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VELO CAB2012


SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

GRANDE PRÉMIO DO MÉXICO - CORRIDA
 
O PILOTO DA RED BULL, MAX VERSTAPPEN, VENCE O GRANDE PRÉMIO DO MÉXICO COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM (ULTRAMACIO-SUPERMACIO) 
 
CONTACTO ENTRE LEWIS HAMILTON E SEBASTIAN VETTEL, CONDICIONA-OS PARA UMA ESTRATÉGIA ALTERNATIVA DE DUAS PARAGENS
 
TODOS OS TRÊS COMPOSTOS DA GAMA P ZERO SÃO UTILIZADOS DURANTE A CORRIDA, REPRESENTANDO A UTILIZAÇÃO DE UM COMPOSTO AINDA MAIS MACIO FACE AO ANO PASSADO.
 
 a542 Copya543 Copy Um excitante grande prémio do México foi ganho por Max Verstappen em Red Bull, com uma estratégia já aguardada de uma paragem, mas um pequeno toque no incio entre os protagonistas e candidatos ao titulo, Lewis Hamilton (Mercedes) e Sebastian Vettel (Ferrari) obrigou a que ambos optassem por estratégias de duas paragens. Após a paragem na volta inicial colocaram o composto macio, e posteriormente a meio da corrida ambos aproveitaram o “Safety Car” virtual para colocar o composto Supermacio (Hamilton) e Ultramacio para Vettel. Mas, como este não terminou nos dois primeiros lugares, Hamiltou reclamou o seu quarto titulo de Campeão Mundial de Pilotos, e o seu terceiro com Pirelli. Junto com Carlos Sainz em Renault e Sergio Perez em Force India, Hamilton e Vettel foram os unicos pilotos que realizaram duas paragens. Todos os outros pilotos apenas pararam uma vez, com o Ferrari de Kimi Raikkonen a ser o piloto melhor classificado a utilizar o composto macio (em vez do Supermacio) para o seu segundo turno.
 
 
MARIO ISOLA – DIRETOR DESPORTIVO  “ A colisão na volta de abertura e o “Safety Car” virtual significou que Hamilton e Vettel tiveram que divergir das estratégias já planeadas de uma paragem, adicionando um elemento tático extra a esta corrida. Realizar uma correcta gestão dos pneus era crucial, com pequena degradação, uma aerodinamica minima e um piso escorregadio no México, mas Verstappen geriu na perfeição para carimbar uma vitória que ficará registada para sempre. Vimos os três compostos a ser utilizados na corrida, com as equipas a implementar estratégias diferentes para reagir às circustancias deste fascinante grande prémio, e sem qualquer tipo de problemas para os pneus. Parabéns ao Lewis Hamilton pelo merecido titulo de pilotos, após uma época deslumbrante.”  
 
 
MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO:
 
   Raikkonen 1m 20.054s Verstappen 1m 18.892s Vettel 1m 18.785s Vettel 1m 20.698s Bottas 1m 19.374s Perez 1m 19.929s Ocon 1m 20.946s Hamilton 1m 19.945s Grosjean 1m 20.345s
 
 
 
 
 
 
OS TURNOS MAIS LONGOS DA CORRIDA POR COMPOSTO:
 
 
 
A NOSSA PREVISÃO: 
 
Max Verstappen venceu o Grande Prémio do Mexico com uma estratégia de uma paragem conforme o previsto, realizando o seu “Pit Stop” na volta 32 e trocou de Ultramacio para Supermacio.
 
 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

  1. O MELHOR “CRU” LEWIS HAMILTON!

  2. POR JOÃO CARLOS COSTA - COMENTADOR EUROSPORT

  3. Para “beber”, saborear, disfrutar e manter na memória alguns dos momentos de puro prazer que nos ofereceu ao longo de 2017.
    Hamilton nem sempre teve o melhor monolugar, fosse o chassis ou a unidade motriz, mas mostrou uma enorme determinação. Ganhou o quarto título batalhando para chegar a um 9º lugar, mesmo perdendo uma volta para o vencedor do dia, algo que no passado só tinha acontecido com James Hunt, no GP do Japão, em Fuji/1976. Mas fê-lo... com a mesma capacidade de luta que mostrou ao longo de 2017, tivesse o carro imparável ou quando tal esteve longe de ser a realidade. O Mercedes W08 nem sempre foi aquele companheiro forte, de forma consistente, como tinham sido os W05, W06 e W07. Mas o Homem que obteve o 17º título para um piloto britânico (e que agora é o mais titulado dos súbditos de Isabel II na F1), soube dar a volta por cima. Pontuou sempre. Elevou o nível para uma fasquia de quase intocável após a pausa de Verão. Estava lá, como têm de estar os campeões, quando a Ferrari e Vettel tropeçaram. Umas vezes apanhou os cacos alheios, noutras foi ele que “partiu” a concorrência. Feitas as contas, ganhou mais e fez mais poles-position que os outros. Os títulos também se fazem de números, até porque é a soma de pontos que consagra um campeão. Ainda assim, Hamilton foi além disso. Travou uma batalha justa com Vettel. Com isso e muito mais, ajudou ao show que se deseja nesta “nova” F1. Hoje, mostrou isso mesmo na forma como festejou a quarta coroação. Os piões, a corrida de Union Jack aos ombros, os agradecimentos a puxar pelo público.
    2008, 2014, 2015 e 2017: 10 temporadas entre o primeiro e este ceptro. Quatro títulos bem diferentes. Mais haverá para conquistar. Já fez melhor que o ídolo de juventude. Não sei se Hamilton terá agora como objectivo quebrar todos os recordes de Schumacher. Nem importa. Importa sim, que continua com a garra do primeiro dia. É um profissional de mão cheia, dentro e fora do carro, quando está a trabalhar. De uma maneira diferente, imita Senna na forma como “liga e desliga”, entre o “cidadão” e o piloto.
    Hamilton está para durar. Não o estou a ver dizer adeus a tudo isto, a curto prazo. Gosta do dinheiro, gosta do glamour, gosta do estilo de vida. Mais ainda, gosta de ganhar. É verdade que adora a passerelle da fama fora das corridas. Mas lá, mesmo quando está entre amigos do Jet 7, raramente o vemos sorrir, de orelha a orelha, num tipo de prazer quase maquiavélico, como acontece quando arrasa a concorrência após uma daquelas voltas de eleição numa qualificação, ou quando festeja mais uma vitória ou um título.
    Hamilton sabe viver e tirar partido de todos os lados da vida. É um Sir. E merece sê-lo, de facto!

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

POR JOÃO CARLOS COSTA - COMENTADOR EUROSPORT

 

Simply,  simply lovely! As palavras não são minhas, são dele. Demonstram satisfação, mas também alguma arrogância. Arrogância essa, que vai ter de saber gerir em doses absolutamente necessárias para massacrar psicologicamente os adversários quando for hora de lutar pelos títulos. E esse futuro pode estar perto. Sim, é verdade que beneficiou do toque Vettel/Hamilton, mas mostrou durante a corrida que tinha andamento para a luta; sim, é verdade que levou longe demais o seu esfor...ço em algumas voltas, sobretudo num dia em que os motores Renault pareciam pouco fiáveis. No fim, como dizia Christian Horner depois de uma prova onde esteve perto de um ataque de nervos, é apenas o resultado que conta, o tal que muitas vezes escapou ao holandês este ano. Não tem sido o caso nos quatro últimos GP - ninguém marcou mais que os 80 pontos de Max Verstappen. Simply as that!

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER 

 The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Brazilian Grand Prix (November, 10-12).

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RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

POR JOÃO CARLOS COSTA - COMENTADOR EUROSPORT

 

Em Pausa... faz hoje 18 anos. Uma noite bem triste na solidão de uma cabine.

 

HAAS NO G.P.DO MÉXICO

 

Evento:  Grande Prémio do México (18º Round de 20)

Data:  Domingo, 29 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, Cidade do xico

Layout:  4,304 quilómetros, 17 curvas

Condições climatéricas:  Parcialmente encoberto

Temperatura do ar:  21,5-24ºC

Temperatura da pista:  38-43ºC

Vencedor:  Max Verstappen da Red Bull

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – alinhou em 14º, terminou em (completou 70/71 voltas)

●  Romain Grosjean – alinhou em 15º, terminou em 15º (completou 69/71 voltas)

 

 

 

Diz-se que a sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade. A Haas F1 Team personificou este dizer no Grande Prémio do México, que se disputou este domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México.

 

Depois de ter sentido dificuldades em encontrar velocidade e aderência ao longo do circuito de 4,304 quilómetros  e dezassete curvas nas sessões de treinos-livres e qualificação, a Haas F1 Team lutou por marcar pontos e, pela décima primeira vez, alcançou o seu desiderato, através do oitavo lugar de Kevin Magnussen.

 

Magnussen qualificou-se num desapontante décimo oitavo lugar, mas subiu a décimo quarto ainda antes da corrida começar, graças às penalizações sofridas por alguns pilotos à frente dele. Quando os semáforos se apagaram, o pelotão chegou à primeira curva com grande agressividade e essa agressividade beneficiou Magnussen.

 

Um contacto entre os protagonistas do título, Lewis Hamilton da Mercedes e Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, enviou o duo para as boxes no final da primeira volta, permitindo que Magnussen e o seu colega de equipa, Romain Grosjean, subissem ao décimo lugar e décimo segundo, respectivamente.

 

Cedo outros necessitaram parar devido a danos causados pelos componentes de carbono que ficaram espalhados pela pista devido ao toque de Hamilton e Vettel. Na quinta volta, Magnussen era já oitavo e Grosjean décimo primeiro.

 

Magnussen chegou a estar no sexto lugar, estavam vinte voltas cumpridas, depois de Sérgio Pérez ter levado o seu Force India às boxes na décima nona volta e Nico Hulkenberg fez o mesmo na volta seguinte. Mas na trigésima volta, Pérez voltou a ultrapassar Magnussen, na travagem para a curva um, recuperando a sexta posição.

 

Pouco depois, o Safety-Car Virtual entrou em acção devido aos problemas do Toro Rosso de Brendon Hartley. Isto permitiu que a Haas F1 Team chamasse às boxes Magnussen e Grosjean.

 

Ambos os pilotos entraram nas boxes na trigésima primeira volta. Magnussen mudou os Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio por um jogo de macios, ao passo que Grosjean trocou supermacios por macios. Grosjean, no entanto, teve que cumprir uma penalização de cinco segundos por ter excedido os limites da pista na Curva 14 durante uma luta com o McLaren de Fernando Alonso.

 

Enquanto Magnussen manteve a sua posição, Grosjean caiu para décimo quinto.

 

Com o período de Safety-Car Virtual terminado, a corrida foi reassumida. Vettel e Hamilton, que foram forçados a ir para o final do pelotão devido às suas paragens nas boxes madrugadoras, estavam agora em recuperação. Hamilton passou por Grosjean na trigésima quinta volta, deixando-o no décimo sexto lugar. Vettel ultrapassou Magnussen na trigésima sétima volta, tendo este ficado no oitavo posto.

 

Magnussen construiu uma vantagem substancial sobre o nono classificado, Alonso, e durante as restantes setenta e uma voltas da corrida, Magnussen deu o máximo para manter a sua vantagem. Muito embora Alonso tenha conseguido recuperar, tendo mesmo ficado no cone de aspiração de Magnussen nas últimas seis voltas, rapidamente sentiu outra prioridade – defender-se de um Hamilton determinado.

 

Depois de algumas lutas, Hamilton finalmente ultrapassou Alonso na sexagésimo sétima volta e prontamente apontou a mira para Magnussen.

 

As quatro últimas voltas foram cintilantes. Magnussen extraiu tudo o que podia do seu Haas VF-17 para se defender Hamilton e cortar a linha de meta no oitavo posto, assegurando o seu quinto resultado nos pontos. Grosjean, por seu lado, terminou em décimo quinto.

 

Max Verstappen foi o vencedor do Grande Prémio do México. O piloto da Red Bull registou o seu terceiro triunfo na Fórmula 1, a sua segunda da temporada e a sua primeira no Autódromo Hermanos Rodríguez. A sua margem para o segundo classificado, Valtteri Bottas, em Mercedes, foi de 19,678s.

 

Apesar de ter terminado num incaracterístico nono, Hamilton conquistou o seu quarto título de Fórmula 1. A sua vantagem de cinquenta e seis pontos no Campeonato de Pilotos é inalcançável nas duas corrias por disputar. Este título coloca Hamilton numa companhia de elite. Junta-se a Vettel e a Alain Prost, com quatro títulos, perseguindo apenas Juan Manuel Fangio (cinco) e Michael Schumacher (sete), o recorde.

 

Com dezoito rondas das vinte corridas do calendário deste ano da Fórmula 1 realizadas, a Haas F1 Team mantém-se no oitavo posto do Campeonato de Construtores com quarenta e sete pontos, estando a apenas a um da sétima classificada e a seis pontos da sexta, a Toro Rosso. A Haas F1 Team detém uma vantagem de vinte e três pontos para a nona classificada, a McLaren. Grosjean é o décimo terceiro no Campeonato de Pilotos, com vinte e oito pontos, e Magnussen está no décimo quarto, com dezanove.

 

A próxima ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Brasil, o penúltimo, que se disputa no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, entre 10 e 12 de Novembro.

 

 

 

Hoje não era o dia. Iniciámos com supermacios e foi difícil seguir quem tinha ultramacios, inicialmente. O contacto com o Fernando (Alonso) danificou o meu carro. Ainda não vi as imagens, portanto, não sei, mas foi na Curva 1 e perdi metade do fundo pelotão. Então estava quase tudo terminado. Tentei apenas manter-me em pista. O Kevin trabalhou bem e estou satisfeito pela equipa. Temos apenas que melhorar um pouco o nosso ritmo de corrida. A próxima pista, Brasil, é uma das que gosto, portanto, espero mais. Vamos esperar ter uma boa corrida e recuperar o lugar à Renault e a Toro Rosso não está longe.”

 

 

 

Foi quase uma vitória. Foi incrível e uma forma fantástica para recompensar toda gente pelo seu trabalho árduo. Foi uma corrida perfeita. Não poderia correr melhor. Facilmente poderíamos desistir, atirar a toalha, ontem – foi um dia muito duro. Ninguém desistiu e todos sabem que não somos a pior equipa, ou deveríamos estar na última linha. Estamos aqui para ganhar pontos, lutar no meio do pelotão e andar nos dez primeiros. Demos o máximo, estou muito orgulhoso da equipa por isso. Vamos continuar a lutar. Não vai ser fácil, sabemos disso, mas vamos continuar a lutar pelo Campeonato de Construtores e vamos tentar divertir-nos até ao fim.”

 

 

 

O que posso dizer? Demos a volta. Esperávamos isto? Não, mas penso que o merecíamos. Todos lutaram arduamente depois do desapontamento dos últimos dois dias. O Kevin fez um trabalho magnífico. Infelizmente para o Romain não deu resultado. Estamos muito felizes pela equipa por termos marcado pontos novamente.”

 

 

 

O décimo nono round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Brasil, que se disputa no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo. Os treinos-livres iniciam-se no dia 10 de Novembro, a qualificação a 11 e a corrida a 12.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.  

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

MEXICAN GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

Os planos iniciais para os motores de F1 a partir de 2021. Há aqui muito boas ideais. E não há tracção total.

F1's 2021 engine plans at a glance

The 2021 power unit to be a 1.6 Litre, V6 Turbo Hybrid

3000rpm higher engine running speed range to improve the sound

Prescriptive internal design parameters to restrict development costs and discourage extreme designs and running conditions

Removal of the MGUH

More powerful MGUK with focus on manual driver deployment in race together with option to save up energy over several laps to give a driver controlled tactical element to racing

Single turbo with dimensional constraints and weight limits

Standard energy store and control electronics
High Level of external prescriptive design to give 'Plug-And-Play' engine/chassis/transmission swap capability

Intention to investigate tighter fuel regulations and limits on number of fuels used

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

MEXICAN GRAND PRIX RACE
 
RED BULL DRIVER MAX VERSTAPPEN WINS MEXICAN GRAND PRIX  WITH A ONE-STOP ULTRASOFT-SUPERSOFT STRATEGY
 
CONTACT BETWEEN LEWIS HAMILTON AND SEBASTIAN VETTEL PUTS  BOTH ONTO AN ALTERNATIVE TWO-STOPPER
 
ALL THREE COMPOUNDS USED DURING THE RACE IN A P ZERO RANGE  THAT WAS ONE STEP SOFTER THAN A YEAR AGO

 


  a524 Copy A thrilling Mexican Grand Prix was won by Red Bull’s Max Verstappen with an expected one-stop strategy, but an early collision between title protagonists Lewis Hamilton (Mercedes) and Sebastian Vettel (Ferrari) forced them both onto different two-stop strategies. After pitting for soft tyres at the end of the opening lap, they both used a virtual safety car halfway through the race to switch on to supersoft (for Hamilton) and ultrasoft (for Vettel). But as Vettel did not finish in the top two, Hamilton could claim his fourth drivers’ title – and his third with Pirelli. Along with Renault’s Carlos Sainz and Force India’s Sergio Perez, Hamilton and Vettel were the only drivers to stop twice. All the other drivers stopped just once, with Ferrari’s Kimi Raikkonen the highest-placed competitor to use the soft (rather than the supersoft) for his second stint.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The collision on the opening lap and the virtual safety car meant that Hamilton and Vettel both had to diverge from the expected one-stop strategy, adding an extra tactical element to this race. Keeping the tyres within the correct operating window was essential, with low degradation, minimal downforce in the thin air, and a slippery surface in Mexico, but Verstappen managed this perfectly to seal a textbook victory. We saw all three compounds used during the race, with teams implementing different strategies to react to the changing circumstances of this fascinating grand prix, and no issues whatsoever from the tyres. Congratulations to Lewis Hamilton for a well-deserved fourth driver’s title, following a stunning season.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
   Raikkonen 1m 20.054s Verstappen 1m 18.892s Vettel 1m 18.785s Vettel 1m 20.698s Bottas 1m 19.374s Perez 1m 19.929s Ocon 1m 20.946s Hamilton 1m 19.945s Grosjean 1m 20.345s
COMPOUND DRIVER LAPS

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

G.P. MEXICO

 

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

 

CPOMENTADOR EUROSPORT

 

 A história de uma corrida que pareceu uma telenovela... mexicana, pois claro!

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOS BASTIDORES

 

  Está tudo tudo dito no tweet.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

#4TheTeam – Lewis Hamilton vence o 4º título da sua carreira no ano em que os Silver Arrows vencem também o seu 4º título consecutivo no Mundial de Construtores

  • Valtteri Bottas terminou ontem o Grande Prémio do México na 2ª posição, o seu melhor resultado no Circuito Hermanos Rodríguez  e o seu 20ª pódio na Fórmula 1;
  • Depois do acidente na primeira volta, Lewis Hamilton terminou a corrida na 9ª posição;
  • Lewis Hamilton (333 pontos) lidera o Mundial de Pilotos por 56 pontos para Sebastian Vettel (277 pontos) quando faltam apenas duas provas para o final da época de 2017;
  • Valtteri Bottas (262 pontos) encontra-se a 15 pontos da segunda posição, com 50 pontos ainda em disputa até ao final da temporada;
  • Depois de ter alcançado o título de Construtores na semana passada, em Austin, Texas, a Mercedes-AMG Petronas Motorsport (595 pontos) lidera por 140 pontos para a Ferrari o Campeonato de Construtores;
  • O resultado de ontem confirmou o pódio Nº 290 para a equipa da Mercedes-Benz na Fórmula 1.a480 Copya481 Copya482 Copya483 Copy

 

HAAS NO G.P.DO MÉXICO

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio do México (Round 18 de 20)

Data:  Sábado, 28 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México

Layout:  4,304 quilómetros, 17 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  19,7-22,2ºC

Temperatura da pista:  43-49,9ºC

Pole-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m16,488s – novo recorde)

Resultado:  Kevin Magnussen qualificou-se em 18º/ Romain Grosjean qualificou-se em 19º

NOTA:  Devido às penalizações de outros pilotos, Magnussen alinhará no 16º lugar e Grosjean no 17º.

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Magnussen:  18º (1m19,443s)

Grosjean:  19º (1m19,473s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m17,518s)

Cutoff:  15º Lance Stroll da Williams (1m18,902s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Piloto mais rápido:  Max Verstappen da Red Bull (1m16,524s)

Cutoff:  10thº Sergio Perez da Force India (1m17,868s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pol-Position:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m16,488s)

Segundo:  Max Verstappen da Red Bull (1m16,574s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 team, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, qualificaram-se em décimo oitavo e décimo lugares, respectivamente, para o Grande Prémio do México, que se realiza este domingo no Autódromo Hermanos Rodríguez. No entanto, com as penalizações sofridas por outros, Magnussen arrancará de décimo sexto e Grosjean de décimo sétimo.

 

As dificuldades de sexta-feira fizeram-se sentir no sábado, tendo nenhum dos pilotos avançado para a Q2. Enquanto procuravam aderência ao longo do circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas, não conseguiram ficar entre os quinze primeiros para passar à Q2.

 

Magnussen registou o décimo oitavo crono, 1m19,443s. Grosjean ficou logo atrás do seu colega de equipa, em décimo nono, 1m19,473s. Ambos os pilotos usaram pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacios.

 

Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, assegurou a pole-position para o Grande Prémio do México. A sua melhor volta, 1m16,488s deixou o segundo classificado, Max Verstappen da Red Bull, a 0,086s, batendo o recorde do Autódromo Hermanos Rodríguez. Foi a quinquagésima pole-position na Fórmula 1 de Vettel, a sua quarta da temporada e primeira no Grande Prémio do México.

 

Antes de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres.

 

Magnussen completou dezanove voltas e registou o décimo quarto crono, 1m19,205s, alcançada na décima sexta volta. Grosjean registou vinte e duas voltas e alcançou o seu tempo na vigésima segunda – 1m19,586s, o que o colocou no décimo sétimo posto.

 

Verstappen foi o mais rápido da terceira sessão, tendo a sua melhor volta, 1m17,112s, deixando o segundo mais rápido, Lewis Hamilton da Mercedes, a 0,075s.

 

 

 

Temos tido um fim-de-semana difícil. Ontem não rodámos nada, portanto, é claro que não temos performance. Tive uma volta de saída muito fraca no final, devido ao muito tráfego, portanto, tinha alguns décimos para ganhar, mas nem isso nos colocaria onde deveríamos estar. Não há desculpas. Temos um motor Ferrari de 2017, que é mais potente que os da Sauber. Temos que trabalhar e temos que encontrar uma forma de tornar o carro mais rápido em circuitos onde temos que usar o máximo de apoio aerodinâmico. Serão setenta e um voltas com uma carro difícil de pilotar. Tudo é possível. Não quero ser demasiado positivo, ao dizer que tudo será fantástico, mas nunca sabemos o que pode acontecer. É um circuito duro e o arrefecimento será um problema para todos. O travões vão oferecer dificuldades. Em Singapura, não era suposto marcarmos pontos e marcámos. Existe sempre esperança, mas será decididamente uma corrida difícil.”

 

 

 

Suspeitávamos que este fim-de-semana era difícil. É evidente que não fomos muito rápidos na qualificação. A pista é o nosso calcanhar de Aquiles. Era esperado, mas ainda assim é desapontante. Temos que dar o máximo. As dificuldades surgem de um conjunto de coisas. Diria que o facto de o ar ser tão rarefeito obriga a que todos tenham que arrefecer o carro muito mais, abrir os sistemas de arrefecimento dos travões, motor, água, tudo. Quando fazemos isso, perdemos e, desta vez, parece ser muito mau. Vamos ver se conseguimos lutar amanhã e, pelo menos, dar o máximo e ver até onde podemos ir. Espero que o nosso ritmo de corrida possa ser um pouco melhor que o de qualificação.”

 

 

 

Terminámos onde temíamos terminar, há alguns dias atrás. Sabíamos que iriamos ter dificuldades com altitude, com o nosso pacote aerodinâmico. Portanto, já esperávamos, mas nunca é fácil de aceitar. Temos apenas que melhorar.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Mexico Grand Prix  – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MEXICAN GRAND PRIX QUALIFYING
 
FERRARI DRIVER SEBASTIAN VETTEL EMERGES ON TOP WITH ULTRASOFT AFTER ONE OF THE CLOSEST QUALIFYING SESSIONS OF THE YEAR 
 
SLIPPERY TRACK AND LACK OF DOWNFORCE AT ALTITUDE IN MEXICO,  BUT POLE IS MORE THAN TWO SECONDS FASTER THAN LAST YEAR
 
WITH LOW DEGRADATION, ONE STOP FROM ULTRASOFT TO SUPERSOFT  IS THE MOST LIKELY RACE STRATEGY
  a469 Copy– Ferrari’s Sebastian Vettel set the fastest time in qualifying at Mexico City with the ultrasoft tyre, beating last year’s pole by more than two seconds and taking his 50th career pole at the same time. Ferrari and Red Bull were the only teams to get through Q1 with the supersoft tyre only (having nominated fewer sets of the ultrasoft than Mercedes). From Q2 onwards, only the ultrasoft was used (except for McLaren’s Stoffel Vandoorne, who used supersoft). Qualifying took place in ambient temperatures peaking at 24 degrees centigrade and 44 degrees on track. Similar conditions are expected for the race tomorrow, where one pit stop is the most likely strategy if degradation remains low. A different tyre strategy was evident also from McLaren’s Fernando Alonso in qualifying, who elected not to take part in Q2 to save tyres for the race despite an impressive Q1, following a grid penalty that will put him towards the back tomorrow.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Although the track had improved since yesterday, grip levels were still generally quite low – with the lack of downforce in the thin air at altitude here – leading to most drivers using ultrasoft to gain the most mechanical grip throughout qualifying. With tyre warm-up being crucial here, we sometimes saw the best performance coming after one or two flying laps in qualifying. With degradation expected to remain low, a one-stopper would appear to be the most likely strategy for the race tomorrow.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      The most popular choice for qualifying: top 10 qualifiers will start on this. Ferrari and Red Bull were the only teams to use this in qualifying, in Q1. Not seen in qualifying.   
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
DRIVER TIME COMPOUND
Verstappen 1m 17.113s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m 17.188s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 17.230s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m 16.488s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 16.574s ULTRASOFT NEW
Hamilton 1m 16.934s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m 16.958s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m 17.238s ULTRASOFT NEW
Ocon 1m 17.437s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m 17.447s ULTRASOFT NEW
Hulkenberg 1m 17.466s ULTRASOFT NEW
Sainz 1m 17.794s ULTRASOFT NEW
Perez 1m 17.807s ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Raikkonen 25
SUPERSOFT Hartley 29
ULTRASOFT Hamilton 38
COMPOUND DRIVER TIME
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
SOFT Ricciardo 1m 18.769s
SUPERSOFT Verstappen 1m 17.630s
ULTRASOFT Vettel 1m 16.488s
The

 

HAAS NO G.P.DO MÉXICO

 

Evento:  1ª e 2ª Sessões de Treinos-Livres

Data:  Sexta-Feira, 27 de Outubro

Local:  Autódromo Hermanos Rodríguez, Cidade do México

Layout:  4,304 quilómetros, 17 curvas

Condições climatéricas na 1ª sessão:  Sol

Temperatura do ar na 1ª sessão:  16-19,8ºC

Temperatura da pista na 1ª sessão:  27,7-37ºC

Condições climatéricas na 2ª sessão:  Sol

Temperatura do ar na 2ª sessão:  22,2-25ºC

Temperatura da pista na 2ª sessão:  45,3-48ºC

Pilotos:  Romain Grosjean, Kevin Magnussen e Antonio Giovinazzi

 

 

 

Magnussen:  13º (1m20,644s), 16 voltas

Giovinazzi:  15º (1m21,269s), 26 voltas

Piloto mais rápido:  Valtteri Bottas da Mercedes (1m17,824s)

Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Mercedes (42)

 

 

 

Magnussen:  17º (1m20,318s), 35 voltas

Grosjean:  20º (1m25,526s), 3 voltas

Piloto mais rápido:  Daniel Ricciardo da Red Bull (1m17,801s)

Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Mercedes (43)

 

 

 

O antepenúltimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 começou com os treinos-livres de sexta-feira no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México, para que as equipas preparem o Grande Prémio do México, que se realiza no domingo.

 

A duas sessões de noventa minutos no circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas foram realizadas com sol e temperaturas confortáveis, tendo o António Giovinazzi tomado parte na equipa, juntando-se a Romain Grosjean e Kevin Magnussen.

 

Giovinazzi, o terceiro piloto da Scuderia Ferrari, assumiu o volante do Haas VF-17 na primeira sessão pela quinta vez esta temporada. O jovem de vinte e três anos de Martina Franca, Itália, tomou o lugar de Grosjean, que cedeu o seu lugar para que Giovinazzi pudesse ganhar mais alguma experiência de Fórmula 1.

 

Giovinazzi completou vinte e seis voltas, tendo o melhor crono, 1m21,269s, surgido na sua décima nona passagem pela meta, o que deixou no décimo quinto lugar. Giovinazzi completou dezoito voltas com pneus Pirelli P Zero Amarelo/Macio, para depois montar supermacios para a restante sessão.

 

O carro pilotado por Giovinazzi estava equipado com o anterior pacote aerodinâmico da Haas F1 Team para realizar uma comparação mais efectiva com o novo pacote aerodinâmico, estreado na semana passada no Grande Prémio dos Estados Unidos da América, no Circuito of the Americas, em Austin, Texas. O novo pacote inclui derivas laterais mais intricadas, concebido para canalizar o ar “sujo” dos pneus em redor da zona inferior dos pontões laterais.

 

O Haas VF-17 de Magnussen estava equipado com o novo pacote aerodinâmico, mas pôde apenas completar dezasseis voltas na primeira sessão devido a uma fuga de água. O seu melhor tempo, 1m20,644s, surgiu na sua última volta e colocou-o no décimo terceiro posto. Magnussen rodou exclusivamente com pneus supermacios.

 

Valtteri Bottas, Mercedes, foi o mais rápido na primeira sessão, tendo a sua melhor volta, 1m17,824s, deixado o segundo mais rápido, o seu colega de equipa, Lewis Hamilton, a 0,466s. Assinou igualmente um novo recorde para o Autódromo Hermano Rodríguez, com uma volta a melhorar o anterior recorde, 1m18,704s assinado por Hamilton durante a Q3 da qualificação do Grande Prémio do México do ano passado.

 

Grosjean regressou ao seu Haas VF-17 na segunda sessão, mas durou pouco o seu regresso. Quando acelerava da curva final, a Peraltada, realizava apensas a sua segunda lançada, a traseira escapou-lhe, enviando-o para um pião. Grosjean realizou um trabalho fantástico para evitar o muro e pôde regressar à pista para entrar na sua boxe. No entanto, a caminho das boxes, com os pneus completamente quadrados, o traseiro/esquerdo perdeu diversos componentes, danificando o fundo plano e a asa traseira. Isto causou uma longa reparação e Grosjean não pôde regressar à pista.

 

Magnussen, por seu lado, melhorou a sua marca matinal em 0,326s, assinando o crono de 1m20,318s, quando completava a sua décima quarta volta, estava então a usar pneus ultramacios. Terminou a sessão no décimo sétimo lugar, com trinta e cinco voltas realizadas. As primeiras nove foram efectuadas com pneus supermacios, realizando uma série de vinte e uma voltas com ultramacios, antes de regressar aos supermacios nos momentos finais.

 

No topo da tabela de tempos da segunda sessão ficou Daniel Ricciardo. A sua melhor marca, 1m17,801s, deixou Hamilton, o segundo mais rápido, a 0,131s, e bateu o recorde que Bottas tinha assinado na primeira sessão por 0,023s.

 

Entre as duas sessões, a Haas F1 Team completou um total de oitenta voltas – cinquenta e uma voltas através de Magnussen, vinte e seis por Giovinazzi e três por Grosjean.

 

 

 

O carro estava com muita frente, na volta que fiz. Estava mesmo com dificuldades na traseira. Inicialmente, não sabia o que estava a acontecer – se tínhamos muito apoio aerodinâmico ou não tínhamos o equilíbrio certo. Entrei em pião sem contar e, depois, vi o pneu desintegrar-se. Não sei o que nasceu primeiro, a galinha ou o ovo, mas a primeira volta foi muito estranha. Temos que completar algumas voltas amanhã, mas nunca poderemos fazer uma série longa de voltas. É evidente que damos um  tiro no pé quando temos uma sexta-feira em que não rodamos na primeira e segunda sessões. Mas vamos dar o nosso melhor amanhã. Penso que temos dois jogos de pneus novos de ultramacios para preparar a qualificação na terceira sessão. Daí para a frente, temos que tentar perceber o que necessitamos para a corrida.”

 

 

 

Olhando positivamente, completámos o programa e fizemos tudo o que tínhamos para fazer hoje. Obviamente que temos ainda muita performance para encontrar e muito trabalho para fazer, mas vamos analisar os dados esta noite.”

 

 

 

Foi uma boa sessão com muitas voltas, o que era o objectivo. Realizámos uma boa série de voltas com pneus macios, antes de montar pneus supermacios. Completei muitas voltas, e aprendemos muito. Foi bom para sentir o carro e aprender a pista. A pista esteve sempre suja ao longo da sessão e rodei nos dez primeiros minutos, quando estava verdadeiramente suja, quase como se fosse um circuito citadino. Depois foi melhorando. Estou muito satisfeito com a minha sessão e estou ansioso por regressar no Brasil.”

 

 

 

É evidente que tivemos um dia longo e duro. O nosso único foco agora é ter tudo pronto para amanhã. Aprendemos muitas coisas e temos que manter o nosso foco. Planeamos fazer melhor amanhã. Nada é garantido, mas vamos dar o nosso melhor.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (10h00-11h00) antes do início da qualificação, às 13h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os quinze mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

  1. Já são cinquenta pole-postion, para o piloto alemão Vettel,  numa grande volta, a acabar com uma espécie de malapata mexicana da Ferrari. Verstappen vai ter que esperar, uma vez mais, para bater o recorde do alemão como o mais jovem de sempre na pole-position.
    Aos Mercedes, nem a chave de parafusos chegou! Já Ocon não precisou de chave alguma...
    Quanto à corrida de amanhã pode ser “apenas” a melhor do ano!

 

BERNIE ECLESTONE DEU UM AR DE SUA GRAÇA

BERNIE ECLESTONE DEU "AR DE SUA GRAÇA "

 

 O ex "homem forte" da Fórmula 1, o ingles Bernie Eclestone, finalmente abriu a boca, depois da sua saida, tudo isso publicado na edição de ontem no La Repubblica. Tem partes “animadas”! E é uma boa maneira de comemorar os 87 anos cumpridos ontem.

 

 

 

HAAS NO G.P.DO MÉXICO

 

A Altitude é Tudo no Grande Prémio do México

Envolvida numa Densa Batalha pelo Meio do Pelotão, a Haas F1 Team segue para o Ar Rarefeito da Cidade do México

 

– Depois de ter competido no fim-de-semana passado em solo pátrio, ao disputar o Grande Prémio do Estados Unidos da América em Austin, Texas, a Haas F1 Team atravessa agora a fronteira sul para tomar parte no Grande Prémio do México, que se realiza no domingo no Autódromo Hermanos Rodriguez, na Cidade do México.

 

O circuito de 4,304 quilómetros e dezassete curvas albergou pela primeira vez a Fórmula 1 em 1963, mas para poder regressar à Fórmula 1 em 2015, teve que ser reactualizado. O conhecido designer de pistas Hermann Tilke assinou o novo layout, que manteve o carácter original do circuito. Toda a pista foi reasfaltada, foram construídas novas boxes, um novo paddock e bancadas para os espectadores. A alterações mais notadas relativamente ao antigo layout verificam-se na sequência de curvas 1, 2 e 3, assim como no complexo de curvas que atravessam o Estádio de Baseball Foro Sol, que foi construído no interior da dantesca curva Peraltada, que é a derradeira curva da pista.

 

O novo asfalto tornou a superfície muito escorregadia em 2015, e mesmo com um ano de idade, manteve a sua pouca aderência em 2016. Mesmo após três anos, pilotos e equipas esperam que a aderência seja diminuta.

 

A 2200 metros de altitude, o ar rarefeito significa que os carros têm menos apoio aerodinâmico. Os motores, particularmente as unidades turbo, têm que trabalhar bastante para produzir a mesma potência. Para compensar isto, as equipas adoptam pacotes que produzem mais apoio aerodinâmico do que adoptariam em pistas como Monza ou Baku. Mas com as velocidades máximas do Grande Prémio do México do ano passado a alcançarem os 372 Km/h, as equipas terão que encontrar um compromisso entre a velocidade de ponta para as rectas e o apoio aerodinâmico necessário para empurrar o carro contra ao chão nas curvas da pista.

 

O arrefecimento será outra dificuldade esperada pelas equipas durante o Grande Prémio do México. O ar rarefeito significa que o turbo tem que girar a velocidades mais elevadas para injectar mais oxigénio no motor e, com os travões a serem usados em vinte e cinco porcento da duração da corrida, setenta uma voltas, mantê-los na temperatura correcta é outra dificuldade.

 

A Haas F1 Team está à altura do desafio, com os seus pilotos, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, desejosos de regressar aos pontos apesar do ultra-competitivo meio do pelotão. A equipa americana está no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com quarenta e três pontos, a cinco pontos da sétima classificada, a Renault, e a dez da sexta, a Toro Rosso, tendo ainda uma vantagem de vinte pontos para a nona, a McLaren.

 

Com três corridas por disputar no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, a batalha do meio do pelotão continua dura. Os pontos são desejados por todos, mas com as super-equipas, como a Mercedes, Ferrari e Red Bull a monopolizarem os seis primeiros lugares, habitualmente, dos dez que dão pontos, as restantes sete lutam ferozmente pelas restantes quatro posições e pelos valiosos pontos que vêm com elas.

 

Sem ter conseguido pontos no Circuit of the Americas, depois de ter somado pontos com ambos os carros no Grande Prémio do Japão, a Haas F1 Team procura elevar-se no Campeonato de Construtores com uma boa performance na elevada altitude da Cidade do México.

Autódromo Hermanos Rodríguez

 

Perímetro: 4,304 km

Voltas: 71

Distância de corrida: 305.354 km

Transmissão: Sport TV5 – 18h00

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

A Cidade do México é o próximo destino do calendário da Fórmula 1, mas a equipa recebeu uma recepção calorosa na sua corrida caseira, no Circuit of the Americas. Fale-nos da atenção de que a Haas F1 Team foi alvo da parte dos adeptos e dos media.

“Para mim, pessoalmente, foi o fim-de-semana mais ocupado de todo o ano. É evidente que as pessoas queriam falar connosco. Fiquei espantado ao perceber o número de pessoas que estava na Colina Haas e o quão apaixonados se mostraram. É simpático ver as pessoas com o nosso merchandising, a usar bonés da Haas. Sabemos que nos apoiam. Deram-nos umas boas-vindas muito calorosas. Muito mais que no ano passado, dado que as pessoas estão a habituar-se a nós. Somos ainda uma equipa pequena, mas estamos a lutar com todas as nossas forças. Penso que conquistámos o nosso espaço. Espero que os fãs americanos nos apoiem ainda mais no futuro.”

 

Foi um fim-de-semana atarefado no Circuit of the Americas. Que balanço faz?

“Não me incomoda que seja atarefado. É para isso que aqui estamos. Temos bons funcionários na Haas F1 Team e confio neles completamente. Posso aparecer mais em público, para os adeptos e para os media. O meu trabalho muda dependendo de onde estamos. Estar ocupado não me incomoda.”

 

Verificámos que a Renault deu um passo em frente no Circuit of the Americas. Enquanto a Mercedes conquistou definitivamente o Campeonato de Construtores, a batalha do meio do pelotão será dura até à última volta da última corrida. Parece-lhe que nestas três últimas corridas que faltam haverá ainda mais competitividade no meio do pelotão?

“Dificilmente ficará mais fácil, especialmente para nós, dado que as equipas grandes como a Renault, evoluíram mais que nós nas últimas corridas. São altos e baixos, é impossível prever o que está a acontecer. Quem poderia adivinhar que terminaríamos em oitavo e nono no Japão? Ninguém admitira que chegaríamos lá por mérito. Tudo pode acontecer no meio do pelotão e espero que possamos aproveitar as oportunidades.”

 

A altitude da Cidade do México afecta muito o carro, do ponto de vista da performance do motor, dos travões e da aerodinâmica?

“Muito. É muito diferente de tudo o resto. Temos que usar o máximo de apoio aerodinâmico – colocamos tudo o que temos, dado que o ar é muito rarefeito. O arrefecimento – nunca é de mais nesta altitude. É diferente, mas sabemos que temos que nos adaptar.”

 

A aderência era pouca no Autódromo Hermanos Rodriguez em 2015 e manteve-se assim no ano passado. O que foi que fizeram para compensar a falta de aderência?

“Tentamos sempre ter o máximo de apoio aerodinâmico. Tem sido um circuito que nos é favorável. Não estamos receosos, mas será um grande desafio.”

 

Encontrar aderência significa colocar os pneus na janela de funcionamento correcta. Com dezassete corridas realizadas esta temporada, já descobriram os truques para colocar um determinado composto de pneus na sua janela de funcionamento? Se sim, de que forma os mantêm lá?

“É um algo em movimento. Nunca sabemos, existem tantos factores relativos à pista que afecta a forma de funcionamento dos pneus. Todos os fins-de-semana somos surpreendidos.”

 

Explique o que fazem aos pneus durante a qualificação para que estes fiquem na sua janela de funcionamento e possam extrair deles o máximo de performance possível durante uma volta.

“O que tentamos fazer é colocar os pneus na temperatura que pretendemos para quando cruzamos a linha de meta. No início da volta, na Curva 1, estamos já na temperatura correcta e não devemos estar com os pneus demasiado quentes na última. Todas as pistas são diferentes e todos os dias são distintos devido à temperatura. É uma tarefa muito complicada e é muito difícil fazê-lo de uma forma matemática. Envolve também muito da sensação do piloto – o que é melhor fazer. Depois o tráfego entra na equação, por vezes, queremos alcançar um objectivo, mas não podemos devido ao tráfego e não conseguimos atingir as temperaturas certas. É uma tarefa muito complicada, mas é a mesma para todos. Exige muito planeamento e muita gestão.”

 

Quando o Grande Prémio do México regressou, em 2015, a Haas F1 Team não estava ainda a competir, mas você esteve presente. Pode descrever a atmosfera?

“Foi fantástico. Havia muita gente e todas as bancadas estavam esgotadas. Foi-me dito que tiveram que construir mais bancadas para alcançar a procura de bilhetes. É um evento fantástico e isso é o que é fabuloso na Fórmula 1. Ainda temos dezenas de milhar de pessoas a deslocarem-se a um evento, algo que é muito difícil nos dias que correm. Espero que o mesmo suceda este ano.” 

 

 

 

A altitude da Cidade do México afecta muito o carro, do ponto de vista da performance do motor, dos travões e da aerodinâmica?

“O arrefecimento dos travões é uma dificuldade devido à densidade do ar. Temos também pouco apoio aerodinâmico devido à altitude. Penso que o principal para nós é a perda de apoio aerodinâmico. O maior desafio para o carro é o arrefecimento.”

 

A altitude da Cidade do México afecta-te fisicamente, sobretudo durante a corrida?

“Nos anos anteriores tudo correu bem, mas com estes novos carros, e se a pista tiver mais borracha, pode ser mais duro.”

 

A aderência era pouca no Autódromo Hermanos Rodriguez em 2015 e manteve-se assim no ano passado. O que foi que fizeram para compensar a falta de aderência?

“Encontrar a melhor afinação e encontrar a melhor forma de colocar os pneus a funcionar correctamente, é sempre um desafio.”

 

Com o maior apoio aerodinâmico proporcionado pela actual geração de carros, esperas que a aderência seja menos importante que na corrida do ano passado?

“Não, penso que será sempre o mesmo, dado que é determinante para termos uma boa performance. Quando mais aderência, melhor. Penso que, mesmo com mais apoio aerodinâmico, vamos ainda perder a mesma quantidade do ano passado percentualmente, quando comparado a uma pista normal. Será muito escorregadio.”

 

Encontrar aderência significa colocar os pneus na janela de funcionamento correcta. Com dezassete corridas realizadas esta temporada, já descobriram os truques para colocar um determinado composto de pneus na sua janela de funcionamento? Se sim, de que forma os mantêm lá?

“Penso que esse é ainda o nosso calcanhar de Aquiles. Estamos ainda a ter algumas dificuldades em colocar os pneus na janela correcta. Isso vem com experiência e com o tempo. Estamos melhor. Estamos a trabalhar arduamente para encontrar as respostas correctas. Por vezes é duro, ainda não as temos todas. Em algumas ocasiões temos, o que é fantástico, mas noutras não. Temos que ir para a pista e ver o que acontece e tentar dar o máximo.”

 

Expliqua o que fazem aos pneus durante a qualificação para que estes fiquem na sua janela de funcionamento e possam extrair deles o máximo de performance possível durante uma volta.

“Depende muito do circuito. E alguns circuitos precisamos de uma volta de saída lenta para não colocar muita temperatura nos pneus. Em outros circuitos temos de ir ao limite para gerar temperatura e aderência. Muda de circuito para circuito. Temos que esperar para ver.”

 

Depois de vinte e dois anos de ausência, a Fórmula 1 regressou o ano passado ao México. Como foi a atmosfera da corrida de 2015?

“Foi uma grande atmosfera. Durante o desfile dos pilotos. Não me parece que alguma vez tenha visto uma multidão tão grande como a que vi na secção do estádio. Foi uma corrida fantástica com muitos fãs.”

 

A secção do estádio parece ser a zona do Autódromo Hermanos Rodríguez mais falada devido ao seu alcance. Como foi atravessar a área com todos os adeptos presentes durante o desfile de pilotos e como foi depois passar por lá a alta velocidade durante a corrida?

“Durante a corrida, infelizmente, não temos a oportunidade de olhar para os adeptos. Mas na volta de agradecimento, depois da bandeirada de xadrez, temos a possibilidade de ver aquela gente toda. O pódio, que foi feito lá, oferece uma grande imagem. Do lado de fora é fantástico.”

 

Qual é a tua zona preferida do Autódromo Hermanos Rodríguez?

“Gosto das três primeiras curvas. São fantásticas.”

 

Descreve uma volta ao Autódromo Hermanos Rodríguez.

“Temos uma longa recta a caminha da Curva 1, que tem uma grande travagem, uma direita de noventa graus, seguida de uma pequena chicane. É muito importante fazer bem a segunda parte, dado que temos outra longa recta. Então temos uma esquerda de noventa graus, seguida por uma direita de noventa graus. Segue-se uma uma esquisita dupla direita. É muito difícil de encontrar a trajectória. Depois vamos para o miolo, que é muito fluido, com curvas à direita e à esquerda de velocidade média/elevada. Temos então a entrada no estádio – grande travagem, muito complicada, com o muro de frente para nós. Depois temos um gancho muito lento no estádio, tão lento como o do Mónaco. Finalmente, temos uma dupla direita, onde a tracção é muito importante para irmos para a zona da antiga oval para terminarmos a volta.”

 

 

 

 

 

 

A altitude da Cidade do México afecta muito o carro, do ponto de vista da performance do motor, dos travões e da aerodinâmica?

“Tem um grande efeito em tudo isso. É umas das corridas mais complicadas que temos e é preciso realizar muitos compromissos para manter o carro fresco e ter apoio aerodinâmico.”

 

A altitude da Cidade do México afecta-te fisicamente, sobretudo durante a corrida?

“Não noto nada em particular. Podemos sentir que o ar é mais rarefeito, que temos que respirar um pouco mais, mas habituamo-nos.”

 

A aderência era pouca no Autódromo Hermanos Rodriguez em 2015 e manteve-se assim no ano passado. O que foi que fizeram para compensar a falta de aderência?

“Precisamos de um pouco mais de apoio aerodinâmico. O ar é rarefeito, perdemos apoio aerodinâmico. É muito complicado. Podemos ver o efeito na velocidade de ponta. Como o ar é muito rarefeito, não temos tanto arrasto ao longo da recta da meta. As velocidades de ponta são muito elevadas.”

 

Com o maior apoio aerodinâmico proporcionado pela actual geração de carros, esperas que a aderência seja menos importante que na corrida do ano passado?

“Teremos mais aderência e mais apoio aerodinâmico, mas será ainda uma corrida com pouca aderência.”

 

Depois de vinte e dois anos de ausência, a Fórmula 1 regressou o ano passado ao México. Como foi a atmosfera da corrida de 2015?

“A atmosfera é fantástica. Temos a zona interior – a parte do estádio – que está sempre cheia. Os mexicanos estão mesmo envolvidos no evento. É uma grande atmosfera.”

 

A secção do estádio parece ser a zona do Autódromo Hermanos Rodríguez mais falada devido ao seu alcance. Como foi atravessar a área com todos os adeptos presentes durante o desfile de pilotos e como foi depois passar por lá a alta velocidade durante a corrida?

“No desfile dos pilotos nota-se, seguramente. Os adeptos são muito apaixonados.”

 

Qual é a tua zona preferida do Autódromo Hermanos Rodríguez?

“Diria a secção do estádio.”

 

Descreve uma volta ao Autódromo Hermanos Rodríguez.

“Rápido, com pouca aderência e difícil.”

 

 

 

 

Autódromo Hermanos Rodríguez

  • Número de voltas: 71 
  • Distância de corrida: 305,354 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 4,304 quilómetros e 17 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1963, recebendo este ano o seu 17º Grande Prémio.
  • Nico Rosberg detém o recorde da volta ao Autódromo Hermanos Rodríguez (1m20,521s,) realizada em 2015 ao serviço da Mercedes.
  • Lewis Hamilton detém o recorde da volta em qualificação ao Autódromo Hermanos Rodríguez (1m18,704s), realizada em 2016 durante a Q3 ao serviço da Mercedes.
  • O México e o Autódromo Hermanos Rodriguez marcaram presença no calendário da Fórmula 1 em três períodos distintos. O primeiro estendeu-se ao longo de oito anos, entre 1963-1970, assistindo-se posteriormente a um hiato de quinze anos. A competição regressou em 1986, mantendo-se até 1992. Vinte e dois anos passaram até que a Fórmula 1 voltasse ao México, com a edição do ano passado do Grande Prémio do México, que reuniu uma mole humana impressionante, estimada em 240000 mil pessoas. Para preparar-se para o mais recente regresso da Fórmula 1, a pista foi submetida a uma profunda renovação. O conhecido designer de pistas Hermann Tilke assinou o novo layout, que seguiu as características do traçado original. Toda a pista foi reasfaltada, foram construídas novas boxes, um novo paddock e bancadas para espectadores. As alterações mais visíveis relativamente ao antigo traçado foi a sequência de curvas da 1 e à 3, para além do conjunto de curvas que atravessam o estádio de baseball Foro Sol, que foi construído no interior da famosa e desafiante curva Peraltada, a última curva do circuito.
  • Sabia que o Grande Prémio do México foi realizado por dezasseis vezes, todas eles tiveram como palco o Autódromo Hermanos Rodríguez. No entanto, quando o México albergou o primeiro Grande Prémio, em 1963, a pista era conhecida como Magdalena Mixhuca. Foi rebaptizada em honra do herói local e estrela da Ferrari, Ricardo Rodríguez, e do seu irmão, Pedro, que venceu dois Grandes Prémios numa carreira que o viu disputar cinquenta e quatro Grandes Prémios entre 1963 e 1971. O Ricardo morreu durante uma corrida em Magadalena Mixhuca e o Pedro faleceu numa corrida de carros de desporto realizada em Norisring, Alemanha.
  • Sabia que o Autódromo Hermanos Rodríguez é um dos quatro locais visitados pela Fórmula 1 que tem laços com os Jogos Olímpicos, uma vez que a pista foi a base de diversos eventos durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1968. O Circuit de Barcelona – Catalunya, que alberga o Grande Prémio de Espanha, foi o local do início e da meta de provas de ciclismo durante os Jogos Olímpicos de Barcelona 1992. Sochi, onde se realiza o Grande Prémio da Rússia, albergou os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi 2014. Finalmente, a recta das traseiras do Circuit Gilles Villeneuve, em Montreal, tem ao seu largo a pista de remo usada durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1976.
  • Durante o Grande Prémio do México, as temperaturas mínimas rondarão os 10ºC/12ºC e a máxima os 23ºC/24ºC. A humidade relativa estará entre os 32% e os 86%. A velocidade do vento típica variará entre os 0Km/h/26Km/h, raramente excedendo os 37Km/h.

 

  • A Pirelli para o Autódromo Hermanos Rodriguez  os seguintes compostos:
    • P Zero Amarelo/Macio pouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
    • P Zero Vermelho/Supermacio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
    • P Zero Roxo/Ultramacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar.(Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois pneus de especificação obrigatória  para a corrida (um de P Zero Amarelo/Macio e outro P Zero Vermelho/Supermacio) e um obrigatória para a Q3 (um P Zero Roxo/Ultramacio).
  • Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:
    • Grosjean: dois jogos de P Zero Amarelo/Macio, três jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e oito jogos de P Zero Roxo/Ultramacio
    • Magnussen: um jogos de P Zero Amarelo/Macio, quatro jogos de P Zero Vermelho/Supermacio e oito jogos de P Zero Roxo/Ultamacio

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

SEGUNDO JOÃO CARLOS COSTA

 

COMENTADOR EUROSPORT

 

O AMBIENTE DE FESTA  - INSÓLITO
Após o final do Grande Prémio dos Estados Unidos teve um episódio francamente caricato: um espectador tentou levar uma asa dianteira de um Mercedes. Achou que daria uma bela peça de decoração, mas infelizmente (para ele) o “rato” do Paddock foi travado pelos mecânicos da... Red Bull. Uma coisa é certa - o tipo já devia ter bebido muita Bud e não Lite! 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

Brendon Hartley muda de número para o GP do México. Deixa de ser o 39 (que era o de piloto de reserva da Toro Rosso) e passa para o 28.

 

INDYCARS ENSAIAM SEGURANÇA

INDYCARS ENSAIAM SEGURANÇA

 

 

 Os Indycars , a Fórmula 1 norte-americana, descartam Halo e pensam em Aeroscreen. sempre a tentarem dar um passo à frente

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

 

COMENTADOR EUROSPORT

 

 

 Sucedeu.Não É todos os dias que se vê isto: um F1 numa (tri)oval. Hamilton andou a passear um Mercedes W07 de 2016 na pista de Pocono antes do G.P. dos EUA. Objectivo: filmagens. Não se sabe se deu uma volta completa.

 

MUDANÇAS NA FÓRMULA E

MUDANÇAS NA FÓRMULA E

 

 Ontem foi a confirmaçãoda entrada da Nissan na Fórmula E para a temporada 2018/2019.Em contrapartida, é a saída já anunciada da Renault da Fórmula E, os boss são os mesmos, o que muda é apenas o nome.....

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

NOS BASTIDORES

 

 

 

 O "homem forte " Christian Horner diz que a Red Bull escolherá motor de 2019 entre a Primavera e o Verão do próximo ano. Entretanto, Kvyat deixou de estar na contas da Red Bull para a F1.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MEXICAN GRAND PRIX PREVIEW Round 18 of 20 Mexico City, 27-29 October 2017
  – Like the United States Grand Prix that has just taken place, the tyres brought to Mexico will be the P Zero Yellow soft, P Zero Red supersoft and P Zero Purple ultrasoft (which reverts to its usual colour after turning pink in Austin!). The Autódromo Hermanos Rodríguez, named after Mexico’s famous racing brothers, is one of the quickest tracks of the year, and – as has been the case on a few occasions already this season – it’s the first time that the ultrasoft has been nominated there. With the race only returning to the calendar two years ago, expect to see more lap records broken this weekend.
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 Surface is quite smooth and slippery, reducing tyre wear and degradation despite the high speeds (372kph was seen in 2016).  Weather can be a question mark in Mexico City at this time of year: anything is possible.  As well as the fast corners, there is also a well-known slow and technical stadium section: an interesting mix of old and new.  Most drivers went for one stop last year, including the winner, Lewis Hamilton.  Pit lane is the longest of the year, increasing the stop time and so influencing strategy.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “In Mexico, we again maintain our principle of bringing softer compounds than last year whenever possible, in the pursuit of increased performance and more exciting races. This is actually the second consecutive year that we are bringing a new tyre to Mexico, as last year the supersoft was nominated there for the first time. Only two races have been run on the current version of the track before, so it’s not one of the venues that the teams are most familiar with. This means that there will be some learning to do with the ultrasoft in particular during free practice”.
 
 
 
 
 
WHAT’S NEW?     The ultrasoft tyre comes to Mexico City for the very first time and has proved very popular: many drivers have selected the maximum number of 10 sets.  Following the support for Susan G.Komen® foundation in the United States, the charitable focus this weekend will be on the victims of the Mexico City earthquake earlier this year.  Italy’s Paolo Andreucci recently clinched a remarkable 10th Italian Rally Championship title, using Pirelli tyres on his Peugeot Italia 208 T16.
 
AUTÓDROMO HERMANOS RODRÍGUEZ MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
21.0 psi (front) – 19.5 psi (rear)
 
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-3.50° (front) | -2.00° (rear)
 
 
THE TYRES NOMINATED THIS SEASON
 
 
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain      Hungary 

MEXICAN GRAND PRIX PREVIEW

 

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   

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

UNITED STATES GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

UNITED STATES GRAND PRIX RACE
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON WINS WITH A ONE-STOP STRATEGY. FERRARI’S SEBASTIAN VETTEL FINISHES SECOND WITH A TWO STOPPER
 
ALTERNATIVE TWO-STOP STRATEGY BOOSTS RED BULL’S MAX VERSTAPPEN, WHO FINISHES FOURTH AFTER STARTING NEAR THE BACK OF THE GRID
 
SOFT TYRE – THE HARDEST COMPOUND NOMINATED – IS A CRUCIAL INGREDIENT FOR THE RACE, AND ALLOWS MANY DIFFERENT STRATEGIES
 
a400 Copy– Mercedes driver Lewis Hamilton won the United States Grand Prix on a one-stop strategy, while Ferrari’s Sebastian Vettel used a two-stop strategy and kept the championship battle alive after finishing second.  Despite higher degradation than yesterday and warm track temperatures close to 40 degrees, most drivers finished the race with a one-stop ultrasoft-soft strategy. However, some drivers chose alternative strategies: notably Vettel, and Red Bull’s Max Verstappen, who started from 16th on the grid with the supersoft tyre. The Dutchman also stopped twice, switching to the soft compound and then the supersoft, to finally claim a podium place on the final lap, before losing it due to a penalty.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “With quite warm track and air temperatures during the race, this was another set of parameters for the drivers to get used to after an inconsistent weekend in terms of track conditions. Nonetheless, the one-stop strategy came into play with the soft tyre, even though there wasn’t a lot of running on this compound in free practice. Strategy was crucial to this grand prix, with the teams having to react to changing circumstances and read the track as well as rivals’ tactics as they saw them, adapting their strategies appropriately. This was exemplified by Max Verstappen and Sebastian Vettel, who were both extremely quick in the closing stages of the race after a bold call on final pit stops. Finally, on behalf of all of us, congratulations to Mercedes for another constructors’ title.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
   Verstappen 1m 38.523s Vettel 1m 37.766s Bottas 1m 37.767s Hamilton 1m 38.776s Verstappen 1m 38.060s Magnussen 1m 37.893s Raikkonen 1m 38.809s Hartley 1m 39.979s Stroll 1m 39.666s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Magnussen 48
SUPERSOFT Massa 29
 
 
 
 
 
 
TRUTHOMETER While two stops were predicted as theoretically the quickest strategy, we also said that a one-stopper could be interesting. Hamilton made his sole stop on lap 19 (after Vettel’s first stop), adopting the same tyre choice, and emerged effectively in the lead of the race, having started from pole.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 United States Grand Prix  – Sets available for the race – Infographics

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RENAULT ABANDONA FÓRMULA E

 

A Renault retira-se da Fórmula E no final da quarta época

 

    A Renault irá abandonar a Fórmula E no final da quarta temporada, para concentrar recursos  nos seus ambiciosos objetivos na Fórmula 1.

 

 

    A Renault e a Nissan vão trabalhar, em conjunto, para assegurar uma transição fácil, capitalizando sobre o know-how e os desenvolvimentos já existentes.

 

A Renault confirma, hoje, a sua retirada da Fórmula E no final da quarta época, em julho de 2018. A equipa Renault e.dams conquistou, em 2017, o terceiro campeonato consecutivo de FE e prepara-se para iniciar a quarta época na disciplina.

 

 

HAAS NO G.P.ESTADOS UNIDOS

 

Evento:  Grande Prémio dos Estados Unidos da América (Round 17 de 20)

Data:  Domingo, 22 de Outubro

Local:  Circuit of the Americas em Austin, Texas

Layout:  5,513 quilómetro, 20 curvas

Condições climatéricas:  Sol

Temperatura do ar:  24,7-26,5ºC

Temperatura da pista:  34,2-36,8ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

Haas F1 Team:  

●  Romain Grosjean – Arrancou de 12º, terminou em  14º (completou 55/56 voltas)

●  Kevin Magnussen – Arrancou de 17º,  terminou em 16º (completou 55/56 voltas)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, terminaram em décimo quarto e décimo sexto, respectivamente, o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, que se realizou este domingo no Circuit of the Americas em Austin, Texas.

 

O duo realizou uma prestação tenaz na corrida caseira da equipa, não sendo o resultado indicativo do esforço.

 

Grosjean arrancou do décimo segundo posto e chegou a estar no nono lugar nas voltas quinze e dezasseis. Magnussen arrancou de décimo sétimo e também subiu na classificação, chegando a rodar no décimo primeiro lugar nas voltas trinta e trinta e um.

 

Ambos os pilotos adoptaram uma estratégia de apenas uma paragem, apesar de Magnussen ter entrado nas boxes muito mais cedo do que o planeado. Sofreu um furo no pneu dianteiro/esquerdo na primeira volta, depois de um contacto com Pascal Wehrlein. Obrigado a entrar nas boxes, Magnussen trocou os pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacios por macios. Com apenas uma volta de supermacios, Magnussen tentaria que os macios aguentassem as restantes cinquenta e cinco voltas.

 

Grosjean realizou a sua paragem nas boxes planeada na décima sexta volta, trocando os seus supermacios por macios.

 

As paragens nas boxes bem executadas, combinadas com os problemas de outros pilotos, permitiram a Grosjean e a Magnussen ganhar posições. Grosjean entrou nos dez primeiros na décima quinta volta e Magnussen recuperou de vigésimo, depois das sua paragem nas boxes madrugadora.

 

A estratégia permitiu que ambos os pilotos ganhassem tantas posições que tiveram que usar toda a performance dos pneus. Com ainda dezassete voltas por realizar, era claro que os pneus estavam a desaparecer.

 

O piloto da Williams apanhou Felipe Massa apanhou Grosjean na trigésima nona volta e roubou-lhe o décimo lugar. Magnussen, por seu lado, caía para décimo terceiro.

 

Sete voltas mais tarde e, com os lideres perto de si, Magnussen entrou em pião devido a um toque do Sauber de Marcus Ericsson, na Curva 12. O incidente levou Magnussen para o décimo sexto posto e sem ninguém que o pudesse ultrapassar, parou para um novo jogo de pneus supermacios que o levaria até à bandeirada de xadrez.

 

Apesar de o final da corrida estar ainda longe, os pneus de Grosjean estavam mortos. Caiu para décimo quarto nas voltas finais, posição em que concluiu a corrida.

 

Lewis Hamilton, que arrancou da pole-position, venceu o Grande Prémio dos Estados Unidos. O piloto da Mercedes registou a sexagésima segunda vitória da sua carreira de Fórmula 1, a sua nona da temporada e a segunda consecutiva. Foi a sua quinta no COTA. Hamilton venceu todos os Grandes Prémios dos Estados Unidos da América no COTA excepto o de 2013, quando Sebastian Vettel se impôs ao serviço da Red Bull. Hamilton deixou Vettel a 10,143s, que agora pilota para a Ferrari. Este triunfo alargou a vantagem de Hamilton para Vettel para sessenta e seis pontos, o seu mais próximo rival.

 

Com dezassete dos vinte rounds disputados, a Haas F1 Team está no oitavo lugar do Campeonato de Construtores, com quarenta e três pontos – a cinco da Renault, a sétima classificada e a dez da Toro Rosso, a sexta. A McLaren mantém-se no nono posto a vinte pontos da Haas F1 Team. Grosjean é o décimo terceiro no Campeonato de Pilotos e Magnussen o décimo quarto, com quinze.

 

Com apenas três Grandes Prémios por realizar no Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2017, o próximo evento é o Grande Prémio do México que se realiza no Autódromo Hermano Rodríguez nos dias 27-29 de Outubro.

 

 

 

“Não tínhamos muita performance no carro e degradação massiva no pneu dianteiro/esquerdo. Estava a tentar manter-me nos pontos, mas nas últimas voltas senti que era muito perigoso. Fora da pista, foi fantástico com os fãs. Tenho pena não podermos colocar um espetáculo melhor. Vamos todos trabalhar arduamente. Sabemos que o México foi duro para nós no ano passado, esperamos poder encontrar algumas soluções. Vamos trabalhar arduamente, mas agora é desapontante não termos conseguido realizar um espectáculo melhor em casa.”

 

 

 

Não foi o melhor dos dias para nós, mas o carro estava melhor que na qualificação. Tivemos que ir às boxes na primeira volta, portanto, tentámos realizar toda a corrida de macios, mas não foi possível. Tínhamos que tentar. Era única possibilidade que tínhamos naquela situação. Agora, o que interessa é a próxima.”

 

 

 

Obviamente, foi um fim-de-semana duro para toda a equipa. Simplesmente não eramos suficientemente rápidos. Tivemos todas as contrariedades imagináveis. Penso que foi um fim-de-semana longo, mas hoje esperávamos conquistar algo e não conseguimos. Vamos reunir-nos, tentar melhorar e regressar ao nível onde estávamos há algumas corridas.”

 

 

 

O décimo oitavo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do México, que se disputa no Autódromo Hermanos Rodríguez. Os treinos-livres iniciam-se no dia 27 de Outubro, a qualificação a 28 e a corrida a 9.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

HAAS NO G.P.ESTADOS UNIDOS

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio dos Estados Unidos da América (Round 17 de 20)

Data:  Sábado, 21 de Outubro

Local:  Circuit of the Americas em Austin, Texas

Layout:  5,513 quilómetros, 20 curvas

Condições climatéricas:  Sol com nuvens

Temperatura do ar:  31,5-32,1ºC

Temperatura da pista:  38,6-40,6ºC

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m33,108s – novo recorde)

Resultado:  Romain Grosjean 14º/ Kevin Magnussen 20º

NOTA:  Devido a penalizações de adversários seus, Grosjean arrancará de 12º.

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  15º (1m36,835s), avançou para a Q2

Magnussen:  20º (1m37,394s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m34,822s)

Cutoff:  15º Romain Grosjean da Haas F1 Team (1m36,835s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Grosjean:  14º (1m35,870s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m33,437s)

Cutoff:  10º Esteban Ocon da Force India (1m35,113s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m33,108s)

Segundo:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m33,347s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se, respectivamente, em décimo quarto e vigésimo para o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, que se disputa este domingo no Circuit of the Americas, Austin, Texas. Grosjean alinhará no décimo segundo lugar da grelha de partida, devido a penalizações sofridas por pilotos que se qualificaram à sua frente.

 

Grosjean foi o décimo quinto mais rápido na Q1, com uma volta realizada ao circuito de 5,513 quilómetros e vinte curvas em 1m36,835s. Magnussen foi o vigésimo, 1m37,394s. Apenas os quinze mais rápidos avançaram para a Q2.

 

Na Q2, Grosjean assegurou o décimo quarto tempo, 1m35,870. Apenas os dez primeiros da Q2 avançam para a Q3.

 

Tanto Grosjean como Magnussen rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Roxo/Ultramacio durante a qualificação.

 

Na pole-position para o Grande Prémio dos Estados Unidos da América ficou Lewis Hamilton, piloto da Mercedes. A sua melhor volta, 1m33,108s, deixou o segundo classificado, Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, a 0,239s, assinando um novo recorde para a pista. Foi a septuagésima segunda pole-position na Fórmula 1 da carreira de Hamilton, a sua décima primeira da temporada e a terceira consecutiva. Foi a segunda pole-position de Hamilton no Circuit of the Americas, uma vez que também no ano passado assegurou a melhor posição da grelha de partida para o Grande Prémio dos Estados Unidos da América.

 

Antes de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres.

 

Magnussen registou o décimo sexto tempo, 1m37,271, realizado na sua décima sexta e derradeira volta lançada. Grosjean somou nove voltas, tendo na melhor assinado o décimo nono crono – 1m37,891s.

 

A participação de Grosjean na terceira sessão foi reduzida devido a um pião que o enviou para a caixa de brita, ainda antes da meia hora de actividade. O carro ficou preso, muito embora sem danos relevantes. O Haas VF-17 teve que ser levantado por um carro de apoio para depois voltar às boxes de reboque, onde permaneceu ao longo da restante sessão.

 

Ambos os pilotos usaram na terceira sessão pneus supermacios. Magnussen montou, para os doze minutos finais, ultramacios para simular algumas voltas de qualificação.

 

O mais rápido na terceira sessão de treinos-livres foi Hamilton, tendo a sua volta, 1m34,478s, deixado Vettel, o segundo mais rápido ao,092s.

 

 

 

Tivemos um fim-de-semana duro até à qualificação. Até à qualificação ainda não tinha rodado com pneus ultramacios. Ontem partimos uma peça na simulação de qualificação e hoje fiz um pião na terceira sessão, antes de os poder experimentar. O incidente com o Lance Stroll (bloquear outro piloto desnecessariamente) foi inesperado e foi por pouco. Tive sorte em não entrar em pião na relva, o que seria um desastre. Teria sido o fim da qualificação. Passámos à Q2, o que foi bom, uma vez que era o máximo que o carro podia dar. Demos o máximo e reduzimos a diferença para os rapazes da frente de sete para dois décimos, mas não estamos muito performantes este fim-de-semana. Penso que está relacionado com os pneus e não com uma alteração profunda de performance relativa. Temos que compreender a situação. Vamos ver se conseguimos amanhã dar algo de especial aos fãs.”

 

(O Stroll circulava devagar na zona exterior da pista entre as curvas 19-20, ao passo que Grosjean estava a realizar uma volta de qualificação. Quando Grosjean saiu da Curva 19 encontrou, subitamente, o Williams do Stroll. Grosjean teve que adoptar medidas evasivas para o evitar, indo pela relva, para depois lutar com o seu Haas VF-17 para que este regressasse à pista – n.d.r.)

 

 

 

Algo não estava bem. Quero dizer, não temos estado bem todo o fim-de-semana, mas subitamente, fiquei sem aderência e não faço ideia porquê. Não temos qualquer resposta para explicar ter sido o mais lento em pista. Foi muito desapontante. Parecia que os pneus nem sequer eram novos. Parecia ser um jogo usado – era novo, mas a sensação era muito má. Depois, claro, fiquei no caminho do Sérgio (Pérez). Ele estava numa volta de lançamento e não o deixei passar, posso compreender que esteja muito aborrecido, mas a única coisa que posso dizer é que foi um erro.”

 

 

 

Não foi um dia fácil para nós. Pareceu que o Kevin não conseguiu encontrar o equilíbrio para a sua volta lançada. O Romain fez o máximo que podia fazer com o carro na sua volta lançada. Com o Romain a arrancar de décimo segundo, depois das penalizações, tentaremos alcançar os pontos na corrida. Será mais difícil para o Kevin, uma vez que arranca muito de trás, mas com os arranques que tem tido recentemente, nunca se sabe onde poderá estar quando chegar à Curva 1. Agora vamos preparar-nos para a corrida da melhor forma possível.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO COMENTADOR EUROSPORT JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

 

COMENTADOR EUROSPORT

 

 Acabei de ver a ultrapassagem de Max Verstappen que lhe valeu uma penalização e o regresso ao quarto posto, perdendo o terceiro lugar ganho na última volta. Apetecia-me escrever um romance sobre o assunto... a começar sobre para que servem as zonas asfaltadas para lá do corrector no interior de uma curva?!?! Decoração? Evitar que a areia/lama/relva venham para a pista? Fica como capítulo I... O resto deixo para quem queira completar... Alex Wurz escreveu, entretanto, o capítulo II...Acho que voltámos ao tempo dos seguros...

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Grande Prémio dos Estados Unidos 2017 - Corrida

 

 

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

GRANDE PRÉMIO DOS ESTADOS UNIDOS -  CORRIDA
 
LEWIS HAMILTON EM MERCEDES VENCE COM ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM
 
SEBASTIAN VETTEL TERMINA EM SEGUNDO COM DUAS PARAGENS
 
O RED BULL DE MAX VERSTAPPEN REALIZA UMA EFICAZ ESTRATÉGIA  ALTERNATIVA DE DUAS PARAGENS,  TERMINANDO EM QUARTO DEPOIS DE INICIAR JUNTO AOS ULTIMOS LUGARES DA GRELHA
 
O COMPOSTO MAIS DURO NOMEADO – PNEU MACIO, FOI CRUCIAL PARA A CORRIDA E PERMITIU DIFERENTES E DIVERSAS ESTRATÉGIAS
 
  O piloto da Mercedes venceu o grande prémio dos Estados Unidos com uma estratégia de uma paragem, enquanto que o Ferrari de Sebastian Vettel utilizou uma estratégia de duas paragens, mantendo acesa a disputa do campeonato após terminar na segunda posição. Apesar de uma degradação um pouco maior face ao dia de ontem e com as temperaturas de pista perto dos 40º, a maioria dos pilotos terminaram a corrida com uma estratégia de uma paragem  com Ultramacio – Macio. No entanto, alguns pilotos optaram por estratégias alternativas, Vettel foi notável e o Red Bull de Max Verstappen, que iniciou da 16.ª posição da grelha com o composto Supermacio. O Holandês  também parou duas vezes, trocando para composto macio e em seguida para Supermacio para terminar no pódio na ultima volta, mais tarde perdeu este lugar devido a uma penalização. 
 
MARIO ISOLA – DIRETOR DESPORTIVO “Com a temperatura quente e as de pista elevadas ao longo da corrida, isto foi outro cenário de parâmetros para os pilotos, após um fim de semana de várias alterações e condições de pista. Não obstante, a estratégia de uma paragem entrou em jogo com o composto macio, apesar de não ter havido muita informação durante os treinos livres. A estratégia foi crucial para este grande prémio, com as equipas a reagir às alterações circunstanciais e de pista, bem como às táticas dos seus rivais, ajustanto as estratégias adequadamente. Assistimos ao exemplo de Max Verstappen e de Sebastian Vettel, que ambos foram extremamente rápidos nos turnos finais, após as ultimas paragens nas boxes. Para finalizar e em nome de todos nós, parabéns à Mercedes pelo titulo de construtores”.    
 
MELHOR TEMPO POR COMPOSTO
 
 
 
 
   Verstappen 1m 38.523s Vettel 1m 37.766s Bottas 1m 37.767s Hamilton 1m 38.776s Verstappen 1m 38.060s Magnussen 1m 37.893s Raikkonen 1m 38.809s Hartley 1m 39.979s Stroll 1m 39.666s
 
 
 
 
 
 
TURNO MAIS LONGO DA CORRIDA
 
 
 
A NOSSA PREVISÃO Enquanto que duas paragens poderia ser a estratégia mais rápida, também dissemos que a de uma paragem poderia ser interessante. Hamilton apenas parou uma vez na volta 19, (após a primeira paragem de Vettel), adotando a mesma escolha de pneu, e efetivamente destacou-se na liderança da corrida, iniciando da pole.
 
 

 

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DE JOÃO CARLOS COSTA

 

COMENTADOR EUROSPORT

 

 O piloto inglês Lewis Hamilton será campeão pela quarta vez na carreira com dois oitavos e um décimo lugares na três provas que faltam. Ou se quiserem, com um quinto lugar no México.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P.ESTADOS UNIDOS

 

 Mais um título e uma bela foto!

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 2017

 

 Brendon Hartley continua na Toro Rosso no GP do México, agora ao lado de Pierre Gasly. Kvyat de fora e, diz-se pela Rússia, interessado num lugar no BR Dallara de LMP1 para 2018.

 

F1 NO AUTODROMO DO ESTORIL

No regresso da F1 ao Autódromo - Estoril Classic encerrou com chave de ouro

 

Foi sob um Sol esplendoroso e temperaturas amenas que o último dia do Estoril Classic se desenrolou, contribuindo para a forte afluência de público que se verificou no Autódromo do Estoril para mais uma jornada de corridas de Fórmula 1 e muito mais.

Depois da multidão de ontem, esperava-se hoje mais uma enchente e as expectativas não saíram goradas, com um bom punhado de milhares de pessoas a afluírem ao “Nosso Autódromo” desde cedo para assistirem a um programa que para além dos monolugares da categoria máxima do desporto automóvel, englobava também corridas com protótipos de Le Mans, GTs e Turismos.

Na hora de almoço, para manter o interesse do muito público, o Automóvel Club de Portugal organizou o Rally de Portugal Exhibition – a reedição do slalom que marcou durante muitos anos o início e o fecho do Rali de Portugal no Autódromo do Estoril, tendo como cabeça de cartaz Markku Álen, aos comandos de um FIAT 131 Abarth.

Logo após a exibição do mais famoso dos “Finlandeses Voadores”, que foi bem secundado por inúmeros pilotos portugueses, a atenção do paddock, onde pontificava a roda gigante junto à “Food & Brand Village”, e da Bancada A centrou-se na segunda corrida do fim-de-semana do FIA Masters Historic Fórmula 1.

Uma vez mais, o Shadow DN5 Ford Cosworth pilotado por Nick Padmore arrancou da pole-position, mas desta feita teve forte oposição, batendo o Fittipaldi F5A Ford Cosworth conduzido por Max Smith-Hilliard por pouco mais de dois segundos para conquistar o degrau mais alto do pódio.

A prova do HGPCA Fórmula 1 Pré-1966 foi, igualmente, bastante interessante de seguir, mas o Lotus 16 de Joaquín Folch-Rusinol impôs-se de forma categórica, deixando o Cooper T51 de Barry Cannel a doze segundos e o Cooper T45/51 a dezoito.

Entre as duas corridas de Fórmula 1, foi o espírito de Le Mans que reinou com a prova do FIA Masters Historic Sports Car. Manfredo Rossi Di Montelera (Abarth Osella PA1) levou a melhor sobre a armada de Lola T70s, dos quais o melhor classificado foi o inglês Jason Wright no segundo posto. Ross Hyett (Chevron B16) completou o pódio, ao passo que a dupla lusa Francisco Sá Carneiro e João Cannas (Chevron B16) terminou no décimo primeiro posto, após ter perdido três voltas com uma paragem nas boxes não planeada logo no início da corrida de uma hora de duração.

O domingo começou com o triunfo incontestado do Lotus Elan R26 de Graham Wilson e David Pittard nas Masters Three Hours. Francisco Sá Carneiro, João Cannas e Hipólito Pires (Porsche 911) foram os melhores portugueses, ao cortarem a linha de meta no décimo posto.

Na Fórmula Júnior - FIA Lurani Trophy assistiu-se novamente a um domínio dos pilotos transalpinos, mas desta vez foi Pierre Tonetti (Brabham BT6) que levou a melhor sobre Manfredo Rossi Di Montelera (Lotus 22). João Campos Costa (Lola MK5) terminou num honroso quinto lugar após um fortíssimo final de corrida, mas uma penalização pós-corrida atirou-o para o sétimo lugar final.

O programa do Estoril Classic fechou com o Iberian Touring & GT Cars e ao som da “A Portuguesa”. O piloto português Miguel Ferreira (Ford Escort) superou folgadamente o inglês Mark Martin (Ford Cortina Lotus) e o francês Michel Renavand (BMW 2002 Ti).

Após dez corridas de seis categorias diferentes e cerca de vinte e duas mil pessoas que passaram pelo Autódromo que este ano celebra o seu quadragésimo quinto aniversário, Diogo Ferrão mostrou-se satisfeito com a forma como decorreu o evento organizado pela Race Ready em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, o Motor Clube Estoril e o Circuito do Estoril.

“Penso que o balanço é muito positivo! As condições climatéricas estiveram excelentes, o que nos ajudou a que o público e equipas abraçassem o evento ultrapassando, bastante as nossas expectativas. Por outro lado, os nossos patrocinadores e parceiros, revelaram-se muito satisfeitos, ao passo que os pilotos gostaram bastante do evento. Os aspectos menos positivos acabaram por se relacionar com o afluxo extraordinário mas imprevisto de público, que nos causou algumas dificuldades ao nível do parqueamento, por exemplo. Contudo, sabemos que temos margem para progredir e estamos determinados em melhorar, caso conseguirmos voltar a trazer os F1 para realizar a segunda edição do Estoril Classic em 2018”, sublinhou o responsável máximo da Race Ready.a365 Copya366 Copy

 

F1 NO AUTODROMO DO ESTORIL

Autódromo vibra com o regresso da Fórmula 1

 

O programa oficial do Estoril Classic começou da melhor forma sob um sol glorioso e com muito público, tanto no paddock como nas bancadas, o que deu um colorido especial ao Autódromo do Estoril no dia em que a Fórmula 1 regressou ao nosso país.

A paixão dos portugueses pela categoria máxima do automobilismo é latente e hoje ficou provada com uma multidão assinalável a compor a pista lusa que este ano celebra o seu quadragésimo quinto aniversário.

Entre os concorrentes do FIA Masters Historic Formula 1, o Shadow Ford Cosworth de Nick Padmore, que foi pilotado por originalmente por Tom Pryce, foi o mais rápido na sessão de treinos-livres e na qualificação o que lhe valeu arrancar da pole-position e olhar para uma vitória no horizonte solarengo do Outono português.

No entanto, as corridas de automóveis são verdadeiramente imprevisíveis e, depois de um bom arranque, o monolugar concebido por Tony Southgate acabou por evidenciar problemas técnicos, sendo obrigado a rumar às boxes para abandonar.

O Williams FW06 Ford Cosworth, o carro que iniciou a bem-sucedida carreira da formação fundada por Frank Williams com a ajuda de Patrick Head, ficou na liderança pelas mãos de Martin Bullock, assegurando o triunfo após vinte e cinco minutos de prova.

Para o segundo posto a luta foi intensa entre o Shadow DN8 Ford Cosworth e o McLaren M19C Cosworth, tendo Jason Wright e Joaquin Folch-Rusinol, respectivamente, lutado ao longo de toda a corrida, cruzando a linha de meta separados por menos de meio segundo.

A prova de HPCA Fórmula 1 Pré-1966 foi emocionante desde a primeira até à última volta, com o Cooper T45/51 de Rod Jolley, o Brabham BT7 de James King, o Cooper T51 de Barry Cannel e o Lotus 16 de Joaquin Folch-Rusinol, que arrancou da pole-position, estado envolvidos em acirradas lutas pelo triunfo.

Após vinte e cinco minutos de muitas batalhas, a última volta acabou por ser determinante, tendo o carro da equipa de Jack Brabham levado a melhor, frente ao primeiro Lotus de Fórmula 1, ao passo que no degrau mais baixo do pódio ficou o primeiro carro de motor central traseiro a vencer o Campeonato Mundial de Pilotos.

Contudo, o primeiro vencedor do fim-de-semana foi o italiano Manfredo Rossi Di Montelera (Lotus 22) que superou por menos de um segundo o compatriota Pierre Tonetti (Brahbam BT6) na corrida da Fórmula Júnior - FIA Lurani Trophy.

A fechar o programa disputou-se a corrida do Iberian Touring & GT Cars, ganha pelo piloto português Miguel Ferreira (Ford Escort), seguido por Mark Martin (Ford Cortina Lotus) e Michel Renavand (BMW 2002 Ti).

Entretanto, o popular campeonato FIA Masters Historic Sports Cars realizou hoje a sua qualificação. Mike Donovan (Lola T70 MK3B) fez a pole-position para a corrida de uma hora de amanhã e no momento do arranque terá ao seu lado o carro igual de Jason Wright.  Entre os pilotos nacionais, Gonçalo Gomes (Lotus 47 GT), que partilha o carro com o inglês James Claridge, fez o nono tempo, enquanto Francisco Sá Carneiro e João Cannas (Chevron B16) obtiveram o décimo quinto melhor registo.

Para a prova que abre as hostilidades de amanhã, pelas 9h00, as Masters Three Hours, vamos ter dois Lotus na primeira linha da grelha de partida. As equipas portuguesas - Francisco Sá Carneiro, João Cannas e Hipólito Pires (Porsche 911) e Piero dal Maso e José Carvalhosa (Jaguar MK2) - vão dividir a oitava linha da grelha de partida.

Amanhã o programa do Estoril Classic – evento organizado pela Race Ready em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, Motor Clube Estoril e Circuito do Estoril – é ainda mais rico com duas corridas de Fórmula 1 e o Rally de Portugal Exhibition, organizado pelo Automóvel Club de Portugal, iniciativa em que Markku Álen realizará ao volante de um FIAT 131 Abarth o slalom que marcou “o nosso rali” durante inúmeros anos.a363 Copya364 Copy

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

  1. Usain Bolt em contacto com os piltoos de Fórmula 1.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

UNITED STATES GRAND PRIX QUALIFYING
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON ON POLE WITH ULTRASOFT  AFTER LOWERING LAP RECORD AGAIN AND GOING FASTEST IN FREE PRACTICE
 
MERCEDES AND FERRARI SAVE A SET OF ULTRASOFT BY BEING THE ONLY TEAMS TO GET THROUGH Q1 USING SUPERSOFT ONLY
 
TWO PIT STOPS LIKELY FOR THE RACE TOMORROW. A ONE STOPPER IS ALSO VERY FAST, IN THE CASE OF LOWER DEGRADATION  a340 Copy After topping all three practice sessions and breaking the track record yesterday, Mercedes driver Lewis Hamilton lowered the benchmark again today by taking pole on the ultrasoft. In contrast to yesterday, conditions today remained warm and dry, with ambient temperatures peaking at 35 degrees centigrade. Mercedes and Ferrari were the only teams to get through Q1 using the supersoft tyre only, with ultrasoft then used by all drivers for the rest of qualifying – with just one exception. Several drivers face grid penalties as the season closes, and this influenced tyre strategy. Renault’s Nico Hulkenberg qualified in the top 10 in Q1 but did not elect to take part in Q2 to save tyres for the race, as he has a big grid penalty already. Red Bull’s Max Verstappen is also affected by a grid penalty and was the only driver to run on supersoft in Q2: which he will start the race on tomorrow.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The tyres behaved in line with expectations, following more consistent running in warmer conditions today after a disjointed day yesterday. Again, we’ve seen the lap record broken today, but long runs suggest that race pace among the frontrunners should be quite closely matched. We expect two pit stops to be the favoured strategy: however, this will very much depend on track temperatures and degradation rates. This circuit provides good overtaking opportunities, creating possibilities for teams to adopt different strategies if the race circumstances suit them. With some drivers starting out of position due to grid penalties, this means that there could be some intriguing tactics, as we already saw in qualifying.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Used throughout the majority of qualifying: top 10 will start on it. Red Bull’s Max Verstappen was the only driver to use these in Q2. A suitable choice for a one-stop strategy   
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m 34.478s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 34.570s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m 34.692s ULTRASOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m 33.108s ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 33.347s ULTRASOFT NEW
Bottas 1m 33.568s ULTRASOFT NEW
Ricciardo 1m 33.577s ULTRASOFT NEW
Raikkonen 1m 33.577s ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 33.658s ULTRASOFT NEW
Ocon 1m 34.647s ULTRASOFT NEW
Sainz 1m 34.852s ULTRASOFT NEW
Alonso 1m 35.007s ULTRASOFT NEW
Perez 1m 35.148s ULTRASOFT USED
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Kvyat 21
SUPERSOFT Sainz 25
ULTRASOFT Hartley 20
INTERMEDIATE Sainz 9
WET Stroll 1
 
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Verstappen 1m 36.328s
SUPERSOFT Verstappen 1m 34.716s
ULTRASOFT Hamilton 1m 33.108s
INTERMEDIATE Massa 1m 47.692s

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 

  1. FERRARI COM PROBLEMAS NO CHASSI
  2. Sebastian Vettel will use a new Ferrari chassis for the remainder of the US GP weekend after experiencing problems with his car in Friday practice.
    Vettel, whose title challenge could be ended in Sunday's race, completed limited mileage in Practice Two after a spin into the gravel was followed by a suspected problem with his SF70-H's axle. As he returned the car to the pits, Vettel reported the front of the car felt like "jelly".

 

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A INFORMAÇÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 Uma noticia que marca o início de uma nova era nas transmissões de F1. Bernie tentou, com a FOM TV, e não conseguiu, talvez por estar um pouco à frente no tempo e não haver ainda soluções digitais, como o streaming. Agora, o "jogo" joga-se noutro tipo de "tabuleiro". Pode não ser a solução para mercados que têm uma cobertura tv "normal" de sucesso, seja premium ou não, mas abre uma porta para os outros, mais pequenos ou de curto impacto .

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

UNITED STATES GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
DAMP CONDITIONS IN THE MORNING, FOLLOWED BY DRY WEATHER  IN THE AFTERNOON AT THE CIRCUIT OF THE AMERICAS
 
MERCEDES DRIVER LEWIS HAMILTON SETS FASTEST-EVER LAP OF AUSTIN  ON ULTRASOFT, COLOURED PINK TO SUPPORT BREAST CANCER CARE 
 
TEAMS ALSO TEST PROTOTYPE INTERMEDIATE COMPOUND IN THE MORNING  
 
a275 Copy Mercedes driver Lewis Hamilton has gone fastest in the second free practice session at Austin using the ultrasoft tyre, ahead of Red Bull’s Max Verstappen, following a morning FP1 session that started in damp conditions. This meant that all the drivers began the day’s action using the intermediates (with just one car selecting the wets) before moving onto the slicks for the second half of FP1 and the whole of FP2.  The drivers were able to test a prototype softer intermediate compound in the morning. Data has now to be analysed. These tyres used an unaltered construction. Hamilton’s fastest lap on the ultrasofts in FP2 was also the fastest-ever lap of the Circuit of the Americas, beating the previous benchmark, which was his own pole from last year.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “It was very much a day of contrasts in Austin, with damp weather in FP1 followed by warmer weather in the afternoon. And of course, one of the biggest contrasts was our pink ultrasoft tyres, compared to their usual purple colour, which certainly attracted a lot of attention! The varying conditions today meant that it was quite hard to obtain consistent data, but we saw the fastest-ever lap of Austin set in FP2 using the ultrasoft despite a tricky FP1. This morning we tried out a prototype intermediate compound, which was softer than the current compound, but with the same construction. There are still some questions to be answered about how all the compounds interact with the track this weekend.”
 
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m 36.335s SUPERSOFT NEW
Vettel 1m 36.928s
 
SUPERSOFT NEW
Bottas 1m 36.979s
 
SUPERSOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
 
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
 
Hamilton 1m 34.668s
 
ULTRASOFT NEW
Verstappen 1m 35.065s
 
ULTRASOFT NEW
Vettel 1m 35.192s
 
ULTRASOFT NEW
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Ocon 1m 37.808s
SUPERSOFT Hamilton 1m 36.335s
ULTRASOFT Vandoorne 1m 37.352s
INTERMEDIATE Massa 1m 47.692s
COMPOUND DRIVER TIME
SOFT Verstappen 1m 36.328s
SUPERSOFT Ricciardo 1m 36.116s
ULTRASOFT Hamilton 1m 34.668s
COMPOUND DRIVER LAPS
SOFT Kvyat 21
SUPERSOFT Sainz 25
ULTRASOFT Hartley 20
INTERMEDIATE Sainz 9
WET Stroll 1

 

OS F1 CLÁSSICOS NO ESTORIL

O Primeiro dia do Regresso da Fórmula 1

 

O Autódromo do Estoril já esteve pleno de actividade esta sexta-feira, tendo os Fórmula 1 e os Sports Cars rasgado a alta velocidade pela pista para preparar o fim-de-semana do Estoril Classic, que se afigura entusiasmante e pleno de motivos de interesse.

Foi hoje que se materializou, finalmente, o regresso dos monolugares da categoria máxima do deporto automóvel ao “Nosso Autódromo”, com duas sessões de testes que visaram a preparação das duas corridas que decorrem sábado e domingo no âmbito do evento organizado pela Race Ready em parceria com a Câmara Municipal de Cascais e Motor Clube Estoril.

Também as restantes categorias se fizeram à pista, o que emprestou à pista de 4,360 quilómetros e treze curvas um ambiente festivo, muito embora o dia tenha amanhecido com chuva, que se dissipou durante o dia, esperando-se um fim-de-semana solarengo.

 

Depois da preparação, amanhã já será dia de competição pura com a realização das qualificações para todas as provas, ao passo que o FIA Master Historic Fórmula 1 terá a sua primeira corrida, assim como a HGPCA Fórmula 1 Pre-66, oficializando assim o regresso da categoria rainha do desporto automóvel ao Autódromo do Estoril.

No domingo, para além de mais duas corridas de Fórmula 1, todas as restantes competições terão as suas provas – FIA Master Historic Sports Car, Masters Three Hours, Iberian Touring & GT Cars e FIA Lurani Trophy – mas haverão muitos outros motivos de interesse.

Num fim-de-semana que se antevê seco e ameno, no domingo, organizado pelo Automóvel Clube de Portugal, será realizado o Rally de Portugal Exhibition, que consiste na reedição do slalom que tantos anos marcou o nosso rali, tendo como cabeça de cartaz Markku Álen aos comandos de um espectacular FIAT 131 Abarth.

Fora de pista, para além da roda gigante, uma novidade em circuitos portugueses, e da zona de restauração, será também realizado um “pit-walk” para que todos os adeptos possam ver as máquinas que fizeram história bem de perto, que será concluída com uma sessão de autógrafos do “Finlandês Voador”, 11h30.

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

CAMPEONATO  DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

VERSTTAPEN RENOVA COM A RED BULL

 

 

Max Versttapen renova com Red Bull até 2020. A barreira “psicológica” antes das mudanças?

 

EUROSPORT TRANSMITE PROVAS DE FÓRMULA E

 

Eurosport aposta no futuro e transmite temporada 2017-2018 de Fórmula E

 


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  • Todas as 14 provas terão transmissão, em direto, no Eurosport.

 

  • António Félix da Costa (MS Amlin Andretti) é o único português no campeonato.

 

  • “Uma boa noticia para mim e para todos os portugueses que passam assim a poder ver a Formula E em canal aberto e logo num canal de referência e com tanta força como o Eurosport” - António Félix da Costa.

 

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O Eurosport ampliou o acordo com a Federação Internacional Automóvel (FIA) para a transmissão do campeonato de Fórmula E em toda a Europa, pela primeira vez, na época de 2017/18.

 

A partir de 2 de dezembro de 2017, as 14 provas do campeonato serão emitidas, em direto, no Eurosport, a partir de cidades icónicas como Nova Iorque e Paris, passando por Roma, Santiago do Chile e São Paulo. O acordo tem a duração de três anos.

 

Para esta época, o Eurosport detém os direitos exclusivos e de sub-licenciamento do campeonato na Europa (excluindo o Reino Unido e Itália). O Eurosport irá sub-licenciar alguns direitos para mercados específicos*.

 

Como a “Casa da Fórmula E” na Europa, o Eurosport oferece às marcas a oportunidade única de se associarem a este desporto motorizado em crescimento, envolvendo os fãs através de diversas plataformas (TV, digital e redes sociais), pela primeira vez no “velho continente”.

 

O Eurosport emitiu o Campeonato FIA de Fórmula E pela primeira vez na Alemanha, Polónia e na Escandinávia em 2015, com a Holanda a juntar-se à lista de países que emitiu a série na época passada.

 

Apostando numa posição de destaque na inovação e nas novas tecnologias, o Campeonato FIA de Fórmula E vai ter esta época a presença das marcas Audi, Citroen-DS, Renault e Jaguar. Os monolugares totalmente elétricos serão pilotados por grandes nomes do desporto motorizado como o brasileiro Nelson Piquet Jr., o alemão Nick Heidfeld, bem como o campeão em título, o brasileiro Lucas di Grassi.

 

António Félix da Costa vai permanecer na equipa MS-Amlin Andretti para a quarta temporada de Fórmula E. O piloto português, que conta com uma vitória na disciplina - o Buenos Aires ePrix de 2015 pelo Team Aguri - vai assim cumprir a sua segunda época pela formação norte-americana, confirmando a boa relação existente entre Félix da Costa e a estrutura liderada por Michael Andretti.

 

Em declarações ao Eurosport, António Félix da Costa mostrou-se entusiasmado pela oportunidade dos fãs portugueses poderem acompanhar as corridas no Eurosport.“É uma boa notícia para mim e para todos os portugueses que passam assim a poder ver a Formula E em canal aberto e logo num canal de referência e com tanta força como o Eurosport. Penso que a Fórmula E está no caminho certo em termos de tecnologia e mobilidade elétrica, além de termos cada vez mais marcas a quererem estar presentes no campeonato. Isso mostra que o trabalho da organização tem sido bem feito, transmitindo ao público os seus valores de uma forma perfeita, juntando-se ainda um nível competitivo e de pilotos muito elevado que torna as corridas num grande espetáculo. Este acordo com o Eurosport vai dar ainda mais força à Fórmula E!”, afirmou o piloto português.

 

Peter Hutton, CEO do Eurosport:“Com esta abordagem única, totalmente inovadora, queremos experimentar novas coisas para aproximar ainda mais os fãs apaixonados dos desportos motorizados, uma vez que existe uma grande simetria entre os valores da Fórmula E e os do Eurosport.”

 

“Por termos emitido as duas últimas temporadas do Campeonato no Eurosport, tivemos um papel importante na promoção e crescimento deste desporto. Particularmente, tendo em conta a ampla cobertura de desportos motorizados na Europa. Estamos entusiasmados por desempenhar o papel de promoção deste desporto e queremos chegar a cada vez mais pessoas, para que estas possam ver a temporada 2017-2018 de Fórmula E nos ecrãs do Eurosport”, concluiu Hutton.

 

Alejandro Agag, Fundador e CEO da Fórmula E: “A extensão da parceria com o Eurosport e a Discovery, bem como a expansão da nossa emissão e alcance digital na Europa, são noticias fantásticas. A Europa é um mercado crucial para o crescimento de popularidade da Fórmula E e para o aumento da procura de veículos elétricos.”

 

“Como casa dos Jogos Olímpicos na Europa, o Eurosport e a Discovery estão perfeitamente posicionados para contar as histórias únicas das corridas e dos seus protagonistas – os centros de cidade inspiradores, equipas e construtores de renome, bem como as figuras ao volante que lutam pelo titulo de campeão” afirmou Agag.

 

Jonathan Davies, Managing Director, Advertiser Partnerships, Discovery Networks International and Eurosport:“A Fórmula E está a crescer em termos de popularidade e marca uma nova geração de desportos motorizados, pioneira em termos de tecnologia emergente. Como principal emissor da Fórmula E na Europa, o Eurosport oferece às marcas uma oportunidade única de associação a este desporto inovador e fazer parte desta experiencia junto com milhões de fãs nos ecrãs de televisão, no digital e nas redes sociais.”

 

Com a aquisição dos direitos da Fórmula E na Europa, o Eurosport reforça o portfólio de desportos motorizados que já incluem as 24 Horas de Le Mans (Europa e Ásia-Pacífico), Moto GP (em seis mercados europeus), WTCC (Europa e Ásia-Pacífico) e o Campeonato do Mundo de Superbike (Europa).

 

Os fãs podem aceder a toda a ação da Fórmula E em: http://www.eurosport.com/allmotorsports e www.fiaformulae.com


*Em França, Espanha, Itália, Reino Unido, Alemanha, Áustria, Holanda, Bélgica, Suíça, República da Irlanda, República Checa e Israel.

 

 

            Calendário da FIA Formula E 2017-18:

 

  • 2-3 Dezembro 2017 – Hong Kong, Hong Kong Central Harbourfront Circuit
  • 13 Janeiro 2018 – Marraquexe, Marrocos, Circuit International Automobile Moulay El Hassan
  • 3 Fevereiro 2018 – Santiago, Chile
  • 3 Março 2018 - Cidade do México, México, Autodromo Hermanos Rodriguez
  • 17 Março 2018 - São Paulo, Brasil
  • 14 Abril 2018 – Roma, Itália
  • 28 Abril 2018 – Paris, França, Paris Street Circuit
  • 19 Maio 2018 - Berlim, Alemanha, Tempelhof Airport Street Circuit
  • 10 Junho 2018 - Zurique, Suíça
  • 14-15 Julho 2018 – Nova Iorque, EUA, Brooklyn Street Circuit
  • 28-29 Julho 2018 – Montreal, Canadá, Montreal Street Circuit

 

 

 

AS NOVAS CORES DO CAPACETE DE CARLOS SAINZ JR

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

AS NOVAS CORRES DO CAPACETE DE CARLOS SAINZ JUNIOR

 

Eis as novas cores do capacete de Carlos Sainz Juniora262 Copya264 Copya265 Copy

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

Pelos vistos a equipa de Fórmula  1 da Williams tem um novo "patrocinador". Ou será um novo director de equipa?!?

 

ROMA APRESENTA TRAÇADO PARA A FÓRMULA E

FÓRMULA E

 

ROMA APRESENTA TRAÇADO

 

A cidade italina de Roma, apresentou o traçado que irá receber os Fórmula E.a260 Copya261 Copy

 

O ANIVERSÁRIO DE RAIKONEN

 

Foto de F1PT.

A competir na Fórmula 1 desde 2001 (exceto em 2010 e 2011) e campeão do mundo em 2007, Kimi Raikkonen celebra hoje o seu 38º aniversário.

O piloto finlandês da Ferrari conta com: 267 Grandes Prémios, 20 Vitórias, 17 Pole Positions, 45 Voltas Mais Rápidas e 88 Pódios.

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER 

– The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming Mexican Grand Prix (October 27-29).

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FÓRMULA E

 

  1. E se a Mercedes resolvesse chegar mais cedo à F. E?

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

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Hamilton conquistou a 61ª vitória da sua carreira - a terceira no Suzuka International Racing Circuit, oitava da temporada de 2017 e 40ª vitória com as Silver Arrows.

 

•             Valtteri terminou ontem o Grande Prémio japonês em 4º lugar, atingindo o seu melhor resultado no Japão.

 

•             A vitória em Suzuka assinala a 10ª vitória em 2017 para a Mercedes-Benz.

 

•             Valtteri fez a volta mais rápida da corrida, tornando-se a 150ª volta mais rápida da Mercedes-Benz.

 

•             Hamilton (306 pontos) está à frente no Campeonato de Pilotos com 59 pontos de distância de Sebastian Vettel (247 pontos). Valtteri está em 3º lugar com 234 pontos, sendo que falta ainda a distribuição de 100 pontos até ao final da temporada.

 

•             Mercedes-AMG Petronas Motorsport (540 pontos) lidera no Campeonato Mundial de Construtores, com uma diferença de 145 pontos para a Ferrari (395).

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

UNITED STATES GRAND PRIX PREVIEW Round 17 of 20
 
ULTRASOFT TURNS PINK IN AUSTIN TO SUPPORT SUSAN G.KOMEN®
  Formula 1 heads to Austin for the first race of an American double-header, with Mexico following just one week later. The three softest tyres in the range have been selected for both: P Zero Yellow soft, P Zero Red supersoft and P Zero Purple ultrasoft. However, to support the Susan G.Komen® foundation – which will be a key feature of the United States Grand Prix – the ultrasofts will be coloured pink for this weekend only. As has been the case for many races this year, this nomination is one step softer than 2016, which – in combination with the new 2017 regulations and wider tyres – is likely to lead to another lap record being broken, as has also been the case on recent tracks. The Circuit of the Americas borrows elements of other famous venues in its layout, making it universally popular among the drivers. Contrary to most circuits, it also runs anti-clockwise.
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 Turn 1 forms a unique challenge: an uphill then downhill hairpin, where braking is hard to judge.  There are several overtaking opportunities, which means that race strategy options to gain track position are quite open.  There are three long straights, which have the effect of cooling the tyres on each lap.  Weather can be quite variable in Texas, ranging from bright sunshine to heavy rain.  Last year, Lewis Hamilton’s winning strategy was a two-stopper, while Sebastian Vettel was on the podium with a three-stopper.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “For America, we’re once again taking a softer range of compounds that we have done for previous races there, with the ultrasoft available in Austin for the first time: but in pink
 
 
 
 
as a one-off, to highlight the brilliant work of the Susan G.Komen® foundation. This should bring lap times down, continuing the trend we have seen over the course of the season. Austin though is one of the hardest tracks to predict, also due to variable weather, and we’ve seen quite a variety of pit strategies there in the past. These could involve all three compounds this time, with the soft being a good potential option for the race as well”.
 
WHAT’S NEW?     The ultrasoft tyre appears at the Circuit of the Americas for the very first time: only this time coloured pink! For more info: www.pirelli.com/global/enww/race/austin-in-the-pink  Carlos Sainz makes his debut for Renault, and will use Jolyon Palmer’s tyre nomination. Daniil Kvyat, replacing Sainz at Toro Rosso, will use Sainz’s choices. This year’s Le Mans winner Brendon Hartley, driving the ex-Kvyat Toro Rosso, will use the tyre choices originally made by Kvyat.  The championship frontrunners have made slightly different tyre choices for America, with Lewis Hamilton selecting three sets of soft (the only driver to do so, along with Pascal Wehrlein).  Pirelli won all the classes in the FIA European Rally Championship standings, with Poland’s Kajetan Kajetanowicz taking a record third consecutive overall European title.
 
CIRCUIT OF THE AMERICAS MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
22.0 psi (front) – 19.0 psi (rear)
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-3.50° (front) | -2.00° (rear)
 
THE TYRES NOMINATED THIS SEASON
 
      Australia      China  

UNITED STATES GRAND PRIX PREVIEW

 

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  

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

Antevisão Grande Prémio do Japão 2017

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

JAPANESE GRAND PRIX QUALIFYING
 
LEWIS HAMILTON CLAIMS POLE FOR MERCEDES SMASHING SUZUKA ALL-TIME LAP RECORD ON SUPERSOFT
 
ALTERNATIVE STRATEGY FOR FERRARI’S KIMI RAIKKONEN AND MERCEDES DRIVER VALTTERI BOTTAS, WHO WILL START THE RACE ON SOFT
 
TWO PIT STOPS EXPECTED FOR MOST DRIVERS IN THE 53-LAP RACE TOMORROW, IF IT REMAINS DRY AND WARM
  a169 Copy Mercedes driver Lewis Hamilton demolished the Suzuka alltime lap record to claim pole position on the supersoft tyre. Hamilton and Ferrari’s Sebastian Vettel were the only two drivers to get through Q1 on the soft tyres only while their team mates, Valtteri Bottas and Kimi Raikkonen, adopted an alternative strategy for Q2. Both set their fastest Q2 times on the soft tyre, which they will begin the race on tomorrow. However, Bottas and Raikkonen are among several drivers to have collected grid penalties, so they will start further back tomorrow. With today’s dry weather expected to remain tomorrow, two pit stops should be the optimal strategy. However, there is always the possibility of a safety car to disrupt the strategy in Suzuka, with red flags seen in free practice as well as during Q1.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Hamilton’s remarkable lap, which obliterates the previous all-time Suzuka record, has underlined the pace of the latest-generation Formula 1 car and tyres, even though preparation for the race has been interrupted by weather and red flags up until now. Pole this year was in fact 3.3 seconds faster than 2016, with the tyres performing perfectly. We would expect two pit stops for most drivers in the race tomorrow, as this is one of the circuits that takes the most energy out of the tyres of the entire year. Already we’ve seen some tactics in qualifying, with two of the drivers carrying grid penalties opting to start on the soft tyres. This should allow them to gain track position by running a longer first stint than their direct rivals. Last weekend in Malaysia proved that, with the right strategy, it’s still possible to get a good result even starting from the back.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      All the drivers in the top 10 grid positions will start on this tyre, except for Bottas. Bottas and Raikkonen were the only drivers to use this tyre in Q2. Seen only at the beginning of FP3 today for installation laps.   
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Bottas 1m29.055s SOFT NEW
Hamilton 1m29.069s SOFT NEW
Vettel 1m29.379s SUPERSOFT USED
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m27.319s SUPERSOFT  NEW
Bottas 1m27.651s SUPERSOFT  NEW
Vettel 1m27.791s SUPERSOFT  NEW
Ricciardo 1m28.306s SUPERSOFT  NEW
Verstappen 1m28.332s SUPERSOFT  NEW
Raikkonen 1m28.498s SUPERSOFT  NEW
Ocon 1m29.111s SUPERSOFT  NEW
Perez 1m29.260s SUPERSOFT  NEW
Massa 1m29.480s SUPERSOFT  NEW
Alonso 1m30.687s SUPERSOFT  NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM Alonso, Grosjean, Magnussen 3
SOFT Perez 18
SUPERSOFT Raikkonen 19
WET Hamilton, Stroll 4
 
 
 
 
BEST TIME BY COMPOUND SO FAR
 
 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Japanese Grand Prix  – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

JAPANESE GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

SELECTED SETS PER DRIVER

 – The FIA communicated to Pirelli each team’s tyre choices for the forthcoming United States Grand Prix (October 20-22).

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A PRIMEIRA FOTO DE SAINZ JR NA RENAULT

 

 Eis a primeira foto de Carlos Sainz com as cores da Renault. Foi também assim vestido que o pai se estreou em circuitos na início da década de 80 (ainda que tenha feito antes uns testes de F.Ford).

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 

Qual foi a última vez que uma equipa de F1 trocou os seus dois pilotos de um GP para outro como tudo indica a Toro Rosso vai fazer nos EUA? P

 

NISSAN VAI PARA A FÓRMULA E EM 2018

  1. A NIssan vai tomar o lugar da Renault na Fórmula E, a partir da temporada 2018/2019. A divulgação oficial será feita no Salão de Genebra, em Março de 2018. Haverá resposta da Toyota e Honda? Promete muito a quinta temporada da disciplina. Já a quarta, começa dentro de 50 dias.

 

HAAS NO G.P.DO JAPÃO

 

Evento:  Grande Prémio do Japão (16º Round de 20)

Data:  Domingo, 8 de Outubro

Local:  Suzuka Circuit

Layout:  5,807 quilómetros, 18 curvas

Condições climatéricas:  Sol parcialmente encoberto

Temperatura do ar:  25,5-27,3ºC

Temperatura da pista:  38,6-44,8ºC

Vencedor:  Lewis Hamilton da Mercedes

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – Arrancou de 12º, terminou em (completou 53/53 voltas)

●  Romain Grosjean – Arrancou de 13º, terminou em (completou 53/53 voltas)

 

 

 

Pela segunda vez na história da Haas F1 Team, os seus pilotos, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, terminaram ambos nos pontos, no oitavo e nono lugares, respectivamente, tendo sido o palco o Grande Prémio do Japão, que hoje se realizou no Circuito de Suzuka.

 

Magnussen arrancou de décimo segundo e garantiu o oitavo posto, seguido do seu colega de equipa, Grosjean, que subiu de décimo terceiro para nono. A primeira vez que ambos os pilotos terminaram nos pontos foi há dez corridas, no Mónaco, quando Grosjean assegurou o oitavo lugar e Magnussen e o décimo.

 

Este resultado permitiu à Haas F1 Team recuperar o sétimo lugar no Campeonato de Construtores, ultrapassando a equipa de fábrica da Renault. A Haas F1 Team chegou à décima sexta ronda do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 a cinco pontos da Renault. Abandona o circuito japonês apenas com um ponto de vantagem sobre a Renault, e diminuiu a desvantagem que detinha para a Toro Rosso apenas para nove pontos.

 

Magnussen aproveitou todas as oportunidades desde o início da corrida de cinquenta e três voltas, suplantando Kimi Raikkonen, da Scuderia Ferrari, e Stoffel Vandoorne, da McLaren Honda, para ascender ao décimo posto na primeira volta de 5,807 quilómetros e dezoito curvas.

 

A ascensão de Grosjean aos dez primeiros foi mais gradual. Ultrapassou o Toro Rosso de Pierre Gasly, subindo a décimo segundo, para depois alcançar a décima primeira posição, ao passar Lance Stroll, quando o piloto da Williams saiu largo numa curva. Quando Felipe Massa parou nas boxes para trocar de pneus, na décima sétima volta, ambos os pilotos da Haas F1 Team ganharam posições, tendo Magnussen subido ao nono posto e Grosjean ao décimo.

 

Seguiram-se as paragens nas boxes, com Magnussen e Grosjean em estratégias semelhantes, de uma paragem. Magnussen trocou de pneus na décima nona volta, passando de Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio por macios que os levariam até à bandeirada de xadrez. Grosjean parou na vigésima terceira volta, imitando a escolha de pneus do seu colega de equipa.

 

Ambos os pilotos subiram aos dez primeiros até à quadragésima volta, uma vez que os pilotos da Renault, Nico Hulkenberg e Jolyon Palmer foram os últimos a parar nas boxes. Quando o fizeram, os pilotos da Haas F1 Team emergiram à frente deles.

 

A rodarem em nono o décimo, Magnussen e Grosjean lançaram-se em conjunto ao ataque do oitavo lugar de Massa. Depois de uma perseguição tensa, Magnussen realizou uma ultrapassagem agressiva, por dentro, entre as curvas 1 e 2 na quadragésima segunda volta. Depois de alguns toques, Magnussen estava em oitavo. Isto abriu a porta a Grosjean, que também ultrapassou Massa. Sem hesitação, Grosjean seguiu Magnussen.

 

Magnussen e Grosjean mantiveram as suas posições confortavelmente durante as últimas dez voltas ao Circuito de Suzuka, assinando performance impressionantes para a equipa norte-americana.

 

O trabalho incansável da Haas F1 Team para colocar direito o carro de Grosjean, depois de um despiste na qualificação de sábado, tornou este feito ainda mais saboroso. Os membros da equipa tiveram que reconstruir o monolugar depois de um pião na Curva 5 que o enviou contra os muros de protecção. Grosjean saiu do carro pelo seu pé e sem mazelas físicas, mas o seu Haas VF-17 sofreu danos profundos. No entanto, quando se chegou ao início do Grande Prémio do Japão, a normalidade foi restaurada e Grosjean teve um carro na grelha de partida com o qual pôde atacar.

 

Lewis Hamilton, o tricampeão mundial, venceu o Grande Prémio do Japão. O piloto da Mercedes conquistou a sua sexagésima primeira vitória na Fórmula 1, a oitava da temporada e a segunda em Suzuka. Hamilton deixou Max Verstappen da Red Bull, o segundo classificado, a 1,211s. Este triunfo, combinado com o abandono de Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari, o segundo classificado no Campeonato de Pilotos, permitiu a Hamilton subir a sua vantagem no Campeonato de Pilotos para cinquenta e nove pontos.

 

Grosjean é o décimo terceiro classificado no Campeonato de Pilotos, com vinte e oito pontos, e Magnussen o decimo quarto, com quinze.

 

Com quatro corridas por disputar da vinte que compõem o calendário, a competição dirige-se agora à corrida caseira da Haas F1 Team. O Grande Prémio dos Estados Unidos realiza-se no dia 22 de Outubro no Circuit of the Americas, em Austin, Texas.

 

 

 

É a segunda vez que a equipa terminou com os seus dois carros nos pontos, é fantástico. Estou muito feliz pela equipa. Sabia desde ontem que o nosso carro tinha um bom ritmo. Não o pude demonstrar, uma vez que estive sempre atrás do Kevin ao longo de toda a corrida, mas tinha muito mais andamento no carro. Gostava de ter estado à frente dele. Penso que poderíamos lutar com os Force India, isso é muito bom. Conseguimos perceber a forma de funcionar dos pneus um pouco melhor. Essa é claramente a chave. Quando funcionam, o carro fica muito mais rápido. Quando não funcionam sentimos dificuldades. Temos ainda que melhorar esse aspecto, mas senti o carro muito melhor. Senti-me satisfeito com os travões, tudo correu bem. É fantástico irmos agora para Austin para a nossa segunda corrida lá. É uma pista porreira. Estou ansioso por ver os adeptos a dar-nos as boas-vindas e, de preferência, com mais alguns pontos.”

 

 

 

Gostei da corrida. Maximizámos o nosso potencial, uma vez que a equipa terminou em oitavo e nono e marcou pontos. Penso que era difícil esperar mais, portanto, estou feliz por nós. Sinto que temos tido algumas boas corridas, mas não tivemos aquela ponta de sorte que precisavamos para chegarmos aos pontos. Hoje, correu bem. Esperamos poder continuar a marcar pontos durante a restante temporada. Resultados como o de hoje não são fáceis de obter. Tudo tem que correr bem, e penso que foi isso que nos aconteceu hoje, portanto a equipa está de parabéns.”

 

 

 

É um grande resultado para equipa. É a segunda vez que terminamos nos pontos com os dois carros. Ambos os pilotos realizaram corridas fantásticas. Era o melhor a que poderíamos aspirar e conseguimos concretizar o potencial. Estou orgulhoso de todos. Foi um fim-de-semana que começou mal. Foi complexo, mas terminou bem e é isso que conta.”

 

 

 

O décimo sétimo round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, que se disputa no Circuit of the Americas. Os treinos-livres iniciam-se no dia 20 de Outubro, a qualificação a 21 e a corrida a 22.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

DI GRASSI COMPLETA TESTES

 

Confiante, Lucas di Grassi encerra testes de pré-temporada da Fórmula E

Próximo encontro da categoria dos carros elétricos será em Hong Kong no dia 2 de dezembro, na primeira etapa da temporada 2017-2018. Brasileiro campeão aponta evolução da equipe Audi Sport Abt Schaeffler

 

 

VÍDEO DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD:
Lucas conta como foi o último dia dos testes de pré-temporada da Fórmula E em Valência em vídeo. O material está disponível no link https://we.tl/xzQ2dyadv1   até o dia 12 de outubro.

Terminou nesta quinta-feira (5) a pré-temporada da Fórmula E. Com três dias de treinos que reuniram todas as equipes do grid no circuito Ricardo Tormo em Valência, na Espanha, as sessões representaram a oportunidade final para os ajustes rumo ao campeonato que começa no dia 2 de dezembro em Hong Kong. E Lucas di Grassi, atual campeão da categoria, destacou sua satisfação com o trabalho desenvolvido até agora pela equipe Audi Sport ABT Schaeffler.

O brasileiro completou 229 voltas nos três dias sem qualquer problema técnico. No dia final, terminou com o oitavo melhor tempo no combinado e o segundo no treino da tarde. Junto de seu companheiro de equipe Daniel Abt, foram 474 voltas completadas, fazendo da equipe Audi Sport ABT Schaeffler a que mais giros completou pelo traçado espanhol.

“Estou bastante satisfeito com o progresso da equipe. Terminamos a sessão final em segundo; no entanto, mais importante que isso é que o trabalho foi feito, o carro está bom, e estou muito confiante para a abertura da temporada em Hong Kong”, resumiu Di Grassi.

Lucas, que parte rumo ao bicampeonato, destacou também o equilíbrio de forças do grid. “Pelo que pudemos ver nesta pré-temporada, todo mundo evoluiu e o grid está mais compacto em termos de tempo de volta em Valência”, destacou. “Claro que quando o campeonato começar a coisa pode ser um pouco diferente – lembrando que testamos em um autódromo e as corridas são somente em circuito de rua com dois treinos livres, classificação e corrida no mesmo dia – então as condições em Hong Kong serão mais realistas para nos dar um panorama. De qualquer forma, estou bastante confiante”, ressaltou.


Testes, 3º Dia (Top-10, combinado do dia):
1. 16 Oliver Turvey (NIO Formula E Team) – 1:21.822
2. 66 Daniel Abt (Audi Sport ABT Schaeffler) – 1:21.946
3. 25 Jean Eric Vergne (Techeetah) – 1:22.078
4. 19 Felix Rosenqvist (Mahindra Racing) – 1:22.120
5. 9 Sébastien Buemi (Renault e.Dams) – 1:22.247
6. 7 Jerôme D’Ambrosio (Dragon Racing) – 1:22.252
7. 36 Alex Lynn (DS Virgin Racing) – 1:22s267
8. 1 Lucas di Grassi (Audi Sport ABT Schaeffler) – 1:22.328
9. 8 Nicolas Prost (Renault e.Dams) – 1:22.383
10. 20 Mitch Evans (Panasonic Jaguar Racing) – 1:22.432

CALENDÁRIO FIA FORMULA E temporada 2017-2018
02/12 – Hong Kong
03/12 – Hong Kong
13/02 – Marrakesh, Marrocos
03/02 – Santiago, Chile
03/03 – Cidade do México, México
17/03 – SÃO PAULO, Brasil
14/04 – Roma, Itália
28/04 – Paris, França
19/05 – Berlim, Alemanha
10/06 – Zurique, Suíça
14/07 – Nova York, Estados Unidos
15/07 – Nova York, Estados Unidos
28/07 – Montreal, Canadá
29/07 – Montreal, Canadáa185 Copy

 

DI GRASSI SATISFEITO

 

Di Grassi contente com progresso no segundo dia de testes da Fórmula E

Pré-temporada elétrica conclui o segundo de três dias no circuito de Valência, na Espanha. A quarta-feira (4) não será de atividades na pista, e os carros voltam à ação na quinta (5)

 

 

Lucas di Grassi tem se mostrado contente com o progresso obtido até agora na evolução do Audi e-tron FE04, carro com o qual defenderá o título na temporada 2017-2018 da Fórmula E, que começa no dia 2 de dezembro em Hong Kong. Atual campeão da categoria, o brasileiro da Audi Sport Abt Schaeffler foi um dos poucos a melhorar o tempo em relação à sessão da manhã nesta terça-feira (3) em Valência e ficou com a segunda melhor marca da tarde, fechando o dia em sexto no geral.

A posição e o tempo de volta importam pouco em tal estágio de desenvolvimento, qualquer que seja o time, segundo Lucas. O que tem deixado Di Grassi feliz é o progresso da equipe. “Um dia muito bom. Terminamos em segundo a sessão da tarde. O mais importante de tudo isso foi que pudemos cumprir com toda a programação de hoje. Tem muita coisa para melhorar ainda, mas no geral estou bem feliz com o ritmo de progresso que temos demonstrado”, afirmou.

Como os testes de pré-temporada representam a primeira – e última – oportunidade de ajustar os bólidos para o início da temporada com a rodada dupla de Hong Kong em 2 e 3 de dezembro, todo tempo é precioso. A quarta-feira será um dia sem atividades de pista, para que os carros retornem ao traçado na quinta para o dia final de treinos.

“Amanhã vai ser um dia de muita análise dos dados coletados até aqui, um dia sem treinos, para depois na quinta-feira tentar chegar no nível que queremos estar antes das corridas de Hong Kong, porque vai ser o último dia de testes”, finalizou.

Testes, 2º Dia (Top-10, combinado do dia):
1. 9 Sebastien Buemi (Renault e.Dams) - 1:21.890
2. 19 Felix Rosenqvist (Mahindra Racing) - 1:21.934}
3. 2 Sam Bird (DS Virgin Racing) - 1:21.950
4. 16 Oliver Turvey (NIO Formula E Team) - 1:22.135
5. 8 Nicolas Prost (Renault e.Dams) - 1:22.173
6. 1 Lucas Di Grassi (Audi Sport ABT Schaeffler) - 1:22.215
7. 66 Daniel Abt (Audi Sport ABT Schaeffler) - 1:22.256
8. 7 Jerome D'Ambrosio (Dragon Racing) - 1:22.422
9. 20 Mitch Evans (Panasonic Jaguar Racing) - 1:22.455
10. 3 Nelson Piquet Jr. (Panasonic Jaguar Racing) - 1:22.476

CALENDÁRIO FIA FORMULA E temporada 2017-2018
02/12 – Hong Kong
03/12 – Hong Kong
13/02 – Marrakesh, Marrocos
03/02 – Santiago, Chile
03/03 – Cidade do México, México
17/03 – SÃO PAULO, Brasil
14/04 – Roma, Itália
28/04 – Paris, França
19/05 – Berlim, Alemanha
10/06 – Zurique, Suíça
14/07 – Nova York, Estados Unidos
15/07 – Nova York, Estados Unidos
28/07 – Montreal, Canadá
29/07 – Montreal, Canadáa183 Copy

 

HAAS NO G.P.DO JAPÃO

 

Evento:  Qualificação para ao Grande Prémio do Japão (1º Round de 20)

Data:  Sábado, 7 de Outubro

Local:  Suzuka Circuit

Layout:  5,807 quilómetros, 18 curvas

Condições climatéricas:  Céu enevoado

Temperatura do ar:  22,2-23,4ºC

Temperatura da pista:  25,9-27,9ºC

Pole-position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m27,319 – novo recorde)

Resultado:  Kevin Magnussen 13º/ Romain Grosjean 16º

Nota:  Magnussen alinhará do décimo segundo lugar da grelha de partida devido à penalização sofrida pelo décimo classificado, Fernando Alonso.

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Magnussen:  15º (1m30,774s), avançou para a Q2

Grosjean:  16º (1m30,849s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m29,047s)

Cutoff:  15º, Kevin Magnussen da Haas F1 Team (1m30,774s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Magnussen:  13º (1m29,972s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m27,819s)

Cutoff:  10 Fernando Alonso da McLaren (1m29,749s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole- position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m27,319s)

Segundo:  Valtteri Bottas da Mercedes (1m27,651s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, qualificaram-se no décimo terceiro e décimo sexto, respectivamente, para o Grande Prémio do Japão, que se realiza no domingo no Circuito de Suzuka. No entanto, devido à penalização do décimo classificado, Magnussen arrancará de décimo segundo.

 

Magnussen assinou o décimo quinto crono na Q1, com uma volta ao circuito de 5,807 quilómetros e 18 curvas realizada em 1m40,774s. Grosjean foi o décimo sexto mais rápido, 1m30,849s. Apenas os quinze mais rápidos avançam para a Q2.

 

Grosjean estava a realizar uma volta lançada quando, a dois minutos do final da Q1, um pião na Curva 5 lançou-o com violência para fora de pista, embatendo nas barreiras de protecção. Grosjean saiu do seu carro sem qualquer mazela, mas o seu VF-17 sofreu danos extensos. A bandeira vermelha foi amostrada, quando faltava 1m18s para o final da sessão e o longo processo de limpeza da pista significou que a Q1 não foi recomeçada.

 

Na Q2, Magnussen assegurou o décimo terceiro tempo, 1m29,972s. Os dez primeiros da Q2 avançaram para a Q3.

 

Ambos os pilotos, Magnussen e Grosjean, rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio ao longo da qualificação.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou a pole-position para o Grande Prémio do Japão. A sua melhor volta, 1m27,319s, deixou o segundo mais rápido, o seu colega de equipa Valtteri Bottas, a 0,332s e marcou a melhor volta de sempre a Suzuka, batendo o recorde que Michael Schumacher tinha registado na Q2 de 2006, ao serviço da Scuderia Ferrari, 1m28,954s. Foi a septuagésima primeira pole-position de Hamilton na Fórmula 1, a décima da temporada, a segunda consecutiva e a sua primeira em Suzuka.

 

Antes de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres.

 

O duo da Haas F1 Team realizou programas semelhantes. Iniciaram a sessão com pneus médios para realizarem duas voltas de instalação, seguindo-se uma série de voltas com pneus macios, que foi comprometida por duas bandeiras vermelhas. Para simular a qualificação, ambos os pilotos saíram para a pista uma última vez com pneus supermacios, com os quais conseguiram a suas melhores marcas da sessão.

 

Magnussen completou doze voltas e registou o décimo quarto lugar, 1m30,982s, na sua penúltima passagem pela meta. Grosjean realizou treze circuitos, registando o seu melhor crono, 1m31,459s, na sua décimo volta, o que o deixou no décimo sétimo posto.

 

O mais rápido na terceira sessão foi Bottas, com a marca de 1m29,055s, o que deixou Hamilton, o segundo mais rápido, a 0,014s. 

 

 

 

Estou bem. A primeira volta lançada foi muito boa. Tive um momento complicado na Curva 11, o que me custou muito tempo, relativamente ao Kevin. Portanto, penso que o carro era capaz de entrar nos dez primeiros, na Q1. Fui para uma segunda volta lançada, e estava a fazer o que sempre fiz, de repente o carro sobrevirou subitamente sem qualquer motivo. Temos que analisar o que aconteceu. Certamente que ataquei a Curva 3 um pouco mais depressa que na volta anterior, mas nada de louco. Perdi o seu controlo e tentei recuperá-lo para a Curva 4, mas era já tarde. Tentei mantê-lo em pista o máximo que pude, para evitar o acidente, mas fugiu ao meu controlo pela segunda vez e alarguei a trajectória. Uma vez na relva, que estava molhada, era impossível evitar a barreira.”

 

 

 

Este fim-de-semana estamos mais fortes. Desde sexta-feira que o carro parece melhor, mais vivo. Isso deve-se em parte às temperaturas estarem mais frescas, portanto, os pneus estão a trabalhar um pouco melhor, ou pelo menos, é mais fácil colocá-los a funcionar sem os sobreaquecer. Se estamos atrasados no que diz respeito a apoio aerodinâmico e aderência, os pneus não sobreaquecem tanto quando está mais fresco, como está aqui. Isso colocou-nos um pouco mais próximos do meio do pelotão. Esperávamos estar no décimo sexto e décimo sétimo lugares na qualificação e estou em décimo terceiro, que passará amanhã a décimo segundo. Portanto, não posso estar infeliz com isso. Quando é assim tão competitivo, gostaríamos de ser um pouco mais rápidos, portanto, é um pouco frustrante não estar lá. Estamos ainda perto dos pontos. Vamos ver se conseguimos marcar alguns, amanhã.”

 

 

 

Foi um dia duro, novamente, mas parece que amanhã o Kevin arranca de décimo segundo. Não é uma má posição para arrancar, aqui. Temos que verificar quais são os danos no carro do Romain e se é necessário mudar algum componente que implique uma penalização. Mas foi um longo dia para toda a equipa. A sorte não parece estar do nosso lado, de momento, mas isso mudará. Temos apenas que olhar em frente, estar prontos para a corrida de amanhã e, pelo menos tentar colocar um carro nos pontos.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

HAAS NO G.P.DO JAPÃO

 

Evento:  1ª e 2ª sessões de treinos-livres

Data:  Sexta-Feira, 6 de Outubro

Local:  Suzuka Circuit

Layout:  5,807 quilómetros, circuito de 18 curvas

Condições climatéricas na 1ª Sessão:  Céu enevoado com chuva no final.

Temperatura do Ar na 1ª Sessão:  18,9-20ºC

Temperatura da pista na 1ª Sessão:  22,6-24,4ºC

Condições climatéricas na 2ª Sessão:  Chuva

Temperatura do Ar na 2ª Sessão:  15,2-15,8ºC

Temperatura da pista na 2ª Sessão:  17,2-18,4ºC

Pilotos:  Romain Grosjean e Kevin Magnussen 

 

 

 

Grosjean:  9º (1m31,032s), 22 voltas

Magnussen:  11º (1m31,216s), 15 voltas

Piloto mais rápido:  Sebastian Vettel da Scuderia Ferrari (1m29,166s)

Mais voltas completadas:  Valtteri Bottas da Mercedes (30)

 

 

 

Grosjean:  Sem tempo

Magnussen:  Sem tempo

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m48,719s)

Mais voltas completadas:  Lewis Hamilton da Mercedes (4 voltas)

 

 

 

O décimo sexto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 teve um início abreviado devido à chuva, que teve impacto no tempo de pista que as equipas tiveram ao longo desta sexta-feira no Circuito de Suzuka, quando iniciavam a preparação para o Grande Prémio do Japão, que se realiza no domingo.

 

Ambas as sessões de noventa minutos – a primeira e a segunda sessões – no circuito de 5,807 quilómetros e dezoito curvas foram afectadas pelas chuva, tendo a segunda sido quase completamente afligida por uma intempérie.

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, só participaram na primeira sessão, com ambos os pilotos a terminaram entre os onze mais rápidos.

 

Grosjean liderou a equipa com o nono posto – 1m31,032s, alcançada na décima sétima das vinte e duas voltas que completou, que foi marcada com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacios. Magnussen foi o décimo primeiro mais rápido, 1m31,216s, garantida na décima quinta e volta final da sua sessão, tendo também nos seu Haas VF-17 pneus supermacios.

 

Ambos os pilotos usaram todos os três tipos de pneus de seco levados pela Pirelli para Suzuka, iniciando a sessão com uma volta de instalação com pneus médios, seguidos de duas séries para experimentar os macios, para depois montar supermacios.

 

O mais rápido na primeira sessão foi o piloto da Scuderia Ferrari, Sebastian Vettel, com a marca de 1m29,166s, o que lhe permitiu bater o líder do Campeonato de Pilotos, Lewis Hamilton da Mercedes, por 0,211s.

 

A segunda sessão foi uma exercício muito sossegado, devido à chuva. Dos catorze pilotos que se aventuraram na pista molhada, Hamilton foi o mais rápido, 1m48,719s. O seu registo deixou o segundo mais rápido, Esteban Ocon da Force India, a 0,799s.

 

 

 

Tviemos uma primeira sessão sólida, apesar das gostas de chuva. Conseguimos fazer tudo o que queríamos, mais ou menos. Teria sido bom fazer mais algumas voltas, durante a serie longa de volta com tanque cheio antes da chuva, mas conseguimos ver o quão rápido é o carro, de qualquer forma. O carro está bom, para já, portanto, temos que manter esta tendência. Temos que continuar a melhorar e garantir que não nos vamos perder. As condições climatéricas podem ser determinantes. Vamos ver o que acontece entre a segunda e a terceira sessões. Penso que temos algumas ideias sobre o que fazer para melhorar o carro.”

 

 

 

Senti o carro são desde o início, portanto, estamos satisfeitos com isso. Penso que temos que tentar encontrar mais velocidade, é claro, dado que todos os outros farão o mesmo. Se queremos marcar pontos este fim, temos que acertar. Tive alguns problemas com uma fuga de água e pude apenas realizar uma volta por série. Portanto, não andei muito, mas espero que possamos recuperar.”

 

 

 

Tivemos uma boa primeira sessão, mas é ainda muito cedo para perceber tudo. Tivemos apenas um pequeno problema no carro do Kevin. Não pudemos fazer mais que algumas voltas devido a uma pequena fuga de água, que resolvemos para a segunda sessão. Infelizmente, choveu muito na segunda sessão, portanto, não andámos muito em pista. Estamos ansiosos pelo dia de amanhã.”

 

 

 

Os pilotos terão mais uma sessão de treinos-livres no sábado (12h00-13h00) antes do início da qualificação, às 15h00. A qualificação consiste em três segmentos, com os dezasseis mais rápidos da Q1 a passarem para a Q2. Os dez mais rápidos da Q2 avançam para a Q3, onde disputam a pole-position.

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

JAPANESE GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
VETTEL GOES QUICKEST IN A DRY FP1 ON SUPERSOFT.  HEAVY RAIN AFFECTS FP2, WITH HAMILTON FASTEST ON FULL WET
 
VETTEL’S FASTEST TIME OF THE DAY BEATS LAST YEAR’S POLE BY MORE THAN A SECOND AND IS JUST 0.2 SECONDS OFF ALL-TIME SUZUKA RECORD 
 
LAP TIME GAP BETWEEN SOFT AND SUPERSOFT IS AROUND 0.7 SECONDS  BUT LACK OF RUNNING MAKES DATA INCONCLUSIVE
  a126 Copy Free practice at Suzuka was interrupted twice: firstly by a red flag in FP1, and then again by heavy rain that severely limited FP2. However, Ferrari’s Sebastian Vettel proved the potential pace of this year’s race by setting a fastest time in FP1 that was nearly three seconds quicker than the equivalent time last year, and more than a second faster than the 2016 pole. This was even though the German had far from a perfect lap, with some humidity already making the track tricky and a bit of traffic as well. Although there was a red flag that interrupted FP1, the teams were still able to complete some runs on the soft and supersoft compounds, which are currently separated by about 0.7 seconds per lap in terms of pace. Only the full wet tyre was used in the heavy rain this afternoon, for a limited number of laps. Conditions for the rest of the weekend are expected to be mixed: wet for some of Saturday and then dry on Sunday. 
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “Lap times in FP1 were much faster than we’ve seen in the past once more, both because of the new regulations with wider tyres, and a softer tyre nomination for Japan than we have had in the past. As Suzuka is quite intensively used during the year, there was already some rubber on the track that enabled the cars to be quick straight away this morning, and the supersoft to work very well right out of the box. With the red flag in FP1 and the rain in FP2 – which meant that no cars took to the track for the first 45 minutes of the session – the amount of running was of course severely limited, but already the potential when it comes to race pace is clear to see”.
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m29.166s SUPERSOFT USED
Hamilton 1m29.377s SUPERSOFT NEW
Ricciardo 1m29.541s SUPERSOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m48.719s WET NEW
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.
Ocon 1m49.518s WET NEW
Perez 1m51.345s WET NEW
COMPOUND DRIVER TIME
MEDIUM - -
SOFT Vettel 1m29.419s
SUPERSOFT Vettel 1m29.166s
COMPOUND DRIVER TIME
MEDIUM - -
SOFT - -
SUPERSOFT - -
WET Hamilton 1m48.719s
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM Alonso, Hulkenberg,  Palmer, Sainz
2
SOFT Perez 18
SUPERSOFT Bottas, Ericsson, Hamilton 17
WET Hamilton, Stroll 4
 
   
Kms driven* 81 905 1678 174
Sets used overall** 10 20 29 14
 
 
 
 
 
 
MINIMUM PRESCRIBED TYRE PRESSURES
 
 
22.5 psi (fronts) – 20.5 psi (rears)
 
 
 
 
 
 
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SAM BIRD CONDUZ

SAM BIRD, PILOTO DA DS VIRGIN RACING, CONDUZ O CONCEPT CAR  DS E-TENSE NUMA VOLTA SECRETA PELO CENTRO COMERCIAL WESTFIELD LONDON 
 
 O
concept car DS E-TENSE 100% elétrico faz a sua estreia no Reino Unido com uma aparição noturna.  Sam Bird, piloto da DS Virgin Racing, conduziu este GT elétrico no interior do Westfield London, centro comercial que conta com uma DS Urban Store.  O DS E-TENSE é o primeiro carro a circular no interior do Centro Comercial Westfiled London, fazendo-o sem ninguém por perto.  O novo DS 7 CROSSBACK faz também a sua aparição no vídeo deste acontecimento: https://www.youtube.com/watch?v=PieuZOliPbo  
 
 
No âmbito da realização de um filme promocional especial, a DS juntou quatro dos seus maiores ativos, enquanto Marca: o DS E-TENSE, a DS Urban Store Westfield London, Sam Bird (piloto da DS Virgin Racing) e ainda o DS 7 CROSSBACK, o SUV da DS Automobiles, que será brevemente lançado no mercado.
A DS Automobiles juntou-se ao Centro Comercial Westfield London, em Sheperd’s Bush, que também acolhe a luxuosa DS Urban Store, para dar uma outra dimensão ao conceito de compras noturnas. Para o efeito, a Marca obteve uma autorização especial para circular com o seu concept DS E-TENSE, um modelo GT elétrico, no interior destas luxuosas instalações.
Ao volante deste concept 100% elétrico da DS esteve Sam Bird, piloto da DS Virgin Racing no Campeonato do Mundo de Fórmula E, conduzindo o DS E-TENSE pelo interior do Westfield London durante a noite, nas primeiras voltas do modelo no Reino Unido. O E-TENSE ficou trancado no centro e foi tudo registado em imagens. Silencioso e sem emissões, o concept car 100% elétrico foi o veículo perfeito para Bird - cujo trabalho diário consiste em tripular o DSV de competição, um monolugar igualmente 100% eléctrico - dar uma volta secreta frente ao conjunto de luxuosas lojas e outlets existentes no interior do Westfield London. 
Revelado no Salão Automóvel de Genebra de 2016, o vistoso DS E-TENSE junta a tecnologia de ponta ao design avant-garde . Com as suas linhas fluidas e um estilo único, este concept evoca o desejo de ser
 
 
 
 
 
 
 
 
 
conduzido. O DS E-TENSE representa a expressão máxima do
savoir-faire da DS, com revestimentos de
qualidade superior, uma cor de carroçaria exclusiva verde ametrine metalizado e óticas dianteiras LED VISION, cujo desenho semelhante a uma jóia reflete na perfeição o espírito avant-garde que é sinonimo da marca DS. As luzes de circulação diurna acentuam o olhar expressivo do modelo, enquanto os indicadores de mudança de direção, inspirados no icónico DS de 1955, estão integrados na secção traseira do tejadilho. Com 4,72 m de comprimento, desenvolve 516 Nm de binário, 402 cv de potência. Com zero emissões, o DS E-TENSE desenvolve uma propulsão limpa, silenciosa, eficiente e potente.
Desde 2015 que a DS Automobiles tem vindo a desenvolver uma forte relação com o Westfield London. O luxuoso centro comercial, localizado em Sheperd’s Bush, acolhe mais de 300 lojas de moda, lazer e entretenimento, incluindo mais de 30 marcas premium inseridas no The Village , espaço de luxo em permanente evolução. Também por tudo isto, tornou-se no local ideal para a abertura da primeira DS Urban Store, um novo conceito de boutique DS em ambiente digital.
A DS Urban Store convida os visitantes a explorar o estilo de vida da marca parisiense num dos mais requintados destinos de compras de Londres. O seu propósito é promover a marca junto de potenciais clientes DS num local onde estes passam uma boa parte do seu tempo de lazer. O design de espírito avant-garde , presente em todos os modelos DS, está em perfeita linha com alguns dos nomes mais luxuosos do mundo da moda presentes em Westfield.
Paul Buttigieg, Diretor de Operações do Westfield, declarou:
“Gostamos sempre de ir pouco mais longe quando é preciso ajudarmos os nossos parceiros a criar conteúdos inovadores, capazes de chamar a atenção e fomentar as vendas. Dar luz verde a um dos melhores pilotos do mundo para dar uma volta no interior de um dos nossos centros foi realmente uma estreia, mas o facto de termos criado uma relação tão positiva com a DS Automobiles nos últimos anos fez com que fosse possível ajudá-los a conceber um momento de grande destaque e projeção, de forma a assinalar a estreia do DS E-TENSE no Reino Unido.” 
Sam Bird, que abraçará a sua terceira temporada com a DS Virgin Racing, tem no seu palmarés 5 vitórias e 9 presenças no pódio, o que faz dele o terceiro melhor piloto de Fórmula E em termos de pontos obtidos. O britânico é também uma das poucas pessoas a ter conduzido o concept 100% elétrico E-TENSE em locais como Paris e Mónaco, repetindo-o agora, em estreia, no Reino Unido. Bird é um dos pilotos de topo do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E, tendo vencido, em Julho passado, a primeira competição motorizada realizada na cidade de Nova Iorque.
Bird também esteve ao volante do requintado e exclusivo DS 7 CROSSBACK, o SUV da DS cujo lançamento acontecerá em breve. Este SUV combina as mais recentes inovações técnicas, tais como DS ACTIVE LED VISION, DS ACTIVE SCAN SUSPENSION e DS CONNECTED PILOT, com o savoir-faire da marca parisiense a marcar novos e elevados padrões em termos de conforto de condução e performancea105 Copy

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

JAPANESE GRAND PRIX PREVIEW

 

 

JAPANESE GRAND PRIX PREVIEW Round 16 of 20 Suzuka, 6-8 October 2017
  The epic, old-school Suzuka circuit is well-known for being one of the biggest challenges for tyres on the calendar, thanks to its high-energy loads, yet for the first time Pirelli isn’t bringing the hardest tyre: instead the nominated compounds are P Zero White medium, P Zero Yellow soft, and P Zero Red supersoft. These will have to cope with long and fast corners such as 130R – providing the longest continuous g-force loading of the year – and Spoon, which put the tyres under constant stress throughout the lap. With fastest race laps that have been up to five seconds faster than 2016 so far, another significant improvement is expected in Suzuka. A wide range of strategy options are available to find the best compromise between performance and durability. 
 
THE THREE NOMINATED COMPOUNDS
  
 
THE CIRCUIT FROM A TYRE POINT OF VIEW
 
 
 Lateral forces through corners are the main feature, rather than traction and braking.  Weather, and therefore track temperatures, are quite unpredictable at this time of year.  Generally, there are high levels of wear and degradation: two stops was the winning strategy last year, with varied tactics.  Teams normally run high downforce: pushing down on the tyres to help cornering.  Track is quite narrow, making overtaking tricky, so strategy can make the difference.  Track evolution is often hard to predict and safety cars can provide another variable.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The Japanese Grand Prix continues the trend we’ve seen so far this year of bringing softer, and therefore faster, tyres to several grands prix compared to last season. In the case of Suzuka, this is particularly pertinent as it’s one of the most challenging tracks for tyres of the entire year, with a very big emphasis on lateral loads that can cause thermal degradation if the tyres are not properly managed. This is also one of the reasons why the drivers enjoy Suzuka so much; with the cars travelling a lot faster through the
 
 
 
 
corners this year under the new regulations with wider tyres, it’s very possible that we will see another lap record fall and some truly impressive maximum g-force loadings”.
 
WHAT’S NEW?     There are no hard tyres in Japan for the first time.  The final of the Pirelli-equipped Blancpain GT Series Endurance Cup took place in Barcelona last weekend, with GRT Grasser Racing Team winning the title for Lamborghini.  Former F1 driver Erik Comas recently claimed the European Historic Rally Championship with a Lancia Stratos, running on Pirelli P7 Corsa Classic tyres.  McLaren has made the most aggressive tyre selection at Honda’s home race, choosing more supersoft tyres than any other team.
 
SUZUKA INTERNATIONAL RACING COURSE MINIMUM STARTING PRESSURES (SLICKS)
 
 
22.5 psi (front) | 20.5 psi (rear)
 
EOS  CAMBER LIMIT
 
 
-3.00° (front) | -1.75° (rear)
 
 
THE TYRES NOMINATED THIS SEASON
 
      Australia      China      Bahrain      Russia      Spain      Monaco      Canada      Azerbaijan      Austria      Great Britain     
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

 

 

  1. A LIberty  vai anunciar regras dos motores para 2021 a 31 de Outubro. E o primeiro draft do orçamento das equipas com tecto máximo a 7 de Novembro. 

 

NOVIDADES EM PONTO PEQUENO

NOVIDADES EM PONTO PEQUENO

 

MUNDIAL DE FÓRMULA 1 - 2017a150 Copya151 Copya152 Copya153 Copy

 

Novedades MINICHAMPS F1 2017 (69,95€ unidad), proximamente en www.motorsport43.com

MC-417170055 Scuderia Toro Rosso Renault STR12 GP China 2017 #55 C.Sainz Jr.

MC-417170026 Scuderia Toro Rosso Renault STR12 GP China 2017 #26 D.Kvyat

...

MC-417170019 Williams Mercedes FW40 GP Australia 2017 #19 F.Massa

MC-417170018 Williams Mercedes FW40 F1 2017 #18 L.Stroll

Ya podeis reservar estas miniaturas enviandonos un mensaje o un mail a Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

A LOGISTICA NA FÓRMULA 1 HÁ TRES DECADAS ATRÁS

 

 

 

 Este é o lado do passado das corridas que mais gosto. Estas pequenas pérolas.A logistica da equipa de Fórmula 1 da Lotus, antes de participar no Grande Prémio do Mónaco, isso no já longiquo ano de 1979.

 

ATENÇÃO A TODOS OS LEITORES - TERÁ ISTO FUNDAMENTO??

ATENÇÃO A TODOS OS LEITORES

 

TERÁ ISTO FUNDAMENTO???????

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1  - GRANDE PRÉMIO DO JAPÃO

 

 

O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA NO GP DO JAPÃO!

Talvez, isso explique a razão de Sebastian Vettel ter declarado a seguinte frase: "Se as pessoas soubessem o que aconteceu no GP do Japão, ficariam enojadas". 

Todos os ferraristas ficaram chocados e tristes por verem Vettel abandonar o GP do Japão por causa de uma vela de ignição. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta dello Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos. 

Fato comprovado: A Ferrari vendeu o título do mundial de pilotos para Mercedes. Sebastian Vettel foi avisado, às 9:00 do dia 8 de outubro (dia do GP do Japão), em uma reunião envolvendo o Sr. Sérgio Marchionne (na única vez que o presidente Ferrari compareceu a uma reunião pré corrida da Ferrari), Maurízio Arrivabene e o Presidente da FIA, Jean Todt. Kimi Raikonen foi isolado com seis engradados de vodka finlandesa, em seu motorhome. A princípio muito contrariado, Vettel se recusou a trocar pentacampeonato mundial para vencer em 2018. 

A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000.000,00 para Vettel, mais um bônus de US$40.000.000,00 para dividir entre todos os funcionários da Ferrari, pago através da FIA. 

Mesmo assim, Vettel se recusou a aceitar o esquema, o que obrigou Arrivabene a tirá-lo da corrida, dizendo que o seu carro estava com problemas na vela de ignição (em primeira notícia divulgada às 13:30 - horário local- no centro de imprensa).  

A sua situação só foi resolvida após o representante do alto escalão da Ferrari ameaçou rescindir o seu contrato,  avaliado em mais de US$ 90.000.000,00 (noventa milhões de dólares). 

Assim, combinou-se que o Vettel abandonaria nas metade da prova, porém a apatia que se abateu sobre o piloto alemão fez que ele abandonasse logo nas primeiras voltas. Isso fez que Lewis Hamilton, sem nenhuma participação no esquema, vencesse a prova. 

O Sr. Jean Todt, presidente da FIA, aplaudiu a colaboração da equipe italiana, uma vez que o campeonato mundial para Hamilton trará um britânico tetracampeão de F1, sendo que alemão já tem um com sete. Todt Garantiu que a Ferrari teria seu caminho facilitado para o título de 2018. 

Por gentileza passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas, para que todos possam conhecer a sujeira que ronda a F1.

Por Gunther Schweitzer, diretor de esportes da TV Globo
 

HAAS NO G.P.DO JAPÃO

 

Vemo-nos em Suzuka

Expectativas Elevadas para a Haas F1 Team na Terra do Sol-Nascente

 

) – O Grande Prémio do Japão, que se realiza no próximo domingo no Circuito de Suzuka, marca o fim de uma etapa de três corridas no Extremo Oriente, uma viagem que testou a Haas F1 Team, assim como os seus pilotos, Romain Grosjean e Kevin Magnussen.

 

A equipa americana marcou pontos há duas semanas e meia, em Singapura, depois de aproveitar a oportunidade criada por uma pista molhada. Depois lutou contra a adversidade, no fim-de-semana passado na Malásia, quando Grosjean se despistou na sexta-feira, durante a segunda sessão de treinos-livres. Uma grade de escoamento de águas no apex da Curva 13 destruiu o pneu traseiro/direito do seu Haas VF-17 e enviou-o para um pião que terminou contra uma barreira de protecção no exterior da curva.

 

Os membros da equipa fizeram horas extraordinárias, literalmente, uma vez que os responsáveis da FIA permitiram à Haas F1 Team trabalhar durante o período de recolha nocturno para reparar o carro, devido à natureza pouco usual do incidente. Apesar de Magnussen se ter qualificado em décimo sétimo e Grosjean em décimo sexto, o duo terminou em décimo segundo e décimo terceiro, respectivamente, recuperando, colectivamente, oito posições.

 

Apesar do progresso, os resultados não garantiram qualquer ponto. No entanto, num testemunho da competitividade do meio do pelotão, a equipa que está à frente da Haas F1 Team no Campeonato de Construtores não marcou qualquer ponto.

 

Com apenas cinco rondas das vinte que compõem o calendário deste ano da Fórmula 1 por disputar, a Haas F1 Team está no oitavo lugar do Campeonato de Construtores com trinta e sete pontos, a cinco da sétima classificada, a Renault, e a quinze da Toro Rosso, a sexta. A McLaren está a catorze pontos da Haas F1 Team, no nono posto.

 

Mesmo com margens tão curtas entre os competidores, a Haas F1 Team olha para a corrida realizada no circuito de 5,807 quilómetros e dezoito curvas com optimismo.

 

Na sua primeira visita a Suzuka, no ano passado durante a sua temporada de estreia na Fórmula 1, a Haas F1 Team avançou com ambos os seus carros para a Q3 pela primeira vez. Evidenciou rapidez durante todo o fim-de-semana, e quando a equipa regressa à terra do Sol-Nascente para sua segunda passagem por Suzuka, as expectativas são elevadas para a possibilidade de ser competitiva e marcar pontos.

 

Grosjean, em particular, já teve ambas as coisas em Suzuka. Liderou o Grande Prémio do Japão de 2013 durante vinte e seis voltas, acabando por terminar no terceiro posto, no encalço dos Red Bull de Sebastian Vettel e Mark Webber. No Grande Prémio do Japão de 2015, Grosjean terminou nos pontos, com um sólido sétimo lugar.

 

Magnussen participou em apenas duas corridas de Fórmula 1 em Suzuka, em 2014 e em 2016, tendo terminado ambas em décimo quarto. Mas os resultados não reflectem a afinidade que Magnussen tem com o circuito, uma vez que afirma ser um dos seus preferidos.

 

Magnussen não é o único nesse sentimento, uma vez que Suzuka é um circuito de pilotos, onde os carros são levados aos seus limites absolutos sem estar colados à pista por via do apoio aerodinâmico máximo.

 

O layout de Suzuka perfaz um oito e é único traçado entre os vinte e um que compõem o calendário da Fórmula 1 com esta configuração. A ponte que passa por cima da recta que liga a curva 9 (Degner 2) à 10 é a sua assinatura, com os pilotos a rodarem próximos dos 330Km/h quando atravessam a pista a caminho da Curva 15, mais conhecida por 130R, baptizada desta forma devido ao seu raio de 130 metros.

 

O primeiro sector da pista sublinha a eficiência aerodinâmica dos carros, ao passo que o segundo sector recompensa a potência. O traçado oferece todos os tipos de curvas e o seu asfalto relativamente antigo fornece um elevado nível de aderência.

 

A ilha-nação transforma-se nação de aceleração, uma vez que Suzuka inicia um sprint de cinco corridas para o final do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017. O plano da Haas F1 Team passa por marcar pontos antes de se por a caminho da sua corrida caseira, o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, que se realiza no Circuit of the Americas em Austin, Texas, que se realiza no dia 22 de Outubro.

Suzuka Circuit

 

Perímetro: 5,807 km

Voltas: 53

Distância de corrida: 307,471 km

Transmissão: Sport TV5 – 6h00

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

O meio do pelotão tem estado muito apertado ao longo de todo o ano, mas parece ainda mais competitivo na ponta final da temporada. O sétimo lugar do Campeonato de Construtores – uma posição melhor que no ano passado – é um objectivo alcançável?

“É claro que vamos tentar terminar em sétimo. Neste momento ficaríamos satisfeitos com esse resultado. Parámos o desenvolvimento do carro de 2017 há já algum tempo para nos concentrarmos no carro do próximo ano. Temos que nos focar na estabilidade de um ano para o outro, sem altos e baixos, dado que então criamos o efeito de uma onda e nunca estamos em controlo do que estamos a fazer. Vamos dar o nosso melhor. Esperamos marcar alguns pontos. Espero também que os nossos piores circuitos tenham ficado para trás, como os de baixa velocidade e elevado apoio aerodinâmico. O nosso carro não gosta de esse tipo de pistas. O meio do pelotão é muito duro.”

 

A estabilidade a alta velocidade, que se consegue através de rigidez mecânica e equilíbrio aerodinâmico, parece ser a chave para o sucesso em Suzuka. O que fazem para a alcançar?

“Não podemos fazer muito para além daquilo que o carro já tem e estamos muito confiantes de que o que temos poderá funcionar bem. Precisamos apenas de encontrar um equilíbrio para o fim-de-semana. O Japão é um traçado de alta velocidade e tem algumas curvas muito desafiantes, mas é um local simpático e espero que possamos encontrar uma boa afinação e demonstrar o que podemos fazer.”

 

Em Suzuka parece ser delicado alcançar um equilíbrio aerodinâmico. Se for demasiado apoio aerodinâmico, sofre-se nas rectas. Se for pouco, os pilotos não sentem confiança para atacar as zonas mais sinuosas e as curvas. Evidentemente, o nível do apoio aerodinâmico é previsto tendo em conta o conforto que os pilotos têm a dada velocidade. Como encontram o equilíbrio entre a necessidades do carro e as necessidades do piloto?

“É uma daquelas coisas que têm de andar de mão dada. Uma vez encontrada a forma mais rápida de efectuar a pista, ao equilibrar a velocidade de ponta com o apoio aerodinâmico, o piloto fica satisfeito, uma vez que ele pretende ser o mais rápido possível no circuito. Para eles, quanto melhor for o tempo da volta, melhor.”

 

A subviragem ao longo dos esses entre a curvas 3 e 7 é, normalmente, uma das coisas resolver em Suzuka. Como resolvem a subviragem e em que ponto uma alteração para ajudar o carro num determinado ponto do circuito o prejudica noutra?

“Tem sobretudo a ver com a forma como o carro é afinado desde o início. É sempre possível ter um pouco de subviragem, mas depois ficamos com sobreviragem em outras zona do circuito. Vamos ver como corre.”

 

Com todo o investimento realizado na Fórmula 1, o investimento que uma dada equipa realiza na sua dupla de pilotos sobressai em Suzuka?

“Sim, sem dúvida. É preciso ser corajoso em Suzuka. Quando se sai é a alta velocidade e, por vezes, o embate não é simpático. É preciso ser corajoso, mas é também necessário ser muito técnico para afinar o carro. Definitivamente, Suzuka é uma pista que testa as qualidades dos pilotos.”

 

Para lá da pista, outro assunto muito discutido em Suzuka é a paixão dos adeptos. Pode descrever a atmosfera que se sente na pista e o fervor que os adeptos japoneses têm pela Fórmula 1?

“Penso que é muito especial. Se alguém é fã em Suzuka é dos intensos. Estarão a fazer filas fora do circuito. É fantástico a paixão que têm. Penso que muita gente gosta deste evento por ser tão diferente de todos os outros.”

 

O Japão tem uma cozinha fantástica e única. Qual é a sua favorita?

“Qualquer sushi ou sashimi. Gosto muito. Aparentemente, há um restaurante muito bom perto do circuito que eu não conheço, portanto, estou ansioso por experimentar.”

 

Quando deixarem o Japão, estarão a preparar-se para a corrida caseira da equipa – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Onde quer que a Haas F1 Team esteja então e quais serão os pensamentos que terá no longo voo de regresso à Carolina do Norte?

“Penso que o mais importante é não cometer erros. O nosso carro é o sexto ou o sétimo mais rápido da grelha de partida, neste momento. Esperamos que seja o sexto e conseguir uma boa qualificação para chegar à Q3. O mais importante é não cometer erros. Queremos mostrar o nosso carro da melhor forma possível a todos os adeptos americanos e dar-lhes um bom espectáculo.”

 

 

 

Foram-te atribuídas declarações em que dizes que Suzuka é a tua pista preferida no mundo inteiro. Porquê?

“É sempre difícil dizer porquê. Penso que é a sua fluidez, as curvas, a natureza de alta-velocidade da pista. Há o risco, também, com todas as escapatórias de gravilha e as zonas mais estreitas do circuito. No geral, contudo, não se trata apenas de uma coisa e, por vezes, não sabemos porque gostamos de uma determinada coisa, apenas gostamos.”

 

Em 2013 lideraste vinte seis voltas do Grande Prémio do Japão em Suzuka, para depois terminares em terceiro. Essa foi a maior quantidade de voltas que passaste no comando num circuito de Fórmula 1. Fala-nos dessa corrida e de que forma te foi possível rodar na frente durante tanto tempo?

“Arranquei do quarto lugar da grelha e parti muito bem. Liderei desde a primeira curva. A Red Bull apostou na sua estratégia. Puseram um carro numa estratégia de duas paragens e outro numa de três. Liderámos vinte e seis voltas, mas perdemos posições para eles. Foi fantástico, porém. Lembro-me de dizer para mim mesmo para não sair de pista, dado que todas as câmaras apontavam para mim. Foi um grande sentimento estar na liderança. Adorei. Lembro-me de ir para a estação do caminho de ferro depois da corrida e de estar rodeado de fãs. Foi agitado, mas memorável.”

 

Em Suzuka parece ser delicado alcançar um equilíbrio aerodinâmico. Se for demasiado apoio aerodinâmico, sofrem nas rectas. Se for pouco, vocês não sentem confiança para atacar as zonas mais sinuosas e nas curvas. Evidentemente, o nível do apoio aerodinâmico é previsto tendo em conta o conforto que vocês sentem a dada velocidade. Como encontram esse equilíbrio?

“É uma daquelas pistas onde é necessário muito apoio aerodinâmico e um carro verdadeiramente bom nas curvas de alta velocidade. Há também algumas curvas de baixa velocidade que são muito importantes. Tudo tem a ver com sentir confiança certa para poder dar o máximo naquelas curvas complicadas do sector 1. Não é uma pista fácil para afinar o carro, mas é decididamente fantástica para se rodar.”

 

A subviragem ao longo dos esses entre a curvas 3 e 7 é, normalmente, uma das coisas resolver em Suzuka. Como resolvem a subviragem e em que ponto uma alteração para ajudar o carro num determinado ponto do circuito o prejudica noutra?

“Há uma linha muito fina. Se começamos a sentir subviragem muito cedo, entramos na trajectória errada bastante cedo para as curvas 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Se começamos com sobreviragem, também é mau. Existe uma linha muito fina para se poder ter o equilíbrio correcto, e para não se ser demasiado lento nas curvas mais lentas.”

 

Dirias que Suzuka é uma pista de pilotos?

“Definitivamente.”

 

É possível que seja mais fácil para um piloto fazer a diferença em Suzuka que noutro circuito?

“Infelizmente, não. Tem tudo a ver com encontrar um bom equilíbrio para o carro. A performance do carro dita a nossa performance. É mais ou menos o mesmo em todo o lado. Podemos tentar contornar as situações, e ser mais consistentes.”

 

Onde existem oportunidades para ultrapassar em Suzuka?

“Decididamente, com o DRS, na Curva 1. Existe também uma grande travagem para a chicane, a última curva. Há o gancho do meio do circuito, onde podemos tentar na zona de travagem.”

 

Qual é a tua zona preferida de Suzuka?

“É muito complicado escolher uma, mas eu decido-me pelo primeiro sector.”

 

Descreve uma volta a Suzuka.

“As curvas 1 e 2 são de altíssima velocidade na entrada. São curvas longas, com uma saída complicada. O primeiro sector tem uma fluidez de curvas que nos obriga a ter uma tajectória perfeita ao longo delas, sendo a mais complicada a 7 e a 8, aonde se sobe em tracção. Depois temos um dupla direita, de elevadíssima velocidade, e um corrector de saída muito complicado a meio. Passamos então por baixo da ponte para seguirmos para a travagem forte para o gancho. A tracção é muito importante para sairmos a caminho das curvas Spoon. Aqui acontece o mesmo que na Curva 1 – uma entrada de altíssima velocidade, a reduzir a velocidade para a segunda parte e uma saída muito importante, que nos leva para a recta das traseiras. Depois temos a 130R, feita a fundo, seguida por uma grande travagem para a última chicane, em que a aplicação do acelerador é muito complicada.”

 

Para lá da pista, outro assunto muito discutido em Suzuka é a paixão dos adeptos. Podes descrever a atmosfera que se sente na pista e o fervor que os adeptos japoneses têm pela Fórmula 1?

“É uma atmosfera louca desde quinta-feira. Todas as bancadas estão completamente cheias. Depois da corrida, continuam lá a ver as repetições do Grande Prémios nos ecrãs. Mostram também modas muito engraçadas, com alguns acessórios loucos. Eles adoram a Fórmula 1 e são muito apaixonados. É uma atmosfera electrizante. É fantástico ver toda aquela paixão e tanta gente a torcer por equipas como a nossa.”

 

O Japão tem uma cozinha fantástica e única. Qual é a tua favorita?

“Quando falamos do Japão, toda gente menciona o suhsi. Há muito mais para além disso no país. Há boa carne, bom peixe. As técnicas são muito distintas das francesas. É muito delicada. Adoro.”

 

Quando deixares o Japão, estarás a preparar-te para a corrida caseira da Haas F1 Team – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Onde queres que a Haas F1 Team esteja então?

“Gostaria que estivéssemos no degrau mais alto do pódio de Austin. Isso seria um sonho. Estou ansioso por chegar lá. Será fantástico. Espero que tenhamos muito apoio. Mal posso esperar por chegar aos Estados Unidos. Em pista, é evidente, estamos ainda num estágio de desenvolvimento. Temos que verificar todas as nossas peças de evolução, garantir que funcionam bem e começar a olhar para a direcção que vamos tomar para o próximo ano.”

 

 

 

 

 

 

Muitos pilotos apontam que Suzuka é a sua pista de Fórmula 1 preferida. És um deles?

“Decididamente, sou um deles. É um circuito fantástico. É extremamente rápido e temos uma secção, o primeiro sector, com todos os esses – é uma sensação fantástica passar por lá num carro de Fórmula 1. Temos, também, a curva mais rápida do mundo, a 130R.

 

Dirias que Suzuka é uma pista de pilotos?

“Claro. É uma verdadeira pista para pilotos, com curvas de alta-velocidade, onde precisamos mesmo de levar o carro ao limite.”

 

É possível que seja mais fácil para um piloto fazer a diferença em Suzuka que noutro circuito?

“Bem, é um pouco mais fácil, mas a não é assim que a Fórmula 1 funciona actualmente. Todos nós andamos no limite dos carros.”

 

Onde existem oportunidades para ultrapassar em Suzuka?

“Não é a pista mais fácil para ultrapassar. Penso que a Curva 1 é um bom local – provavelmente o melhor.”

 

Qual é a tua zona preferida de Suzuka?

“Provavelmente, o primeiro sector.”

 

Descreve uma volta a Suzuka.

“É sinuoso, estreito e rápido.”

 

Para lá da pista, outro assunto muito discutido em Suzuka é a paixão dos adeptos. Podes descrever a atmosfera que se sente na pista e o fervor que os adeptos japoneses têm pela Fórmula 1?

“A atmosfera é fantástica, lá. Os fãs japoneses são fantásticos. São mesmo apaixonados.”

 

O Japão tem uma cozinha fantástica e única. Qual é a tua favorita?

“Adoro sushi.”

 

Quando deixares o Japão, estarás a preparar-te para a corrida caseira da Haas F1 Team – o Grande Prémio dos Estados Unidos da América, em Austin, Texas. Onde queres que a Haas F1 Team esteja então?

“Gostaria de estar lá à frente. Vamos dar o nosso melhor para podermos oferecer o melhor resultado possível aos nossos adeptos americanos.”

 

 

 

 

Suzuka Circuit

Circuito de Suzuka

  • Número de voltas: 53 
  • Distância de corrida: 307,471 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 5,807 quilómetros e 18 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1987, tendo no ano passado sido o palco do seu 28º Grande Prémio.
  • Kimi Raikkonen detém o recorde da volta a Suzuka (1m31,540s), assinado em 2005 com a McLaren.
  • Michael Schumacher detém o recorde da qualificação em Suzuka (1m28,954s), assinado em 2006 com a Scuderia Ferrari durante a Q2.
  • O layout de Sukuza tem a configuração de um oito e é a única pista dos vinte e um circuitos que compõem o calendário da Fórmula 1 com esta configuração. Ostenta todo o tipo de curvas, o que o torna num dos preferidos entre os pilotos. Podem puxar os limites sem que os carros fiquem colados a pista devido ao apoio aerodinâmico máximo, desde que os seus carros estejam devidamente equilibrados aerodinamicamente. Demasiado apoio aerodinâmico limita os carros nas rectas, ao passo que se tiver pouco os pilotos não têm confiança para que possam dar o máximo nas zonas mais sinuosas da pista. Os pilotos são, no entanto, ajudados pelo elevado nível de aderência de Suzuka. O asfalto relativamente antigo abusa dos pneus, uma vez que a sua superfície rugosa fornece uma elevada quantidade tracção. Isto combinado com as elevadas forças laterais ao longo das curvas, produz um elevado desgaste nos pneus. Realizar uma volta perfeita é difícil em Suzuka, mas é extremamente recompensador quando alcançada.
  • Sabia que: A NASCAR realizou duas corridas no Circuito de Suzuka, em 1996 e 1997. Ambas foram eventos de exibição e foram efectuadas depois do final da temporada regular da NASCAR, em Novembro. A primeira corrida foi vencida por Rusty Wallace e a segunda por Mike Skinner. Em 1997 foram utilizados pneus de chuva pela primeira vez num evento da NASCAR, com as equipas a rodarem com pneus de chuva da Goodyear nos treinos-livres e na qualificação. A volta mais rápida realizada por um Stock Car em Suzuka foi alcançada em 1996, quando Wallace garantiu a pole-position com a velocidade média de 133,703 Km/h, aos comandos de um Ford Thunderbird.
  • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio do Japão, a temperatura mínima andará entre os 16ºC e 18ºC e a máxima entre os 18ºC e os 27ºC. A humidade relativa estará entre os 59% e os 88%. O vento variará entre os 5 Km/h e os 26 Km/h, raramente excedendo os 35 Km/h. 

 

  • A Pirelli leva para o Japão três compostos de pneus:
  • P Zero Branco/Médiopouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
  •  P Zero Amarelo/Macio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
  • P Zero Vermelho/Supermacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada um dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois jogos de pneus de especificação obrigatória para a corrida (um de P Zero Branco/Médio e outro P Zero Amarelo/Macio) e um obrigatório para a Q3 (um P Zero Vermelho/Supermacio).

Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:

  • Grosjean: dois jogos de médios, quatro jogos de macios e sete de supermacios
  • Magnussen: um jogos de médios, cinco jogos de macios e sete de supermacios

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

MALAYSIAN GRAND PRIX RACE – INFOGRAPHICS

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

AS CONTAS APÓS O G.P. DO JAPÃOa68 Copya69 Copy

 

As contas que se podem fazer após GP do Japão é que Hamilton só precisa de ser quarto no final nas quatro provas que faltam para o final da temporada. Ou, pior ainda para o interesse do campeonato, o inglês pode chegar ao tetra já nos EUA se vencer e Vettel não ficar nos cinco primeiros

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MALAYSIAN GRAND PRIX RACE
 
ONE-STOP SUPERSOFT-SOFT STRATEGY AS EXCPECTED  FOR ALL THE FRONTRUNNERS ON THE GRID 
 
FERRARI DRIVER SEBASTIAN VETTEL USES ALTERNATIVE SOFT-SUPERSOFT STRATEGY TO FINISH FOURTH FROM THE BACK
 
SOME VERY LONG STINTS SEEN AT THE LAST SEPANG RACE:  FORCE INDIA’S ESTEBAN OCON STOPS JUST ONCE ON LAP THREE
 
 The final Malaysian Grand Prix was won by Red Bull’s Max Verstappen from the second row of the grid, after stopping just once to change from supersoft to soft tyres. This was the strategy that was adopted by all the frontrunners, with the notable exception of Ferrari driver Sebastian Vettel, who staged a brilliant fightback to fourth from last. The German chose to start the race on the soft tyres to try and gain track position, switching to the faster supersoft tyres on the same lap that Verstappen pitted from the lead to change from supersoft to soft. Vettel was then able to use the extra speed of the supersoft to make his way into the top four places.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “After practice was interrupted by weather and a red flag, the teams still had to fully calculate degradation rates over long runs, which was the main challenge today. In the end, track temperatures were relatively cool by Malaysia standards – around 40 degrees centigrade – and degradation was low on both compounds, so the stints were able to be stretched out. With all the frontrunners selecting similar one-stop supersoft-soft strategies, one of the highlights of the race was Vettel’s charge up the field from last, helped by an alternative strategy by starting on the soft. Force India’s Esteban Ocon was forced into an early stop following a puncture caused by contact with another car: he then ran all the way to the end on the soft tyre after pitting on lap three.”
 
BEST TIME BY COMPOUND
 
 
 
LONGEST STINT OF THE RACE
 
   
-
Hamilton 1m34.452s
Vettel 1m34.080s
-
Verstappen 1m34.467s
Hulkenberg 1m34.266s
-
Ricciardo 1m34.770s
Grosjean 1m35.796s
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM - -
 
 
 
 
 
 
TRUTHOMETER Verstappen was the winner of the 56-lap race with a one-stop strategy as we expected, going from supersoft to soft on lap 28 – later than we had anticipated owing to lower levels of tyre degradation. This was incidentally the same lap that Vettel switched from soft to supersoft. 
 

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

 

 

Grande Prémio da Malásia 2017 - Corrida

 









 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

GRANDE PRÉMIO DO JAPÃO

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

71, 10, 1. O número total de poles; as que conseguiu este ano; e o facto de ter “esfolado o frango” de Suzuka, onde antes nunca tinha conseguido ser a estrela mais brilhante na qualificação. É o que fica da performance de Hamilton em Suzuka.

  1. Mas houve mais: novo recorde de pista aniquilado (como dizia Vettel, estes carros são fabulosos de guiar aqui); uma vez mais as expectativas de maior competitividade de um marca goradas (com muitas curvas rápidas de apoio esperava-se um domínio Ferrari); mas, sobretudo, a dobradinha da Mercedes que pode ter influência determinante no resultado da corrida e do campeonato (ou não, porque esta F1 2017 não pára de nos dar a volta ao... argumento!).

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

2017 Malaysian Grand Prix  – Sets available for the race – Infographics

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MALAYSIAN GRAND PRIX QUALIFYING
 
LEWIS HAMILTON CLAIMS POLE FOR MERCEDES  LOWERING ONCE MORE THE SEPANG LAP RECORD 
 
FERRARI’S KIMI RAIKKONEN AND RED BULL’S MAX VERSTAPPEN  USE JUST THREE SETS OF SUPERSOFT THROUGHOUT QUALIFYING
 
ONE PIT STOP POSSIBLE FOR 56-LAP RACE TOMORROW: IN THE CASE OF HOTTER CONDITIONS, A TWO-STOPPER COULD BE CHOSEN
  a5 Copy Mercedes driver Lewis Hamilton has claimed pole position for the Malaysian Grand Prix, following a dramatic qualifying held in warm conditions with just over 40 degrees of track temperature. Both Mercedes drivers, as well as the Ferrari of Kimi Raikkonen and Red Bull of Max Verstappen, got through Q1 using the soft tyres only, which were around 0.8 seconds per lap slower than the supersofts during free practice. From then on, the supersoft tyre was used throughout the rest of qualifying, which unusually took place at 5pm: two hours after tomorrow’s scheduled race start time.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING “The supersoft was used throughout the qualifying hour, apart from four drivers who ran the soft to set their quickest times in Q1. Once more, the general tendency of seeing faster times this season after bringing softer compounds than last year has continued, with this year’s pole position nearly three seconds faster than the 2016 equivalent. Despite the increased demands on the tyres and faster cornering speeds – which have led to the quicker lap times, with the lap record falling many times this weekend – it’s possible we’ll see a one stop race tomorrow, using a supersoft-soft strategy. A twostopper could become interesting if conditions are significantly warmer than in qualifying today. However, the variable weather here means that Sepang is always one of the hardest races to predict.”
 
HOW THE TYRES BEHAVED TODAY
      Used throughout the majority of qualifying: top 10 will start on this. The top four drivers in Q1 used the soft to get through the session. Seen in FP3 but unlikely to feature in race, with a big performance gap to soft  
 
 
 
 
 
 
 
 
FREE PRACTICE 3 – TOP 3 TIMES
 
 
QUALIFYING TOP 10
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
 
DRIVER TIME COMPOUND
Raikkonen 1m31.880s SUPERSOFT NEW
Vettel 1m32.042s SUPERSOFT NEW
Ricciardo 1m32.091s SUPERSOFT NEW
DRIVER TIME COMPOUND
Hamilton 1m30.076s SUPERSOFT  NEW
Raikkonen 1m30.121s SUPERSOFT  NEW
Verstappen 1m30.541s SUPERSOFT  NEW
Ricciardo 1m30.595s SUPERSOFT  NEW
Bottas 1m30.758s SUPERSOFT  NEW
Ocon 1m31.478s SUPERSOFT  NEW
Vandoorne 1m31.582s SUPERSOFT  NEW
Hulkenberg 1m31.607s SUPERSOFT  NEW
Perez 1m31.658s SUPERSOFT  NEW
Alonso 1m31.704s SUPERSOFT  NEW
COMPOUND DRIVER LAPS
MEDIUM Stroll 9
SOFT Ericsson 23
SUPERSOFT Palmer 17
INTERMEDIATE Gasly 13
WET 14 drivers 1
 
 

 

F 1 CLÁSSICOS NO ESTORIL

Estoril Classic 2017 será o evento do ano no Autódromo do Estoril

 

 

10 MOTIVOS PARA NÃO PERDER O ESTORIL CLASSIC

 

O GRANDE EVENTO DE CORRIDAS HISTÓRICAS COMEMORA OS 45 ANOS DO AUTÓDROMO E ARRANCA A 21 DE OUTUBRO.

 

A primeira edição do Estoril Classic, organizado pela Race Ready em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, decorre no fim-de-semana de 21 e 22 de Outubro no Autódromo do Estoril e apresenta inúmeros motivos de interesse. Destacamos dez:

 

  1. 1. 45 anos do Autódromo do Estoril

Solo sagrado para os entusiastas do desporto automóvel. Por ali mostraram a sua arte os melhores pilotos do mundo, da Fórmula 1 aos ralis, sem esquecer os karts e os clássicos. Continua a ser um circuito muito exigente e técnico, mas é agora muito mais seguro para todos os envolvidos.

 

2. O regresso da Fórmula 1

Todos temos saudades da Fórmula 1 no autódromo e esta será uma oportunidade para reviver essa experiência. Haverá quatro corridas de F1 históricos, duas dedicadas aos F1 dos períodos pré-1966 (HGPCA Formula 1) e duas aos F1 de que correram entre 1966 e 1985 (FIA MASTERS HISTORIC F1).

 

3. Mais de 150 automóveis de corrida

Serão mais de centena e meia os automóveis de competição históricos, de categorias tão diversas como os carros de Turismo ou Grande Turismo e Fórmula Júnior, avaliados em mais de 40 milhões de euros, e representando mais de 20 nacionalidades diferentes.

 

4. Um evento para toda a família

Com diversas atracções durante todo o fim-de-semana, o Estoril Classic é também o evento ideal para mostrar às crianças que o desporto pode ser praticado com respeito e admiração pelos adversários.

 

5. Bancada grátis e preços do paddock acessíveis

O regresso da Fórmula 1 ao Estoril não recupera os valores exorbitantes dos bilhetes. O acesso à bancada principal é livre. Os bilhetes do paddock começam nos 10 euros de sábado, custam 15 euros no Domingo e apenas 20 euros para os dois dias. E as crianças até 16 anos não pagam.

 

6. Dez corridas sensacionais

No sábado a acção divide-se entre os treinos de qualificação e quatro corridas, enquanto que no Domingo serão seis as corridas a que o público poderá assistir.

 

7. 70 Anos da Ferrari

A marca mais afamada da Fórmula 1 celebra este ano o seu 70º aniversário, que será comemorado numa concentração de vários modelos da marca no paddock.

 

8. 50 anos do motor Cosworth DFV

Foi há meio século que Michael Costin e Keith Duckworth conceberam um dos mais famosos motores de F1, o Ford-Cosworth DFV. Vários dos F1 que vão correr no Estoril estão equipados com este lendário motor V8.

 

9. Concentração de automóveis clássicos

Junto ao paddock vai ser possível ver de perto alguns dos mais interessantes e bem preservados modelos clássicos da Alfa Romeo, Porsche, BMW e Lotus, entre outros, que irão também desfilar na pista.

 

10. Uma roda gigante no paddock

Venha ver as corridas no autódromo do Estoril de uma forma inédita, com a nossa roda gigante montada no paddock, junto da zona comercial e dos especialistas em Street Food presentes para assegurar uma experiência única.

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SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

 

FORMULA 2 AT JEREZ WITH MEDIUM AND SOFT TYRES FOR STAND-ALONE RACE WEEKEND, WITH GP3 ON HARD


 While Formula 1 races at Suzuka in Japan this week, the FIA Formula 2 Championship and GP3 Series are in action at Jerez in Spain for the penultimate rounds of the season. This is the only stand-alone round of the season, as both championships normally race alongside Formula 1.

Formula 2 will use the P Zero White medium and P Zero Yellow soft tyres, while the hard tyre is nominated for GP3.

While there hasn’t been a Formula 1 race at Jerez for 20 years – since 1997, where the world championship was decided – it’s been used much more recently as a Formula 1 test venue, thanks to its all-round technical challenge and generally warm climate.

Pirelli’s head of car racing says:

Mario Isola: “After having been completely re-asphalted recently, the surface characteristics have changed, resulting in much smoother asphalt and fewer bumps, according to our engineers who have assessed the new asphalt. Jerez is a venue that we know well from Formula 1 testing, and it's a track with a wide variety of quite technical corners that can challenge every aspect of driver and car performance: one of the reasons why it was originally chosen for testing purposes.”

The challenge for the tyres:

Neither F2 or GP3 has raced at Jerez before but teams have tested there in previous years, although the new smoother surface could reduce the relevance of their historical data on tyre performance.

Jerez features a range of different types of corner but the biggest demands on the tyres probably come at the rear under traction. The lack of many long straights mean the tyres are constantly working through the lap.

Overtaking can be difficult on the twisty Jerez layout, so tyre strategy could be crucial in the F2 feature race as a way of making up positions.

The race and the rules:

Formula 2

Every car will have five sets of dry tyres and three sets of wet weather tyres available for the Formula 2 race weekend. The five sets of dry tyres comprise three sets of the medium compound and two sets of the soft compound.

The drivers can use their tyre allocation in any way they like, but at least one set of each compound must be used in the feature race (unless it is a wet race). One set of the harder compound must be returned after free practice.

Qualifying takes place at 15:30 on Friday, after practice at 11:00. The feature race on Saturday at 14:00 lasts 39 laps and each driver must complete one compulsory pit stop. This cannot take place within the first six laps. Unlike Formula 1, the drivers do not have to start the race using the tyres they qualified on.

The grid for the sprint race on Sunday at 14:00 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed. It is run over 28 laps, with no compulsory pit stops.

GP3

Every car will have three sets of dry tyres and two sets of wet weather tyres available for the GP3 race weekend. Only one compound is nominated: hard for this weekend. The drivers can use the tyre allocation in any way they like.

Drivers are allowed to carry over one tyre set from the previous round for use in free practice only. This will be the soft compound from Monza.

Qualifying takes place at 14:00 on Saturday after a single free practice session on Friday at 10:00. Race 1 starts at 11:00 on Saturday and lasts for 23 laps, followed by Race Two at 11:00 on Sunday (lasting 17 laps). The grid for Race 2 is determined by the finishing order of the first race, with the top eight positions reversed.

 

***

 

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P Zero White medium and Yellow soft tyres will be available for F2 drivers at Jerez

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P Zero Orange hard tyres will be used in GP3

 

NO G. P . DA MALÁSIA

Caixa de velocidades  do Ferrari de Vettel não ficou danificada com o incidente de Sepang. O alemão escapa aos 5 lugares da penalização em Suzuka.

 

DI GRASSI EM TESTES COM O FÓRMULA E

 

No reencontro da Fórmula E, Lucas di Grassi classifica como positivo o primeiro dia de testes

Atual campeão da categoria, brasileiro da Audi Sport Abt Schaeffler completou 71 voltas no circuito de Valência e fechou o dia como o terceiro mais rápido na Espanha

 

 

Lucas di Grassi teve o reencontro com sua equipe e seus adversários nesta segunda-feira (2) no circuito Ricardo Tormo em Valência, na Espanha. O traçado recebe os treinos coletivos visando a temporada 2017-2018 da Fórmula E, que começa no dia 2 de dezembro em Hong Kong. Agora carregando o número 1 no bólido da Audi Sport Abt Schaeffler, o brasileiro foi o terceiro mais rápido do primeiro dia de testes.

“Um dia bem positivo, sem nenhum tipo de problema, em que pudemos experimentar diversas regulagens no carro. Pena que tivemos duas pequenas interrupções por bandeira vermelha, sem isso poderíamos ter andado um pouco mais; entretanto, não foi nada que comprometesse o programado para hoje”, disse o campeão da Fórmula E.

Lucas foi o segundo colocado no turno da manhã, a apenas 0s049 do melhor tempo, registrado por Sam Bird, da DS-Virgin; à tarde, as marcas baixaram e o brasileiro ficou com o terceiro melhor tempo, mais uma vez em uma sessão na qual os carros marcaram voltas extremamente próximas – principalmente entre os seis primeiros.

Di Grassi marcou 1min18s579, enquanto o mais rápido do dia foi Oliver Turvey, da NIO, e Sébastien Buemi, da Renault e-Dams, foi o segundo. Os três primeiros separados por apenas 14 milésimos de segundo – a diferença entre o atual vice-campeão e campeão foi de apenas dois milésimos.

“Ainda não podemos tirar qualquer tipo de conclusão, até porque estamos testando em um autódromo, que não é o habitat natural da Fórmula E, que corre em circuito de rua. Por isso, não andamos aqui pensando nos tempos de volta, mas sim em ajustar o carro e testar todos os seus componentes”, afirmou.

Os testes coletivos de pré-temporada da Fórmula E prosseguem nesta terça (3) e quarta-feira (4) no autódromo espanhol.

Testes, 1º Dia (Top-5):
1. 16 Oliver Turvey (NIO Formula E Team) - 1:18.565
2. 9 Sebastien Buemi (Renault e.Dams) - 1:18.577
3. 1 Lucas Di Grassi (Audi Sport ABT Schaeffler) - 1:18.579
4. 19 Felix Rosenqvist (Mahindra Racing) - 1:18.643
5. 2 Sam Bird (DS Virgin Racing) - 1:18.669

CALENDÁRIO FIA FORMULA E temporada 2017-2018
02/12 – Hong Kong
03/12 – Hong Kong
13/02 – Marrakesh, Marrocos
03/02 – Santiago, Chile
03/03 – Cidade do México, México
17/03 – SÃO PAULO, Brasil
14/04 – Roma, Itália
28/04 – Paris, França
19/05 – Berlim, Alemanha
10/06 – Zurique, Suíça
14/07 – Nova York, Estados Unidos
15/07 – Nova York, Estados Unidos
28/07 – Montreal, Canadá
29/07 – Montreal, Canadáa984 Copy

 

ESTATISTICA DO DIA

  1. Estatistica do dia: Max Verstappen só ganha quando a Red Bull castiga Daniil Kvyat - “cartão amarelo” (Barcelona 2016) e “cartão vermelho” (Malásia 2017).

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

 Esteve quase sempre (ou quase) fora das imagens. Mas que vitória, que domínio, sem um erro. E que corrida, no seu todo! Até este final...

  1. 5º vencedor diferente do ano - nunca tinha acontecido na Era híbrida. No grupo da frente, só falta... Kimi, que definitivamente está fora da luta pelo título!
    No campeonato, Hamilton ganhou 6 pontos a Vettel. Fica com 34 de vantagem, mas não é suficiente para ser apenas 2º nas cinco provas até ao final (precisava de 36). Ou seja, o campeonato está mais que vivo, até porque o Evo4 da Ferrari... voa, mesmo se ainda "aquece".

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

A IMAGEM DO FIM DE SEMANA

 

A imagem do fim de semana do G.P.de Fórmula 1 na Malásia .Um momento de enorme desilusão para Jock Clear. Que não resistiu à pressão e por isso mostrou o lado humano do Desporto Motorizado. Porque, profissional ou fã, há sempre a paixão e a vontade de ser o melhor que exacerba de várias formas. Esta é apenas uma delas...

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

SEGUNDO A OPINIÃO DO JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTAa954 Copya955 Copya956 Copy

 

 

 A solidão de máquina e homem... mas também o belo gesto de agradecimento aos mecânicos do #7.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2017

 

NOS BASTIDORES

 

 

  A F1 passou a ter apenas um teenager no pelotão.

 

SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

MALAYSIAN GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS
 
ALL-TIME SEPANG LAP RECORD BROKEN IN FP2 WITH SUPERSOFT TYRES, AFTER RAIN RESTRICTS RUNNING IN FP1
 
RED BULL LEADS IN THE WET, WITH FERRARI GOING FASTEST  IN THE DRY FP2 SESSION 
 
PERFORMANCE GAP BETWEEN SOFT AND SUPERSOFT CURRENTLY AROUND 0.8 SECONDS. FP2 SESSION ENDS EARLY FOLLOWING A LOOSE DRAIN COVER    – After only 10 minutes of dry running in FP2 the 12-year-old lap record was broken in Sepang, with Ferrari’s Sebastian Vettel eventually setting the fastest time of the day (1m31.261s) on the P Zero Red supersoft, nominated together with the soft and medium this weekend. This was 1.6 seconds faster than last year’s pole position, and 3.7 seconds faster than last year’s best FP2 time. The FP1 session was interrupted by rain, which limited the running to just one hour, when mostly intermediate tyres were used apart from some installation laps on full wets. During the afternoon, FP2 started with an ambient temperature of 30 degrees centigrade and track temperature of 37 degrees centigrade, steadily climbing throughout the session.
 
MARIO ISOLA - HEAD OF CAR RACING  “Despite the lack of grip from a ‘green’ circuit following the rain this morning, it took only a few minutes for the all-time track record to be broken in FP2 – and not even on the softest compound tyres that we have brought this weekend. With the lack of running this morning and the red flag in the afternoon, teams were not able to properly assess degradation rates. However, for the first time this year, FP3 takes place tomorrow at a time similar to the race, so this will be an important opportunity to collect valuable data in order to extrapolate an effective strategy.”
 
FREE PRACTICE 1 – TOP 3 TIMES
 
 
FREE PRACTICE 2 – TOP 3 TIMES
 
DRIVER TIME COMPOUND
Verstappen 1m48.962s INTERMEDIATE USED
Ricciardo 1m49.719s INTERMEDIATE NEW
Alonso 1m50.597s INTERMEDIATE USED
DRIVER TIME COMPOUND
Vettel 1m31.261s SUPERSOFT NEW
Raikkonen 1m31.865s SUPERSOFT NEW
Ricciardo 1m32.099s SUPERSOFT NEW
 
 
 
 
 
FP1 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
FP2 - BEST TIME BY COMPOUND 
 
 
 
MOST LAPS BY COMPOUND SO FAR
 
 
 
TYRE STATISTICS OF THE DAY
 
 
* The above number gives the total amount of kilometres driven in FP1 and FP2 today, all drivers combined. ** Per compound, all drivers combined.

MALAYSIAN GRAND PRIX PRACTICE SESSIONS

 

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HAAS NO G.P. DA MALÁSIA

 

Evento:   Grande Prémio da Malásia (15º Round de 20)

Data:  Domingo, 1 de Outubro

Local:  Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur

Layout:  5,543 quilómetros, 15 curvas

Condições climatéricas:  Céu enevoado

Temperatura do ar:  29,7-32,1ºC

Temperatura da pista:  37,2-42ºC

Vencedor:  Max Verstappen da Red Bull

Haas F1 Team:

●  Kevin Magnussen – alinhou em 17º, terminou em 12º (completou 55/56 voltas)

●  Romain Grosjean – alinhou em 16º, terminou em 13º (completou 55/56 voltas)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, terminaram em décimo segundo e décimo terceiro lugares, respectivamente, o Grande Prémio da Malásia, que se disputou este domingo no Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur.

 

Ambos os pilotos realizaram ganhos significativos durante a corrida de cinquenta e seis voltas ao circuito de 5,542 quilómetros e quinze curvas, uma vez que Magnussen arrancou de décimo sétimo e Grosjean de décimo sexto.

 

Magnussen começou a recuperar assim que as luzes dos semáforos se apagaram, guindando-se ao nono posto ao longo das duas primeiras curvas. As paragens nas boxes e o ritmo dos seus adversários ao longo da corrida levaram Magnussen até ao décimo segundo lugar, que usou uma estratégia de apenas uma paragem.

 

Magnussen trocou os Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio com que iniciou a corrida por macios, quando estavam cumpridas dez voltas. Isto atirou-o para o décimo sétimo lugar, mas conseguiu, tenazmente, recuperar, tendo protagonizado intensas lutas com o McLaren de Fernando Alonso e com o Renault de Jolyon Palmer.

 

Grosjean, por seu lado, adoptou uma estratégia de duas paragens, o que o atirou para o décimo nono lugar na primeira volta, em parte devido a ter sido obrigado a sair de pista para evitar o Toro Rosso de Pierre Gasly na Curva 4. Grosjean entrou nas boxes na décima primeira volta para trocar pneus supermacios por macios, e, depois, regressou na trigésima terceira volta para um jogo novo de supermacios que o levou até ao final da corrida. A borracha fresca permitiu-lhe atacar, subindo desde décimo sétimo até décimo terceiro, aquando da bandeirada de xadrez.

 

Max Verstappen, que completou recentemente vinte anos, venceu o Grande Prémio da Malásia. O piloto da Red Bull conquistou a sua segunda vitória na Fórmula 1, a sua primeira da temporada e em Sepang. Verstappen deixou o segundo classificado, Lewis Hamilton, da Mercedes, a 12,770s.

 

Apesar de não ter vencido, Hamilton incrementou a sua liderança no Campeonato de Pilotos para trinta e quatro pontos relativamente ao seu perseguidor, Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, que terminou o Grande Prémio da Malásia no quarto posto.

 

Com quinze rondas completadas das vinte que compõem o calendário deste ano da Fórmula 1, a Haas F1 Team continua no oitavo lugar, a cinco pontos da sétima classificada, a Renault, e a quinze da Toro Rosso, a sexta. Grosjean está no décimo terceiro posto do Campeonato de Pilotos, com vinte e seis pontos, e Magnussen em décimo quinto, com onze.

 

Com apenas cinco corridas por disputar no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017, o próximo evento será o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka entre os próximos dias 6 e 8 de Outubro.

 

 

 

Não tive um grande arranque. Penso que estava numa zona húmida da pista. Atiraram-me para fora de pista na Curva 4. Subitamente, um carro foi do interior para o exterior e tive que o evitar. Caí para último e o que se pode fazer quando no final da primeira volta estamos no último lugar? O carro estava muito difícil de pilotar no início. Ficou muito melhor depois da última paragem nas boxes, quando equilibrámos a sua aerodinâmica. Penso que não escolhemos as afinações técnicas correctas para este fim-de-semana, e incluo-me no processo de decisão. Podemos aprender muito com este fim-de-semana. Tenho a certeza de que no Japão estaremos mais fortes.”

 

 

 

“Consegui realizar um bom arranque e conquistei algumas posições na primeira volta. Tentei manter o lugar. Hoje, não tínhamos ritmo para o fazer como deve ser. Conversei com o Jolyon (Palmer) depois da corrida quando saímos do carro. É sempre difícil perceber o que realmente aconteceu, quando estamos em pista, mas ele disse-me que tinha perdido a traseira.”

 

 

 

Uma ponta final de fim-de-semana melhor do que o esperado, muito embora não tenhamos conseguido chegar aos pontos, que é sempre o nosso objectivo. Penso que tivemos uma boa corrida. Ultrapassámos muitos carros e mostrámos o que o nosso monolugar pode fazer. A nossa conclusão é que ontem não aproveitámos o potencial do nosso pacote durante a qualificação. Temos que encontrar a performance para a qualificação, tal como encontrámos para a corrida. Se arrancarmos de melhores posições, estaremos de volta aos pontos. Todos fizeram um bom trabalho. Ontem, ninguém desistiu. Viemos preparados e todos deram o seu máximo. No fundo, foi uma fim-de-semana difícil para todos. Teria sido bom ter marcado um ponto, mas não foi possível, mas ainda assim estamos orgulhosos com o resultados depois de termos arrancado de onde arrancámos.”

 

 

 

O décimo sexto round do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 é o Grande Prémio do Japão, que se disputa no Circuito de Suzuka. Os treinos-livres iniciam-se no dia 6 de Outubro, a qualificação a 7 e a corrida a 8.

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

G.P. MALÁSIA

 

ACONTECEU NUMA DAS SESSÕES D ETREINOS

 

 

  1. FP2 / F1 Malásia: voa a tampa de escoamento, voa Grosjean para fora da pista... voam os minutos que faltavam para o final da sessão. Mas também se voa, baixinho, na pista de Sepang, com o recorde da pole a ser pulverizado logo no primeiro dia. Se São Pedro deixar, amanhã o melhor tempo da qualificação é coisa para ficar abaixo do 1m30s...

 

HAAS NO G.P. DA MALÁSIA

 

Evento:  Qualificação para o Grande Prémio da Malásia (15º de 20 rounds)

Data:  Sábado, 30 de Setembro

Local:  Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur

Layout:  5,543 quilómetros, 15 curvas

Condições climatéricas:  Parcialmente encoberto

Temperatura do ar:  30,4-31,4ºC

Temperatura da pista:  43,3-47,3ºC

Pole-Position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m30,076s – novo recorde)

Resultado:  Romain Grosjean 16º / Kevin Magnussen 17º

 

 

 

●  Tem a duração de 18 minutos, com a participação de todos os 20 pilotos
●  Os 15 pilotos mais rápidos avançam para a Q2

Grosjean:  16º (1m33,308s)

Magnussen:  17º (1m33,434s)

Piloto mais rápido:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m31,605s)

Cutoff:  15º, Fernando Alonso da McLaren (1m33,049s)

 

 

 

●  Tem a duração de 15 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q1
●  Os 10 pilotos mais rápidos avançam para a Q3

Piloto mais rápido:  Valtteri Bottas da Mercedes (1m30,803s)

Cutoff:  10º, Fernando Alonso da McLaren (1m32,010s)

 

 

 

●  Tem  a duração de 12 minutos, com a participação dos 15 pilotos mais rápidos provenientes da Q2, lutando todos pela pole-position

Pole-position:  Lewis Hamilton da Mercedes (1m30,076s)

Segundo:  Kimi Räikkönen da Scuderia Ferrari (1m30,121s)

 

 

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, qualificaram-se no décimo sexto e décimo sétimo lugares, respectivamente, para o Grande Prémio da Malásia, que se disputa no domingo no Sepang International Circuit, em Kuala Lumpur.

 

Grosjean registou o décimo sexto tempo na Q1 com uma volta ao circuito de 5,543 quilómetros e 15 curvas em 1m33,308s. Magnussen perseguiu o seu colega de equipa, no décimo sétimo lugar, com uma volta concluída em 1m33,434s. Apenas os quinze primeiros passam à Q2.

 

Ambos os pilotos, Grosjean e Magnussen, rodaram exclusivamente com pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacios ao longo da qualificação.

 

Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou a pole-position para o Grande Prémio da Malásia. A sua melhor volta, 1m30,076s, bateu Kimi Raikkonen, o segundo mais rápido, por 0,045s. Foi a septuagésima pole-position de Fórmula 1 da carreira de Hamilton, a sua nona da temporada e a quinta em Sepang, quatro delas consecutivas. Hamilton empatou com o lendário Michael Schumacher no número de pole-positions em Sepang.

 

Antes de Grosjean, Magnussen e o resto do pelotão participarem na qualificação tiveram ainda a sessão final de treinos-livres. Ambos os pilotos experimentaram todos os pneus da gama que a Pirelli levou para Sepang, tendo cada um deles iniciado a terceira sessão com pneus médios para duas voltas de instalação para depois montarem pneus macios, terminando com os supermacios, para efectuar algumas simulações de qualificação.

 

Apesar de um problema eléctrico a meio da sessão ter limitado o seu programa, Magnussen assegurou o décimo terceiro tempo, 1m33,787, na sua décima e última volta. Grosjean completou dezanove voltas, alcançando o décimo oitavo crono, 1m34,914s, na sétima passagem pela meta. Magnussen registou a sua marca com pneus supermacios e Grosjean com macios.

 

O mais rápido na terceira sessão foi Raikkonen, 1m31,880s, batendo seu colega de equipa na Scuderia Ferrari, Sebastian Vettel, por 0,162s.

  

 

 

Foi fantástico o que a equipa conseguiu fazer, ontem. É uma grande equipa e mostra o quão melhorou desde o início. Conseguiram reparar o carro depois do recolher, mas ainda assim num curto espaço de tempo. Estou muito orgulhoso deles, e fiquei feliz por poder sair para a pista. Infelizmente, fomos eliminados na Q1. Estamos a trabalhar e a analisar tudo para fazermos o máximo que pudermos. Estamos a dar o nosso melhor, mas nestas últimas corridas não temos tido performance. Sabemos que os supermacios não são os melhores pneus para nós, no geral. Estamos com dificuldades para encontrar a janela de funcionamento dos pneus. Temos que continuar a trabalhar nisso. Estamos todos no mesmo barco e a trabalhar arduamente. Em algum momento seremos recompensados. Amanhã teremos uma longa corrida. Estará muito calor. As condições climatéricas podem ser complicadas. Vamos dar o nosso melhor, como fizemos em Singapura e esperamos marcar alguns pontos.”

 

NOTA: Grosjean despistou na segunda sessão de sexta-feira, quando uma grade de escoamento se soltou do apex da Curva 13, rebentando com o pneu traseiro/direito do seu Haas VF-17 e lançando-o para um pião e contra as barreiras de protecção exteriores. Grosjean emergiu do seu carro sem lesões, mas este sofreu danos significativos. Os oficiais da FIA permitiram à Haas F1 Team uma dispensa especial para que pudesse trabalhar durante o recolher obrigatório e reparasse o carro devido à natureza pouco usual do incidente.

 

 

 

A sensação não era muito má. Apenas não somos competitivos, parece-me. É duro para nós, mas é assim que é. O carro não é rápido. Já foi rápido em outras ocasiões, em outras corridas. Apenas não somos consistentes em algumas áreas. Algo está a fazer com que a nossa performance varie muito. Estamos a trabalhar nisso. O essencial é que concebemos um bom carro. Mas por vezes não funciona e hoje foi um desses dias.”

 

 

 

O fim-de-semana não parece melhorar. Não há nada que possamos fazer que possa ser pior para amanhã. Estamos a ter um daqueles fins-de-semana em que nada parece ir no sentido correcto. Temos que continuar a tentar e fazer o máximo que pudermos para amanhã.”

 

 

 

A Haas F1 Team estreou-se em 2016 no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 americana desde 1986. Fundada pelo industrialista Gene Haas, a Haas F1 Team está sediada nos Estados Unidos da América em Kannpolis, América do Norte, o mesmo centro onde está baseada a sua equipa Campeã na NASCAR Spint Cup Series, Stewart-Haas Racing. Haas é o fundador da Haas Automation, a maior construtora de máquinas CNC da América do Norte e o presidente da Haas F1 Team.

 

 

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal. 

 

 

F 1 CLÁSSICOS NO ESTORIL

Estoril Classic 2017 traz 150 automóveis de competição ao mítico circuito

 

FÓRMULA 1 REGRESSA AO AUTÓDROMO DO ESTORIL APÓS 20 ANOS

 

Duas décadas após o último Grande Prémio de Portugal, a Fórmula 1 regressa ao Estoril, para comemorar os 45 anos do Autódromo.

 

 A primeira edição do Estoril Classic, um evento repleto de corridas internacionais organizado pela Race Ready em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, vai decorrer no fim-de-semana de 21 e 22 de Outubroa909 Copya910 Copya911 Copy no Autódromo do Estoril.

 

Mais de 150 automóveis de competição históricos, avaliados em cerca de 40 milhões de euros, e representando mais de 20 nacionalidades diferentes, vão competir ao longo dos dois dias no mítico circuito do Estoril.

 

Para além dos F1 dos períodos pré-1966 (HGPCA Formula 1) e de 1966 a 1985 (FIA MASTERS HISTORIC F1), haverá também corridas dedicadas aos Carros de Sport e Grupo 4 (1962-74), bem como GT, Sport e Touring anteriores a 1966 (Masters Gentlemen Drivers) e ainda uma corrida Iberian GT and Touring pré-1976. A Fórmula Júnior também marcará presença através do Troféu Lurani.

 

Esta será uma oportunidade rara para ver no Autódromo do Estoril automóveis que habitualmente correm nos mais prestigiados circuitos, como Silverstone, Monza ou Le Mans.

 

Do programa, que se inicia às 9h00 de Sábado e termina às 18h30 de Domingo, destacam-se as dez corridas das referidas categorias quatro delas dedicadas aos Fórmula 1 históricos, duas no Sábado e duas no Domingo.

 

No paddock haverão ainda diversas actividades, como uma zona comercial, uma roda gigante, para além de uma oferta variada de “street-food”, oferecendo assim ao público as condições ideais para passar dois dias em contacto directo com o seu desporto favorito.

 

Os bilhetes de paddock são limitados e já estão à venda através do site oficial do evento em www.estorilclassic.com. A organização permite a compra dos bilhetes para cada um dos dias (Sábado: €10 euros; Domingo: €15) ou para o fim-de-semana (€20). O acesso às bancadas será gratuito.

 

Ainda no paddock vão estar várias concentrações de automóveis clássicos e desportivos, destacando-se uma dedicada à Ferrari, que assinala este ano o seu 70º aniversário.

 

Diogo Ferrão, responsável pela Race Ready, entidade organizadora do evento, revela: “Trazer um evento internacional para o Autódromo do Estoril, no ano em que se comemora o 45º aniversário do circuito, é uma grande responsabilidade, mas com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e a ligação aos MASTERS FIA e a HGPCA (Historic Grand Prix Car Association), estou certo de que vamos apresentar ao público português um espectáculo inesquecível.”

 

 

HAAS NO G.P. DA MALÁSIA

 

Aumentar o Jogo na Malásia

A Haas F1 Team no Coração do Meio do Pelotão Enquanto o Campeonato Segue Para Kuala Lumpur

 

 Enquanto a Mercedes e a Ferrari lutam pelo Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2017, existe outra batalha intensa atrás destas duas, na qual a sorte de cada equipa sobe e desce de acordo com cada Grande Prémio.

 

Quarenta e dois pontos separam a quinta classificada, a Williams, da nona, a McLaren, com a Toro Rosso, Renault e Haas F1 Team entre elas. Estas três organizações estão separadas por apenas quinze pontos e a proximidade que ostentam no Campeonato de Construtores é replicado em pista, onde o Haas VF-17, o Renault R.S.17 e o Toro Rosso STR12 estão inúmeras vezes lado a lado ou nos escapes uns dos outros.

 

A Haas F1 Team chega ao Grande Prémio da Malásia, que se disputa no próximo dia 1 de Outubro no Sepang International Circuit depois de ter conseguido o seu nono resultado nos pontos da temporada, alcançado no Grande Prémio de Singapura, onde Romain Grosjean assinou uma recuperação de décimo quinto para nono. Esta performance demonstra o quão competitivo é o meio do pelotão, onde, muito embora tenha marcado pontos, a Haas F1 Team caiu de sétimo para oitavo no Campeonato de Construtores, uma vez que a ressurgente Renault a ultrapassou, subindo a sétima, graças ao sexto posto de Jolyon Palmer.

 

Quando se disputa a décima quinta ronda das vinte que compõem o calendário da Fórmula 1, a Haas F1 Team está a cinco pontos da Renault e a quinze da Toro Rosso, a sexta classificada. Tem, porém, uma saudável vantagem de vinte pontos sobre a nona classificada, a McLaren.

 

A mira da Haas F1 Team está agora apontada a Sepang, um circuito construído propositadamente para Fórmula 1 nos arredores da capital da Malásia, Kuala Lumpur. Sepang será o palco da décima nona e última edição do Grande Prémio da Malásia, uma vez que o evento não fará parte do calendário de 2018 da Fórmula 1. O layout da pista, que consiste em duas enormes rectas separadas por curvas apertadas, deverão beneficiar as características do Haas VF-17, aumentando as expectativas de mais um resultado nos pontos.

 

Construído em apenas catorze meses, Sepang foi o primeiro circuito de Fórmula 1 que o conhecido designer Herman Tilke construiu de raiz. Quando o circuito de 5,543 quilómetros e quinze curvas foi inaugurado, a 9 de Março de 1999, foi considerado uma estrutura revolucionária, com instalações modernas e únicas, com um design sinuoso que desafio pilotos e engenheiros.

 

A largura da pista permite inúmeras possibilidades de ultrapassagem, mas a incrível velocidade que pode ser atingida nas rectas é, na verdade, restringida pelas rápidas e fluídas curvas onde as equipas têm que sacrificar velocidade de ponta por aderência aerodinâmica e equilíbrio geral.

 

Estes locais colocam elevadas pressões nos pneus. As travagens fortes aumentam a pressão, uma vez que os pilotos passam cerca de dezassete porcento da volta a travar. Se juntamos a isto um asfalto abrasivo e elevadas temperaturas ambiente, podemos imaginar o castigo pelo qual os quatro pneus passam, que carregam o piloto e o sofisticado carro.

 

Mas com as condições climatéricas a ter impacto nos treinos-livres, qualificação e corrida, é esperado que os Pirelli Cinturato Azul/Chuva e os Cinturato Verde/Intermédio sejam usados em algum momento do fim-de-semana.

 

Chuva torrencial e tempestades são frequentes durante o Grande Prémio da Malásia, uma vez que o seu ambiente tropical e a sua partida a meio da tarde conspiram para condições complicadas. Isto foi particularmente evidente em 2009, quando a corrida foi forçada a terminar mais cedo, depois de apenas trinta e uma voltas completadas, quando a chuva inundou a pista. Isto implicou que a FIA atribuísse apenas metade dos pontos, a primeira vez que aconteceu desde o Grande Prémio da Austrália de 1991, que teve apenas catorze voltas devido à chuva.

 

A chuva protagonizou um papel importante no desfecho do Grande Prémio de Singapura, onde as equipas usaram estratégias bem delineadas para lidarem com a chuva, que introduziu uma variável que não tinha sido vista quer nos treinos-livres quer na qualificação.

 

Seja o Grande Prémio da Malásia disputado com a pista molhada ou seca, ou até uma mistura das duas, a Haas F1 Team está pronta. Grosjean alinhou por cinco vezes na prova de Sepang, tendo o seu melhor resultado surgido em 2013, um sexto posto, e o seu colega de equipa, Kevin Magnussen, disputou a prova malaia por duas vezes, tendo como melhor resultado o nono lugar, alcançado em 2014.

 

Os pontos são o grande objectivo da Fórmula 1 e outro resultado nos pontos seria o décimo da temporada deste ano da Haas F1 Team, o que dobraria o número alcançado na sua temporada de estreia, em 2016. Terminar com os dois pilotos nos pontos seria muito bem-vindo pela equipa, ajudando a sua causa no Campeonato de Construtores, algo que apenas aconteceu na história da Haas F1 Team por uma vez – a 28 de Maio, no Grande Prémio do Mónaco, há nove corridas.

 

Com a subida dos termómetros na Malásia, também o nível da competição do meio do pelotão sobe. Com carros prateados e vermelhos a lutarem no topo da classificação, a batalha entre as máquinas azuis, amarelas e cinzentas prossegue, com cinzento-navio de guerra da Haas F1 Team a ser um esquema cromático apropriado.

Sepang International Circuit

 

Perímetro: 5,543 km

Voltas: 56

Distância de corrida: 310.408 km

Transmissão: Sport TV5 – 8h00 (Domingo)

 

 

Sobre a Haas Automation

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal             

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

Marcaram pontos em Singapura, ainda assim caíram para o oitavo lugar do Campeonato de Construtores, dado que a Renault marcou ainda mais pontos, ultrapassado a Haas F1 Team. O sétimo lugar é o objectivo desta temporada, ou os recursos são mais bem gastos a preparar o próximo ano?

“Já há bastante tempo que decidimos que nos deveríamos começar a concentrar a tempo inteiro no carro de 2018, em Agosto, e começámos parcialmente o projecto de 2018 em Março. Temos que planear tudo muito bem, dado que é muito complexo, mas todos os outros estão também a trabalhar nos seus carros de 2018. Quando desenvolvemos algo neste momento para o carro actual e colocamos em produção, quando fica pronto é já muito tarde. Se desenvolvemos algo agora, não chega às pistas este ano. É claro que queremos o sétimo lugar, ou o melhor resultado que pudermos. Não desistimos.”

 

“Singapura foi uma das piores pistas para nós, incluindo a Hungria. Sabíamos que teríamos dificuldades nessas pistas, e tivemos. Conseguimos dois pontos, portanto, foi melhor do que esperávamos. Esperamos que, em outras pistas, não estejamos tão atrás no meio do pelotão. No meio do pelotão tudo pode acontecer. Tudo muda de corrida para corrida. Apesar de tudo, vamos trabalhar arduamente para conquistar o sétimo lugar.”

  

Singapura foi um excelente exemplo de como nunca devemos desistir. Pode explicar de que forma ultrapassaram as dificuldades de sexta-feira e de sábado para conquistar pontos no domingo?

“Temos que nos concentrar no trabalho. Tentamos sempre dar o nosso melhor e manter toda gente motivada. As corridas são assim. Somos muito honestos sobre isso. Se nada tivesse acontecido, seria muito difícil alcançar os pontos. Mas em Singapura, normalmente, acontecem coisas e nós aproveitámos. Continuamos a lutar, como sempre.”

 

Roger Penske é conhecido por ter dito “a sorte é quando a preparação encontra a oportunidade”. Foi isso que aconteceu à Haas F1 Team em Singapura?

“Claro. Tivemos um bom arranque. Com conhecimento posterior, poderíamos até ter uma estratégia diferente, mas penso que estivemos bem. As nossas paragens nas boxes foram duas das mais rápidas entre os dez primeiros. Todos estavam focados e tentaram dar o seu melhor. No final, conseguimos dois pontos.”

 

Quando se tem um dia difícil em pista, refere-se sempre aos dados que conseguiram reunir para analisar durante a noite e desenvolver um plano melhor para o dia seguinte. Que tipo de dados analisam e que tipo de modificações vos permitem fazer?

“Alteramos um pouco a suspensão, um pouco a aerodinâmica – mas temos que tentar entender a forma como os pneus funcionam melhor e como podemos colocar os pneus na sua janela de funcionamento. Isso é uma das coisas mais difíceis de fazer este ano.”

 

Quando fazem alterações ao carro, são grandes ou pequenas, ou são diversas pequenas alterações que tendem a ajudar bastante?

“Depende da situação. Grande ou pequena é relativo. Por vezes fazemos pequenas alterações e funcionam. Por vezes mudamos o carro de uma ponta à outra e nada funciona.”

 

Quando tentam resolver um problema do carro, sobretudo no que diz respeito ao equilíbrio e comportamento, de que forma a resolução de um problema pode criar outro?

“Estamos um pouco afastados de evitar a subviragem que pode criar sobreviragem. Tem mais a ver com a forma de colocar os pneus a funcionar.”

 

Alguma vez sente que tentar encontrar a situação perfeita para o comportamento do carro é como andar no fio da navalha, em que por vezes existe e, no momento seguinte, deixa de existir?

“Sim, sem dúvida. Com estes pneus – tipo de pneus, temperatura da pista, temperatura do ar, pressão dos pneus – há tantas variáveis, se não acertarmos numa destas coisas, estamos completamente perdidos.”

 

O elemento humano é importante para colocar o carro melhor – do ponto de vista dos pilotos, que estão atrás do volante, até à interacção destes com os seus engenheiros?

“É muito importante. O piloto pilota o carro e precisa sentir-se confortável e confiante. Se não estiver, então não consegue ser rápido. Tem que dar informação ao engenheiro e, então, o engenheiro precisa de realizar modificações no carro. No final, tudo tem a ver com o elemento humano e não através dos computadores. No final, os computadores são alimentados pelos humanos.”

 

 

Singapura foi um excelente exemplo de como nunca devemos desistir. Podes explicar de que forma ultrapassaram as dificuldades de sexta-feira e de sábado para conquistar pontos no domingo?

“Penso que as condições nos ajudaram um pouco, com a chuva antes do arranque, e com a escolha de pneus intermédios para o primeiro stint. As primeiras voltas foram difíceis, especialmente se recordarmos a qualificação de Monza, mas passámos por esse período. Depois montámos slicks, talvez uma volta demasiado tarde, o timing não foi muito mau e dei o máximo do carro. O carro estava a funcionar muito bem em corrida – melhor do que na qualificação. Depois fiquei atrás do (Lance) Stroll e não o consegui ultrapassar. As condições, boas escolhas de pneus, uma boa paragem nas boxes, tudo isto junto, deu-nos a possibilidade de alcançarmos os pontos.”

 

Quando se tem um dia difícil em pista, referes-te sempre aos dados que conseguiram reunir para analisar durante a noite e desenvolver um plano melhor par ao dia seguinte. Que tipo de dados analisam e que tipo de modificações vos permitem fazer?

“Depois de um dia difícil muita coisa aconteceu, foi um dia em que o carro não estava onde queríamos que estivesse. É claro que, estamos a tentar tirar o máximo aerodinamicamente, dos pneus, do motor, da suspensão, da pilotagem – de tudo. Por vezes, são algumas pequenas alterações, mas uma boa pequena alteração pode fazer uma grande diferença nos tempos por volta. É isso que procuramos na sexta-feira à noite. Evidentemente, uma vez feita a qualificação, não temos muito para fazer para a corrida, mas tentamos fazer o melhor com o que temos.”

 

Quando tentam resolver um problema do carro, sobretudo no que diz respeito ao equilíbrio e comportamento, de que forma a resolução de um problema pode criar outro?

“As corridas são compromissos. Raramente temos um carro que está bom em todas as curvas de uma pista. Temos que verificar o tempo que cada curva custa e ver onde podemos perder tempo. Pode não ajudar noutros locais, mas a ideia é focarmo-nos onde podemos ganhar mais tempo por volta.”

 

Alguma vez sentes que tentar encontrar a situação perfeita para o comportamento do carro é como andar no fio da navalha, em que por vezes existe e, no momento seguinte, deixa de existir?

“Tudo é muito sensível, especialmente, quando alguns problemas se reúnem, como por exemplo se não tivermos um bom equilíbrio ou não estamos na janela correcta de utilização dos pneus, e, por vezes, não temos um bom apoio aerodinâmico. É como se fosse uma equação que não tem resolução – falta sempre uma peça do puzzle.”

 

O elemento humano é importante para colocar o carro melhor – do teu ponto de vista, que estás atrás do volante, até à interacção que tens com os teus engenheiros?

“É muito importante. Não somos robôs e os engenheiros também não. Tentamos traduzir as nossas sensações em palavras, e, depois, essas palavras em dados ou números mecânicos. Esses números são-nos fornecidos para compararmos com a sensação que temos do carro. Por vezes, os dados sugerem uma coisa, mas sentimos outra completamente diferente. É aí que as relações humanas – entre o piloto, os engenheiros e os mecânicos – são muito importantes. Temos que desenvolver e encontrar a solução.”

 

O que necessitas de sentir dentro de um carro de corridas para que te sintas confiante para ir ao limite?

“Queremos saber o que vai acontecer exactamente. Basicamente, queremos saber o que acontece quando fazemos alguma coisa. Quando temos isso – não diria que é fácil andar depressa – tudo fica mais rápido. Por exemplo, se entramos demasiado depressa numa curva, vamos ter um pouco de sobreviragem, mas se acontece sempre todas as voltas, podemos tentar encontrar o verdadeiro limite e a abordagem correcta e confiar que o carro não fará nada sem sentido. Por outro lado, se numa volta entramos na curva e temos subviragem e, na seguinte, quando tentamos evitar esse comportamento temos uma sobreviragem massiva, tudo fica pior a dobrar. O que queremos verdadeiramente é esperar o esperado.”

 

Apesar de toda a tecnologia que tens dentro do teu carro, ele continua em contacto com a pista por quatro pedaços de borracha. É importante encontrar a janela de funcionamento correcto dos pneus para perceber que as modificações realizadas no chassis foram, de facto, correctas?

“É a chave, e algo que estamos a melhorar e sobre a qual estamos a aprender. É aonde a experiência é valiosa. É claro que, só temos um ano e meio enquanto equipa, não temos muito experiência. Estamos a trabalhar arduamente para compreender os pneus e, sim, por vezes é frustrante passar tanto tempo a tentar que funcionem, mas é a chave principal.”

 

Singapura, o local do Grande Prémio anterior, estava calor. Mas na Malásia haverá ainda mais calor. Com Singapura a anteceder a Malásia, isso ajuda a preparar-te melhor para o calor e a humidade?

“Dou-me bem com essas características, geralmente. Singapura foi duro, mas não foi muito duro. A Malásia será mais dura fisicamente, mas vamos ter mais arrefecimento dentro do carro devido ás rectas mais longas. Não estou muito preocupado.”

 

Em Singapura, todo o tempo que estiveste em pista foi no lusco-fusco ou à noite. Na Malásia, tudo acontece no calor do dia. A Malásia é mais exigente fisicamente, dado que tudo acontece sob a luz intensa do Sol?

“É por causa disso e também por causa de haver mais curvas rápidas. É nas curvas rápidas que temos mais forças G e é isso que temos que combater dentro do carro.”

 

As condições climatéricas na Malásia são previsivelmente imprevisíveis, com fortes chuvadas ao fim da tarde a serem comuns. Abordas este fim-de-semana como o de Spa-Francorchamps, onde sabes que uma volta ao circuito pode ser suficiente para tudo mudar meteorologicamente?

“Sim, tivemos esse factor algumas vezes, começar a chover bastante numa parte do circuito – podemos estar com slicks e com tudo a correr bem e, de repente, está a pista molhada. Sabemos que é um clima tropical e que isso pode acontecer um dia. Temos apenas que montar pneus de chuva e continuar.”

 

As forças laterais em Sepang são elevadas. Os pneus sofrem bastante, mas os pilotos também. Entre o calor e as forças G que sofrem ao longo da corrida, o Grande Prémio da Malásia é muito exigente fisicamente?

“Penso que é a corrida mais difícil do ano. Singapura é uma pista mais lenta, com curvas lentas, ao passo que a Malásia tem altas velocidades e forças laterais elevadas. É um grande desafio, uma pista fantástica e, quando temos um bom carro, é uma experiência extraordinária.”

 

Quando está calor e a corrida é esgotante, é importante ter uma boa preparação mental antes do Grande Prémio da Malásia?

“É sempre muito importante. É claro que, quando estamos a sofrer fisicamente também, é mais importante manter a calma. É como subir uma montanha de bicicleta e alguém estar a conversar connosco ou o telefone estar sempre a tocar. Podemos ficar fartos da situação e isso é apenas por que estamos cansados. Temos que estar prontos para todas as corridas.”

 

Onde existem oportunidades de ultrapassagem em Sepang?

“Existem diversas. Há algumas rectas grandes com boas velocidades de ponta e, depois, grandes zonas de travagem. É uma pista com uma degradação de pneus elevada. As ultrapassagens são muito divertidas em Sepang.”

 

O Grande Prémio da Malásia de 2017 marca a última corrida de Fórmula 1 em Sepang. Nos últimos dezoito Grandes Prémios que a pista albergou há algum que se destaque? Se sim, porquê?

“Sempre gostei da pista. É a minha pista preferida há muito tempo. Adoro o seu desenho. Não há uma corrida particular de que me lembre, talvez a corrida em que o (Fernando) Alonso venceu e não se conseguia manter no pódio por que estava completamente desidratado. Adoro esta pista.”

 

Tens algum feito ou momento da tua carreira nas categorias de promoção que tenhas tido na Malásia?

“Lembro-me da GP2 Asia 2008. Estava na pole-position em Sepang com uma vantagem de um segundo, ou algo parecido. Foi uma volta muito rápida. Deixei o motor ir abaixo na grelha de partida, e de último recuperei para primeiro, mas fui empurrado para fora de pista por um piloto atrasado. Terminei em nono, e os oito primeiros invertiam as posições na grelha de partida para a segunda corrida. Iniciei a segunda corrida de nono e terminei em segundo. Foi um fim-de-semana em que deveria ter vencido ambas as corridas, mas infelizmente, não venci. Adoro a pista, porém.”

 

Qual é a tua zona preferia do Sepang International Circuit?

“Diria as curvas cinco e seis – são curvas de altíssima velocidade.”

 

Descreve uma volta ao Sepang International Circuit.

“Temos uma grande travagem para a primeira curva – é muito semelhante à China, tanto a primeira como a segunda curva. Temos uma longa direita e, depois, um gancho à esquerda. Temos que ter boa tracção. Depois temos uma longa recta até à Curva 4. Temos uma travagem forte, uma direita de noventa graus no cimo de uma colina. Vamos para as curvas de altíssima velocidade, as curvas cinco e seis, quase a fundo. Depois temos uma pequena travagem para a dupla direita, a Curva 8. É uma curva de media velocidade com tracção difícil para irmos para a curva seguinte, outro gancho à esquerda. A direita é muito longa. É divertida quando temos um carro bem equilibrado. Depois temos uma pequena recta que nos leva para as curvas 12 e 13. Uma curva a fundo, travagem forte, com muitas forças G da última curva. Vamos para uma longa recta que nos leva até a última curva. Temos uma grande travagem para levarmos a velocidade mínima, depois aceleramos o mais cedo que pudermos para terminarmos a volta.”

 

 

 

 

 

Quando se tem um dia difícil em pista, referes-te sempre aos dados que conseguiram reunir para analisar durante a noite e desenvolver um plano melhor par ao dia seguinte. Que tipo de dados analisam e que tipo de modificações vos permitem fazer?

“Olhamos para a telemetria do carro, para tentar encontrar algum problema de equilíbrio. Tentamos verificar se os dados que temos estão alinhados com o que sentimos em pista. Existem diversas discussões. No final, encontramos uma solução ou, pelo menos, uma direcção, para tentar encontrar soluções para os problemas.”

 

Quando fazem alterações ao carro, são grandes ou pequenas, ou são diversas pequenas alterações que tendem a ajudar bastante?

“Pode ser qualquer coisa. Varia, depende do problema. Por vezes, a alteração é massiva e, por vezes, requer apenas uma pequena alteração, como o camber traseiro ou uma afinação no diferencial.”

 

Alguma vez sentes que tentar encontrar a situação perfeita para o comportamento do carro é como andar no fio da navalha, em que por vezes existe e, no momento seguinte, deixa de existir?

“Sim, é assim mesmo.”

 

O elemento humano é importante para colocar o carro melhor – do teu ponto de vista, que estás atrás do volante, até à interacção que tens com os teus engenheiros?

“É importante. Não existe uma forma teórica de encontrar a melhor afinação para o carro. Tem que se adaptar ao piloto. Temos que saber o que queremos enquanto piloto, assim como o que pretendemos do carro. Depois, é claro, temos que trabalhar arduamente com os engenheiros e a equipa para tentar que o carro se comporte de acordo com o que pretendemos.”

 

O que necessitas de sentir dentro de um carro de corridas para que te sintas confiante para ir ao limite?

“Muitos pilotos são, geralmente, parecidos naquilo que pretendem. Alguns pilotos gostam mais de subviragem, outros mais de sobreviragem. Geralmente, queremos aderência, mas também queremos estabilidade para podermos levar o carro aos limites e travar tarde, de modo a podermos levar velocidade para as curvas e acelerarmos cedo. A maior parte disto tudo exige uma boa traseira. É evidente que, se não pudermos mudar de direcção, se não pudermos rodar o carro no meio da curva, por termos muita aderência, também não é benéfico. Portanto, temos também que ter aderência na dianteira. Em nove de dez situações, encontramo-nos na posição de dizer que o carro é instável a caminho da curva, depois com subviragem a meio da curva e, depois, com sobreviragem na saída.”

 

Singapura, o local do Grande Prémio anterior, estava calor. Mas na Malásia haverá ainda mais calor. Com Singapura a anteceder a Malásia, isso ajuda a preparar-te melhor para o calor e a humidade?

“Não posso dizer que estou mais bem preparado por causa de Singapura. Estivemos pouco tempo em Singapura. Para nos aclimatizarmos ás condições climatéricas, temos que estar nessas condições por um período de tempo mais longo que quatro dias. Portanto, não faz grande diferença.”

 

Em Singapura, todo o tempo que estiveste em pista foi no lusco-fusco ou à noite. Na Malásia, tudo acontece no calor do dia. A Malásia é mais exigente fisicamente, dado que tudo acontece sob a luz intensa do Sol?

“Faz lá muito calor. As rectas tornam a situação um pouco mais fácil, dado que nos dá tempo para descansar e mais ar no habitáculo. Em Singapura, é tudo de baixa velocidade e estamos constantemente a trabalhar no volante, com travagens e depois a acelerar. Trabalhamos muito mais em Singapura do que na Malásia. A temperatura é mais elevada na Malásia, mas de alguma forma, a corrida é um pouco mais fácil.”

 

Quando está calor e a corrida é esgotante, é importante ter uma boa preparação mental antes do Grande Prémio da Malásia?

“Não faço nada de particular para me preparar mentalmente. Treinamos fisicamente, depois a nossa performance mental melhora de acordo com isso.”

 

Onde existem oportunidades de ultrapassagem em Sepang?

“Na aproximação da Curva 1 é uma boa oportunidade. O gancho, depois da dupla direita, também. A última curva também, mas normalmente na Curva 1 é melhor.”

 

O Grande Prémio da Malásia de 2017 marca a última corrida de Fórmula 1 em Sepang. Nos últimos dezoito Grandes Prémios que a pista albergou há algum que se destaque? Se sim, porquê?

“Sempre gostei desta pista. Não é um mau circuito. Tem algumas curvas de alta velocidade e é disso que os pilotos gostam. Estou um pouco triste por ser a última corrida, dado que está no calendário há tanto tempo.”

 

Qual é a tua zona preferia do Sepang International Circuit?

“As curvas cinco e seis, que são muito rápidas, e depois as sete e oito, a dupla direita. Qualquer velocidade de alta velocidade é sempre excitante num carro de Fórmula 1.”

 

 

Descreve uma volta ao Sepang International Circuit.

“É quente, húmida e rápida.”

 

 

 

 

  • Pirelli is bringing three tire compounds to Monza:
  • P Zero Branco/Médiopouca aderência, menos desgaste (usado para séries longas de voltas)
  •  P Zero Amarelo/Macio mais aderência, desgaste médio (usado para pequenas séries de voltas e para o segmento inicial da qualificação)
  • P Zero Vermelho/Supermacio maior quantidade de aderência, elevado nível de desgaste(usado para a qualificação e para situações específicas de corridas)
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada um dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. Cada piloto pode usar todos os três tipos de pneus na corrida, se assim desejar. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Destes 13 jogos, os pilotos e as suas equipas podem escolher a especificação de dez entre os compostos selecionados pela Pirelli. Os três restantes são definidos pela Pirelli – dois jogos de pneus de especificação obrigatória para a corrida (um de P Zero Branco/Médio e outro P Zero Amarelo/Macio) e um obrigatório para a Q3 (um P Zero Vermelho/Supermacio).

Os pilotos da Haas F1 Team escolheram da seguinte forma:

Grosjean: um jogo de P Zero Branco/Médio, cinco jogos de P Zero Amarelo/Macio e sete jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

Magnussen: um jogo de P Zero Branco/Médio, quatro  jogos de P Zero Amarelo/Macio e sete jogos de P Zero Vermelho/Supermacio

 

FÓRMULA E

 

Com o número 1 de campeão, Lucas di Grassi mostra novo carro da Audi para a temporada da Fórmula E

Apresentação da equipe aconteceu nesta quarta-feira (27) em Neuburg, sede da Audi Sport, na Alemanha. Na próxima semana já começam os testes coletivos da categoria, que serão realizados em Valência, na Espanha

 

A Audi mostrou nesta quarta-feira (27) na sede de sua divisão esportiva na cidade de Neuburg, na Alemanha, o e-tron FE04, o primeiro carro da fabricante na Fórmula E. Ostentando o número 1 graças ao título conquistado pelo brasileiro Lucas di Grassi na última temporada, o bólido traz também um novo esquema de cores bastante distinto do que foi usado nos últimos anos.

A surpresa foi geral quando Lucas di Grassi entrou com o carro onde era feita a apresentação. Saem o vermelho e o amarelo das últimas duas temporadas e o carro agora vem predominantemente branco com detalhes em verde, preto e amarelo. “O carro ficou lindo, gostei muito da cor. Ficou com cara de vencedor, mas vamos ter de trabalhar bastante para conseguir chegar lá”, disse o atual campeão da Fórmula E, que segue tendo Daniel Abt como seu companheiro de equipe.

A Audi passa a ter o controle da equipe até então gerida por Hans-Jürgen Abt, que continuará como parceiro. No evento de apresentação, o diretor de motorsports da Audi, Dieter Gass, anunciou o ex-piloto Alan McNish como novo chefe de equipe da Audi Sport Abt Schaeffler. A parte técnica é desenvolvida toda pela marca das quatro argolas em parceria com a Schaeffler, principalmente em peças como motor e câmbio.

“É uma nova temporada e uma nova era que se iniciam, agora com a Audi Sport completamente envolvida com o projeto, 100%, um trem-de-força totalmente novo desenvolvido para esta temporada. Estamos bem confiantes. Pelos testes que já fizemos pudemos perceber que a melhora de desempenho foi bem acentuada em relação ao carro do último campeonato. Agora temos o equipamento certo para partir na defesa do título e brigar por mais vitórias. Entretanto, só vamos saber como estamos e o quanto o carro é bom quando encararmos os concorrentes na pista, e isso vai acontecer agora nos testes da próxima semana”, afirmou o brasileiro. A partir do dia 2 de outubro, as equipes se reúnem em Valência, na Espanha, para três dias de treinos coletivos visando o início da temporada – marcado para 2 de dezembro em Hong Kong.

O calendário do campeonato 2017-2018 também foi destacado por Di Grassi. Serão 14 corridas em 12 eventos, incluindo novas praças como Zurique (Suíça), Roma (Itália), Santiago (Chile) e a entrada do Brasil no mapa da categoria com a prova de São Paulo em 17 de março.

“São Paulo vai ser a prova mais interessante, sem sombra de dúvida, finalmente correndo em casa, no Brasil, tendo família, amigos e fãs bem perto. O campeonato inteiro é bem legal; são provas bem difíceis e pistas novas que ninguém conhece – isso torna a Fórmula E muito interessante no ponto de vista do formato”, apontou.

Segundo Lucas, o trabalho daqui em diante para o início da temporada será ainda mais intenso. “Os testes já nos darão um norte e aí o foco é 100% na temporada e na primeira corrida do ano”, finalizou.

CALENDÁRIO FIA FORMULA E temporada 2017-2018
02/12 – Hong Kong
03/12 – Hong Kong
13/02 – Marrakesh, Marrocos
03/02 – Santiago, Chile
03/03 – Cidade do México, México
17/03 – SÃO PAULO, Brasil
14/04 – Roma, Itália
28/04 – Paris, França
19/05 – Berlim, Alemanha
10/06 – Zurique, Suíça
14/07 – Nova York, Estados Unidos
15/07 – Nova York, Estados Unidos
28/07 – Montreal, Canadá
29/07 – Montreal, Canadá

 

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CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1

 

  1. Pierre Gasly corre com o #10.

 

 
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João Raposo

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