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VELO CAB2012


PORTUGAL DE LES A LES

 

Caravana ‘assou’ entre as Beiras e Alentejo

com temperaturas que chegaram aos 45.ºC

 

Aventura bem cozinhada

 

 

Temperada com chuva, frio e até neve, temperaturas primaveris ou intensa canícula, o Portugal de Lés-a-Lés oferece, a cada ano, um paladar diferente, com as condições climatéricas a reforçar o carisma de uma aventura única no Mundo. Na 19.ª edição do passeio organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal, marcada pela estreia de figurino que reforça sentimento mototurístico ao longo de quatro dias na ligação de Vila Pouca de Aguiar a Faro, foi o calor a marcar presença desde os primeiros quilómetros em terras transmontanas. Calor intensificado na ligação entre o Fundão e Elvas, trajecto de 318 quilómetros cozinhados em lume… bem intenso, com o ‘forno’ a chegar bem perto dos 45.º C.

Jornada que até começou fresca, com os primeiros dos 1800 motociclistas a saírem da Capital da Cereja com temperaturas amenas, na ordem dos 25.º… às 6 horas da madrugada! Tempo para as primeiras curvas, ao longo de 30 quilómetros na bem tratada estrada N238 mas não sem antes prestar homenagem ao Padre Zé Fernando, parando na Aldeia Nova do Cabo, à porta da casa onde viveu o impulsionador do Dia do Motociclista. Apaixonado pelas duas rodas, dizia muitas vezes que “até 100, Deus protege; a partir de 100, Deus acolhe”, frase bem enquadrada com o espírito mototurístico do Lés-a-Lés – a que deu a primeira partida, em 1999, aos 100 motociclistas que arrancaram de Rio de Onor. Espírito presente na ligação até Janeiro de Cima, aldeia de xisto que é coqueluche do Fundão, com casas construídas com grandes pedras provenientes das margens dos rios, nomeadamente do Zêzere, e que conferem um marcante tom alaranjado. Rio que também foi ‘acompanhado’ pelas 1650 motos ao longo de vários quilómetros, oferecendo a possibilidade de apreciar ‘ao vivo e a cores’ o fenómeno geológico que formou a garganta do Zêzere. Isto através do vale bordejado por estrada que proporcionou excelentes momentos de condução até Oleiros, com paragem no refrescante Camping local, ideia interessante para ‘quartel-general’ de fim-de-semana em duas rodas. Tanto mais que praias fluviais é algo que não falta por estas bandas, oferecidas pelos rios Ocreza ou Tejo.

E uma delas, logo depois de Vila Velha do Ródão acolheu excelente Oásis – ou melhor, dois! – montados pela Bomcar, concessionário BMW em Leiria, e pela Via Verde/Brisa. Momento ímpar para descansar, tomar um café, higienizar o capacete numa moderna máquina instalado pela Bomcar, comer uma fartura (!!) ou tirar uma fotografia com  uma divertida Vespa. E onde havia água, claro, indispensável num dia em que a temperatura estava já nos 30.º às 9 horas, e às 10 h rondava os 40.º C. Algo que não intimidou Cândido Barbosa, experiente motociclista e muito habituado a provas de ciclismo em que rolava quatro ou cinco horas, debaixo de temperaturas elevadas, e onde o esforço da pedalada lesta gerava ainda mais calor, combatido com ingestão constante de água e a protecção do corpo.

Com a passagem pelas sempre imponentes Portas do Ródão e entrada no Alentejo, temperaturas ainda e cada vez mais altas, mas com os motociclistas mais conscientes a não abdicarem do blusão e luvas sempre calçadas. Até porque, além da questão da segurança, a falsa sensação de frescura ao rodar apenas com uma tshirt deve-se a mais rápida evaporação de água do corpo, causando desidratação e até queimaduras. E assim, com cautelas acrescidas, se passeou através de Nisa, Póvoa e Meadas e Senhora da Penha, de onde se oferece a melhor vista, deslumbrante, sobre Castelo de Vide. Na alva ‘Sintra do Alentejo’, o Oásis BP contou com imprescindível apoio do Moto Clube do Porto, cujos elementos disfarçados de judeus-cobradores-de-contas iam entretendo os participantes através do fresco Jardim de Cima enquanto não chegava a hora ideal de controlo. Revitalizados por sumos e doçaria regional, voltaram os aventureiros à estrada, ‘cumprimentando’ uma vez mais as famosas ‘árvores de fraldas’, os freixos com a parte inferior do tronco pintada de branco para maior visibilidade e segurança na estrada, passando ao lado da antiga cidade romana de Ammaia em direcção à Lapa dos Gaviões. Onde Rita Torres, uma jovem arqueóloga explicava as figuras das pinturas rupestres, decifrando as cenas de caça, as figuras humanas ou antropomórficas, além das marcações do calendário lunar que, à vista de qualquer leigo não passariam de um conjunto de traços mais ou menos organizado em conjuntos de sete barras verticais. Quadro pictórico perfeitamente enquadrado pelos divertidos e muito bem caracterizados homens das cavernas do clube Moto Galos, de Barcelos, que à falta de veículos de duas rodas, arranjaram um carro bem ao estilo dos Flinstones.

Paragem seguinte, Campo Maior, terra de contrabandistas e de festas com flores de papel, que ganhou outra dimensão com o crescimento do império do Comendador Rui Nabeiro, maior empregador da região e onde o papel social das empresas é levado muito a sério. Tal como o futuro das populações locais, criando incentivos para visitar a região ao mesmo tempo que gera novos postos de trabalho. Caso do Centro de Ciência do Café, considerado o melhor CC de Portugal em 2015 e que é verdadeiro orgulho para os mais jovens campomaiorenses, com destaque para o interessante museu interactivo. E, com Badajoz à vista, a entrada em Elvas fez-se com toda a pompa e circunstância naquela que é a maior Praça-Forte de Portugal, já foi a maior cidade fortificada da Europa e continua a ser a mais abaluartada do Mundo! Imponência histórica patente em toda a zona central da maior cidade do distrito, apesar da capital ser Portalegre, que os participantes puderam apreciar depois de jantar, aproveitando o facto da partida da última etapa, até Faro, ter lugar ‘apenas’ às 7 horas. Travessia do longo e desértico Alentejo, ao longo de pouco mais de 400 quilómetros plenos de promessas de espectacularidade paisagística e recantos de encher a alma mototurística. E calor, muito calor!

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TT NO BRASIL

 

Gustavo Pellin conquistou a terceira vitória consecutiva no Campeonato Gaúcho de Enduro FIM. O piloto da Sacramento Racing foi o mais rápido da classificação geral e da categoria E2 na terceira etapa, que teve como palco as trilhas de Erechim (RS). A equipe das motocicletas KTM conta com outro líder invicto, Cassiano Tebaldi, destaque da E40.

Todos os pilotos do time foram ao pódio. Diego Colett integrou o grupo de elite da prova, em terceiro lugar na geral e na E2. Anderson Vieira segue firme na disputa pelo título da E1, após a segunda posição em Erechim. “O desafio foi bem organizado e apresentou especiais muito rápidas”, relatou Pellin. Ele possui cinco títulos estaduais no currículo e é o atual campeão da geral e da E2.

“O dia teve bastante sol, o que foi ótimo, já que as etapas anteriores do Gaúcho foram marcadas por chuva. Deu tudo certo e espero manter o ritmo no campeonato”, concluiu. A equipe Sacramento Racing é patrocinada por Alpinestars, Bell, Edgers Racing, Shopping SerrAzul, Dafra Motos, Motul, Tebaldi Gráficos e Honey Stinger.

Sobre a Sacramento MotorSports – A Sacramento MotorSports traz os melhores equipamentos e produtos para quem encara a trilha ou a estrada como estilo de vida. O conceito da marca foi criado em fevereiro de 2008 pelo empresário e piloto Fábio Wolf Campos, após uma viagem que teve no roteiro a cidade de Sacramento, na Califórnia.

Influenciado pela cena do motociclismo nos Estados Unidos, Campos inaugurou um restaurante e uma boutique temáticos no Shopping SerrAzul, do qual é administrador desde 1994. O local, construído sobre a Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), é o maior shopping aéreo do mundo e logo tornou-se um dos principais pontos de encontro de motociclistas do Brasil, além de sediar renomadas competições off-road.

De lá para cá, com restaurante e boutique ampliados, a Sacramento MotorSports ganhou força com a inauguração das concessionárias KTM Sacramento em Curitiba (PR), uma das quatro revendas “FlagShip” da marca austríaca de motocicletas no país, e Polaris Sacramento, com os UTVs e quadriciclos norte-americanos na loja do Shopping SerrAzul. A Sacramento ainda expandiu no modelo híbrido franchising, com sua primeira unidade no Outlet Premium Brasília.

A empresa ainda incentiva o esporte por meio da equipe Sacramento Racing, criada em 2013 e hoje chefiada pelo piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Para saber mais sobre a Sacramento MotorSports, acesse o site oficial


Gustavo Pellin (1�) e Diego Colett (3�) no p�dio da E2 na terceira etapa do Campeonato Ga�cho de Enduro FIM
Cr�dito: Divulga��o/Sacramento Racing

Cassiano Tebaldi no topo do p�dio da E40 na terceira etapa do Campeonato Ga�cho de Enduro FIM
Cr�dito: Divulga��o/Sacramento Racing

 

SUPER ENDURO EM CASTELO BRANCO

 

Espectáculo do super enduro em Castelo Branco

 

Prova do campeonato nacional no próximo sábado

 

O Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco vai ser palco de um grande espectáculo de corridas de motos já no próximo sábado, dia 24, a partir das 16 horas. A pista da Escuderia Castelo Branco recebe a próxima jornada do campeonato nacional de super enduro, uma modalidade em que a rapidez e a perícia são fulcrais para superar os obstáculos, dar espectáculo e ganhar aos adversários.

 

A animação no traçado preparado especificamente para este efeito, com vários obstáculos de nível de dificuldade elevado, começa cedo. A partir de meio da tarde, às 16 horas, a organização dá início aos treinos. Já aí será possível ver a forma ímpar como estes pilotos superam as dificuldades. Mas é com o cair da noite que tudo se torna mais emocionante. A partir das 21 horas, os finalistas discutem a vitória com a garantia de equilíbrio e discussões pelo triunfo levadas ao limite.

 

“Esta é uma prova de uma disciplina que a Escuderia Castelo Branco vai organizar pela primeira vez. É um evento inédito na região. Um conceito muito interessante que não só estimula os pilotos como foi desenhado a pensar no espectáculo para o público. É por isso que está em franco crescimento não só em Portugal como por essa Europa fora. Foi neste sentido que decidimos apostar e trazer a competição para Castelo Branco. Acreditamos que as pessoas vão adorar”, afirmou o director de prova, Sérgio Sequeira.ax6 Copy

 

BAJA TT DO PINHAL

 

Maio, Martins e Grancha fazem história na Baja TT do Pinhal

 

Arnaldo Martins já é campeão nacional e Pedro Grancha estreia-se a ganhar

 

António Maio, em motos, Arnaldo Martins, nos quads, e Pedro Grancha, em SSV, foram os grandes vencedores da Baja TT do Pinhal 2017. A prova organizada pela Escuderia Castelo Branco no eixo compreendido entre os concelhos de Oleiros, Proença-a-Nova e Sertã ficou marcada por alguns duelos, como o de Bühler e Maio nas motos, pelo muito calor e por pistas técnicas e exigentes.

 

Tal como em 2016, António Maio foi o piloto mais rápido na Baja TT do Pinhal. O piloto oficial da Yamaha protagonizou um duelo renhido com Sebastian Bühler, que chegou a andar muito tempo na frente, e obteve um triunfo importante para revalidar o título de campeão nacional. Depois de começar a prova em segundo, Maio acabou o primeiro dia de competição na frente, fruto do melhor tempo registado em SS1. Já hoje, não aguentou o ritmo de Bühler, que bateu toda a gente em SS2, mas respondeu na mesma moeda e acabou a ronda organizada pela Escuderia Castelo Branco como vencedor.

 

“Consegui o principal objectivo, que era sair daqui com uma vitória e garantir a liderança do campeonato. Foi uma prova dura, com muitos quilómetros. Ontem optei por um ritmo mais tranquilo, mas acabei por vencer o SS1. Sair à frente hoje acabou por ser uma vantagem porque não apanhei pó. Ainda apanhei um carro no percurso que me atrapalhou um pouco mas fiz uma prova limpa sem qualquer percalço. Tive uma pequena queda, perdi algum tempo, mas numa prova tão longa, são coisas que acontecem. Neste último sector, tinha de atacar pois estava em desvantagem. Tinha 16 segundos para recuperar. No início mantive um ritmo mais calmo e no final percebi que estava ainda com capacidade e força para atacar e foi isso que fiz. Ataquei e ganhei com uma boa vantagem”, afirmou António Maio.

 

Depois de um confronto renhido, Sebastian Bühler perdeu rendimento e não conseguiu manter a indefinição até ao fim. O piloto explicou, já no final, que ficou sem a protecção do guiador no manípulo esquerdo e isso contribuiu para que a embraiagem da sua WR 450 F deixasse de funcionar, o que contribuiu para a perda de tempo.

 

Luís Teixeira concluiu a sua participação na Baja TT do Pinhal no terceiro posto absoluto e venceu a classe (TT3), enquanto Fernando Ferreira foi quarto e triunfou em TT1.

 

Arnaldo Martins de fio a pavio

 

Na classificação dos quads, Arnaldo Martins (Suzuki) venceu sem apelo nem agravo e sagrou-se campeão nacional após a ronda organizada pela Escuderia Castelo Branco. O piloto dominou por completo a Baja TT do Pinhal. Não só ganhou em termos absolutos como foi sempre o mais rápido. Numa prova bastante dura em que concluíram apenas dois concorrentes, Joni Fonseca concluiu a sua prestação com o segundo lugar, mas quase a 15 minutos de Martins.

 

“Sou campeão nacional este ano. Em cinco corridas consegui cinco vitórias. Tudo isso é reflexo do trabalho da minha equipa. Relativamente à corrida, foi espectacular, com um traçado muito bonito. Algumas partes técnicas, outras mais rápidas. Adorei. Apanhámos muito calor, alguma chuva, tudo à mistura, mas correu bem”, afirmou Arnaldo Martins.

 

Grancha estreia-se a vencer nos SSV

 

A corrida dos SSV foi extremamente disputada e Pedro Grancha, que já foi campeão nacional de TT em automóveis (ano de 2005), alcançou a sua primeira vitória nesta categoria. O piloto de Cascais não começou da melhor forma. No prólogo fez apenas o oitavo tempo, com João Lopes e Bruno Santos a serem os mais rápidos. Mas à medida que os adversários tiveram problemas, como Pedro Santinho Mendes que chegou a liderar após SS1, subiu à primeira posição e já não a largou. O momento em que Grancha colocou o seu Can-Am à frente de toda a concorrência foi mesmo antes do final de SS2. No último sector selectivo, o piloto, navegado por Tomás Neves geriu e deixou Bruno Martins, que foi segundo, a 1m07s, e Ricardo Carvalho, em Yamaha, a 1m27s.

 

“Foi uma prova muito dura. O percurso estava muito degradado. Custou-nos bastante, até porque estamos sem pneus. Foi suada, mas soube bem. Mas já vimos que conseguimos andar na frente”, afirmou Pedro Grancha na chegada ao final da Baja TT do Pinhal.

 

Com a conclusão da Baja TT do Pinhal, os respectivos campeonatos fazem uma pausa e regressam em Setembro, com nova organização da Escuderia Castelo Branco. É a Baja TT Idanha-a-Nova, que se realiza nos dias 8 e 9 de Setembro. Antes disso, destaque para a jornada do campeonato nacional de Super Enduro, que tem lugar já no próximo sábado, dia 24, às 21 horas, na pista do Lanço Grande, e para a ronda portuguesa do campeonato do mundo de Enduro, em Castelo Branco, de 21 a 23 de Julho.


Top-3 nas motos

           António Maio                                   Yamaha WR 450 F                            5h00m10s

           Sebastian Bühler                             Yamaha WR 450 F                            a 2m21s

           Luís Teixeira                                      Yamaha WR                                       a 17m09s

 

Top-3 nos quads

           Arnaldo Martins                              Suzuki                                                  5h26m10s

           Joni Fonseca                                     Yamaha YFZ 450                               a 14m40s

 

Top-3 nos SSV

           P. Grancha/T. Neves                     Can-Am Maverick X3 XRS            5h22m17s

           Ricardo Carvalho                             Yamaha YXZ                                      a 1m11s

           David “Tubarão”                              Can-Am Maverick X3 XRS            a 2m28sax2 Copyax3 Copy

 

147 PODIOS PARA JORGE LORENZO

 

– One of the world’s leading MotoGP riders has given everything on the race track to win three MotoGP world championship titles but today, Jorge Lorenzo has taken time to give back to the next generation as he was announced as a Laureus Ambassador at the For our Heroes sports project in Barcelona.

The 30-year-old swapped his two wheels for two boots as he joined in a fun football session with the young people from the programme, experiencing first-hand the power sport can have to unite and inspire. With the support of Laureus, For our Heroes uses sport as a means to break down barriers and provide hope to young people faced with physical and mental disabilities. The programme launched in 2008 in partnership with Fundación Alex and has since helped more than 2000 young people with handicaps across Spain.

Lorenzo first stepped onto a bike at the age of three. Aged eight, he won the Baleric Championship and his first World Championship race came at the earliest opportunity, on the Jerez circuit on his 15th birthday. As well as his three MotoGP world championship titles in 2010, 2012 and 2015, Lorenzo has been runner up on three occasions.

Lorenzo joins over 190 Laureus Ambassadors who are all passionate about the power of sport, including fellow Spanish MotoGP rider Marc Marquez and football stars Gerard Pique and Juan Mata. Laureus Sport for Good uses the power of sport to end violence, discrimination and disadvantage, proving that sport can change the world.


Quote:

Laureus Ambassador Jorge Lorenzo: “Sport has given me so much in life. From an early age, I had to be determined, focused and work with others to achieve success. At For our Heroes today, I have been reminded what that success looks like for these young people. The determination they are showing to influence their lives for the better through sport, and the smiles it brings to their faces is inspirational for me. I’m looking forward to playing my part in supporting young people with Laureus Sport for Good in the future.

 

DIOGO LUIS TERMINA EM 5º NO ESTORIL

Diogo Luís termina na 5ª posição sob o calor intenso do Estoril

As altas temperaturas que se fizeram sentir novamente no segundo dia da segunda ronda do Campeonato Nacional de Velocidade no Circuito do Estoril, criaram dificuldades acrescidas para os pilotos e equipas. O primeiro dia foi marcado por  diversas quedas nas diversas categorias que confirmaram a lesão na perna direita do pupilo de Miguel Oliveira, Tomás Alonso.

A equipa Miguel Oliveira Fan Club Racing Team voltou hoje à pista para disputar a segunda manga desta ronda com o Piloto Diogo Luís terminando assim num honroso 5º posto da classificação geral. O piloto do Seixal sofreu ontem uma queda durante a primeira volta e regressou hoje aos comandos da sua pré Moto3 determinado a colocar em prática o que tem aprendido. O jovem de 12 anos partiu do 10º lugar da grelha e recuperou até à 5ª posição.
Este  resultado é reflexo da sua aprendizagem naquela que é apenas a sua segunda competição nesta categoria, demonstrando todo o empenho e trabalho do piloto e de toda a equipa. 

Diogo Luís:
"Sinto-me muito satisfeito em relação aos resultados, fiquei em 5º lugar porque trabalhei para tal, e lutei por mim, pela equipa e pelo Tomás que está em recuperação. Foi uma corrida cansativa, com muito calor em pista mas estou muito satisfeito com o resultado.”

Miguel Oliveira:
“A corrida foi bastante interessante pela parte do Diogo, acho que ele mostrou que merece estar aqui, mostrou maturidade na forma como geriu a sua prestação, foi uma corria com muito calor, nada fácil, esteve sempre toda a corrida muito pressionado pelo 6º classificado, nunca teve uma falha, nunca saiu de pista, andou sempre muito constante e agora vamos trabalhar muito mais para próxima ronda do campeonato”

Paulo Oliveira, diretor de equipa:
“Foi um fim‑de‑semana que não correu da forma que esperávamos devido aos problemas técnicos que tivemos e pela lesão do Tomás. Sem duvida o Tomás é o nosso ponta de lança para lutar pelo titulo do Campeonato Nacional, e tendo esta lesão uma recuperação demorada vamos ter que repensar os objetivos para ele. Já o Diogo teve hoje uma prestação incrível na corrida, sobretudo depois de ter sofrido a queda na primeira manga de ontem. Penso que estamos no bom caminho na formação dos nossos pilotos, portanto o resultado é bastante positivo."

No próximo dia 28 de junho Diogo Luís e os restantes Pilotos da Escola de Motociclismo Oliveira Cup vão estar presentes no Kartódromo de Évora para mais um treino de preparação desta competição que tem a prova agendada para dia 9 de julho neste mesmo circuito. 
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PORTUGAL RIDER

 

Durante 3 dias serão percorridos mais de 500 Km pelas estradas de Portugal RIDER RECEBE 50 PARTICIPANTES DE VÁRIAS NACIONALIDADES 
 
– Nos próximos dias 15, 16 e 17 de Junho irá realizar-se a sétima edição do Rider – Passeio de Motos Clássicas, organizado pela EDC – Associação de Eventos do Caramulo em parceria com o Museu do Caramulo.
 
Depois do sucesso da edição anterior, que atingiu um número recorde de participantes, a organização preparou, para este ano, mais um dia na estrada, num total de três dias de viagem e mais de 500 Km para percorrer, com um denominador comum: o ponto de partida e chegada é sempre o Museu do Caramulo.
 
Mais uma vez, a CMS Helmets associou-se a este evento, sorteando dois capacetes vintage por entre os participantes inscritos.
 
Com cerca de 50 participantes inscritos, de proveniências diversas como Espanha, Reino Unido ou Holanda, o Rider afirma-se como um evento além-fronteiras levando todos os participantes a apreciar a região Centro de Portugal através de estradas menos conhecidas, tendo como pano de fundo as paisagens naturais da zona. 
 
Este evento conta com o apoio do Museu do Caramulo, da Câmara Municipal de Tondela, da MotoCiclismo Clásico, do Jornal dos Clássicos, CMS Helmets e do banco BPI. 

 

PORTUGAL DE LES A LES

 

Aventura entre capitais pelas mais bonitas estradas do Mundo

 

Hino ao mototurismo sob temperaturas escaldantes

 

 

Verdadeiro hino ao mototurismo, a primeira das três etapas do 19.º Portugal de Lés-a-Lés aproveitou o dia de feriado consagrado ao Corpo de Deus para ligar Vila Pouca de Aguiar ao Fundão, em viagem onde nem a intensa canícula ‘derreteu’ o prazer de rolar por duas das mais reputadas estradas nacionais, bem conhecidas além-fronteiras. Da autoproclamada Capital do Granito à reconhecida Capital da Cereja, mais de 1800 motociclistas cumpriram 349 quilómetros repletos dos mais importantes ingredientes mototurísticos: paisagens de eleição, descoberta histórica, contacto com as gentes e, não menos importante, o prazer de condução. Servido em doses ‘industriais’ desde a partida em terras aguiarenses, começando pela estrada património N2, prosseguindo depois pela N222, cujo troço entre o Peso da Régua e o Pinhão foi considerada a World Best Driving Road, com momentâneas escapadas para descobrir pontos de enorme beleza.

Mesmo com o acrescento de mais um dia para cumprir a ligação entre os dois extremos do mapa nacional, madrugar é imperioso para ganhar tempo de descoberta, com mais tempo para conhecer novos locais e, a meio de enorme vaga de calor, para aproveitar o fresco da manhã para cumprir os primeiros quilómetros. Que, desta feita, N2 ‘abaixo’, levou a caravana até à Régua, não sem antes recordar as corridas do Circuito Internacional de Vila Real, com passagem pela bancada que mantém viva a chama da velocidade transmontana, e parar em Santa Marta de Penaguião, para ‘sui generis’ café à moda antiga, feitos em potes de ferro. E acompanhado por reforçado pequeno-almoço e cantares tradicionais que logo despertaram os mais sonolentos.

Que muitas eram as curvas ainda pela frente, rumo à Barragem do Bagaúste, a montante da Régua, e depois, passando pela Ervedosa, até São João da Pesqueira. Onde a paragem no moderno Museu do Vinho ajudou a absorver melhor o manancial de fortes emoções visuais, em cenário imponente, sublinhado pelo trabalho de homens e mulheres que, ao longo de séculos, moldaram a paisagem da mais antiga região demarcada do Mundo. Berço do Vinho do Porto, degustado juntamente com bolo de amêndoa naquele espaço museológico, de arquitectura tão espectacular quando a vista que oferece desde o ponto mais alto.

Com a temperatura a subir, atirando para um qualquer recanto das memórias a frescura com que os primeiros largaram de Vila Pouca de Aguiar, lá desceu o enorme e colorido pelotão de novo até às margens do Douro, onde colaboradores da Antero, o concessionário da BMW, Yamaha e Suzuki nos Carvalhos, criaram um Oásis na desactivada Estação Ferroviária da Ferradosa. Vista deslumbrante (mais uma!) para degustar mais algumas doçarias, acompanhadas da muita água exigida pela temperatura em crescendo, preparando subida ingreme até São Xisto, onde as casas fazem jus ao nome da aldeia. E daí para Freixo de Numão, vila de marcada importância histórica, e Vila Nova de Foz Côa. Onde a envolvência de mais uma autarquia e do Motard Clube Bonelli Foz Côa Riders (nome que homenageia a célebre e bem característica e rara águia de Bonelli) ‘obrigou’ a mais uma paragem para um petisco. Que isto de andar de moto abre o apetite e o melhor mesmo é ir comendo com frequência e pouco de cada vez, rolando de forma mais desperta e ligeira.

‘Ainda’ com os termómetros pouco acima dos 30.º, tempo para descobrir o Museu do Côa onde os elementos de Moto Clube do Prado – bem longe de casa! – e da Nexx, o maior e mais importante fabricante nacional de capacetes, picavam a tarjeta que assinala os 18 controlos do percurso e proporcionavam água fresca e fruta. Além de oferecerem um capacete a quem acertasse num alvo com uma pistoleta de brincar… Parece que regressaram todos para a fábrica em Anadia!

A pequena e rudimentar fortaleza de Castelo Melhor, a monumental vila histórica de Almendra e a sua Igreja Matriz prepararam os participantes para a abordagem à imponente e áspera paisagem de entrada na Beira Alta, com direito a conhecer a primeira Reserva Privada de Portugal, a Reserva Natural da Faia Brava que, nos 850 hectares já adquiridos pela Associação Transumância e Natureza, dá abrigo a espécies ameaçadas como o abutre-do-egipto e onde até as pessoas podem pernoitar em agradáveis bungalows.

Também a bem recuperada aldeia de Cidadelhe surpreendeu a caravana, sobretudo os participantes de outras latitudes, da Nova Zelândia e Austrália ao México e Chile, de Angola a Macau, da Polónia à Suíça, da Alemanha à Suécia, da França ao Luxemburgo e, claro está, a todas as províncias da vizinha Espanha. Tanto mais que a recepção preparada pelos elementos do MC Conquistadores, de Guimarães, em jeito de animada Última Ceia, ajudou os mais apressados a relaxar enquanto cumpriam tempo para ‘picar’ na hora certa. Que o Lés-a-Lés é uma passeata e nunca uma corrida. Por isso quem tenta ganhar tempo na estrada, ‘perde-o’ à espera da hora ideal de controlo! O mesmo aconteceu a outros motociclistas numa das mais antigas cidades de Portugal, Pinhel, mostrada em pormenor no interessante circuito turístico traçado pelos elementos do Moto Clube Falcões da Estrada, antes do lanche servido no centro, depois de refrescante passagem pela Fonte Cibernética.

Mais quente foi a visita a Sabugal e ao seu castelo de 5 lados, e a Sortelha onde mais um lanchinho foi acompanhado por carrascos medievais que insistiam em ‘decapitar’ todos os que estivessem adiantados em relação à sua hora ideal. Pantomina levada a cabo pelos elementos do Moto Clube do Porto e que terá deixado muitos a pensar que o melhor é mesmo cumprir os horários de forma mais certinha, aproveitando antes o tempo para mototurismo de qualidade, sem correr ‘riscos’ desnecessários. Com menos história mas nem por isso menos interessante, a viagem até ao Fundão mostrou giras estradinhas, de condução trabalhosa é certo, mas onde a tranquilidade e a surpresa paisagística ajudaram a superar as temperaturas que, em muitos locais, estiveram para cima dos 40.º. Caloraça amenizada na hora de subida ao palanque graças às mais frescas e deliciosas cerejas do País, oferecidas em jeito de delicioso prémio, ou não estivéssemos na ‘sua’ capital. Frescura que muita falta fará na ligação até Elvas, com ‘apenas’ 318 quilómetros pintalgados de imensos motivos de interesse, com novidades no Vale do Zêzere e também a sul do Tejo, no dia de entrada no Alentejo, com previsões de temperaturas bem para lá dos 40 graus centígrados.

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PORTUGAL DE LES A LES

 

Arranque pleno de recordes do 19.º Portugal de Lés-a-Lés,

a maior edição de sempre que promete ser… escaldante

 

Abertura de espectáculo ímpar

 

 

Está na estrada o 19.º Portugal de Lés-a-Lés, edição recordista em termos de participantes com mais de 1800 motociclistas em 1650 que, ao longo de quatro dias, vão cumprir 1164 quilómetros na ligação de Vila Pouca de Aguiar até Faro, em ano de estreia de novo formato, com três etapas com paragens no Fundão e Elvas. Em ano de todos os recordes, o mais extenso Passeio de Abertura, espécie de prólogo à descoberta do concelho aguiarense, mas também uma marca digna de figurar no Guiness Book of Records, com todos os participantes a colaborarem no Arrastão da Grande Pedra, deslocando bloco de granito com mais de 12 toneladas (mais precisamente 12 980 kg) ao longo de 250 metros no troço da mítica Estrada Nacional 2, em pleno coração de Vila Pouca de Aguiar. Estrada-património que será utlizada por várias vezes ao longo deste Lés-a-Lés.

Via estruturante que atravessa todo o País, com 738,5 km entre Chaves e Faro, e que contribuiu para a espectacularidade do Passeio de Abertura, realizado após as mais rápidas e eficazes verificações técnicas de sempre, com 94 quilómetros de extensão ‘Pela Capital do Granito’. Mas também do ouro, dos castanheiros, das paisagens deslumbrantes e dos mais surpreendentes recantos. Como as estradas que maravilharam mexicanos, neozelandeses, chilenos, angolanos, suíços, suecos, franceses, italianos, polacos, imensos espanhóis e, claro, muitas centenas de portugueses. Périplo concelhio que permitiu apreciar paisagens serranas desde o altaneiro Castelo de Aguiar de Pena; desfrutar da frescura de jovens carvalhais e soutos onde seculares castanheiros convivem com árvores bem mais recentes, sinal inequívoco da luta contra a desertificação da região transmontana. E deitar um olhar para a vista ímpar sobre a serra do Barroso e o Vale do Tâmega ou a passagem pelo verdejante Parque das Pedras Salgadas, onde árvores seculares faziam as delícias do Rei D. Carlos e da Rainha Dona Amélia. Trégua na intensa canícula que marcou o dia inaugural do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal e que, na primeira etapa, até ao Fundão, promete ser ainda mais sufocante com temperaturas que podem ultrapassar os 40.º registados em alguns locais.

Passagens oxigenantes também no Parque de Lazer da Lagoa do Alvão onde vários participantes não resistiram ao chamamento das águas, com os primeiros mergulhos na pequena represa conhecida por barragem da Falperra. Ou no inovador estabelecimento hoteleiro Alvão Village e Camping onde é recriado o ambiente de uma aldeia castreja, com cobertura em colmo e agradáveis espaços ao ar livre. Pérolas descobertas num dia em que o ouro ‘marcou presença’, com visitas às minas auríferas de Trêsminas, exploradas desde o tempo dos romanos com túneis escavados há mais de dois mil anos, ou à zona de Jales onde são ainda visíveis infraestruturas de exploração do subsolo, agora rendidas à maior rentabilidade da extracção das mais diversas qualidades de granito, do “Amarelo” ao “Cinza Telões”, passando pelo “Pedras Salgadas“, exactamente o que foi utilizado no revestimento do edifício do Parlamento Europeu, em Bruxelas.

Incapazes de passar despercebidos também os gigantescos castanheiros como o de Vales, com tronco de 14,4 metros de diâmetro, mas também as primeiras marcas históricas, do abandonado Hotel Universal, nas Pedras Salgadas, até à Igreja de Santa Eulália, de exuberante interior barroco, na aldeia de Pensalves, ou a Igreja Românica de S. Martinho, oferecedora de arquitectura singela e vista muito bonita sobre Pedras Salgadas. Sem registo de qualquer corço avistado na Serra da Padrela, os participantes ainda tiveram fôlego para o último (e maior!) desafio do dia, merecedor do 2.º furo dos 18 que compõem a tarjeta que atesta o cumprimento integral do percurso do 19.º Portugal de Lés-a-Lés. Mais de 12 toneladas num único bloco de granito que fica para a história como a mais pesada pedra arrastada em terras vilapouquenses, tema de conversa para as próximas semanas. Juntamente com as aventuras que continuarão a ser vividas nos próximos dias, rumo ao Algarve através da zona raiana e sempre por estradas nacionais e municipais, longe de auto-estradas, Itinerários Principais e Complementares. Porque o prazer do mototurismo passa pela descoberta de um País realmente único…at64 Copyat65 Copy

 

REVOLUÇÃO ABSOLUTA

 

Tubliss garante máxima tração e ‘elimina’ furos

 

Revolução absoluta na condução off-road

Produto revolucionário para a competição em todo-o-terreno mas capaz de proporcionar maior tranquilidade e eficácia na condução de qualquer endurista ou maxi-trail em lazer, o sistema Tubliss garante máxima tração em todas as condições e minimiza os contratempos causados pelos furos. Trata-se de inovadora solução que recorre a câmara de ar de elevada pressão fixa ao aro da roda, transformando o pneu em autêntico tubeless e permitindo que sejam utilizadas pressões muito reduzidas no pneu. O Tubliss é carregado com 100 Psi de pressão enquanto o pneu pode ser cheio com pressões de ar extremamente baixas, de 0 a 10 Psi, garantindo assim maior superfície de contacto com o solo, adaptando-se na perfeição a cada tipo de piso.

 

Maior capacidade de tração e acrescida proteção, ao pneu e à jante, são outros atributos do sistema Tubliss disponível para aros de 18”, 19” e 21 polegadas, que garante máxima fixação do pneu ao aro, impedindo o seu “descolamento”, permitindo assim continuar a rodar em caso de furo. E a reparação de furos fica também substancialmente facilitada já que podem ser usados os conhecidos tacos de borracha, em reparação que demora escassos minutos.

 

Mais informações no ‘press release’ em anexo e para mais fácil perceção do inovador conceito, convidamo-lo a ver o vídeo

 

TUBliss Tire System - YouTube

 

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MOTOS BRASIL

 

Novidades chegando - Kawasaki]

Kawasaki atualiza linha esportiva e apresenta versões 2018 da Ninja 650 ABS e da Ninja 1000

A Kawasaki do Brasil acaba de disponibilizar ao mercado nacional dois novos lançamentos que passam a integrar a linha Sport 2018 da marca japonesa. A consagrada Ninja 650 ABS retorna às concessionárias com diversas atualizações. O novo modelo ficou mais leve, econômico, e, principalmente, priorizou o desempenho nas médias e baixas rotações. Outra novidade é a reformulação da Ninja 1000. O modelo de alta cilindrada chega à terceira geração com um visual ainda mais esportivo e com a eletrônica totalmente renovada.

Logo em uma primeira análise visual, os consumidores da Kawasaki já poderão perceber as novidades da nova Ninja 650 ABS 2018. Os desenvolvedores japoneses optaram por deixá-la com um aspecto mais agressivo e inspirada nas versões SuperSport da marca. Para isso, o lançamento recebeu nova carenagem frontal, uma rabeta ainda mais compacta e lançada para cima e uma modificação no formato do farol. Já a lanterna traseira ganhou lâmpadas de LED que formam a letra X e dão um aspecto bastante esportivo à motocicleta.

Ao girar a chave no contato, o usuário irá perceber um painel de instrumentos moderno com display em LCD, velocímetro e indicador de marchas digitais. E além das funções tradicionais, como hodômetros total e parcial, média do consumo de combustível, temperatura do líquido de arrefecimento e relógio, a nova Ninja 650 ABS traz também uma luz que sugere o momento mais indicado para a realização da troca das marchas baseado na rotação do motor.

E por falar em motorização, o modelo bicilíndrico de 649cc ganhou ainda mais performance nas médias e baixas rotações. O intuito da Kawasaki foi priorizar a pilotagem no dia a dia. Assim, a Ninja 650 ABS 2018 entrega uma potência suave abaixo das 3.000 rotações (rpm), fato que permite ao piloto ter maior confiança para explorar o acelerador nas rotações mais altas.

Outro grande destaque da nova Ninja 650 ABS é a relação entre peso e economia. O modelo enxugou 15 quilos em relação à versão anterior e com isso baixou, em média, 6,8% seu consumo de combustível. Diversos fatores contribuíram para isso. Entre eles estão a utilização de novas tecnologias, como cilindros do tipo open-deck e mudanças no design da balança traseira e do quadro, que ficaram mais leves.

A Ninja 650 ABS 2018 traz ainda uma porção de novidades. Entre elas se destacam a nova alavanca de câmbio do tipo Link, a tecnologia de embreagem Assistida & Deslizante – desenvolvida especialmente para as pistas pela equipe Kawasaki Racing Team – e os freios no formato margarida com diâmetro de 300 mm na frente e 220 mm na traseira.

Já o segundo lançamento da Kawasaki – há algum tempo esperado – é a Ninja 1000 ABS 2018. A motocicleta de 1.043 cm³ de cilindrada chega ao mercado brasileiro com um visual renovado e com a parte eletrônica totalmente modernizada. A superesportiva de quatro cilindros e potência máxima de 142 CV recebeu a última versão do software de modelagem avançada da Kawasaki para o desenvolvimento de um quadro com curvas suaves e um mínimo de soldas, garantindo um nível de tensões extremamente baixo. O KCMF (Kawasaki Cornering Management Function) gerencia os diversos parâmetros de motor e chassi e ajusta a intensidade de frenagem, através do KIBS e a potência ideal (Controle de tração KTRC), para uma transição suave entre aceleração e retomada ao percorrer curvas.

Tratando-se exclusivamente dos freios, a Ninja 1000 ABS 2018 está equipada com um sistema de gerenciamento de alta precisão. O KIBS - Kawasaki Intelligent anti-lock Brake System – assegura uma frenagem praticamente perfeita com um mínimo de interferência durante a pilotagem esportiva. Através de sensores de velocidade nas duas rodas, o sistema monitora a pressão hidráulica da pinça dianteira e coleta diversas informações da ECU (Unidade de Controle Eletrônico) do motor. Com isso, o KIBS evita uma possível perda de performance nos momentos de frenagem.

Já em relação à aparência, a superesportiva ganhou um design bem mais agressivo. O lançamento traz novas linhas e uma carenagem frontal semelhante às utilizadas nas motociclistas de competição. Assim como nos lançamentos mais recentes da Kawasaki, a Ninja 1000 ABS 2018 traz ainda iluminação em LED em seu farol duplo, o que aumenta a intensidade e o alcance da luz.

E para maior conforto, o para-brisa com bolha dupla da Ninja 1000 ABS foi modificado e agora está 15mm mais alto no centro, o que ajuda evitar turbulências e reduz o impacto do vento. O equipamento ainda traz três regulagens de altura. Por fim, o painel de instrumentos recebeu um novo layout. Entre as novidades estão uma tela de LCD com velocímetro digital, indicador de posição de marchas e de temperatura externa.

Além da versão Standard na cor preta, a Ninja 1000 estará disponível na versão Tourer na tradicional cor verde, com um completo pacote de acessórios de série como slider, protetor de motor, tank pad e knee pad.  Outros diferenciais da versão Tourer são a bolha fumê, que confere à motocicleta um visual ainda mais atraente, e uma tomada de 12V para maior comodidade.

 

Ninja 650 ABS SE - Lime Green KRT Edition
Preço Público Sugerido: R$ 34.990,00

Ninja 650 ABS - Metallic Spark Black
Preço Público Sugerido: R$ 33.990,00

Disponíveis na rede autorizada Kawasaki: a partir de julho de 2017 

Ninja 1000 ABS - Metallic Spark Black
Preço Público Sugerido: R$ 56.990,00

Ninja 1000 Tourer ABS - Candy Lime Green
Preço Público Sugerido: R$ 59.990,00

Disponíveis na rede autorizada Kawasaki: a partir de julho de 2017

 


Kawasaki EU - BR

 


Kawasaki EU - BR

 

 

PORTUGAL DE LES A LES

 

Tudo a postos em Vila Pouca de Aguiar

para a partida do 19.º Portugal de Lés-a-Lés

 

 

Recorde de peso no arranque da aventura

 

 

No dia em que o universo motociclístico lusitano vive as últimas horas de expetativa antes do arranque do 19.º Portugal de Lés-a-Lés e muitos cumprem a viagem até ao ponto de partida, a grande equipa organizativa prepara a receção, em Vila Pouca de Aguiar, para a maior edição de sempre. A primeira com quatro dias de duração, conta com recorde de inscritos, máximo de nações representadas, maior número de quilómetros realizados e… uma aventura de peso para começar.

Toneladas de animação garantidas no Arrastão da Grande Pedra, às 19 horas de quarta-feira, para ganhar apetite para o jantar de receção, no edifício do Mercado Municipal, e que contará com a ajuda de todos os participantes para rebocar enorme bloco granítico com mais de 12 toneladas. Presença ‘obrigatória’ num dos primeiros dos 18 controlos previstos na tarjeta que atesta o cumprimento integral do percurso bem como os desafios da aventura organizada pela Federação de Motociclismo de Portugal. Momento de grande simbolismo na mítica estrada N2, em tradição milenar recuperada pela Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, depois do Passeio de Abertura, com 94 quilómetros por algumas dos mais belos recantos do concelho aguiarense.

Passeata delineada para durar 4 ou 5 horas (nas calmas…), dedicado às serra, carvalhais e soutos, mesclando momentos de contacto com natureza, como no Parque de Lazer da Lagoa do Alvão, com outros de história, no Castelo de Aguiar da Pena, de onde pode apreciar paisagem magnífica. Tempo para as primeiras fotografias e diversão na barragem da Falperra ou apreciando as serranias do Barroso e o vale do Tâmega, a Serra da Padrela ou o complexo mineiro de Trêsminas.

Antes do Passeio de Abertura, tempo ainda para as indispensáveis Verificações Técnicas e Documentais, que começam às 9 horas paras as primeiras equipas e terminarão por volta da hora de almoço, devendo os participantes apresentar-se no ‘check-in’, à hora indicada nas listas publicadas no site da FMP, com o respetivo Cartão de Motociclista da Federação de Motociclismo de Portugal evitando assim filas de esperar e incómodas demoras. Porque o tempo é de festa e passeio!aq40 Copyaq41 Copy

 

TT NO BRASIL

 

A Sacramento Racing conquistou vitórias na quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM. Vinícius Calafati (EJúnior), Nielsen Bueno (E35) e o invicto William Palandi (EAmador) foram os destaques da equipe, que acelerou as motocicletas KTM em Aracruz, no Espirito Santo. Após dois dias de disputas e alto nível técnico, o evento terminou neste domingo (11).

A prova valeu como rodada dupla na briga pelos títulos nacionais e a Sacramento Racing emplacou todos os seus pilotos no pódio. Gustavo Pellin foi o segundo mais rápido da E3 e agora divide liderança na classificação. Diego Colett, segundo colocado na E2, continua firme na vice-liderança da categoria. Líder da E40, Cassiano Tebaldi foi o terceiro colocado. Já Loandro Anton segue em segundo lugar na tabela da E1 após confirmar a quarta posição em solo capixaba.

“A etapa de Aracruz teve especiais longas, que exigiram muito preparo físico e concentração dos pilotos”, analisou o chefe de equipe da Sacramento Racing, Nielsen Bueno, líder da classe E35. “A equipe fez um ótimo trabalho neste fim de semana e as motocicletas estavam redondas. Chegamos à metade do campeonato, mas ainda tem muita coisa pela frente”, explicou.

Calafati, quarto colocado da tabela da EJúnior, tem foco total na defesa do título da classe. Ele não pôde disputar a etapa anterior e, se fosse considerar o descarte permitido pelo regulamento no final da temporada, estaria na liderança. “Eu vim com o intuito de ganhar e defini a prova nos trechos de trilha, que são mais a minha praia. A etapa de Aracruz foi uma das mais completas até agora e estou bastante feliz com o resultado”, finalizou.

A quinta etapa do Brasileiro de Enduro FIM está marcada para os dias 15 e 16 de julho em Nova Lima (MG). A equipe Sacramento Racing é patrocinada por Alpinestars, Bell, Edgers Racing, Shopping SerrAzul, Dafra Motos, Motul, Tebaldi Gráficos e Honey Stinger.

Paranaense de Enduro de Regularidade – Emerson Loth “Bombadinho”, da Sacramento Racing, foi o grande vencedor da quinta etapa do Campeonato Paranaense de Enduro de Regularidade. A prova foi realizada neste domingo (11) em Toledo (PR). “Deu tudo certo. Venci as duas etapas do dia e ampliei a liderança”, contou o piloto, que é bicampeão nacional da modalidade.

Sobre a Sacramento MotorSports – A Sacramento MotorSports traz os melhores equipamentos e produtos para quem encara a trilha ou a estrada como estilo de vida. O conceito da marca foi criado em fevereiro de 2008 pelo empresário e piloto Fábio Wolf Campos, após uma viagem que teve no roteiro a cidade de Sacramento, na Califórnia.

Influenciado pela cena do motociclismo nos Estados Unidos, Campos inaugurou um restaurante e uma boutique temáticos no Shopping SerrAzul, do qual é administrador desde 1994. O local, construído sobre a Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), é o maior shopping aéreo do mundo e logo tornou-se um dos principais pontos de encontro de motociclistas do Brasil, além de sediar renomadas competições off-road.

De lá para cá, com restaurante e boutique ampliados, a Sacramento MotorSports ganhou força com a inauguração das concessionárias KTM Sacramento em Curitiba (PR), uma das quatro revendas “FlagShip” da marca austríaca de motocicletas no país, e Polaris Sacramento, com os UTVs e quadriciclos norte-americanos na loja do Shopping SerrAzul. A Sacramento ainda expandiu no modelo híbrido franchising, com sua primeira unidade no Outlet Premium Brasília.

A empresa ainda incentiva o esporte por meio da equipe Sacramento Racing, criada em 2013 e hoje chefiada pelo piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Para saber mais sobre a Sacramento MotorSports, acesse o site oficial


Vin�cius Calafati, da Sacramento Racing, na quarta etapa do Brasileiro de Enduro FIM em Aracruz (ES)
Cr�dito: Douglas Ramos

Nielsen Bueno, da Sacramento Racing, na quarta etapa do Brasileiro de Enduro FIM em Aracruz (ES)
Cr�dito: Douglas Ramos

 

MOTOS BRASIL

 

Luis Oliveira virou o jogo na última volta e venceu a quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM, a qual terminou neste domingo (11) em Aracruz (ES). Líder, o português imprimiu forte ritmo e contou com a sorte, já que o piloto da casa Bruno Crivilin, que venceu as disputas deste sábado (10) e estava na frente, teve problemas mecânicos no Cross Teste. “Fiz a minha parte e conquistei um resultado muito importante para o campeonato”, comentou o europeu da equipe Honda Racing.

Pelo quinto ano consecutivo no calendário do Brasileiro, a etapa de Aracruz valeu como rodada dupla e foi um sucesso. O público compareceu em peso e o trajeto de 37 quilômetros testou pilotos e máquinas em três especiais (trechos cronometrados). Os competidores cumpriram três voltas por dia no percurso e o ponto mais difícil foi o Extreme Teste, realizado em trilhas de chão duro repletas de pedras e subidas íngremes.

“Foi um fim de semana difícil, mas não abaixei a cabeça em nenhum momento. A prova teve especiais bem marcadas e bons deslocamentos”, continuou Oliveira. Impulsionado pela torcida local, Crivilin foi grande destaque. “Não tenho nem palavras para agradecer todo o apoio da família e dos amigos. A organização do evento estava perfeita e fiz uma ótima prova, pena que tive problemas que não dependeram de mim, é algo que acontece no esporte. O campeonato está na metade e vou trabalhar duro, porque ainda tenho chances de brigar pelo título”, concluiu o piloto da Orange BH KTM.

Além da Enduro GP, que destaca os mais rápidos do Brasileiro de Enduro FIM, Oliveira lidera a classe E1, na qual está invicto. Os outros vencedores da quarta etapa foram Júlio Ferreira (E2 / Honda Racing), Rômulo Bottrel (E3 / Orange BH KTM), Vinícius Calafati (EJúnior / Sacramento Racing KTM), Tiago Wernersbach (E4 / Moto Litoral Honda), Nielsen Bueno (E35 / Sacramento Racing KTM), Jomar Grecco (E40 / Orange BH KTM), Sandro Hoffmann (E45), Levi Tesch (E50) e Willian Palandi (EAmador / Sacramento Racing KTM).

O Brasileiro de Enduro FIM 2017 é patrocinado por Rinaldi e conta com o apoio de MRPRO Braces, ASW, Sacramento Motorsports, Orange BH, Zanol Parts e Edgers. Confira os resultados da etapa de Aracruz e como ficou a classificação do campeonato:

Resultados - 4ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM
Enduro GP
1 – Luís Oliveira
2 – Rômulo Bottrel
3 – Ian Blythe
4 – Vinícius Calafati
5 – Júlio Ferreira

E1
1 – Luís Oliveira
2 – Ian Blythe
3 – Patrik Capila

E2
1 – Júlio Ferreira
2 – Diego Colett
3 – Bruno Crivilin

E3
1 – Rômulo Bottrel
2 – Gustavo Pellin
3 – Nicolas Rodriguez

EJúnior
1 – Vinícius Calafati
2 – Vinícius Luis Lopes da Silva
3 – Gabriel Soares

E4 
1 – Tiago Wernersbach
2 – Jaime Zorzal
3 – Flavio Volpi

E35
1 – Nielsen Bueno
2 – Diogo Andrade
3 – Oriel Casagrande Neto

E40
1 – Jomar Grecco
2 – Jober Zambaldi
3 – Cassiano Tebaldi

E45
1 – Sandro Hoffmann
2 – Pélmio Simões
3 – Laurindo Zatorski Filho

E50
1 – Levi Tesch
2 – Francisco Felner
3 – Luiz Alberto Croce

EAmador
1 – Willian Palandi
2 – Elder Zucolloto
3 – Augusto Benvenutti

Resultados – Campeonato Brasileiro de Enduro FIM após quatro etapas
Enduro GP
1 – Luís Oliveira - 191
2 – Rômulo Bottrel - 132
3 – Júlio Ferreira - 132
4 – Bruno Crivilin - 132
5 – Gustavo Pellin - 107

E1
1 – Luís Oliveira - 200
2 – Loandro Anton - 152
3 – Patrik Capila - 117

E2
1 – Júlio Ferreira - 176
2 – Diego Colett - 160
3 – Bruno Crivilin - 141

E3
1 – Rômulo Bottrel - 183
2 – Gustavo Pellin - 183
3 – Rigor Rico – 122

EJúnior
1 – Vinícius Luis Lopes da Silva - 177
2 – Gabriel Soares - 170
3 – Willian Dalmonech - 148

E4 
1 – Tiago Wernersbach - 191
2 – Jaime Zorzal - 173
3 – Guilherme Borges - 56

E35
1 – Nielsen Bueno - 195
2 – Diogo Andrade - 140
3 – Anderson Vieira - 113

E40
1 – Cassiano Tebaldi - 182
2 – Luciano de Lima - 128
3 – Jomar Grecco - 50

E45
1 – Pélmio Simões - 180
2 – Marcos Benvenutti - 150
3 – Júlio Cesar Lemos - 137

E50
1 – Roberto Theodoro - 124
2 – Luiz Carlos de Barros - 82
3 – Cleber Sacramento - 50

EAmador
1 – Willian Palandi - 200
2 – Augusto Benvenutti - 86
3 – Roberto Theodoro - 54


Luis Oliveira na quarta etapa do Brasileiro de Enduro FIM, em Aracruz (ES)
Cr�dito: Douglas Ramos

Bruno Crivilin na quarta etapa do Brasileiro de Enduro FIM, em Aracruz (ES)
Cr�dito: Douglas Ramos

 

TT NO BRASIL

 

O mineiro Vinícius da Silva “Musa”, do Team Rinaldi, está pronto para defender a liderança da categoria Júnior no Campeonato Brasileiro de Enduro FIM para motocicletas. A quarta etapa da competição vale como rodada dupla e será realizada neste fim de semana (10 e 11) em Aracruz, no Espírito Santo, com o patrocínio da fábrica gaúcha de pneus e câmaras de ar.

“Estou ansioso para acelerar”, disse o jovem piloto, que vem de vitória na etapa anterior. “Espero repetir o resultado e vencer os dois dias de disputas. Tenho treinado bastante. O terreno de Aracruz parece um pouco com o da minha região, em Arcos (MG). Se não chover, teremos chão seco e duro”, comparou. Musa utiliza os pneus off-road da Rinaldi HE40 na dianteira e SR39 na traseira da motocicleta.

Paranaense de Enduro de Regularidade – Líder do Campeonato Paranaense de Enduro de Regularidade, Emerson Loth “Bombadinho” está confirmado na quinta etapa do calendário, neste domingo (11) em Toledo (PR). O piloto do Team Rinaldi é bicampeão brasileiro da modalidade e separou os pneus SR39 (dianteiro) e RW33 (traseiro) para o desafio. “Estou em um bom ritmo de provas e de treinos, com ótimas expectativas para defender a liderança no Paranaense. A etapa terá bastante trilha com pedras”, afirmou Bombadinho. 

Campeonato Catarinense de Motocross – A segunda etapa do Campeonato Catarinense de Motocross desembarca neste fim de semana (10 e 11) no CT Chumbinho, em Joinville (SC). A competição patrocinada pela Rinaldi promete fortes emoções nas corridas para 10 categorias. Os ingressos custam 10 reais nas lojas de motopeças da região, sendo que na bilheteria do evento estarão disponíveis por 20 reais.

Sobre a Rinaldi – A Rinaldi iniciou as atividades em 1969 com 60 colaboradores e 15 mil m² de área fabril para produção de materiais de recauchutagem em Bento Gonçalves (RS). A empresa ampliou a produção com as câmaras de ar para as linhas automotiva, transporte e industrial na década de 80, além de introduzir a fabricação de pneus e câmaras de ar para as linhas de motocicletas, agrícola, industrial (não motorizada) e charretes.

A busca pela excelência refletiu em credibilidade no mercado e fortes parcerias. Muito mais que em espaço físico, com área fabril de 35 mil m², a Rinaldi cresceu na geração de empregos diretos, atualmente com 700 colaboradores, e conquistou reconhecimento no mercado.

A fábrica conta com a Certificação da Gestão de Qualidade ISO 9001:2008 e com o aval do INMETRO nos seus produtos da linha de motocicletas. Na área ambiental, a empresa possui o Certificado de Destruição Térmica, por destinar 100% dos seus resíduos sólidos a uma cimenteira para geração de energia. Para conhecer os produtos da Rinaldi, acesse o site oficial.  


Vin�cius da Silva, o Musa, piloto do Team Rinaldi no Brasileiro de Enduro FIM
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

Vin�cius da Silva, o Musa, piloto do Team Rinaldi no Brasileiro de Enduro FIM
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

 

TT NO BRASIL

 

A caminho de Aracruz, no Espírito Santo, a Sacramento Racing está completa para as disputas da quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM. A equipe das motocicletas KTM defende lideranças com os pilotos Gustavo Pellin (E3), Nielsen Bueno (E35), Cassiano Tebaldi (E40) e Willian Palandi (EAmador). A prova vale como rodada dupla e está marcada para este fim de semana (10 e 11).

“As expectativas são ótimas. A base do evento é no centro de Aracruz. A cidade faz parte do calendário nacional pelo quinto ano consecutivo e é muito receptiva”, afirmou o chefe de equipe Nielsen Bueno. “A organização sempre nos traz surpresas no percurso, que possui quatro trechos especiais (cronometrados), tempos apertados e grandes dificuldades”, acrescentou.

A Sacramento Racing é destaque no Brasileiro e garantiu presença em sete categorias. Loandro Anton ocupa o segundo lugar da classe E1, seguido por Victor Miranda. Diego Collet assumiu a vice-liderança da E2, mesma posição de Anderson Vieira na E35. Vinícius Calafati, atual campeão brasileiro da EJúnior, não pôde participar da etapa anterior e caiu do primeiro para o quarto lugar, sendo que o regulamento permite descarte no final da temporada.

“O Campeonato Brasileiro está na metade e vai afunilar cada vez mais, não dá para cometer erros. Vamos manter o foco para defender as lideranças e sempre melhorar o desempenho nas categorias”, concluiu Bueno. A equipe Sacramento Racing é patrocinada por Alpinestars, Bell, Edgers Racing, Shopping SerrAzul, Dafra Motos, Motul, Tebaldi Gráficos e Honey Stinger.

Paranaense de Enduro de Regularidade – Emerson Loth “Bombadinho” disputa a quinta etapa do Campeonato Paranaense de Enduro de Regularidade neste domingo (11), em Toledo (PR). O piloto da Sacramento Racing é o líder da competição. “Tenho treinado bastante e estou pronto para o desafio, que terá bastante trilha com pedra. Espero fazer uma ótima prova”, disse o bicampeão nacional da modalidade.

Sobre a Sacramento MotorSports – A Sacramento MotorSports traz os melhores equipamentos e produtos para quem encara a trilha ou a estrada como estilo de vida. O conceito da marca foi criado em fevereiro de 2008 pelo empresário e piloto Fábio Wolf Campos, após uma viagem que teve no roteiro a cidade de Sacramento, na Califórnia.

Influenciado pela cena do motociclismo nos Estados Unidos, Campos inaugurou um restaurante e uma boutique temáticos no Shopping SerrAzul, do qual é administrador desde 1994. O local, construído sobre a Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), é o maior shopping aéreo do mundo e logo tornou-se um dos principais pontos de encontro de motociclistas do Brasil, além de sediar renomadas competições off-road.

De lá para cá, com restaurante e boutique ampliados, a Sacramento MotorSports ganhou força com a inauguração das concessionárias KTM Sacramento em Curitiba (PR), uma das quatro revendas “FlagShip” da marca austríaca de motocicletas no país, e Polaris Sacramento, com os UTVs e quadriciclos norte-americanos na loja do Shopping SerrAzul. A Sacramento ainda expandiu no modelo híbrido franchising, com sua primeira unidade no Outlet Premium Brasília.

A empresa ainda incentiva o esporte por meio da equipe Sacramento Racing, criada em 2013 e hoje chefiada pelo piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Para saber mais sobre a Sacramento MotorSports, acesse o site oficial

 

TT NO BRASIL

 

A Sacramento Racing foi a grande vencedora do ranking por equipes na terceira etapa da Copa EFX, realizada neste domingo (4) em Itatinga, interior paulista. O resultado contou com as vitórias dos líderes Nielsen Bueno e Victor Miranda nas categorias E35 e E1, respectivamente, além do segundo lugar de Vinícius Calafati na Júnior.

“A prova foi muito boa, vai ficar marcada na história”, disse o chefe de equipe Nielsen Bueno. “Tivemos um Extreme Teste dentro da cidade em frente ao público, que compareceu em peso. O percurso ainda apresentou duas especiais difíceis, com trechos de areia ótimos de acelerar e passagem por um leito de rio e terreno liso”, contou.

O multicampeão off-road também ressaltou o desempenho coletivo, impulsionado pelas motocicletas KTM. “Vencer por equipes é muito importante, mostra a qualidade técnica da Sacramento Racing. Eu nasci em Minas Gerais e moro no Paraná, o Victor e o Vinícius são de São Paulo e ainda temos pilotos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina com ótimos resultados nas principais provas do calendário nacional do Enduro FIM. Isso mostra que conseguimos representar bem a marca KTM e todos esses Estados”, concluiu.

A Sacramento Racing é patrocinada por Alpinestars, Bell, Edgers Racing, Shopping SerrAzul, Dafra Motos, Motul, Tebaldi Gráficos e Honey Stinger.

Sobre a Sacramento MotorSports – A Sacramento MotorSports traz os melhores equipamentos e produtos para quem encara a trilha ou a estrada como estilo de vida. O conceito da marca foi criado em fevereiro de 2008 pelo empresário e piloto Fábio Wolf Campos, após uma viagem que teve no roteiro a cidade de Sacramento, na Califórnia.

Influenciado pela cena do motociclismo nos Estados Unidos, Campos inaugurou um restaurante e uma boutique temáticos no Shopping SerrAzul, do qual é administrador desde 1994. O local, construído sobre a Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), é o maior shopping aéreo do mundo e logo tornou-se um dos principais pontos de encontro de motociclistas do Brasil, além de sediar renomadas competições off-road.

De lá para cá, com restaurante e boutique ampliados, a Sacramento MotorSports ganhou força com a inauguração das concessionárias KTM Sacramento em Curitiba (PR), uma das quatro revendas “FlagShip” da marca austríaca de motocicletas no país, e Polaris Sacramento, com os UTVs e quadriciclos norte-americanos na loja do Shopping SerrAzul. A Sacramento ainda expandiu no modelo híbrido franchising, com sua primeira unidade no Outlet Premium Brasília.

A empresa ainda incentiva o esporte por meio da equipe Sacramento Racing, criada em 2013 e hoje chefiada pelo piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Para saber mais sobre a Sacramento MotorSports, acesse o site oficial


Nielsen Bueno, piloto e chefe de equipe da Sacramento Racing
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

Victor Miranda, piloto da Sacramento Racing
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

 

MOTOS BRASIL

 

A abertura do Brasileiro de Motocross movimentou a cidade de Cornélio Procópio, no Paraná, durante todo o fim de semana (3 e 4). Com corridas para 11 categorias, a pista do Centro de Treinamento das Corujas, no Parque de Exposições Arthur Höffig, recebeu os principais pilotos do país e destaques internacionais. A gaúcha Maiara Basso e o catarinense Rafael Becker, do Team Rinaldi, dominaram as baterias da MXF e da 65cc, respectivamente.

O circuito foi marcado por chão duro e terra vermelha. Os fãs da modalidade compareceram em peso para prestigiar a competição nacional, que é patrocinada pela Rinaldi. A equipe da fábrica gaúcha de pneus também foi ao pódio com João Pedro Ribeiro (quinto colocado na soma das duas corridas da MX2) e Renan Goto “Japinha” (quinto colocado na soma das duas corridas da MX2 Júnior), representantes da Honda Rinaldi IMS.

Na bateria exclusiva para mulheres, composta por 15 minutos mais duas voltas, a atual campeã nacional não teve dificuldades. Maiara Basso fez o holeshot e abriu grande vantagem volta a volta, tanto que aos 10 minutos de prova já somava 20 segundos sobre a segunda colocada. “Foi perfeito. Mesmo estando confiante e bem preparada, eu não esperava uma corrida tão tranquila. Andei na frente o tempo todo e aos oito minutos comecei a administrar o resultado”, explicou a piloto, que acelerou com os pneus SR39 e HE40.

Bicampeão da 50cc, Becker começou da melhor forma a briga pelo título inédito da 65cc. “Foi uma boa corrida, larguei em segundo e assumi a ponta logo na primeira volta. A pista ficou cada vez mais difícil, com muitas cavas, mas treinei bastante para isso e consegui a vitória. Espero continuar assim, porque quero muito ser campeão”, disse o jovem talento de 10 anos, que pode competir pela 65cc até completar 13.

Nos bastidores, a Rinaldi interagiu com o público e distribuiu brindes oficiais por meio das promotoras, além de apresentar a sua linha de pneus off-road no estande exclusivo. A responsável pelo atendimento no local foi a equipe da Pro Motos, loja em Cornélio Procópio parceira da marca. “O Brasileiro de Motocross é um evento com repercussão nacional e a nossa participação foi muito positiva. Houve bastante procura pelos produtos, que possuem ótima resistência e relação entre custo e benefício”, concluiu Cláudio Andretta, proprietário da Pro Motos.

Mais vitórias importantes  – O Team Rinaldi teve um fim de semana repleto de vitórias importantes. No Rally Baja Jalapão, válido como quarta e quinta etapas do Brasileiro de Rally Cross Country, o catarinense Ricardo Martins foi o grande vencedor entre as motocicletas. A prova incluiu dois dias de disputas e 1019 quilômetros de percurso, sendo 643 de especiais (trechos cronometrados), com largada e chegada em Palmas (TO). “Venci o Baja Jalapão em 2015 e estou bastante satisfeito. Cumpri o objetivo, que era a vitória, e consegui pontos importantes na luta pelo título da temporada. Os pneus HE42 se saíram muito bem, trouxeram confiança na pilotagem”, analisou.

Já a Copa EFX, co-patrocinada pela Rinaldi, reuniu as feras do Enduro FIM neste domingo (4) na terceira etapa em Itatinga (SP). O paulista Bruno Martins foi o mais rápido da classe E4 e ampliou vantagem na liderança. “Foi um ótimo dia para acelerar. A prova estava muito boa, com especiais travadas e técnicas. Para mim, foi a melhor etapa da Copa EFX em 2017 até agora”, elogiou. A goiana Bárbara Neves subiu no pódio da Feminina em segundo lugar e segue na vice-liderança. A dupla representou a equipe Zanol Team Rinaldi ASW e utilizou os pneus HE40 na dianteira e SR39 na traseira das motocicletas.

Sobre a Rinaldi – A Rinaldi iniciou as atividades em 1969 com 60 colaboradores e 15 mil m² de área fabril para produção de materiais de recauchutagem em Bento Gonçalves (RS). A empresa ampliou a produção com as câmaras de ar para as linhas automotiva, transporte e industrial na década de 80, além de introduzir a fabricação de pneus e câmaras de ar para as linhas de motocicletas, agrícola, industrial (não motorizada) e charretes.

A busca pela excelência refletiu em credibilidade no mercado e fortes parcerias. Muito mais que em espaço físico, com área fabril de 35 mil m², a Rinaldi cresceu na geração de empregos diretos, atualmente com 700 colaboradores, e conquistou reconhecimento no mercado.

A fábrica conta com a Certificação da Gestão de Qualidade ISO 9001:2008 e com o aval do INMETRO nos seus produtos da linha de motocicletas. Na área ambiental, a empresa possui o Certificado de Destruição Térmica, por destinar 100% dos seus resíduos sólidos a uma cimenteira para geração de energia. Para conhecer os produtos da Rinaldi, acesse o site oficial.  


Maiara Basso, do Team Rinaldi, vence primeira etapa do Brasileiro de Motocross pela classe MXF
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

Rafael Becker, do Team Rinaldi, vence primeira etapa do Brasileiro de Motocross pela classe 65cc
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

 

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Tive que ter paciência para completar a prova", resume Valcézia sobre o 4º lugar na 2ª etapa do SBK Brasil

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Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Racing Team – 38 pontos
Marcos M. Carmona/VGCOM

- Mesmo com uma sequência de incidentes ocorridos na 2ª etapa do SuperBike Brasil, Jefferson Valcézia (#99), da equipe Tecfil Havoline Racing Team, segue firme na disputa do campeonato e mantém o foco na conquista do título Brasileiro da categoria SuperSport Pro Amador. O piloto, que havia vencido a etapa de abertura, foi apenas quarto colocado na última rodada, prova realizada no dia 28 de maio no Autódromo de Interlagos, e com isso caiu para a segunda posição no classificatório geral, com 38 pontos.

Apesar do resultado pouco aprazível, Valcézia teve bons motivos para comemorar na rodada passada: conseguir completar a prova, garantir um lugar no pódio e ainda somar 13 pontos no campeonato. Desde os treinos iniciais, a etapa já anunciava que o piloto de Osasco (SP) teria dificuldades pela frente. E os problemas não tardaram. Logo nas primeiras voltas do treino livre de sexta-feira, o câmbio da Kawasaki Ninja ZX-6R de numeral #99 quebrou e com isso a participação de Valcézia foi encerrada prematuramente.

Para minimizar o prejuízo e o tempo perdido, os mecânicos da Tecfil correram atrás das peças e conseguiram aprontar a moto para a disputa dos classificatórios, no sábado. Jefferson Valcézia voltou para a pista de Interlagos e garantiu participação na disputa da SuperPole – somente com os 15 pilotos mais rápidos. Na sessão decisiva, fechou a marca de 1m46s118 e ficou com a 15ª posição no grid e 2º na categoria Pro Amador.

Porém, as falhas mecânicas voltaram a prejudicar o desempenho de Valcézia, desta vez durante a corrida. Ainda na quinta volta, o motor da ZX-6R ficou superaquecido e com isso perdeu potência. Nos trechos de alta, ela não passava dos 220 km/h. E para complicar ainda mais, a moto começou a perder aderência na traseira.

“Não tinha o que fazer. Tive que ter paciência para completar a prova pensando no campeonato. Agradeço à minha equipe por todo o trabalho feito e aos meus patrocinadores. Agora vamos trabalhar firme no condicionamento físico para manter um excelente ritmo na 3ª etapa”, comentou Valcézia.

Com a quarta colocação na última corrida, Jefferson Valcézia perdeu a liderança do campeonato e agora é segundo colocado com 38 pontos. Porém, o piloto pode retomar a dianteira já na próxima rodada, que será realizada nos dias 23, 24, e 25 de junho, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Confira abaixo a classificação da categoria SuperSport Pro Amador no Campeonato Brasileiro Motovelocidade após duas etapas realizadas:

1º - Leandro Esposito (#32), da Pitico Race Team – 47 pontos

2º - Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Racing Team – 38 pontos

3º - Luis Ferraz (#13), da Tecfil Racing Team –31 pontos

4º - Carlos Eduardo Martinez (#57), da Castrol – 26 pontos

5º - Júlio Cesar Parra (#91), da Gigante Racing Team – 20 pontos

Piloto Jefferson Valcezia

 

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Pelo quinto ano consecutivo, o Campeonato Brasileiro de Enduro FIM marca presença em Aracruz, a 83 quilômetros de Vitória, no Espírito Santo. A cidade recebe a quarta etapa do calendário nos dias 10 e 11 de junho, a qual marca a metade da competição. O evento terá rodada dupla e disputas eletrizantes, com base na Praça da Paz, no centro.

Estarão em jogo valiosos pontos para as categorias E1, E2, E3, EJúnior, E4, E35, E40, E45, E50 e EAmador, além da Enduro GP, que ponta os pilotos mais rápidos da competição. “As especiais já estão marcadas e o pessoal do Trail Clube Tribo da Trilha está totalmente comprometido em realizar mais uma ótima prova”, garantiu Aloisio Sfalsim, o Telão, responsável pela organização.

“Como é tradição, as disputas terão muito sobe e desce, já que não há lugares planos na região. A especial mais longe da base do evento fica a menos de dois quilômetros, ou seja, o público não terá dificuldades em acompanhar de perto os pilotos em ação”, continuou.

O evento também será válido pelo Campeonato Capixaba, que foi impulsionado pela etapa de Aracruz. “A inclusão da nossa etapa no Brasileiro foi um grande incentivo para a realização do Capixaba de Enduro FIM, que possui cinco anos de existência e atrai cerca de 100 motos por etapa. O Espírito Santo sempre teve muita história no Enduro de Regularidade, com vários campeões brasileiros, e agora traça trajetória importante no Enduro FIM também”, concluiu Telão.

As inscrições para a quarta etapa já estão abertas no site oficial do campeonato (acesse). O Brasileiro de Enduro FIM 2017 é patrocinado por Rinaldi e conta com o apoio de MRPRO Braces, ASW, Sacramento Motorsports, Orange BH, Zanol Parts e Edgers.

Programação* – 4ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM 2017
Local: Praça da Paz, em Aracruz (ES)

10/6 (Sábado)
7h – Abertura da Praça da Paz para recepção das equipes e inscrições
8h – Início das vistorias técnicas e abertura do Parque Fechado
9h30 – Término das vistorias técnicas e fechamento do Parque Fechado
9h35 – Briefing para pilotos
10h – Largada do primeiro piloto (largam dois pilotos por minuto)
16h30 - Previsão de chegada do último piloto
19h30 – Divulgação de resultados no Bar Hora Extra (ao lado da igreja Matriz)

11/6 (Domingo)
7h – Abertura da Praça da Paz
8h – Largada do primeiro piloto (largam dois pilotos por minuto)
16h – Previsão de chegada do último piloto
16h30 – Cerimônia de premiação
18h30 – Encerramento.

*A programação está sujeita a alterações. 

Classificação do Brasileiro de Enduro FIM após três etapas

Enduro GP
1 – Luís Oliveira – 144 pontos
2 – Bruno Crivilin - 107
3 – Júlio Ferreira - 101
4 – Rômulo Bottrel - 90
5 – Gustavo Pellin - 82

E1
1 – Luís Oliveira - 150
2 – Loandro Anton - 116
3 – Victor Miranda - 106

E2
1 – Júlio Ferreira - 129
2 – Diego Colett - 118
3 – Ronald Santi - 110

E3
1 – Gustavo Pellin - 139
2 – Rômulo Bottrel - 133
3 – Rigor Rico - 122

EJúnior
1 – Vinícius Luis Lopes da Silva – 135
2 – Gabriel Soares - 128
3 – Willian Dalmonech - 112

E4 
1 – Thiago Wernersbach - 141
2 – Jaime Zorzal – 129
3 – Guilherme Borges - 56

E35
1 – Nielsen Bueno - 145
2 – Anderson Vieira - 113
3 – Diogo de Andrade - 98

E40
1 – Cassiano Tebaldi - 142
2 – Luciano de Lima - 96
3 – William Meneses - 43

E45
1 – Pélmio Simões - 133
2 – Marcos Benvenutti - 114
3 – Júlio Lemos - 105

E50
1 – Roberto Theodoro – 99
2 – Luiz Carlos de Barros – 82
3 – Cleber Sacramento – 50

EAmador
1 – Willian Palandi - 150
2 – Augusto Benvenutti – 66
3 – Lucas Nagano - 40

Feminina
1 – Bárbara Neves - 94
2 – Janaina Souza - 72
3 – Taina Aguiar - 40


Aracruz (ES) recebe a quarta etapa do Brasileiro de Enduro FIM
Cr�dito: Mundo Press

Aracruz (ES) recebe a quarta etapa do Brasileiro de Enduro FIM
Cr�dito: Mundo P

 

PORTUGAL DE LÉS A LES

 

Grande pedra no arranque do 19.º Portugal de Lés-a-Lés

e encerramento em festa com exclusivo concerto dos Íris

 

Toneladas de recorde

 

Nunca o Portugal de Lés-a-Lés foi tão grande! A maior maratona mototurística da Europa com quilometragem total cumprida por toda a caravana que ultrapassa os três milhões de quilómetros (!), promete ser ainda maior. Gigantesca mesmo! Naquela que ficará conhecida como a edição de todos os recordes e a primeira realizada em 4 dias, começa exatamente com um dos pontos altos do ano. ‘Animação de peso’ logo no primeiro dia, após as Verificações Técnicas e Passeio de Abertura mas antes do jantar, onde todos os participantes vão participar no Arrastão da Grande Pedra (19 h.), tradição milenar recuperada pela Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, rebocando enorme bloco granítico com mais de 12 toneladas. Presença ‘obrigatória’ para todos os motociclistas naquele que será um dos primeiros dos 18 controlos previstos na tarjeta que atesta o cumprimento integral do percurso (e desafios…) deste 19.º Portugal de Lés-a-Lés.

Novidade de peso confirmada durante o reconhecimento do percurso em condições reais, levado a cabo pelos elementos da Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal e que permitiu acertar outros pormenores. Como os horários, sendo que nas duas primeiras etapas os participantes começarão a sair de Vila Pouca de Aguiar e do Fundão às 6 horas, chegando ao final das tiradas (Fundão e Elvas) por volta das 17 horas. Na derradeira jornada, onde o cansaço já deverá ser bem maior, saída às 7 h. e chegada ao Jardim Manuel Bívar, bem no centro de Faro, a partir das 16.30 h. Novidade é também o concerto dos Íris, banda algarvia com vasto reportório de Rock & Roll e Heavy Metal, naquele local onde será também servido o jantar final.

Por falar em horários, nota para a alteração de procedimento nas refeições, com ordenamento para o jantar em função do número de equipa. Assim, para evitar grandes aglomerados e permitir que todos jantem tranquilamente, as equipas do número 1 a 250 terão entrada nos ‘restaurantes’ às 19 horas, enquanto até ao 500 entrarão uma hora depois e da equipa 501 a 750 jantarão a partir das 21 horas, em grupos diferenciados pela cor das pulseiras.

Na mais concorrida edição de sempre também a maior adesão autárquica, com apoio direto de 15 Câmaras Municipais, lista a que se juntou mais recentemente Vila Velha do Ródão, salientando-se ainda o apoio de muitas juntas de freguesia como Monsaraz, Santo Aleixo da Restauração ou Vila Verde do Ficalho, de grande importância na travessia pelo Baixo Alentejo. Isto numa etapa, a segunda entre Fundão e Elvas, onde o calor alentejano e as paisagens quase desérticas, serão amenizados nos diversos Oásis, montados em locais fabulosos, incluindo várias praias fluviais. Onde o tempo até permitirá um mergulho, num passeio pensado para ser ainda mais calmo e relaxado, com tranquilidade para apreciar as magníficas paisagens de Portugal e honrar a História com paragens em locais ímpares através da sempre bonita zona raianaaa56 Copy

 

TRIBUTO A NICKY HAYDEN

  1. Tributo a Nicky Hayden no paddock do MotoGP em Mugello.

 

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Tecfil vence uma bateria na 2ª etapa do SBK Brasil e é 6ª colocada na categoria de elite

Etapa aconteceu no último domingo, dia 28 de maio

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Danilo Lewis (#17), da Tecfil Hovaline Racing Team
Marcos M. Carmona/VGCOM

A Tecfil Havoline Racing Team voltou a brigar pelas primeiras posições e encerrou a 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade com o saldo positivo de uma vitória e quatro pódios nas provas disputadas neste domingo (28), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). Pela categoria de elite, a SuperBike, o time patrocinado pela Tecfil – a maior fabricante de filtros automotivos do país – obteve a 6ª posição com o piloto Danilo Lewis (#17).

O atual vice-campeão Brasileiro largou atrás na busca pelo título desta temporada após sofrer uma queda e com isso abandonar a rodada de abertura do SuperBike Brasil. Sem ter pontuado, Danilo Lewis iniciou a 2ª etapa com a dura missão de ganhar posições e recuperar pontos perdidos. O piloto da cidade de Osasco (SP) estreou seu equipamento novo – uma BMW S1000RR 2017 – e a cada treino na pista de Interlagos melhorou suas marcas. Lewis se classificou com o tempo de 1m38s281 e garantiu a quinta posição no grid de largada.

Apesar disso, o representante da Tecfil não conseguiu brigar pelas primeiras colocações na prova. Com um grid bastante competitivo, que inclui este ano a participação dos pilotos Alex Barros e Eric Granado, e uma moto que ainda exige melhores acertos, Danilo Lewis acabou perdendo uma posição de largada e se manteve em sexto até receber a bandeirada.

“Final de semana complicado, em busca de acertos com a minha nova BMW S1000RR. Infelizmente, eu e minha equipe não conseguimos achar o acerto ideal para a corrida. O nível do campeonato está bem competitivo. Isso é ótimo. Cada vez temos que evoluir mais e dar o melhor de nós mesmos. Agora vamos para próxima etapa em busca de um melhor resultado”, comentou Lewis.

Com este resultado, Danilo Lewis somou 10 pontos e agora é o nono colocado no classificatório geral. Já pela SuperBike Pro Amador – que larga junto com a categoria de elite –, Diego Viveiros (#23) manteve a liderança do campeonato após obter uma terceira posição na prova. Com isso, o piloto alcançou 42 pontos na tabela.

O melhor resultado da Tecfil nesta rodada foi na SuperSport Pro, com a vitória de Pedro Sampaio (#28). O piloto gaúcho voltou a garantir o lugar mais alto do pódio e lidera o competição em sua categoria com 51 pontos.

“Depois de uma largada ruim, consegui recuperar logo as posições e segurar a primeira colocação da categoria PRO até o fim da corrida. Na geral fiquei com a P2 atrás de uma 959cc. Tentei acompanhar [o adversário] na corrida, mas com a diferença de torque em relação às 600cc, foi muito difícil de acompanhar nas saídas de curva. Estou muito contente mesmo assim, pois meu objetivo é vencer na SuperSport PRO”, destacou Sampaio.

No mesmo grid, mas pela SuperSport Pro Amador, Luis Ferraz (#13) garantiu a vice-liderança da prova e Jefferson Valcézia (#99) encerrou a corrida na quarta posição. Com o resultado, Valcézia perdeu a liderança do campeonato e agora é segundo colocado com 38 pontos. Já Ferraz subiu para o terceiro lugar com 31 pontos.

Nas demais categorias, os pilotos da Tecfil não alcançaram grandes resultados. Pela SuperBike Light, Marcio Bortolini (#37) acabou abandonando a prova nas voltas finais. Na Yamaha R3 Cup, Bruno Cesar Borges (#51), que brigava pela liderança, sofreu uma queda logo no início da corrida. O piloto conseguiu levantar a moto e voltar para a pista, porém, ficou de fora da disputa pelas primeiras posições e recebeu a bandeirada somente em 12º da categoria PRO.

“Hoje [domingo, 28] vou dormir com a consciência pesada e triste. Infelizmente, criei muitas expectativas e me precipitei. O resultado disso foi uma queda logo na 2° volta da prova. No momento em que caí, tive a impressão de ter saído a traseira, mas também de que algo tocou na minha frente. Infelizmente, o piloto Enzo Valentim Garcia não conseguiu desviar e acabou passando pelas minhas pernas e também caindo. Mas graças aos ótimos equipamentos e, principalmente, a Deus, não aconteceu nada de mais conosco. Consegui levantar e terminar a prova”, comentou Borges.

Já na Copa Kawasaki Ninja 300, Fernando Santos (#234) foi desclassificado por ‘irregularidade técnica’.

Agora a equipe Tecfil Havoline Racing Team se prepara para a 3ª etapa do SuperBike Brasil, rodada que será realizada nos dias 23, 24, e 25 de junho, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Confira abaixo a classificação geral da categoria SuperBike após a 2ª rodada:

1º - Eric Granado (#151), da Honda Racing Team: 52 pontos

2º - Alex Barros (#4), da Honda Alex Barros Racing: 36

3º - Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team: 36

4º - Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team: 23

5º - José Luiz "Cachorrão" (#51), da Honda Racing Team: 22

6º - Davi Lara Costa (#12), da JC Racing Team: 16

7º - Marcelo Skaf (#177), da Motom: 14

8º - Marco Solorza (#55), da JC Racing Team: 13

9º - Danilo Lewis (#17), da Tecfil Hovaline Racing Team: 10

10º - Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team: 9

 


Danilo Lewis (#17), da Tecfil Hovaline Racing Team

 


Diego Viveiros (#23), da Tecfil Hovaline Racing Team

 


Pedro Sampaio (#28), da Tecfil Hovaline Racing Team

 


Luis Ferraz (#13), da Tecfil Hovaline Racing Team

 


Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Hovaline Racing Team
 

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Em corrida marcada por quedas, Dazzi garante 2ª posição na SBK Light. Nallin abandona e Errera é o 9º da Master

Etapa aconteceu dia 28 de maio, no Autódromo de Interlagos

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Rodrigo Dazzi (#146), da equipe Castrol Motonil

A 2ª etapa da SuperBike Light, prova realizada neste domingo (28) no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), teve de tudo um pouco. Minutos antes da largada, uma leve garoa molhou o asfalto da pista. Com isso, diversos pilotos optaram pela utilização de pneus de chuva. Apesar disso, a mudança não evitou inúmeras quedas que resultaram em dois procedimentos de Safety Car ao longo das 13 voltas programadas.

Rodrigo Dazzi (#146), da equipe Castrol Motonil, entrou na disputa desta rodada de olho na vitória. O atual líder campeonato garantiu a pole position da Light e a segunda posição no geral – a corrida foi realizada em grid conjunto com a categoria Evolution e Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team, largou na frente.

Logo após a largada, Vitor Reis (#25) assumiu a liderança da prova, seguido por Rodrigo Dazzi na segunda posição. Já Bruno Corano, com a pista cada vez mais seca, optou por uma estratégia ousada e retornou aos boxes para a colocação de pneus de pista seca. Com isso ficou duas voltas atrás dos ponteiros.

Apesar disso, os líderes não conseguiram abrir vantagem e logo precisaram afrouxar o punho. Uma queda ainda na segunda volta exigiu o procedimento de Safety Car. Após o reinício da corrida, Dazzi e Vitor voltaram a brigar pela ponta e chegaram a dividir a liderança. Porém, outra queda interrompeu a disputa dos ponteiros, que precisaram baixar o ritmo mais uma vez durante o novo procedimento de segurança.

A corrida começou para valer mesmo somente a partir da oitava volta. Rodrigo Dazzi e Vitor Reis se distanciaram dos demais adversários, ficando apenas Danilo Berto (#83), da equipe Ducati Campinas, próximo aos dois. O resultado estava completamente indefinido: ora Vitor vinha na frente, ora Dazzi ocupava a dianteira. Na volta final, Rodrigo Dazzi, com a sua nova BMW S1000RR visivelmente balançando na pista, abriu o trecho decisivo na vice-liderança. O piloto capixaba tirou o máximo de seu equipamento e colou na traseira de Vitor. Porém, não o suficiente para realizar a ultrapassagem. Dazzi acabou cruzando a linha de chegada em segundo, apenas um décimo atrás do adversário.

Já para Fabio Nallin (#47), da equipe Vulcan.Bor/Sport Plus Racing, este não foi um bom dia. O piloto, que disputa a categoria Evolution (EVO), abandonou a prova ainda na terceira volta. Enquanto isso, pela SuperBike Light Master, Edson Errera (#86), da Errera Racing, foi o nono colocado em sua categoria e o último a completar as 13 voltas de prova
 

 


Rodrigo Dazzi (#146), da equipe Castrol Motonil

 


Edson Errera (#86), da Errera Racing

 

 

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Gerardo vence 2ª etapa da SuperSport e segue líder na temporada. Schultz é 3º no geral, Rigueiro vence a Stock e Valcézia é 4º na Pro Am

Etapa aconteceu dia 28 de maio, no Autódromo de Interlagos

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Maximiliano Gerardo (#41), da equipe Ducati Mooca
Gilmar Rose / VGCOM

Maximiliano Gerardo (#41), da equipe Ducati Mooca, não deu chances aos adversários e venceu a 2ª etapa da SuperSport, prova realizada na tarde deste domingo (28), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). Com o resultado, o piloto uruguaio mantém a liderança do campeonato com 100% de aproveitamento. Alex Schultz (#22), da Pitico Race Team, fez uma grande prova e terminou a corrida em terceiro. Enquanto isso, pela categoria Stock, o vencedor foi Rafael Rigueiro (#52), da Pitico. E na Pro Amador, Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Racing Team, ficou apenas com o quarto lugar.

Este foi mesmo um final de semana predestinado ao piloto uruguaio. Maxi Gerardo foi impecável ao longo dos treinos e garantiu a pole position para a corrida deste domingo. Após fazer boa largada, Gerardo começou a se desgarrar dos demais adversários. Alex Schultz acabou perdendo uma posição e Pedro Sampaio (#28), da Tecfil Racing Team, assumiu a vice-liderança. Mesmo assim, o piloto não conseguiu ameaçar Gerardo.

Porém, a vantagem de mais de três segundos do uruguaio foi desfeita com a instauração do procedimento de Safety Car para a retirada de uma moto da pista. Com a relargada, Gerardo voltou a acelerar forte e logo começou a abrir novamente sua vantagem. Ele cravou a melhor volta da corrida em 1m40s646 e confirmou o favoritismo com mais uma vitória.

Já Alex Schultz não conseguiu acompanhar o ritmo de Pedro Sampaio e terminou a corrida pouco mais de dois segundos atrás do adversário, ficando assim com o terceiro lugar no pódio.

Enquanto isso, Rafael Rigueiro (#52), da Pitico Race Team, voltou a alcançar um ótimo desempenho. O jovem piloto deixou para trás todos os seus adversários diretos e correu no mesmo nível de alguns pilotos da PRO. Após abrir grande vantagem para Osvaldo Jorge "Duende" (#55) – seu principal oponente na pista – e liderar absoluto a Stock, Rigueiro ainda ganhou a posição de Lucas Dezeró (#7) nas voltas finais e com isso foi sétimo colocado no geral e o grande vencedor da Stock.

Pela Pro Amador, Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Racing Team, acabou enfrentando algumas dificuldades nesta etapa. O piloto largou em segundo na sua categoria, mas acabou sendo superado e perdendo duas posições. Com o ritmo um pouco mais lento que o de seus adversários, Valcézia foi o 17º a cruzar a linha de chegada e o quarto na Pro Amador.

 


Maximiliano Gerardo (#41), da equipe Ducati Mooca

 


Alex Schultz (#22), da Pitico Race Team

 

 

MOTOS BRASIL

 

Kawasaki Racing Team abre Copa São Paulo de Motocross no topo

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Dudu Lima #2
ADS Productions

- Os pilotos oficiais da Kawasaki Brasil competiram no último domingo (28) na abertura da temporada 2017 da Copa São Paulo de Motocross, que passou por reformulações e agora vem com uma nova direção. O local que recebeu o evento foi a Fazenda ASW Off Road Park, em Mogi das Cruzes, e nossos pilotos compareceram para as disputas das principais categorias. Na MX1 e MX2, domínio total dos irmãos Lima com dupla vitória para Dudu Lima e dobradinha com o irmão Marcello Lima na MX2. Além dos pilotos oficiais, o time satélite da RotaK (concessionário Kawasaki Brasil) compareceu em peso e garantiu excelentes resultados para a fábrica. 

“Foi uma corrida bem legal, agora com a nova organização, tudo rolou legal. Eu já conhecia a pista na ASW e isso contou um pouco para andar mais solto. Larguei em terceiro na MX2 e coloquei velocidade até assumir e vencer. Já na MX1 larguei na ponta e abri vantagem garantindo mais uma vitória. Agradeço a todos os meus patrocinadores e a Kawasaki Brasil pelo suport!”, disse Dudu Lima #2, sobre a prova.

“A abertura da Copa SP foi muito boa, tudo novo agora. Corri na MX2 terminando em segundo lugar, atrás do meu irmão Dudu Lima, e na MX1 tinha grandes chances de uma nova disputa com ele, quando logo no início da prova furou o meu pneu traseiro e fui obrigado a abandonar. Agradeço a minha equipe e nossos patrocinadores”, comenta  Marcello “Ratinho” Lima #5, sobre a abertura da Copa São Paulo.

Resultados Pilotos Satélites Rota Kawasaki: 

65cc: Murilo Martinez  #237 3º lugar
MX2 Amador: Thiago Fuzatti #40 1º lugar
MX2: Caio Lopes #134 3º lugar
MX1: Humberto Martin #101 2º lugar 
MX Open: Humberto Martin 1º lugar | Caio Lopes 3º lugar

O próximo desafio dos pilotos da Kawasaki Racing Brasil e nos dias 03 e 04 de junho em Cornélio Procópio no Paraná na abertura oficial da temporada 2017 do motocross nacional.

 

BAJA TT

 

Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal

Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno
Moto, Quad, SSV e Auto

Reguengos de Monsaraz - 26 a 28 de maio

Vitórias claras de Sebastian Bühler e Arnaldo Martins

Sebastian Bühler termina com 1m45s de vantagem para António Maio

Arnaldo Martins vence com mais de 8m de diferença para Rodrigo “Pagaime”  

 

Sebastian Bühler nas Motos e Arnaldo Martins nos Quad foram os grandes vencedores da Baja TT Capital do Vinhos de Portugal – Reguengos de Monsaraz.

 

O jovem piloto da Yamaha, que já se tinha evidenciado ao liderar após o dia de ontem, confirmou ser um sério candidato ao título ao terminar a corrida com uma diferença de 1m45s para António Maio (Yamaha), Campeão Nacional, líder do campeonato e vencedor desta prova em 2016.

 

Já Arnaldo Martins dominou sem contestação toda a corrida terminando com uma larga vantagem para o 2º classificado Rodrigo “Pagaime”.

 

A 29ª edição da prova alentejana apresentou este ano diversas novidades, mas manteve a sua tradicional dureza dos pisos que a caracteriza. O tempo esteve quente, mas não excessivo e o pó dificultou como é habitual a tarefa dos pilotos e navegadores.

 

“No primeiro dia tinha ganho alguma vantagem, mas fui penalizado num DZ. Mesmo assim parti à frente e hoje forcei um pouco para assegurar que ganhava vantagem, mas nunca arrisquei porque esta prova não o permite. Era importante ganhar para me manter na luta pelo título” salientou no final Sebastian Bühler que, mesmo já tendo falhado uma prova, ascendeu ao segundo lugar do CNTT.

 

Para António Maio esta prova “apesar de muito bem marcada continua a ser muito perigosa. Ontem apanhei um grande susto e hoje entendi que não fazia sentido estar a correr riscos. O segundo lugar é muito bom para o campeonato”, referiu.

 

No pódio terminou ainda Mário Patrão (KTM) a quem uma queda na véspera deixou algumas mazelas pelo que, apesar de com algum sofrimento, o piloto se limitou a assegurar a 3ª posição.

 

Luís Teixeira (Yamaha), quarto classificado à geral, triunfou na categoria TT3. Em 5º lugar terminou o piloto da casa Daniel Silva, que venceu a Classe Promoção e o troféu destinado aos pilotos de Reguengos. Com apenas 16 anos de idade Martim Ventura estreou a sua nova 125cc da Yamaha, com ela foi o vencedor da Classe TT1 e sexto da geral, nove segundos à frente de David Megre em KTM. Nos veteranos, quarta vitória consecutiva para Luís Cunha (KTM) que se estreou esta temporada. Nas senhoras Catarina Sampaio (Yamaha) festejou a sua primeira vitória.

 

Entre os Quad Arnaldo Martins (Suzuki) alcançou a quarta vitória consecutiva e poderá festejar a conquista do titulo na Sertã. Rodrigo Pagaime (Yamaha), num regresso pontual, foi segundo classificado, enquanto o piloto da casa David Barona Rodrigues (Honda) completou o pódio da categoria e venceu o troféu destinado aos pilotos de Reguengos.as44 Copyas45 Copy

 

OLIVEIRA CUP

 




Saki enche bancadas para assistir às provas da Oliveira Cup

 

Os primeiros lugares do pódio na segunda corrida do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup no circuito de Santo André foram ocupados pelos pilotos Tomás Alonso, Pedro Fragoso e Marco Mateiro.

 

Tomás Alonso saiu pela segunda vez consecutiva da pole – position para terminar na primeira posição, a conquista do primeiro lugar no pódio não foi facilitada pelo piloto natural de Vila Nova de Santo André, Pedro Fragoso, que também passou pela liderança da prova, travando assim um duelo com o piloto de Loures. Tomás Alonso ao sentir-se pressionado teve de fazer um esforço extra para garantir a vitória.

 

Esta segunda prova foi também assinalada pela chegada de dois novos pilotos à escola, Dinis Borges e Beatriz Morais, única rapariga a correr na categoria MiniGP da Oliveira Cup. Ambos os pilotos oriundos do projeto 2020 da Federação de Motociclismo de Portugal estiveram em evidencia face à evolução que tiveram durante todo o fim de semana.

 

Com Miguel Oliveira a marcar presença no evento os pilotos da classe MiniGP continuam a ser alvo de especial atenção por parte do piloto da KTM da categoria Moto2 e de todo o 'staff' organizativo da Oliveira Cup, sendo sempre dedicada especial atenção aos pilotos que estão a dar os primeiros passos na competição. "São eles o futuro, e por isso, temos especial atenção com eles ao longo do dia." explica Miguel Oliveira. "A Oliveira Cup não é apenas uma fórmula de competição, mas também uma escola de formação de pilotos, que aproveitando a minha experiência em pista e a do meu pai do lado de fora podem evoluir mais rapidamente. Isso tem sido uma realidade desde a primeira vez que estivemos todos juntos em pista e neste momento para eles o dia de corridas é mesmo um dia especial." reforça o atual quarto classificado no campeonato do mundo de MotoGP.

 

A categoria Naked foi mais uma vez marcada com corridas muito renhidas, onde o piloto local, Ivo Relvas, venceu a segunda manga, e só a volta mais rápida serviu para o desempate do lugar mais alto do pódio. Esta categoria direcionada a maiores de 16 anos, contou mais uma vez com a presença do piloto Miguel Oliveira em pista para fazer a delicia dos espetadores que marcaram presença no Kartódromo Internacional de Santo André para assistir às provas. O pódio foi assim ocupado por Javier Gomez, Ivo Relvas e Júlio Muñoz.

 

O evento contou também com a presença dos ilustres Presidentes da Câmara de Santiago do Cacém e Junta de Freguesia de Vila Nova de Santo André, Álvaro Beijinha e Jaime Cáceres, para entregar os prémios aos primeiros classificados da segunda prova da Oliveira Cup.

 

A terceira prova do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup, terá lugar no Kartódromo de Évora no 2º dia do mês de julho, até lá os pilotos vão treinando e preparando-se para mais uma grande competição.


Classificação Final MiniGP:

1º Tomás Alonso com 25 pontos

2º Pedro Fragoso 20

3º Marco Mateiro 16

4º Diogo Luís 13

5º Rafael Saraiva 11

6º Rafael Damário 10 


Classificação Final Naked:

1º Javier Gomez com 25 pontos

2º Ivo Relvas 20

3º Julio Muñoz 16

4º André Pereira 13

5º Luís Castro 11

6º Raul Garcia 10

 

BAJA TT

 

Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal

Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno
Moto, Quad, SSV e Auto

Reguengos de Monsaraz - 26 a 28 de maio

Sebastian Bühler lidera nas motos

Arnaldo Martins sem oposição nos Quad

 

Disputada que está a primeira etapa da Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal – Reguengos de Monsaraz, Sebastian Bühler nas Motos e Arnaldo Martins nos Quad ocupam a liderança. No primeiro dia desta quarta jornada do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno da FMP, a competição organizada pela Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense cumpriu o prólogo e um primeiro setor seletivo de 80 quilómetros. O jovem piloto da Yamaha disfruta de uma vantagem mínima, enquanto o consagrado piloto dos Quad tem já uma confortável vantagem.

A 29ª edição desta prova alentejana contou com uma vasta lista de inscritos na categoria das motos onde Sebastian Bühler (Yamaha) se conseguiu evidenciar ao terminar os 80 quilómetros do SS1 com uma vantagem de 1m05s para o campeão António Maio. O jovem piloto da Yamaha tinha sido terceiro no prólogo, que se disputou esta manhã entre o Convento da Orada e o Centro Náutico de Reguengos de Monsaraz. António Maio (Yamaha), atual líder do campeonato que venceu o prólogo, terminou, todavia, o dia a escassos 0,25s de Bühler depois de este ter sofrido uma penalização de um minuto por excesso de velocidade numa zona de velocidade controlada. Mário Patrão (KTM) ocupa a 3ª posição a 41s.

 

Luís Teixeira (Yamaha) ocupa a 4ª posição e venceu na Classe TT3 onde é seguido de Bruno Borrego (KTM).

 

Luta intensa na Classe TT1 onde David Megre (KTM) foi o mais rápido após o primeiro setor selectivo seguido por Martim Ventura (Yamaha) a apenas 34s. A completar o pódio do dia ficou Fernando Ferreira (Yamaha).

 

Daniel Branquinho Silva (KTM) 5º da Geral e mais rápido da Promoção, Luís Miguel Cunha (KTM) nos veteranos Catarina Sampaio (Yamaha) entre as senhoras foram os restantes vencedores do dia.

 

Nos Quad Arnaldo Martins (Suzuki) vencedor das últimas três corridas não teve adversários à altura. Foi o primeiro no prólogo e claramente o mais rápido a completar o primeiro setor seletivo. Tem uma vantagem de 4m46s para Rodrigo “Pagaime” (Yamaha) que tinha sido quarto no prólogo. David Barona Rodrigues (Honda) ocupa o terceiro lugar a 6m29s.

 

Amanhã cumpre-se o último dia da Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal - Reguengos de Monsaraz onde os concorrentes vão enfrentar um troço de 154 quilómetros cronometradosas29 Copy

 

MOTOS BRASIL

 

KAWASAKI BRASIL

[WorldSBK] Mesmo com queda de Rea, KRT deixa a Inglaterra com duas vitórias na SuperBike

Kawasaki Racing Team comemora também a 100ª vitória no Mundial

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A Kawasaki Racing Team superou as adversidades enfrentadas ao longo deste final de semana e deixou a Inglaterra com duas vitórias no circuito de Donington Park. A 6ª rodada do Mundial de SuperBike rendeu alguns sustos para a escuderia japonesa, porém, no resultado final, o time teve bons motivos a comemorar. A KRT segue líder absoluta na disputa de fabricantes e seus pilotos obtiveram uma vitória cada um. Além disso, as provas realizadas na terra da rainha imortalizaram um feito único na história da equipe Kawasaki: sua 100ª vitória no Mundial.  

O britânico Tom Sykes (#66) fez bonito correndo diante da sua torcida e, pela primeira vez nesta temporada, garantiu o lugar mais alto do pódio. O piloto venceu a primeira largada e encerrou a rodada com um segundo lugar na prova seguinte. Sobre a vitória, Sykes comentou:

“Foi uma corrida fantástica e eu gostei muito. A prova acabou sendo muito difícil e não necessariamente como eu tinha planejado, mas isso faz parte”, resumiu.

Já o atual campeão Mundial, Jonathan Rea (#1), enfrentou seu primeiro abandono neste ano. Com problemas mecânicos, o piloto acabou sofrendo uma queda bastante feia na primeira largada, exigindo que a equipe praticamente reconstruísse sua Ninja ZX-10RR para a corrida de seguinte.

Uma volta antes do Tom [Sykes] me passar, comecei a sentir uma vibração muito forte na moto. Quando ele me ultrapassou ficou ainda pior. Tudo o que eu pensava era terminar a prova e ganhar alguns pontos. Mas eu deveria ter recolhido aos boxes, pois assim teria salvado a moto, que ficou completamente destruída com a queda. Fiquei bastante desapontado”, disse Rea.

O primeiro dia de provas na Inglaterra tinha tudo para ser da Kawasaki com mais uma dobradinha no campeonato. Após largar na pole position no sábado (27), Sykes perdeu duas posições nas voltas iniciais, mas ainda na primeira parte da prova já havia recuperado a vice-liderança. À sua frente estava apenas Rea, que liderava a corrida. Os dois companheiros abriram vantagem para os adversários, e, na 17ª volta, Sykes retomou a liderança. Tudo apontava para mais uma grande vitória da Kawasaki. Porém, restando apenas três voltas para o fim da corrida, Jonathan Rea sofreu uma queda bastante violenta e abandonou a prova. Com isso, restou a Sykes cruzar a linha de chegada na frente e comemorar a primeira vitória no ano.

Com um trabalho intenso dos mecânicos, que iniciou imediatamente após o acidente do atual campeão Mundial, a equipe da KRT conseguiu restaurar a moto de numeral #1 para que Rea entrasse na pista e disputasse a segunda largada, realizada no domingo (28). E desta vez, sem imprevistos, o resultado foi o melhor possível. Rea assumiu a dianteira ainda na primeira volta e não deixou mais a posição. Sykes acompanhou o ritmo do ponteiro e manteve a vice-liderança por quase toda a corrida. Resultado final: dobradinha da Kawasaki com Rea em primeiro e Sykes na segunda posição.

Com os resultados da etapa da Inglaterra, Jonathan Rea (#1) segue líder absoluto na temporada com 260 pontos. Já seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), retomou a segunda posição no classificatório geral e agora tem 205 pontos, 15 a mais que o terceiro colocado. Já na disputa entre fabricantes, a Kawasaki reina sozinha. A escuderia japonesa soma 285 pontos, contra os 232 da Ducati que vem na segunda posição.  

Nas demais categorias, a Kawasaki faturou outras duas vitórias na Inglaterra. Kenan Sofuoğlu (#1), da Kawasaki Puccetti Racing, foi o mais rápido na SuperSport 600 e garantiu o lugar mais alto do pódio. Com o resultado, o turco soma 75 pontos e ocupa o segundo lugar no classificatório geral. Pela Superstock 1000, Toprak Razgatlıoğlu (#54) da Kawasaki Puccetti Racing, garantiu a vitória e é líder isolado no campeonato com 79 pontos. Já pela SuperSport 300, Scott Deroue (#75), da MTM HS Kawasaki, foi apenas quarto colocado em Donington Park, mas ainda assim manteve a liderança da categoria com 68 pontos.

Agora os pilotos da Kawasaki se preparam para a 7ª rodada do Mundial de SuperBike. O campeonato retorna à Itália nos dias 16, 17 e 18 de junho, desta vez no Circuito de Misano.

 


Jonathan Rea - #1
Kawasaki EU - BR

 


Jonathan Rea - #1
Kawasaki EU - BR
 

MOTOS BRASIL

 

Wesley Gutierrez é 4º colocado na 2ª etapa do SBK Brasil

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Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team
Marcos M. Carmona/VGCOM

Kawasaki Racing Team | SuperBike Brasil -  A Kawasaki Racing Team voltou a figurar entre as equipes mais rápidas na 2ª etapa do SuperBike Brasil, prova realizada no último domingo (28), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). O piloto Wesley Gutierrez (#15) obteve um bom desempenho com sua Ninja ZX-10R e garantiu a quarta posição na corrida. Já Bruno Corano (#34) voltou a fechar voltas na casa de 1m39s e faturou a sétima posição na prova. Com o resultado, Gutierrez ganhou uma posição no classificatório geral e assumiu o quarto posto com 23 pontos. Corano, que não havia pontuado na abertura da temporada devido a uma quebra, somou nove pontos e subiu para a 10ª posição na tabela.

A 2ª rodada do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade iniciou com boas perspectivas para o time da Kawasaki. Com novos acertos na configuração das motos, a dupla da escuderia japonesa entrou na pista de Interlagos com o intuito de baixar suas marcas. E essa melhora logo foi apontada pelo cronômetro oficial da competição. Ainda nos treinos livres, Wesley Gutierrez alcançou o tempo de 1m38s766 e Corano encerrou a sexta-feira (26) com a volta de 1m40s950.

Com um bom ritmo, os dois pilotos da Kawasaki confirmaram presença na SuperPole – com apenas os 15 competidores mais rápidos. Wesley garantiu a sexta marca no grid, com a volta de 1m38s504, e Bruno Corano encerrou o treino decisivo com o tempo de 1m39s706 e largou logo atrás de seu companheiro de equipe, em sétimo.

Já na corrida, a dupla da Kawasaki voltou a se destacar. Ainda na largada, Wesley Gutierrez ultrapassou Danilo Lewis (#17), da Tecfil Racing Team, a assumiu a quinta posição. Na volta seguinte, iniciou o seu embate que duraria por quase toda a corrida. O piloto natural de Londrina (PR) acelerou forte sua Ninja ZX-10R de numeral #15 e cravou a marca de 1m37s700, fechando seu novo recorde na pista de Interlagos. Com isso, passou à frente de José Luiz "Cachorrão" (#51), da Honda Racing Team, e pulou para o quarto lugar. Porém, o adversário não entregou fácil a posição.

Após uma longa disputa entre os dois, Cachorrão conseguiu retomar o quarto lugar já no final da corrida e abriu a última volta na frente. Praticamente lado a lado, os pilotos entraram juntos na subida para a Reta dos Boxes – Wesley por fora e Cachorrão mais pelo centro da pista – e Wesley acabou cruzando a linha de chegada primeiro por apenas 13 milésimos de diferença.

“Consegui baixar meu recorde pessoal e virei 1m37s700. A cada corrida estamos melhor. Creio que, com os acertos que vamos fazer no set-up da moto, a gente consiga baixar ainda mais esse tempo e brigar pelas três primeiras posições”, comentou Wesley.

Já Bruno Corano fez uma corrida constante e manteve a sétima posição na categoria PRO por quase toda a prova. Sem ritmo para alcançar o sexto colocado, Corano defendeu a posição e não permitiu a aproximação de Davi Costa (#12), da JC Racing Team, que vinha logo atrás. Com isso, o piloto da Kawasaki foi o sétimo a receber a bandeirada.

Agora a equipe Kawasaki Racing Team se prepara para a 3ª etapa do SuperBike Brasil, prova que será realizada nos dias 23, 24, e 25 de junho, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Confira abaixo a classificação da categoria SuperBike após a 2ª rodada:

1º - Eric Granado (#151), da Honda Racing Team: 52 pontos

2º - Alex Barros (#4), da Honda Alex Barros Racing: 36

3º - Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team: 36

4º - Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team: 23

5º - José Luiz "Cachorrão" (#51), da Honda Racing Team: 22

6º - Davi Costa (#12), da JC Racing Team: 16

7º - Marcelo Skaf (#177), da Motom: 14

8º - Marco Solorza (#55), da JC Racing Team: 13

9º - Danilo Lewis (#17), da Tecfil Racing Team: 10

10º - Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team: 9

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Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team

 


Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team

 


Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team
 

MOTOS BRASIL

 

Alexandre é 5º colocado e garante pódio na 2ª etapa da Yamaha R3 Cup pela categoria Stock. Bruno encerra prova em 9º

Etapa aconteceu dia 28 de maio, no Autódromo de Interlagos

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Alexandre Gonzalez (#89) e seu pai
Marcos M. Carmona/VGCOM

-Em uma corrida bastante disputada e com 31 motos no grid, Alexandre Gonzalez (#89), da Yamaha Racing, garantiu um lugar no pódio e faturou a quinta posição da categoria Stock na 2ª etapa da Yamaha R3 Cup. Já o seu irmão, Bruno Gonzalez (#98), da Yamaha Racing, não foi tão bem e encerrou a prova, realizada na manhã deste domingo (28), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), apenas na nona colocação. 

Após largar da 6ª posição no grid – 16ª marca no geral –, Alexandre tinha uma dura missão pela frente para conseguir figurar entre os mais rápidos de sua categoria. Em seu segundo ano na motovelocidade, o garoto, que disputou a Honda Junior Cup na temporada passada, encontrou na R3 adversários bem mais experientes.
 
Posicionado no meio do grid no início da prova, Alexandre se mostrou bastante seguro e, nas voltas iniciais, conseguiu defender a posição de largada. Após algumas quedas, o piloto herdou posições e seguiu na 13ª colocação no geral – 6º na Stock – ao longo da maior parte da corrida. Na volta final, Alexandre venceu uma importante batalha na pista e ultrapassou Sarah Conessa (#35) e Niko Ramos (#882), este último piloto da Stock, e com isso confirmou a quinta posição no pódio.

Já Bruno Gonzalez não fez uma grande corrida. O piloto largou em 23º no geral – oitavo na Stock – e acabou sendo o 25º a cruzar a linha de chegada e nono em sua categoria.

Enquanto isso, o pelotão dos líderes apresentou grandes disputas na pista de Interlagos. Logo após a largada, Eliton Kawakami (#27), da Yamaha Racing, e Bruno Cesar Borges (#51), da Tecfil Racing Team/Gilberto Motos, protagonizaram um belíssimo pega valendo a ponta. Mas a sorte estava mesmo ao lado de Ton. Bruno acabou tocando em Enzo Valentim Garcia (#29) e os dois foram parar no chão. Com o caminho mais aberto, Eliton passou a ampliar sua vantagem e recebeu a bandeirada 12 segundos à frente dos adversários.

Já a briga pela vice-liderança foi bastante intensa. Um pelotão formado por quatro pilotos disputou a posição até a linha de chegada. Indiana Muñoz Gomes (#199), da Castrol Racing, acabou levando a melhor e garantiu a segunda posição no geral e a vitória na categoria PRO.

 

HONDA É NOTICIA

 

Honda Rebel 500 e CB1100TR na Bike Shed de 2017

A Honda tem o prazer de confirmar a presença da marca na Bike Shed – o principal salão de motos Custom do Reino Unido – com duas propostas oriundas de segmentos totalmente distintos do universo de motos custom.

 




 

OLIVEIRA FAN CLUB

Miguel Oliveira Fan Club Racing Team brilha no AIA

A equipa do piloto português Miguel Oliveira iniciou este fim‑de‑semana no autódromo internacional do Algarve a primeira corrida do campeonato nacional de velocidade de motociclismo. Tomas Alonso conseguiu a pole-position provisória com 0,957seg de vantagem sobre o segundo classificado. Diogo Luis, na sua estreia absoluta nesta categoria de pre-moto3, terminou na 6ª posição a 5,912seg. Do seu companheiro de equipa. 

Diretor de equipa paulo Oliveira:
" tanto o tomas como o Diogo tiveram muito bom desempenho no primeiro treino oficial. Começaram pela primeira vez a trabalhar com a recolha e análise de dados o que foi bastante produtivo para evolução de ambos os pilotos. Amanhã esperamos que não faça muito mais calor que hoje para continuarmos a boa progressao conseguida até agora. Estamos muito satisfeito com a prestação de ambos e confiantes que amanhã poderemos fazer uma bom resultado."

Ambos os jovens tiveram um excelente de desempenho e curva de aprendizagem que continua amanhã com o 2º treino cronometrado acontecer pelas 9:50 e a corrida às 14:00. 

 

TOMAS ALONSO VENCE

 

Tomás Alonso vence a primeira corrida do CNV no Algarve


 

Tomás Alonso venceu, este domingo, a prova inaugural do Campeonato Nacional de Velocidade de motociclismo que teve lugar no Autódromo Internacional do Algarve sendo ainda o autor da pole position, volta rápida e recorde de circuito na categoria Pré moto3 nesta competição.

Inseridos na estrutura Miguel Oliveira - Fan Club Racing Team, que tem como objectivo dar continuidade ao projecto de formação escola de motociclismo Oliveira Cup, organizado também pelo clube oficial do piloto Miguel Oliveira, Tomás Alonso e Diogo Luís tiveram em evidência face à concorrência.

Diogo Luís teve a estreia absoluta aos comandos da sua moto BeOn de Pré moto3 e logrou tempos muito determinantes para o seu processo de aprendizagem. O jovem piloto de 12 anos após uma passagem pela linha de box na primeira volta de corrida para resolver um problema eléctrico, acabando assim por descer à última posição, recuperou até ao sétimo lugar para se ver fora da tabela classificativa por uma falta de boa interpretação da bandeira de xadrez. No entanto, após a vitória, Tomás Alonso, viu se obrigado a fazer nova verificação técnica para apurar irregularidades não encontradas na sua moto, que reforçam assim o seu excelente desempenho na prova.

Tomás Alonso "Para começar a temporada foi um excelente fim-de-semana, estamos todos de parabéns. Estou muito contente com a minha progressão e de puder fazer parte da estrutura  Miguel Oliveira - Fan Club Racing Team, com tudo aquilo que proporciona desportivamente, mais uma vez dei um passo na minha evolução. Quero agradecer a todos os patrocinadores e à minha família por todo o apoio que me dão."

Diogo Luís "Não estou contente com o resultado final, na primeira volta fui à box porque o conta-rotações não funcionava e pensei que tinha um problema na moto. Voltei para a pista e dei o meu máximo mas na última volta o Tomás estava atrás de mim, quando entrei recta da meta e vi a bandeira de xadrez, afinal a bandeira não era para mim, dei menos uma volta e fiquei desclassificado."

Paulo Oliveira, director da equipa. "Estou muito satisfeito com os resultados alcançados este fim-de-semana e da forma que trabalhámos para os conseguir. Começámos pela primeira vez a trabalhar na recolha e análise de dados, tanto o Tomás como o Diogo, estiveram à altura neste novo processo de aprendizagem, sinto que estamos na direcção correta na formação destes pilotos. Vamos agora analisar os dados recolhidos durante todo este fim-de-semana para chegarmos à próxima corrida, no Estoril, ainda mais fortes. Toda a equipa está de parabéns assim como os parceiros que acreditam no nosso projecto."

 

No próximo domingo, dia 28 de Maio, estes dois jovens pilotos voltarão à acção no Kartódromo Internacional de Santo André para a segunda prova do troféu escola de motociclismo Oliveira Cup que contará com a participação de Miguel Oliveira na categoria naked.

 

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TT NO BRASIL

 

O Jeri Adventure Ride anuncia parceria com a IMS Racewear no fornecimento de equipamentos. Os pacotes para a viagem de cinco dias nas areias de Jericoacoara (CE) a bordo das motos KTM passam a incluir o uso de capacetes, roupas, luvas e botas assinadas pela marca, referência no segmento off-road. A novidade traz ainda mais conforto e menos bagagem aos participantes.

“O nosso objetivo é oferecer a estrutura mais completa e da melhor qualidade”, disse o piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Ele é um dos organizadores do Jeri Adventure Ride, ao lado do competidor de quadriciclo Ernesto Jun Watashi, do guia especializado em ecoturismo com motos Jorge Mattar e do praticante e entusiasta de esportes a motor Domingos Justo. Os primeiros grupos do passeio largam em julho.

“A parceria com a IMS é mais um benefício aos participantes e reforça o nosso pacote de serviços, que já possui as motos KTM, hospedagem, alimentação e até seguro-viagem completo e exclusivo da Affinity Seguros. A única preocupação será acelerar nas dunas e paisagens incríveis de Jericoacoara, eleita uma das 10 praias mais bonitas do mundo”, continuou Bueno.

Os equipamentos disponíveis serão as calças, camisas e capacetes dos modelos IMS Action e IMS Start, as luvas IMS Start e as botas IMS Pró e IMS Morph By TCX. Wellington Valadares, ex-piloto de motocross e proprietário da marca, falou sobre a novidade. “É uma parceria que agrega aos dois lados. Os participantes do Jeri Adventure Ride vão utilizar equipamentos de alta qualidade. E a IMS estará presente em um passeio com proposta única e estrutura de ponta, diferente de tudo que já vimos no segmento off-road.”

Com o olhar de quem é fã de aventuras off-road, Domingos Justo sabe bem o que a novidade representa. “A IMS Racewear produz equipamentos que são referência em proteção e performance. Sem dúvidas a novidade é um grande benefício aos participantes, que evitam custos com excesso de bagagem, desconforto de transportar o material e preocupação com a limpeza do equipamento. Isso sem contar a oportunidade de conhecer e utilizar os produtos de alta qualidade da IMS”, concluiu.

O Jeri Adventure Ride conta com o apoio de KTM Sacramento, IMS Racewear, Motul, Edgers Racing, América Sports, N&T Viagens e Affinity Seguros. Informações sobre os passeios no telefone (11) 996121331.


Wellington Valadares (� esquerda), da IMS, e Jorge Mattar, do Jeri Adventure Ride
Cr�dito: Divulga��o/Jeri Adventure Ride

Wellington Valadares (� esquerda), da IMS, e Jorge Mattar, do Jeri Adventure Ride

 

BRIDGESTONE CONQUISTA

 

Bridgestone conquista o pódio em Oschersleben

 

Num entusiasmante duelo entre duas Yamaha R1, a equipa oficial da Yamaha no EWC, equipada pela Bridgestone, terminou em segundo lugar nas 8 Horas de Oschersleben, no passado dia 20 de maio, na Alemanha. 


A YART completou, com os pneus Bridgestone, 318 voltas com menos de 31 segundos de diferença da sua irmã de fábrica da equipa Yamaha, e com 3 voltas de avanço face aos restantes pilotos.aw3 Copy

 

TT NO BRASIL

 

A Rinaldi tem contato direto com clientes do Rio de Janeiro, que possui grande representatividade no segmento de produtos para motocicletas no país. A equipe do departamento comercial da fábrica gaúcha de pneus e câmaras de ar realizou uma série de visitas neste mês de maio, além de ministrar palestras técnicas a colaboradores de parceiros no Estado.

Na capital fluminense, os clientes visitados foram a Extreme, Motocriss, Felipe Motos, Motobras, Moto Maia e Homa. A equipe também esteve presente na Tubarão Moto Peças (em São Gonçalo), LGL Piovezam (Itaboraí), Charles Store (Araruama), J. Gustavo (Iguaba Grande) e Bike Motos (Rio Bonito). “Fomos muito bem recebidos. A maioria dos clientes é parceria antiga, mas também aproveitamos a visita para prospectar novas oportunidades no Estado”, comentou Fábio Luchese, do departamento comercial da Rinaldi.

Ele foi o responsável por ministrar as palestras técnicas na Extreme e na Homa. “O retorno dos participantes foi muito positivo. Foram abordados dados de mercado, informações técnicas sobre os produtos e dicas de uso e de armazenamento dos pneus e câmaras de ar. A ida ao Rio de Janeiro foi muito importante para reforçarmos ainda mais o nosso relacionamento com os clientes locais”, concluiu Luchese. 

Sobre a Rinaldi – A Rinaldi iniciou as atividades em 1969 com 60 colaboradores e 15 mil m² de área fabril para produção de materiais de recauchutagem em Bento Gonçalves (RS). A empresa ampliou a produção com as câmaras de ar para as linhas automotiva, transporte e industrial na década de 80, além de introduzir a fabricação de pneus e câmaras de ar para as linhas de motocicletas, agrícola, industrial (não motorizada) e charretes.

A busca pela excelência refletiu em credibilidade no mercado e fortes parcerias. Muito mais que em espaço físico, com área fabril de 35 mil m², a Rinaldi cresceu na geração de empregos diretos, atualmente com 700 colaboradores, e conquistou reconhecimento no mercado.

A fábrica conta com a Certificação da Gestão de Qualidade ISO 9001:2008 e com o aval do INMETRO nos seus produtos da linha de motocicletas. Na área ambiental, a empresa possui o Certificado de Destruição Térmica, por destinar 100% dos seus resíduos sólidos a uma cimenteira para geração de energia. Para conhecer os produtos da Rinaldi, acesse o site oficial


F�bio Luchese (de camisa vermelha), da Rinaldi, durante visita a clientes no RJ
Cr�dito: Divulga��o/Rinaldi

F�brica da Rinaldi em Bento Gon�alves (RS)
Cr�dito: Divulga��o/Rinaldi

 

TT NO BRASIL

 

A terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM para motocicletas promete grandes disputas nas trilhas de Biguaçu, em Santa Catarina. O evento vale como rodada dupla e reúne as feras da modalidade neste fim de semana (27 e 28), no Centro de Treinamento Yamaha Geração. O piloto a ser batido é o português Luís Oliveira, invicto na liderança da categoria E1 e da Enduro GP, que aponta os mais rápidos da competição.

Com percurso de 43 quilômetros, a prova em solo catarinense traz terreno liso e três voltas no circuito por dia. O trajeto apresenta um Cross Teste de 5 km e dois Enduro Testes, de 2,5 km e de 3 km. “As expectativas são muito boas. Espero andar bem, sem cometer erros, e conseguir dar sequência ao trabalho”, disse o europeu da equipe Honda Racing, campeão brasileiro de 2014. “O objetivo maior é o título. Venci as etapas iniciais, mas isso não significa nada, porque o campeonato é longo e os pilotos estão em um bom nível.”

O capixaba Bruno Crivilin (Orange BH KTM) venceu a etapa de Biguaçu na temporada passada. “Estou bastante animado, vou acelerar com o objetivo de repetir o feito”, garantiu o jovem talento, que corre pela E2 e está em terceiro lugar na tabela da Enduro GP. “Desde quando comecei a disputar o campeonato, em 2014, o nível dos pilotos e das provas tem evoluído nitidamente. A temporada começou com grandes disputas e espero que desta vez um brasileiro fique na frente”, acrescentou.

O grid terá a presença de outro estrangeiro, o norte-americano Ian Blythe (Orange BH KTM), atual bicampeão brasileiro (geral e classe E2). Após machucar o ombro e ficar fora da etapa anterior, ele está de volta e acelera pela E1. Líder da E3, o gaúcho Gustavo Pellin (Sacramento Racing KTM) é outro destaque nacional. “A região já tem solo escorregadio e há possibilidade de chuva, ou seja, estou preparado para andar no molhado. Além das grandes equipes e pilotos profissionais, o Brasileiro tem atraído cada vez mais competidores iniciantes, que têm uma grande importância para o esporte”, concluiu.

Na frente – Ao lado de Oliveira na E1, Nielsen Bueno (E35 / Sacramento Racing KTM) e Willian Palandi (EAmador / Sacramento Racing KTM) são os únicos pilotos invictos em suas categorias nas classificações do Brasileiro. Os outros líderes, além de Pellin na E3, são Júlio Ferreira (E2 / Honda Racing), Vinícius Calafati (classe EJ / Sacramento Racing KTM), Tiago Wernersbach (E4 / Moto Litoral Honda), Cassiano Tebaldi (E40 / Sacramento Racing KTM), Laurindo Filho (E45) e Luiz Carlos de Barros (E50).

O campeonato ainda realiza a disputa da classe Feminina, liderada por Bárbara Neves (Zanol Team Rinaldi ASW), cuja etapa final será realizada em setembro na região da Serra da Canastra, em Minas Gerais.

Programação* – 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM
Local: Centro de Treinamento Yamaha Geração, em Biguaçu (SC)

26/5 (Sexta-feira)
20h – Briefing para pilotos e equipes

27/5 (Sábado)
7h30 – Início das vistorias técnicas e abertura do parque fechado
9h – Término das vistorias técnicas e fechamento do parque fechado
10h – Largada do primeiro piloto
15h45 – Previsão de chegada do último piloto

28/5 (Domingo)
8h – Largada do primeiro piloto
16h – Previsão de chegada para o último piloto
16h30 – Cerimônia de premiação das disputas válidas pelo Campeonato Brasileiro e pelo Campeonato Catarinense.

* A programação do evento está sujeita a alterações.

O Brasileiro de Enduro FIM 2017 é patrocinado por Rinaldi e conta com o apoio de MRPRO Braces, ASW, Sacramento Motorsports, Orange BH, Zanol Parts e Edgers.


Portugu�s Lu�s Oliveira, l�der do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM
Cr�dito: Fred Mancini/Mundo Press

Capixaba Bruno Crivilin, destaque do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM
Cr�dito: Fred Mancini/Mundo Press

 

PORTUGAL DE LÉS A LES

 

Autarquias muito envolvidas no Portugal de Lés-a-Lés

em ano de descoberta de inúmeros centros históricos

 

Festival histórico

 

Na mais longa e concorrida edição de sempre, o 19.º Portugal de Lés-a-Lés promete ser evento realmente único, com promessa de inesquecível ligação entre Vila Pouca de Aguiar e Faro, com paragem no Fundão e Elvas. Pela primeira vez realizado em 4 dias e com a maior lista de inscritos de sempre, ultrapassando mesmo o limite previsto de 1500 participantes, a grande maratona organizada pela Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal terá acrescidos motivos de interesse. Desde logo pelo enorme envolvimento das autarquias visitadas pela gigantesca e colorida caravana ao longo do Passeio de Abertura, a 14 de junho, no concelho de Vila Pouca de Aguiar, bem como nas três etapas seguintes, rumo ao sul do País sempre pela tranquila zona raiana.

Enorme adesão do poder autárquico em consonância com as maiores expetativas de sempre por parte dos motociclistas que aceitaram o desafio de, uma vez mais, atravessar Portugal à moda antiga. Isto é, sem utilizar autoestradas, Itinerários Principais ou Complementares, antes optando pelas mais carismáticas estradas nacionais, pelas pitorescas municipais ou, no caso de não haver alternativa para chegar aos pontos mais recônditos de insuspeita beleza, por alguns caminhos de terra batida.

Vila Pouca de Aguiar, Santa Marta de Penaguião, São João da Pesqueira, Vila Nova de Foz Côa, Pinhel, Sabugal, Fundão, Oleiros, Castelo de Vide, Arronches, Campo Maior, Elvas, Barrancos, Alcoutim e Faro são apoios importantes para todos os motociclistas, em trajeto pleno de troços e locais inéditos. Novidades no Douro como nas Beiras, no Alentejo e no Algarve em passeio que arranca com as Verificações Técnicas em terras transmontanas. E onde os participantes devem comparecer à hora assinalada na listagem definitiva, publicada no site da FMP (www.fmp-live.pt), indicando ainda as horas de partida para cada etapa.

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MOTOS BRASIL

 

Das provas de kart à motovelocidade, Rafael Rigueiro coleciona títulos no esporte a motor

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Rafael Rigueiro no pódio do SuperBike Brasil
Marcello Alves

Ele ainda não tem idade para pilotar nas ruas, mas dentro das pistas já é um grande campeão e colecionador de títulos. Aos 16 anos, Rafael Rizzi Rigueiro desponta como uma das principais revelações do esporte a motor e da motovelocidade brasileira. Apesar da pouca idade e de ainda dividir o seu tempo com os estudos escolares – está no 2º ano do Ensino Médio –, o jovem paulistano não tem receio de enfrentar novos desafios e este ano deu mais um passo importante em sua breve, porém, vitoriosa carreira nas pistas. Rigueiro subiu de nível e nesta temporada do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade disputa a SuperSport Stock, categoria que utiliza motocicletas de 600 cm³ de cilindrada e sem nenhum tipo de preparação. Já em sua estreia, na rodada de abertura do SuperBike Brasil, foi o grande vencedor. Agora, o garoto, que corre com o numeral #52 adesivado em sua Kawasaki Ninja ZX-6R, prepara-se para a 2ª etapa do campeonato, que será realizada nos dias 26, 27 e 28 de maio, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Mas este é apenas o capítulo mais recente da carreira vitoriosa de Rafael Rigueiro. Ainda aos cinco anos, o então menino teve seu primeiro contato com o mundo motorizado ao ganhar de presente dos pais uma mini moto cross. O objetivo que inicialmente era só uma diversão, com o passar do tempo se tornou uma atividade menos lúdica e mais competitiva. Com uma habilidade crescente e notável, aos nove anos, Rafa experimentou pela primeira vez a adrenalina da velocidade em uma pista de kart. E não demorou muito para que o garoto se familiarizasse com o novo equipamento e começasse a disputar em competições. 

Em 2011, Rafael Rigueiro iniciou a sua primeira participação no Campeonato Paulista de Kart, atividade que manteve até 2015, quando deixou o esporte para se dedicar exclusivamente à motovelocidade. Neste período, o jovem piloto alcançou diversas premiações, entre 1º e 6º lugares, incluindo mais de 10 poles e inúmeras voltas mais rápidas. Nos dois primeiros anos, disputou a categoria Cadete. Em 2013, subiu para a Super Cadete e alcançou grandes feitos. Já na etapa de abertura obteve sua primeira vitória e iniciou a temporada na liderança do campeonato. O bom desempenho se repetiu e Rigueiro venceu mais três vezes, encerrando a competição em terceiro lugar. No ano seguinte, avançou para a categoria Junior Menor, quando obteve o 6º lugar no Estadual, e em 2015 subiu para a categoria Junior, ano em que deixou o esporte.

“Recebi o convite do SuperBike Brasil para ingressar na motovelocidade, mais especificamente na categoria Honda Junior Cup, uma categoria-escola que integra pilotos de oito a 16 anos e tem o objetivo de formar jovens talentos do esporte brasileiro. A minha decisão foi na hora parar com o kart e me transferir para a motovelocidade”, lembra Rigueiro.

Apesar desse redirecionamento na carreira, as vitórias continuaram acompanhando a trajetória do jovem piloto. Neste primeiro ano no novo esporte e no comando de uma Honda CG Titan 150cc carenada para as pistas, Rafael Rigueiro esteve presente em todos os pódios e venceu a última rodada realizada na cidade de Cascavel (PR). Com isso, faturou o título de vice-campeão Brasileiro.

A busca pelo crescimento na motovelocidade seguiu no ano seguinte. Em 2016, já com uma breve experiência no esporte, Rafael Rigueiro avançou de estágio e disputou a Copa Honda CBR 500R pelas categorias Light e Junior. Com um equipamento bem mais potente, o jovem piloto realizou uma temporada exemplar e foi campeão nas duas categorias, sendo que na Light com três etapas de antecipação.

O sucesso nas pistas trouxe novos desafios e no início deste ano Rafael Rigueiro foi convidado pela equipe Fullman para participar da prova de ‘100 Milhas’, no Autódromo de Interlagos, categoria que integra as ‘500 Milhas de Motovelocidade’. Ao lado de Arthur Costa, a dupla completou as 38 voltas em 1h16m29s e garantiu o lugar mais alto do pódio. E os títulos continuariam a vir em 2017. Em uma decisão ousada, Rigueiro decidiu participar de uma nova categoria, a SuperSport Stock, com motos de 600cc que disputam o mesmo grid da SuperSport. Desta vez integrando a equipe Pitico Race Team, o piloto voltou a vencer e foi o campeão da Copa Pirelli.

Com toda esta bagagem das pistas, além de muito foco e concentração, Rafael Rigueiro segue agora para mais um desafio que já tem data marcada. O jovem piloto parte para a 2ª etapa do SuperBike Brasil com o objetivo de manter a liderança do campeonato na Stock e alcançar novas vitórias.

 

 

MOTOS BRASIL

 

Com moto nova e preparado física e mentalmente, Lewis busca reabilitação na 2ª etapa do Brasileiro

Próxima etapa do Brasileiro de Motovelocidade é dia 28 de maio

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Danilo Lewis (#17), da equipe Tecfil Racing Team
Gilmar Rose / VGCOM

 A temporada 2017 do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade iniciou com um sabor amargo para Danilo Lewis (#17), da equipe Tecfil Racing Team, e agora o piloto começa sua verdadeira corrida em busca de pontos e da aproximação dos líderes na tabela classificatória. Bastante concentrado, o atual vice-campeão Brasileiro afirma estar preparado para ficar entre os ponteiros na 2ª etapa do SuperBike Brasil - prova que será realizada no dia 28 de maio - e que entrará na pista do Autódromo de Interlagos com o objetivo de sair vitorioso e assim voltar a ocupar o lugar mais alto do pódio.

Os contratempos da abertura do campeonato, quando Lewis abandonou a prova, já são registros do passado. O piloto da Tecfil está concentrado no presente e focado apenas na vitória. E as perspectivas para isso são bastante positivas. Danilo Lewis irá estrear a sua BMW S1000RR 2017, que chegou às mãos dos mecânicos da Tecfil ainda nesta semana – a previsão era a de que o novo equipamento estivesse pronto para a 1ª etapa.

“A moto já está quase pronta para a pista. Agora é colocar as suspensões e fazer os ajustes finais”, ressalta o piloto.

Além dos novos equipamentos, Lewis está fazendo a sua parte para alcançar o melhor desempenho dentro da pista. O piloto mantém um trabalho físico diário e segue com treinamentos de supermoto. “Estou muito focado e quero chegar em primeiro”, resume.

Todo esse trabalho tem um objetivo muito claro: superar o tropeço inicial da estreia. Ainda com uma moto emprestada, Danilo Lewis enfrentou dificuldades ao longo dos treinos com pista molhada e se classificou apenas na oitava posição para a 1ª etapa. Já na corrida fez uma boa largada e ganhou diversas posições. Após saltar para o quarto lugar, Lewis iniciou a perseguição aos ponteiros. Porém, acabou forçando demais o equipamento e sofreu uma queda durante a sétima volta na Curva da Junção.

“Não sei se chegaria no Eric Granado [vencedor da 1ª etapa] se não tivesse caído. Mas no Alex Barros e no Diego Faustino acredito que dava para chegar sim e brigar pela segunda posição”, ressalta.

Sem pontuar na abertura do SuperBike Brasil, Danilo Lewis larga um passo atrás dos adversários e precisa agora, mais do que nunca, de bons resultados.

“Vou fazer todos os treinos para a 2ª etapa, inclusive o de quinta-feira. Serei o primeiro piloto a entrar na pista e o último a sair dela”, completa.

As primeiras movimentações para a 2ª rodada do SuperBike Brasil começam já na próxima quinta (25), no Autódromo de Interlagos, com a realização dos treinos não cronometrados. Na sexta-feira inicia oficialmente a etapa com as sessões livres. No dia seguinte, no sábado, os pilotos retornam à pista para os treinos classificatórios e, por fim, no domingo (28), será realizada a prova.

Acompanhe a Tecfil Racing Team:

 

JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA

 

 

JORNALISTA JOÃO CARLOS COSTA RECORDA

 

 

  1. NICKY HAYDEN

  2.  

  3. Fica para sempre ligado a uma das corridas de 2 e 4 rodas que mais gozo me deu comentar. MotoGP Estoril 2006: o americano lutava pelo título com Valentino Rossi. Na 5. de 26 voltas, Dani Pedrosa tem um ataque de amnésia e atira com o companheiro da Honda para o chão quando o tentava ultrapassar. Daí para a frente, a corrida portuguesa viveu uma fabulosa batalha a quatro entre Colin Edwards, Kenny Roberts jr, Valentino Rossi e Toni Elias. Um dos maiores momentos d...e competição em pista que vi até hoje. Daqueles que dão adrenalina máxima a quem comenta. Mesmo com Edwards a fazer tudo para ajudar Rossi, o italiano seria batido em cima da meta por Elias, a única vitória do espanhol em MotoGP. Diferença: duas milésimas de segundo. Uma folha de papel.
    Mais importante ainda, os cinco pontos que Rossi cedeu no Estoril seriam determinantes para Hayden garantir o título na prova seguinte, a última da temporada, em Valência, onde o italiano foi apenas 13. e ele terceiro, sendo campeão por... cinco pontos!
    Mas nesse dia, em Portugal, lembro-me sobretudo da declaração final do americano: "não estou zangado com Pedrosa. Não houve ordens de equipa e ele é pago para ser duro em pista". As palavras de um grande campeão que respirava corridas. Que era incapaz de julgar um companheiro porque ele tentara ganhar uma posição, ser o mais veloz, competir até ao limite. Foi sempre assim Hayden: desde tenra idade, na pista ou em dirt. Sempre ao ataque. 69 (mil) razões para este adeus prematuro custar ainda mais.

 

EM MEMÓRIA DE HAYDEN

 

EM MEMÓRIA DE NICKY HAYDEN

 

 

  1. Hoje, a torre de Indianápolis estava assim.

 

MOTO GP DE LUTO

Nicky Hayden deixou-nos após cinco dias no hospital, na sequência de um atropelamento, quando seguia de bicicleta, em Itália.
Até sempre, Campeão!

 

TEAM CLASSICO RACING

 

Team Clássico Racing/ Isvouga apontam vitória como objectivo


Alberto Pires e o Team Clássico Racing/ Isvouga regressam à competição este fim-de-semana no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, aos comaAZ38 Copyndos de uma Yamaha TZ 350/ Spondon.

 

BRIDGESTONE EM BUSCA DA VITÓRIA

 

Bridgestone em busca da vitória nas 8 Horas de Oschersleben

 

A Bridgestone quer chegar mais longe do que o segundo lugar alcançado em Le Mans, quando as suas melhores equipas de resistência enfrentarem as 8 Horas de Oschersleben, na Alemanha, no dia 20 de maio. 


A equipa oficial do EWC da YART Yamaha, equipada pela Bridgestone, liderou as 24 Horas do Le Mans Moto (15-16 Abril) durante grande parte da corrida e terminou na segunda posição, a menos de 20 segundos do primeiro classificado, também da Yamaha, e 12 voltas à frente das restantes equipas.

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MOTOS BRASIL

 

As motocicletas do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM aceleram nas trilhas de Biguaçu, em Santa Catarina, nos dias 27 e 28 de maio. A terceira etapa vale como rodada dupla e inclui disputas entre pilotos de 10 categorias, além da Enduro GP, que aponta os mais rápidos da competição. A base do evento será o Centro de Treinamento da Yamaha Geração.

“O percurso tem cerca de 40 quilômetros e traz terreno liso, trechos travados e deslocamentos longos e técnicos”, antecipou Fernando Lagoa, diretor de prova e integrante do Trail Clube de Biguaçu, responsável pela organização. Estão programadas três voltas no circuito por dia, sendo que o trajeto apresenta três trechos cronometrados (especiais).

“Teremos duas especiais no CT da Yamaha Geração. O Cross teste será aberto, em um local de pastagem, com 5 km. O Enduro Teste soma 2,5 km de trilhas e passa por uma pista de motocross e estradas abandonadas. O outro Enduro Teste ficará mais afastado, em trilhas travadas em meio à mata nativa. Na minha opinião, será o trecho que vai definir a prova”, continuou.

Criado em 1993, o Enduro de Biguaçu faz parte do Campeonato Brasileiro desde 2011 e ainda soma pontos para o Catarinense da modalidade. “A equipe do Trail Clube está muito empenhada na organização da prova, esperamos que seja mais um sucesso”, concluiu Lagoa. As inscrições para a etapa já estão abertas (acesse).

Classificação – O português Luís Oliveira (equipe Honda Racing) venceu as etapas iniciais do Brasileiro de Enduro FIM e está na frente pelas classes E1 e Enduro GP. Júlio Ferreira (classe E2 / Honda Racing), Gustavo Pellin (E3 / Sacramento Racing KTM) e Vinícius Calafati (classe EJ / Sacramento Racing KTM) também irão defender o primeiro lugar em suas respectivas categorias na etapa de Biguaçu.

Os outros líderes são Nielsen Bueno (E35 / Sacramento Racing KTM), Tiago Wernersbach (E4 / Moto Litoral Honda), Cassiano Tebaldi (E40 / Sacramento Racing KTM), Laurindo Filho (E45), Luiz Carlos de Barros (E50) e Willian Palandi (EAmador). O campeonato ainda realiza a disputa da classe Feminina, liderada por Bárbara Neves (Zanol Team Rinaldi ASW), cuja etapa final será realizada em setembro na região da Serra da Canastra, em Minas Gerais.

O Brasileiro de Enduro FIM 2017 é patrocinado por Rinaldi e conta com o apoio de MRPRO Braces, ASW, Sacramento Motorsports, Orange BH, Zanol Parts e Edgers.


Trecho do percurso da terceira etapa do Brasileiro de Enduro FIM, em Bigua�u (SC)
Cr�dito: Divulga��o/Trail Clube de Bigua�u

Trecho do percurso da terceira etapa do Brasileiro de Enduro FIM, em Bigua�u (SC)
Cr�dito: Divulga��o/Trail Clube de Bigua�u

 

ADEGA DA ERVIDEIRA

Adega da Ervideira foi palco da 3ª prova do Troféu Yamaha 2017

A Ervideira associou-se mais um ano ao Troféu Yamaha, recebendo-o na sua Adega no passado sábado, dia 13 de maio, naquela que foi a 3ª prova da 14ª edição deste troféu e onde contou com a presença de milhares de pessoas. Mais uma vez e face ao ano anterior, foram batidos os records de participantes na Adega da Ervideira, com mais 210 equipas a correr.

Considerado o maior e mais antigo Troféu Nacional de Motos e Moto 4 em Portugal, este troféu arrancou no passado dia 19 de março, em Pegões, onde decorreu a 1ª prova. Antes de chegar à Ervideira, o troféu passou também por Alpiarça, no dia 30 de abril, onde foi realizada a 2ª prova.

 Foi então no dia 13 de maio que a pista da Adega da Ervideira acolheu esta grande prova Todo-o-Terreno, que acaba por ser uma modalidade que continua a mobilizar bastantes pilotos, bem como os seus fãs, provenientes de todas as regiões de Portugal. Este ano, Ricardo Carvalho, piloto oficial da Yamaha, realizou uma série de co-drives solidários numa iniciativa que visava a angariação de fundos para ajudar os Bombeiros Voluntários de Reguengos de Monsaraz. Por esta ação solidária, onde ajudou aqueles que estão sempre prontos para ajudar, muitos foram os participantes que o quiseram conhecer.


É com um enorme entusiasmo que a Ervideira tem vindo a apoiar o Troféu Yamaha. Segundo Nelson Rolo, Diretor de Enologia da Ervideira, “Mais uma vez foi um êxito! O público aderiu em massa e devemos um grande obrigado não só a eles, mas também a todos os que correram. Continua a ser um orgulho e a fazer todo o sentido para a Ervideira associar-se a desportos como este; a emoção, o prazer, a satisfação e a alegria estão tão presentes neste desporto como na essência dos Vinhos Ervideira. Ambos nos fazem vibrar!”AZ26 Copy

 

NACIONAL DE MOTOCICLISMO ARRANCA

 

Campeonato Nacional de Velocidade arranca no próximo fim de semana no autódromo de Portimão


Após o arranque do troféu escola de motociclismo Oliveira Cup, no passado dia 14 de Maio em Portimão, dois pupilos de Miguel Oliveira voltam à ação no traçado do Algarve para a prova inaugural do Campeonato Nacional de Velocidade. 

Tomás Alonso e Diogo Luís são os pilotos elegidos para representar as cores do Miguel Oliveira – Fan Cub na categoria de Pré Moto3.

Tomás Alonso, o vencedor da prova inaugural Oliveira Cup, é o piloto de elegido para lutar pelo titulo de campeão Nacional nesta categoria, já Diogo Luís, terá a sua estreia aos comandos da Beon Pré Moto3, com que vais disputar esta competição. Ambos os jovens fazem parte do programa do Miguel Oliveira – Fan Club de descoberta e formação de novos talentos para competir ao mais alto nível.

No mesmo fim de semana em que Miguel Oliveira participa na sua quinta prova da temporada, não deixa de revelar o quanto importante é dar o passo seguinte na evolução da carreira destes jovens pilotos.


Miguel Oliveira:

“É de extrema importância darmos seguimento ao trabalho que se tem vindo a desenvolver na formação destes jovens pilotos. Por esse motivo decidimos já este ano organizar uma estrutura no campeonato nacional português que represente o passo seguinte na evolução da carreira destes jovens. Tenho a certeza que vamos ter o maior sucesso.”


Paulo Oliveira, diretor de equipa do Miguel Oliveira – Fan Club Racing Team, acrescenta que:

“Abraçar este projeto é um desafio bastante grande. Estamos a tratar com jovens e temos que ter todos os detalhes em atenção. Começámos a apoiar o Tomás Alonso há 1 ano atrás aquando a sua participação na copa Moriwaki, por altura do Mundial de SuperBike em Portimão, e rapidamente percebemos que era necessário fazer um trabalho profundo com este jovem. Atualmente, o Tomás encontra-se num nível capaz de disputar os lugares de relevo, por isso contamos com ele para vencer este campeonato. Para Diogo Luís, é o seu primeiro ano e será um ano de completa aprendizagem, por isso não parte com qualquer pressão de resultados. Estou certo que este projeto vai ter muito sucesso e que vamos conseguir preparar os jovens para competir ao mais alto nível.”


Os 4.592 mts do traçado do Autódromo Internacional do Algarve vão ser o palco do arranque do Campeonato Nacional de Velocidade de motociclismo, com os primeiros treinos oficiais previstos para o dia 20 de maio pelas 13:30 e as corridas dia 21 de maio a partir das 11:45.AZ20 Copy

 

GALERIA DE IMAGENS

GALERIA DE IMAGENS

 

MERZOUGA RALLY - MARROCOS

 

Cinjunto de imagens do Merzouga Rally, que ocorreu em Marrocos há dias atrás.

 

Fotos de World/André Lavadinho a1-africamerzougarally-worldlavadinho Copya2 Copya3 Copya4 Copya5 Copya6 Copya7 Copya8 Copya9 Copya10 Copya11 Copya12 Copya13 Copya14 Copya15 Copya16 Copya17 Copya18 Copya19 Copya20 Copya21 Copya22 Copya23 Copya24 Copya25 Copya26 Copy - www.velocidadeonline.com

 

MOTOS BRASIL

 

Estou preparado física e psicologicamente para vencer novamente", afirma Valcézia

Próxima etapa do campeonato será dia 28 de maio

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Jefferson Valcézia (#99), da equipe Tecfil Racing Team
Gilmar Rose / VGCOM

Após estrear com vitória na etapa de abertura do SuperBike Brasil, Jefferson Valcézia (#99) parte para a 2ª rodada do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade com a missão de manter a liderança em sua categoria, a SuperSport Pro Amador. Bastante seguro, o piloto da equipe Tecfil Racing Team afirma estar preparado física e psicologicamente para voltar a ocupar o degrau mais alto do pódio. E caso repita o grande desempenho obtido na 1ª etapa, terá todos os motivos para ser o mais rápido novamente.

“Fiz uma corrida perfeita, de superação, onde consegui atingir meu objetivo que era ser o primeiro lugar”, resume Valcézia sobre a sua atuação na estreia da temporada 2017 do SuperBike Brasil.

Piloto da cidade de Osasco (SP), Jefferson Valcézia tirou o máximo de sua Kawasaki Ninja ZX-6R e se classificou para o grid de largada na segunda posição da Pro Amador - 11ª marca no geral, o que inclui os competidores da categoria Pro. E com o punho cerrado e sem cometer erros, Valcézia tomou a liderança de Leandro Esposito (#32), da Pitico Race Team, para receber a bandeira quadriculada em primeiro e comemorar a vitória.

Com o resultado conquistado na etapa de abertura, prova realizada no dia 23 de abril no Autódromo de Interlagos, Jefferson Valcézia somou seus primeiros 25 pontos e deu início ao grande objetivo de ser campeão Brasileiro da SuperSport Pro Amador.

Finalizado este primeiro e importante passo, Valcézia segue ainda mais confiante para o próximo desafio da competição. A 2ª etapa volta a ser disputada em Interlagos, desta vez nos dias 26, 27 e 28 de maio.

“Estou muito feliz com o desempenho da minha moto e tenho muito a agradecer à equipe Tecfil Racing Team. Eles realmente têm me dado toda a segurança com seu ótimo trabalho. E agradeço também a todos os meus apoiadores, que graças ao auxílio deles permite que eu possa continuar correndo”, completa o piloto.

Jefferson Valcézia (#99) tem como principais patrocinadores as empresas Açaí Fruta Brasileira, a grife sportswear Starter, a hamburgueria Bruttus Burger, a clínica Fisio Pelo Mundo, a marca francesa de capacetes Shark e a equipe Tecfil Racing Team. 

 


Jefferson Valcézia (#99), da equipe Tecfil
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

 

 

Acordámos às nove e meia da manhã e, quando saímos à rua, parecia que estávamos noutra cidade. O contraste entre o deserto nocturno, só com pequenos grupos de rapazes com mau aspecto nas ruas, e o intenso movimento de dia, com milhares de pessoas, carros, camiões, autocarros e motos de um lado para o outro, era abismal.

Fomos tomar o pequeno almoço a uma pastelaria onde tinham um pão de queijo excelente, passámos numa máquina multibanco a levantar dinheiro, que não havia em Capurganá e estávamos os dois sem um tostão, e fomos até à alfândega, dentro de uma base militar onde se chegava através de uma estrada de terra, tratar da importação temporária das motos.
Aí despedimo-nos pois o Ryan seguia para Cartagena e eu para Sul, a caminho de Medellin e Bogotá, onde iria deixar a moto antes de partir para Portugal.
Como só me despachei da alfândega às três da tarde fiz apenas cento e cinquenta quilómetros e, antes de anoitecer, instalei-me no único Hotel que havia na pequena vila de Mutatá. Não era mau e a diária foi o equivalente a 9 euros.
Aqui a vida é barata. Contratei uma miúda muito gira que deambulava pelo bar do Hotel pelo equivalente a 15 euros para passar umas horas comigo e, como ainda bebemos um par de cervejas antes e depois, acabei por me deitar só à uma e meia da manhã.
- Porque falas tão bem espanhol?
- Porque em miúdo costumava ir muitas vezes a Espanha, com os meus pais.
- Ai em Espanha falam espanhol?
Quando acordei chovia e comecei o dia numa estrada de montanha muito escorregadia, também devido à mistura da seiva da densa vegetação com a água da chuva e pelo facto dos pneus da Cross Tourer já estarem nas ultimas. Cheguei a Medellin pelas cinco da tarde e fui até ao centro para ter uma ideia da cidade. O transito é muito intenso e, por a cidade estar num vale, rodeada de montanhas, a poluição é muita e torna-se insuportável. Algumas destas montanhas que rodeiam o vale estão cobertas pelo castanho encarniçado da côr de tijolo das favelas cujas casas não são rebocadas nem pintadas. Ao longe até fazem uma imagem bonita e bem enquadrada na paisagem. O grande problema da cidade é a poluição que torna o ar irrespirável. Ainda visitei o famoso bairro de “La Puebla” mas depois procurei um Hotel onde passar a noite e no dia seguinte parti, de manhã, sufocado por aquele ar.
A estrada até Bogotá é linda, a maior parte através de montanhas com muita vegetação, e dá imenso gozo fazer. Embora na sua maioria seja uma estrada de via única em cada sentido, tem portagens, mas as motos na Colômbia, felizmente, estão isentas.
Desde o dia anterior que vinha a sentir a moto a abanar em curva mais que o norma e pensei que seriam os parafusos que seguram a parte de trás do quadro que tinham voltado a ceder mas acabei por verificar, numa bomba de gasolina, que era simplesmente o pneu traseiro que tinha perdido pressão. Vou ter que os substituir no meu regresso à Colômbia.
Cartagena foi a capita da Colômbia até 1819, quando os espanhóis a decidiram mudar para Bogotá que, por estar a perto de três mil metros de altitude não tem mosquitos e por isso não é afectada pelas doenças que transportam, por os pequenos insectos não sobreviverem a estas alturas. Para além disso, a esta altitude, Bogotá é bastante mais fresca que o território que a rodeia e tem muito menos poluição que Medellin.
Fiquei dois dias bem instalado em casa do simpático embaixador português, que me levou a mim e outro convidado que lá tinha, a visitar a cidade, além de organizar um jantar com portugueses que por lá vivem.
A moto ficou guardada em casa do embaixador, quando parti de avião para Portugal.
No final de Setembro regresso para percorrer a América do Sul.
 

MOTOS BRASIL

 

Em etapa difícil no Mundial, Kawasaki se despede da Itália com dois segundos lugares

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Sykes e Rea no pódio do Mundial de SuperBike, rodada da Itália
KAWASAKI EU

 A rodada da Itália marcou o maior desafio da Kawasaki Racing Team nesta temporada do Mundial de SuperBike e a escudeira japonesa deixou o Autódromo Enzo e Dino Ferrari, localizado na cidade de Ímola, sem vitórias. Após um excelente resultado na Holanda – com duas dobradinhas nas primeiras posições –, a KRT não conseguiu repetir o feito na 5ª etapa do campeonato, realizada neste final de semana, porém, manteve a liderança no classificatório geral, tanto na disputa de pilotos como na de fabricantes. O atual campeão, Jonathan Rea (#1), somou dois segundos lugares e seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), encerrou a rodada com um 4º e um 3º lugares.

Com estes resultados, Rea mantém a liderança isolada na tabela classificatória com 235 pontos conquistados. Já Sykes, caiu para a terceira posição e agora soma 160 pontos, apenas um atrás de Chaz Davies, da Ducati, piloto que venceu as duas baterias na rodada da Itália. Enquanto isso, na disputa entre fabricantes, a Kawasaki segue na ponta na briga pelo título do Mundial. A KRT soma 235 pontos no campeonato e sustenta a dianteira com uma folga de 32 pontos para o vice-líder.

Pela primeira vez neste ano, os pilotos da Kawasaki não subiram no degrau mais alto do pódio. Em busca de uma configuração ideal da Ninja ZX-10RR para o Circuito de Ímola, com seus 4.936 metros de extensão, Jonathan Rea e Tom Sykes iniciaram a etapa diferentemente das rodadas anteriores. Com um ritmo um pouco menos intenso, a pole position acabou escapando e Sykes ficou com a segunda posição no grid de largada e Rea completou a primeira fila na terceira posição.

A primeira bateria, disputada no sábado (13), foi a mais complicada para a equipe Kawasaki. Com dificuldades para encontrar o melhor acerto da moto, os pilotos da escudeira japonesa não conseguiram acompanhar o ritmo de Chaz Davies, que dominou a corrida. Rea assumiu a vice-liderança da prova na quarta volta ao ultrapassar Marco Melandri, da Ducati. Apesar disso, o atual campeão não foi capaz de se aproximar do ponteiro e recebeu a bandeirada em segundo, com pouco mais de sete segundos de desvantagem para o líder. Já Tom Sykes perdeu duas posições ainda na primeira volta e manteve o quarto lugar por toda a prova.

Após as dificuldades iniciais, a Kawasaki voltou mais forte para a segunda corrida, esta realizada no domingo (14). Tom Sykes teve um excelente início de prova e saltou para a ponta logo após a largada. O piloto britânico sustentou a posição até a sexta volta, quando foi ultrapassado por Davies. Na última parte da corrida, Jonathan Rea tomou a vice-liderança e os dois companheiros de equipe partiram em busca do adversário da Ducati que vinha na ponta. Com um ritmo bem melhor em relação ao da prova anterior, Rea baixou para pouco mais de três segundos a diferença do ponteiro e novamente recebeu a bandeirada em segundo lugar. Já Sykes assegurou um lugar no pódio e obteve a terceira colocação.

Apesar das dificuldades encontradas na etapa da Itália, Jonathan Rea comemorou os 40 pontos conquistados:

“A segunda corrida foi especialmente difícil para mim porque acabei cometendo um erro de traçado. Perdi todas as posições que ganhei nas primeiras curvas e isso mudou completamente minha corrida. Sinto que se não tivesse perdido aquelas posições as coisas seriam diferentes. Talvez não ganhasse a prova, mas com certeza acompanharia o Chaz [Davies] na dianteira. Com isso, acabei ficando preso atrás de um trânsito de pilotos, e quando passei fui capaz de manter um ritmo consistente. Eu vinha muito longe do Chaz, porém, hoje reduzimos para a metade a margem de vitória dele em comparação com a de ontem [sábado, 13, na primeira corrida]. Corri com um novo protótipo de pneu dianteiro e nestas temperaturas acho que talvez fosse uma opção muito macia para esta corrida. Mas estou contente em ter aumentado a liderança do campeonato, ter ganhado 40 pontos e subido no pódio as duas vezes no que provavelmente não foi nosso melhor resultado até agora”, declarou Rea.

Já Tom Sykes avaliou como positiva a sua segunda corrida no Circuito de Ímola:

“Tivemos um bom começo na segunda corrida e eu sabia que esta era uma das oportunidades que teria. Sabia também que o Chaz vinha numa velocidade incrível e que Jonathan [Rea] também teria um ritmo bom. Finalmente, Jonathan e eu estávamos bem igualados em tempos de volta. Havia duas áreas da pista onde eu não conseguia realizar bem o meu estilo habitual de pilotagem. Chaz deu outro passo importante hoje [domingo, 14], mas nós ficamos um grande passo à frente dos demais pilotos. Melhoramos o set-up da moto e o terceiro lugar foi, provavelmente, o nosso melhor resultado possível”, comentou Sykes.

Agora o Mundial de SuperBike parte para a sua 6ª rodada, prova que será realizada na Inglaterra, no circuito de Donington Park, nos dias 26, 27 e 28 de maio. 

Imagens relacionadas


Jonathan Rea (#1) e Tom Sykes (#66), da Kawasaki Racing Team

 


Jonathan Rea (#1), da Kawasaki Racing Team

 


Tom Sykes (#66), da Kawasaki Racing Team

 


Tom Sykes (#66), da Kawasaki Racing Team

 


Tom Sykes (#66) e Jonathan Rea (#1), da Kawasaki Racing Team

 


Tom Sykes (#66) e Jonathan Rea (#1), da Kawasaki Racing Team
 

MOTOS BRASIL

 

VGCOM deixa assessoria de comunicação do SuperBike Brasil

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– Após dois anos de muita dedicação e aprendizado, a VGCOM – Vanessa Giannellini Comunicação – se despede do comando da assessoria de imprensa e produção de conteúdo do SuperBike Brasil. Nestas duas temporadas, a equipe, formada por cinegrafistas, fotógrafos, editores, redatores e assessores, assumiu a frente deste ambicioso projeto de coordenar a comunicação de um cliente do porte de uma competição nacional. Ao todo foram 17 etapas que demandaram trabalho intenso e uma logística cuidadosa, principalmente nas rodadas realizadas fora do estado de São Paulo (SP).

Neste período, a VGCOM produziu cerca de 1.200 matérias para o site oficial do campeonato, abasteceu todas as mídias sociais, entre elas Facebook, Instagram, YouTube, e impactou mais de  2.300 reportagens em 600 veículos de comunicação espalhados por todo o território nacional e internacional. É com sentimento de superação e de dever cumprido que a VGCOM se despede da assessoria do SuperBike Brasil, porém, sem deixar a motovelocidade. Neste ano de 2017, a agência dará um novo passo, desta vez oferecendo toda a sua expertise a projetos envolvendo equipes, pilotos e imprensa.

“Agradeço muito ao Bruno Corano [diretor do campeonato] pela confiança e pela oportunidade de comandar por duas temporadas a comunicação do SuperBike Brasil. Com uma equipe criatividade e talentosa, conseguimos superar os inúmeros obstáculos que surgiram pelo caminho e nos dedicamos a elevar o nome do campeonato e da motovelocidade brasileira, o que acredito termos feito com bastante sucesso”, enfatiza Vanessa Giannellini e Marcos Carmona.

E com o grande legado obtido ao longo destes dois anos dedicados ao esporte a motor, a VGCOM dá continuidade ao seu trabalho na área esportiva e lança o ‘Fala Piloto’, projeto que tem por objetivo ampliar a exposição dos competidores na mídia e com isso fomentar a conquista de novos parceiros comerciais e patrocinadores.

Neste primeiro mês de atividades, o Fala Piloto já realizou coberturas importantes, como as duas primeiras etapas do MotoGP (Argentina e EUA), a 2ª rodada do Porsche Império GT3 Cup e a abertura da temporada 2017 do SuperBike Brasil. E mesmo com o pouco tempo de atividade, os resultados já são significativos. O Fala Piloto fechou importantes parcerias e já está a todo vapor atendendo seus clientes do esporte a motor. 

 

TT NO BRASIL

 

A Sacramento Racing acelera para manter lideranças em importantes competições deste fim de semana (6 e 7). A equipe das motos KTM está confirmada na segunda etapa da Copa EFX de Enduro FIM, em Ribeirão Pires (SP). Victor Miranda (classe E1), Vinícius Calafati (Júnior) e Nielsen Bueno (Over 35) querem ampliar vantagem em primeiro lugar das respectivas categorias. Em Lavras (MG), o líder Emerson Loth “Bombadinho” encara a quinta e a sexta etapas do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade.

A Copa EFX é uma das principais competições do calendário nacional do Enduro FIM e promete alto nível técnico. A prova terá como base o Complexo Ayrton Senna, de onde as motos partirão neste domingo (7) para três voltas pelas trilhas da região. “As expectativas são ótimas. Eu já competi outras vezes em Ribeirão Pires e o local possui trilhas técnicas e mais travadas, bem do jeito que eu gosto”, disse Vinícius Calafati, atual campeão brasileiro da Júnior.

O time ainda contará com Reinaldo de Almeida, terceiro colocado da classe E6. A equipe Sacramento Racing é patrocinada por Alpinestars, Bell, Edgers Racing, Shopping SerrAzul, Dafra Motos, Motul, Tebaldi Gráficos e Honey Stinger.

Brasileiro de Enduro de Regularidade – O bicampeão brasileiro Emerson Loth “Bombadinho” está a caminho de Lavras (MG) para a disputa da quinta e da sexta etapas do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade. Ele lidera a classificação geral e a categoria Master, com 25 pontos de vantagem sobre o segundo colocado.

“Tenho boa vantagem e estou com os treinos em dia, tranquilo para a largada. A prova promete ser bem pesada e eu não pretendo correr riscos, já que o objetivo principal é o campeonato”, concluiu o piloto. Ele corre a bordo da motocicleta KTM EXC-F 350.

Sobre a Sacramento MotorSports – A Sacramento MotorSports traz os melhores equipamentos e produtos para quem encara a trilha ou a estrada como estilo de vida. O conceito da marca foi criado em fevereiro de 2008 pelo empresário e piloto Fábio Wolf Campos, após uma viagem que teve no roteiro a cidade de Sacramento, na Califórnia.

Influenciado pela cena do motociclismo nos Estados Unidos, Campos inaugurou um restaurante e uma boutique temáticos no Shopping SerrAzul, do qual é administrador desde 1994. O local, construído sobre a Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), é o maior shopping aéreo do mundo e logo tornou-se um dos principais pontos de encontro de motociclistas do Brasil, além de sediar renomadas competições off-road.

De lá para cá, com restaurante e boutique ampliados, a Sacramento MotorSports ganhou força com a inauguração das concessionárias KTM Sacramento em Curitiba (PR), uma das quatro revendas “FlagShip” da marca austríaca de motocicletas no país, e Polaris Sacramento, com os UTVs e quadriciclos norte-americanos na loja do Shopping SerrAzul. A Sacramento ainda expandiu no modelo híbrido franchising, com sua primeira unidade no Outlet Premium Brasília.

A empresa ainda incentiva o esporte por meio da equipe Sacramento Racing, criada em 2013 e hoje chefiada pelo piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Para saber mais sobre a Sacramento MotorSports, acesse o site oficial


Vinicius Calafati, piloto da Sacramento Racing
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

Nielsen Bueno, piloto e chefe de equipe da Sacramento Racing
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

 

BRIDGESTONE JUNTA-SE

 

Bridgestone junta-se a Saroléa para o quarto TT na Ilha de Man 

 

A Bridgestone anunciou que vai dar continuidade à sua parceria com a Saroléa, a fabricante de motos elétricas belga. Pelo quarto ano consecutivo, a Bridgestone e a Saroléa vão participar nas corridas TT Zero na Ilha de Man, a 7 de junho. AQ27 Copy

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

Entretanto, quem chega de barco do Panamá tem que carimbar aqui o passaporte com a entrada na Colômbia. O homem encarregue da emigração, depois de ter visto a minha moto no porto, decidiu que eu teria que lhe pagar uma comissão pela passagem da moto. Eu sabia que era ilegal e disse-lhe que não pagava. O tipo, com ar de mafioso, cabelo rapado e fato de treino azul berrante, ficou histérico e quando, à porta do escritório, me gritava que não me daria o carimbo de entrada na Colômbia e eu teria que voltar para o Panamá, o contrabandista de tabaco vinha a passar na rua e ficou chocado com a conversa. Chamou-o e perguntou-lhe qual era o problema. O homem baixou a grimpa e mandou o seu empregado carimbar-me o passaporte.

Ontem, um brasileiro que por aqui vagueia há dois meses, sem falar uma palavra de espanhol, e dá a sensação de estar a ficar gravemente transtornado, veio mais uma vez meter conversa comigo, como a única pessoa presente na “ilha” que percebe o que ele diz. Contou-me que no dia anterior tinham morto um homem na aldeia vizinha de Sapzuro. Quando perguntei ao dono do Hostel se sabia de alguma coisa ele confirmou o crime, sem qualquer expressão de emoção, justificando-o com o facto do homem ter sido apanhado a roubar.
- Mas isso aqui é normal?
- Sim. É limpeza de gente indesejável. Tem que ser
- E a policia não faz nada?
- Não. Já sabem que tem que ser.
Penso que nestas aldeias, longe da civilização, nem há tribunais e para a polícia é um problema levar prisioneiros para serem julgados nas cidades maiores, já ligadas por estrada ao resto do país.
Dois dias depois foi um grupo de emigrantes ilegais que matou o “passador” numa casa da montanha, por ele lhes ter roubado dinheiro.
Um homem que conheci no porto quando cheguei, um simpático sexagenário com mau aspecto, só com meia dúzia de dentes na frente, que andava sempre de calções e tronco nu e me contou ter saído da prisão dois anos antes, onde tinha passado vinte por narcotráfico, confirmou-me esta lei local popular quando lhe perguntei se não havia problema em deixar as minhas coisas no porto para sair comprar uma cerveja.
- Claro. Aqui ninguém rouba nada, principalmente a turistas, porque sabem que são mortos e o corpo atirado aos peixes. Os turistas são o ganha pão da cidade.
- Quando lhe disse que achava muito tempo vinte anos por traficar droga respondeu com um ar orgulhoso:
- É que eu pertencia ao Cartel de Cali.
Foi ele quem me apresentou o comandante do barco que nos havia de levar, a nós e às motos, até à cidade de Turbo. Pelas três da tarde foi chamar-me ao Hostel para trazermos as motos para o Porto mas, quando lá chegámos o barco ainda estava a descarregar e acabámos por passar a tarde no porto e só embarcar as motos pelas oito da noite.
Navegámos noite dentro, estendendo os colchões de campismo e sacos cama no estrado de carga, junto às motos, onde adormecemos. Fomos acordados pela tripulação às duas da manhã. Tinham encostado o barco a um cais e disseram-nos que teríamos que desembarcar ali porque o barco, sem cais livre onde poder atracar durante a noite, ia ficar ancorado ao largo.
- E não podemos dormir no barco e descarregar as motos de manhã?, perguntei.
- Não, respondeu o capitão. Têm que sair aqui, agora. E arranquem já para uma bomba de gasolina que há aí quinhentos metros à frente porque esta zona do porto à noite é muito perigosa.
Ensonados lá arrancamos até à bomba e conseguimos que nos abrissem a porta de um pequeno Hotel que havia do outro lado da rua, onde ficámos.
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

Pelas quatro da tarde chegámos a Puerto Obaldia, uma pequena aldeia na costa que, não sendo a ultima em território Panamiano, é a que tem um pequeno posto fronteiriço e portanto paragem obrigatória para quem precisa de carimbar o passaporte com a saída do Panamá.

Talvez para evitar que o barco fosse revistado pelos guardas fronteiriços, decidiram ancorar ao largo em vez de atracarmos no pequeno porto e deslocámo-nos, o dono do barco, o comandante e os três que iríamos sair do país, no pequeno bote a motor até à doca. Fomos recebidos por guardas fronteiriços fortemente armados e de mau humor que nos anunciaram que o posto de emigração já deveria estar fechado. Pela parte que lhes competia já tinham fechado os portões que separam a doca da aldeia. Atravessámos assim uma praia de pedras e um pequeno rio, com uma árvore caída a fazer de ponte, para chegarmos ao posto quando o homem se preparava para fechar. Sem contacto por internet tirou, com um telemóvel, fotografias aos nossos passaportes e subiu a um terraço onde apanhava sinal de rede para enviar por mensagem as fotografias para a sede, na capital, onde confirmariam a autorização para deixarmos o país. O Ryan chamou-me a atenção para o ar assustado do contrabandista de tabaco ao longo de toda a operação que parecia auto denunciar-se só olhando para a cara dele.
Partimos depois para a praia de La Miel, junto à fronteira com a Colômbia, destino final do barco.
Em La Miel o contrabandista tinha organizada a descarga das muitas caixas de cigarros para um grande armazém junto ao cais, pertencente ao fornecedor dos restaurantes da praia. No dia seguinte viriam três lanchas rápidas do porto de Turbo, na Colômbia, para recolherem o tabaco. Desembarcámos as motos e tratámos de negociar o seu transporte, em duas pequenas lanchas, para a vila de Capurganá, três ou quatro milhas à frente e já na Colômbia, onde desembarcam turistas vindos de mais a Sul, para visitarem a praia de La Miel e uma ou outra ilha por perto.
Instalámo-nos num pequeno Hostel e começamos a procurar alternativas de transporte por barco até Turbo, onde já há estrada e somos obrigados a parar para registar a entrada das motos na Colômbia. Não está fácil porque as lanchas privadas nos pedem uma fortuna para fazerem a viagem com as duas motos e acabaram por passar três dias até encontrarmos um barco de carga que as pudessem transportar por um valor razoável. O que vale é que o Hostel era simpático, em cima do mar, e a diária por pessoa o equivalente a pouco mais de cinco dólares.
Esta manhã fui ao cais, ainda não eram sete, esperar o barco de carga que chegaria de Sapzuro e poderia transportar as motos até Turbo. Chegou pelas oito e levei o capitão até ao Hostel para ver o tamanho das motos e acertarmos o preço do transporte. Partimos da parte da tarde.
Enquanto esperava no porto contaram-me as fofocas do dia. Nessa noite tinham sido presos vários emigrantes ilegais, provavelmente os africanos que tinham passado aqui pelo Hostel no dia anterior com os seus haveres embrulhados em sacos de plástico pretos, a forma que utilizam para atravessar os vários rios do percurso. Tinham sido capturados numa casa do alto da montanha, onde também descobriram droga e três colombianos envolvidos no seu transporte para o Panamá, para onde se preparavam para partir, através das montanhas da Darien Gap. A mulher do estalajadeiro contou-me ontem que o ano passado passavam aqui centenas de refugiados, na maioria africanos a caminho do Panamá. Chegavam em lanchas clandestinas, cobertos por grandes plásticos para os esconderem da guarda costeira e desembarcavam na praia, fazendo depois o trajecto a pé através das montanas, num percurso de seis dias que incluía a travessia de vários rios. A mulher contou-me que via mulheres com bebés ao colo e outras grávidas, percebendo que dificilmente conseguiriam aguentar as agruras da travessia praticamente sem comerem. Muitos ficaram pelo caminho.
 

OLIVEIRA QUER FORMAR CAMPEÕES

 

Miguel Oliveira a formar Campeões

 

No próximo dia 14 de Maio no KIA (Kartódromo internacional do Algarve) dá-se inicio à primeira prova do troféu escola Oliveira Cup.

O piloto Português Miguel Oliveira, atualmente a disputar o campeonato do Mundo de MotoGP na categoria de Moto2 com a equipa Red Bull KTM Ajo, iniciou um projeto escola de motociclismo que conta com 7 provas em toda a temporada. Este projeto tem como base encontrar novos talentos dos 10 aos 16 anos de idade, apoiado pelo Miguel Oliveira fan club, o clube oficial do piloto de Almada.

O Miguel Oliveira Fan Club tem como uma das missões organizar eventos relacionados com atividade do piloto, de forma a angariar fundos que permitam aos jovens evoluir numa carreira desportiva promissora no motociclismo. Para o efeito, o jovem de Almada aposta na venda do seu merchandise, onde os lucros das vendas são inteiramente direcionados para os jovens talentos, assim como na procura de patrocinadores e parceiros que façam deste projeto um sucesso.

 

Miguel Oliveira:

“Estou muito satisfeito com a concretização deste projeto. É uma oportunidade única para estes miúdos mostrarem todo o seu talento. Foi fundamental encontrar patrocinadores e parceiros que acreditem tanto ou mais do que nós neste projeto de iniciação à velocidade, e conseguimos.

Agora temos que continuar o trabalho que temos vindo a desenvolver com estes pilotos, que já se encontram num nível de pilotagem bastante satisfatório.”

 

Experiência adquirida, experiência partilhada. É desta forma que Paulo Oliveira, Pai, mentor e manager da carreira de Miguel Oliveira, explica.

 

“O processo de iniciação na velocidade tem cada vez mais um conceito diferente. Atualmente os jovens começam a praticar desporto motorizado cada vez mais cedo, e por esse motivo, é necessário criar as bases necessárias. Temos a experiência de sucesso com a carreira do Miguel e alguns campeonatos de referência, assim como a possibilidade de partilhar informação com formulas de sucesso como é o caso da Red Bull Rockies Cup. Acredito que a prazo, podemos fazer do campeonato Português um campeonato de referência, temos todas as condições para a prática da modalidade.”

 

Este é um projeto único e arrojado de formação em Portugal que conta com uma categoria Naked. Esta categoria direcionada a maiores de 16 anos sem limite de idade, permite que pais e filhos possam partilhar a pista no mesmo dia em categorias diferentes, servindo desta forma de incentivo para os mais jovens, replicando assim o inicio de carreira do piloto português, e quem sabe, encontrar o sucessor de Miguel Oliveira que também estará em pista a disputar esta categoria.

 

Em parceria com o Oliveira Cup, a Federação Nacional de Motociclismo dá também início ao projeto 2020, direcionado aos jovens a partir dos 7 anos de idade.

 

O próximo domingo será um dia bastante animado no Kartódromo Internacional do Algarve com 6 corridas divididas em 3 categorias e que se iniciam a partir das 11h55.AC29 Copy

 

TT NO BRASIL

 

Luiz Fernando Menuzzo (#2) é campeão e Fabrício Bianchini (#11) é vice-campeão na Production Aberta

O fim de semana, 6 e 7, terminou com pódio para a Bianchini Rally, após dois dias de disputas acirradas no Rally Cuesta Off-Road, disputado em Botucatu, no interior de São Paulo. A equipe participou com 11 pilotos da prova de rodada dupla. Luiz Fernando Menuzzo #2 (KTM EXC 500 Six Days) foi campeão e Fabrício Bianchini #11 (Husqvarna 501) vice-campeão na Production Aberta. Ainda na mesma categoria, Yuri Aizemberg #14 (KTM 530) garantiu a quinta colocação. E na Marathon, Marcos Baumgart #12 (KTM 450) também levou o seu troféu para casa, com a terceira posição, e André Guerra #18 (Husqvarna 450) finalizou em sétimo, na mesma categoria.

Diferentemente de sábado, o piso estava menos úmido, mas o percurso seguiu exigindo técnica e habilidade e não aliviou quanto a diversidade de terrenos, com terra, areia, pedras, lombadas, subidas e descidas de serra, em meio a uma área de reflorestamento de eucaliptos.

Bianchini fez um balanço positivo da participação na prova válida pelas 5ª e 6ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja. O piloto terminou entre os seis mais rápidos da geral, com o tempo acumulado de 5h34m26s, e saiu satisfeito com o desempenho da Husqvarna 501. "Essa é a segunda prova da temporada com a nova moto, que esteve perfeita e aguentou firme as variações de piso, trechos travados e é bem veloz e me diverti muito ", elogia Gaúcho, como é conhecido nos grids.

"O Menuzzo foi o mais rápido da Production nos dois dias e terminou em terceiro na geral e teve um aproveitamento exemplar. Todos trabalharam bem e estão de parabéns", ressalta Bianchini que além de competidor, comanda a equipe que dá apoio mecânico a motocicletas de vários pilotos ao longo da temporada. Mais um competidor do time garantiu um lugar ao pódio: Luiz Fernando Nutti #7 (KTM EXC 450) que classificou-se em segundo na Over 45.

No total, os competidores percorreram aproximadamente 402 quilômetros, em dois dias, sendo 330 de trechos cronometrados. A 11ª edição do Rally Cuesta Off-Road teve um grid de 27 motos, 6 quadriciclos, 39 UTVs e 17 carros e reuniu pilotos e navegadores de várias partes do país. Resultados completas de todas as categorias no www.rallycuestaoffroad.com.br. A próxima etapa será em São Manuel (SP), nos dias 15 e 16/7.

Mais informações sobre a equipe no site www.bianchinirally.com.br e na página da equipe no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, McDonald Pelz, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit, Arames Farpados e Husqvarna Brasil -Power Husky.

Resultado 2º dia - Rally Cuesta Off-Road (7/5)
Motos Geral

1) #36 Ricardo Martins, YZ450, (2)SPD,02h30min15
2) #1 Ramon Oliveira Sacilotti, KX 450F, Kawasaki Rally Team, (1)SPD, 2h31min52
3) #28 Luís Zapparoli, Kawasaki KLX 450, (1)MAR, 2h40min04
4) #2 Luiz Fernando Menuzzo, KTM EXC 500 Six Days, (1)PDA, 2h40min05
5) #38 Mario Marchiori, KTM 350 EXC-F, (1)Mar, 2h42min22
7) #11 Fabrício Bianchini, Husqvarna 501, (2) PDA, 2h45min34

Resultado Final (após dois dias) - Rally Cuesta Off-Road 2017
Motos Geral

1) #1 Ramon Oliveira Sacilotti, KX 450F, (1)SPD, 5h05min39
2) #36 Ricardo Martins, YZ450, (2)SPD, 5h06min58
3) #2 Luiz Fernando Menuzzo, KTM EXC 500 Six Days, 5h23min42 - Campeão Production Aberta
4) #29 Caie Matheus, CRF 250r, (3)SPD, 5h29min09
5) #38 Mario Marchiori, KTM 350 EXC-F, (1)Mar, 5h30min00
6) #11 Fabrício Bianchini, Husqvarna 501, 5h34m26 - Vice-Campeão Production Aberta
12) #12 Marcos Baumgart, KTM 450, (3) Marathon, 5h49min32
14) #7 Luiz Fernando Nutti, KTM EXC 450, (2) Over 45, 5h51m59
19) #18 André Guerra, Husqvarna 450, (7) Marathon, 6h28min25
24) #14 Yuri Aizemberg, KTM 530, (5) Production Aberta, 7h48min00

Calendário Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2017
1ª e 2ª etapas - 10 a 12/03 - Rally de Barretos
3ª e 4ª etapas - 25 e 26/03 - Rally da Ilha
5ª e 6ª etapas - 06 e 07/05 - Rally Cuesta Off Road
7ª e 8ª etapas - 15 e 16/07 - Rally de Inverno/São Manuel
9ª e 10ª etapas - 07 e 08/10 - Rally Serra Azul
11ª e 12ª etapas - 11 e 12/11 - Rally Rota Sudeste
13ª e 14ª etapas - 02 e 03/12 - Rally dos Amigos

 

TT NO BRASIL

 

Três pilotos da equipe terminam entre os cinco primeiros na categoria: Luiz Fernando Menuzzo em primeiro, Fabrício Bianchini em segundo e, em quinto, Yuri Aizemberg. O rali continua neste domingo

Válido pelas 5ª e 6ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, o primeiro dia do Rally Cuesta Off-Road agradou os pilotos de motos, que excepcionalmente neste sábado, largaram depois dos carros. A Bianchini Rally venceu na Production Aberta com o piloto Luiz Fernando Menuzzo #2 (2h43min36), que fez o terceiro tempo da geral. Em segundo na categoria, Fabrício Bianchini #11 que completou o trecho de 165 quilômetros de trechos cronometrados, em 2h48m52s, em sétimo na geral. Já Yuri Aizemberg #14 (KTM 530) fechou em quinto (3h00m28s) na categoria.

"Apesar da chuva do dia anterior, não havia tanta lama como imaginávamos, mas muita pedra solta, piso liso e trechos sinuosos, mas foi uma prova prazerosa. O resultado de hoje foi bem positivo, agora, amanhã tem mais", diz Menuzzo, que pilota uma KTM EXC 500 Six Days.

Para Bianchini, além do resultado pessoal, a satisfação de ver os demais pilotos do time completar o percurso, sem problemas, falou mais alto. "Estou bem satisfeito com a Husqvarna 501, o seu desempenho me surpreende a cada prova. A moto esteve perfeita e a prova foi sensacional. Agora, ver todos os pilotos da equipe completarem a Especial sem intercorrências foi melhor ainda", diz Gaúcho, como é conhecido no off-road, e tem uma trajetória de 25 anos nas motos.

Dos 27 pilotos inscritos na categoria motos do Rally Cuesta Off-Road, 11 são da Bianchini Rally. A equipe de Alphaville (Barueri/SP) trabalha há muitos anos com apoio mecânico e tem uma estrutura diferenciada, além de profissionais qualificados. Mais dois pilotos merecem destaque: na categoria Marathon, Marcos Baumgart #15 (KTM 450), que fez o quarto tempo (2h57m37s), e André Guerra #7 (Husqvarna 450) que classificou-se em quinto (3h19m36s).

Neste domingo, a largada começa mais cedo, a partir das 8h20, do Parque de Apoio, localizado no Shopping Botucatu. Os competidores de motos, quadriciclos, UTVs e carros percorrem a mesma Especial de 165 quilômetros, de um total de 201 do dia. A premiação está prevista para às 16 horas, no Hotel Primar Plaza.

Mais informações sobre a equipe no site www.bianchinirally.com.br e na página da equipe no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, McDonald Pelz, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit, Arames Farpados e Husqvarna Brasil -Power Husky.

Resultados Geral Motos/Quadris - Rally Cuesta Off-Road (1º dia - 6/5)
Dez primeiros

1) #1 Ramon Oliveira Sacilotti, KX 450F (1)SPD, 2h33m47s
2) #36 Ricardo Martins, YZ450, (2)SPD, 2h36m42s
3) #2 Luiz Fernando Menuzzo, KTM EXC 500 Six Days, (1)PDA, 2h43m36s
4) #29 Caie Matheus, CRF 250r, (3)SPD, 2h45m13s
5) #35 Milton Martens, Renegade 1000 XXC, (1) QUAD, 2h47m06s
6) #38 Mario Marchiori, KTM 350 EXC-F, (1)Mar, 2h47m37s
7) #11 Fabrício Bianchini, Husqvarna 501, (2) PDA, 2h48m52s
8) #9 João Paulo Martins, KTM 350, (3) PDA, 2h51m08s
9) #26 Cristiano Britto, KTM 350 XCF W, (1) O45, 2h53m41s
10) # 31 Jeremy Dubois, Yamaha YZF450R, (2) O45, 2h54m15s

Programação
Domingo, 7 de maio (2ª Prova)

8h20 - Saída em comboio todas as categorias do parque de apoio (Shopping Botucatu)
9h00 - Largada 1ª Moto na especial e na sequência as demais categorias
16h00 - Premiação (Shopping Botucatu)

Shopping Botucatu - Avenida Marginal Duzentos, 1050 - Vila Real/Botucatu - SP
Primar Plaza Hotel - Rua José Freire Villas Boas, 468 - Botucatu - SP

 

PORTUGAL DE LES A LES

 

Caravana gigantesca na maior maratona mototurística

enquanto se pensa no Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

 

Festa pronta… e a dobrar

 

Com lista de inscritos que, um mês antes do final da data, ultrapassou o limite previsto de 1500 participantes, o 19.º Portugal de Lés-a-Lés terá a maior caravana de sempre, fazendo da ligação de Vila Pouca de Aguiar a Faro uma festa gigantesca. As mudanças propostas pela Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal, nomeadamente a passagem de duas para três etapas mais o Passeio de Abertura, parecem ter sido de agrado geral, aumentando a adesão ao maior evento mototurístico da Europa.

Antes da publicação da listagem definitiva, com horas de partida para cada etapa bem como de apresentação nas Verificações Técnicas, a 14 de junho, em Vila Pouca de Aguiar, a lista de inscritos por ordem alfabética está já disponível no site da FMP (www.fmp-live.pt).

Em espaço mais amplo e funcional, as renovadas Verificações Técnicas vão proporcionar maior rapidez nos procedimentos, confirmações e entregas de material para que todos possam partir o mais cedo possível para o Passeio de Abertura. Arranque da mais extensa edição de sempre, na ligação de 1100 quilómetros entre Vila Pouca de Aguiar a Faro, com paragem no Fundão e Elvas, percorrendo, de 14 a 17 de junho, algumas das mais pitorescas estradas nacionais, regionais e municipais.

 

Já abriram inscrições para o Lés-a-Lés Off-Road

 

Mas, para os adeptos da condução em fora de estrada, sobretudo proprietários das maxi-trail, mas também das trail, enduristas ou rali-raid, a FMP propõe aventura mais radical, sob a forma do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Evento mototurístico (e não competitivo!) para descobrir alguns dos mais surpreendentes locais do País, de 20 a 23 de setembro, com 1000 quilómetros ao longo de três etapas, entre Boticas, Belmonte, Arraiolos e Lagoa, sempre com nível de dificuldade baixo e moderado. Face ao sucesso das duas anteriores edições, também o limite de 300 participantes deverá ser atingido bem antes da data limite para as inscrições, em curso até 31 de agosto no site www.les-a-les.pt.

 

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MOTOS - BRASIL

 

Emerson Loth “Bombadinho” abriu para 31 pontos a vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade para motocicletas. O resultado veio após o piloto do Team Rinaldi confirmar a segunda colocação nas disputas da quinta e da sexta etapas da competição, realizadas neste fim de semana (6 e 7) em Lavras, Minas Gerais.

O bicampeão nacional ficou satisfeito com o rendimento. “Foi como se eu tivesse vencido as etapas, porque o desempenho trouxe uma vantagem ainda maior na tabela. Estou muito animado para seguir na luta por mais um título, espero que tudo continue dentro dos planos”, explicou o piloto. Ele utilizou os pneus off-road Rinaldi SH31 e RW33 na motocicleta. O Team Rinaldi conquistou outros resultados importantes no fim de semana, confira:

Rally Cuesta Off-Road – O catarinense Ricardo Martins representou a equipe da fábrica gaúcha de pneus no Rally Cuesta Off-Road, em Botucatu (SP), e foi o vice-campeão das motocicletas. O evento fez parte do Brasileiro de Rally Baja. “O meu foco é o Brasileiro de Rally Cross Country, então decidi competir para treinar. A prova foi ótima e teve desafios variados, como areia, lama, pedra e erosões. Fiquei muito contente com o meu resultado”, comentou o piloto, que acelerou com os pneus HE42 e RMX35.

Copa EFX – Patrocinada pela Rinaldi, a Copa EFX de Enduro FIM movimentou a cidade de Ribeirão Pires (SP) para a segunda etapa do ano. Os pilotos da equipe Zanol Team Rinaldi ASW marcaram presença no pódio e contaram com os pneus SH31, HE40 e SR39 no desafio. Bruno Martins venceu a classe E4 e segue invicto, enquanto Bárbara Neves confirmou segundo lugar na Feminina. Vinícius da Silva “Musa” foi o quinto colocado da Elite.

Gaúcho de Motocross – A abertura do Campeonato Gaúcho de Motocross teve como palco a cidade de Tapejara (RS). Os irmãos Basso garantiram lugares no pódio com Lucas (2º da MX2), Mateus (3º da MXPró e 4º da MX2) e Maiara (3ª na Intermediária MX2 e 4ª na MX3), que competiu entre os homens. O jovem talento do Team Rinaldi Rafael Becker também fez bonito e confirmou terceiro lugar na 65cc e quarto na classe Júnior.

Sobre a Rinaldi – A Rinaldi iniciou as atividades em 1969 com 60 colaboradores e 15 mil m² de área fabril para produção de materiais de recauchutagem em Bento Gonçalves (RS). A empresa ampliou a produção com as câmaras de ar para as linhas automotiva, transporte e industrial na década de 80, além de introduzir a fabricação de pneus e câmaras de ar para as linhas de motocicletas, agrícola, industrial (não motorizada) e charretes.

A busca pela excelência refletiu em credibilidade no mercado e fortes parcerias. Muito mais que em espaço físico, com área fabril de 35 mil m², a Rinaldi cresceu na geração de empregos diretos, atualmente com 700 colaboradores, e conquistou reconhecimento no mercado.

A fábrica conta com a Certificação da Gestão de Qualidade ISO 9001 e com o aval do INMETRO nos seus produtos da linha de motocicletas. Na área ambiental, a empresa possui o Certificado de Destruição Térmica, por destinar 100% dos seus resíduos sólidos a uma cimenteira para geração de energia. Para conhecer os produtos da Rinaldi, acesse o site oficial.  

 

 


 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

NA LIGAÇÃO ENTRE O PANAMÁ E A COLOMBIA - AMERICA CENTRAL

 

 

Partimos depois para uma outra ilha, onde chegámos ao final da tarde. O sítio é tão recôndito que embora tenha um população de umas largas centenas de pessoas, não aparece no Google Maps, sinalizando como se estivéssemos em pleno oceano. Aqui atracámos ao lado de outro barco só para passar a noite pois nesta zona já é impossível navegar de noite. As ilhas estão perto da costa e há bancos de areia, que se conseguem distinguir à vista pelas movimentações do mar mas que mudam constantemente de posição e por isso nem o Índio que vai ao leme do barco, que conhece bem a zona, os distingue.

Largámos amarras às seis da manhã com um mar calmo e um nascer do sol maravilhoso sobre as pequenas ilhas de palmeiras que parecem montadas para bilhetes postais enquanto à direita temos a famosa faixa de Darien, uma das ultimas zonas inóspitas do globo, com montanhas cobertas de floresta virgem que são impossíveis de atravessar, não só pelas características do terreno como pelas tribos de Índios que as habitam há séculos e não gostam de visitas. Por isso e por medo que as guerrilhas colombianas passem para o Panamá, a estrada entre os dois países nunca foi construída.
Por vezes grupos de golfinhos acompanham o barco por uns minutos, ziguezagueando à frente da proa.
Às oito e meia da manhã chegámos a uma ilha maior e com mais habitantes onde descarregaríamos a maioria da mercadoria que o barco trazia, excepto as caixas de cigarros. Desde arroz e açúcar até milhares de garrafas de água e latas de refrigerantes.
Eu e o Ryan deixámos o barco, que ali passaria o dia a descarregar e partimos à procura de uma praia. Chegámos a uma pequena pista de aviação onde um grupo de locais discutia quem deveria embarcar no pequeno bimotor que partiria para a capital. O caminho para a principal praia era através da pista mas, com o avião prestes a partir, não nos deixaram utilizá-la e acabámos a tomar excelentes banhos numas rochas perto, em frente a um mar transparente de água quente. Fantástico.
As pessoas na ilha são muito simpáticas e as crianças ficam fascinadas connosco. Uma miúda de uns cinco ou seis anos agarrou-se a mim com um ar mesmo carinhoso.
Entretanto, nessa manhã, o preto mais novo, o tal que tinha estado sete anos preso por homicídio e que tinha um dos dentes da frente em ouro, veio dizer-me que estava apaixonado pelo Ryan. Nem contei ao miúdo porque acho que ele já não conseguiria dormir, mas desmanchei-me a rir perante o ar sério o preto.
Desde há dois dias que só tinha conseguido tomar banhos de mar, mas hoje, junto ao cais, encontramos finalmente um pequeno compartimento onde se tomava banho a entornar tijelas de água doce por cima.
Quando voltámos para o barco as botas de estimação do Ryan tinham desaparecido. O homem ficou possesso, gritando FUCK vezes sem conta, enquanto vasculhava tudo. Poderia ter sido um dos miúdos índios que ajudaram a descarregar o barco mas o mais natural era que tivesse sido algum membro da tripulação. O Canadiano anunciou que iria passar o resto da viagem a procurar as botas mas o processo foi encurtado quando o velho primo do criminoso me veio dizer que procurássemos no fosso da popa. O Ryan desceu ao fosso e, depois de tudo vasculhar, por entre a mercadoria que ainda por lá estava, encontrou as botas, embrulhadas em dois sacos de plástico. Só podia ter sido o primo, ex-condenado e apaixonado por ele, a roubá-las. Talvez para ficar com uma recordação.
Às seis da manhã o capitão colocou o motor a trabalhar para partirmos com o nascer o Sol, no ultimo dia de viagem, mas um minuto depois voltou a desliga-lo. Pelas sete da manhã levantei-me do “camarote”, por cima das caixas de cigarros, e desci ao cais ver o que se passava. Ainda havia mercadorias por descarregar pois os destinatários só naquela manhã tinham vindo, de outras pequenas ilhas, recolhe-las nas suas canoas. Lá descarregaram mais pacotes de açúcar e arroz assim como garrafas de água que pareciam não ter fim.
Partimos só pelas nove e meia da manhã, agora com mais umas pessoas a bordo. O miúdo mais novo, que tinha vindo connosco desde Colón tinha tido um qualquer conflito a bordo ou problema familiar em casa e já não embarcou, não fazendo ideia como terá voltado a Colón. Só dei pela sua falta duas horas depois e ninguém me soube explicar a razão com clareza. Em sua substituição vinham dois jovens Índios recolhidos naquela ilha, para além de um senhor que teria perto de setenta anos e me disseram ser um professor. O homem tinha metido conversa comigo na ilha por mais de uma vez e fiquei com a sensação que nunca teria saído do arquipélago, estando ao mesmo tempo fascinado e surpreendido com a dimensão do globo, sem ter a noção sequer das distancias. O Índio comerciante colocou uma cadeira de plástico a bordo onde o professor se pudesse sentar pois o barco nem no convés tinha bancos e nós sentávamo-nos muitas vezes por cima das amarras.
Seguimos viagem sempre perto da costa, com a exuberante floresta da Darien Gap à direita, e o barco ora a serpentear por entre ilhas de palmeiras, a maioria delas inabitada, e pequenas rochas traiçoeiras, por estarem meio encobertas, ora a navegar em mar mais aberto. A meio da tarde parámos noutra ilha apenas para desembarcar o professor na aldeia. O velho professor índio saltou energicamente do barco e despediu-se com um aceno.
 

PILOTOS PORTUGUESES EM DESTAQUE

  1. Primeira etapa do Merzouga (Dakar Series). Joaquim Rodrigues em 5º (tinha sido o mais rápido no Prólogo), Mário Patrão e António Maio no Top 13.

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

O mecânico lá veio por volta das quatro da tarde e, antes de anoitecer, tinha o barco a funcionar. O Arturo anunciou que tinha aproveitado o atraso para aceitar mais uma carga para as ilhas, esta de açúcar, de maneira que sairíamos só na manhã seguinte, por volta das onze, meio dia. Perguntei se eles não saberiam de um Hotel por perto onde pudéssemos ficar, em vez de passarmos mais uma noite no barco, sem acesso a duches, ou sequer casa de banho.

Indicaram-nos um, de meia estrela, perto e o Arturo deixou-nos lá, antes de partir, com a recomendação para que não saíssemos do Hotel à noite, que estava colocado no coração da bandidagem. Aliás a porta do Hotel era em grade de ferro, só aberta depois do recepcionista se certificar que eram clientes quem pretendia entrar. Uma raparia que apareceu às dez da noite para comprar uma coca cola ficou do lado de fora da porta enquanto o recepcionista a foi buscar.
Na manhã seguinte estávamos no porto pelas oito da manhã, prontos para carregar as motos, como nos tinham pedido mas, pouco depois anunciaram-nos que afinal só partiríamos às onze da noite, para chegarmos de dia à primeira ilha onde iriamos.
Entretanto o “velho” capitão tanto aparecia a dizer que vinha comandar o barco como anunciava que já não vinha. O problema parecia estar no facto de querermos sair a um Sábado quando, sendo o seu dia religioso, dizia não poder trabalhar, como adventista que era. Pôs-se então a hipótese de o barco só zarpar à meia noite, resolvendo o problema mas, se o homem já tinha dito não se recordar do caminho mesmo de dia, o que seria à noite? Por fim, o Arturo acabou por arranjar um substituto num Índio das ilhas e acabámos por só partir às duas da manhã.
A tripulação acabou assim por ficar composta por:
- O Arturo, Salvadorenho, dono do barco, que contou já ter estado envolvido no negócio de transporte em camiões mas agora estava dedicado aquele barco.
- O comandante, um Índio, nascido numa das ilhas de Carti, onde haveríamos de atracar.
- Um preto, dos seus trinta anos, originário de Isla Grande, uma pequena ilha perto de Puerto Lindo que me contou ter saído há poucos meses da prisão, onde tinha passado sete anos por homicídio à facada e que para além de marinheiro fazia de cozinheiro.
- Um primo dele, com cinquenta e muitos anos, simpático e brincalhão
- Um miúdo, neto do comandante que acabou por não embarcar, de Colón, que teria uns 15 anos
- Um mecânico, sexagenário, discreto e simpático, que já tinha trabalhado na Alemanha, Holanda e Nova Zelândia e falava inglês.
- O traficante de tabaco, Colombiano, de Cartagena.
- O Ryan, um Canadiano que conheci em Portobelo também à procura de transporte para a sua moto, e eu.
Ainda bem que o velho comandante não embarcou porque o mar estava feio. Talvez devido à ventania que soprara nesse dia, mal deixámos o Canal enfrentámos um mar muito revolto, com ondas de três ou quatro metros. O Nautilus abanava e só se conseguia andar de um lado para o outro do barco com muita dificuldade. Sem camas onde dormirmos, pois só havia duas para a tripulação se revezar, eu e o Ryan, assim como o traficante de tabaco, deitámo-nos com os colchões de campismo, por cima das caixas do tabaco, com uma altura para o tecto da zona de carga a uns 50 cm. Eu fiquei com os pés à altura de uma janela que, no Nautilus, não têm vidros nem portadas. O meu medo era se enquanto dormisse, uma onda maior me fizesse escorregar janela fora. Fiz a primeira parte da viagem na cabine do comandante, sem conseguir dormir, devido ao abanar do barco e ao barulho ensurdecedor do velho motor diesel mas, passadas umas horas, o cansaço levou-me até ao meu “camarote” e acabei por adormecer. A hora de chegada à primeira ilha de San Blas estava prevista para as dez da manhã mas, com aquele mar a dificultar o avanço, acabámos por só chegar às três da tarde. As ilhas San Blas são fabulosas porque são ilhas Caribenhas que não estão exploradas turisticamente penso que por pressão os Índios que querem que se mantenham nesta forma selvagem. Os únicos que lá chegam são pequenos iates à vela. Como o arquipélago é composto por 370 ilhas, muitas delas são desertas. Parámos primeiro numa onde somos obrigados a registar a nossa chegada ao arquipélago e depois avançámos mais umas duas horas para atracarmos numa de três ilhas que fazem parte da pequena cidade de Carti ,no continente. Estas são povoadas por indígenas com as mulheres a manterem os seus trajes tradicionais seculares.
No cais, a família do capitão Índio, mulher e duas filhas de uns quatro e cinco anos, esperavam-no numa pequena canoa cavada de um tronco de árvore, onde partiu a remar, passar a noite a casa, numa ilha vizinha.
Entretanto o Arturo, talvez para os negócios dos transportes duvidosos lhe correrem bem, de cada vez que estamos a chegar a uma ilha, vai para a proa do barco, benze-se e reza um minuto ou dois.
Passámos ali a noite, a bordo. No dia seguinte acordámos debaixo de um sol radioso e mar calmo, fazendo uma viagem linda através das ilhas.
Na primeira ilha onde parámos nesse dia descarregámos apenas uns painéis de contraplacado de uns três metros por dois, um frigorifico, uma arca congeladora e um pequeno forno eléctrico. Uma mulher esperava no porto pela mercadoria, com dois carregadores. Fiquei com a ideia que aquilo que trazíamos era tudo o que tinha para montar um restaurante. Olhou para os painéis com um ar triste. Parecia não serem nada do que estava à espera, duvidando que aquele material fizesse boas paredes para o seu novo estabelecimento.

Colón 4


Fomos ver como estava a avançar a reparação mecânica do barco. A caixa de velocidades estava fora do sítio, desarmada e o homem estava em vias de também retirar o enorme volante do motor V12 Diesel, pois tinha chegado à conclusão que o problema eram umas passagens de óleo entupidas no volante. Parecia estar ali um trabalho ainda para várias horas. Às tantas ele largou o volante do motor e voltou a montar a caixa para, já noite dentro, chegar à conclusão que teria que substituir o volante do motor. Saiu pelas nove da noite e não regressou, para desespero do Arturo.
Entretanto, um homem que por ali estava apresentou-se como o dono da carga de tabaco e que ele próprio também iria viajar connosco.
- É Colômbiano?
- Sim.
- E o tabaco vai para lá?
- Não. Vou carregá-lo em lanchas na fronteira para depois o levar para a costa da Colômbia onde me esperam camiões para transportarem a carga para o Equador.
“Isso não faz sentido nenhum”, disse-me o Canadiano quando lhe contei a história. “Se ele vai para o Equador sairia certamente muito mais barato colocar a carga num contentor e enviá-la por cargueiro através do canal para a costa do Pacífico”.
Enquanto estávamos por ali, durante a tarde e início da noite, íamos de vez em quando a um bar da esquina, que tinha a música a uma altura ensurdecedora, comprar cervejas.
Numa das vezes que lá fui pus-me a dançar com a animada dona, uma mulher de uns 130 Kg , cabelo pintado de loiro, que achou muito divertido. Noutra dessas idas ao bar, o homem do tabaco ofereceu-me uma cerveja. Ele próprio já tinha bebido umas poucas e contou-me a verdadeira história do transporte. Era contrabandista e por isso levava o tabaco para a Colômbia naquele barco.
- Depois tenho três lanchas rápidas que o levam através da fronteira. Se quiser posso levar as motos.
- E os guardas não o chateiam?
- Não. Eu pago-lhes. Hoje em dia já não me deixam é trazer Coca, que era muito mais rentável.
- Mesmo assim acho que é preferível levarmos as motos numa outra lancha.
Com as motos no interior do porto, o portão fechado a cadeado pelo homem da alfandega e sem Hoteis por perto (não vi um único em Colón), tivemos que dormir no barco, em cima de uns colchões sebentos colocados sobre uns beliches. Dormi vestido, com o blusão a fazer de almofada. Surpreendentemente até dormi bastante bem e, na manhã seguinte, só acordei às oito da manhã. Perguntei pelo mecânico mas informaram-me que teria outros trabalhos e só regressava da parte da tarde. Era sexta feira santa e tudo parecia estar fechado excepto uma ou outra lojas chinesas de maneira que tomámos um pequeno almoço de bolachas e iogurte que tínhamos comprado no dia anterior. Apanhámos um táxi até um Sopping Center fora da cidade mas só o supermercado estava aberto de maneira que acabámos a ver a internet à porta da Pizza Hut onde tinha estado uns dias antes. Voltámos pelas onze da manhã ao nosso porto e por ali ficámos, a ler e escrever.
Pelas duas e meia da tarde saímos a pé à procura de um sítio para comer alguma coisa. Dois polícias, que tentavam resolver um desentendimento local, quando nos viram disseram-nos que era muito perigoso andarmos ali sozinhos e chamaram dois colegas em bicicleta que nos acompanharam até um Kentucky Fried Chicken que havia por perto e estava aberto.
Antes de lá sair coloquei a maior parte do dinheiro nas cuecas e voltámos a pé para o porto, sem problemas.
O mecânico que seguiu connosco no barco contou-me mais tarde que, naquele dia, tinham morto dois miúdos naquela rua, por desentendimentos sobre controlo de zonas da cidade, principalmente no comércio de droga.
- Já não nos impressiona. É um problema quase diário, disse.
 

MIGUEL OLIVEIRA COM MAIS UM PÓDIO

MIGUEL OLIVEIRA  COM MAIS UM PÓDIO

 

 

Mais um pódio português. Terceiro no Moto2 em Jerez. Terceiro no Mundial.
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar!

 

MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki Racing Team marca pontos na abertura do Arena Cross 2017

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Marcello “Ratinho” Lima #5
Tiago Lopes / VGCOM

- O final de semana prometia disputas emocionantes. Com temperatura desfavorável durante toda a semana, a primeira etapa da temporada 2017 do Arena Cross foi castigada com a chuva. Ao final da noite, apenas a prova das 50cc, os dois Desafios 1x1 e a primeira bateria da categoria PRO foram concluídas. O show de Freestyle e a segunda bateria da PRO foram adiadas pela segurança dos participantes.  

Os irmãos Lima, pilotos da EMG Racing Kawasaki, estiveram presentes e mesmo com toda a dificuldade da pista conseguiram se recuperar e marcaram pontos importantes para o decorrer da temporada do Arena! 

“Larguei em terceiro lugar, mas devido as condições da pista cai na primeira reta de saltos. Daí em diante tive que buscar a recuperação, mas acho que fiz uma boa prova. Agora é voltar para casa e focar nos treinos para melhorar nas próximas etapas”, disse “Dudu” Lima #2 – 8º lugar na MXPRÓ. 

“Tive uma péssima largada, me choquei com outros pilotos saindo fora da pista, cai e a moto acabou apagando o motor, voltei para a prova em último e me recuperei até o 6º lugar chegando a brigar com o 5º. Infelizmente não tivemos a segunda bateria devido as condições da pista com a garoa que caiu a noite toda, mas é isso, o campeonato está apenas começando e temos chances de melhorar no ranking até o final. Obrigado a Kawasaki Brasil e a todos nossos patrocinadores e fãs", comentou Marcello “Ratinho” Lima #5, que ficou com o 6º lugar na prova.

O próximo desafio dos atletas da Kawasaki Racing Team é a abertura do Campeonato Brasileiro de Motocross Pró, dias 03 e 04 de junho, em Cornélio Procópio no Paraná!

 


Marcello “Ratinho” Lima #5
 

MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki impera sozinha na Holanda e vence as quatro categorias do Mundial de SBK

Categoria SuperSport e 300 também conquistaram pódio

 

A Kawasaki conseguiu um feito inigualável na 4ª etapa do Mundial de SuperBike, rodada realizada na Holanda, nos dias 28, 29 e 30 de abril no TT Circuito de Assen. A escuderia japonesa obteve um excelente desempenho e garantiu a vitória em todas as quatro categorias disputadas.

Pela elite da motovelocidade mundial, o atual bicampeão Jonathan Rea (#1), da equipe Kawasaki Racing Team, venceu as duas baterias disputadas em solo holandês e se consolidou na liderança da tabela classificatória da categoria World SuperBike com 195 pontos.

E no embalo dos bons resultados do norte-irlandês no Circuito de Assen, a Kawasaki colocou mais três pilotos no lugar mais alto do pódio. Pela categoria World SuperSport 600, o turco Kenan Sofuo?lu (#1), da equipe Kawasaki Puccetti Racing, alcançou sua primeira vitória nesta temporada e saltou para a 9ª posição no classificatório geral. O piloto, no comando de sua Kawasaki ZX-6R, realizou uma grande corrida na Holanda e encerrou a prova com quase três segundos de vantagem para os adversários.

Já na categoria Superstock 1000, o também turco Toprak Razgatl?o?lu (#54), da Kawasaki Puccetti Racing, foi o mais rápido e pôs sua Kawasaki ZX-10R no topo do pódio. O piloto assumiu a dianteira logo após a largada da prova e travou uma batalha pela liderança com Michael Rinaldi, da Ducati. Os dois seguiram num ritmo intenso e Razgatl?o?lu acabou vencendo com pouco mais de um segundo de vantagem. Com o resultado, o turco ocupa a vice-liderança do campeonato com 38 pontos.

E para encerrar da melhor forma possível a etapa da Holanda, a Kawasaki faturou mais uma vitória com Scott Deroue (#75), da equipe MTM HS Kawasaki, pela categoria World SuperSport 300. O piloto holandês acelerou forte sua Ninja 300 e cruzou a linha de chegada em primeiro, apenas um décimo de segundo à frente de Glenn Van Straalen, da Honda. Com essa vitória, Deroue segue líder absoluto da categoria com 50 pontos conquistados.

Após este excelente resultado nas quatro categorias do Mundial de SuperBike, a Kawasaki se prepara para a 5ª etapa, rodada que será realizada na Itália, em Ímola, nos dias 12, 13 e 14 de maio no Autódromo Enzo e Dino Ferrari. 

 

TT NO BRASIL

Rally Cuesta Off-Road será no próximo final de semana em Botucatu

Evento testará a qualidade e capacidade de pilotos e navegadores, em dois dias de disputas. O certame somará pontos para os Campeonatos Brasileiro Cross Country e Baja das modalidades motos, quadriciclos, UTVs e carros

Faltam poucos dias para que a emoção e a adrenalina venham à tona para os competidores que desbravarão aproximadamente 420 quilômetros na região de Botucatu (SP) programados para a 11ª edição do Rally Cuesta Off Road, prova de velocidade na modalidade Baja e Cross Country para motos, quadriciclos e UTVs.

As atividades terão início na próxima sexta-feira, dia 05 de maio, com vistorias técnicas a partir das 9 horas no parque de apoio que estará montado no Shopping Botucatu. O briefing será no Hotel Primar às 20 horas. Já no sábado e domingo, 06 e 07, acontecem as disputas da 5ª e 6ª etapas do campeonato.

O Rally Cuesta está inserido no calendário oficial de eventos de Botucatu. "É de muita importância para a cidade, pois além de trazer divisas para Botucatu, ocupando a rede hoteleira, movimentando bares, restaurantes postos de gasolina e afins. Também colabora para que o codinome "terra da aventura", se torne cada vez mais uma marca registrada de Botucatu. Sem contar com a divulgação na mídia a nível nacional, colocando nossa cidade em evidência no segmento!", declara Guto Tecchio, Secretário Adjunto de Turismo de Botucatu.

"No próximo final de semana, não teremos nenhum outro evento esportivo all door na cidade. Sendo que tivemos nos dias 29 e 30 de abril festival de paraglider com mais de 70 pilotos colorindo o céu de Botucatu e nos dias 13 e 14 de maio, acontece a Corrida Cross e de Montanha Explore. Portanto, serão três finais de semana consecutivos de atrações para os munícipes e visitantes que por aqui passam", salienta Tecchio.

O 11º Rally Cuesta Off-Road passará pela Serra da Cuesta e propriedades de reflorestamento de eucalipto, em especiais cronometradas de 210 quilômetros no sábado e domingo. O terreno apresentará grande variedade de obstáculos, com pedras, lombadas, poças, areia, terra vermelha, grama, além de subidas e descidas.

Credenciamento de Imprensa
O credenciamento de imprensa para o Rally Cuesta Off-road pode ser feito através do Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . Os interessados devem enviar o nome do veículo e os dados completos do jornalista, cinegrafista e/ou fotógrafo.

O 11º Rally Cuesta Off-road é uma realização da Prefeitura Municipal de Botucatu e organização da Arena Promoções e Eventos. Tem patrocínio de Cam-Am e, apoio, do Divino Fogão, Bike Box, Shopping Botucatu, Penna Off-road e Primar Hotel. Supervisão da CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo, da CBM - Confederação Brasileira de Motociclismo e da FASP - Federação Paulista de Automobilismo.

Para confirmar inscrição acesse www.rallycuestaoffroad.com.br.

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira, 05 de maio
13h30 às 19h00 - Secretaria de Prova
Local: Shopping Botucatu
Avenida Marginal Duzentos, 1050 - Vila Real

13h30 às 18h00 - Vistorias CBM: Motos, Quadris e UTV / Vistoria CBA: Carros
Local: Shopping Botucatu - Parque de apoio
19h30 - Briefing e lançamento do Evento (Moto, Quadri e UTV) - Primar Plaza Hotel (Jantar Opcional)
20h00 - Briefing e lançamento do Evento (Carros) - Primar Plaza Hotel (Jantar Opcional)

Sábado, 06 de maio (1ª Prova)
07h00 às 7h30 - Secretaria de Prova (Shopping Botucatu)
07h00 às 7h30 - Vistoria motos, quadris, UTVs (Shopping Botucatu)
09h20 - Saída em comboio todas as categorias do parque de apoio (Shopping Botucatu)
10h00 - Largada 1º Carro na especial e na sequência demais categorias
19h30 - Briefing motos e quadriciclos (Primar Plaza Hotel - Jantar opcional)
20h00 - Briefing - carros (Primar Plaza Hotel - Jantar opcional)

Domingo, 07 de maio (2ª Prova)
08h20 - Saída em comboio todas as categorias do parque de apoio (Shopping Botucatu)
09h00 - Largada 1ª Moto na especial e na sequência demais categorias
16h00 - Premiação (Shopping Botucatu)

Ficha técnica Rally Cuesta Off-road
Di- 18,82 km
Te- 164,66 km
Df- 17,52 km
Total - 201 km por dia de prova

Hotel Oficial:
Primar Plaza Hotel
Rua José Freire Villas Boas, 468 - Botucatu - SP
Fone/Fax: (14) 3815-3177

Rally Cuesta Off-road (Luciano Santos/DFotos)


Alta  | Web

Rally Cuesta Off-road (Doni Castilho/DFotos)


Alta  | Web

Rally Cuesta Off-road (Luciano Santos/DFotos)


Alta  | Web

Rally Cuesta Off-road (Doni Castilho/DFotos)


Alta  | Web
 


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MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki faz rodada perfeita na Holanda e crava dobradinha nas duas corridas

 

 Em uma etapa praticamente perfeita, a Kawasaki Racing Team obteve o melhor resultado possível na rodada da Holanda do Mundial de SuperBike, prova realizada nos dias 28, 29 e 30 de abril no TT Circuito de Assen. Pela primeira vez na temporada 2017, a escuderia japonesa colocou suas duas Ninjas ZX-10RR nas posições mais altas do pódio nas duas baterias disputadas. Jonathan Rea (#1) venceu as corridas e se consolidou na liderança da competição. O atual campeão Mundial alcançou sua sétima vitória neste ano - dentre as oito corridas realizadas -  e comemorou a sua 200ª corrida no campeonato. Seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), também obteve um grande desempenho em solo holandês. O piloto britânico faturou dois segundos lugares e chegou a brigar pela vitória em uma das provas.

Com os resultados da 4ª etapa do campeonato, Jonathan Rea ampliou para 64 pontos a sua vantagem na liderança e agora soma 195 pontos na tabela classificatória. Já Tom Sykes ocupa a segunda posição com 131 pontos e mantém o domínio da equipe Kawasaki nesta temporada do Mundial.

A rodada da Holanda veio para confirmar o excelente desempenho da Kawasaki Ninja ZX-10RR nas pistas este ano. Ainda nos treinos classificatórios, a equipe japonesa abriu uma ampla margem sobre os times rivais. Rea garantiu a pole position com o excelente tempo de 1m33s505, e Sykes levou a segunda marca no grid com a volta de 1m33s715 ? sete décimos mais rápido que os adversários. 

Apesar do bom desempenho da Kawasaki, a vitória não foi fácil na primeira corrida. Jonathan Rea perdeu a posição ainda na primeira volta e seguiu na vice-liderança ao longo de quase toda a prova. Chaz Davies (#7), da Ducati, tomou a dianteira e manteve a posição por 19 voltas consecutivas. Porém, o piloto inglês acabou enfrentando problemas mecânicos com sua moto e precisou recolher aos boxes restando apenas duas voltas para a bandeirada. Com isso, o caminho ficou aberto para Rea cruzar a linha de chegada em primeiro. Tom Sykes, que manteve a terceira posição ao longo de toda a prova, também se beneficiou da quebra do adversário e assim faturou o segundo lugar no pódio.

Já na segunda corrida, os pilotos da Kawasaki assumiram a dianteira na primeira metade da prova e mantiveram as posições até o final. Rea liderou praticamente de ponta a ponta. Na terceira volta, o atual campeão pulou para a dianteira e imprimiu um ritmo intenso, cravando consecutivas marcas na casa de 1m35s. Sykes seguiu o mesmo caminho e, após algumas ultrapassagens, firmou-se na segunda posição.

Logo se desenhou a primeira briga entre os dois companheiros da Kawasaki por uma vitória nesta temporada. Enquanto Rea lidava com alguns desajustes em seu equipamento durante a segunda metade da corrida, Sykes mantinha um ritmo forte após encontrar o melhor set-up de sua moto neste ano. E essa briga seguiu até os instantes finais. Rea vinha na frente enquanto Sykes diminuía a vantagem do companheiro de equipe e adversário. Na volta final a diferença já estava na casa dos centésimos. Quase que lado a lado, os dois pilotos completaram as últimas curvas e Rea recebeu a bandeirada em primeiro, 25 milésimos à frente de Sykes, que ficou com o segundo lugar.

?Foi um final de prova muito apertado e tenho que agradecer ao público, meus fãs e toda a equipe por serem compreensivos sobre minha condição física. Ontem [sábado, 29] tivemos uma corrida aceitável, mas hoje [domingo] nós buscamos o set-up ideal da moto até 30 minutos antes da largada. Senti que tínhamos uma configuração muito boa e que podíamos vencer. Só não tive a moto no lugar certo e na hora certa. Por esse motivo não obtivemos a vitória. Mas considerando onde eu estava no início da semana da corrida, se alguém tivesse me dito que eu teria dois segundos lugares em Assen, provavelmente, eu duvidaria?, declarou Sykes.

Já o atual campeão e líder absoluto desta temporada, Jonathan Rea, comemorou os resultados alcançados na Holanda:

?Este foi um final de semana incrível. Fiquei especialmente feliz com a SuperPole, porque a volta que fiz foi talvez a melhor volta que já tenha feito. É claro que as vitórias nas duas corridas foram muito boas para o campeonato. Hoje [domingo, 30] foi uma prova de duas metades para mim. Na primeira, corri duro até que eu recebi um alerta da moto. Então, na parte seguinte, gerenciei o restante da prova para trazê-la de volta para casa?, comentou Rea.

Na disputa entre fabricantes, a Kawasaki ampliou ainda mais sua vantagem na liderança após a realização da 4ª rodada do Mundial de SBK. A escuderia japonesa soma 195 pontos no classificatório, 42 pontos à frente da equipe Ducati, sua principal adversária. Agora o campeonato segue para a Itália, em Ímola, onde será realizada a 5ª etapa do Mundial no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, nos dias 12, 13 e 14 de maio. 

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

Ontem voltei à “selva” de Colón ver se percebia como estava a situação do barco. O guarda já me deixa passar o portão e ir até ao barco, que continua atracado no mesmo sítio, começando a parecer fazer parte do porto. O velho comandante convidou-me a subir a bordo para me dar mais explicações sobre a demora em partirmos. O seu posto de pilotagem/camarote não terá mais de dois metros quadrados com uma cama sebenta na parte de trás e um leme em ferro com o aspecto de já ter atravessado muitos oceanos enquanto a porta em madeira está a desfazer-se de podre. Estavam a carregar enormes caixas com Tabaco e disse-me que ainda esperavam outra carga para aquele dia ou a manhã seguinte, antes de podermos partir.

- Então partimos depois de amanhã?
- Sim. Em princípio.
Pediu-me se pagava já a viagem mas disse-lhe que só quando visse a moto ser carregada.
Quando chegava de volta ao Hostel parou ao meu lado um miúdo Canadiano que viajava numa velha Suzuki 350. Procurava também transporte para a Colômbia e sugeri que se juntasse a nós no barco, que um dia partiria. Ele achou boa ideia porque a alternativa que tinha era um veleiro que sairia dentro de dez dias e bastante mais caro.
Os dias vão passando sem que a situação se resolva. Quando acordo costumo dar um mergulho aqui ao lado do Hostel, nas águas mornas deste lado do Atlântico, antes de tomar um duche frio. As manas Venezuelanas só chegam às dez e meia para me tratarem do pequeno almoço de ovos estrelados ou panqueca com banana. Depois, dou um passeio de moto pelas redondezas. Um dia aluguei um pequeno barco a motor para me levar a umas praias desertas do outro lado da baía.
Vou falando ao telefone com o dono do barco. O problema agora, quando tudo parecia pronto para partirmos, foi a transmissão, que cedeu. O Arturo explicou-me que tinha mandado colocar uma caixa de velocidades reconstruída mas, quando a foram experimentar, o barco só andava para trás. O mecânico talvez resolvesse o problema durante esse dia.
Sem conseguir voltar a falar com ele no dia seguinte colocámos as bagagens nas motos, eu e o pacato Canadiano, e decidimos voltar a Colón para tentar apanhar aquele barco ou outro que pudesse estar no Porto.
Chegámos pelas onze e meia da manhã. O velho capitão tinha saído mas disseram-nos que voltaria dentro em pouco. Chegou pouco depois com o Arturo, dono do barco. Disseram-nos que o mecânico estava a trabalhar no barco e que tudo deveria estar pronto para sairmos essa noite, ou na madrugada do dia seguinte.
Entretanto, na alfandega do porto tinha mudado o responsável e este disse-nos que não nos poderia carimbar o passaporte e tratar dos papéis das motos ali. Teríamos que ir até aos escritórios centrais da alfandega na cidade, mas que, por ser quinta feira da semana santa, fechavam ao meio dia e só reabririam na segunda feira seguinte. O Arturo propôs levar-nos lá de carro. Pelo caminho ligou a este tipo da alfandega do porto a pedir-lhe que esperasse pelo nosso regresso pois ele também queria fechar a alfandega e o portão de entrada no porto, para sair de fim de semana, com as motos ainda do lado de fora.
Já apanhámos a responsável da alfandega central a almoçar numa roulotte, fora do local de trabalho, e disse ser impossível lá voltar para tratar dos nossos papéis. Só segunda feira, informou.
Decidimos então que partiríamos sem tratarmos dos papéis, com a ideia de carimbarmos os passaportes no porto junto à fronteira com a Colômbia, onde o barco atracaria. O homem da alfandega do porto cobrou-nos 30 dólares por o termos feito esperar mas deixou-nos passar as motos para dentro do porto antes de o fechar a cadeado e partir até segunda feira. Já não tínhamos alternativa senão esperar por ali que conseguissem reparar o barco.
 

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Visitantes poderão se aventurar em saltos de tirolesa durante o Motorcycle Rock Limeira

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Motorcycle Rock Limeira 2016
Guilherme Brito / VGCOM

– Nesta semana iniciam as atividades do Motorcycle Rock Limeira, e o mais tradicional evento de motos do interior de São Paulo terá uma programação repleta de shows musicais e um ambiente com diversão garantida. Além de ser um espaço para aficionados por motos, a edição 2017 terá atividades para toda a família e, em especial, aos amantes dos esportes radicais.

Durante o evento, que será realizado nos dias 4, 5, 6 e 7 de maio no Horto Florestal de Limeira, os visitantes poderão se aventurar em um salto de tirolesa. Ao todo, o percurso terá 140 metros de extensão, no qual a pessoa percorrerá essa distância sentada em uma cadeirinha presa por cabos de aço a quase quatro metros do chão. Da plataforma de salto até a de chegada, o aventureiro ficará suspenso no ar por cerca de 30 segundos e poderá atingir até 35 quilômetros por hora na descida, ou seja, quase 10 metros por segundo.

A atividade será aberta a todos os visitantes, independente de idade, altura e peso, e tudo será feito com muita segurança. Antes de subir na plataforma de salto, ainda no chão, a pessoa receberá todas as instruções básicas de como proceder e também os equipamentos de proteção – entre eles a polia, mosquetão, fita tubular e capacete. Ao menos três profissionais capacitados acompanharão todo o processo, desde o salto até a chegada.

A abertura do Motorcycle Rock Limeira ocorre nesta quinta-feira (4) e terá entrada gratuita. Já nos dias seguintes, o ingresso custará R$ 10,00 por pessoa. Outra opção é adquirir um pacote para os três dias pelo valor de R$ 20,00. Com uma programação bastante intensa e diversificada, que inclui mais de 15 shows de bandas de rock, saltos e manobras de Motocross Freestyle e uma infraestrutura completa de lazer, a organização do evento espera bater seu recorde de público e receber cerca de 60 mil visitantes ao longo dos quatro dias de evento.

Confira abaixo a programação completa de shows da edição 2017 do Motorcycle Rock Limeira:

Quinta-feira (4)

Abertura às 19h. Entrada Franca.

21h: O Rappa (cover)

23h: Eu, a Véia e os Caras

Sexta-feira (5)

Abertura às 18h. Entrada R$ 10,00.

20h: Guns N’ Roses (cover)

22h: AC/DC (cover)

00h: Kiss (cover)

Sábado (6)

Abertura às 12h. Entrada R$ 10,00.

12h: Desmo Band

16h: Evil Barbecue

18h: System of a Down & Linkin Park (cover)

20h: Aerosmith (cover)

22h: Freestyle Motocross

22h30: Queen (cover)

00h30: Ozzy Osbourne (cover)

Domingo (7)

Abertura às 10h. Entrada R$ 10,00.

11h: Dirtymad

13h: Creedence (cover)

15h: Freestyle Motocross

17h: Laranja Oliva

19h: Legião Urbana (cover)

SERVIÇO

Motorcycle Rock Limeira

Quando: dias 4, 5, 6 e 7 de maio de 2017;

Onde: Horto Florestal de Limeira;

Endereço: Via Prefeito Jurandyr Paixão de Campos Freire, km 4, s/n - Tatu, Limeira (SP)

Entrada: R$ 10,00. Pacote nos três dias R$ 20. Quinta-feira a entrada é liberada

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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AINDA NO PANAMÁ

 

 

 

O comandante acabou por chegar mais cedo do que estava previsto. Não era o homem com quem tinha estado no dia anterior. Este tinha os seus oitenta anos, ar de velho lobo do mar e insistiu em falar inglês comigo, embora o seu inglês fosse terrível. Era simpático e acabei por ter que voltar a negociar o preço do transporte que ficou, desta vez, em 240 dólares com a alimentação. Num intervalo da nossa conversa falou com o capitão de outro barco e ouvi-o dizer que já não se lembrava do percurso para a Colômbia, como se estivessem a falar de um percurso por estrada. Adicionado ao facto de o homem ter vindo de rezar durante três horas achei que me estava a colocar numa situação verdadeiramente desconfortável. Será que estes homens, em pleno século XXI, ainda navegam à vista nestas carcaças flutuantes?

Finalmente disse-me que ainda teríamos que falar com o dono do barco quando eu não fazia ideia que existia um “dono do barco”. Lá fomos ter com ele, que falava em voz baixa, com um outro elemento da tripulação. Era um rapaz novo, dos seus trinta e poucos anos, todo vestido de branco, incluindo o boné. Tinha uma barba com o corte ajustado a três ou quatro dias e um ar de “dealer” indisfarçável. O que vale é que o transporte que eu precisava era no sentido contrario ao movimento da droga.
O rapaz achou divertida a ideia de transportar a moto e nem quis saber o preço negociado entre mim e o capitão, como sendo um pormenor sem importância, uma atitude que não parecia coincidir com a qualidade do barco, a cair de podre.
Despedi-me do velho comandante com Alzheimer, que insistia em falar inglês comigo, não sei se para impressionar o pessoal, e parti de regresso ao meu Hostel de Portobelo onde as irmãs Venezuelanas me receberam de volta de braços abertos. Uma delas ficara muito impressionada por me ouvir falar francês com o patrão Vietnamita e inglês com outros clientes de maneira que agora me pede que a acompanhe junto dos clientes estrangeiros que vêm almoçar, para que traduza o menu. Já faço parte da mobília.
Dois dias antes tinha lá aterrado um casal de miúdos americanos, nos seus trintas, muito simpáticos, que vinham cada um na sua moto e tinham saído dos Estados Unidos há seis meses numa viagem que incluiu um estoiro do rapaz no México, quando bateu de frente contra um carro à saída de uma curva, deslocando um ombro, o que os obrigou a pararem um mês. Tinha estado um par de horas à conversa com eles e acabámos por jantar juntos. Tinham marcado um barco à vela com antecedência para transportarem as suas motos para a Colômbia, mas, mesmo sendo pequenas, custou-lhes mais de mil dólares a cada um. Gostei imenso dos miúdos.
A pequena vila e baía de Portobelo foi muito importante no tempo dos colonizadores espanhóis, que aqui guardavam o ouro que recolhiam nas minas da América do Sul antes de o enviarem para Espanha. Por isso tinha um forte de cada lado da vila, de que hoje restam ruinas. Eram constantemente atacados, não só por piratas como pelos ingleses. O famoso Francis Drake, navegador, pirata e amante da rainha, acabou por morrer nesta baía e o seu corpo atirado ao mar, anos mais tarde dando nome à pequena ilha em frente do Hostel.
Há uns dias conheci aqui um português muito interessante. O Rui veio para Portobelo há uns anos montar uma pequena ONG que é, principalmente, uma escola de música gratuita para miúdos locais a que ele chamou “La Escuelita del Ritmo”. Tem tido imenso sucesso. Começou por ser contratado por uma família rica espanhola, que aqui tem casa, para montar este projecto e mais tarde conseguiu apoios governamentais americanos. Uma das suas alunas já ganhou uma bolsa nos Estados Unidos e outros estão a caminho. Junto à escola o Rui montou uma galeria de arte local de excepcional qualidade e está a construir um mini Hotel nesta zona que pela sua beleza natural vai certamente tornar-se um importante centro turístico na região. Um destes dias apareceu por aqui para beber uma cerveja comigo e convidou-me depois para um churrasco em casa de um amigo americano que tem uma casa no meio da selva. O rapaz dos seus trinta anos, muito magro, ruivo, de enormes barbas, organiza passeios através da floresta para turistas em que vai falando não só sobre as muitas plantas que conhece como sobre os animais que encontram. Por vezes fazem passeios nocturnos, que incluem acampamentos onde dormem em redes estendidas entre duas árvores e protegidas por uma rede mosquiteira. Mostrou-me fotografias fabulosas de plantas e animais que incluíam muitos tipos de cobras, macacos, pássaros, etc. Contou-me que provavelmente mais de metade dos animais da selva se encontram nas árvores.
 

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Aproveite a promoção e adquira sua Vulcan S 2017 em até 12x sem juros

 

Vulcan S 2017
Divulgação VGCOM / KAWASAKI

- Nunca foi tão fácil ter a moto dos seus sonhos. A Kawasaki facilitou as formas de pagamento e até o término dos estoques, a Vulcan S 2017 ? e também sua versão com freios ABS ? pode ser adquirida em até 12 vezes sem juros. Agora não há mais desculpas para adiar os passeios e viagens no comando desta estradeira da linha Cruiser.

Esta belíssima motocicleta foi projetada para oferecer grande desempenho e muito conforto ao condutor. Com seu motor bicilíndrico paralelo de 649 cm³ de cilindrada, a Vulcan S desenvolve potência suave e gradual, principalmente nas baixas e médias rotações. Ou seja, nada de solavancos. E para tornar as viagens ainda mais prazerosas, a forma do assento foi construída priorizando o seu melhor apoio, assim como a posição de pilotagem mais relaxada, com as pedaleiras posicionadas um pouco mais à frente.

Não deixe passar em branco esta oportunidade. Para ter mais informações sobre as condições especiais de financiamento da Vulcan S 2017, entre em contato com uma concessionária autorizada Kawasaki.

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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NO PANAMÁ - AMERICA CENTRAL

 

 

 

 

No dia seguinte voltei a Colón para tentar encontrar outra solução de transporte que não a da mulher da agencia de navegação, que consistia em mandar a moto num contentor e eu partir de avião até Cartagena, na Colômbia.

A cidade de Colón parece que acabou de estar envolvida numa guerra. As casas estão todas com aspecto que vão cair no dia seguinte, milhares de fios eléctricos pendurados entre as fachadas e alguns postes e lixo nas ruas por todos os lados. A população passeia de um lado para o outro no meio deste estado de sítio. Dizem ser a cidade mais perigosa do Panamá e não me admira. O ambiente é quase assustador.
Desta vez fui até uma pequena doca no centro da cidade onde atracam pequenos barcos dos seus vinte a trinta metros que parecem, todos eles, deverem muitos anos ao ferro velho. Ali só têm espaço para quatro ou cinco destes barcos de cada vez. Já lá tinha passado antes mas o guarda, que arrasta o enorme portão de cada vez que chega um camião ou carrinha para descarregar ou carregar um barco, tinha-me despachado, dizendo que não haveria barcos a saírem para a Colômbia nos próximos dias. Desta vez, vendo a minha insistência, lá me deixou falar com um ou outro dos comandantes. É uma gente estranha porque nunca percebemos se estamos a falar com a pessoa certa.
- Então é você o comandante daquele barco?
- Sim, sou eu.
- Leva-me esta moto até à Colômbia.
- Sim, sem problema.
Combinamos o preço e, depois, percebo que não é ele o comandante e vai mais tarde negociar o preço com a pessoa certa par tentar retirar uma comissão.
Um homem com umas calças beijes engomadas e melhor aspecto que os outros acordou um preço comigo, intitulando-se dono do barco que partiria dentro de dois dias.
- Tudo bem. Por 250 dólares, incluindo a alimentação, levamo-lo a si e à moto até Puerto Baldia, na fronteira com a Colômbia e onde já facilmente encontra uma lancha para o transportar até ao outro lado. Vamos lá falar com o Comandante. Espere aqui.
- Mas eu pensei que você era o comandante.
- Não, mas não há problema.
- E lá foi falar com o possível comandante dizendo-lhe que eu pagaria 200 dólares pelo transporte.
- Ficou acordado trazer a moto dois dias depois, numa sexta feira, para a carregarmos e partirmos na madrugada do dia seguinte.
Quando lá cheguei, na manhã de sexta feira, o primeiro homem disse-me que estavam atrasados 24 horas, para voltar no dia seguinte. E quando eu me ía embora, assim do nada, virou-se para mim e disse, nas barbas do director da alfandega:
- Dê-me aí dez dólares.
- Não. Só pago seja o que for quando carregarmos a moto.
- Decidi então voltar à cidade do Panamá, onde só tinha estado pouco tempo. Cheguei de dia, ainda a tempo de tirar umas fotografias, depois de me instalar no Hotel onde tinha estado uns dias antes e fui jantar cedo, a um restaurante da moda local, com uma decoração moderna mas refeições pouco mais que razoáveis e caras.
Na manhã seguinte voltei a percorrer os cerca de 70 Km que separam a capital de Colón e regressei ao pequeno porto para me encontrar com o suposto capitão do barco em que deveria embarcar, antes do meio dia, como me tinham pedido.
Quando lá cheguei o guarda que passa o dia a correr o portão por onde deve passar metade da droga que entra na América Central a caminho dos Estados Unidos disse-me para esperar numa cadeira podre e suja que tinha à porta, a condizer com tudo o resto, que o capitão tinha saído e já voltava. Passada uma hora, quando dois miúdos iam a sair informou-me: este é neto do capitão. E perguntou ao miúdo onde andava o avô.
- O meu avô foi para a igreja rezar e só regressa dentro de três horas.
A ideia de um capitão que vai para uma igreja rezar três horas, antes de partir para uma viagem no seu barco a cair de podre, assustou-me.
Voltei a sentar-me e fiquei por ali à conversa com um rapaz e o homem do portão, que de vez em quando revistava de forma superficial mochilas com roupa velha antes de saírem o portão mas mandava passar sem pestanejar camiões e carrinhas de carga. Nada parecia fazer sentido.
 

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A directora comercial da companhia de navegação, uma preta gorducha com ar despachado, prontificou-se logo a encontrar uma solução para o meu problema de transporte. Era uma vendedora nata e passado um quarto de hora já estava a perguntar-me se não queria comprar uns óculos de moto que um amigo tinha mandado vir num contentor da China a um dólar cada, e mostrou-me logo meia dúzia de exemplares que tinha num saco neste pequeno escritório interior, com luz artificial e ar condicionado no máximo. Depois perguntou se não precisava de uma top case para a moto a 20 dólares e levou-me ao armazém para as mostrar. Entretanto eram cinco da tarde e perguntou-me onde iria ficar essa noite. Quando lhe disse que procuraria um hotel ligou para a irmã que disse me poderia alugar um quarto. E lá decidiu fechar o escritório, que eram horas, mandando os quatro outros elementos para casa e partimos, eu a segui-la na moto, ver o quarto da irmã. Antes de entrar no carro, olhou para a minha cabeça e, com um ar sério disse:

- Eu também tenho um cabeleireiro. Não quer cortar o cabelo?. Só visto.
A irmã não tinha a pedalada dela e o quarto para alugar estava sujo e ela achava que valia o preço de um hotel, de maneira que agradeci e arranquei, ao final da tarde, para Portobelo, uma pequena vila numa velha baía de piratas de onde saem alguns dos iates que vão para a Colômbia. Muitos fazem disso negócio, levando turistas a passear através das ilhas paradisíacas de San Blas e alguns, muito provavelmente, trazendo de volta um ou outro “carregamento” que ajude às despesas.
Quando estava a uns 4 Km da vila, já de noite, parei num primeiro Hostel mas achei caro para o aspecto e segui viagem até que um miúdo numa bicicleta me mandou parar e perguntou se estava à procura de transporte para a Colômbia. Um amigo dele teria uma lancha. Sabia também de um Hostel bom e barato.
Lá fiquei no “El Castillo” e, como era o único cliente, preferi uma das três camas de casal da camarata a 12 euros que o quarto individual por vinte.
O Hostel era gerido por um francês de origem Vietnamita, dos seus sessenta anos, que tinha aqui chegado no seu barco à vela há quatro anos, vindo de Marselha e por cá ficou, encantado com o local. Passeava o seu cão, que tinha perdido uma pata num atropelamento aqui à porta, ao fim a tarde, os dois numa prancha de surf, pela baía. Duas simpáticas irmãs venezuelanas tratavam das limpezas e cozinha, ajudadas por uma local. A casa era construída em cima de estacas sobre o mar e todas as noites adormecia com o som do mar a bater nas rochas debaixo do quarto. Um enorme salão/bar/restaurante era aberto para o Oceano, sem janelas. As dos quartos tinham cortinas ou persianas mas não vidros. Aqui chove mas nunca faz frio. Tudo tinha um ar muito rústico e até de certa forma perigoso, com a instalação eléctrica num estado lastimoso. Mas, tudo isso fazia parte da “patine” do local.
No dia seguinte fui até à vila saber se havia previsão de barcos a saírem para a Colômbia e completei o inquérito com uma ida até Puertolindo, a baía e porto seguintes, uns 20 Km à frente. Aí aluguei mesmo um pequeno barco a motor e fui com o dono e um ajudante dar uma volta pelos iates ancorados na baía, para saber se algum pensava partir brevemente, com espaço para transportar a “Cross Tourer”. Infelizmente, os que estavam para sair não tinham onde a colocar.
Outra solução foi apresentada por uma das venezuelanas que tinha um amigo com uma pequena lancha com dois motores que fazia o trajecto regularmente e até já tinha transportado uma ou outra moto. Contactei-o e disse que poderia fazer o transporte dentro de dois dias mas várias pessoas aconselharam-me a não seguir essa hipótese pois a lancha, com dois motores a dois tempos de 40 cv., era pequena de mais para enfrentar as ondas do mar das Caraibas, que chegam a atingir cinco metros, com uma moto de 300 Kg às costas. Mas esse assunto ficou resolvido quando o rapaz me propôs uma verba de 900 euros para o transporte, muito próxima da que pedem os donos dos barcos à vela. Estava apostado em encontrar uma solução mais económica.
 

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A cerca de 50 Km de Panamá City deparámos com uma fila de carros paticamente parada, provocada por um desastre, que durou até perto da capital. Seguindo um dos meus companheiros de viagem neste pequeno trajecto, visto que o segundo tinha ficado numa cidade antes, fizemos mais de quarenta quilómetros por entre os carros e a berma, o que obviamente nos fez perder cerca de uma hora.

Chegámos à cidade já de noite e o meu amigo levou-me até à porta do tal Hostel que eu procurava, onde me tinham indicado que teriam o contacto de donos de pequenos iates à vela que poderiam transportar-me, a mim e à moto, até à costa da Colômbia.
O problema é que, segundo dizem por pressão dos americanos, para atrapalharem o comércio de droga vinda da América do Sul e controlarem o fluxo de emigrantes ilegais que aqui chegam, muitos deles vindos de África, não existe estrada entre o Panamá e a Colômbia. Assim terei que encontrar um barco que possa fazer este trajecto, através do mar das Caraíbas.
O Hostel, que tinha um letreiro à porta onde se lia: “boats for Colômbia” estava cheio e quando saí à rua para me preparar para ir para um outro lado da cidade onde me tinham dito que encontraria onde ficar, um tipo branco, alto e magro, com quarenta e tal anos, a cara a pingar de suor, veio falar comigo num inglês perfeito. Todo “speedado” perguntou se eu estava à procura de hotel, que ele iria a correr a dois ou três que havia ali perto ver se tinham lugar.
Estranhei e perguntei:
- Mas, porque faz isso? Quanto pretende ganhar?
- Nada. Se quiser depois dar-me um dólar ou dois aceito.
- Você é americano?
- Não. Sou de cá.
- Porque fala tão bem inglês?
- Fui para os Estados Unidos em miúdo e só regressei há pouco tempo. E partiu a correr.
- Espere cinco minutos, disse-me já depois de arrancar.
Enquanto esperava, um preto, mais novo, simpático, veio pedir-me para sentar uma criança na moto para uma fotografia. Estava com a mãe da miúda e mais duas amigas e um amigo a fazerem sala à porta de um prédio e, conversa puxa conversa, perguntaram se não queria uma cerveja que traziam numa geleira. E ali fiquei a beber uma cerveja com eles enquanto o outro, que vim a saber ser amigo deles e morar no mesmo prédio, não regressava. Quando o homem chegou da sua correria, sempre a suar, sem ter encontrado um quarto para mim, juntou-se ao grupo.
- Eu já não toco em alcool nem em tabaco há dois anos.
- Boa, disse-lhe eu.
- Não dispenso é a Coca. Isso é que é inevitável.
- Bem me parecia, respondi-lhe. Isso dá-lhe cabo da saúde.
- Não. Morre mais gente por causa do alcool e do tabaco do que pela Coca.
- Isso é porque a Coca é um vício mais caro.
- Não, aqui não é. Mais barato que o alcool. 5 euros dão-me para o dia inteiro.
Passada uma meia hora arranquei à procura de Hotel, quando já eram nove da noite. Acabei por encontrar um não longe de ali.
No dia seguinte deixei a cidade a pelas onze da manhã a caminho de Colón, o porto que fica a 70 Km da cidade, na outra ponta do canal e de onde partem os barcos de carga, outra das hipóteses para o transporte da moto. A cidade portuária é um caos e, no meio, tem uma zona franca de vários quarteirões, com portões e guardas armados. Quando procurava onde me dirigir para encontrar transporte, perdido na confusão, um rapaz à porta de um dos prédios onde fui parar, que aí tratava de papelada de navegação, disse-me que sabia de uma senhora que trabalhava numa companhia de navegação que me poderia ajudar. Estava numa pequena moto e segui-o até aos escritórios da companhia que se situava dentro da zona franca. No primeiro portão não me deixaram entrar e tivemos que dar a vota à mini cidade formada por lojas e companhias diversas, para chegar ao portão principal onde, a pedido do rapaz, um chefe gordo com ar de poder lá me deu autorização para entrar com a moto, não sem antes dizer a um subalterno que me inspecionasse a bagagem, o que se resumiu à abertura de duas das malas sem sequer as retirar do sítio. Um proforma.


No dia seguinte voltei a tomar um banho de mar pelas oito da manhã e cerca das nove e meia saí com a ideia de enfrentar a tal estrada esburacada a caminho do ferry. Só que, quando estava lá perto, percebi que havia um outro ferry, mais perto e que não obrigava a enfrentar aquele trajecto. Foi um alívio e embora este segundo ferry partisse hora e meia antes do outro, como tinha saído com tempo, consegui apanhá-lo, por dez minutos, pois só há dois por dia.
A travessia deixou-me em Punta Arena, uma língua de terra que sai da parte continental. De aí arranquei até um parque que me tinham recomendado com um nome muito português, não percebi por que razão: Parque Nacional Manuel António. É um parque relativamente pequeno, com muita vegetação e vida selvagem e que, estando junto à Costa, tem boas praias. Ao chegar, ainda a cerca de 4 Km da praia, vi um Hostel sensacional, construído em madeira, no meio da floresta, com uma decoração fantástica e ventoinhas e rodarem nos terraços da sala ao ar livre. Fui até à praia explorar o local mas voltei para procurar estadia ali e instalei-me numa destas camaratas mistas de miúdos que a maior parte das vezes olham para mim com um ar de: “o que é que este velho anda aqui a fazer”?
Só nos Estados Unidos encontrei muita rapaziada da minha idade nestes Hostel, que são uma forma de se dormir barato em sítios, algumas vezes, muito giros.
Depois de deixar as bagagens no Hostel voltei á praia, já de fato de banho, regressando pelas cinco da tarde.
Jantei pelo Hostel, deitei-me cedo e, como a enorme janela mesmo em frente da minha cama não tinha cortinas, acordei pouco depois das seis. Aproveitei para sair cedo pois pretendia chegar nesse dia à cidade do Panamá, setecentos quilómetros à frente, com uma fronteira para atravessar.
Depois de um duche e de reparar o suporte de uma das malas, que me tinha saltado fora numa lomba da estrada à entrada de uma ponte em que a moto descolou as duas rodas, tomei um pequeno almoço de ovos e fruta e, às oito e meia da manhã, estava na estrada.
Duas horas depois chegava à fronteira com o Panamá. Cobram mais 8 euros para os turistas saírem da Costa Rica, como em outros países nesta região, mas a burocracia aqui foi bastante rápida e perdi pouco mais de meia hora até estar de volta ao alcatrão. A estrada que atravessa o Panamá é quase a única do país e, talvez por isso, está em excelente estado. Estão mesmo a transformá-la numa óptima auto estrada mas de momento, na maior parte do percurso, só se está a utilizar um dos lados da via, com o transito a circular com via única em cada sentido. Na meia dúzia de quilómetros em que isso não acontecia e a estrada tinha um separador central em cimento, com estreitas aberturas onde não cabia um carro, vi uma BMW do outro lado da auto estrada no que me pareceu ser um viajante em apuros. Voltei para trás através de um dos espaços no separador central e fui ter com o homem. Era um polícia que fez um ar do tipo “o que é que o senhor quer”? Pedi desculpa, expliquei a razão de ter voltado atrás e, como ele não se queixou, votei a atravessar o separador central nas barbas do homem.
Nessa manhã também tinha parado, ainda na Costa Rica, quando vi um casal em outra BMW na borda da estrada. Esses agradeceram muito e explicaram que estavam a esperar um amigo que passaria numa competição ciclística.
Ainda não tinha apanhado chuva desde que saí dos Estados Unidos mas, mal entrei no Panamá, uma carga de água tropical abateu-se sobre mim. Parei para me abrigar numa paragem de autocarro e, quando abrandou, votei a arrancar para, dez minutos depois, voltar a cair outra carga de água. Assim passei a tarde, entre períodos de chuva intensa que duravam uns dez minutos para depois chegar a uma zona onde a estrada estava seca rodando uns vinte minutos sem chuva, com 33º de temperatura que eram suficientes para o fato secar e logo levar com outra dose.
Pelas quatro da tarde vi duas BMW numa bomba de gasolina e parei. Eram locais que tinham ido em grupo visitar o único vulcão existente no Panamá e voltavam à capital.
Perguntei-lhes se sabiam onde era um Hostel que me tinham indicado e, como um deles o conhecesse, combinei acompanhá-los nos cerca de cem quilómetros que faltavam.

 

 

MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki Racing Team pronta para abertura do Arena Cross 2017

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Marcello “Ratinho” Lima #5 MX1 (KX 450F)
Tiago Lopes / VGCOM

– No próximo sábado, dia 29 de abril, o encontro será na estrutura especialmente montada no Park Off Road Velopraia Racing, em Caraguatatuba (SP), para a nova temporada do Arena Cross 2017.

Para aguçar ainda mais a vontade dos fãs de motocross, a lista de pilotos que disputarão a categoria PRO foi divulgada oficialmente. No total serão 14 pilotos que correrão por sete diferentes equipes em duas empolgantes baterias por etapa, saindo vitorioso o piloto que somar mais pontos nas duas provas.

A equipe Kawasaki Racing Team será representada pelos irmãos Lima da EMG Racing Kawasaki, que já começaram o ano com o pé direito nas competições e prometem muito para essa temporada. 

“A expectativa é boa, como sempre. Apesar de não ter uma pista de Arena para treinar eu acredito que meus treinos vão dar um ótimo resultado, espero não cometer nenhum erro e quem sabe trazer um pódio para equipe EMG Kawasaki”, disse Eduardo “Dudu” Lima #2 piloto MX1 (KX 450F). 

“Quero fazer uma corrida consciente, cometer menos erros possível. Espero começar o campeonato bem, com ótimos resultados nas duas baterias. Apesar de ter treinado poucos dias Arena Cross, estou com as expectativas altas e acredito que posso fazer um bom início de temporada. Agradeço a toda minha equipe e a Kawasaki Brasil pelo excelente equipamento”, comentou Marcello “Ratinho” Lima #5 MX1 (KX 450F). 

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Eduardo “Dudu” Lima #2 piloto MX1 (KX 450F)
Tiago Lopes / VGCOM

Serviço:

Arena Cross 2017

1ª etapa

Data: 29 de abril de 2017 (sábado)

Cidade: Caraguatatuba/SP

Horário: Treinos Cronometrados: 16h / Provas: 19h

Local: Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 2060 – Bairro Tinga – Caraguatatuba. Ao lado do Kartódromo.

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Eduardo “Dudu” Lima #2 piloto MX1 (KX 450F)

 


Marcello “Ratinho” Lima #5 MX1 (KX 450F)
 

MOTOS - BRASIL

 

Tecfil fará lançamentos exclusivos da AUTOMEC

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[Coletiva de imprensa - TECFIL na AUTOMEC]  No dia 26/04, quarta-feira, das 11h40 às 12h20, a Tecfil realizará uma coletiva para imprensa com a presença de porta-vozes da empresa na sala de coletivas, localizada ao lado da sala de imprensa. Na ocasião falarão sobre as novidades para o evento e também expectativas para 2017. 
 

AUTOMEC 2017

De 25 a 29/04/2017

São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, Água Funda - São Paulo - SP 

Terça à sexta: das 11h às 20h e sábado: das 9h às 17h    

Estande: E 140 

Acesse: www.tecfil.com.br

Facebook: facebook.com/tecfil.filtros

Instagram: instagram.com/tecfil

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YouTube: youtube.com/tecfilfiltros

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MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki Racing Team abre temporada 2017 do SBK Brasil com um 6º lugar

   A Kawasaki Racing Team iniciou a temporada 2017 do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade na briga direta pelas primeiras posições e muito próxima de alcançar um lugar no pódio. Após uma corrida bastante disputada, o piloto Wesley Gutierrez (#15) garantiu a sexta colocação na 1ª etapa do SuperBike Brasil na categoria SuperBike, prova realizada no último domingo (23), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). Já o seu companheiro de equipe, Bruno Corano (#34), enfrentou problemas mecânicos com a sua moto e acabou abandonando a prova.

A abertura do calendário 2017 do Campeonato Brasileiro foi marcada pela instabilidade do tempo e pela presença de pancadas de chuva. Com isso, os pilotos precisaram encontrar os melhores ajustes para os equipamentos tanto nas condições de pista seca quanto com o asfalto molhado. E isso demandou grande trabalho nos boxes. Após a realização dos treinos livres com pista seca, os competidores voltaram a Interlagos para a decisão da SuperPole – treino que define o grid de largada – abaixo de chuva. Gutierrez garantiu o sexto posto com a volta de 1m49s296, e Corano, o nono lugar com o tempo de 1m56s817.

No domingo, o dia da prova, o céu nublado em São Paulo antecipava que a chuva poderia novamente ter algum tipo de protagonismo, o que de fato não aconteceu. Já no início da tarde, a pista se mantinha seca e os pilotos seguiram para a formação do grid. Wesley Gutierrez largou da sexta marca e logo começou a travar uma batalha com José Luiz "Cachorrão" (#51), da Honda, pelo quinto lugar. Os dois pilotos trocaram diversas vezes de posição e seguiram num ritmo muito parecido até o fim da corrida. Apesar de estar fora das pistas desde a última etapa de 2016 do Brasileiro, Gutierrez obteve um bom desempenho de sua Kawasaki Ninja ZX-10R e não deixou que o adversário abrisse vantagem.

Na última volta da prova, a definição do quinto lugar no pódio ainda estava em aberto. Wesley Gutierrez tentou por uma última vez encostar no oponente, porém, Cachorrão conseguiu abrir uma pequena vantagem e cruzar a linha de chegada seis centésimos à frente. Com isso, o piloto da Kawasaki encerrou a rodada com um sexto lugar.

Enquanto isso, a participação de Bruno Corano na etapa foi encerrada de forma antecipada. O piloto manteve um bom desempenho durante os treinos livres e classificatórios, e conseguiu segurar a nona posição na corrida ao longo da primeira parte da prova. Apesar disso, um problema nos freios exigiu que Corano recolhesse a moto aos boxes ainda na sexta volta e abandonasse a corrida.

“Na prova da SBK Pro não deu nada certo. Abandonei a corrida sem freios. Foi uma frustração. Estava com um ótimo ritmo”, lamentou Corano.

Apesar deste desfecho negativo, Bruno Corano voltou à pista horas depois para a disputa da categoria Evolution, que largou juntamente com a SuperBike Light. O piloto da Kawasaki foi o mais rápido e venceu a prova.

A equipe Kawasaki Racing Team volta a disputar o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade no mês que vem. A 2ª etapa do SuperBike Brasil será realizada nos dias 26, 27 e 28 de maio, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). 

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Wesley Gutierrez, #15
Johanes Duarte - VGCOM

 


Bruno Corano, #34
Johanes Duarte - VGCOM

 


Pódio da categoria EVO com Bruno Corano, #34
Johanes Duarte - VGCOM
 

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Bruno garante lugar no pódio com 5ª colocação na Stock e Alexandre encerra prova em 8º

1ª etapa do Brasileiro de Motovelocidade aconteceu dia 23 de abril

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Bruno Gonzalez (#98) garantiu um lugar no pódio e foi o quinto colocado
Marcos M. Carmona/VGCOM

Bruno Gonzalez (#98), da equipe Playstation Yamaha Racing, garantiu um lugar no pódio e foi o quinto colocado na 1ª etapa do SuperBike Brasil pela categoria Stock da Yamaha R3 Cup. Já o seu irmão, Alexandre Gonzalez (#89), encerrou a prova, que marca a abertura do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, na oitava posição.

Com 29 motos alinhadas no grid de largada do Autódromo de Interlagos, na manhã deste domingo (23), os irmãos Gonzalez marcaram de forma positiva a estreia na categoria com as motos da Yamaha de 320 cm³ de cilindrada. Bruno largou da 13ª posição no geral e sexto na categoria Stock. Já Alexandre saiu da 24ª marca e 13º na Stock.

Com a pista praticamente seca, Bruno alcançou um bom desempenho com o novo equipamento e realizou uma corrida constante. Ao longo das 10 voltas, ganhou duas posições na classificação geral e encerrou com o quinto posto na categoria Stock. Bruno chegou a disputar a quarta posição com Kaywan Freire (#36), porém, não conseguiu acompanhar o ritmo do adversário, que nas voltas finais abriu uma razoável vantagem. Com isso, o Bruno foi o quinto a cruzar a linha de chegada e iniciou a temporada 2017 com um pódio.

Enquanto isso, Alexandre Gonzalez travou uma batalha mais intensa por posições. O jovem piloto largou da 24ª marca do grid, ganhou diversas colocações e encerrou a corrida em 17º no geral e oito na categoria Stock. Além de disputar posições com Kevin Fontainha (#26) e com Humberto Turquinho JR (#12), Alexandre foi beneficiado pela queda e abandono de outros quatro pilotos.

Já o resultado final da prova foi decidido quase que sobre a linha de chegada. Indiana Muñoz (#199) foi a vencedora da categoria PRO e Eliton Kawakami (#27), o primeiro colocado da Stock. 

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Alexandre Gonzalez (#89) encerrou a prova na oitava posição
Marcos M. Carmona/VGCOM

 


Alexandre e Bruno Gonzalez, ambos da equipe Playstation Yamaha Racing

 


Alexandre Gonzalez (#89), da equipe Playstation Yamaha Racing

 


Bruno Gonzalez (#98), da equipe Playstation Yamaha Racing

 


Alexandre Gonzalez (#89) encerrou a prova na oitava posição
 

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Lewis sofre queda e abandona prova da SuperBike. Pela Pro Amador, Viveiros é o vencedor e Nallin fica em segundo

1ª etapa do Brasileiro de Motovelocidade aconteceu neste domingo, dia 23 de abril

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Diego Viveiros (#23), da Tecfil Racing Team, foi o vencedor da categoria SuperBike Pro Amador
Johanes Duarte/VGCOM

Após um incidente ainda na primeira metade da prova da SuperBike, Danilo Lewis (#17), da equipe Tecfil Racing Team, abandonou a 1ª etapa do SuperBike Brasil, corrida realizada no início da tarde deste domingo (23), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). Já pela categoria Pro Amador, Diego Viveiros (#23), da Tecfil Racing Team, foi o vencedor e Fabio Nallin (#47), da Vulcan.Bor/Sport Plus Racing, garantiu a segunda posição no pódio.

Este domingo de provas iniciou exigindo grande desempenho e recuperação do atual vice-campeão Brasileiro da SuperBike, Danilo Lewis. Prejudicado pela chuva, que marcou a disputa da SuperPole no último sábado (22), Danilo Lewis obteve apenas a oitava marca no grid de largada nos treinos classificatórios. E para conquistar pontos importantes para o campeonato e dar andamento o sonho de ser campeão, o piloto da cidade de Osasco precisaria ganhar posições logo nas primeiras voltas. E foi justamente o que aconteceu.

Após uma excelente largada, Danilo Lewis saltou da oitava para a quarta posição ainda na primeira volta. Os únicos adversários à sua frente eram os dois pilotos da equipe Honda, Eric Granado (#151) e Diego Faustino (#68), e Alex Barros (#4), da Honda Alex Barros Racing, que marcou o seu retorno oficial às pistas na disputa da temporada 2017 do SuperBike Brasil. Apesar do ritmo intenso dos três oponentes, Lewis manteve a mesma pegada e acompanhou de perto os ponteiros.

Já com uma distância confortável para o quinto colocado, Lewis seguiu tirando o máximo de sua nova BMW S1000RR. Porém, na sexta volta, o piloto acabou cometendo um erro e sofrendo uma queda, que o tirou da disputa. Fim de prova para Lewis.

Enquanto isso, pela categoria Pro Amador, Diego Viveiros (#23), da equipe Tecfil Racing Team, só teve bons motivos para comemorar. O piloto, que marca sua estreia nesta temporada correndo com motos de 1000cc, obteve um grande desempenho e foi o vencedor da prova. Viveiros largou da 14ª marca no grid – e 1º na Pro Amador – e ao longo da corrida ganhou quatro posições. O piloto foi beneficiado pela queda de Lewis e pelos abandonos de Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team, e de Mauro Thomassini (#5), da Motom. Com um desempenho constante, Viveiros marcou sua primeiro prova desta temporada com vitória.

Fabio Nallin (#47), da equipe Vulcan.Bor/Sport Plus Racing, ficou com a segunda posição na Pro Amador e encerrou a corrida logo atrás de Viveiros. Sem sofrer ataques dos adversários ao longo das 14 voltas, Nallin administrou a prova e recebeu a bandeirada com seis segundos de vantagem para o oponente mais próximo.

Já a disputa na parte superior da tabela foi mais intensa. Eric Granado (#151) assumiu a dianteira e venceu a categoria principal. Alex Barros ficou com a segunda posição e Faustino em terceiro.

 


 


Danilo Lewis (#17), da equipe Tecfil Racing Team, competiu pela categoria SuperBike Pro
Johanes Duarte/VGCOM

 


Diego Viveiros (#23), da Tecfil Racing Team, foi o vencedor da categoria SuperBike Pro Amador
Johanes Duarte/VGCOM

 

 

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Kawasaki Z300
Divulgação VGCOM / KAWASAKI

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Kawasaki Z300
 

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Apesar da queda de Lewis na categoria principal, Tecfil encerra 1ª etapa do SBK Brasil com duas vitórias

1ª etapa do Brasileiro de Motovelocidade aconteceu neste domingo, dia 23 de abril

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Danilo Lewis (#17) compete na categoria SuperBike Pro
Gilmar Rose / VGCOM

A Tecfil Racing Team encerrou a 1ª etapa do SuperBike Brasil, rodada realizada no último domingo (23) no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), com resultados significativos. O time patrocinado pela Tecfil, a maior fabricando de filtros automotivos do país, obteve duas vitórias e diversos pódios. Porém, na categoria de elite do campeonato, seu principal piloto acabou deixando a prova mais cedo.

Danilo Lewis (#17), atual vice-campeão Brasileiro da SuperBike, não teve um bom final de semana. Com dificuldades para encontrar o ajuste ideal de sua nova BMW S1000RR para pista molhada, o piloto de Osasco (SP) fechou apenas o oitavo tempo nos treinos classificatórios e com isso largou da terceira fila. Com o objetivo de fazer uma corrida de recuperação, Lewis aproveitou que a pista já estava praticamente seca no domingo – após as chuvas torrenciais do dia anterior – e obteve um excelente início de prova. Na segunda volta, já havia ganhado diversas posições e saltado para o quarto lugar.

Com um ritmo bastante competitivo, Lewis iniciou a perseguição aos ponteiros. Mantendo voltas na casa de 1m38s, o piloto se esforçou para tirar o máximo do seu novo equipamento. Porém, ainda na sétima volta, dentre as 14 previstas, Lewis perdeu o controle da moto e acabou sofrendo uma queda. Sem conseguir voltar para a pista, o piloto abandonou a prova e com isso não pontuou na 1ª etapa do campeonato.

Já Diego Viveiros (#23), que disputa o mesmo grid, porém, pela categoria SuperBike Pro Amador, teve todos os motivos para comemorar. Em seu primeiro ano correndo com motos de 1.000 cm³ de cilindrada, o piloto iniciou a temporada com vitória. Sem grandes dificuldades, Viveiros abriu uma vantagem considerável para os seus adversários e colocou a Tecfil no lugar mais alto do pódio.

Já na SuperSport, a Tecfil Racing Team obteve excelentes resultados nesta 1ª rodada. Pela categoria PRO, Pedro Sampaio (#28) faturou a vice-liderança da corrida. O jovem piloto gaúcho saltou para a segunda posição no início da prova e perseguiu o ponteiro até os instantes finais. Mantendo um ritmo intenso, Sampaio cruzou a linha de chegada a apenas 1,3 segundos de distância do primeiro colocado.

“Estou contente com o resultado desse início de campeonato. Minha largada não foi muito boa, mas consegui me recuperar e colar na disputa pela P1. Me atrapalhei um pouco com os retardatários e perdi o contato nas últimas voltas. Mesmo assim, estou feliz e vou continuar me concentrando para ser campeão na SuperSport Pro esse ano”, comentou Pedro Sampaio.

Pelo mesmo grid, mas na categoria SuperSport Pro Amador, o grande vencedor foi Jefferson Valcézia (#99). O piloto da Tecfil enfrentou uma disputa acirrada com Leandro Esposito (#32) pela liderança da prova. O resultado saiu apenas na reta final e por uma diferença mínima. Os dois pilotos entraram praticamente lado a lado nos últimos metros e Valcézia saiu vencedor por uma diferença de apenas quatro milésimos.

“Conseguimos a primeira vitória do ano na categoria com muita garra, força de vontade e foco. Me preparei bastante e o resultado veio para coroar tudo isso. Agradeço a torcida recebida e também ao apoio incondicional dos meus patrocinadores. Agora é intensificar ainda mais os trabalhos e partir para o próximo desafio”, destacou Valcézia

Ainda pela SuperSport Pro Amador, a Tecfil teve mais um piloto no pódio. Luis Ferraz (#13) encerrou a prova na quarta posição. De volta às motos de 1.000 cm³ de cilindrada, a equipe teve dois participantes na categoria SuperBike Light: Helison Chin (#888) foi o quinto colocado e Marcio Bortolini (#37), o sexto. Pelas categorias de menor cilindrada, Bruno Cesar Borges (#51) obteve o quarto lugar no pódio da Yamaha R3 Cup PRO e Fernando Santos (#234), o terceiro na Copa Kawasaki Ninja 300.

A equipe Tecfil Racing Team retorna às pistas para a disputa da 2ª etapa do SuperBike Brasil, rodada que será realizada nos dias 26, 27 e 28 de maio, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

 


Danilo Lewis (#17), atual vice-campeão Brasileiro da SuperBike
Gilmar Rose / VGCOM

 


Danilo Lewis (#17) compete na categoria SuperBike Pro
Johanes Duarte/VGCOM

 


Diego Viveiros (#23) iniciou a temporada com vitória pela categoria SuperBike Pro Amador
Gilmar Rose / VGCOM
 

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Gerardo vence 1ª etapa da SuperSport em Interlagos. Rigueiro e Valcézia ganham em suas categorias

1ª etapa do Brasileiro de Motovelocidade aconteceu dia 23 de abril

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Rafael Rigueiro (#52), da Pitico Race Team, garantiu o 1º lugar na categoria Stock
Johanes Duarte/VGCOM

Maximiliano Gerardo (#41), da equipe Ducati Mooca, dominou de ponta a ponta a corrida da categoria SuperSport e venceu a 1ª etapa do SuperBike Brasil, prova realizada no início da tarde deste domingo (23), no Autódromo de Interlagos em São Paulo (SP). Alex Schultz (#22), da Pitico Race Team, foi o terceiro piloto a cruzar a linha de chegada. Pela categoria Stock, Rafael Rigueiro (#52), da Pitico Race Team, venceu com facilidade a prova e Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Racing Team, faturou o lugar mais alto do pódio na Pro Amador.

A etapa que abre a temporada 2017 do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade rendeu grandes disputas e pegas de tirar o fôlego na categoria de moto com 600 cm³ de cilindrada. O uruguaio Maximiliano Gerardo teve todos os motivos para comemorar. O piloto foi o mais rápido nos treinos classificatórios e manteve a dianteira ao longo das 12 voltas de prova realizadas.

Após uma boa largada, Maxi Gerardo se consolidou na dianteira dentre um total de 37 pilotos na pista. Alex Schultz chegou a tentar a ultrapassagem ainda na primeira volta, porém, não conseguiu concluir a manobra e por pouco não perdeu o controle da moto. Quem acabou aparecendo entre os dois foi Pedro Sampaio (#28), da equipe Tecfil. Ainda na segunda volta, ele já tinha tomada a vice-liderança de Schultz e iniciava a perseguição ao ponteiro. Apesar disso, Maxi Gerardo não se intimidou. Sem cometer erros, o uruguaio aumentava alguns décimos de vantagem volta após volta.

Essa disputa se manteve até o fim da corrida: Maxi Gerardo na primeira colocação, com Alex Schultz buscando se aproximar dos dois adversários. Sem nenhum incidente, o uruguaio recebeu a bandeira em primeiro e Schultz em terceiro, logo atrás de Pedro Sampaio.

Já pela categoria Stock, Rafael Rigueiro (#52), da equipe Pitico Race Team, realizou uma corrida exemplar. Em sua primeira temporada correndo com motos de 600cc, o jovem piloto pressionou adversários mais experientes e figurou entre os mais rápidos no geral. Rigueiro largou da nona marca e na metade da prova já ocupava a quinta posição. E na disputa direta da sua categoria, a Stock, manteve uma gigantesca vantagem para os oponentes e liderou toda a corrida. Na última volta, Rafael Rigueiro chegou a brigar pela quinta posição no geral com outros quatro pilotos e acabou sendo o sexto a cruzar a linha de chegada.

Jefferson Valcézia (#99), da Tecfil Racing Team, também fez uma ótima prova. O piloto largou da 11ª marca do grid e venceu a categoria Pro Amador. O principal duelo de Valcézia foi com Leandro Esposito (#32), da Pitico Race Team. Os dois dividiram a liderança da Pro Amador ao longo das 12 voltas e brigaram pela primeira posição até os instantes finais. Valcézia e Esposito entraram nas últimas curvas, praticamente, lado a lado e o piloto da Tecfil acabou vencendo essa disputa e recebendo a bandeirada na frente, com apenas quatro milésimos de vantagem para Esposito.

 


Maximiliano Gerardo (#41), da equipe Ducati Mooca, venceu a 1ª etapa da categoria SuperSport
Johanes Duarte/VGCOM

 


Alex Schultz (#22), da Pitico Race Team, foi o terceiro piloto a cruzar a linha de chegada da SuperSport
Johanes Duarte/VGCOM

 

 

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Dazzi faz uma excelente prova e vence 1ª etapa da SBK Light. Errera termina corrida em 9º na Master

1ª etapa do Brasileiro de Motovelocidade aconteceu neste domingo, dia 23 de abril

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Rodrigo Dazzi (#146), da equipe Castrol Motonil, iniciou a temporada 2017 com pé direito
Johanes Duarte/VGCOM

Rodrigo Dazzi (#146), da equipe Castrol Motonil, iniciou a temporada 2017 do SuperBike Brasil da melhor forma possível e venceu a primeira etapa da SuperBike Light, prova realizada na tarde deste domingo (23), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Já o piloto Edson Errera (#86), da Errera Racing, foi o nono colocado na categoria Master.

Com o céu bastante encoberto, mas sem chuva, Rodrigo Dazzi colocou à prova sua nova BMW S1000RR e mostrou toda a sua habilidade no comando da motocicleta em pista seca. O atual campeão Brasileiro da categoria largou da terceira marca no grid. Na primeira volta já havia ultrapassado Vitor Reis (#25) e assumido a dianteira da Light. Entretanto, Dazzi não se satisfez com a segunda posição no geral e partiu para cima de Juracy Rodrigues "Black" (#56), da Paulinho SBK/Black Day Racing, piloto que disputa a categoria Stock.

E essa briga pela liderança da prova prometia ser emocionante. Com um ritmo cada vez mais intenso, Rodrigo Dazzi reduzia a vantagem do adversário. Na quarta volta, o piloto capixaba cravou a marca de 1m43s263 e colou na traseira da moto de Black. O adversário da categoria Stock não conseguiu mais defender a posição e na subida para a reta dos Boxes foi ultrapassado por Dazzi.

Em sua primeira temporada defendendo a Castrol Motonil, Rodrigo Dazzi já colocou a sua equipe no lugar mais alto do pódio. Após fazer a ultrapassagem sobre Black, o piloto capixaba agregou também a liderança geral da corrida. Ele manteve o bom desempenho até as voltas finais, quando recebeu a bandeirada em primeiro. Com este resultado, Dazzi inicia com vitória sua busca pelo bicampeonato da SuperBike Light e já soma 25 pontos na tabela classificatória.

A corrida teve ainda outros três vencedores em suas respectivas categorias. Juracy Rodrigues "Black" ganhou na Stock, Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team, faturou a primeira colocação na Evolution e Marcos Senra (#67), da Moretti Racing Team, garantiu o lugar mais alto do pódio na SuperBike Light Master.

E seguindo a disputa na categoria com piloto acima de 45 anos, Edson Errera (#86), da equipe Errera Racing, foi o nono colocado na Master. O piloto da cidade de Americana (SP) largou do final do grid e ganhou cinco posições ao longo das 12 voltas de prova.

 


Rodrigo Dazzi (#146), da equipe Castrol Motonil, garantiu o lugar mais alto do pódio na 1ª etapa do campeonato
Johanes Duarte/VGCOM
 

MIGUEL OLIVEIRA EM 6º

Miguel Oliveira acaba Texas em 6º no Moto2 e continua no top 3 do campeonato. É mais um português que continua no top(o) do mundo.

 

BIANCHI PRATA NO PÓDIO EM MARROCOS

  1. Pedro Bianchi Prata bisa em Marrocos

 

Piloto da Honda terminou na frente com folgada vantagem e já é 2º à geral

Depois da vitória de ontem, Pedro Bianchi Prata voltou a vencer a etapa de hoje, a quinta do Morocco Desert Chellenge, que se diputou em Merzouga e aproximou-se de forma significativa da liderança.

...

O piloto da Honda que partiu para a especial de hoje na frente da corrida, sabia que seria difícil vencer. Chegou a ser quarto em pista de uma etapa que exigia muita navegação. Mas a persistência e determinação a que já nos tem habituado valeram-lhe mais uma vitória e ocupa agora, decorridas que estão cinco etapas, a segunda posição da classificação geral.

Pedro Bianchi Prata cumpriu os 230Km’s de uma especial caracterizada pela travessia de quatro faixas de dunas, entre elas o Erg Chebbi e do Erg Ouzina, em 4h00m27s num dia marcado também pelo auxílio a dois dos seus mais diretos adversários, o marroquino Harite Gabari e o Holandês Rob Smits, que após uma queda foram obrigados a abandonar a competição.

“Ganhámos mais uma etapa  é bom ganhar em casa, pois eu em Merzouga sinto-me como na minha segunda casa. Foi uma especial de muita navegacão e marcada pela anulacão do início devido a uma enorme tempestada de areia. Sabia que ia ser difícil partir na frente e ganhar, mas consegui. Perdi-me num local complicado e cheguei a ser o quarto em pista, mas nunca baixei o ritmo e perdi nem perdi o foco, lutei até ao final ganhando com bastante vantagem. Infelizmente tive de auxiliar o 101 que partiu um pé devido a uma queda e o Nr. 104 também caiu e magoou-se num ombro. Neste momento, estou em 2º lugar da geral. Amanhã vai ser um dia muito longo e tudo ainda está em aberto. Vou lutar até ao final, quero ganhar”, revelou Pedro Bianchi Prata à chegada.

Amanhã, disputa-se a sexta especial desta grande maratona africana. O percurso vai exigir um esforço extra. São 405 km’s de um traçado que ligará Merzouga a Tendrara e que vai cruzar as planícies de Hamada e o planalto de Rekkam. Seguem-se os vales e paisagens panorâmicas. Nesta especial concorrentes vão poder disfrutar de um misto entre pistas sinuosas, planícies e alguns trilhos um pouco mais técnicos.

 

NOVO SUCESSO PARA PAULO GONÇALVES

O PRIMEIRO ....

 

O PILOTO DE ESPOSENDE NO PÓDIO

 

Pódio português do fim-de-semana. Paulo Gonçalves acaba Rali do Qatar na 2ª posição, atrás de Sam Sunderland. Nasser Al-Attiyah ganha nas quatro rodas.

 

BIANCHI PRATA EM DESTAQUE

  1. Pedro Bianchi Prata bisa em Marrocos

 

Piloto da Honda terminou na frente com folgada vantagem e já é 2º à geral

Depois da vitória de ontem, Pedro Bianchi Prata voltou a vencer a etapa de hoje, a quinta do Morocco Desert Chellenge, que se diputou em Merzouga e aproximou-se de forma significativa da liderança.

...

O piloto da Honda que partiu para a especial de hoje na frente da corrida, sabia que seria difícil vencer. Chegou a ser quarto em pista de uma etapa que exigia muita navegação. Mas a persistência e determinação a que já nos tem habituado valeram-lhe mais uma vitória e ocupa agora, decorridas que estão cinco etapas, a segunda posição da classificação geral.

Pedro Bianchi Prata cumpriu os 230Km’s de uma especial caracterizada pela travessia de quatro faixas de dunas, entre elas o Erg Chebbi e do Erg Ouzina, em 4h00m27s num dia marcado também pelo auxílio a dois dos seus mais diretos adversários, o marroquino Harite Gabari e o Holandês Rob Smits, que após uma queda foram obrigados a abandonar a competição.

“Ganhámos mais uma etapa  é bom ganhar em casa, pois eu em Merzouga sinto-me como na minha segunda casa. Foi uma especial de muita navegacão e marcada pela anulacão do início devido a uma enorme tempestada de areia. Sabia que ia ser difícil partir na frente e ganhar, mas consegui. Perdi-me num local complicado e cheguei a ser o quarto em pista, mas nunca baixei o ritmo e perdi nem perdi o foco, lutei até ao final ganhando com bastante vantagem. Infelizmente tive de auxiliar o 101 que partiu um pé devido a uma queda e o Nr. 104 também caiu e magoou-se num ombro. Neste momento, estou em 2º lugar da geral. Amanhã vai ser um dia muito longo e tudo ainda está em aberto. Vou lutar até ao final, quero ganhar”, revelou Pedro Bianchi Prata à chegada.

Amanhã, disputa-se a sexta especial desta grande maratona africana. O percurso vai exigir um esforço extra. São 405 km’s de um traçado que ligará Merzouga a Tendrara e que vai cruzar as planícies de Hamada e o planalto de Rekkam. Seguem-se os vales e paisagens panorâmicas. Nesta especial concorrentes vão poder disfrutar de um misto entre pistas sinuosas, planícies e alguns trilhos um pouco mais técnicos.

 

ESTRADA FORA

 

Segundo Episódio da “Estrada Fora” é dedicado à Serra de Monchique

 

Webserie desenvolvida pela Bridgestone destina-se a desvendar as mais belas estradas do país

 

 

A Serra de Monchique é o tema do segundo de seis episódios da série protagonizada pelo ator Joaquim Horta e lançada pela marca de pneus Bridgestone, para dar a conhecer os mais bonitos roteiros do país para se percorrerem em duas rodas.

 

Dedicado ao deleite de conduzir pelas curvas da Estrada Nacional 266, este episódio contempla ainda a riqueza natural que a envolve e a gastronomia típica da região de Monchique. Durante esta viagem, Joaquim Horta não negligencia a segurança na condução, relembrando ao espetador alguns aspetos essenciais da examinação dos pneus.

 

Com este projeto, a Bridgestone procura promover hábitos de condução mais responsáveis junto dos seus consumidores, através de um formato mais dinâmico e de técnicas que permitem um maior diálogo com a sua comunidade – como, por exemplo, o envolvimento do público das redes sociais na decisão dos destinos para os últimos dois episódios.

 

A websérie “Estrada Fora” surgiu a partir da parceria entre a marca, líder na produção de pneus e borracha, e a plataforma online Motorcycle Diaries, que apresenta a mais ampla base de dados de estradas na Europa e onde Joaquim Horta partilhará artigos dedicados a cada um dos destinos visitados.AA18 CopyAA19 Copy

 

NOVOS EMBAIXADORES SEAT

 

SEAT and Ducati
Jorge Lorenzo and Andrea Dovizioso, new SEAT ambassadors
SEAT teaser image    – Ducati Team riders Jorge Lorenzo and Andrea Dovizioso will be SEAT ambassadors during the current MotoGP season. Both riders will be the image of the SEAT Leon CUPRA, the most powerful model in the history of the Spanish company.

 

MOTOS - BRASIL

 

Tecfil, líder em filtros no mercado automotivo da América Latina, participará da AUTOMEC 2017

Produtos das linhas automotiva, motos e agrícolas e novidades poderão ser conferidas no evento, que acontece no São Paulo Expo

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Durante os dias 25 e 29 de abril, a Tecfil, maior fabricante de filtros automotivos da América Latina com 64 anos no mercado, participará da 13ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços (AUTOMEC), que acontece no São Paulo Expo. Com o objetivo de atualizar e evidenciar as linhas automotiva, motos e máquinas/agrícola, a Tecfil apresentará mais de 20 produtos, dentre eles filtros de ar, filtros de óleo, filtros de combustível e filtros hidráulicos para diferentes núcleos de atuação da marca.

A participação no evento é uma estratégia de marketing para aumentar a visibilidade da marca principalmente nos países da América Latina, de maior interesse para empresa. E, o evento promove esta aproximação: do público visitante, 73% é da América do sul, 4,4% da América Central e 4,6 % da América do Norte. Além disso, a expectativa é de 70 mil visitantes vindos de 62 países diferentes para esta edição. “Queremos levar nossas novidades ao mercado, aos profissionais do setor e atrair clientes de outros países, novas parcerias. A parceria com Lubrax dos Postos BR, por exemplo, foi iniciada na última edição da Automec”, revela Simone Minhoto, Supervisora de Marketing da Tecfil.

 Com um público qualificado - que teve 16% de crescimento em visitantes decisores de compra – a Tecfil também pretende alavancar os negócios, ressaltando a excelência em qualidade e a tecnologia empregada nos produtos. A Automec é a principal feira do nosso setor de auto peças. É o momento de nos reencontrarmos com todos os elos da cadeia, para apresentar nossas novidades, estreitar o relacionamento com clientes e gerar negócios”, afirma Simone.

Na linha automotiva, estarão expostos seis produtos. Entre eles, três filtros de ar – para os veículos Toyota Hilux 2.8 16V TDI Turbo Diesel ano 2016, Chery QQ 1.1 16V ano 2011 e Ford Fusion 2.0 e 2.5 ano 2012 – e mais três filtros de combustível – para os carros Jeep Renegade 2.0 Turbo Diesel ano 2015, GM Sonic 1.6 Flex ano 2012 e Toyota Hilux 2.8 16V TDI Turbo Diesel (CD/SR) Automático ano 2016.

No segmento de motocicletas, a Tecfil mostrará nove produtos. Ao todo, serão quatro filtros de ar – para as motos Honda CB 600F Hornet ano 2004 a 2008, Yamaha Crypton 115 ano 2014, Sundown Future 125 ano 2007 e Suzuki Burgman 125 ano 2007 a 2011 –, três filtros de óleo – para os modelos Yamaha TDM 225 de 1997 a 2005, Dafra Next 250 e Kawasaki Ninja 250 – e dois filtros de combustível, um deles compatível com os modelos Honda NXR Bros 150 ano 2009 e Honda XRE ano 2010, e o outro, com cinco motos da Yamaha – XTZ Crosser 150 2013 a 2015, Fazer YS 250 Blue Flex, XTX 250 Blue Flex, Fazer 150 2015 e YBR 150 Factor.

E completando os produtos da Tecfil que estarão presentes nesta edição da Automec, a linha de máquinas e equipamentos agrícolas tem nove produtos: cinco filtros hidráulicos – três dedicados ao maquinário da Caterpillar, um para a Komatsu e outro para a John Deere – três filtros de combustível – dois para a JCB e um kit com os filtros PEC5209 e PSD523 para a John Deere – e um filtro de óleo para a JCB. 

COLETIVA  -  No dia 26/04, das 11h40 às 12h20, a Tecfil realizará uma coletiva para imprensa com a presença de porta-vozes da empresa na sala de coletivas, localizada ao lado da sala de imprensa. Na ocasião falarão sobre as novidades para o evento e também expectativas para 2017. 

TECFIL -  A Tecfil é a maior fabricante de filtros automotivos da América Latina e tem produtos nas linhas automotiva, motos e máquinas/agrícolas Com 64 anos, tem cerca de 1.300 colaboradores, especializou-se no segmento, é referência no mercado e líder em reposição automotiva. É composta por dois centros fabris em Guarulhos, São Paulo, e um centro de distribuição, que juntos têm a área total de 118.000 m². Exporta para mais de 25 países. Em 2016 era “uma das 150 melhores empresas para se trabalhar”, de acordo com o Guia Você S.A, onde já foi eleita por nove vezes.

AUTOMEC 2017

De 25 a 29/04/2017

São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, Água Funda - São Paulo - SP 

Terça à sexta: das 11h às 20h e sábado: das 9h às 17h    

Estande: E 140

 

 

MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki Racing Team assume a liderança do Mineiro de Motocross

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Dudu Lima #2 | MX1
Tiago Lopes / VGCOM

No último fim de semana aconteceu a 2ª etapa do Campeonato Mineiro de Motocross, se firmando como um dos maiores eventos da modalidade no país. Os grandes nomes do cenário nacional estiveram presentes e a Kawasaki Racing Team garantiu pódio com seus pilotos nas principais categorias do estadual. 

Dudu Lima se mantém isolado na liderança da categoria MX1 e seu irmão, Marcello Lima, ficou na vice-liderança, após a segunda rodada onde foram primeiro e terceiro lugar, respectivamente. Na MX2 os pilotos do time do experiente Balbi também mandaram bem fazendo segundo e terceiro lugar no sábado pela categoria Junior, com Pepê Bueno em 2º e Leo Souza em 3º. E no domingo mais um pódio para Pepê, com o terceiro lugar da disputadíssima MX2. 

Confira os depoimentos da equipe: 

Ricardo Kaphê Sebbe | Assessor de competições Kawasaki 

"Os excelentes resultados dos nossos pilotos neste final de semana correspondem ao trabalho realizado por eles durante a pré temporada. Mas sabemos que eles ainda podem evoluir muito, tirando mais proveito das motocicletas Kawasaki durante os testes até a próxima etapa!" 

Dudu Lima #2 | MX1 

“Fim de semana perfeito onde desde os treinos vim me sentindo bem com um 3º na MX2 e o 1º na MX1 sabia que poderia andar bem, mas pra isso precisaria de boas largadas. Na MX2 não consegui largar tão bem e isso me prejudicou muito mais ainda consegui alcançar um pódio com a 5ª colocação. Já na MX1 larguei em 3º logo na primeira volta ultrapassei o Venezuelano, Machito e fui para cima do Jean, resolvi atacar logo no começo pois a pista estava difícil e acabou dando certo abri uma vantagem e mantive até o final, assumindo a liderança do campeonato com a minha KX 450F que se mostrou perfeita durante todo o final de semana!” 

Marcello Lima #5 | MX1 

“Foi um ótima corrida, gostei bastante da pista e consegui andar num ritmo constante do inicio ao fim da prova. Faltou bem pouco para eu conquistar o 2º lugar. Na MX2 eu larguei muito mal, fiz uma prova de recuperação e apesar de nunca treinar com a moto eu acredito que foi um bom resultado também. Foi divertido relembrar os tempos de como é acelerar uma 250.” 

Pedro “Pepê” Bueno #8 | MX2

“Foi meu retorno as competições depois de 60 dias parado e mesmo assim tive um bom fim de semana no Mineiro, no sábado larguei atrás e fui me recuperando até a segunda colocação, tirando bastante a diferença do primeiro colocado. Já no domingo com muitos caras de nome na categoria consegui andar bem junto dos ponteiros e ataquei os primeiros 15 minutos de prova, infelizmente não tive ritmo suficiente devido ao tempo que estive parado e acabei finalizando na 3ª colocação que é muito bom devido ao alto nível que estava essa categoria, agradeço a Kawasaki Brasil pela oportunidade e pelo excelente equipamento que está me oferecendo!”

Leonardo Souza #9 | MX2 

“O meu fim de semana começou muito bem, fazendo o primeiro tempo no treino livre da Junior e no classificatório, já na corrida não fiz boa largada e não consegui achar o ritmo, terminando em 3º, no domingo não foi muito bom fiz um 6º na MX2 e 7º na MX1, agora é treinar e ir para a próxima mais preparado, mas aprendi muito neste fim de semana, obrigado a Kawasaki Brasil pela oportunidade!”

O próximo desafio dos nossos pilotos de Motocross é a abertura da temporada do Arena Cross no dia 29/04 em Caraguatatuba-SP. 

 

 

REBELO MARTINS É NOTICIA

 

“Vou visitar a minha tia a Marrocos…hip, hop!”

Esta é a frase da conhecida música infantil que ecoa já há algumas semanas na cabeça de João Rebelo Martins. No horizonte vislumbra-se mais uma viagem e, posto isto, não é dificil adivinhar onde.

João Rebelo Martins parte à aventura novamente, com mais três companheiros de viagem. As motos já estão prontas para uma expedição de nove dias por todo o território marroquino e os quatro companheiros de viagem mal podem esperar por começar.

O encantado reino de Marrocos, com as suas cores deslumbrantes, sabores exóticos, as montanhas do Atlas e as dunas do Sahara, recebem o piloto e aventureiro oliveirense com as cores da Eni, Nau Helmets e Monte Campo, além de deliciosas iguarias de bacalhau da Liporfir que irão dar ânimo e um gostinho “a casa”.

A primeira “etapa” será de Lisboa a Tarifa, onde se fará a travessia para o continente Africano, e onde a verdadeira viagem terá início. Paragens obrigatórias em Chefchaoen, Azrou, Dades, Merzouga, Zagora, Ourzazate, Marraquexe e Rabat estão nos planos dos aventureiros e conhecer o reino encantado de Marrocos é palavra de ordem.

Todos os pormenores desta fantástica aventura serão, naturalmente dignos de registo e poderá acompanhar os aventureiros em rebelomartinsaventura.blogspot.com ou em facebook.com/roadgalaxytouring

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REBELO MARTINS VENCE PROLOGO

 

Vitória no Prólogo para Rebelo Martins

João Rebelo Martins, tripulando o Yamaha YXZ 1000 RSS com as cores da Eni, Loba e Fluidotrónica, para além das parcerias com o Vida Económica, Azeméis É Vida, Clínica Pardelhas, Nau Helmets, Grupo Multimoto, Agência Paraíso, Eumel e Oakley, venceu o prólogo da Baja de Loulé, em TT2.

O piloto oliveirense voou por entre as plantações de abacate e vinhedos que ladeavam os quilómetros do prólogo para conseguir a melhor marca nos TT2 e alcançar o sexto tempo da geral.

A terceira ronda do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno arrancou na passada sexta-feira, dia 14 de Abril e o piloto da Vettra Motorsport, começou da melhor forma possível.

Rebelo Martins, no final do prologo referia que “ vinha muito rápido, com confiança no carro, apesar do piso se apresentar muito escorregadio.”.

No primeiro troço cronometrado, de 82 km, Rebelo Martins manteve a liderança em TT2 e lutava pelos lugares do pódio à geral quando, após uma aterragem  mais forte num salto, o pneu de trás esquerdo rebentou, atirando o carro para um talude e levando-o a capotar duas vezes.

 O piloto ficou com um ligeiro ferimento na mão, o carro a necessitar de bastantes cuidados por parte da Vettra Motorsport e a desistência foi inevitável.  az6 Copyaz7 Copy

 

MOTOS - BRASIL

 

Kawasaki oferece bônus de R$ 2 mil na compra dos modelos Z800 e Ninja 650 2017

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Kawasaki Ninja 650
Divulgação VGCOM / KAWASAKI

Restam poucos dias para o encerramento desta superpromoção da Kawasaki. Todas as concessionárias da marca japonesa no Brasil estarão oferecendo um bônus de R$ 2.000,00 no pagamento à vista ou ainda a possibilidade de parcelar em até 12 vezes sem juros a compra dos modelos 2017 da Kawasaki Z800 – nas versões com e sem freios ABS – e da Ninja 650 com a tecnologia ABS, esta promoção é válida até o final do estoque na rede Kawasaki. Não deixe escapar esta grande oportunidade de encerrar o mês de moto nova.

Os dois modelos da Kawasaki oferecem muita potência e performance. A Z800 se destaca por ter um design moderno e um robusto motor de quatro cilindros que soma 806 cm³ de cilindrada. Esta poderosa ‘supernaked’ da linha Z é ideal para quem espera um excelente desempenho e uma pilotagem divertida. Já a Ninja 650 é a uma ótima opção para quem busca esportividade. A moto alia potência e versatilidade e é indicada desde aos pilotos novatos até os mais experientes.

Para obter mais informações sobre o bônus de pagamento à vista e das condições especiais de financiamento, entre em contato com uma concessionária autorizada Kawasaki. 

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Kawasaki Z800
Divulgação VGCOM / KAWASAKI

 

EXPEDIÇÃO DE JOSÉ CARLOS MADALENO

EXPEDIÇÃO JOSÉ CARLOS MADALENO

 

Mais uma serie de imagens da expedição levada a cabo pelo ex piloto José Carlos Madaleno, desta feita na Colombia.mad1 Copymad2 Copymad3-colombia Copymad4 Copymad5 Copymad6 Copymad7 Copymad8 Copymad9 Copymad10 Copymad11 Copymad12 Copymad14 CopymAD15 CopyMAD16 Copymad17 Copymad18 Copymad19 Copymad20 Copymad21 Copymad22 Copy

 
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João Raposo

Telemóvel: +351 961 686 867
E-mail: jraposo-air@portugalmail.pt