC 500, Production Aberta, 3h39min17seg

4) 10 João Paulo Martins, Vitales Racing, KTM 350, Production Aberta, 3h44min39seg

5) 14 Marcos Brandao Teixeira, Production Aberta, 3h52min46seg

Quadriciclos

1) 16 André Di Paolo, KTM Sacramento/ ATV KTM XC 525 2008, Quadriciclos Aberta, 3h30min07seg

2) 17 Geison Belmont, Can-Am BRP Renegade 1000, Quadriciclos Aberta, 4h10min54seg

UTVs

1) 103 Bruno Varela, Divino Fogão Rally Team, Can Am X3, UTV-Pró, 3h15min51seg

2) 102 André Hort, MH Racing, Can Am X3, UTV-Pró, 3h16min22seg

3) 104 Cristiano Batista, Transmáquinas Racing, Can An X3, UTV-Pró, 3h17min55seg

4) 105 Rodrigo Varela, Divino Fogão Rally Team, Maverick X3, UTV-Pró, 3h19min40seg

5) 122 André Macedo Corrêa, Motorchel, Maverick X3 XRS, 3h20min48seg

 Link da cronometragem: http://www.chronosat.com.br/2017/cc/serra/

 

Calendário do Campeonato Brasileiro de Rally Baja

1ª e 2ª etapas - 10 a 12/03 - Rally de Barretos

3ª e 4ª etapas - 25 e 26/03 - Rally da Ilha

5ª e 6ª etapas - 06 e 07/05 - Rally Cuesta Off Road

7ª e 8ª etapas - 15 e 16/07 - Rally de Inverno/São Manuel

9ª e 10ª etapas - 07 e 08/10 - Rally Serra Azul

11ª e 12ª etapas - 11 e 12/11 - Rally Rota Sudeste

13ª e 14ª etapas - 02 e 03/12 - Rally dos Amigos

Mais informações:

Site: www.arenaenduro.com.br

Facebook: www.facebook.com.br/RallySerraAzul

Instagram: #Arenarally

 

Assessoria de Imprensa da Arena Promoções e Eventos:
SIG Comunicação - Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Silvana Grezzana Santos (11) 999.726.966

www.sigcomunicacao.com.br

Bruno Varela ficou com a primeiro posição no pódio entre os UTVs (Luciano Santos/DFotos)

Bruno Varela ficou com a primeiro posição no pódio entre os UTVs (Luciano Santos/DFotos)
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Ramon Sacilotti garante o título do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)

Ramon Sacilotti garante o título do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)
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Andre Di Paolo é o campeão entre os quadriciclos (Doni Castilho/DFotos)

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André Hort é o vice campeão do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)

André Hort é o vice campeão do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)
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Fabrício Bianchini ficou com a segunda posição no pódio entre as motos (Luciano Santos/DFotos)

Fabrício Bianchini ficou com a segunda posição no pódio entre as motos (Luciano Santos/DFotos)
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MOTOS NO BRASIL

 

Casal paulista irá se aventurar de moto até a Bolívia no comando de uma Versys 1000 ABS

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Um casal de aventureiros paulistas irá testar os limites da Versys 1000 ABS 2017 em uma longa jornada de moto com destino à Bolívia. O piloto Guga Dias e sua esposa, Elda Silveira, partem, neste sábado (7), rumo ao país vizinho em um roteiro que passará por diversas cidades brasileiras e bolivianas. O intuito do casal é explorar as belezas locais e registrar as diversas experiências vivenciadas no caminho. Para encarar esse trajeto, a dupla estará equipada com a versátil e poderosa quadricilíndrica da Kawasaki, de 1.043 cm³ e 120 cavalos de potência máxima.

Com cerca de 40 dias, a viagem terá início em São Vicente (SP), no litoral paulista, e percorrerá aproximadamente 1,5 mil quilômetros, passando pelas terras alagadiças do Pantanal sul-mato-grossense, até chegar à divisa com a Bolívia, na cidade de Corumbá. Já em território estrangeiro, ao cruzar a fronteira, Guga e Elda terão pela frente mais alguns milhares de quilômetros em rodovias estreitas, avançando sobre o Chaco boliviano, região formada por uma vasta planície de florestas.

Para Guga Dias, que é proprietário da agência de turismo Diário de Motocicleta, esta será uma oportunidade única para desbravar novos roteiros no país vizinho e manter uma pilotagem segura e divertida com a Kawasaki Versys 1000 ABS.

“Conhecemos alguns destinos na Bolívia de outras viagens e, particularmente, já guiei dezenas de motociclistas pelo Altiplano Boliviano. Mas sabemos que existe muito mais a ser visto. Então agora queremos descobrir alguns segredos escondidos deste território que reúne diferentes ecossistemas, que vai do Pantanal aos picos nevados, das estradas da morte às profundezas da Terra antiga. Tenho certeza que muitos vão se surpreender com o que teremos para mostrar”, antecipa Guga.

O fim desta longa trip deve ocorrer durante a 14ª edição do Salão Duas Rodas, evento que acontece entre os dias 14 e 19 de novembro em São Paulo. Ao longo da jornada, o casal irá atualizar o site Diário de Motocicleta – diariodemotocicleta.com.br – com publicações diárias sobre o andamento da viagem.

Imagens relacionadas


 


O piloto Guga Dias e sua esposa, Elda Silveira

 


Será dada a largada, amanhã 8h da manhã
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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NA COLOMBIA - AMERICA DO SUL

 

 

 

Deixei Cartagena por volta das dez da manhã em direcção a Medellin, a segunda maior cidade Colombiana. A estrada é razoável embora tenha muito movimento de camiões. Mas tem partes de serra muito divertidas, sempre rodeadas de muita vegetação. As pontes que passam por cima de rios revelam enormes caudais de água, que corre com força nesta altura do ano. Parei para almoçar numa vila do caminho onde paguei três euros por um prato de galinha com batatas e “patacones” e uma cerveja. Pelas três da tarde um bar isolado junto à estrada atraiu-me a beber uma cerveja. O dono tinha uma pronuncia tão diferente do habitual que mal percebia o que dizia. Pouco depois sentou-se uma velha na mesa ao lado que se fartou de falar comigo. Comecei por pedir que repetisse o que dizia porque não percebia uma palavra mas, às tantas, desisti e limitei-me a dizer que sim com a cabeça.

- “Pois. Claro”, sem perceber patavina.
A certa altura a velha disse qualquer coisa ao homem, ele mandou parar um táxi que passava e ela entrou no carro sem se despedir ou olhar sequer para mim. Deve ter ficado ofendida com a minha falta de compreensão. A sua conversa certamente exigiria respostas que não pude dar.
Pelas cinco da tarde, quando já pensava que ía ser difícil encontrar um sítio onde ficar, ao chegar a uma aldeia que se chamava Nuevo Pueblo, vi um letreiro de Hotel na beira da estrada e fui ver. Pertencia a duas simpáticas irmãs e consistia em vários bangalows separados que eram quartos e um grande telheiro em colmo central que servia de bar e restaurante. Por fora os bungalows estavam em tijolo e por dentro as paredes eram pintadas mas não rebocadas. Tal como no restaurante também os telhados eram em colmo. Propuseram-me um sem ar condicionado por o equivalente a sete euros e por ali fiquei. Passada uma meia hora apareceu um Mexicano, numa Suzuki 650 que vinha a caminho do Salar de Uyuni, um lago salgado da Bolívia, e ficamos à conversa até à hora de jantar, entre um par de cervejas.
Segui no dia seguinte para Medellin e, como calculei que só chegaria ao fim do dia, marquei um Hotel decente por uma noite para variar daqueles onde tenho ficado.

Cartagena


A caminho de Cartagena decidi procurar um bar de praia onde almoçar. Deixei a estrada principal uma primeira vez mas fui parar a uma aldeia com mau aspecto. Um minimercado tinha uma mesa com cadeiras cá fora e bebi ali uma água e comi uma banana. O dono recomendou-me uma praia mais à frente supostamente com bons restaurantes junto ao mar. Quando lá cheguei um rapaz dos seus vinte e poucos anos veio a correr ter comigo para me indicar um dos restaurantes de praia. Recusei a ajuda mas ele insistiu e foi numa moto à minha frente com um amigo. Chegámos a uma praia com dois ou três restaurantes improvisados, com barracas de madeira e mesas e cadeiras de plástico no areal, com rudimentares toldos por cima. Sentei-me numa junto ao mar e ele trouxe-me uma travessa com vários peixes frescos para escolher. Perguntei o preço de uma posta de um deles e lá o levou para o cozinharem na brasa. Passado um quarto de hora chegou o peixe esturricado com arroz morno e “patacones”, banana frita que aqui servem com todos os pratos. Estava péssimo mas lá comi o peixe e parte do arroz e “patacones”, ajudado por uma cerveja. O que se salvou foi a situação, no meio de uma praia quase deserta.
Quando pedi a conta ao criado ele disse que o rapaz já a trazia. Lá voltou a aparecer o miúdo da moto com uma conta feita por ele, incluindo o seu serviço, que somava mais do dobro do que me tinha dito custava o peixe. Fiquei furioso e apeteceu-me dar-lhe uma lambada mas limitei-me a dizer que não pagava. Saquei do dinheiro que ele tinha dito que custava o peixe, acrescentei o equivalente a euro e meio para a Cerveja e disse-lhe que não pagava mais que aquilo. Ele ainda tentou explicar o seu serviço mas, vendo o meu ar, aceitou sem se queixar. A sua comissão já estava nitidamente incluída no valor que lhe paguei.
Segui em direção a Cartagena. Quando se chega temos uma desilusão porque só vemos prédios altos junto ao mar mas, ao entrarmos na cidade antiga, dentro da muralha, é outro mundo. As casas e palácios da época dos espanhóis estão bem arranjados e pintados, praças com jardins bem tratados, restaurantes e lojas com bom aspecto. É fantástica esta cidade velha de Cartagena. O ambiente é muito cosmopolita com turistas e animação de rua. À noite há dança e música um pouco por toda a cidade, por vezes até a um ritmo exagerado. Fiquei por aqui dois dias.
Esta cidade dentro das muralhas foi a antiga capital, com uma localização que parecia até fazer mais sentido, por estar junto ao Atlântico, mas os espanhóis decidiram mudá-la para Bogotá porque muita gente estava a morrer com doenças provocadas por picadas de mosquitos e, como estes não resistem à altitude e Bogotá fica a cerca de três mil metros, foi essa a solução encontrada.
Valeu a pena fazer estes 2000 Km de ida a e volta a Cartagena não só pelo trajetco em si, que também me permitiu conhecer melhor a Colômbia profunda, mas por ficar a conhecer esta Cartagena das Índias, a velha cidade dentro das muralhas.
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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No dia seguinte continuei o meu trajecto para Norte. Apanhei uma das estradas principais que atravessam o país de Norte a Sul. A maioria do trajecto tem só uma faixa em cada sentido com traços contínuos que parecem ter sido colocados à sorte e que ninguém cumpre. Por vezes, pequenos troços com separador central e duas faixas para cada lado que não têm mais de três ou quarto quilómetros. Em todo o caso há várias portagens pelo caminho mas onde as motos têm reservada uma passagem estreita, do lado direito, em que não pagam.

Parei para almoçar numa barraca de berma de estrada, que não tinha gás ou electricidade e pedi até para tirar uma fotografia à simpática dona da casa, de enorme colher de pau na mão, na cozinha junto às panelas que aqueciam por cima de lenha a arder. Pelas três e meia da tarde cheguei à vila de Curomani e, cansado, decidi por ali ficar. Aproveitei ser cedo para procurar um sítio onde me pudessem sacar um parafuso que se tinha partido há tempo no quadro e segurava o suporte da bomba de travão traseira e da mala esquerda. Dois rapazes com um telheiro de madeira à borda da estrada onde faziam desde bate chapa a reparação de furos de camiões, trataram do problema eficazmente e conseguiram mesmo um parafuso novo numa loja da aldeia.
Na manhã seguinte continuei a rodar para Norte sempre através de estradas abertas no meio da vegetação.
Tinha previsto seguir mais junto à fronteira com a Venezuela mas os rapazes que me repararam a moto desaconselharam vivamente esse trajecto em que as estradas eram más e havia muita bandidagem.
Fui assim direito a Santa Marta, que me tinham dito ser fantástico mas foi uma desilusão. A cidade portuária é suja e construída sem planos nem qualidade. Fui até uma praia que me indicaram através de uma estrada de terra esburacada de uns dez quilómetros. Num portão, um quilómetro antes de chegar, pediram-me 10.000 Pesos (cerca de três euros) para passar. A natureza era linda mas na praia tinham colocado uns panos manhosos sobre estacas a fazerem de toldos onde os locais estavam em cadeiras de plástico. Os bares também eram no mesmo estilo e até as arcas onde tinham as bebidas estavam podres. Ainda pensei em ficar por ali a acampar mas felizmente tinha que ir longe ao longo da praia para chegar ao parque e desisti. Bebi uma cerveja numa das barracas e voltei a Santa Marta. Percorri depois uns 20 Km ao longo da costa até encontrar um Hotel junto à praia mas também mal tratado onde apenas se salvava a piscina, com pequenas ilhas de palmeiras. Pedi uma sopa de peixe para jantar mas eram só espinhas e acabaram por me trazer um caldo de carne como alternativa. Ao pequeno almoço não tinham pão e fiquei-me por uns ovos mexidos e um Ice tea. De um modo geral tenho comido mal na Colômbia mas as pessoas são muito simpáticas e a paisagem fantástica, com muito verde e rios com caudais impressionantes.
Continuei junto à Costa Caribenha a caminho de Cartagena. Barranquilla é outra cidade feia e suja. À saída, numa zona de praia onde poderiam estar Hoteis e Restaurantes, existe uma enorme zona de barracas com lagoas de água estagnada e poluída do lado esquerdo. Atravessamos um istmo que nos leva até perto de Cartagena com mais duas ou três portagens pelo caminho. Calculo que sejam baratas porque há às centenas espalhadas pelo país em tudo o que é estrada dita nacional.
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

  1. On the road again, on the road again.

    Bogotá

    Aterrei há dois dias em Bogotá, onde tinha deixado a moto nos primeiros dias de Maio, para regressar a Portugal. No dia seguinte de manhã, um Sábado, fui à procura de um concessionário Honda onde fazer a revisão à moto e montar o sexto jogo de pneus, desde que saí de Portugal....
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    Deixei Bogotá a caminho do Norte pelas nove da manhã de segunda feira. Queria visitar Cartagena e os arredores dessa Costa Atlantica que me tinham recomendado. Segui um trajecto que vi no Google maps. Um motoqueiro que conheci no concessionário Honda mais tarde disse-me que tinha optado por uma estrada secundaria pouco recomendável. Comecei por descer do planalto onde fica Bogotá, a cerca de 3.000 metros de altitude e a temperatura, num par de horas, subiu dos 19º que estavam na capital para 27. Três dias depois, junto à costa, estavam mais outros dez. Estou perto do equador o que resulta em temperaturas altas todo o ano e bastante chuva e sol.
    O trajecto que escolhi levou-me por estradas sensacionais através de serras verdejantes mas, se ao princípio o piso era bom e me deu imenso gozo percorrer aquelas estradas de curvas e contracurvas no meio de uma paisagem deslumbrante, passados uns 200 Km a Norte de Bogotá comecei a enfrentar piso muito degradado com pequenos troços sem alcatrão que pareciam ter sido abandonados depois de um início de reparação e, a meio da tarde, as partes em terra começaram a superiorizar-se às alcatroadas. Pelo caminho parei junto a uma barraca isolada no meio da serra onde uma simpática menina preparava excelentes sumos de frutas e mos servia com o copo de vidro em cima de uma travessa de loiça. Um requinte que parecia desfasado do resto do país. No meio do percurso um susto quando dei de frente com um carro em sentido contrário, a meio de uma curva, que me obrigou a passar pelo buraco da agulha, entre o carro e uma alta berma. Foi por um triz.
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TT N O BRASIL

 

Serra Catarinense terá duas provas espetaculares em 2018: Rally Caminhos da Neve e Rally Rota SC

Competições off road terão em breve as inscrições abertas para o primeiro lote com descontos promocionais nas modalidades Cross Country e Baja

Vem aí o Rally Internacional Caminhos da Neve! Uma prova inédita no calendário brasileiro de Rally Cross Country e já tem data definida. A cidade de Lages (SC) abrigará a programação do evento nos dias 29, 30 de junho e 1º de julho de 2018. O roteiro terá um percurso aproximado de 700 quilômetros em três dias de pura emoção para carros, motos e UTVs. A competição contemplará cidades da Serra Catarinense, atravessará a fronteira com o Rio Grande do Sul e passará pela Serra Gaúcha.

Nesta terça-feira, 03, foi aprovado o Projeto de Lei do Deputado Estadual de Santa Catarina, Milton Hobus, intitulado Rota Turística Caminhos da Neve, que compreende os municípios de Bom Retiro, Rio Rufino, Urupema, Painel, Bocaína do Sul, Lages, São Joaquim, Urubici, Bom Jardim da Serra, no Estado de Santa Catarina. “O Rally Internacional Caminhos da Neve é a primeira ferramenta de divulgação desse roteiro”, declara o diretor e organizador do evento, André Alcântara.

O Rally Rota Santa Catarina completará sete anos de história, consolidado como o maior rali do sul do país do calendário brasileiro da modalidade de rali baja, acontecerá no mês de setembro em meio a belas paisagens da Serra Catarinense. Os dois dias de disputas terão roteiros diferentes para as motos, quadriciclos, UTVs, além das categorias regionais para as modalidades moto e UTV.

“Os levantamentos já foram iniciados repletos de muitas surpresas e novidades. Os eventos envolvem mais que apaixonados por automobilismo, mais que o esporte, movimentam a economia das cidades por onde passa, pois são cerca de 150 competidores, mais as suas equipes, o que significa uma média de 1500 pessoas, que impulsionam os comércios locais”, explica o diretor e organizador, André Alcântara.

O Rally Internacional Caminhos da Neve e o 7º Rally Rota Santa Catarina é uma realização da ASCPE -Associação em Prol do Esporte.  O apoio institucional é das Prefeituras Municipais de Lages, Urubici, Rio Rufino, São Joaquim, Bom Retiro, Capão Alto, Painel e Bocaína do Sul. Além do apoio do Lages Garden Shopping, Tenco Shopping Centers, Jeep Clube Independentes, Amures - Associação dos Municípios da Região Serrana, Festival de Inverno da Serra Catarina, CDL Lages, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar de Santa Catarina. 

A supervisão é da CBM - Confederação Brasileira de Motociclismo, da CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo, da FAUESC - Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e F.C.M - Federação Catarinense de Motociclismo.

 

Deputado Estadual Milton Hobus (Divulgação)

Deputado Estadual Milton Hobus (Divulgação)
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Lages (SC) será a sediará o Rally Caminhos da Neve (Luciano Santos/DFotos)

Lages (SC) será a sediará o Rally Caminhos da Neve (Luciano Santos/DFotos)
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Rally Caminhos da Neve será nos dias 29, 30 de julho e 1o. de julho (Foto: Lisandro Garcia)

Rally Caminhos da Neve será nos dias 29, 30 de julho e 1o. de julho (Foto: Lisandro Garcia)
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Rally Rota SC (Baja) acontecerá em setembro de 2018 (Divulgação)

Rally Rota SC (Baja) acontecerá em setembro de 2018 (Divulgação)
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Rally Caminhos da Neve é a prova inédita do Brasileiro Cross Country 2018 (Gustavo Epifanio/DFotos)

Rally Caminhos da Neve é a prova inédita do Brasileiro Cross Country 2018 (Gustavo Epifanio/DFotos)
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Rally Rota Santa Catarina será válido para o Camp. Brasileiro de Rally Baja (Foto: Edson Castro)

Rally Rota Santa Catarina será válido para o Camp. Brasileiro de Rally Baja (Foto: Edson Castro)
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VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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SANDE E CASTRO DE REGRESSO À ESTRADA

 

COLOMBIA

 

 

 

 

Aterrei há dois dias em Bogotá, onde tinha deixado a moto nos primeiros dias de Maio, para regressar a Portugal. No dia seguinte de manhã, um Sábado, fui à procura de um concessionário Honda onde fazer a revisão à moto e montar o sexto jogo de pneus, desde que saí de Portugal.

Tive a sorte de ir parar ao único na Colômbia que vendia motos de grande cilindrada e, embora fosse muito pequeno, tinha uma “Cross Tourer” nova em exposição e uma Africa Twin. Mais surpreendido fiquei quando me deram à escolha duas marcas de pneus que tinham em “stock” para as medidas da minha moto. Deixaram-me ser eu a trabalhar na moto e aproveitei para mudar velas, uma operação que já não fazia há tempo porque tem muita mão de obra, principalmente para substituir as dos cilindros da frente que obrigam a retirar o depósito de gasolina e a caixa do filtro de ar que tem três tubos ligados e serve de suporte a várias fichas eléctricas.
Deixei Bogotá a caminho do Norte pelas nove da manhã de segunda feira. Queria visitar Cartagena e os arredores dessa Costa Atlantica que me tinham recomendado. Segui um trajecto que vi no Google maps. Um motoqueiro que conheci no concessionário Honda mais tarde disse-me que tinha optado por uma estrada secundaria pouco recomendável. Comecei por descer do planalto onde fica Bogotá, a cerca de 3.000 metros de altitude e a temperatura, num par de horas, subiu dos 19º que estavam na capital para 27. Três dias depois, junto à costa, estavam mais outros dez. Estou perto do equador o que resulta em temperaturas altas todo o ano e bastante chuva e sol.
O trajecto que escolhi levou-me por estradas sensacionais através de serras verdejantes mas, se ao princípio o piso era bom e me deu imenso gozo percorrer aquelas estradas de curvas e contracurvas no meio de uma paisagem deslumbrante, passados uns 200 Km a Norte de Bogotá comecei a enfrentar piso muito degradado com pequenos troços sem alcatrão que pareciam ter sido abandonados depois de um início de reparação e, a meio da tarde, as partes em terra começaram a superiorizar-se às alcatroadas. Pelo caminho parei junto a uma barraca isolada no meio da serra onde uma simpática menina preparava excelentes sumos de frutas e mos servia com o copo de vidro em cima de uma travessa de loiça. Um requinte que parecia desfasado do resto do país. No meio do percurso um susto quando dei de frente com um carro em sentido contrário, a meio de uma curva, que me obrigou a passar pelo buraco da agulha, entre o carro e uma alta berma. Foi por um triz.
Pelas quatro da tarde cheguei à vila de Cimitarra, terra de Ganadeiros onde decidi ficar. Tinha percorrido 300 difíceis quilómetros alguns em terra e a maioria em estrada de montanha. A vila é horrível, com muitas das casas ainda com as paredes em tijolo e tudo com um ar muito bera. À noite bares a meia luz no centro da vila com música aos berros acolhiam os cowboys das ganaderias vizinhas que descem à cidade para se divertirem.
 

PILOTOS OLIVEIRA CUP

Fim de semana marcou a internacionalização de alguns jovens pilotos da Oliveira Cup

Pilotos da Oliveira Cup destacam-se em Espanha
Sete pilotos da Oliveira Cup deslocaram-se este fim de semana ao circuito FK1 em Medina del Campo, em Espanha, para a prova de encerramento do campeonato Castilla y León adjudicando quatro pódios nas categorias MiniGP e Naked. Pedro Fraga e Diogo Luís ocuparam a segunda e terceira posições, respetivamente, na luta pelo lugar mais alto do pódio, demostrando desta forma que o troféu escola de motociclismo de Miguel Oliveira é o caminho a seguir na iniciação do motociclismo em Portugal.
Na categoria Naked, Javier Gomez terminou na terceira posição e Paulo Oliveira, mentor e treinador dos pilotos da Oliveira Cup, arrecadou a vitória absoluta perante o olhar atento dos seus pupilos.
No total, são quatro pódios conquistados pelos pilotos da Oliveira Cup, naquela que foi a primeira internacionalização destes jovens. Menos sorte teve o jovem piloto de Mafra, Miguel Santiago, que, nas primeiras voltas dos treinos cronometrados ainda com a pista fria, sofreu uma queda que lhe valeu uma fratura na mão esquerda. Afonso Almeida e Dinis Borges tiveram uma batalha importante para garantir a quinta e sexta posições na geral, assim como Rafael Damásio, que voltou a estar em grande destaque falhando o pódio por algumas milésimas.

 

MV AGUSTA DE REGRESSO?

  1. Depois das Supersport e das Superbike, segue-se o Moto2. MV Agusta com a Forward em 2018. Há 41 anos, desde 1976, que não ganha uma prova no Mundial de Velocidade. Será um regresso em grande?

 

MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki Motores do Brasil

[É tri-campeão] Jonathan Rea entra para a história e conquista 3º título consecutivo do Mundial de SBK com a Kawasaki

    Jonathan Rea (#1) é o grande campeão da temporada 2017 do Mundial de SuperBike e conquista o seu terceiro título como piloto da equipe Kawasaki Racing Team. O norte-irlandês confirmou o primeiro lugar no campeonato após vencer, na manhã deste sábado (30), a primeira corrida da 11ª etapa do Mundial, realizada no Circuito de Nevers Magny-Cours, na França. Aos 30 anos, Rea se tornou o único competidor a faturar três títulos consecutivos na competição – 2015, 2016 e 2017. Com a vitória em solo francês, o piloto da Kawasaki somou 25 pontos e chegou aos 456 pontos no classificatório geral, não podendo ser mais alcançado pelos seus adversários e com isso garantindo o título com cinco corridas de antecedência.

Em uma prova praticamente perfeita, Jonathan Rea, que obteve a pole position nos classificatórios, largou bem e logo na primeira volta abriu uma pequena vantagem para seus oponentes. Com a pista molhada, porém, sem chuva, o norte-irlandês dominou a corrida de ponta a ponta e liderou todas as 21 voltas. Sem cometer erros e nem sofrer o ataque dos adversários em nenhum momento, Rea realizou uma corrida tranquila e solitária na ponta, ampliando cada vez mais sua diferença para o vice-líder. Na volta final, já com o título praticamente assegurado, Jonathan Rea completou os 4.411 metros do circuito francês e recebeu a bandeirada pouco mais de 16 segundos à frente do segundo colocado.

Com o resultado, Jonathan Rea conquistou o terceiro título mundial e a 50ª vitória na carreira, sendo 12 apenas nesta temporada. Já o seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), deixou escapar a dobradinha da Kawasaki Racing Team nos instantes finais. O piloto britânico, que ainda se recupera de uma fratura nos dedos mínimo e anelar da mão esquerda e no pulso esquerdo, resultado de uma queda sofrida na última etapa, manteve a segunda posição por quase toda a corrida.

Tom Sykes largou em terceiro e logo nas primeiras voltas tomou a vice-liderança de Chaz Davies (#7), da Ducati. A posição parecia garantida, porém, Marco Melandri (#33), também da Ducati, obteve um grande desempenho na prova e reduziu toda a vantagem construída pelo piloto da Kawasaki. Os dois adversários se encontraram na pista somente nas voltas finais. Os dois chegaram a se tocar e protagonizaram uma série de ultrapassagens. Sykes lutou para defender a posição, porém, não conseguiu segurar o italiano e acabou cruzando a linha de chegada em terceiro.

Com o terceiro lugar no pódio em Nevers Magny-Cours, Tom Sykes somou 16 pontos e manteve a vice-liderança do Mundial – sem mais chances de título – com o total de 327 pontos. Agora, o principal objetivo da Kawasaki Racing Team é a conquista da dobradinha da equipe no campeonato e do título de construtores. Sykes mantém uma vantagem de 25 pontos para o terceiro colocado e a KRT lidera a disputa entre fabricantes com 490 pontos.

Neste domingo (31), às 8h [horário de Brasília], Rea e Sykes retornam para a pista do circuito francês para a segunda bateria desta 11ª etapa do Mundial. A prova terá transmissão ao vivo do canal por assinatura ESPN+.

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Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

 


Essa comemoração é da etapa de Portimão
Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM
 

MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki apresentará a nova Z900 no próximo dia 3 de outubro

Para fechar com chave de ouro a exposição que conta a história da Linha Z em São Paulo, a marca japonesa estará promovendo o lançamento da nova Z900.

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 No próximo dia 03 de outubro, terça-feira, a partir das 19h, na LM09,  a  Kawasaki  está preparando mais uma novidade para o público  apaixonado por duas rodas. O lançamento da nova Z900.

A apresentação da nova Z900 acontecerá no encerramento da Exposição de 45 anos da Linha Z, que conta a história da motocicleta que revolucionou o setor duas rodas desde que foi apresentada em 1972. Em 1973 a Kawasaki Z1 era escolhida “Máquina do Ano” pelos leitores da revista norte-americana Motorcycle News.

Já amanhã (30) e domingo (1º de outubro), haverá exibição do WorldSBK – Etapa da França. É a ocasião perfeita para torcer por seu piloto preferido cercado pelos modelos da Linha Z.

Programe-se:

30 de setembro | 01 de outubro

Exibição da Etapa da França do WorldSBK – LM09

Sábado – a partir das 13h

Domingo – a partir das 14h

 

03 de outubro | Terça-feira

Apresentação da nova Kawasaki Z900 – LM09 – A partir das 19h

LM09 – Avenida Lavandisca, 519 | Moema | São Paulo | SP

Telefone (11) 2305-7737

 


Z900 chega ao Brasil

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Z1 - O começo de tudo

 


Kawasaki | VGCOM

 


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Jonathan Rea - #1
 

LEWIS HAMILTON NO MUNDIAL DE MOTOCICLISMO?

LEWIS HAMILTON NO MUNDIAL DE MOTOCICLISMO???

 

 

 Valentino Rossi Marc, Dani e Jorge que se cuidem... 

 

TOMAS ALONSO NA RED BULL ROOKIES CUP

 

O jovem piloto lidera atualmente a classificação geral da Oliveira Cup e tem arrecadado lugares cimeiros noutras competições nacionais e internacionais

 

Tomás Alonso na Red Bull Rookies Cup

    

Tomás Alonso, pupilo de Miguel Oliveira na escola de motociclismo Oliveira Cup, está apurado para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup para a temporada de 2018. Esta competição que forma e promove jovens pilotos aspirantes a carreiras internacionais de motociclismo realizará as provas de seleção nos próximos dias 17 e 18 de outubro no circuito de Almería, em Espanha.

 

A Red Bull Rookies Cup tem dado a oportunidade a pilotos de progredirem substancialmente nas suas carreiras desportivas, e pilotos como Joan Zarco, Franco Morbidelli, entre outros, tiveram também passagem por esta competição. Em 2008, Miguel Oliveira participou nas rondas do Estoril, Donington (Inglaterra) e Assen (Holanda), terminando em 8º lugar e vencendo as duas últimas, respetivamente. O jovem piloto português representante da equipa KTM Red Bull Ajo Motosport tem levado a cabo o projeto-escola Oliveira Cup para encontrar o seu sucessor, e os resultados começam a surgir. 

 

Estou muito contente por termos conseguido apurar um piloto para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup. É apenas a primeira seleção e por isso temos de ter os pés assentes na terra. Trabalhamos com o Tomás há mais de um ano no seu desenvolvimento desportivo, e a Oliveira Cup permitiu-lhe esta oportunidade; é o nosso compromisso para com os nossos pilotos", afirma Miguel Oliveira. "Espero que oTomás consiga colocar em prática todo o conhecimento que tem adquirido connosco, e tornar-se num dos participantes da Rookies Cup na temporada 2018 e seguintes”, conclui.

 

Tomás Alonso, de 15 anos, que corre com o #79, foi considerado o ponta de lança da equipa Miguel Oliveira Fan Club para lutar pelo campeonato nacional na categoria pré-moto3, vencendo a primeira ronda em Portimão. Já na 2ª ronda dupla no Estoril viu-se afastado das vitórias em consequência de uma queda durante os treinos que lhe valeu uma fratura da tíbia, e ainda em recuperação, voltou a Portimão para terminar num honroso 4º lugar. No passado fim-de-semana regressou ao lugar mais alto do pódio no circuito do Estoril, demonstrando todo o seu potencial. a894 Copy

 

TOMAS ALONSO NA RED BULL ROOKIES CUP

 

O jovem piloto lidera atualmente a classificação geral da Oliveira Cup e tem arrecadado lugares cimeiros noutras competições nacionais e internacionais

 

Tomás Alonso na Red Bull Rookies Cup

    

Tomás Alonso, pupilo de Miguel Oliveira na escola de motociclismo Oliveira Cup, está apurado para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup para a temporada de 2018. Esta competição que forma e promove jovens pilotos aspirantes a carreiras internacionais de motociclismo realizará as provas de seleção nos próximos dias 17 e 18 de outubro no circuito de Almería, em Espanha.

 

A Red Bull Rookies Cup tem dado a oportunidade a pilotos de progredirem substancialmente nas suas carreiras desportivas, e pilotos como Joan Zarco, Franco Morbidelli, entre outros, tiveram também passagem por esta competição. Em 2008, Miguel Oliveira participou nas rondas do Estoril, Donington (Inglaterra) e Assen (Holanda), terminando em 8º lugar e vencendo as duas últimas, respetivamente. O jovem piloto português representante da equipa KTM Red Bull Ajo Motosport tem levado a cabo o projeto-escola Oliveira Cup para encontrar o seu sucessor, e os resultados começam a surgir. 

 

Estou muito contente por termos conseguido apurar um piloto para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup. É apenas a primeira seleção e por isso temos de ter os pés assentes na terra. Trabalhamos com o Tomás há mais de um ano no seu desenvolvimento desportivo, e a Oliveira Cup permitiu-lhe esta oportunidade; é o nosso compromisso para com os nossos pilotos", afirma Miguel Oliveira. "Espero que oTomás consiga colocar em prática todo o conhecimento que tem adquirido connosco, e tornar-se num dos participantes da Rookies Cup na temporada 2018 e seguintes”, conclui.

 

Tomás Alonso, de 15 anos, que corre com o #79, foi considerado o ponta de lança da equipa Miguel Oliveira Fan Club para lutar pelo campeonato nacional na categoria pré-moto3, vencendo a primeira ronda em Portimão. Já na 2ª ronda dupla no Estoril viu-se afastado das vitórias em consequência de uma queda durante os treinos que lhe valeu uma fratura da tíbia, e ainda em recuperação, voltou a Portimão para terminar num honroso 4º lugar. No passado fim-de-semana regressou ao lugar mais alto do pódio no circuito do Estoril, demonstrando todo o seu potencial. a862 Copya863 Copy

 

OLIVEIRA EM ARAGON

 

Piloto português conquista 6º pódio em Moto2 e sobe para 3º na classificação geral do Mundial

 

MIGUEL OLIVEIRA BRILHA EM ARAGÓN

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21 voltas depois de ter partido da pole position no MotorLand de Aragón, em Espanha, Miguel Oliveira cruza a bandeira de xadrez no 3º posto – e o seu 6º pódio em Moto2 –, numa corrida que decorreu sob o calor da pista espanhola. O piloto da Red Bull KTM Ajo começou a prova com um bom arranque, mas no final da primeira volta o italiano Franco Morbidelli, que arrancou da 4ª posição da grelha de partida, consegue ganhar a liderança da prova.

Nas voltas iniciais da corrida, a afinação da moto de Miguel Oliveira acusou algumas dificuldades, nomeadamente em termos de tracção, e o piloto luso acabou por entrar na disputa pela 2ª e 3ª posições com Mattia Pasini e Alex Marquéz, estabilizando no 4º lugar à 4ª volta da corrida. Decorria já a oitava volta quando o piloto português da KTM consegue finalmente recuperar o 3º posto, momento a partir do qual consegue imprimir o seu ritmo, tornando-se o piloto mais rápido em pista e recuperando consistentemente terreno para a dianteira.

Naquela que foi a sua primeira corrida de Moto2 em Aragón, com a Red Bull KTM Ajo, Miguel Oliveira terminou com um sólido 3º lugar, a 0,577s do vencedor Franco Morbidelli, resultado que o transporta novamente para a 3ª posição na classificação geral do Mundial, com 157 pontos.

#44 Miguel Oliveira

“Como esperámos ontem, o início da corrida iria ser duro. O ‘setup’ que temos atualmente no início da corrida com os pneus novos não é o ideal, mas estou muito feliz por regressar ao pódio depois de não pontuar em Misano e depois do 8º lugar em Silverstone. Este é um resultado bastante importante para nós”.

A Red Bull KTM Ajo fecha este fim de semana com um saldo muito positivo, não apenas pela excelente marca de Miguel Oliveira mas também pelo seu colega de equipa, Brad Binder, que conseguiu também arrecadar uma 5ª posição.

A 15ª prova do Campeonato Mundial de Motociclismo acontece em terras asiáticas, no Motul Grand Pix do Japão, a 15 outubro, quando ficam a faltar apenas 3 rondas para a final da temporada, em Valência, Espanha.

 

OLIVEIRA EM ARAGON

 

Depois de ter conseguido o 6º melhor tempo no primeiro dia de treinos livres em Aragón, piloto luso mantém-se otimista para qualificação 

 

 

Miguel Oliveira protagonista à chuva e em seco


 

O piloto de Almada, aos comandos da Moto2 da Red Bull KTM Ajo, agarrou esta sexta-feira o 6º melhor tempo, no MotorLand de Aragón, Espanha, naquele que foi o primeiro dia de treinos livres para o 14º Grande Prémio do Campeonato do Mundo de MotoGP. Miguel Oliveira rodou com poucas alterações na moto, contemplando o que foi considerado positivo nos testes realizados a semana passada, em Valência.

 

Ainda que marcada por chuva intensa, a primeira sessão de treinos foi dominada boa parte do tempo por Miguel Oliveira, que utilizou pneus de chuva do início ao fim desta sessão, chegando mesmo a registar a volta mais rápida, com uns determinados 2min10.569s. O piloto português mostrou-se novamente muito confortável em condições chuvosas, liderando até aos 8 minutos finais e terminando a sessão da manhã no top 5.

 

Já a segunda parte da sessão de treinos, realizada ao início da tarde, decorreu em pista praticamente seca, o que imprimiu novos ritmos e novos tempos. Miguel Oliveira, que irá correr em Aragón pela primeira vez em Moto2 (depois da lesão na temporada passada na primeira sessão de treinos deste circuito), conseguiu baixar o seu melhor tempo para 1min55.354s, marca que lhe concedeu um lugar no top 3 praticamente até ao final da sessão. O piloto terminou o dia de treinos em 6º lugar, a apenas 915 milésimos de Mattia Pasini, que ocupou a 1ª posição.

 

#44 Miguel Oliveira

“O dia de hoje correu bem. Tivemos alguma chuva de manhã, depois tivemos sorte de à tarde podermos andar com o piso seco. Não fizemos quase alterações nenhumas na moto, apenas nos falta um pouco de aderência na roda traseira e é isso que estamos focados em melhorar amanhã. Começámos [o primeiro treino] logo com o ‘material’ que foi positivo em Valência, por isso, continuamos com expectativas para amanhã e vamos continuar a puxar o ritmo, para podermos melhorar a posição na grelha”.

 

Amanhã, sábado, é dia de qualificação pelas 14h05, hora de Portugal. 

 

ÁUDIO MIGUEL OLIVEIRA: em anexo 

 

IMAGENS EM HD: https://we.tl/GszEAEXPUr

 

Resultados combinados (FP1+FP2)
1. Mattia Pasini (Kalex), com 1:54.439

2. Franco Morbidelli (Kalex), com 1:54.633

3. Takkaaki Nakagami (Kalex), com 1:54.980

4. Sandro Cortese (Suter), com 1:55.205

5. Simone Corsi (Speed up), com 1:55.273
6. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo), com 1:55.354 +0.915a860 Copy

 

PEDRO FRAGOSO FAZ 2º TEMPO

 

A estreia de um dos pupilos de Miguel Oliveira em Moto3 está a decorrer este fim de semana no âmbito do Campeonato Nacional de Velocidade, no Estoril

 

PEDRO FRAGOSO FAZ 2º MELHOR TEMPO EM TREINO NO ESTORIL

 


Pedro Fragoso conseguiu esta tarde a 2ª melhor marca nos primeiros treinos cronometrados, em Moto3, categoria na qual se estreia, do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV). Recorde-se que o jovem piloto natural de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, está em estreia absoluta no CNV, que está a decorrer este fim de semana, 23 e 24 de setembro, no circuito do Estoril.

 

O piloto de 14 anos rodou na sua Honda NSF 250cc a 2min00.029s, a 1.8s do melhor tempo da sessão da mesma categoria.

 

Já Tomás Alonso e Diogo Luís, jovens pilotos também provenientes da Oliveira Cup, nesta primeira sessão de treinos cronometrados conseguiram o 4º e 5º melhores tempos, com 1min57.568s e 2min01.885s, respetivamente, naquelas que foram as voltas mais rápidas dos pilotos. Ambos são já iniciantes de pré-Moto3 no CNV, entre outros campeonatos internacionais de velocidade.

 

Além da Oliveira Cup, projeto-escola de Motociclismo com o mentoring de Miguel Oliveira, os três pilotos integram a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, que aposta em jovens talentos na modalidade.

 

Amanhã, domingo, decorre mais uma sessão de treinos cronometrados da parte da manhã, pelas 11:20, e mais emocionantes corridas, da parte da tarde, a partir das 14:40.

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OLIVEIRA COM POLE POSITION

 

Piloto português domina sessão de qualificação em Aragón, apesar de um mal entendido da organização

 

MIGUEL OLIVEIRA CONQUISTA 2ª POLE POSITION DA TEMPORADA

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Depois de um caricato final de qualificação em Aragón, quando não estava claro para a organização a quem atribuir a pole position, Miguel Oliveira, piloto da Red Bull KTM Ajo, conseguiu finalmente fazer valer o seu melhor tempo e começará amanhã a corrida do 14ª Grand Prix em Espanha, na 1ª posição da grelha de partida.

 

Miguel Oliveira viu primeiramente a sua pole position desqualificada, com aquele que foi o melhor tempo da sessão, 1min53.736s, por alegadamente ter excedido os limites do traçado do circuito de MotorLand. Mas, a boa notícia chegava alguns minutos depois, quando foi validada a sua qualificação, garantindo ao piloto de Almada a 2ª pole position da temporada, a somar à do GP argentino.

 

#44 Miguel Oliveira

"Estou muito contente por conseguir esta pole, sabia que na volta anterior tinha perdido um pouco a linha na curva 15 e saído um pouco largo, o que possivelmente esteve na origem desta confusão. Vamos ver amanhã, estou confiante para a corrida, com um bom ritmo, conseguimos uma boa afinação para a moto, vai ser uma corrida dura por causa do calor mas estamos preparados".

 

O dia começou com o sol a brilhar em Aragón para a 3ª sessão de treinos do fim de semana. Desde o início, Miguel Oliveira marcou presença no top 3, terminando a sessão no 5º lugar, com 1min54.376s, confirmando o seu forte andamento.

 

A sessão de qualificação teve um início muito concorrido, com tráfego intenso em pista a dificultar a realização de uma volta rápida. Mesmo assim, Miguel Oliveira conseguiu novamente um lugar cimeiro, com 1min54.113s. Com uma temperatura da pista a passar os 40º e a aumentar, a duração dos pneus e a aderência ficaram comprometidas, tornando mais difícil os pilotos melhorarem as suas marcas. Ainda assim, nos minutos finais, o piloto reentra em pista e na primeira tentativa faz uma volta fulgurante, que lhe valeu o melhor tempo e a pole position.

 

A prova irá realizar-se este domingo, 24 de setembro, às 11h20, hora de Portugal.a854 Copya855 Copy

 

BRIDGESTONE OPTIMISTA

 

Bridgestone otimista no começo da nova temporada EWC

 

Bridgestone está de olhos postos na vitória do campeonato, no começo da nova temporada do FIM Endurance World Championship, nas 24 Horas do Bol d’Or no circuito Paul Ricard em França entre 16 e 17 de setembro 2017. 


As duas equipas parceiras da Bridgestone terminaram em força a última temporada do EWC 2016 - 2017: a equipa austríaca oficial da Yamaha para o EWC, a YART, subiu para o 3º lugar no alinhamento final (no início de 2017 encontrava-se em 13º), e a equipa F.C.C. TSR da Honda terminou em 4º lugar.a810 Copy

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Federação de Motociclismo de Portugal cria parcerias com bombeiros e autarquias para reforço da proteção florestal

 

Aventura por montes e vales mostrou importância

dos motociclistas na defesa ambiental

 

 

Durante quatro dias, mais de duas centenas e meia de motociclistas atravessaram o País, de Boticas a Lagoa, e confirmaram estado lastimoso de muitas serras nacionais. Paisagens enegrecidas e cenários de absoluta desolação reforçaram entusiasmo na Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, enaltecendo plantação de árvores autóctones para salvaguardar futuro sustentável.  

 

Descobrir algumas das mais belas paisagens do País, sobretudo nos mais recônditos cantos do mapa nacional onde se chega apenas por caminhos de terra batida, é objetivo maior do Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Que na terceira edição mostrou, de forma particularmente evidente, as chagas deixadas pelo fogo, nomeadamente nos concelhos do Centro, com Pedrógão Grande e Mação em triste e desnecessário destaque. Florestas e casas completamente ardidas, em paisagens dilaceradas que também os motociclistas querem ver recuperadas o mais rapidamente possível e de forma sustentada. Mote da Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, que confirmou enorme preocupação e cuidado ambiental da Federação de Motociclismo de Portugal, organizadora do evento que ligou Boticas a Lagoa, com paragens em Belmonte e Arraiolos. Cerca de 1000 quilómetros percorridos ao longo de três dias plenos de emoções, prazer de condução em todo-o-terreno e forte sentido de camaradagem entre os que gostam de sentir a natureza bem de perto.

Manuel Marinheiro, presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, foi um dos mais de 250 motociclistas que ligou os dois extremos do mapa continental em “mais um projeto da FMP com maturidade suficiente, assente numa organização exemplar e grande adesão. Iniciativa que é um êxito e, naturalmente, é para continuar, reforçando também o papel social dos motociclistas, nomeadamente as preocupações ambientais”. Evento que, “este ano, esteve particularmente focado na questão da reflorestação sustentada, apoiando os municípios mais flagelados, com sensibilização das populações, autarquias e dos próprios participantes para os benefícios da opção por espécies autóctones”. Apoio que, “nesta primeira fase, foi simbólico, com oferta de duas árvores a cada concelho e que, na altura ideal de plantação, em novembro, será materializado com plantação de cerca de 400 árvores em cada um dos concelhos”.

Ciente da importância “de mais um passo da Federação de Motociclismo de Portugal no trabalho de proteção ambiental”, Manuel Marinheiro reforça “disponibilidade total e absoluta da FMP como de todos os motociclistas em geral para o apoio a esta causa”. Nesse sentido revelou “estarem a ser ultimadas parcerias com bombeiros e autarquias para que os motociclistas e em particular os praticantes de todo-o-terreno sejam parte ativa na prevenção. Afinal, são das pessoas que mais horas passam nos montes e vales deste País e das que mais gostam das serras, podendo alertar de forma rápida para o início de incêndios bem como de outros crimes ambientais, como a descarga ilegal de resíduos”.

Disponibilidade de quem quer ser “parte integrante da preservação ambiental”, assumida em evento que “foi um sucesso, também neste capítulo, com demonstrações de entusiasmo por parte das populações visitadas por este excelente projeto da Comissão de Mototurismo da FMP, e para o qual foi fundamental o apoio das autarquias. Bem como a ajuda da Honda, enquanto principal patrocinador, e de todas as entidades que superentendem o percurso realizado entre Boticas e Lagoa, nomeadamente o Instituto de Conservação da Natureza e da Floresta, bastante recetivo a esta campanha”. Que, depois do sucesso da ‘primeira etapa’, terá novo capítulo em novembro com plantação de mais de 3000 árvores de espécies autóctones do carvalho-roble à azinheira, do sobreiro à cerejeira-brava, do carvalho-negral ao choupo branco, ou ainda do pinheiro-manso ao medronheiro. Árvores mais adaptadas a cada uma das áreas ardidas, em escolha criteriosa assente na pesquisa sobre as características de cada região e ratificada por especialistas, que ajudará a manter a fertilidade do espaço rural e o equilíbrio ecológico das paisagens. Mais-valias que se prolongam na salvaguarda de importantes locais de abrigo, alimento e reprodução de grande número de espécies animais da fauna portuguesa, algumas delas em vias de extinção. A lista de argumentos que sustenta esta inovadora e muito aplaudida ação da Federação de Motociclismo de Portugal e de todos os motociclistas continua com a contribuição para a redução do efeito de estufa, fixando o carbono atmosférico; a regulação do ciclo da água e sua qualidade, evitando a erosão dos solos, fomentando a vida aquática e criando melhores condições para a pesca desportiva e, muito importante, oferecendo maior resistência aos incêndios florestais, evitando ainda a sua propagação. O fornecimento de madeiras de qualidade para a indústria, nomeadamente de mobiliário (castanho, carvalho, etc…), ou de frutos (castanha, bolota, etc) e matérias-primas (cortiça e lenha), são outras das vantagens da mudança de espécies que, além do mais, aumentarão o valor turístico dos sítios ao manterem a qualidade das paisagens. Além de que estas espécies arbóreas da floresta indígena do nosso País, são mais resistentes a pragas e doenças do que as espécies introduzidas, como o eucalipto ou pinheiro, aguentando melhor longos períodos de seca ou de chuva intensa.a805 Copya806 Copya807 Copya808 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

Exposição 45 Anos da Linha Z da Kawasaki chega a São Paulo no próximo dia 27

O centro de eventos LM09 foi o local escolhido para a mostra que resgata a história da motocicleta que revolucionou o mundo duas rodas.

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Amantes de motocicletas podem começar a contagem regressiva para a Exposição 45 Anos da Linha Z da Kawasaki que será aberta ao público 27 de setembro a 9 de outubro no LM09. A Kawasaki Z1, um dos modelos preferido por colecionadores e restauradores será um dos destaques da exposição que fará um passeio pelo tempo até a década de 70 quando a Linha foi lançada.

O nome Kawasaki é poderoso, mas poucos conhecem a sua origem. Shozo Kawasaki fundou sua companhia em Tóquio em 1878, produzindo embarcações, incluindo submarinos e locomotivas. Em 1922, produziu o primeiro aeroplano.

A segunda guerra mundial, no entanto, mudou os rumos da companhia. Como o Japão foi proibido de produzir aviões por sete anos após o conflito, a Kawasaki passou a se ocupar da produção de motores e transmissões para equipar motocicletas de outros fabricantes. No Japão, as motocicletas, da mesma forma que na Europa devastada pela guerra, eram o mais acessível meio de locomoção nessa época. Em 1952 a Kawasaki voltou a produzir aviões e helicópteros.

A primeira motocicleta produzida pela Kawasaki foi uma dois tempos de 60 cm3, em 1953. Apesar de vender mais de 10.000 unidades, não era adversária para a Honda Super Cub, que vendia 30 vezes mais.

Em 1960, o Japão produzia um milhão de motocicletas, contra apenas 140 mil de todas as marcas inglesas. Um quarto desse milhão era da Honda. Em associação com a mais antiga marca de motocicletas japonesa, a Meguro, a Kawasaki passou a produzir, em 1965, a W1, uma bicilíndrica de quatro tempos e 650 cm3, que era uma cópia da BSA A7 inglesa. A partir daí, as motocicletas Kawasaki passaram a ter outro status. Logo depois, as tricilíndricas dois tempos H1 e H2, de 500 cm3 e 750 cm3, entraram definitivamente para a história das motocicletas de grande desempenho. Com os Estados Unidos como seu principal mercado, a Kawasaki passou a produzir 200.000 motocicletas por ano.

A Kawasaki Z1

Motocicletas com motores de quatro cilindros não eram novidade, já em 1912 os irmãos ingleses Henderson produziam uma com motor longitudinal. Em 1967, a Kawasaki iniciou o projeto N600, uma motocicleta com motor de quatro cilindros quatro tempos de 750 cm3 e com duplo comando de válvulas no cabeçote. O nome do projeto era “New York Steak”, uma referência ao principal mercado que a Kawasaki pretendia, o norte-americano. A motocicleta estava praticamente pronta para ser finalizada e lançada, quando uma “bomba” caiu sobre a equipe responsável pelo projeto NYS: sem que eles sequer desconfiassem do que estava acontecendo, a Honda lançou no Salão de Tóquio de 1968 a sua CB 750 Four. Considerada o “divisor de águas” no meio motociclístico, não só a Honda CB 750 Four conquistou o mundo inteiro como também obrigou a Kawasaki a voltar atrás com seu projeto. Apesar de ser mais potente, certamente devido ao motor DOHC (a Honda tinha motor SOHC), ele não poderiam enfrentar a novidade com tão pouca vantagem.

Voltando às pranchetas, o objetivo agora era fazer uma motocicleta muito melhor do que a Honda, com motor de até 1.000 cm3 e 85 cv de potência. O time de projetistas da Kawasaki tinha um prazo de 24 meses para entregar a encomenda. O nome do novo projeto era T103 e a equipe passou a fazer testes em rodovias norte-americanas. O mais curioso é que os protótipos estavam disfarçados de Honda CB 750 Four.

A Kawasaki Z1 foi lançada oficialmente no Salão de Colônia, na Alemanha, em 16 de setembro de 1972. Na Europa a Kawasaki Z1 tinha o nome de 900 Super 4. Um fato curioso é que, uma semana após o lançamento oficial, uma Kawasaki Z1 com apenas freio dianteiro duplo e radiador de óleo, dois itens opcionais para o mercado norte-americano, venceu a prova de 250 milhas de Vaca Valley, na Califórnia. O público presente praticamente ainda não conhecia a nova motocicleta, que pouco tempo depois desbancaria a Honda CB 750 Four do seu confortável trono de “rainha das motocicletas”. Leitores da revista semanal norte-americana Motorcycle News elegeram a Kawasaki Z1 como a Máquina do Ano, em 1973.

A Kawasaki Z1 permaneceu sem alterações significativas até 1975, quando a Z1-B passou a ter pequenas alterações, passando a ter o nome de Z900 em 1976 (em alguns mercados, KZ900). Em 1977, foi substituída pela Z1000 (ou KZ1000), que tinha a mesma aparência mas trocava os quatro escapamentos por um quatro-em-dois. A Kawasaki Z1 atualmente é um dos modelos mais procurados por colecionadores e restauradores de motocicletas japonesas dos anos 70.

Exposição 45 Anos da Linha Z – Kawasaki

De 27 de setembro a 9 de outubro

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Avenida Lavandisca, 519, São Paulo

 


A Z1 é um dos modelos preferidos pelos colecionadores de motocicletas japonesas.

 


Z1 é um dos modelos que faz parte da Exposição 45 Anos da Linha Z.
 

MOTOS NO BRASIL

 

Bruta e refinada, Kawasaki Z900 chega ao Brasil

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 A linha Z da Kawasaki acaba de ganhar mais um nome de peso que irá integrar o seu time de poderosas máquinas. Com atributos que incluem um visual agressivo, motorização potente e excelente dirigibilidade, a Z900 2018 chega ao mercado brasileiro no mês de outubro para completar o line-up que vai da Z300 à Z1000. A tradicional marca japonesa apostou, mais uma vez, na união entre força e agilidade e desenvolveu esta supernaked ainda mais moderna. Com um motor de 948cc, distribuídos em quatro cilindros em linha, a Z900 oferece o balanço perfeito entre leveza, dirigibilidade e potência.

Graças ao projeto de engenharia que maximiza a resistência dos materiais, o quadro e a balança traseira da Z900 2018 ficaram mais leves e isso contribuiu em muito para o seu peso final de apenas 210 kg. A escolha por rodas com cinco raios também contribui para a leveza do conjunto, trazendo benefícios diretos para uma melhor dirigibilidade.

O resultado é uma moto que prioriza o conforto e a agilidade na pilotagem. Além de ser leve, a Z900 tem o assento um pouco mais baixo do que Z800 e Z1000, o que permite ao condutor ter mais facilidade na hora de manobrar. Outro fator que contribui para isso é a ampliação do ângulo de esterçamento, que chega a 33º na Z900.

Uma das características mais singulares da Z900 só pode ser percebida com o sentido da audição. A Kawasaki pesquisou minuciosamente os componentes que influenciam o ‘som do motor’ e criou uma nota auditiva única e exclusiva para o ronco do seu motor tetracilíndrico.

Não é só na acústica que a motorização da Z900 se destaca. Com potência máxima de 125 CV e torque máximo de 10,1 kgf.m, se diferencia pela rápida subida de giro e forte tocada nas faixas de média rotação. Esse desenvolvimento veloz se torna possível graças à adoção de um virabrequim mais leve, especialmente projetado para a Z900.

O câmbio também contribui para a rápida aceleração da Z900. As relações de marcha ficaram mais curtas entre a primeira e a quinta, de forma a priorizar as rotações mais usadas no dia a dia, e a sexta marcha foi desenvolvida para ser utilizada como overdrive. Enquanto isso, a embreagem dispõe de cinco configurações no manete e utiliza a tecnologia ‘Assistida & Deslizante’, com dois cames diferentes, o que auxilia o seu acionamento em momentos de reduções rápidas de marcha.

E para manter uma pilotagem leve e ao mesmo tempo segura, a Z900 possui um moderno sistema de frenagem. Com ABS de série, a moto vem equipada com disco duplo semiflutuante de ø 300 mm e pinça dupla com quatro pistões na roda dianteira, e disco simples de ø 250 mm e pistão único na traseira. Já o sistema de amortecimento conta com garfo dianteiro invertido com bengalas de ø 41 mm e suspensão traseira horizontal do tipo back-link.

Além das configurações mecânicas, outros pontos de destaque da Z900 estão no seu visual agressivo, que segue o conceito sugomi desenvolvido especialmente para a linha Z, e em seu painel completo e elegante, que oferece as mais diversas funções, incluindo tacômetro digital equipado com a tecnologia shift light, que indica atroca de marchas conforme o motor atinge uma rotação previamente programada. O painel de instrumentos conta ainda com hodômetro total e parcial, relógio, indicadores de posição de marcha e de pilotagem econômica, consumo médio combustível, autonomia e luz de temperatura do líquido refrigerante.

 

Informações complementares: 

Kawasaki Z900 | 18 |Cores - Pearl Mystic Gray/Metallic Flat Spark Black |  Candy Lime Green/Metallic Spark Black |  Metallic Flat Spark Black/Metallic Spark Black;

Preço Público Sugerido: R$ 41.990 (frete não incluso)

Disponíveis na rede autorizada Kawasaki: Outubro de 2017

 


Z900 chega ao Brasil

 


Z900 em outubro nas concessionárias autorizada Kawasaki

 


Z900 - bruta e refinada

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Z900 em detalhe
 

NACIONAL DE VELOCIDADE - MOTOS

 

Pedro Fragoso e Tomás Alonso venceram em Moto3 e pré-Moto3, respetivamente, no Campeonato Nacional de Velocidade

 

DUPLA VITÓRIA NO ESTORIL DE PUPILOS DE MIGUEL OLIVEIRA

Pedro Fragoso não poderia estar mais feliz com a sua estreia na categoria de Moto3. O piloto de apenas 14 anos conseguiu o 1º lugar no âmbito do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV), que decorreu este fim de semana, no Estoril.

 

A rodar com o #10, o piloto, natural de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, fez as 10 voltas do circuito em 20min12.731, dominando a categoria de Moto3, com a sua Honda NSF 250cc.

 

Já na categoria de pré-Moto3, Tomás Alonso conseguiu levar também a ‘melhor’ e arrecadou a 1ª posição. Com 15 anos feitos recentemente, o jovem piloto tem dado cartas em várias competições da modalidade, a nível nacional e internacional, estando atualmente a liderar a classificação geral da Oliveira Cup, troféu-escola de motociclismo, que tem a chancela de Miguel Oliveira.

 

Diogo Luís, com 12 anos, que também competiu este fim de semana no Estoril, igualmente em pré-Moto3, conseguiu segurar o 4º lugar nas classificações da corrida de hoje, subindo uma posição em relação à sessão de treinos cronometrados de ontem.

 

Tanto Pedro Fragoso, como Tomás Alonso e Diogo Luís integram, além da Oliveira Cup, a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, que aposta em jovens talentos na modalidade.

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OLIVEIRA EM ARAGON

 

Piloto português domina sessão de qualificação em Aragón, apesar de um mal entendido da organização

 

MIGUEL OLIVEIRA CONQUISTA 2ª POLE POSITION DA TEMPORADA


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Depois de um caricato final de qualificação em Aragón, quando não estava claro para a organização a quem atribuir a pole position, Miguel Oliveira, piloto da Red Bull KTM Ajo, conseguiu finalmente valer o seu melhor tempo e começará amanhã a corrida do 14ª Grand Prix em Espanha, na 1ª posição da linha de grelha.

 

Miguel Oliveira viu primeiramente a sua pole position desqualificada, com aquele que foi o melhor tempo da sessão, 1min53.736s, por alegadamente ter excedido os limites do traçado do circuito de MotorLand. Mas, a boa notícia chegava alguns minutos depois, quando foi validada a sua qualificação, garantindo ao piloto de Almada a 2ª pole position da temporada, a somar à do GP argentino.

 

#44 Miguel Oliveira

"Estou muito contente por conseguir esta pole, sabia que na volta anterior tinha perdido um pouco a linha na curva 15 e saído um pouco largo, o que possivelmente esteve na origem desta confusão. Vamos ver amanhã, estou confiante para a corrida, com um bom ritmo, conseguimos uma boa afinação para a moto, vai ser uma corrida dura por causa do calor mas estamos preparados".

 

O dia começou com o sol a brilhar em Aragón para a 3ª sessão de treinos do fim de semana. Desde o início, Miguel Oliveira marcou presença no top 3, terminando a sessão no 5º lugar, com 1min54.376s, confirmando o seu forte andamento.

 

A sessão de qualificação teve um início muito concorrido, com tráfego intenso em pista a dificultar a realização de uma volta rápida. Mesmo assim, Miguel Oliveira conseguiu novamente um lugar cimeiro, com 1min54.113s. Com uma temperatura da pista a passar os 40º e a aumentar, a duração dos pneus e a aderência ficaram comprometidas, tornando mais difícil os pilotos melhorarem as suas marcas. Ainda assim, nos minutos finais, o piloto reentra em pista e na primeira tentativa faz uma volta fulgurante, que lhe valeu o melhor tempo e a pole position.

 

A prova irá realizar-se este domingo, 24 de setembro, às 11h20, hora de Portugal.a781 Copy

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Terminou em festa o 3.º Lés-a-Lés Off-Road

sob o signo da reflorestação das áreas ardidas

 

Atravessar Portugal em defesa da floresta

 

Um enorme sucesso a 3.ª edição da grande aventura organizada pela Federação de Motociclismo de Portugal, ligando Boticas a Lagoa em travessia nacional por caminhos de terra batida, estradões mais rolantes ou trilhos mais enduristas, que visitou alguns dos mais recônditos locais do mapa lusitano. Sucesso bem patente nos rostos cobertos de pó, com evidentes sinais de fatiga disfarçados por sorrisos de quem viveu três dias de prazer de condução em ‘off-road’ e espírito de camaradagem, recheados de estórias para todos os gostos, dos furos à falta de gasolina, dos enganos no percurso que levaram a aldeias perdidas onde não faltou a oferta de uma cerveja gelada ou bom copo de tinto até às sempre enriquecedoras conversas com as populações visitadas. E que deixou nos mais de 250 motociclistas que chegaram a terras algarvias sentimento de ‘missão cumprida’, participando de forma ativa da Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés.

Chamada de atenção para a importância das árvores autóctones na revitalização das áreas ardidas, este verão como em anos anteriores, explicando à população as mais-valias de optar por espécies mais adaptadas a cada região, do carvalho-roble à azinheira, do sobreiro à cerejeira-brava, do carvalho-negral ao choupo branco, ou ainda do pinheiro-manso ao medronheiro. Estas duas espécies foram as aconselhadas pelos especialistas para o algarvio concelho de Silves, entregues de forma simbólica a Jorge Ponciano, chefe de gabinete da presidente, Nélson Correia, responsável da Proteção Civil, que as plantaram na Quinta Pedagógica. Espaço onde a sensibilidade ambiental é instigada de forma divertida desde as mais tenras idades, e que poderá receber boa parte das 400 árvores que serão plantadas no concelho, em novembro.

Ponto final da aventura que ontem partiu de Arraiolos para 291 quilómetros através dos rápidos e divertidos estradões tipicamente alentejanos onde a velocidade exponenciou o gozo de condução entre sobreiros, permitindo vislumbrar, aqui e ali, pastos extremamente secos e gado alimentado a ração e feno. Piso duro a que se seguiu boa dose de areia, com complicações acrescidas para as motos de grande porte, logo a seguir à travessia do Tejo com passagem rápida pelo distrito de Santarém antes da reentrada nos mais rápidos trajetos portalegrenses, rumo à serra algarvia. Onde a visão do mar deu dose extra de força anímica rumo a Lagoa onde houve festa rija com sotaque internacional, dos 45 espanhóis (e muitos catalães…) ao participante alemão, passando pelos 5 suíços, 4 franceses, 2 belgas e 1 irlandês. Pelotão heterogéneo também nas motos, com predominância repartida entre as Honda CRF 1000 Africa Twin e BMW R1200 GS, ma onde não faltaram Yamaha Téneré e Super Téneré, imensas KTM, de todas as cilindradas, Husqvarna, Sherco, um grupo de ‘clássicas’ Africa Twin 650, e as nacionais AJP, das mais leves PR5 à ‘africana’ PR7. E Vespa!

Como a PX 125 (com kit Polini 177 cc) que Iñigo Carrasco levou até à meta, passando o pórtico de chegada, em Lagoa, sob enorme chuva de aplausos. Festa merecida depois dos contratempos que afetaram o galego de Vigo que, juntamente com o amigo Jose Horjales, participaram pelo 3.º ano na maratona que liga dois extremos do mapa nacional. E se, no primeiro ano, “a desistência foi forçada logo no primeiro dia, com muita sujidade na gasolina, para em 2016 terminar sem problemas ao contrário do Jose que ficou a 70 quilómetros do final”. Por isso, voltaram a insistir este ano, e se Iñigo chegou ao final sem contratempos de maior “apenas muitas limpezas do filtro de ar devido ao pó”, já Jose “voltou a ficar pelo caminho com o motor a acusar o peso dos anos, sem compressão suficiente para seguir caminho”.

O clima de festa que coroou a chegada do galego repetiu-se com outros participantes, cada um com sua história particular de superação, deixando de lado receios da extensão ou da previsível exigência técnica para se abalançarem em tamanha empreitada. Aventura para Homens de barba rija que várias mulheres cumpriram sem qualquer tipo de temor. Das seis à partida, apenas uma ficou pelo caminho, na parte mais dura do evento da FMP, com subida em pedra logo a seguir à Régua, onde um pé mal apoiado valeu lesão na tíbia. Desânimo que não faz esmorecer “vontade de regressar” e descobrir Portugal em todo o seu esplendor, entre Trás-os-Montes e o Algarve. Como o fez a jovem feirense, Márcia Monteiro, que aos comandos da pequena AJP PR5 250 cumpriu todo o percurso “com mais ou menos dificuldades, em três dias bem divertidos, de descoberta de paisagens que só não são mais espetaculares devido aos incêndios que enegreceram muitas das serras portuguesas”.

Motivo que foi mote para a bem-sucedida Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, deixando árvores autóctones em vários concelhos, em simbolismo que será materializado mais tarde, na altura ideal para a sua plantação, com entrega de vários milhares de jovens árvores. Para que, daqui a alguns anos, esta aventura de descoberta possa encontrar paisagens mais verdes, trilhos mais frescos, reforçando o prazer de conhecer um País de beleza ímpar.a746 Copya747 Copy

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 Não foi ainda desta vez. Mas mais um pódio. Mais uma bandeira no mastro. Morbidelli arrisca e ganha, passando a ter 21 pontos de vantagem no Mundial. Pasini em segundo, numa corrida louca.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Ver e refletir para (bem…) reflorestar Portugal

em dia passado no epicentro dos incêndios florestais

 

Motociclistas dão o exemplo de Lés-a-Lés

 

Dia de sentimentos fortes, das memórias de tragédias que, há poucos meses, entraram porta adentro de forma tão violenta, através de tantos diretos televisivos, interrompendo a pacatez do dia-a-dia com inusitada brutalidade, à reflexão sobre a árdua tarefa de devolver a vida a tão extensas e massacradas áreas. Dia que começou em tons de negro intenso para a caravana do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road, com saída de Belmonte, via Covilhã, rumo à Estrela, ‘mãe das serras portuguesas’, para testemunhar a extensão da tragédia com marcas visíveis durante quilómetros a fio. E onde zelosos trabalhadores, equipados com camiões, gruas e retroescavadoras, tentavam apagar, debalde, as marcas de tão hediondo crime perpetrado contra a Natureza.

Palco de deprimente escuridão, de tristeza sublinhada pelo odor acre de terra queimada, que deixou cabisbaixos todos os mototuristas que participam no passeio organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal em périplo até terras algarvias sempre (ou maioritariamente…) por fora-de-estrada. Pelo caminho, lugar à esperança, com Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, deixando árvores autóctones em vários concelhos, em simbolismo que será materializado mais tarde, na altura própria para a plantação, com vários milhares de árvores. Pisos secos, com muita pedra solta que mereceram ‘respeito’ de todos, com passagem mais lenta em jeito de homenagem a todos os que, nesta região, perderam a vida para as chamas.

Tempo, também, de esperança, testemunhada pela presidente da Câmara Municipal de Góis, Maria de Lurdes Castanheira, que plantou um carvalho-negral e uma cerejeira-brava na Praça da República, considerando “a campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, promovida pela Federação de Motociclismo de Portugal, um generoso contributo que merece ser enaltecido”. Para a autarca a iniciativa é tanto mais importante “porquanto sensibiliza a população, e em particular os Goienses, para a importância da reflorestação das nossas florestas com espécies autóctones. Um solidário e valioso gesto digno de ser replicado”, rematou aquando da plantação na companhia de elementos da Comissão de Mototurismo da FMP.

Emotivo também o testemunho de José Antunes Graça, vice-presidente da autarquia de Pedrogão Grande e vereador com o pelouro da Agricultura e Florestas, plantando um sobreiro e um carvalho-roble no mesmo local onde, há alguns anos, criou muito especial área de descanso. Espaço junto ao IC8 (saída Vila Facaia e Graça, na localidade de Adega) com vários cedros, tílias e outras árvores que, até aos incêndios deste verão, ofereceram refrescante sombra aos milhares de motociclistas e automobilistas que ali repunham energias. Outro dos concelhos massacrado pelo fogo foi o de Mação, com o sobreiro e o choupo-bravo entregue ao vice-presidente da edilidade, António Louro, destinados ao Jardim Municipal, onde terão companhia de outras espécies autóctones, plantadas, entre outros, pelo Primeiro-Ministro António Costa.

Passagens marcantes para todos os motociclistas e que marcou profundamente Ricardo Faria, um dos três açorianos que se deslocou ao continente para participar “num evento sem paralelo, onde a camaradagem, a condução em terra, e as paisagens funcionam como verdadeira terapia, ajudando a recarregar baterias”. Habituado ao verde intenso de São Miguel, sentiu “uma dor imensa ao ver estas paisagens calcinadas, uma autêntica vergonha a que urge por fim”. Vai voltar, garante, até “para ver com os próprios olhos a renovação destas florestas”. E, quem sabe, para repetir a visita ao Picoto da Melriça, o Centro Geodésico de Portugal Continental, marco de forte carga simbólica neste evento, de onde foi possível avistar longos quilómetros de serranias em redor comparando a alternância entre as verdes paisagens e as áreas queimadas.

Seguindo sempre por perto da ‘espinha dorsal’ do sistema rodoviário nacional, saída da estrada N2 rumo à ponte Filipina sobre o Zêzere, sem os engarrafamentos causados pelas mais de 1500 motos aquando da passagem do Portugal de Lés-a-Lés… por estrada. Deixando as Beiras para trás, rumou o heterogéneo pelotão internacional para as planícies alentejanas, passando pelas margens do lado da barragem de Montargil, através de estradões bem mais rápidos, com pistas de deliciosa condução por entre sobreiros, onde nem faltaram alguns bocados de areia para maior diversão. Caminhos prazenteiros em final de dia bem diferente da véspera, mais extenso e mais rolante, até Arraiolos. De onde parte amanhã, bem cedo, a última tirada da 3.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés com destino a Lagoa, cumprindo os últimos 300 quilómetros através da serra algarvia.

 

Campeões presentes…

mas apenas para ‘curtir’

        

         Marcam presença bem notória desde a primeira edição do Portugal de Lés-a-Lés Off-Road mas, apesar da indiscutível rapidez que valeu títulos nacionais e triunfos internacionais, inscrevem-se no evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal apenas “pelo prazer de estar com os amigos, para ‘curtir’ a condução em fora-de-estrada e passar uns dias em convívio com aqueles que gostam de motos”. António Oliveira, com dezenas de títulos em todas as especialidades com ‘pneus de tacos’, aproveita esta ocasião “para fazer algo que nem sempre é fácil noutras alturas: simplesmente andar de moto”. Desafiado “por amigos e clientes” voltou, pela 3.ª vez, a um “passeio que está longe de ser uma competição” para apreciar “caminhos e paisagens que era impossível enquanto corria”. Agora, com mais calma, vai dando dicas de como ultrapassar alguns obstáculos, da forma como abordar os trilhos em máxima segurança ou ajudando em pequenas intervenções mecânicas, próprias de quem ‘anda no monte’.

         Em Boticas, no arranque do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road o piloto de Belas encontrou o amigo e rival de longa (longuíssima…) data, Miguel Farrajota, com quem discutiu provas e títulos de motocrosse, supercrosse ou enduro. O algarvio, também já conhecedor dos atrativos de “um passeio através de algumas das mais bonitas paisagens de Portugal onde não falta uma pitada de aventura” garante que “não tem qualquer comparação com o que se passa no Nacional de Enduro ou no Rali Dakar. Aqui o cronómetro é deixado de lado e as paragens são muito mais frequentes, para conversar com os amigos, partilhar histórias e rir um bocado”. Ideias partilhadas pelo primeiro português a alinhar no Rali Paris-Dalar, António Lopes, como pelo “Africano” Bernardo Villar ou os consagrados enduristas Rodrigo Amaral e Pedro Belchior, caras mais conhecidas entre o grande pelotão de ‘anónimos’ entusiastas pela descoberta de Portugal de forma diferente, aventureira e bem divertida.

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MOTOS NO BRASIL

 

Megacycle atraiu motociclistas e turistas para Paraty neste fim de semana

Entretenimento e diversão reuniram motociclistas, famílias e moradores da cidade

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 Paraty acolheu com muito carinho a 38ª edição do Megacycle – um dos mais importantes eventos de motos do país – que aconteceu pela primeira vez na cidade. Motos, capacetes e ronco de motores deram o tom ao fim de semana da região, que se tornou um grande e animado encontro de motociclistas. “Essa primeira edição em Paraty foi muito boa, a cidade é maravilhosa e oferece muito lazer para o turista”, conta Alberto Pellegrini, da organização do Megacycle. “Os paratienses nos apoiaram e o evento se tornou parte da cidade durante esses três dias e isso foi muito gratificante”, termina. 

Motociclistas e famílias de várias partes do Brasil – como Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo – aproveitaram os dias 22, 23 e 24 de setembro para curtir o evento e os dias de sol na cidade e nas praias.

Montado no Areal do Pontal, bem pertinho do Centro Histórico, o Megacycle levou entretenimento e diversão. A competição do dinamômetro foi uma das que mais chamou atenção, tanto dos motociclistas querendo comprovar a velocidade de suas motos, como do público se aglomerando para acompanhar. 

Outra atração feita pelos próprios visitantes foi uma grande “exposição” de motos, estacionadas ao longo do evento, que atraia os olhares dos participantes, como foi o caso da moto Suzuki, de Isaias Coelho de Araújo, estilizada com o tema Capitão América, que veio de Poções, na Bahia, rodando cerca de 1.335 km.

Concursos mobilizaram participantes que tinham até torcidas. Como o caso do Braço de Ferro, Barba & Bigode, melhor caipirinha e melhor comida de rua. Mas, o que causou maior alvoroço foi a final do 2º Miss Megacycle Ink Girls, em que Kiara Vieira, 36 anos, de Paraty, foi a vencedora.

Todo esse clima de duas rodas foi embalado com Rock´n roll de qualidade, com shows diários de bandas.

Grandes marcas do setor como Autokraft BMW Motorrad, Pirelli, Triumph Rio Barra e Zelão Racing participaram. Inclusive a Kawasaki fez o lançamento em primeira mão da Versys X-300. De boutique a souvenirs com botas, capas, camisetas, bordados, bonés, banco estilizado, novidades em couro e acessórios, além da loja oficial do evento, as compras foram garantidas.

Esta edição teve o patrocínio e/ou apoio da Cerveja Eisenbahn, Chope Capa Preta, Prefeitura de Paraty, Pirelli Pneus, Secretaria de Turismo de Paraty, Zeus Helmet e Moto.com.br 

Megacycle – Megacycle irá promover muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

SOBRE A MEGACYCLE Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

38º Megacycle Paraty 2017

 


38º Megacycle Paraty 2018.

 


O fluminense Washington (centro) foi o campeão da quebra de braço do Megacycle Paraty.

 


Campeonato de quebra de braço foi uma das atrações do Megacycle Paraty.

 


Megacycle Paraty atraiu motociclistas de diversos estados brasileiros, como Bahia e Minas Gerais.

 


Lançamento da Kawasaki, a Versys-X 300 foi uma das novidades do Megacycle Paraty.
 

MOTOS NO BRASIL

 

Segundo dia de Megacycle reuniu apaixonados por motos em Paraty

Ainda dá para aproveitar amanhã, último dia da 38ª edição do evento, que terá exposição de motos, show, test ride e dinamômetro, por exemplo.

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Muitas motos de diferentes marcas e estilos, capacetes, aceleradas e diversão! Assim está a cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, neste fim de semana por conta do Megacycle – um dos mais importantes eventos de motos do país – que acaba amanhã.

Montado no Areal do Pontal, bem pertinho do Centro Histórico, o evento hoje teve um público flutuante durante o dia, que aproveitou o clima quente para curtir a cidade e as praias. O movimento maior foi a partir do entardecer, quando motociclistas e famílias, como em uma grande festa, foram curtir.

A competição do dinamômetro, como sempre, chamou atenção das pessoas, que disputavam o melhor lugar para acompanhar. Os visitantes também colaboraram, e muito, para uma atração espontânea: ao estacionarem as motos dentro do pavilhão, formando um grande corredor de exposição, era inevitável passar e dar uma paradinha para apreciar motos inusitadas como a Suzuki, de Isaias Coelho de Araújo, toda estilizada com o tema Capitão América, que veio de Poções, na Bahia.

E amanhã ainda dá para aproveitar até às 16h, horário de encerramento

Às 12h,quem faz o último show do evento é a Firebird, banda que toca os maiores hits do rock e pop nacional e internacional, composta por Tinho Mello (vocal), André Rima (vocal), Claudio Madureira (Madu) (guitarra), Paulo Lopes (baixo e voz), Fernando Vegas (teclados e voz) e Luiz Bahia (bateria).

O dinamômetro também deve ser concorrido.

Para um bom almoço ou lanche, a praça de alimentação com mais de 15 tipos de comidas e bebidas diferentes, é parada obrigatória.

Quem quiser levar uma lembrancinha personalizada, os souveniers estão à venda na loja oficial do Megacycle.

O estacionamento é gratuito para motos e o evento tem capaceteria. Os ingressos estão à venda somente na bilheteria do evento.

Esta edição tem o patrocínio e/ou apoio da Cerveja Eisenbahn, Chope Capa Preta, Prefeitura de Paraty, Pirelli Pneus, Secretaria de Turismo de Paraty, Zeus Helmet e Moto.com. 

Megacycle – O Megacycle irá promover muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

SOBRE A MEGACYCLE Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

38º Megacycle Paraty 2017 |  #vempraparaty

Dias:  24/09 (das 10h às 16h)

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em: www.megacycle.com.br/

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Dinamômetro é uma das atrações do Megacycle.

 


De Poções (BA) para o Megacycle: Isaías Araújo atraiu os olhares para sua Suzuki a la Capitão América.

 


38º Motocycle Paraty 2018.

 


A banda Firebirds subirá ao palco do Megacycle Paraty mais uma vez neste domingo.

 


Dinamômetro é uma das atrações presentes no Megacycle Paraty.
 

MOTOS NO BRASIL

 

Primeiro dia de Megacycle, em Paraty, dá uma prévia da animação dos próximos dias

Amanhã tem mais! Exposição de motos, test ride, show, gincana, competição dinamômetro, concurso braço de ferro, comida de rua e Miss Tatto.

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. A cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, está em clima de duas rodas. Começou hoje, 24/09, a 38ª edição do Megacycle – um dos mais importantes eventos de motos do país – no Areal do Pontal, bem pertinho do Centro Histórico. O primeiro dia foi uma prévia da animação que virá nos próximos. Atrações como test ride da Kawasaki, rock´n roll, gincanas e sorteios, por exemplo, divertiram os visitantes de hoje.

Mas a expectativa maior de público é para amanhã, sábado, quando os motociclistas devem chegar em peso. A dica é sair cedo e aproveitar o dia, já que a previsão é sol, com mínima de 19 graus e máxima de 33.

Das 10h às 23h, haverá muita coisa pra fazer!

Serão 3 shows: às 16h, com Firebird, banda que toca os maiores hits do rock e pop nacional e internacional, composta por Tinho Mello (vocal), André Rima (vocal), Claudio Madureira (Madu) (guitarra), Paulo Lopes (baixo e voz), Fernando Vegas (teclados e voz) e Luiz Bahia (bateria). Às 18h, volta ao palco The Old Shack Band e às 20h30 é a vez de The Simple se apresentar.

O concurso braço de ferro, às 15h, deve ser uns dos mais divertidos. Já às 20h, acontece o do Barba & Bigode, em que os concorrentes estão divididos em categorias: Papai (barba cheia com mais de 6 polegadas), Elegante (barba cheia com bigode com estilo), Não está tudo lá (barba parcial) e Produzida – para quem tem estilo próprio. Os vencedores ganharão um capacete e “estarão no rol da fama do Megacycle”.

E, quem disse que evento duas rodas não tem desfile e passarela? Às 20h, será a final do 2º Miss Megacycle Ink Girls. As vencedoras receberão prêmios oferecidos pelos patrocinadores do Megacycle, como o kit piercing nos valores de R$ 500 (1ª colocada), R$ 300 (2ª colocada) e R$ 100 (3ª colocada). A Miss Megacycle ganhará também um capacete exclusivo, um vestido e um ensaio fotográfico para a Girl Magazine.

Velocidade e adrenalina fazem parte dos motociclistas. E para estimular a adrenalina, um dinamômetro de hora em hora vai eleger a motocicleta mais rápida do Megacycle 2017.

Uma praça de alimentação com mais de 15 tipos de comidas e bebidas diferentes é um bom local para “se abastecer”.

Dois concursos irão movimentar o setor de alimentos e bebidas do evento: um de comida de rua, às 16h, e outro de caipirinha. Para este último, a organização disponibilizará para os participantes: açúcar cristal, socador, copo, coqueteleira, colher, 200ml de cachaça, gelo e 2 limões. Os demais complementos ficam a cargo de cada participante. Qualquer motociclista ou membro de motoclube pode participar e fazer a inscrição até 1h antes do início do concurso. As bebidas serão avaliadas por uma comissão e o vencedor ganhará troféu e camiseta.

Haverá também test ride, das 12h às 17h.

Entre os expositores, grandes marcas do setor como Autokraft BMW Motorrad (com a BMW G310R, BMW F800 GS Adventure e BMW R 1200 GS), Kawasaki (lançamento da Versys X-300), Pirelli (descontos especiais em pneus e serviços), Triumph Rio Barra (mostra a Street Twin, Tiger Explorer e Street Scrambler) e Zelão Racing (acessórios em 10x sem juros). Além de empresas com diversos acessórios - de boutique a souvenirs - como botas, capas, camisetas, bordados e novidades em couro e acessórios.

Para mais comodidade, o estacionamento é gratuito para motos e o evento tem capaceteria. A partir de amanhã, os ingressos estarão à venda somente na bilheteria do evento.

Esta edição tem o patrocínio e/ou apoio da Cerveja Eisenbahn, Chope Capa Preta, Prefeitura de Paraty, Pirelli Pneus, Secretaria de Turismo de Paraty, Zeus Helmet e Moto.com. 

Megacycle

O Megacycle irá promover muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

SOBRE A MEGACYCLE

Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

38ª Edição do Megacycle Paraty 2017 | #vempraparaty

Dias:  23 (das 10h às 23h), 24/09 (das 10h às 16h)

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em: www.megacycle.com.br/

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Primeira noite de Megacycle em Paraty
 

ESTEIA DE PILOTO DA OLIVEIRA CUP

 

Um dos pupilos de Miguel Oliveira, Pedro Fragoso, vai correr pela primeira vez na categoria de Moto3 no Campeonato Nacional de Velocidade

 

PILOTO DA OLIVEIRA CUP ESTREIA-SE EM MOTO3 ESTE FIM DE SEMANA NO ESTORIL

 

 


​Pedro Fragoso é mais um dos pilotos da Oliveira Cup a ser destacado para integrar a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, naquela que será a sua estreia absoluta no Campeonato Nacional de Velocidade – CNV. O jovem piloto de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, vai pilotar uma Honda NSF 250cc, na categoria de Moto3. Sob a égide da Federação Portuguesa de Motociclismo, o evento será organizado pelo Motor Clube do Estoril, no próximo fim de semana, 23 e 24 de setembro, no circuito do Estoril.

 

O compromisso do projeto-escola Oliveira Cup é, desde o início, dar continuidade à formação dos nossos jovens pilotos, integrá-los e assessorá-los em campeonatos nacionais e internacionais. Esta aposta na continuidade e no palmarés dos pilotos existe também no sentido de os fazer progredir nas categorias de maior cilindrada dentro da modalidade”, refere Paulo Oliveira, Diretor de Equipa da Oliveira Cup. “O Pedro tem revelado imensa qualidade e dedicação enquanto piloto, e mesmo tendo-se iniciado muito recentemente na modalidade, tem mostrado muito potencial”, reforça.

 

Tomás Alonso e Diogo Luís, também novos talentos da categoria de MiniGP da Oliveira Cup, são já também iniciantes de pré-Moto3 no CNV, entre outros campeonatos internacionais de velocidade.

 

Nas mesmas datas em que Miguel Oliveira participa na 14ª ronda do Mundial de Motociclismo, em Aragón, Espanha, o piloto da Red Bull KTM Ajo não deixa de revelar a importância da evolução de carreira destes jovens pilotos: “A Oliveira Cup tem sido um projeto surpreendente. Temos encontrado talentos com um nível muito bom, capazes de disputar lugares de relevo até em competições externas e, por isso, temos feito um trabalho para dar seguimento à evolução destes jovens pilotos. A estreia do Pedro Fragoso em Moto3 vai dar-lhe muita aprendizagem e vai, sem dúvida, ser muito positivo para este piloto”.

 

Os treinos de Moto3 e Pré-Moto3 estão previstos para sábado pelas 13:40 e as corridas, no domingo, a partir das 14:40.


 

OLIVEIRA EM ARAGON

 

Após testes promissores em Valência, Miguel Oliveira parte para Aragón apostado em conseguir um bom resultado. O piloto da equipa Red Bull KTM Ajo Motosport tem sido a peça fundamental no desenvolvimento do novo projeto da fábrica austríaca, pelo que os resultados alcançados até ao momento estão acima das expectativas do início de temporada. 


O ano passado, neste circuito, o piloto de Almada viu-se afastado da competição logo no primeiro treino, em consequência de uma queda provocada pelo atual líder do campeonato Franco Morbidelli, a qual lhe custou uma clavícula partida e quatro provas do campeonato. Ultrapassados os contratempos e com consistência demonstrada ao longo desta temporada, o único piloto português que já pilotou uma moto de MotoGP explica que:


"Venci neste circuito em Moto3 e já tive o privilégio de, neste mesmo circuito, pilotar a KTM R16 de MotoGP, mas em Moto2 vai ser a primeira vez. Os testes de Valência tiveram conclusões muito positivas, pelo que em Aragón vamos começar baseados na informação que recolhemos e tirar a máxima vantagem dessa informação; o que testámos foi muito útil. Espero um Grande Prémio difícil, aparentemente as previsões apontam para calor, mas estou motivado sobretudo para terminar a corrida a somar bons pontos, antes de ir para a ronda asiática”.

Os treinos livres têm início na próxima sexta-feira pelas 8.00 da manhã e a corrida de Moto2 irá realizar-se às 11:20, hora local, no domingo, dia 24 de setembro.

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MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki lança Versys-X 300, para qualquer estrada, a qualquer hora

A motocicleta estará em exposição no Megacycle Paraty a partir de amanhã

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 Uma nova Versys acaba de ser apresentada ao mercado nacional e assim a Kawasaki expande ainda mais ao seu line-up para turismo de aventura no país. Projetada para superar obstáculos e rodar nos mais variados tipos de pavimentos, a Versys-X 300 2018 chega ao Brasil trazendo atributos como resistência, força e muita diversão.

Equipada com um motor bicilíndrico de 296 cm³ e suspensões de longo curso, o lançamento chega às Concessionárias Autorizadas Kawasaki em outubro e estará disponível em três diferentes versões: a básica, a com freios ABS e a Tourer ABS completa com acessórios de fábrica.

Novo modelo de entrada da consagrada família Versys, a Versys-X 300 2018 se destaca por oferecer uma pilotagem versátil e divertida, indicada para todos os tipos de uso, do urbano a longas viagens. Com 40 CV de potência e 2,6 kgf.m de torque, o propulsor herdado da Ninja 300 oferece performance inédita na categoria Adventure de média cilindrada, razão pela qual a Versys-X 300 se tornou um dos lançamentos mais aguardados do ano.

Com capacidade para 17 litros de combustível, a Versys-X 300 2018 garante longos e divertidos passeios sem a necessidade de paradas repentinas para reabastecimento. E um dos fatores que contribui para isso é a configuração do seu sistema de câmbio de seis marchas. A distância relativamente curta nas mudanças proporciona um equilíbrio entre economia de combustível e entrega de potência. Além disso, a Kawasaki equipou este lançamento com uma das tecnologias de suas motos top de linha. A embreagem utiliza o modelo Assistido & Deslizante, que, diferentemente da embreagem padrão, tem dois cames e proporciona um acionamento mais leve do manete e auxilia em reduções rápidas de marcha.

A ciclística é um dos grandes diferenciais da Versys-X 300 2018. Projetada para lidar com as condições reais do trânsito brasileiro, o modelo foi desenvolvido para aguentar os constantes trancos causados por buracos, irregularidades e lombadas. Além do chassi extremamente resistente, o lançamento utiliza suspensões de longo curso, o que contribui para reduzir ainda mais esse impacto. Ela vem equipada com garfo dianteiro telescópico de ø 41 mm com curso de 130 mm e, na traseira, sistema de links do tipo Uni-Trak combinado com amortecedor a gás com 148 mm de curso.

A escolha pela utilização de rodas maiores e pneus de uso misto com câmara de ar segue esta mesma orientação, o que a torna ainda mais versátil. O modelo utiliza rodas raiadas de 19 polegadas na dianteira e 17 na traseira. Enquanto isso, o sistema de frenagem garante maior segurança e eficiência para as mais diversas situações. A Versys-X 300 2018 tem disco simples de ø 290 mm no freio dianteiro e disco simples de ø 220 mm no traseiro. O sistema ABS é opcional para a versão básica e item de série para a versão Tourer.

Além da configuração técnica, a Versys-X 300 2018 impressiona com o seu visual bonito e elegante. Olhando de frente, a moto combina uma carenagem frontal alta, inspirada nos modelos de aventura, com um para-brisa que garante proteção contra o vento. O painel de instrumentos é completo e traz todas as funções necessárias para uma pilotagem segura e confortável. Além de velocímetro digital e indicador de marcha, o display inclui hodômetro total e parcial, combustível restante, média de consumo, relógio, temperatura externa, temperatura do líquido refrigerante e indicador de pilotagem econômica (ECO).

Todas estas características estão presentes em nas três versões da Versys-X 300 2018. O diferencial da versão Tourer está nos acessórios. O modelo vem equipado com bolsas laterais com capacidade para 17 litros e carga máxima de 3 kg, faróis de neblina em LED, uma tomada de 12 Volts para pequenos acessórios, protetores de manete e de motor, além de cavalete central.

Todas as versões da Versys-X 300 estarão disponíveis nas Concessionárias Autorizadas Kawasaki em Outubro. E para comemorar o lançamento no Brasil, as primeiras 200 unidades terão um preço especial até 31/12/2017, e os compradores ainda receberão um presente comemorativo da Kawasaki em suas residências.

Informações

Versys-X 300 2018: Candy Burnt Orange e Metallic Graphite Gray

Preço Público Sugerido: R$ 22.990,00

Preço de Lançamento: R$ 20.990,00 

Presente Comemorativo: Canivete Squirt limitados a 70 unidades até 31/12/2017.

Frete máximo: R$ 1.144,67

Versys-X 300 ABS 2018: Candy Lime Green

Preço Público Sugerido: R$ 24.990

Preço de Lançamento: R$ 23.990,00 

Presente Comemorativo: Canivete Blast limitados a 80 unidades até 31/12/2017.

Frete máximo: R$ 1.210,67

Versys-X 300 Tourer ABS 2018: Candy Lime Green e Metallic Graphite Gray

Preço Público Sugerido: R$ 26.990

Preço de Lançamento: R$ 25.990,00  

Presente Comemorativo: Canivete Juice limitados a 50 unidades até 31/12/2017.

Frete máximo:  R$ 1.216,17

Disponíveis nas concessionárias Kawasaki: A partir de Outubro de 2017

Imagens relacionadas


Versys - X300

 


Versys - X300 - ABS

 


Versys - X300 - ABS - TR

 


Aventura em duas rodas com a Versys-X300

 


Kawasaki lança Versys-X 300, para qualquer estrada, a qualquer hora

 


Versys - X300 em outubro nas concessionárias autorizadas Kawasaki
 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

 

 Na pista espanhola de Aragon, será realizado  o 900. GP da história do Mundial de Motociclismo.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

 

 

 Eis Valentino Rossi, vinte e dois dias depois do acidente. Sei que têm todos os cuidados possíveis, mas estes atletas são gente especial.

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road pronto a arrancar

com milhares de árvores autóctones na ‘bagagem’

 

Mototurismo e ambiente em binómio perfeito

 

A plantação de um carvalho-negral e uma cerejeira-brava, na Praça João Paulo II, em Vila Pouca de Aguiar marcou, de forma simbólica, o início da 3.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés Off Road, evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal este ano sob a égide da reflorestação sustentada dos concelhos mais fortemente flagelados pelos incêndios. Apoio que, depois do início simbólico em terras transmontanas, será consubstanciado na distribuição de mais de 3000 árvores por alguns dos concelhos atravessados pelo original passeio mototurístico que privilegia os caminhos de terra batida em detrimento das estradas asfaltadas.

As árvores entregues ao presidente da edilidade aguiarense, Alberto Machado, foram plantadas pela ‘mão conhecedora’ do vereador do Ambiente e presidente da Associação Ambiental e Florestal Aguiarfloresta, Duarte Marques. Que aplaudiu a Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, “ideia de sensibilizar as populações para recuperar as áreas ardidas” e para o fazer de forma respeitadora do ambiente, “de molde a que a floresta possa prestar um serviço de qualidade a toda a população, oferecendo paisagens mais agradáveis, sombras e ar mais puro e agradável, criando condições para revitalização da fauna e atá para gerar água fresca”. Plantação simbólica que foi “o início de uma iniciativa que terá expressão maior na altura própria, com a plantação de mais árvores autóctones” que, a pouco e pouco, espera-se que recuperem terreno às espécies introduzidas.

Ato acompanhado de perto pelo presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, Manuel Marinheiro, que, depois de meter as mãos à terra, recordou o compromisso assumido de ajudar na recuperação das florestas portuguesas, algo que só será possível com o envolvimento de todos”. Ideia reforçada com a noção de que “é preciso que todos pensem na floresta, na preservação da paisagem e do meio ambiente, preocupação que os motociclistas, de forma geral, revelam ao longo de todo o ano, quer nos eventos mototurísticos, como o Portugal de Lés-a-Lés, quer nas provas de enduro e todo-o-terreno”. Cumprimento de “importante papel social” que o responsável da FMP espera “vir a ganhar âmbito mais alargado através da cooperação com as autarquias e bombeiros, aproveitando as centenas de amantes do todo-o-terreno que, praticamente durante todos os dias da semana, andam pelos montes, sendo fundamentais no alerta em início de incêndios como na ajuda de mobilidade aos locais de mais difícil acesso”.

Plantação que foi primeiro passo em iniciativa repetida no jantar de abertura do 3.º Portugal de Lés-a-Lés, com entrega de um castanheiro e um carvalho-negral ao presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Queiroga, e que terá seguimento em outros seis concelhos atravessados pelos cerca de 250 mototuristas, imbuídos de forte sentimento ambiental e sem qualquer preocupação competitiva. Belmonte, Covilhã, Góis, Pedrógão Grande, Mação e Silves serão, assim, paragens mais significativas de evento que, até sábado, levará heterogénea caravana rumo Lagoa, em passeio que liga as duas extremidades do mapa nacional, com paragem em Belmonte e Arraiolos. Sempre que possível através de caminhos de terra batida, na descoberta do desconhecido património paisagístico e natural de Portugal. Evento que vai, amanhã, quinta-feira, para a ‘estrada’ a partir das 7 horas, com etapa de 219 quilómetros, sem obstáculos de difícil transposição ou demasiadas exigências de condução, aberto que está a motos ‘trail’ de todas as dimensões e cilindradas, marcas e modelos, incluindo as duas Vespa 125 que viajaram de Espanha para a grande aventura.a667 Copya668 Copy

 

PNEUS ENDURO

 

Simplicidade e eficácia em todos os terrenos

Profundamente renovada para 2017, a gama Michelin Enduro proporciona maior aderência e acrescida capacidade de amortecimento, graças ao trabalho efetuado no desenho do piso como na arquitetura dos pneus.  Maior polivalência e eficácia em pisos molhados garantidas pelas novas misturas dos pneus distribuídos em Portugal pela Puretech ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ), especificamente desenvolvidas para a prática do ‘off-road.

 

Eficácia acrescida que é acompanhada de maior simplicidade na gama, com duas variantes para o pneu dianteiro (Medium e Hard) em vez das anteriores três, e uma única para a traseiro (Medium) no lugar dos Enduro III e VI, com garantia de melhores resultados em todo o tipo de pisos. Polivalência assegurada pelo perfil mais alto e estreito face, bem como pelos tacos com base reforçada, mais próximos entre si e tamanho entre os anteriores Enduro III e VI. Garantia de melhor motricidade ajudada por área de contacto mais larga, maior resistência ao arrancamento dos tacos em seco e melhor funcionamento do conjunto pneu/bibmousse.a659 Copya662 Copya663 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

8ª edição do Salão Moto Brasil acontecerá em maio de 2018

Um dos maiores eventos do segmento de motocicletas do Brasil terá novidades em negócios, entretenimento, turismo e educação.

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   O Salão Moto Brasil – maior evento de motos do Rio de Janeiro e um dos mais importantes do país – já tem data para acontecer: de 25 a 27 de maio de 2018, no pavilhão 2, do Riocentro. Dinâmico e animado, é esperado com ansiedade pelos amantes das duas rodas.

O visitante irá conferir as novidades em motos e acessórios e chegar bem pertinho de verdadeiras “máquinas”, se empolgar com as acrobacias, se divertir nos shows musicais e curtir com os amigos todas as atrações. O que fazer, ver, apreciar, experimentar e comprar com certeza não faltará! E novas estratégias darão um ar mais moderno e conectado, com o intuito de aproximar o público jovem, inclusive com ações direcionadas.

Na programação, desde novas atrações até as que já viraram marca registrada, como o 4° Bike Art Show – uma “galeria” de arte que reúne as principais tendências e importantes nomes da customização de motocicletas no Brasil. O Bike Art no próximo ano estará localizado junto com a área dos shows onde acontecerá um Festival de Jazz e Blues – pela primeira vez no evento – e também à praça de alimentação. Juntos ocuparão uma área com quase 3.000m². Também haverá as palestras diárias ministradas por profissionais, que são referência em assuntos relacionados ao trânsito e pilotagem.

Na área externa, será possível realizar alguns serviços, como por exemplo troca de acessórios e pneus. Os shows com motos que fascinam adultos e crianças estão garantidos. No local também acontecerão as aulas com o piloto Leandro Mello.

A Rodada de Negócios Moto Brasil, estreada este ano, também já está confirmada. Com mais de 2.000 m², será um espaço destinado a um público qualificado e interessado em fazer negócios, entre eles os melhores atacadistas, distribuidores, grandes lojistas e representantes de vendas. “Acreditamos no potencial do mercado de moto e esse evento dentro do evento vem para facilitar, otimizar e intensificar as negociações”, diz Gustavo Lorenzo, organizador do Salão Moto Brasil. 

O objetivo é reunir no mesmo espaço negócios, entretenimento, educação e turismo, com toda a cadeia produtiva do setor (motocicleta, triciclos, quadriciclos, peças e acessórios, capacetes, vestuário, ferramentas, lubrificantes e aditivos, financiadoras e seguradoras agências de turismo e programas educativos), apresentar os lançamentos, as novas tecnologias e facilidades para quem vive em duas rodas. A expectativa de crescimento para edição de 2018 é de 20% em relação à anterior.

Adaptações

Muitos devem ter notado a mudança do mês: antes o Salão Moto Brasil acontecia sempre em janeiro e agora será em maio. A organização avaliou os inúmeros pedidos já recorrentes dos expositores, que solicitaram a alteração de data. “Janeiro é um mês mais complicado para o mercado e para participar de eventos, principalmente para a indústria. Então sugerimos maio e a adesão foi unânime”, conta Lorenzo. Sem falar na proximidade (dois meses) com outro grande evento do segmento, que deixaria os expositores um pouco espremidos, sem muito fôlego entre um e outro. O momento econômico e financeiro, principalmente do Rio de Janeiro, também colaborou. “Decidimos dar um tempo maior para deixar a poeira assentar e fazer mais para a frente, com melhores perspectivas para todo mundo”, diz.

O mês escolhido, maio, não poderia ser melhor. Já existe um grande movimento, o Maio Amarelo, que procura chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. “É um tema muito pertinente que faz parte de uma de nossas bases, que é a educação no trânsito”, diz o organizador. O Salão Moto Brasil abraçou a causa, inclusive alterará toda a comunicação visual para um tom de amarelo, em referência ao movimento. 

A quantidade de dias também foi alterada: eram quatro e em 2018 serão três. “Temos um relacionamento muito bom com o segmento e precisamos nos adaptar com o momento e necessidades deles. E o momento é de enxugar custos”, explica.

O Salão Moto Brasil tem como apoiadores institucionais AMO-RJ (Associação dos Motociclistas do Rio de Janeiro), FMCRJ (Federação de Motoclubes do Rio de Janeiro), ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), Rio Convention & Visitors Bureau e RIOTUR. 

Salão Moto Brasil -    Na sua 8ª edição, o Salão Moto Brasil, já está estabelecido no calendário anual do motociclismo nacional e é um dos maiores do setor no Brasil. Com o intuito de gerar negócios, entretenimento, educação e turismo, o evento tem expositores das principais montadoras, fabricantes e distribuidoras de motopeças e acessórios, além de shows, atrações e um público qualificado e apaixonado por duas rodas.

Edição de 2017 em números:

- cerca de 92 mil visitantes.

- 125 expositores com mais de 400 marcas (aumento de 30% em relação a edição anterior).

- mais de 40 mil motos no estacionamento.

- 6.000 profissionais do setor.

- mais de R$ 10 milhões em volume de negócios.

- 1.500 motoclubes cadastrados.

Salão Moto Brasil 2018 - Rio de Janeiro - RJ

Pavilhão 2 do Riocentro 

Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.

Dias: 25, 26 e 27 de maio

www.salaomotobrasil.com.br

www.facebook.com/salaomotobrasil

 


Salão Moto Brasil 2018: de 25 a 27 de maio | Riocentro |RJ

 


Cerca de 92 mil pessoas estiveram visitando a edição 2017 do Salão Moto Brasil.

 


O Salão Moto Brasil 2017 gerou mais de R$ 10 milhões em volume de negócios.

 



 


Riocentro um completo único

 


Atrações para entretenimento do público

 


Público apaixonado em todos os dias do evento

 


Bike & Art Show virou uma atração a parte no SMB
 

BIANCHI PRATA DE REGRESSO AO DESERTO

  1. Pedro Bianchi Prata no PanAfrica Rally
  2. Depois do excelente segundo lugar conquistado no Morocco Desert Challenge onde esteve muito perto de conquistar a vitória..., Pedro Bianchi Prata regressa a África e a mais uma maratona marroquina que se vai disputar de 23 a 30 de setembro e onde vai estar presente uma alargada comitiva portuguesa.
  3. Nesta competição que foi concebida especialmente para reunir em pista os pilotos veteranos (que vão competir para se preparar para o Africa Race e o Dakar), amadores e os que estão de momento a iniciar-se no panorama desportivo internacional da modalidade, - Pedro Bianchi Prata é um forte candidato às primeiras posições ou não fosse o piloto natural de Marco de Canaveses uma presença já habitual no Rali Dakar, mítica competição no qual já participou em nove edições, tendo terminado todas elas, e em algumas etapas chegou mesmo a conquistar a notável quarta posição.
  4. Bianchi Prata vai ostentar no PanAfrica Rally o dorsal nº 155 e, aos comandos de uma Honda CRF 450X, será um dos oito portugueses a disputar a categoria moto, num total de 82 inscritos nesta disciplina.
  5. O piloto reconhece a exigência deste tipo de competições, não só pelo traçado do percurso que vai cruzar duras e difíceis etapas em solo marroquino, mas também pela excelência do painel de participantes, que promete uma forte concorrência, mas aponta a um lugar entre as primeiras sete posições.
  6. “Eu gosto muito de Marrocos. O percurso vai andar à volta da zona de Erfoud e, por vezes, também de Merzouga. É um rali com poucos anos, mas com muitos concorrentes. A concorrência é elevada. No PanAfrica Rally vão estar muitos pilotos do Dakar que ali vão testar e fazer as últimas afinações às suas máquinas antes do final do ano. Estes ralis servem de preparação para o Dakar, por isso vai ser um rali muito difícil. Vai ser complicado lutar pelo Top 10, mas a minha luta será pela conquista de um lugar entre os sete primeiros”, salienta Pedro Bianchi Prata que acrescenta: ” Estou motivado e muito confiante para esta prova. Em abril estive no Morocco Desert Challenge, correu bem e fiquei em segundo. Neste, a concorrência será maior, por isso a aposta é fazer uma corrida segura, tentar não cometer erros e, no final, o resultado irá surgir”.
  7. O PanAfrica Rally tem início no dia 23 de setembro, com as habituais verificações técnicas e administrativas. A competição começa no dia seguinte, em que os participantes terão de disputar um prólogo de 60 quilómetros, ao qual se seguem cinco etapas, que se concentram essencialmente na cidade de Erfoud, com um percurso em forma de “boucle”, num total de mais de 1300 quilómetros.
  8. Mais informações sobre o Panafrica Rally em: https://panafricarally.com/a652 Copy

 

JOÃO ROLO NO AFRICA ECORACE TO DAKAR

  1. JOÃO ROLO APRESENTOU HOJE

  2. No Museu do Vinho em Anadia
    A sua presença no AFRICA ECORACE TO DAKAR
    Reunindo um grande grupo de amigos e patrocinadores João Rolo teve hoje o prazer de mostrar a sua terceira tentativa de chegar a Dakar, depois de todos os contratempos das suas duas anteriores tentativas.
    Na primeira tentativa e, depois dum árduo trabalho para reunir apoios e se preparar fisicamente, viu a prova ser anulada (Lisboa/Dakar), deixando-o em Lisboa, mas a sua desilusão ...ainda o levou até Portimão, mostrando que era dos que estava disposto a continuar.
    Foram alguns anos para recuperar desse revés, mas o ano passado voltou a ter tudo peparado, para participar na prova que agora substituiu o Dakar. Sobre a data de partida motivos de saúde, obrigaram-no a ficar novamente em terra, e este ano o piloto de Anadia voltou a preparar tudo com o máximo cuidado, e hoje no Museu do Vinho, apresentou todo o seu equipamento, falou da prova e prometeu que desta vez tudo lhe permitirá concretizar um sonho com mais de trinta anos !!!
    Sim, porque num dos primeiros Transportugal em que participou, quando chegou ao fim e lhe pedi algumas palavras sobre a prova para o Jornal Motor, a rir falou do seu sonho:

  1. Agora só paro em Dakar quando disputar essa prova !!!
    E como um homem que não abandona os seus objectivos, aí está João Rolo, pronto para concretizar o seu grande sonho.
    Como sei toda a luta de uma vida para a concretização deste sonho, espero pela sua foto da chegada ao Lac Rose, mostrando que Anadia chegou a Dakar.

Texto e foto de José Silva - www.velocidadeonline.com

 

ROSSI TESTOU

  1. Valentino Rossi testou  em Misano com uma moto de série (uma Yamaha R1 da sua própria Academia) para perceber se está em condições de correr em Aragon. Fez poucas voltas (4 para alguns, 7 ou 8 para outros) porque a chuva interrompeu o teste. Mas é incrível estar de volta apenas 18 dias depois do acidente, quando os médicos apontavam para um período de recuperação de 30 a 40 dias.

 

PORTUGAL LES A LES

 

Campanha  Reflorestar Por tugal de Lés-a-Lés
Neste 3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road a Federação de Motociclismo de Portugal  lançou uma campanha dirigida à população dos concelhos atravessados e que foram em anos recentes fustigados por incêndios florestais.
A campanha consiste em - durante o evento - plantar simbolicamente jovens árvores autóctones de cada região e, posteriormente, na época própria, (Novembro) oferecer algumas centenas de árvores aos munícipes de cada concelho para que estes sintam a importância da escolha destas espécies próprias da região.
- A iniciativa está ligada ao evento turístico e sem fins competitivos “3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road” que está a decorrer de 20 a 23 de setembro.
Este passeio ligará Boticas a Lagoa, com dormidas em Belmonte e Arraiolos, atravessando todo o país continental, por mais de 30 concelhos.
3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road 20 a 23 setembro 2017
organização
Campanha  Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés
Porquê plantar arvore autóctone?
Porque está mais adaptada ao solo e ao clima e, por isso: · Resiste melhor a pragas e doenças do que as espécies introduzidas; · Resiste melhor a longos períodos de seca ou de chuva intensa; · Regula o ciclo da água e a sua qualidade, evitando a erosão do solo; · Ajuda a manter a fertilidade do espaço rural e o equilíbrio ecológico das paisagens; · É importante local de abrigo, alimento e reprodução de grande número de espécies animais da fauna portuguesa, algumas delas em vias de extinção; · Contribui para a redução do efeito de estufa, fixando o carbono atmosférico; · Quando plantada junto a rios e ribeiros, contribui para a melhoria da qualidade da água, fomentando a vida aquática e cria melhores condições de pesca desportiva; · Resiste melhor aos incêndios florestais e evita a sua propagação; · Fornece madeiras de qualidade para a indústria, nomeadamente de mobiliário (castanho, carvalho, etc.); · Fornece frutos (castanha, bolotas, etc.) e matérias-primas (cortiça e lenha); · Aumenta o valor turístico dos sítios ao manter a qualidade das nossas paisagens.
Dr. Nuno Gomes Oliveira
Biólogo Fundador do Parque Biológico de Gaia
- Ao longo do evento, elementos da FMP oferecerão e plantarão simbolicamente 16 jovens árvores autóctones, de espécies de acordo com a região, duas em cada um de 8 concelhos escolhidos, com os autarcas locais. Os 8 concelhos, de Boticas a Silves, com especial incidência na zona centro, foram escolhidos pela sua recente história de incêndios florestais.
3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road 20 a 23 setembro 2017
organização
De acordo com as regiões, foram escolhidas as seguintes espécies que lhe estão adaptadas e de que serão plantados, em setembro, dois exemplares de cada, em cada concelho, em local a selecionar pelo respectivo Município:
4ª feira, 20 de setembro VILA POUCA DE AGUIAR 15.00h, Praça João Paulo II: Carvalho-negral Cerejeira-brava BOTICAS Jantar de abertura do evento: Carvalho-negral Castanheiro 5ª feira, 21 de setembro BELMONTE 15.00h: Carvalho-negral Cerejeira-brava COVILHÃ À tarde: Carvalho-negral Azinheira 6ª feira, 22 de setembro GÓIS 11.00h, Praça da República: Carvalho-negral Cerejeira-brava PEDRÓGÃO GRANDE À tarde: Carvalho-roble Sobreiro MAÇÃO À tarde: Sobreiro Choupo-branco Sábado, 23 de setembro SILVES À tarde: Pinheiro-manso Medronheiro
3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road 20 a 23 setembro 2017
organização
As espécies autóctones escolhidas:
Carvalho-negral Quercus pyrenaica
O mais abundante carvalho de Portugal Continental, autóctone de todo o interior do território, de Norte até à bacia hidrográfica do Tejo, inclusive. É uma das árvores “rainha” da nossa floresta de outrora. Adapta-se bem à altitude, seca e frio. Atinge os 25 metros de altura.
Cerejeira-brava Prunus avium
Árvore de folha caduca e autóctone de todo o interior de Portugal continental, de Norte e Centro até quase à foz do Rio Zêzere, adapta-se bem à altitude, seca e frio. Pode atingir os 25 metros de altura. Muito utilizada, dada a qualidade da madeira
Castanheiro Castanea sativa
Árvore autóctone e vulgar nas zonas mais frias de Portugal foi de grande importância nas zonas rurais de todo o país. Pode atingir portes monumentais com 30 metros de altura e viver muitos séculos, fornecendo castanha, madeira, lenha, tiras para cestaria, etc.
Carvalho-roble Quercus robur
Autóctone do noroeste de Portugal continental, tem no centro do país o seu extremo de toda a Europa, onde é o carvalho mais abundante. Pode atingir portes majestosos de 45 metros de altura. Pela resistência e duração da sua madeira, esta sempre foi considerada como a mais nobre das essências florestais europeias.
Sobreiro Quercus suber
A “Árvore Nacional de Portugal”, pelo seu valor económico e ecológico. Autóctone de quase todo o país, onde esta espécie tem o seu solar. Portugal é o país do mundo com mais sobreiros. É um carvalho singular já que é o único que recompõe a casca após a sua extração. Pode atingir os 20 metros de altura e perde a folha no início da Primavera.
Azinheira Quercus rotundifolia
Autóctone e abundante em quase todo Portugal Continental, evitando apenas o litoral húmido. Adapta-se extraordináriamente à secura. Tanto pode crescer sob a forma de arbusto como árvore até 25 metros de altura. Com madeira dura, densa e de alto poder calorífero, o seu fruto (bolota) é comestível e de grande importância para a produção de gado suíno.
Choupo-branco Populus alba
Árvore típica de margens de cursos de água temporários e locais inundáveis ou húmidos. Autóctone de quase todo o país, pode atingir rapidamente os 30 metros de altura e a leveza da sua madeira dá-lhe muito emprego.
Pinheiro-manso Pinus pinea
Autóctone do sudoeste português e Algarve, esta árvore dá-se em todo o país excepto em altitude. Muito resistente à secura e ventos, a sua silhueta é inconfundível, como um guarda-sol ou cogumelo gigante até 30 metros de altura. A sua madeira sempre foi muito importante na construção naval, já do tempo árabe. O pinhão português é muito cotado no estrangeiro.
Medronheiro Arbutus unedo
Autóctone de quase todo Portugal continental, o Medronheiro só não se encontra nas áreas mais frias e secas. Muito ornamental e vistoso, principalmente quando o seu fruto, outonal, lhe dá um grande colorido, pode atingir os 15 metros de altura. Com o medronho que pode inebriar se comido em quantidade - faz-se aa624 Copya625 Copy

 

MOTOS EM PORTIMÃO

 

Kawasaki Motores do Brasil Ltda.

[News] KRT impera em Portugal e Rea vence as duas corridas no Circuito de Portimão

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    A Kawasaki Racing Team foi imbatível em solo português e venceu as duas corridas disputadas no Circuito de Portimão, neste final de semana, válidas pela 10ª etapa do Mundial de SuperBike. Jonathan Rea (#1) voltou a brilhar e foi implacável. O piloto norte-irlandês fez a pole position, cravou as voltas mais rápidas na pista e venceu as duas baterias. Com o resultado, o atual campeão mundial obteve à sua 11ª vitória na temporada [em 20 corridas realizadas] e está, praticamente, com a mão na taça. Restando três rodadas para o fim do campeonato e 150 pontos em aberto, Rea tem 120 pontos de vantagem para seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), e 135 pontos para Chaz Davies (#7), da Ducati. Assim, uma vitória no circuito francês de Magny-Cours, na próxima etapa, já confirma, antecipadamente, o terceiro título mundial de Rea com a equipe Kawasaki.

O roteiro da etapa de Portugal teve poucas surpresas e Jonathan Rea consolidou o seu excelente desempenho no Circuito de Portimão. Nos classificatórios, o piloto cravou a marca de 1m41s430 e garantiu com folga a primeira posição no grid de largada. E na primeira corrida, realizada no sábado (16), Rea manteve o ótimo desempenho e deslanchou na dianteira. O norte-irlandês liderou a prova de ponta a ponta e cruzou a linha de chegada pouco mais de seis segundos à frente de Chaz Davies.

A segunda corrida, disputada no domingo (17), foi quase que uma reprise da anterior. Jonathan Rea assumiu dianteira ainda na segunda volta e logo passou a ampliar sua vantagem para os adversários. Sem grandes dificuldades, o piloto da Kawasaki recebeu a bandeirada novamente em primeiro e voltou a subir no lugar mais alto do pódio.

“Estou realmente muito feliz por ter vencido. Fiz algumas ultrapassagens difíceis nas primeiras voltas para obter a minha posição de largada e, assim que assumi a dianteira, alcancei o meu ritmo e fui embora. Utilizamos uma configuração da moto completamente diferente hoje [domingo]. Eu tive muitos feedbacks da moto e consegui pilotar no meu próprio ritmo, mas, com sete ou oito voltas para o fim tive uma queda de potência na segunda marcha. Ainda assim, com o passar das voltas, percebi que a diferença para o Chaz [Davies] permaneceu constante. Tivemos nossa má sorte este ano em Donington. Nossa liderança no campeonato é enorme e podemos partir para Magny-Cours pensando em ganhar na França”, comentou Rea.

Com as duas vitórias na rodada de Portugal, Jonathan Rea ampliou ainda mais sua vantagem na liderança do campeonato e agora soma 431 pontos.

Acidente, cirurgia e recuperação

Tom Sykes (#66) não teve a mesma sorte que seu companheiro de equipe na etapa de Portugal. O britânico sofreu uma queda durante o 3º treino livre e ficou de fora da disputa. Sykes perdeu o controle na Curva Oito e acabou sendo arremessado da moto. Com o acidente, o piloto teve fraturas nos dedos mínimo e anelar da mão esquerda e também no pulso esquerdo. Sykes foi encaminhado para um hospital em Barcelona, onde passou por cirurgia. A expectativa é que receba liberação médica e possa voltar para a pista na próxima rodada, que será realizada no Circuito de Nevers Magny-Cours, na França, nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro.

Mesmo sem pontuar, Tom Sykes manteve a segunda colocação no classificatório geral com 311 pontos. Após a primeira bateria, o piloto falou sobre o acidente:

“Entrei na pista para o FP3 [3º treino livre] e a moto estava bem. Quando comecei a acelerar na curva oito, a roda da frente saiu do chão. Ao tocar novamente, a parte traseira estava muito mais rápida que a da frente. O pneu dianteiro levou um momento para igualar à velocidade. Foi naquele momento que a moto perdeu completamente o controle e fui jogado para fora. Olhando para o acidente e sendo realista, tive muita sorte, mas também tive o azar de cair por algo tão pequeno”.

Kawasaki domina por completo etapa de Portugal

A Kawasaki foi imbatível e venceu em todas as categorias na etapa de Portugal. Pela SuperSport 600, o turco Kenan Sofuoğlu (#1), da Kawasaki Puccetti Racing, garantiu a vitória no Circuito de Portimão e assumiu a liderança do campeonato com 145 pontos. Seu compatriota e companheiro de equipe, Toprak Razgatlioglu (#54), colocou a Kawasaki novamente no lugar mais alto do pódio, desta vez pela categoria Superstock 1000. O jovem turco, de apenas 20 anos, venceu pela terceira vez neste ano e manteve a vice-liderança no classificatório geral com 114 pontos. 

Já a maior surpresa foi o excelente desempenho de Ana Carrasco (#35), da ETG Racing. A piloto espanhola superou seus adversários homens e, no comando da Kawasaki Ninja 300, alcançou sua primeira vitória na temporada. Com o resultado, ela saltou da 13ª para a 7ª posição com 57 pontos.

A próxima disputa do Mundial de SuperBike será realizada na França. O Circuito de Nevers Magny-Cours recebe a 11ª rodada do campeonato, que será realizada nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro.

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Jonathan Rea - #1
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Comemoração Kawasaki Racing Team
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Jonathan Rea no pódio
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Jonathan Rea em ação
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Jonathan Rea acelerando em Portimão
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Sempre tem um momento de concentração
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MOTOS NO BRASIL

 

Principal lançamento do ano, Versys-X 300 será apresentada neste final de semana em Paraty

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estam poucos dias para o lançamento oficial da Versys-X 300 no Brasil. O novo modelo da Kawasaki será apresentado, oficialmente, neste final de semana, em Paraty (RJ), durante o Megacycle, um dos principais encontros motociclísticos do país. A novidade poderá ser conferida de perto a partir desta sexta-feira (22) no estande da concessionária KZ Motos, que representará a fabricante japonesa no evento.

Mais aguardado lançamento do ano, a Versys-X 300 2018 promete agitar o mercado do segmento de duas rodas. O modelo bicilíndrico de 296cc e 40 CV de potência inaugura a linha Adventure da Kawasaki utilizando motores de menor cilindrada e se apresenta como uma excelente opção para quem busca uma moto ágil e versátil, com grande desempenho para rodar em todos os tipos de estradas.

Um dos principais destaques da Versys-X 300 2018 é a sua ciclística. Ela foi desenvolvida para lidar com as condições reais do trânsito brasileiro, que incluem buracos, recapeamentos desnivelados, irregularidades, lombadas, dentre outros. O lançamento vem equipado com chassi altamente resistente e com suspensões de longo curso que contribuem para a redução dos impactos e para uma pilotagem mais leve.

Durante os três dias de Megacyle, que ocorre na praia do Litoral Sul fluminense, os visitantes poderão conferir o lançamento e tirar todas as suas dúvidas com os agentes da Kawasaki. A Versys-X 300 2018 chega às Concessionárias Autorizadas Kawasaki ainda em setembro em três diferentes modelos: a versão básica, a versão básica com sistema ABS e a versão Tourer, que traz diversos acessórios e ABS de fábrica.

Serviço:  Lançamento da Versys-X 300 na 38ª edição do Megacycle

Onde: Areal do Pontal, Paraty (RJ);

Quando: 22, 23 e 24 de setembro de 2017;

Horário: sexta-feira (22), das 12h às 23h; sábado (23), das 10h às 23h; domingo (24), das 10h às 16h

Ingressos para o MegacycleR$ 20,00 antecipado no site oficial [megacycle.com.br] e R$ 30,00 nas bilheterias.

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


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BRILHARETE PORTUGUES EM PORTIMÃO

Ficamos a conhecer dois campeões, um Mundial, outro da disciplina mais antiga dos automóveis. Houve um GP de F1 com polémica como há muito não havia. Estreou-se um Mundial, outro visitou Portugal e ainda houve um Europeu com portugueses no pódio e na luta pelo título, outro lusitano que ganhou e passou a liderar uma Taça do Mundo e ainda mais um que acabou um campeonato fora de portas no pódio final. Mas ainda assim, este é para mim o momento do fim-de-semana pelo que representa para o Desporto Motorizado, em geral, e o motociclismo, em particular. Ana Carrasco ganha uma prova de um Mundial de Motos. E a história fez-se em Portimão.

 

MOTOS EM PORTUGAL

 

Em fim de semana de Superbikes, o piloto espanhol do Trófeu-Escola Oliveira Cup venceu a jornada em Portimão, no KIA  

 

'QUIQUE' VENCE EM PORTIMÃO

Pedro Fraga, mais conhecido por “Quique”, foi o grande vencedor da categoria de MiniGP, na 6ª prova do Oliveira Cup, que decorreu hoje em Portimão, no Kartódromo Internacional do Algarve (KIA). O jovem piloto de apenas 12 anos mostrou um desempenho exemplar ao longo das duas mangas da jornada, tendo conseguido inclusive também o melhor tempo na primeira, com 1min09.994s. Com esta vitória em Portimão, o piloto espanhol com o número #13 sobe assim na classificação geral, passando agora para 3º lugar, com 83 pontos. 

Tomás Alonso mantém ainda assim a liderança do campeonato, com uma classificação geral de 115 pontos, tendo conseguido a pontuação máxima na segunda manga da jornada que aconteceu paredes-meias com o Campeonato Mundial de Superbikes, em Portimão.

A registar as excelentes performances de Beatriz Morais, com 14 anos, a única piloto do sexo feminino a competir no Oliveira Cup, e de Rafael Damásio, de apenas 10 anos, na 6ª e penúltima prova do Troféu-Escola de Motociclismo, com ambos os pilotos a superarem os seus tempos pessoais e a conseguirem subir na tabela de classificações gerais.

Foi um fim de semana muito positivo em Portimão, com bom tempo, o mundial de Superbikes aqui mesmo ao lado e os nossos pilotos no seu melhor. Pudemos presenciar provas muito renhidas, com muito espírito e isto revela como os nossos pilotos estão a conquistar o seu lugar na modalidade”, refere Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup.

Já na categoria Naked, o pódio foi ocupado por Javier Gomez, André Pereira e Miguel Martinez, depois de uma corrida muito competitiva. A Naked, categoria dirigida a pilotos acima dos 16 anos, contou inclusive com Miguel Oliveira em pista.

A 7ª e última prova da 1ª edição do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup terá lugar no Estoril, no dia 29 de outubro.

 

MiniGP - Classificação geral

1º TOMÁS ALONSO, com 115 pontos

2º PEDRO FRAGOSO, com 101 pontos

3º PEDRO FRAGA “QUIQUE”, com 83 pontos


Naked – Classificação geral


1º JAVIER GOMEZ, com 117 pontos


2º ANDRÉ PEREIRA, com 111 pontos


3º LUÍS CASTRO, com 101 pontos

 

MIGUEL OLIVEIRA TESTA EM VALENCIA

MIGUEL OLIVEIRA TESTA EM VALÊNCIA
O piloto luso da Red Bull KTM Ajo manteve-se ocupado durante os últimos dois dias, depois do GP de Misano do passado fim de semana, com vários testes desenvolvidos no circuito Ricardo Tormo, em Valência, Espanha. Miguel Oliveira, assim como o seu colega de equipa Brad Binder gozaram de condições climatéricas produtivas em ambos os dias de ação, e ultrapassaram mesmo mais de 150 voltas feitas neste circuito, cada um. A registar apenas algum vento sentido esta 5ª feira.
A apenas 5 jornadas da conclusão da temporada de 2017, a equipa da Red Bull KTM Ajo tem continuado a trabalhar no desenvolvimento da KTM, que se estreou este ano na classe intermédia. Esta semana foi possível a Miguel Oliveira testar novas peças e confirmar configurações que tinham sido positivas noutros circuitos. Tanto o piloto almadense, como o seu colega de equipa puderam usar uma forquilha dianteira nova, com a qual se sentiram confortáveis, e novas ligações na parte traseira da moto.
#44 Miguel Oliveira
"Estes foram dois dias muito úteis para nós em Valência. Tem estado muito calor e conseguimos rodar bastante com a moto, fazendo importantes quilómetros. Este teste ajudou-nos a confirmar as boas sensações que tivemos com diferentes partes [da moto] em testes anteriores, noutros circuitos. É sempre bom sermos capazes de comparar boas sensações em circuitos com características diferentes. Cada um dos testes que realizámos está focado em sermos capazes de rodar mais confortáveis e dar passos em frente. Fui capaz de andar rápido, por isso, o resultado final é positivo. Agora temos de nos concentrar no GP de Aragón".

Miguel Oliveira aguarda agora a 14ª prova do Campeonato, que decorre a 24 de setembro em Aragón, Espanha. A Valência regressará para a última prova da temporada. 
Entretanto, o piloto português de Moto2 estará em Portimão este fim de semana, no Kartódromo Internacional do Algarve (KIA), com a Oliveira Cup, o troféu escola de motociclismo de que é mentor.a502 Copy

 

OLIVEIRA CUP

 

MIGUEL OLIVEIRA VAI ESTAR NA PENÚLTIMA PROVA DO OLIVEIRA CUP EM PORTIMÃO

 
  

No mesmo fim de semana em que se realiza o Campeonato do Mundo de Superbikes, em Portimão, vai também ter lugar a penúltima prova do Oliveira Cup, Troféu Escola de Motociclismo, cujo mentor é Miguel Oliveira. O piloto de Moto2 da Red Bull KTM Ajo vai marcar presença nesta que é a 6ª prova do campeonato, a 16 e 17 setembro, a escassos metros do Autódromo do Algarve, no KIA – Kartódromo Internacional do Algarve.

Esta é a penúltima prova do Oliveira Cup, por isso, o Campeonato começa a estar mais renhido. As contas finais começam a fazer peso nos nossos pequenos pilotos e estamos mais próximos do final da primeira edição deste projeto-escola de motociclismo. Se se vão deslocar ao Algarve para ver as grandes motas [Superbikes], não percam também a oportunidade de ficar a conhecer o Oliveira Cup e os seus talentos!”, convida Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup.

Depois da intensa competição vivida na última prova em Santo André, com muitas ultrapassagens ao longo das duas mangas da jornada, tudo está em aberto na liderança do campeonato. Apenas 5 pontos separam o primeiro e segundo classificados na categoria de MiniGP, respetivamente, Tomás Alonso e Pedro Fragoso.

Miguel Oliveira, depois do GP de Misano deste fim de semana, vai marcar presença nesta prova no KIA, na categoria Naked, reservada a pilotos com mais de 16 anos e sem limite de idade. A liderança desta categoria é do espanhol Javier Gomez, com 92 pontos, seguido por André Pereira e Luís Castro, com 91 e 88 pontos, respetivamente.

Ao longo do fim de semana haverá ainda espaço para uma sessão de autógrafos por parte do piloto luso, pelas 14 horas de dia 16 de setembro (sábado), no balcão do Miguel Oliveira Fan Club.

Eis os horários das corridas:

Domingo – 17 de setembro

10h30 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Mini GP (20min. + 2 voltas)
11h05 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Naked (20min. + 2 voltas)
12h15 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Mini GP (20min. + 2 voltas)
12h50 | Corrida 2 - Oliveira Cup – Naked (20min. + 2 voltas)

 

Sobre a Oliveira Cup:

A Oliveira Cup consiste num projeto escola de motociclismo que conta com 7 provas em toda a temporada. Este projeto tem como base encontrar novos talentos dos 10 aos 16 anos de idade, apoiado pelo Miguel Oliveira fan club, o clube oficial do piloto de Almada.

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EM PORTIMÃO

EM PORTIMÃO

 

  1. Tudo a postos para as motos do  SBK em Portimão. Que seja um grande fim-de-semana de corridas!

 

TT NO BRASIL

 

Campeão Brasileiro de Cross Country, Geison Belmont já pensa em 2018

Agora o piloto utilizará as etapas finais do calendário 2017 como preparação para próxima temporada, além de ainda concorrer ao título do Brasileiro de Rally Baja

Mais um ano de sucesso, garra, superação e determinação está se desenhando para Geison Belmont. O piloto da equipe Meikon Rally Team não mediu esforços para poder se consagrar campeão do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country 2017. O título foi confirmado com o resultado acumulado após a disputa das cinco últimas etapas realizadas durante o 25º Rally dos Sertões. Geison garantiu a primeira colocação entre os Quadriciclos e a quinta posição na geral na categoria no Sertões. Para Geison é a conquista do seu primeiro campeonato nacional.

O grito de campeão foi deflagrado depois de 3.344 quilômetros de percurso com a passagem pelo pórtico e rampa de chegada do Rally dos Sertões, que aconteceu nos dias 19 a 26 de agosto, com largada em Goiânia (GO) e chegada em Bonito (MS).  "Fizemos um trabalho com comprometimento, apesar das adversidades que tivemos com o quadriciclo e logística em algumas etapas, nossa meta foi alcançada. O aprendizado foi enorme, a cada prova era um grande desafio, por fim, conseguimos uma excelente pontuação e resultado”, comemorou Geison Belmont.

“O objetivo foi atingido, desde o início do ano o trabalho foi voltado em busca do título. Para nós essa edição e, principalmente, as cinco primeiras etapas do Sertões válidas pelo Brasileiro foram de muita dificuldade, percurso complicadíssimo. Felizmente deu tudo certo, quero agradecer primeiramente a equipe Meikon Rally Team, que não mediu esforços para revisar todos os dias e realizar os ajustes necessário no quadriciclo para que estivéssemos competitivos com condições de ganhar o Brasileiro. Vencer pela primeira vez é muito bom, agora vamos atrás do Bi", declarou o competidor de 37 anos, nascido em São Gonçalo e radicado em Niterói (RJ).

PLANOS FUTUROS - A temporada 2018 promete ser de superação e gigante em emoções para a Geison Belmont, o piloto contará a preparação mecânica da Meikon Rally Team e continuará na categoria Quadriciclos com um modelo Can-Am. O planejamento é de fazer todas as etapas do Rally dos Sertões, provas nacionais da modalidade rali cross country e baja. "A próxima temporada será ainda mais desafiadora e vamos tentar conquistar o bicampeonato", frisa Geison.

"Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer aos nossos patrocinadores pelo apoio e por acreditarem na nossa equipe ao longo de todo o ano de 2017 e que em 2018 estejam conosco nas grandes conquistas que certamente virão", finaliza o piloto que acumula na carreira na categoria Quadriciclos o título de campeão Brasileiro de Rally Cross Country de vice-campeão Brasileiro de Rally Baja 2016, terceiro lugar no Rally dos Sertões 2015, campeão do Baja Jalapão 2016, vice-campeão do RN1500 2017, Campeão do Rota SC 2017. Pelo segundo ano consecutivo indicado ao Moto de Ouro e Guidão de Ouro, sendo vencedor do Guidão de Ouro 2016.

Sendo que, de 1997 a 1999, foi chefe e piloto da Equipe Meikon Racing, e participou do Campeonato Carioca, Paulista e Brasileiro de Jet Ski. Como destaque alcançou os resultados de Campeão Carioca e Vice-Campeão Brasileiro 1998, na categoria Sport.

Porém, antes de encerrar a temporada o piloto terá pela frente ainda três etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, com a próxima etapa a ser realizada nos dias 07 e 08 de outubro no Rally Serra Azul, em Itupeva (SP), além do Rally Rota Sudeste e o Rally dos Amigos.

Geison Belmont e a Meikon Rally Team são patrocinados por Meikon Metalúrgica, e têm apoio de Quadrijet, Casarini, Motobiu, Race Tech e Arisun.

 

Geison Belmont é o representante do Rio de Janeiro nas provas nacionais (Crédito: Doni Castilho/Fotop)

Geison Belmont é o representante do Rio de Janeiro nas provas nacionais (Crédito: Doni Castilho/Fotop)
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Piloto Geison Belmont (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)

Piloto Geison Belmont (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)
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Piloto Geison Belmont (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)

Piloto Geison Belmont (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)
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Cinco das sete etapas do Rally dos Sertões foram válidas para o Brasileiro (Crédito: Vinicius Branca/Fotop)

Cinco das sete etapas do Rally dos Sertões foram válidas para o Brasileiro (Crédito: Vinicius Branca/Fotop)
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Geison Belmont no comando do Quadriciclo Can-Am Renegade 1000cc (Crédito: Gustavo Epifanio/Fotop)

Geison Belmont no comando do Quadriciclo Can-Am Renegade 1000cc (Crédito: Gustavo Epifanio/Fotop)
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Geison é o campeão do Brasileiro de Rally Cross Country 2017 nos quadris (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)

Geison é o campeão do Brasileiro de Rally Cross Country 2017 nos quadris (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)
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Chegada do Rally dos Sertões 2017 em Bonito (MS) (Crédito: Magnus Torquato/Fotop)

Chegada do Rally dos Sertões 2017 em Bonito (MS) (Crédito: Magnus Torquato/Fotop)
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Equipe Meykon Rally Team (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)

Equipe Meykon Rally Team (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)
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OLIVEIRA SEM SORTE EM MISANO

 

Miguel Oliveira cai em Misano: "É uma pena, estávamos a construir bons resultados este fim de semana"


A 13ª prova do Campeonato do Mundo de Moto2 foi marcada por condições impiedosas de chuva. Miguel Oliveira, o piloto da Red Bull KTM Ajo, caiu em pista, a 17 voltas do final, depois de um arranque excelente, que o fez conquistar 5 posições apenas na primeira volta.

O piloto da Charneca da Caparica estava com um ritmo de corrida fantástico, na 4ª posição, atrás de Mattia Pasini, que iria cair, debaixo de uma intensa chuva. A queda do italiano ofereceu um lugar no pódio a Miguel Oliveira, lugar este que pareceu confirmado por uma nova queda, desta feita do líder do campeonato mundial de Moto2, Franco Morbidelli, que comandava também a corrida no circuito de Misano, passando a liderança para o suíço Dominique Aegerter. Após ser ultrapassado por Thomas Luthi, Miguel Oliveira consegue defender a 3ª posição, mantendo um ritmo sólido e começando a recuperar tempo para os pilotos da frente.

O piloto luso preparava-se para consolidar aquele que iria ser o seu 6º pódio desta temporada, quando perdeu a frente da moto numa travagem. Depois da queda, o português ainda tentou voltar a pista, mas viu-se forçado a abandonar a corrida já que a sua KTM não estaria nas melhores condições.

#44 Miguel Oliveira

"A minha queda foi uma pena, estávamos a construir bons resultados este fim de semana. Vi no 'warm up' como ia ser difícil correr no limite debaixo destas condições [de chuva intensa]. Apesar de não estar a forçar o andamento, acabei por perder a frente".

No total, a chuva intensa deste domingo em Misano afastou metade dos 32 pilotos de Moto2 em pista.

Sem possibilidade de pontuar, Miguel Oliveira mantém-se ainda assim o 4º lugar na classificação geral do Campeonato, com 141 pontos, a apenas 14 de Alex Marquéz.a471 Copy

 

TT NO BRASIL

 

Adhemar Pereira "Índio" recebe homenagem hoje (12) da FMC, em Fortaleza

Piloto da Bianchini Rally será homenageado pela participação no 25º Rally dos Sertões e é um dos convidados para a Mesa Redonda sobre rali que acontecerá a partir das 19h, no SEBRAE/CE

 

 

Após receber o “Prêmio Espírito do Rally”, em sua sétima participação do Rally dos Sertões, o piloto da Bianchini Rally, Adhemar Pereira, mais conhecido como Índio no motociclismo nacional, será homenageado também pela Federação de Motociclismo do Ceará (FMC) nesta terça-feira 12, às 19 horas, no SEBRAE, em Fortaleza.  Na ocasião serão agraciados os cearenses que competiram na 25ª edição, entre 20 e 26 de agosto, entre os estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No total, sete competidores cearenses das categorias motos, quadriciclos e UTVs serão homenageados. A iniciativa partiu novamente de Roberto Ito, que presidiu a FMC entre maio de 2014 a maio de 2017 e atualmente ocupa o cargo de diretor-secretário da entidade e é Comissário Nacional de Enduro de Regularidade da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo).

Segundo Ito, o piloto é um grande incentivador dos praticantes de Rally de Regularidade, modalidade muito forte no Nordeste, a entrarem para o Cross Country e participarem do Rally dos Sertões. “O Índio tem um vasto conhecimento técnico e com sua ajuda pudemos realizar o Campeonato Cearense de Rally Baja com muita qualidade e competência. Com a Mesa Redonda de 2015 conseguimos mais dois adeptos para o Rally Cross Country em 2016 e ele é o grande responsável por isso”, ressalta o diretor da FMC.

“Estou muito feliz por ter completado mais um Sertões esse ano na Bianchini Rally e cruzar a rampa de chegada com dever cumprido já foi uma vitória e, ainda, ter recebido o prêmio Espírito do Rally teve um grande significado na minha trajetória na prova”, diz o piloto. “É uma honra ser homenageado novamente pela FMC e saber que posso colaborar de alguma forma para que novos pilotos entrem para o motociclismo é bem gratificante”, completa.

Essa será a segunda vez que o piloto cearense recebe o Prêmio de Destaque Nacional pela participação no Rally dos Sertões, a primeira foi há dois anos. Na edição 2017, Índio finalizou o rali na 6ª posição na categoria Production Aberta. Logo após a homenagem, o competidor fará parte da “2ª Mesa Redonda com o tema “Rally uma aventura com velocidade e navegação”. O evento será aberto ao público e acontecerá no Auditório do SEBRAE, a partir das 19 horas, à avenida Monsenhor Tabosa, 777, Praia de Iracema, em Fortaleza.

A equipe – A Bianchini Rally, que tem sede em Alphaville, Barueri/SP, contou com seis pilotos no grid do Rally dos Sertões 2017, sendo que dois conquistaram pódio, o paulista Yuri Aizemberg (Husqvarna TE450) - 3º lugar na Super Production e o gaúcho Marcos Colvero (KTM 500 Six Days) - 5º na Over 45. Os demais pilotos da equipe que merecem destaque também são:  André Guerra (Husqvarna 450) -  6º na Super Production;  Adhemar Pereira (KTM Réplica 450) - 6º na Production Aberta e  Luis Rodrigues (KTM 500 Six Days) - 6º na Over 45. Já o uruguaio Javier Fernandez que competiu nos quadris teve de abandonar a prova devido a uma queda que danificou o equipamento.

A equipe pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. E marcando um novo ciclo, no ano passado, Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit e Arames Farpados

 

ACESSÓRIOS PARA MOTOS

Everything for the Rallye!

Vibrant range of products for the R 1200 GS Rallye

Wunderlich R 1200 GS Rallye

() With the current R 1200 GS Rallye, BMW is targeting GS riders with an affinity for off-roading and gifting them with a few good extras too. BMW motorcycle accessory specialist Wunderlich shows how you can take a good thing and make it a little bit better.

The team from Sinzig demonstrate their bundled competence in all things protection and ergonomics with the GS kept in the BMW motorsport colours. Wunderlich has thus give the Rallye an efficient engine and tank protection bar, for example, which is also readily available in the original blue frame colour. There’s also protection for the expensive main headlight in the form of a fortified headlight grid.

Rallye riders can get comfortable behind Wunderlich’s “Marathon II” ERGO screen. The name reflects the range here. Furthermore, the optional clear or smoke-tinted screen lets you ride away through all turbulences and over the horizon. 

 

 

BOL D´OR

 

Bol d’Or marca o arranque da nova temporada

do Mundial de Resistência em motos

 

 

Prova de 24 horas pode ser acompanhada no Eurosport ao longo do fim de semana com comentários de Vítor Sousa.

 

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O Bol d’Or é uma histórica corrida internacional de motociclismo com a duração de 24 horas, onde se testa a resistência de pilotos e motos. A ação desta etapa de abertura do Mundial de Resistência da FIM 2017/2018 decorre no circuito Paul Ricard, em Le Castellet, França, entre os dias 16 e 17 de setembro.

 

Criada em 1922, o Bol d’Or é uma competição que goza de grande tradição e prestígio. Ao longo da história, as corridas já se realizaram em diferentes circuitos: Saint Germain, Fontainebleu, Monthléry, Le Mans ou Magny-Cours. Nas duas últimas edições, o Bol d’Or teve lugar no circuito Paul Ricard, palco que tinha recebido a prova entre 1978 e 1999.

 

Em 2016, a vitória coube à equipa da Suzuki composta pelo trio de pilotos franceses Anthony Delhalle, Vincent Philippe e Étienne Masson. O francês Vincent Philippe é o piloto mais vitoriosos no Bol d’Or, com oito títulos.

 

Vítor Sousa, comentador de motos do Eurosport:“O Bol d’Or marca o pontapé de saída da nova temporada 2017/2018 do Mundial de Resistência. O Eurosport Events é o promotor desta competição e, graças ao bom trabalho que a empresa tem vindo a desenvolver nos últimos anos, marcas e público estão a recuperar o interesse no campeonato. A prová-lo temos as 33 equipas permanentes para todo o campeonato, um número recorde.

 

Este ano, o interesse reside em saber se a Suzuki e a Honda, que se reforçaram bastante, conseguem contrariar o favoritismo da Yamaha, construtora que dominou o último campeonato.

 

Vai ser uma edição muito interessante de seguir. Houve grandes mexidas em termos de plantel, temos novos pilotos e motos. O equilíbrio entre as principais equipas vai ser muito forte. Isso irá resultar numa corrida muito interessante”, concluiu Vítor Sousa.

 

Horários:

 

Eurosport 2 – 16 de setembro – 13:45 – 20:55

Eurosport 2 – 17 de setembro – 06:00 – 14:15

 

 

MOTOS NO BRASIL

 

Amantes de moto e apreciadores da natureza estarão em Paraty, RJ, para um divertido fim de semana

Ingressos, com desconto, para o Megacycle estão à venda no www.megacycle.com.br e no www.moto.com.br

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-   Imagina uma viagem em que, além de poder curtir um dos mais importantes eventos de motos do país, ainda se pode aproveitar as belezas da natureza... Quem for à 38ª edição do Megacycle, que acontece pela primeira vez na cidade de Paraty, Rio de Janeiro, entre os dias 22 e 24 de setembro, terá esta divertida experiência.  

A cidade é propícia para quem gosta de Ecoturismo. O município está quase todo em área de parques e de preservação ambiental: Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Área de Proteção Ambiental do Cairuçú, onde está a Vila da Trindade, a Reserva da Joatinga, e ainda, faz limite com o Parque Estadual da Serra do Mar. Ou seja, é Mata Atlântica por tudo.

A localização geográfica é privilegiada: entre a serra e o mar, o que propicia inúmeras atividades nas praias, nos rios, nas cachoeiras, nas trilhas e na Mata Atlântica preservada. 

Quem quiser apreciar a natureza por um ângulo diferente a dica é um inesquecível mergulho para conhecer os encantos do fundo do mar. A operadora de mergulho UNA DIVE tem opções para quem nunca mergulhou e também para mergulhadores certificados. O “batismo” – como chamam - é ideal para a primeira experiência no fundo do mar, para pessoas que ainda não fizeram curso. O mergulho é realizado em uma única saída onde a teoria é passada no barco durante a navegação e o mergulho é acompanhado e monitorado por um instrutor a uma profundidade de até 10 metros por 35 minutos. Já para mergulhadores certificados inclui 2 cilindros (2 mergulhos).

O preço para qualquer uma das duas situações - exclusivamente para os dias do evento - será de R$ 300 por pessoa. Este valor inclui mergulho, aluguel de todos os equipamentos e lanche servido a bordo (lanche, frutas, água e refrigerante). A saída acontece às 9h30 e a volta às 15h30.

 A empresa prima pela qualidade e segurança na operação, assim usa equipamentos adequados e equipe treinada. Os barcos de mergulho são bem confortáveis: têm grande área acolchoada para descanso, solário com espreguiçadeiras, dois banheiros (feminino e masculino) e chuveiro de água doce.

Já quem prefere os passeios por terra para apreciar a natureza, o Jeep Tour organizado pela Eyà Paraty, é a sugestão. Entre os roteiros disponíveis, destaque para o de Paraty Mirim. Com saída às 11h vai à praia de Paraty Mirim ou pequeno Paraty (como é conhecida). Ponto de partida para o Saco do Mamanguá - único fiorde (depressões geológicas comuns nos países escandinavos) tropical do mundo - há opção (paga à parte) de um passeio de barco que mostra toda a natureza exuberante, com direito a mergulho com tartarugas marinhas em seu habitat natural, em meio ao cultivo de algas. É possível ver também mansões e casas famosas, incluindo a que foi filmado A Saga Crepúsculo. Para completar o dia, visita a um alambique, com guia e degustação de cachaças e doces. Os principais atrativos são Praia de Paraty Mirim, alambique Coqueiro, Saco Mamanguá com Passeio de Barco (consultar preço) pelo Saco do Mamanguá – Praia do Sobrado, onde encontra-se a casa do Alexandre Negrão, Praia do Engenho, Casa do Crepúsculo e Praia do Cruzeiro. Inclui transporte – Van / Jipes, seguro de passageiros e guia. 

Onde ficar   -    No clima de natureza, a dica de hospedagem é a pousada Recanto da Ladeirarecantodaladeira.com.br   - localizada a 100m do Centro Histórico. A casa – que hoje é  a pousada - fazia parte de uma antiga chácara e ainda hoje, permanece com esse astral de casa de interior, rodeada de árvores cheias de passarinhos. ForneceTV, frigobar, ar condicionado nos apartamentos e piscina na área externa. Os serviços incluem café da manhã, estacionamento e rede Wi-fi. 

Outra opção é a Pousada Taquinha - hotelpousadaemparaty.com.br  - Tem fácil acesso à Praia do Pontal e está a 5 minutos de caminhada da Praça Matriz, no centro Histórico de Paraty, e a 3 minutos da rodoviária. Dispõe de 10 confortáveis apartamentos standard, cada um com capacidade para até três pessoas. O café da manhã está incluso na alta temporada, feriados e festividades de Paraty. Todas as acomodações são equipadas com televisão, ventilador de teto, frigobar, ar condicionado e internet wireless.  

Megacycle -   O Megacycle acontece pela primeira vez na cidade de Paraty e promete reunir muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

Os ingressos estão à venda pelo site oficial do megacycle.com.br evento e também pelo site moto.com.br  com preços especiais. Existe a opção de ingresso diário ou passaporte para todos os dias. 

Sobre a Megacycle:     Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

Informações adicionais sobre os passeios com Eya Paraty | Agência de Turismo

Tel: (24) 98855-4279 | Id: 35*50*10152

Cadastur: 19.071267.10.0001-3 

Informações adicionais sobre o mergulho com Una Tour & Dive 

Tel: (24) 3371 - 6188 | (24) 9 9943 - 8998

21 anos formando mergulhadores

8º Megacycle Paraty 2017 |  #vempraparaty

Dias: 22 (das 10h às 23h), 23 (das 10h às 23h), 24 (das 10h às 16h) de setembro

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em:  www.megacycle.com.br/

Curta nossa página:  www.facebook.com/megacycle/

Ingressos para o Megacycle Paraty 2017:

Passaporte Motoclube (pacote para os três dias): R$ 30,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Passaporte Paraty (pacote para os três dias): R$ 35,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Ingresso Diário Paraty: R$ 20,10 antecipado. R$ 30,00  (preço normal);

Ingresso Infantil Paraty: R$ 20,00 antecipado. R$ 25,00  (preço normal).

 

 


Passeios incríveis com equipe Eya Paraty | Jeep Tour

 


Locais incríveis no roteiro especial programado pela equipe Eya Paraty

 


Mergulhos inesquecíveis com equipe Una Dive
Una Tour & Dive - Paraty

 


Um lugar para relaxar e curtir a natureza com a equipe Una Dive
Una Tour & Dive - Paraty

 


Arquivo Megacycle | VGCOM

 

 

OLIVEIRA NA 3º LINHA EM MISANO

 

MIGUEL OLIVEIRA CONSEGUE 3ª LINHA EM MISANO

 



Miguel Oliveira conseguiu hoje um lugar na 3ª linha da grelha de partida no GP de Misano de Moto2. O piloto almadense da Red Bull KTM Ajo, apesar de alguns contratempos com a tração da moto, agarrou o 9º tempo da Qualificação de hoje, liderada pelo italiano Mattia Pasini, e parte amanhã da 3ª linha, ao lado de Thomas Luthi e Simone Corsi.

 

O piloto português, que qualificou a apenas 6 décimos do mais rápido do dia, refere ainda assim que ‘estava à espera de um pouco mais’.

 

#44 Miguel Oliveira

“Depois do treino de ontem estava à espera de um pouco mais na qualificação, mas tendo em conta o treino desta manhã tenho de dizer que a qualificação acabou por ser positiva. Alterámos algumas coisas na moto, voltámos mais à moto de ontem do que a desta manhã, por isso demos um passo em frente; soubemos gerir bem a perda de grip das condições à tarde e conseguimos um lugar na 3a linha; volto a partir da posição da grelha de Mugello. Temos algum trabalho pela frente mas o objetivo vai no sentido de recuperar posições na corrida e pontuar o máximo possível”.

 

A corrida deste domingo decorre às 14h05, hora de Portugal. Com a lesão de Álex Márquez, e o seu afastamento da corrida de amanhã, Miguel Oliveira tem agora ao seu alcance recuperar a 3ª posição no Campeonato, já em Misano.

 

Qualificação GP de Misano (Moto2)

1. Matti Pasini, +1m37.390s

2. Franco Morbidelli, +0.083s

3. Dominique Aegerter, +0.333s

4. Lorenzo Baldassarri, +0.344s

5. Takaaki Nakagami, +0.387s

9. Miguel Oliveira, +0.593sa343 Copy

 

OLIVEIRA NO TOP 5 EM MISANO

 

MIGUEL OLIVEIRA NO TOP 5 NUM GRANDE DIA EM MISANO




 

A 13ª ronda do Campeonato do Mundo de Moto2 começou bem para Miguel Oliveira, da Red Bull KTM Ajo. O piloto de Almada continuou em grande forma, ficando na 5ª posição naquele que foi o primeiro dia de treinos livres em Misano, Itália.

 

Na primeira sessão, Miguel Oliveira foi duas vezes às boxes, uma delas para colocar novos pneus, com os quais conseguiu 1min39.029s - que lhe garantiram o 10º tempo.

 

Na sessão da tarde, o piloto luso voltou a repetir a estratégia matinal ao passar mais um par de vezes pelas boxes, conseguindo baixar ainda mais os seus tempos. Miguel Oliveira mostrou mais uma vez um maior ‘feeling’ em pista com pneus usados, ao conseguir a sua melhor volta com 1min38.342s, que lhe asseguraram o 5º lugar.

 

#44 Miguel Oliveira

“De manhã, durante os primeiros treinos, não me estava a sentir muito confortável com a mota, além de que a pista estava um pouco escorregadia. Mas, da parte da tarde, as condições [meteorológicas] melhoraram um pouco, ficou um pouco mais de calor, e isso favoreceu-nos. Fizemos ainda algumas mudanças na mota, que se revelaram também muito positivas. Experimentámos novos pneus em pista, mas, para ser sincero, ainda há algo que temos de melhorar. É um trabalho contínuo que está a ser feito. Amanhã vai ser importante fazer uma boa qualificação, para sair, pelo menos, nas duas primeiras linhas da frente e fazer um bom início de corrida no domingo”.o de treinos livres, Miguel Oliveira reinos livres em Misano, Ituel Oliveira, da Red Bull KTM Ajo. O piloto de Almada continuou

 

A qualificação acontece amanhã, sábado, pelas 14h05, hora de Portugal. 

 

ÁUDIO MIGUEL OLIVEIRA: https://we.tl/R2KHypV4NL

 

IMAGENS EM HDhttps://we.tl/dcQDq4fa6l

 

Resultados combinados (FP1+FP2)
1. Mattia Pasini (Kalex), com 1:38.061
2. Franco Morbidelli (Kalex), com 1:38.126 +0.065
3. Takaaki Nakagami (Kalex), com 1:38.302 +0.241
4. Dominique Aegerter (Kalex), com 1:38.326 +0.265
5. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo), com 1:38.342 +0.281

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PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Grande aventura por serras e montes de Portugal

vai ajudar na reflorestação das regiões ardidas

 

Recuperar o ambiente de Lés-a-Lés

 

Sensível ao drama que assolou grande parte do País durante os meses quentes de julho e agosto e que se prolonga há vários anos, com particular incidência nas regiões do interior, a Federação de Motociclismo de Portugal vai levar a cabo peculiar e importante campanha de apoio à reflorestação de algumas das áreas mais atingidas pelos incêndios. A singularidade da iniciativa consiste na plantação de jovens árvores autóctones de cada um dos concelhos atravessados pelo 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road, evento que tem lugar de 20 a 23 de setembro. Passeio sem qualquer carácter competitivo na ligação de duas extremidades do mapa nacional, entre Boticas e Lagoa com passagem por Belmonte e Arraiolos, por caminhos de terra batida na descoberta do mais encantador e desconhecido património paisagístico e natural de Portugal. E que, pela enorme proximidade com as paisagens devastadas aliada ao sentimento de respeito e proteção ambiental, sente ainda mais de perto o drama ambiental causado pelas chamas.

Escolha criteriosa das árvores a plantar, assente na pesquisa sobre as características de cada região e ratificada por especialistas, que ajudará a manter a fertilidade do espaço rural e o equilíbrio ecológico das paisagens, funcionando ainda como salvaguarda de importantes locais de abrigo, alimento e reprodução de grande número de espécies animais da fauna portuguesa, algumas delas em vias de extinção. A lista de argumentos que sustenta esta inovadora e muito aplaudida ação da Federação de Motociclismo de Portugal e de todos os motociclistas continua com a contribuição para a redução do efeito de estufa, fixando o carbono atmosférico; a regulação do ciclo da água e sua qualidade, evitando a erosão dos solos, fomentando a vida aquática e criando melhores condições para a pesca desportiva e, muito importante, oferecendo maior resistência aos incêndios florestais, evitando ainda a sua propagação. O fornecimento de madeiras de qualidade para a indústria, nomeadamente de mobiliário (castanho, carvalho, etc…), ou de frutos (castanha, bolota, etc) e matérias-primas (cortiça e lenha), são outras das vantagens da mudança de espécies que, além do mais, aumentarão o valor turístico dos sítios ao manterem a qualidade das paisagens.

Assim, durante o 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off Road, serão plantadas, de forma simbólica, dois exemplares das espécies arbóreas da floresta autóctone ou indígena do nosso País para mais tarde, na altura adequada à sua plantação, serem oferecidas algumas centenas de árvores aos concelhos atravessados para replantação das áreas ardidas. Espécies como o carvalho-negral, castanheiro, cerejeira-brava, amieiro, freixo, azinheira, carvalho-roble, sobreiro, choupo-branco, pinheiro-manso ou medronheiro serão assim entregues às populações dos vários locais atravessados, por serem mais resistentes a pragas e doenças do que as espécies introduzidas, como o eucalipto ou pinheiro, bem como aguentarem melhor longos períodos de seca ou de chuva intensa.

Solidariedade para com as populações afetadas que ditou esta decisão da Comissão de Mototurismo da FMP após o reconhecimento do percurso em condições reais, confirmando a negra realidade que se vive em grande parte do País e que motivou ainda alguns reajustes ao percurso do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Acertos no percurso da grande aventura fora de estrada que liga, ao longo de três etapas e 1000 quilómetros, dois extremos do mapa nacional através de caminhos menos conhecidos. Com etapas a rondar os 300 km diários e índice de dificuldade bastante acessível, sem grandes complicações de condução ou obstáculos de difícil transposição, está aberto a trails de todas as dimensões e cilindradas, marcas e modelos. Descoberta do Portugal ‘mais profundo’, em programa recheado de diversão, prazer de condução e paisagens de cortar a respiração, em evento mototurístico – que não competitivo! – que volta a mostrar alguns dos locais mais fascinantes do País e que é sublinhado pelo carácter social reforçado no apoio à reflorestação das áreas ardidas com as árvores mais adequadas a cada região.a338 Copya339 Copy

 

ACESSÓRIOS PARA MOTOS

Nicely done!

Wunderlich is optimising the K 1600 seat

Nicely done!

 BMW motorcycle accessory specialist Wunderlich promises unmatched seating comfort for the K 1600 GT/GTL. The team from Sinzig is replacing the structure of the original seat with its own intensively developed foam core and innovative gel insert. Together with the gel insert, the overhauled contour of the seat with an improved concave profile guarantees relief for the coccyx and optimises weight distribution across the entire seat.

The grippy and sweat-reducing cover material combined with pin-tucks in Alcantara promises a perfect hold and looks very refined thanks to recessed cut seams. Glued and welded seams provide a 100% seal.

Wunderlich offers the ERGO seat as part of an exchange process and the seat hull and seat heating from the original are retained. The seat height matches the series seat. Both the rider and passenger seats can be delivered for €399.- each. The ERGO seats are entirely Made in Germany and come with a five-year guarantee.

 

OLIVEIRA CONFIANTE PARA MISANO

 

MIGUEL OLIVEIRA CONFIANTE EM LUGAR NO TOP 5 EM MISANO

 

Piloto português da Red Bull KTM Ajo mantém expectativas altas para o circuito italiano, do qual guarda ‘boas sensações’ 

 

 

 

Miguel Oliveira revela intenção de voltar a pontuar dentro do Top 5 neste que será o 13º Grande Prémio de MotoGP de 2017, a realizar-se este fim de semana em San Marino, Itália. O piloto de Almada da Red Bull KTM Ajo parte para mais esta etapa do Campeonato Mundial com expectativas altas e com ‘boas sensações’ quanto ao circuito de San Marino e da Riviera di Rimini.

 

#44 Miguel Oliveira

“Mantenho as minhas expectativas altas para este Grande Prémio de Misano. O meu estilo de condução adapta-se bem a este pista, com travagens muito fortes. O ano passado estava a fazer uma boa corrida até à 13ª volta, quando já ia no top 10 e caí, por isso, tenho boas sensações naquela pista com a Moto2. Para esta prova, vamos tentar voltar a pontuar dentro do top 5 já que não o fazemos há duas corridas e seria importante fazê-lo aqui em Itália, e continuar na boa linha de trabalho que temos vindo a ter nestas últimas corridas. Sinto que já há 5 corridas posso ganhar um Grande Prémio e, por isso, estou confiante para este, em Itália”.

 

De relembrar que o ano passado, competindo noutra equipa de Moto2, Miguel Oliveira partiu do 22ª lugar da grelha e quando já havia conseguido recuperar 12 posições sofreu uma queda na 14ª volta. Ainda assim, o piloto revelou o seu ritmo irrepreensível.

 

O jovem piloto de Moto2 encara com otimismo o GP italiano e revela acreditar que vai dar um novo passo em frente este fim de semana.

 

A corrida de Moto2 será realizada às 11:20, hora local, no domingo.

 

Informação do circuito-Misano:

Comprimento: 2.630 m/4,180 km

Largura: 14 metros

Curvas esquerdas: 6

Curvas direitas: 10

Reta mais longa: 530M/0,530 km

Construído: 1972

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PEDRO FRAGOSO GANHA EM CASA

 

PEDRO FRAGOSO GANHA, EM ‘CASA’, A 5ª PROVA DO OLIVEIRA CUP  

 

O piloto com o número 10, Pedro Fragoso, foi o vencedor da antepenúltima jornada do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup, que decorreu esta tarde no SAKI – Santo André Kartódromo Internacional. Natural de Vila Nova de Santo André, o jovem piloto de 14 anos, ganhou em ‘casa’ e leva com ele 25 pontos para adicionar aos que já havia somado, ficando a escassos 5 pontos de Tomás Alonso, o líder atual da classificação geral de MiniGP.

Segundo Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup, “tivemos muitas surpresas na categoria de MiniGP, com uma luta muito acesa em pista entre o Tomás Alonso e o Pedro Fragoso, primeiro e segundo classificados, mas também entre o terceiro e quarto, o Diogo Luís e Quique (Pedro Fraga). As duas mangas de MiniGP foram muito animadas, com muitas ultrapassagens e muita dinâmica. Os nossos pilotos têm evoluído muito e isso deixa-me muito feliz”.

Diogo Luís, com o número 28, foi o terceiro classificado da 5ª prova do Oliveira Cup e sobe assim uma posição na classificação geral do Campeonato, superando a queda sem gravidade que registou na jornada anterior decorrida no Bombarral.

Por seu lado, a categoria Naked foi pautada por mangas muito competitivas. A categoria ocupada por pilotos adultos contou com Miguel Oliveira em pista e, nas palavras do mesmo, “as corridas têm surpreendido. Na categoria Naked, como sempre, houve muita Guerra e tivemos 14 motas em pista, o que até ao momento não aconteceu. Esta categoria, alias, tem-se revelado muito positiva pela crescente adesão de pessoas que têm curiosidade em experimentar corer de moto. E isso é muito bom. Tive o prazer de partilhar a pista com todos eles, algo que não acontece geralmente com um piloto do mundial [MotoGP], mas na Naked do Oliveira Cup isso pode acontecer e todos os pilotos podem partilhar a pista comigo”. O pódio foi ocupado por Luís Castro, Bruno Castro e Ivo Relvas, curiosamente os três naturais da região onde decorreu esta prova.

Foi um fim de semana muito positivo, tivemos muita adesão do público, 27 motas a andar em pista, sem quedas nem acidentes graves e tudo isto deixa-me muito contente”, conclui Miguel Oliveira.

A 6ª prova do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup terá lugar no KIA, Kartódromo Internacional do Algarve, no próximo dia 16 de setembro, onde estará também presente Miguel Oliveira.

  

MiniGP - Classificação geral

1º TOMÁS ALONSO, com 95 pontos

2º PEDRO FRAGOSO, com 90 pontos

3º MARCO MATEIRO, com 65 pontos

 

Naked – Classificação geral

1º JAVIER GOMEZ, com 92 pontos

2º ANDRÉ PEREIRA, com 91 pontos

3º LUÍS CASTRO, com 88 pontosa318 Copy

 
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João Raposo

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