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VELO CAB2012


MIGUEL OLIVEIRA FICOU EM 7º

 

Corrida decorreu sem chuva, mas com o piso extremamente molhado e com muito spray

 

MIGUEL OLIVEIRA TERMINA EM 7º NO JAPÃO

Motegi foi este fim de semana sinónimo de condições muito adversas para os pilotos na 15ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo. Embora a corrida deste domingo não tivesse sido marcada por chuva, o piso extremamente molhado provocava muito ‘spray’ com a passagem das motos, que dificultava assim a visibilidade dos pilotos. Numa corrida encurtada para 15 voltas devido à forte queda de água que obrigou a intervenção dos meios de limpeza na pista para escoamento e limpeza, o piloto da Red Bull KTM Ajo terminou na 7ª posição, depois de ter saído em 5º na grelha de partida.

 

Num fim de semana irrepreensível debaixo de difíceis condições climatéricas, e onde apenas perdeu a pole position, Miguel Oliveira não se sentiu confortável com a pouca aderência da roda traseira no decorrer da prova, pelo que optou por ser conservador e terminar, amealhando o máximo de pontos possíveis para o campeonato.


#44 Miguel Oliveira

Foi um dia difícil e com muita água na pista. Eu não estava muito confortavel, especialmente com o pneu traseiro que não me dava boas sensações para poder puxar mais. Tinha os 5 primeiros bastante próximos mas percebi que não podia ganhar tempo por isso optei por gerir a corrida da melhor maneira possível, para terminar a prova. Depois do desempenho deste fim-de-semana, a 7ª posição não é o que esperávamos  mas terminei a prova e isso é positivo. Agora há que olhar para Phillip Island, um circuito do qual gosto, e que penso que se encaixa perfeitamente com as características da nossa moto. Chegaremos fortes.”


Aki Ajo, Team manager

"Estou um pouco dececionado com o resultado final da corrida do Moto2, embora, em geral, possamos continuar satisfeitos com o desempenho que tivemos durante o fim de semana. Somos bastante rápidos em todas as condições [climatéricas], seja em piso seco ou molhado, e este fim de semana foi mais uma experiência para melhorarmos o nosso desempenho à chuva. Estamos confiantes para as próximas corridas".

 

Com o resultado no GP do Japão, Miguel Oliveira encontra-se agora em 4º lugar na classificação geral do Campeonato do Mundo, a apenas 14 pontos de Marquéz, que conquistou em Motegi a sua primeira vitória numa corrida desta temporada.

 

A 16ª ronda do Campeonato decorre já no próximo fim de semana, entre 20 e 22 de outubro na Austrália, quando ficam a faltar apenas 3 etapas para o final da temporada de 2017.


Resultados (Corrida)

1. Alex Marquez (Kalex) com 32:08.901

2. Xavi Vierge (Tech3) +1.465

3. Hafizh Syahrin (Kalex) +3.134

4. Francesco Bagnaia (Kalex) +5.415

5. Mattia Pasini (Kalex) +5.618

7. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) +7.597


Classificação geral:

Franco Morbidelli – 256 pontos

Thomas Luthi – 232 pontos

Alex Marquéz – 180 pontos

Miguel Oliveira – 166 pontos

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RECORDAR É VIVER

RECORDAR É VIVER

 

POR JOÃO CARLOS COSTA

 

 Faz hoje precisamente 11 anos. Toni Elias batia Valentino Rossi no Estoril por 0,002s. Pelo prazer da batalha em pista e um fabuloso final, está bem dentro do Top 10 das provas que mais gozo me deu comentar.

 

MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO

 

Piloto luso arranca amanhã da 2ª linha de grelha, depois de ter dominado grande parte da sessão de qualificação

 

MIGUEL OLIVEIRA COM RITMO PARA PÓDIO

 

O segundo dia em Motegi, no GP do Japão, 15ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo, ofereceu aos pilotos de Moto2 uma qualificação sem chuva, ainda que com pista molhada.

 

Com o asfalto a começar a secar a cada volta, tudo apontava para uma sessão de qualificação discutida até ao último minuto, e assim aconteceu. Ainda com pneus de chuva, o piloto luso da Red Bull KTM Ajo demonstrou já um grande ritmo e a sua vontade de reclamar um lugar no topo, mas à medida que os pilotos começavam a mudar as suas motos para condições de pista seca os tempos baixaram substancialmente.


Também Miguel Oliveira fez uma paragem nas boxes  para mudar os pneus para ‘slick’ e o ‘setup’ para piso seco. O piloto de Almada conseguiu igualmente baixar de forma significativa os seus tempos, impondo desta vez o seu domínio e assumindo a liderança da qualificação.

 

Nos últimos minutos não faltaram candidatos à 'pole', sendo que na última volta uma sucessão de voltas rápidas de vários pilotos empurraram Miguel Oliveira da ‘pole’ para o 5º lugar, com o japonês Takaaki Nakagami a agarrar o lugar cimeiro da grelha de partida em casa, com 1min53.776s (0,513s mais rápido do que o piloto português).

 

#44 Miguel Oliveira

“Foi uma qualificação bastante difícil, pois tivemos a primeira parte com a pista ainda molhada, mas senti-me muito confortável nestas condições. Entretanto a pista começou a secar e, com a moto configurada para seco, senti-me também bastante à vontade, podendo puxar um pouco mais. Infelizmente, na última volta abri um pouco a trajetória após falhar uma travagem e, tendo também um piloto mais lento à minha frente, não consegui melhorar o meu tempo. Poderia ter conseguido a ‘pole’ ou a primeira linha, mas agora o mais importante é focar-me no dia de amanhã, que será bastante difícil, com muita chuva. O objetivo é estar concentrado e levar a corrida com calma para terminar na melhor posição possível."

 

A sessão de treinos do dia apresentou-se ainda com alguma chuva, condição não favorável para melhorar os tempos de sexta-feira, ficando o piloto Miguel Oliveira com o 8º melhor tempo, a 0,729s do malaio Hafizh Syahrin, o mais rápido da sessão.

 

A prova irá realizar-se este domingo, 15 de outubro, às 04h20, hora de Portugal.


Resultados (Qualificação)
1. Takaaki Nakagami (Kalex) com 1:53.776
2. Alex Marquez (Kalex) com 1:53.904 +0.128
3. Xavi Vierge (Tech3) com 1:54.046 +0.270
4. Mattia Pasini (Kalex) com 1:54.139 +0.363
5. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 1:54.289 +0.513

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MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki Brasil domina o pódio do Arena Cross

Os pilotos oficiais e satélites da marca Kawasaki deram um verdadeiro show de raça e superação na terceira etapa do Arena Cross Brasil na cidade de Ourinhos-SP, que recebeu no último feriado 12/10 (quinta-feira) a terceira rodada do evento. Em um nível altíssimo de competição unindo os melhores pilotos do cenário nacional no gate, nossos pilotos se destacaram pela garra e força de vontade.

O Venezuelano do time satélite do nosso concessionário Rota Kawasaki, Humberto Martin, levou a melhor somando 32 pontos ficou com a vitória, já o piloto oficial Dudu Lima teve dificuldades na primeira bateria alcançando um resultado mediano, já na segunda bateria conseguiu chegar atrás de Machito e juntos fizeram uma dobradinha verde na chegada, mesmo resultado que dominou o pódio da terceira etapa, com duas Kawasakis no topo do Arena Cross. 

Ricardo Kaphê Sebbe | Assessor de Competições 
"Estamos muito satisfeitos com o desempenho de nossos pilotos nesta etapa do Arena Cross. Marcello ficou fora do pódio porque cometeu um pequeno erro ao final da bateria, terminando o overall na sexta colocação. Já seu irmão Eduardo, o Dudu, finalizou o overall na segunda colocação, mostrando uma enorme evolução neste segundo semestre! Parabéns a toda equipe.” 

Eduardo Lima #2 | MXPró 
“A corrida foi um pouco complicada pra mim, na primeira bateria acabei largando em último e vim fazendo muita força do começo ao fim isso acabou me desgastando demais mas ainda consegui terminar em 6º a primeira corrida, na segunda bateria sabia que se quisesse salvar um pódio precisava largar melhor e foi o que eu fiz consegui largar um pouco melhor e logo no começo da corrida me descolei rápido ficando entre os primeiros. Ainda consegui fazer um segundo lugar e salvar um pódio na segunda colocação! Minha moto KX450F está perfeita e estou me sentindo muito confortável nela espero poder colocar ela no pódio mais vezes esse ano ainda!”

Marcello Lima #5 | MXPró 
“Corrida foi boa, tive um ritmo bom nas duas baterias. Porém o resultado não foi como eu queria. Caí forte na segunda bateria, foi o que me prejudicou no resultado final. Mas estou bem e pronto para a próxima.”

O próximo desafio do time Kawasaki será a 5ª rodada do Brasileiro de Motocross que acontece em Tupaciguara MG no início de novembro. 

 

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM

 


Victor Silva | Show Radical | VGCOM
 

MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO

 

Piloto de Almada estreou-se em Moto2 no circuito de Motegi

 

ARRANQUE POSITIVO PARA MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO  

 

Apesar da chuva que marcou o primeiro dia de treinos livres em Motegi, cidade nipónica que recebe o MotoGP há duas décadas e que é este fim-de-semana o palco da 15ª ronda do Campeonato do Mundo de Motociclismo, o jovem piloto de Almada demonstrou mais uma vez todo o seu potencial frente aos seus rivais, naquela que é a sua estreia aos comandos de uma Moto2.


Relembre-se que em 2016, o agora piloto da equipa Red Bull KTM Ajo, não competiu neste circuito devido à lesão que o afastou de algumas provas. Em Motegi, Miguel Oliveira relembrou perante a audiência presente por que foi 2º neste circuito em 2015, em Moto3. Mesmo sobre chuva intensa, o piloto da Charneca da Caparica conseguiu adaptar-se bem às condições do asfalto e completar com nota muito positiva as duas sessões de treinos livres.

 

Na sessão matinal (hora japonesa, UTC +9), Miguel Oliveira rodou consistentemente nos 2min06, a 1,522 do melhor tempo protagonizado por Alex Marquéz, conseguindo o 9º melhor tempo da sessão. Já na 2ª sessão da tarde, foi o piloto que mais progrediu comparativamente à primeira sessão, para dominar confortavelmente grande parte do treino no 3º lugar, logo atrás do suíço Thomas Luthi e do espanhol Alex Marquéz, em condições traiçoeiras que originaram algumas quedas, mas sem consequências físicas. 


A rodar solidamente na 3ª posição, Miguel Oliveira conseguiu superar-se, volta atrás de volta, fechando o seu melhor tempo em 2min05,807s, a 0,525s do melhor tempo da 2ª sessão de treinos livres conseguido por Luthi. Alex Marquéz garantiu a 2ª posição.

 

#44 Miguel Oliveira

“Hoje o dia correu bem. Houve muita chuva, tanto pela manhã como pela tarde, mas, em geral, fizemos um bom trabalho. Falta saber como estará o tempo amanhã para a qualificação, mas estou contente com a moto, com o trabalho feito até aqui e sinto-me muito confortável à chuva. Espero continuar assim”.

Amanhã, sábado, a 3ª sessão de treinos livres terá lugar pelas 02h55 e a qualificação acontecerá pelas 07h05, horas de Portugal.

 

Resultados Combinados (FP1+FP2)
1. Thomas Luthi (Kalex) com 2:05.282
2. Alex Marquez (Kalex) com 2:05.460 +0.178
3. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 2:05.807 +0.525
4. Hafizh Syahrin (Kalex) com 2:06.212 +0.930
5. Franco Morbidelli (Kalex) com 2:06.220 +0.938a134 Copy

 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

 

 

 

Quando cá estive em Maio passei em Medellin mas fugi logo no dia seguinte de manhã porque a cidade, que fica a 1500 metros de altitude mas tem altas montanhas a rodeá-la, estava envolta numa nuvem de poluição que tornava o ar irrespirável. Desta vez, talvez por nesta altura do ano chover quase diariamente ao fim da tarde, está muito melhor. Assim, marquei um “airbnb” para passar mais dois dias e conhecer um pouco mais da segunda cidade da Colômbia. No dia em que mudei do Hotel para a casa particular acabei por almoçar já tarde e logo a seguir caiu uma chuvada das grandes, que só me deu tempo de parar a moto e entrar em casa, de maneira que vi pouco mas, no dia seguinte saí cedo, apanhei um autocarro para o centro e fui primeiro visitar a praça Botero, com enormes estátuas em bronze do conhecido artista colombiano, que é de Medellin. A praça, logo às nove e meia da manhã, tem muito movimento, não só de pessoas que passam como de vendedores ambulantes ou de pegas com péssimo aspecto, que entram ao serviço aquela hora mas não parece terem qualquer sucesso. Do outro lado da praça o Museu de Antioquia tem uma excelente exposição do artista para além de muitas outras obras de pintores famosos oferecidas por ele próprio à cidade. Excelente. Distrai-me por lá mais de duas horas. Numa rua junto à praça a curiosidade de homens e mulheres que montam pequenas bancas e se dedicam, a troco de uns pesos, a preencher documentos em velhas máquinas de escrever para aqueles que não têm uma ou, simplesmente, não sabem escrever ou exprimir-se. Estes homens e mulheres perguntam aos clientes o que pretendem escrever e traduzem essa linguagem popular em escrita oficial, pronta a entregar numa repartição de finanças ou tribunal. Fantástico.

Apanhei depois um metro e fui até ao “metro cable” que não é mais que um teleférico que sobe uma das montanhas da cidade, por cima de uma das enormes favelas que a rodeiam, e passa depois através da floresta até um parque natural. Este teleférico, curiosamente, funcionou como pacificador de uma parte da cidade, que andava em guerra constante desde os tempos do famoso Pablo Escobar, o traficante Colombiano de droga, que controlava a cidade e era um dos homens mais ricos do mundo. Depois de ser morto, em 1993, Medellin continuou a ser uma cidade muito perigosa, com guerras de gangues nas favelas que a polícia não controlava. Com a passagem do teleférico, inaugurado em 2004 e que tem estações em vários pontos das favelas, as populações começaram a unir-se em volta deste transporte que lhes facilitava a descida à cidade, juntando-se obrigatoriamente nestes pequenos compartimentos com dois bancos corridos onde se sentam quatro a quatro em frente uns dos outros num espaço reduzido. Tornou-se impossível encontrarem-se no transporte e depois andarem em guerra nas ruas e as favelas pacificaram-se ... à conta do teleférico. Extraordinário.
Quando lá cheguei a cima, depois de um excelente almoço de frango estufado com batatas assadas propus-me fazer um passeio a pé, incluído num pequeno grupo com uma guia através da floresta. Só que, não tínhamos andado mais de um quarto de hora quando uma enorme chuvada interrompeu o passeio. Voltámos à base mas, devido aos raios, o teleférico foi obrigado a parar e tive que esperar mais de uma hora que voltasse a funcionar, ficando à conversa com dois casais de miúdos, entre um café colombiano, o melhor café que bebi fora de Itália ou Portugal.

 


Deixei Cartagena por volta das dez da manhã em direcção a Medellin, a segunda maior cidade Colombiana. A estrada é razoável embora tenha muito movimento de camiões. Mas tem partes de serra muito divertidas, sempre rodeadas de muita vegetação. As pontes que passam por cima de rios revelam enormes caudais de água, que corre com força nesta altura do ano. Parei para almoçar numa vila do caminho onde paguei três euros por um prato de galinha com batatas e “patacones” e uma cerveja. Pelas três da tarde um bar isolado junto à estrada atraiu-me a beber uma cerveja. O dono tinha uma pronuncia tão diferente do habitual que mal percebia o que dizia. Pouco depois sentou-se uma velha na mesa ao lado que se fartou de falar comigo. Comecei por pedir que repetisse o que dizia porque não percebia uma palavra mas, às tantas, desisti e limitei-me a dizer que sim com a cabeça.
- “Pois. Claro”, sem perceber patavina.
A certa altura a velha disse qualquer coisa ao homem, ele mandou parar um táxi que passava e ela entrou no carro sem se despedir ou olhar sequer para mim. Deve ter ficado ofendida com a minha falta de compreensão. A sua conversa certamente exigiria respostas que não pude dar.
Pelas cinco da tarde, quando já pensava que ía ser difícil encontrar um sítio onde ficar, ao chegar a uma aldeia que se chamava Nuevo Pueblo, vi um letreiro de Hotel na beira da estrada e fui ver. Pertencia a duas simpáticas irmãs e consistia em vários bangalows separados que eram quartos e um grande telheiro em colmo central que servia de bar e restaurante. Por fora os bungalows estavam em tijolo e por dentro as paredes eram pintadas mas não rebocadas. Tal como no restaurante também os telhados eram em colmo. Propuseram-me um sem ar condicionado por o equivalente a sete euros e por ali fiquei. Passada uma meia hora apareceu um Mexicano, numa Suzuki 650 que vinha a caminho do Salar de Uyuni, um lago salgado da Bolívia, e ficamos à conversa até à hora de jantar, entre um par de cervejas.
Segui no dia seguinte para Medellin e, como calculei que só chegaria ao fim do dia, marquei um Hotel decente por uma noite para variar daqueles onde tenho ficado.
 

PILOTOS OLIVEIRA CUP

 

Circuito do Estoril recebe jovens promessas da Oliveira Cup este fim de semana

 

PILOTOS DA OLIVEIRA CUP A POSTOS PARA PENÚLTIMA PROVA DO CAMPEONATO NACIONAL DE VELOCIDADE

 

 

Pedro Fragoso, Diogo Luís e Pedro Fraga vão participar este fim de semana, 14 e 15 de outubro, em mais uma ronda do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV), que decorre no Circuito do Estoril. Os pilotos oriundos da Oliveira Cup foram mais uma vez destacados para integrar a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team para esta que será a penúltima prova da temporada do CNV e onde Pedro Fraga fará a sua estreia absoluta na categoria pré-moto3.

 

Os jovens pilotos com idades entre os 12 e os 15 anos vão participar nesta competição organizada pelo Motor Clube do Estoril, sob a égide da Federação Portuguesa de Motociclismo, numa ronda dupla de treinos e corridas, ao longo de todo o próximo fim de semana.

 

Estes são alguns dos jovens mais promissores da Oliveira Cup, que têm evoluído muito positivamente no âmbito do nosso projeto-escola de motociclismo. Além da qualidade inerente a cada jovem piloto, a dedicação e o potencial que têm revelado estão a encaminhá-los para ‘voos’ mais altos na modalidade, em campeonatos nacionais e internacionais”, refere Paulo Oliveira, Diretor de Equipa da Oliveira Cup. “E este é também o papel e compromisso da Oliveira Cup, ou seja, dar continuidade à formação dos nossos jovens pilotos, integrá-los e assessorá-los noutros campeonatos”, conclui.

 

Dinis Borges, Rafael Saraiva e Bernardo Oliveira, também pupilos do projeto-escola de Miguel Oliveira, vão estar igualmente presentes este fim de semana no Estoril e participar inclusivamente na sessão de treinos livres que decorre no sábado – uma participação que simboliza a estreia no CNV para o trio de jovens pilotos.

 

Nas mesmas datas em que Miguel Oliveira participa na 15ª ronda do Mundial de Motociclismo, em Motegi, no Japão, o piloto da Red Bull KTM Ajo Motorsport não deixa de revelar a importância da evolução de carreira destes jovens pilotos: “Estou muito contente com o trajeto que a Oliveira Cup tem vindo a fazer. Enquanto projeto-escola de motociclismo tem sido surpreendente e temos encontrado talentos muito promissores, sendo que alguns deles estão já a dar os primeiros passos noutras competições, como esta. É muito gratificante estar a acompanhar estes jovens no que poderá ser o início da suas carreiras no motociclismo”.

 

Os treinos de Moto3 e Pré-Moto3 estão previstos para sábado pelas 17:05 e no domingo pelas 09h30. As corridas vão ser disputadas também no domingo, com a primeira manga a decorrer a partir das 11:40 e a segunda pelas 15h15.

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MIGUEL OLIVEIRA NO JAPÃO

 

Piloto português encara as três próximas provas de Moto2 com entusiasmo

 

MIGUEL OLIVEIRA PARTE PARA O JAPÃO COM O OBJETIVO DE CONSOLIDAR 3º LUGAR

 

 

Miguel Oliveira partiu hoje para o Japão, a poucos dias do início da 15ª etapa do Campeonato Mundial de Motociclismo, que se realiza no Twin Ring de Motegi, entre 13 e 15 de outubro. Em busca de consolidar o 3º lugar na classificação geral do Campeonato, o piloto de Almada revela estar entusiasmado com a sequência de três provas que vão decorrer entre o continente asiático e a Austrália durante o mês de outubro – em pistas que vai desbravar pela primeira vez com a sua KTM, em Moto2.

 

#44 Miguel Oliveira

“Começo esta semana uma linha de três corridas de que sempre gostei muito e das quais tenho muito boas memórias com esta equipa. Não fiz estas três corridas o ano passado, devido à minha lesão na clavícula, por isso serão três pistas que vou descobrir com esta moto de Moto2, mas creio que isto não constitui nenhum problema.

O meu objetivo é, sem dúvida, tentar segurar a 3ª posição no Campeonato e reforçá-la, mas sobretudo fazer um bom trabalho com a moto, melhorando-a nestes circuitos, algo que será também muito importante para o ano que vem. Espero continuar esta linha de bons resultados e continuar a marcar presença no pódio, mas sobretudo fazer um bom trabalho”.

 

O piloto da Red Bull KTM Ajo Motosport tem sido fulcral no desenvolvimento e evolução do projeto em Moto2, prestação que lhes tem valido um lugar de protagonismo na categoria intermédia, durante esta que é a temporada de estreia da marca austríaca. De recordar que, até ao momento, Miguel Oliveira arrecadou a presença em 6 pódios.

 

O Motul Grand Pix do Japão vai ser o palco da abertura do trio de provas na Ásia, ao qual se segue o circuito de Phillip Island, na Austrália, e de Sepang, na Malásia.

 

No Japão, os treinos livres têm início na próxima sexta-feira pelas 02:55 da manhã e a corrida de Moto2 irá realizar-se às 04:20, hora de Portugal, no domingo, dia 15 de outubro.

 

Informação do circuito-Motegi:

Comprimento: 4,8 km

Largura: 15 metros

Curvas esquerdas: 6

Curvas direitas: 8

Reta mais longa: 0,762 km

Construído: 1998a184 Copy

 

TT N O BRASIL

 

Fabrício Bianchini vence na Production Aberta na 3a edição do Rally Serra Azul

Dobradinha da Bianchini Rally no pódio com Bianchini #6 em primeiro, e Luiz Fernando Menuzzo #2 em segundo na categoria. Sendo que ambos finalizaram o rali entre os cinco mais rápidos na geral, com o segundo e terceiro lugares, respectivamente


Após dois dias de disputas acirradas, 7 e 8, encerrou-se neste domingo o 3o Rally Serra Azul, em Itupeva, no interior paulista. Válida pelas 9ª e 10ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, a prova reuniu competidores de motos, quadriciclos e UTVs, num total de 38. Dois pilotos da Bianchini Rally se destacaram pelo desempenho: Fabrício Bianchini #6 (Husqvarna 501) venceu a prova, deste domingo, na geral e Luiz Fernando Menuzzo #2 (KTM 500 SixDays) foi o mais rápido na geral, da prova de sábado. Ambos competem pela Production Aberta e finalizaram o rali com dobradinha no pódio: Bianchini foi o campeão da prova na categoria e, ainda, vice-campeão na geral, enquanto Menuzzo ficou na segunda posição da categoria e terceiro na geral.

Mais conhecido como “Gaúcho” no meio off-road, Bianchini comemorou os resultados da prova de sábado e domingo, com aproveitamento total. “A prova foi uma delícia e estou muito satisfeito com o desempenho da minha nova moto que provou que é um canhão. Ontem com a chuva haviam trechos traiçoeiros e bem lisos, mas mesmo assim, terminei em terceiro na geral. Já hoje (8) com o piso mais seco venci na geral e foi gratificante demais fechar o fim de semana com pódio”, ressalta o piloto que compete essa temporada a bordo de uma Husqvarna 501.

Já Menuzzo, que cravou o melhor tempo na geral na prova de sábado, neste domingo, sofreu uma queda que acabou abalando um pouco seu desempenho. “Logo na primeira Especial do dia levei um tombo, não me machuquei, mais perdi parte da segurança e depois disso diminui um pouco o ritmo e não consegui mais recuperar na segunda volta. Mas no geral o balanço do fim de semana foi positivo e gostei muito da prova”, explica o piloto de Campinas (SP), que praticamente correu em casa.

A equipe contou, ainda, com mais dois pilotos que driblaram algumas adversidades mas garantiram seus lugares na premiação. Na Over 40 André Marcondes #7 (Husqvarna 450) levou a melhor, assim como, Marcos Baumgart #12 (KTM 450) na categoria Marathon.

O Rally Serra Azul foi dividido em dois trechos cronometrados de 61 quilômetros, em cada dia, totalizando 244 quilômetros Especiais. No sábado, devido ao mau tempo, os organizadores cancelaram a segunda volta para motos e quadriciclos, antes todos os competidores participaram da disputa do Prólogo num trecho de 12 quilômetros. Mas neste domingo a prova fluiu normalmente. O parque de apoio foi montado no Quality Resort & Convention Center.

“Todos os pilotos da equipe estão de parabéns, andaram bem e terminaram no pódio. Agora é focar nas próximas etapas do Campeonato, que está a todo o vapor”, finaliza Bianchini. O Rally Rota Sudeste será em 11 e 12 de novembro, e depois o Rally dos Amigos, que fecha a temporada, em 2 e 3 de dezembro.

A equipe – A Bianchini Rally nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe que tem sede em Alphaville, Barueri/SP. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. No ano passado Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros e subiu ao pódio. Em 2017, além de competir nas motos também encara um novo desafio e está disputando algumas provas de Rally de Velocidade com um Peugeot 207. A equipe pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, McDonald Pelz, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit, Arames Farpados e Husqvarna Brasil -Power Husky, Borilli Pneus e Capacetes Shiro.

Resultado acumulado (sábado +domingo) – Rally Serra Azul 8/10
Motos/Geral (cinco primeiros)
1) #1 Ramon Sacilotti -  3h38m27s - Super Production,
2) #6 Fabricio Bianchini - 3h38m56s – 1º Production Aberta
3) #2 Luiz Fernando Menuzzo - 3h39m17s – 2º Production Aberta

4) #10 João Paulo Martins - 3h44m39s - Production Aberta
5) #14 Marcos Brandao Teixeira - 3h52m46s - Production Aberta

Resultado (domingo 8/10)
Motos/Geral (cinco primeiros)
1) #6 Fabrício Bianchini - 1h32m37s - 1º Production Aberta
2) #1 Ramon Sacilotti - 1h32m47s - Super Production
3) #10 João Paulo Martins - 1h36m48s – 2º Production Aberta
4) #14 Marcos Brandao Teixeira - 1h38m05s – 3º Production Aberta
5) #2 Luiz Fernando Menuzzo - 1h40m12s – 4º Production Aberta

Resultado (sábado 7/10)
Motos/Geral (cinco primeiros)
1) #2 Luiz Fernando Menuzzo- 1h59m04s - 1o Production Aberta
2) #1 Ramon Sacilotti - 2h05m40s - Super Production
3) #6 Fabrício Bianchini - 2h06m18s - 2o Production Aberta
4) #10 João Paulo Martins - 2h07m50s - Production Aberta
5) #8 Rodrigo Khezam - 2h12m15s - Nacionala173 Copy

 

TT N O BRASIL

 

Motos: Bianchini Rally acelera neste fim de semana no Rally Serra Azul, em Itupeva (SP)

Fabrício Bianchini (Husqvarna 501) está entre os Top5 da Production Aberta no Campeonato Brasileiro. Piloto apresenta também dois novos parceiros da equipe

 

 

Pilotos de motos, quadriciclos e UTVs irão proporcionar disputas acirradas neste fim de semana, 7 e 8, no Rally Serra Azul que acontece em Itupeva, interior de São Paulo. A 5ª prova da temporada, válida pelas 9ª e 10ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, terá um grid de aproximadamente 50 inscritos, entre eles, a Bianchini Rally terá quatro representantes nas motos: Fabrício Bianchini e Luiz Fernando Menuzzo, na Production Aberta, André Marcondes (Over 40) e Cristiano Britto (Super Production).

O desafio será acelerar ao longo de 244 quilômetros de trechos cronometrados, divididos igualmente em 122 quilômetros no sábado e no domingo. Os competidores farão duas Especiais de 61 quilômetros em cada dia. No sábado, antes da primeira Especial, disputam o Super Prime, num circuito de 12 quilômetros. O parque de apoio estará montado a partir, desta sexta-feira, no Quality Resort & Convention Center.

Após disputar duas das cinco provas – Rally de Barretos e Rally Cuesta Off-Road – Bianchini está em quarto na Production Aberta e em sétimo na classificação geral do campeonato. Nesta temporada, “Gaúcho”, como é conhecido no meio off-road, estreou novo equipamento - uma Husqvarna 501 - e está bem satisfeito com o desempenho.

“Não vejo a hora de acelerar, a última prova que fiz foi em maio! Esta será minha terceira prova da temporada com a moto, que é muito veloz, um canhão! Tenho me divertido com ela”, explica Bianchini, que foi vice-campeão do Rally Cuesta Off-Road na categoria, atrás de Menuzzo (KTM EXC 500 Six Days) que venceu a prova na Production Aberta e está na vice-liderança da categoria e na geral do campeonato.

Novos parceiros - Bianchini aproveita para anunciar duas novas parcerias. “No Serra Azul vou estrear os Pneus Borilli (modelo de Enduro EXC Infinity 007) que, a partir de agora, é o mais novo parceiro da equipe. Além dos Capacetes Shiro que também entraram para somar. Vamos usar a prova para fazer os testes para a temporada 2018 e teremos novidades”, adianta Gaúcho.

A equipe – A Bianchini Rally nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe que tem sede em Alphaville, Barueri/SP. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. No ano passado Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros e subiu ao pódio. Em 2017, além de competir nas motos também encara um novo desafio e está disputando algumas provas de Rally de Velocidade com um Peugeot 207. A equipe pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, McDonald Pelz, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit, Arames Farpados e Husqvarna Brasil -Power Husky, Borilli Pneus e Capacetes Shiro.

Programação Rally Serra Azul (Itupeva/SP)

07/10 – Sábado – 1ª Prova
8h00 – Super Prime (12 km)
11h00 – Largada na Especial
19h30 - Briefing

08/10 – Domingo – 2ª Prova
9h00 – Largada na Especial
15h00 – Premiação

Local Briefing e Premiação - Quality Resort & Convention Center, Rodovia dos Bandeirantes km 72, ao lado do Shopping SerrAzula169 Copy

 

TT N O BRASIL

 

Equilíbrio marca a terceira edição do Rally Serra Azul, em Itupeva

Ramon Sacilotti (motos), André Di Paolo (quadris) e Bruno Varela (UTVs) faturam o título da competição válida para o Campeonato Brasileiro de Rally Baja

 - O cenário para a disputa da 9ª e 10ª etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja foram as paisagens das fazendas e trilhas da região próxima Vida Completa SerrAzul, complexo turístico imobiliário, localizado no km 72 da Rodovia dos Bandeirantes, entre as cidades de Itupeva e Vinhedo, no interior de São Paulo. Os competidores superaram uma variedade de obstáculos e terreno diversificado, trechos de erosões, pedregulho e curvas sinuosas.

Ao todo, foram mais de 400 quilômetros de percurso entre especiais cronometradas e deslocamentos, em dois dias de disputas distintos, o sábado foi chuva e lama. Já no domingo, o sol apareceu elevando a temperatura e contou com poeira em alguns trechos. O percurso esteve dividido em prólogo e quatro voltas para os competidores das motos, quadriciclos e UTVs, vindos de diversos estados do País.

O paulista Ramon Sacilotti, categoria Super Production, garantiu o título do Rally Serra Azul na classificação geral das motos, com o tempo de 3h38min27seg. "Estou muito feliz. Uma prova muito boa, bem organizada, bem sinalizada e prazeroso de competir. Na parte final apertei um pouco ritmo para garantir a vitória do Rally Serra Azul. Temos mais três etapas que só dependem de mim para buscar o título", festejou o piloto.

Entre os quadriciclos, quem venceu a prova foi André Di Paolo (KTM Sacramento/ ATV KTM XC 525 2008). "No primeiro dia tive muita facilidade de andar, porque gosto de andar no barro de moto e a leitura do piso é bem parecido com o quadriciclo.  No prólogo consegui começar bem e abrir muito a diferença para os outros competidores. Na prova final como começou o dia já seco sabia que todos iriam baixar os tempos e, por isso, procurei também baixar o meu tempo e deu certo. Confiei bastante no equipamento e conduzi nas pontas dos dedos e fechar com esse resultado bem satisfatório”, comemora André que fechou com o tempo de 3h30min07seg.

Bruno Varela (Pró / Can-Am X3) conquistou sua primeira vitória na geral entre os UTVs no Brasileiro de Rally Baja com 30 segundos à frente do segundo colocado, André Hort (MH Racing / Pró / Can-Am X3). “O Rally Serra Azul como sempre vem surpreendendo. No primeiro dia tivemos uma etapa com muita água, choveu demais, muita lama e, acabei tendo um probleminha na segunda volta. Neste domingo, o piso estava excelente para acelerar e o clima super agradável. Vim com uma diferença do líder de um 1min37, mas consegui descontar nos últimos quilômetros, sofrido em uma disputa muito boa. Mais uma vitória na categoria Pró, sendo a primeira na geral. Agora é comemorar e estamos chegando mais perto do título no campeonato na geral”, concluiu o piloto da equipe Divino Fogão Rally Team.

O 3º Rally Serra Azul é uma realização de Arena Promoções e Eventos. Tem patrocínio Can-Am e apoio do Quality Resort & Convention Center, Shopping Serra Azul, Prefeitura Municipal de Itupeva e Loja Sacramento Store. Supervisão da CBM - Confederação Brasileira de Motociclismo.

Resultado do 2º dia do 3º Rally Serra Azul (Domingo, 08/10) – EXTRA OFICIAL

Motos

1) 6 Fabricio Bianchini, Bianchini Rally, Husqvarna, Production Aberta, 1h32min37seg

2) 1 Ramon Sacilotti, Kawasaki Rally Team, KX 450f, Super Production, 1h32min47seg

3) 10 João Paulo Martins, Vitales Racing, KTM 350, Production Aberta, 1h36min48seg

4) 14 Marcos Brandao Teixeira, Production Aberta, 1h38min05seg

5) 2 Luiz Fernando Menuzzo, Bianchini Rally, KTM EXC 500, Production Aberta, 1h40min12seg

Quadriciclos

1) 16 André Di Paolo, KTM Sacramento/ ATV KTM XC 525 2008, Quadriciclos Aberta, 1h34min18seg

2) 17 Geison Belmont, Can-Am BRP Renegade 1000, Quadriciclos Aberta, 2h09min45seg

UTVs

1) 103 Bruno Varela, Divino Fogão Rally Team, Can Am X3, UTV-Pró, 1h24min56seg

2) 104 Cristiano Batista, Transmáquinas Racing, Can An X3, UTV-Pró, 1h25min30seg

3) 105 Rodrigo Varela, Divino Fogão Rally Team, Maverick X3, UTV-Pró, 1h26min42seg

4) 102 André Hort, MH Racing, Can Am X3, UTV-Pró, 1h27min09seg

5) 106 Wilker Campos, Amaral`S Racing / QUADRIJET, Maverick X3, UTV-Pró, 1h28min02seg

 

Classificação acumulada do 3º Rally Serra Azul

Motos

1) 1 Ramon Sacilotti, Kawasaki Rally Team, KX 450f, Super Production, 3h38min27seg

2) 6 Fabricio Bianchini, Bianchini Rally, Husqvarna, Production Aberta, 3h38min56seg

3) 2 Luiz Fernando Menuzzo, Bianchini Rally, KTM EXC 500, Production Aberta, 3h39min17seg

4) 10 João Paulo Martins, Vitales Racing, KTM 350, Production Aberta, 3h44min39seg

5) 14 Marcos Brandao Teixeira, Production Aberta, 3h52min46seg

Quadriciclos

1) 16 André Di Paolo, KTM Sacramento/ ATV KTM XC 525 2008, Quadriciclos Aberta, 3h30min07seg

2) 17 Geison Belmont, Can-Am BRP Renegade 1000, Quadriciclos Aberta, 4h10min54seg

UTVs

1) 103 Bruno Varela, Divino Fogão Rally Team, Can Am X3, UTV-Pró, 3h15min51seg

2) 102 André Hort, MH Racing, Can Am X3, UTV-Pró, 3h16min22seg

3) 104 Cristiano Batista, Transmáquinas Racing, Can An X3, UTV-Pró, 3h17min55seg

4) 105 Rodrigo Varela, Divino Fogão Rally Team, Maverick X3, UTV-Pró, 3h19min40seg

5) 122 André Macedo Corrêa, Motorchel, Maverick X3 XRS, 3h20min48seg

 Link da cronometragem: http://www.chronosat.com.br/2017/cc/serra/

 

Calendário do Campeonato Brasileiro de Rally Baja

1ª e 2ª etapas - 10 a 12/03 - Rally de Barretos

3ª e 4ª etapas - 25 e 26/03 - Rally da Ilha

5ª e 6ª etapas - 06 e 07/05 - Rally Cuesta Off Road

7ª e 8ª etapas - 15 e 16/07 - Rally de Inverno/São Manuel

9ª e 10ª etapas - 07 e 08/10 - Rally Serra Azul

11ª e 12ª etapas - 11 e 12/11 - Rally Rota Sudeste

13ª e 14ª etapas - 02 e 03/12 - Rally dos Amigos

Mais informações:

Site: www.arenaenduro.com.br

Facebook: www.facebook.com.br/RallySerraAzul

Instagram: #Arenarally

 

Assessoria de Imprensa da Arena Promoções e Eventos:
SIG Comunicação - Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Silvana Grezzana Santos (11) 999.726.966

www.sigcomunicacao.com.br

Bruno Varela ficou com a primeiro posição no pódio entre os UTVs (Luciano Santos/DFotos)

Bruno Varela ficou com a primeiro posição no pódio entre os UTVs (Luciano Santos/DFotos)
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Ramon Sacilotti garante o título do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)

Ramon Sacilotti garante o título do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)
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Andre Di Paolo é o campeão entre os quadriciclos (Doni Castilho/DFotos)

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André Hort é o vice campeão do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)

André Hort é o vice campeão do Rally Serra Azul (Luciano Santos/DFotos)
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Fabrício Bianchini ficou com a segunda posição no pódio entre as motos (Luciano Santos/DFotos)

Fabrício Bianchini ficou com a segunda posição no pódio entre as motos (Luciano Santos/DFotos)
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MOTOS NO BRASIL

 

Casal paulista irá se aventurar de moto até a Bolívia no comando de uma Versys 1000 ABS

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Um casal de aventureiros paulistas irá testar os limites da Versys 1000 ABS 2017 em uma longa jornada de moto com destino à Bolívia. O piloto Guga Dias e sua esposa, Elda Silveira, partem, neste sábado (7), rumo ao país vizinho em um roteiro que passará por diversas cidades brasileiras e bolivianas. O intuito do casal é explorar as belezas locais e registrar as diversas experiências vivenciadas no caminho. Para encarar esse trajeto, a dupla estará equipada com a versátil e poderosa quadricilíndrica da Kawasaki, de 1.043 cm³ e 120 cavalos de potência máxima.

Com cerca de 40 dias, a viagem terá início em São Vicente (SP), no litoral paulista, e percorrerá aproximadamente 1,5 mil quilômetros, passando pelas terras alagadiças do Pantanal sul-mato-grossense, até chegar à divisa com a Bolívia, na cidade de Corumbá. Já em território estrangeiro, ao cruzar a fronteira, Guga e Elda terão pela frente mais alguns milhares de quilômetros em rodovias estreitas, avançando sobre o Chaco boliviano, região formada por uma vasta planície de florestas.

Para Guga Dias, que é proprietário da agência de turismo Diário de Motocicleta, esta será uma oportunidade única para desbravar novos roteiros no país vizinho e manter uma pilotagem segura e divertida com a Kawasaki Versys 1000 ABS.

“Conhecemos alguns destinos na Bolívia de outras viagens e, particularmente, já guiei dezenas de motociclistas pelo Altiplano Boliviano. Mas sabemos que existe muito mais a ser visto. Então agora queremos descobrir alguns segredos escondidos deste território que reúne diferentes ecossistemas, que vai do Pantanal aos picos nevados, das estradas da morte às profundezas da Terra antiga. Tenho certeza que muitos vão se surpreender com o que teremos para mostrar”, antecipa Guga.

O fim desta longa trip deve ocorrer durante a 14ª edição do Salão Duas Rodas, evento que acontece entre os dias 14 e 19 de novembro em São Paulo. Ao longo da jornada, o casal irá atualizar o site Diário de Motocicleta – diariodemotocicleta.com.br – com publicações diárias sobre o andamento da viagem.

Imagens relacionadas


 


O piloto Guga Dias e sua esposa, Elda Silveira

 


Será dada a largada, amanhã 8h da manhã
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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NA COLOMBIA - AMERICA DO SUL

 

 

 

Deixei Cartagena por volta das dez da manhã em direcção a Medellin, a segunda maior cidade Colombiana. A estrada é razoável embora tenha muito movimento de camiões. Mas tem partes de serra muito divertidas, sempre rodeadas de muita vegetação. As pontes que passam por cima de rios revelam enormes caudais de água, que corre com força nesta altura do ano. Parei para almoçar numa vila do caminho onde paguei três euros por um prato de galinha com batatas e “patacones” e uma cerveja. Pelas três da tarde um bar isolado junto à estrada atraiu-me a beber uma cerveja. O dono tinha uma pronuncia tão diferente do habitual que mal percebia o que dizia. Pouco depois sentou-se uma velha na mesa ao lado que se fartou de falar comigo. Comecei por pedir que repetisse o que dizia porque não percebia uma palavra mas, às tantas, desisti e limitei-me a dizer que sim com a cabeça.

- “Pois. Claro”, sem perceber patavina.
A certa altura a velha disse qualquer coisa ao homem, ele mandou parar um táxi que passava e ela entrou no carro sem se despedir ou olhar sequer para mim. Deve ter ficado ofendida com a minha falta de compreensão. A sua conversa certamente exigiria respostas que não pude dar.
Pelas cinco da tarde, quando já pensava que ía ser difícil encontrar um sítio onde ficar, ao chegar a uma aldeia que se chamava Nuevo Pueblo, vi um letreiro de Hotel na beira da estrada e fui ver. Pertencia a duas simpáticas irmãs e consistia em vários bangalows separados que eram quartos e um grande telheiro em colmo central que servia de bar e restaurante. Por fora os bungalows estavam em tijolo e por dentro as paredes eram pintadas mas não rebocadas. Tal como no restaurante também os telhados eram em colmo. Propuseram-me um sem ar condicionado por o equivalente a sete euros e por ali fiquei. Passada uma meia hora apareceu um Mexicano, numa Suzuki 650 que vinha a caminho do Salar de Uyuni, um lago salgado da Bolívia, e ficamos à conversa até à hora de jantar, entre um par de cervejas.
Segui no dia seguinte para Medellin e, como calculei que só chegaria ao fim do dia, marquei um Hotel decente por uma noite para variar daqueles onde tenho ficado.

Cartagena


A caminho de Cartagena decidi procurar um bar de praia onde almoçar. Deixei a estrada principal uma primeira vez mas fui parar a uma aldeia com mau aspecto. Um minimercado tinha uma mesa com cadeiras cá fora e bebi ali uma água e comi uma banana. O dono recomendou-me uma praia mais à frente supostamente com bons restaurantes junto ao mar. Quando lá cheguei um rapaz dos seus vinte e poucos anos veio a correr ter comigo para me indicar um dos restaurantes de praia. Recusei a ajuda mas ele insistiu e foi numa moto à minha frente com um amigo. Chegámos a uma praia com dois ou três restaurantes improvisados, com barracas de madeira e mesas e cadeiras de plástico no areal, com rudimentares toldos por cima. Sentei-me numa junto ao mar e ele trouxe-me uma travessa com vários peixes frescos para escolher. Perguntei o preço de uma posta de um deles e lá o levou para o cozinharem na brasa. Passado um quarto de hora chegou o peixe esturricado com arroz morno e “patacones”, banana frita que aqui servem com todos os pratos. Estava péssimo mas lá comi o peixe e parte do arroz e “patacones”, ajudado por uma cerveja. O que se salvou foi a situação, no meio de uma praia quase deserta.
Quando pedi a conta ao criado ele disse que o rapaz já a trazia. Lá voltou a aparecer o miúdo da moto com uma conta feita por ele, incluindo o seu serviço, que somava mais do dobro do que me tinha dito custava o peixe. Fiquei furioso e apeteceu-me dar-lhe uma lambada mas limitei-me a dizer que não pagava. Saquei do dinheiro que ele tinha dito que custava o peixe, acrescentei o equivalente a euro e meio para a Cerveja e disse-lhe que não pagava mais que aquilo. Ele ainda tentou explicar o seu serviço mas, vendo o meu ar, aceitou sem se queixar. A sua comissão já estava nitidamente incluída no valor que lhe paguei.
Segui em direção a Cartagena. Quando se chega temos uma desilusão porque só vemos prédios altos junto ao mar mas, ao entrarmos na cidade antiga, dentro da muralha, é outro mundo. As casas e palácios da época dos espanhóis estão bem arranjados e pintados, praças com jardins bem tratados, restaurantes e lojas com bom aspecto. É fantástica esta cidade velha de Cartagena. O ambiente é muito cosmopolita com turistas e animação de rua. À noite há dança e música um pouco por toda a cidade, por vezes até a um ritmo exagerado. Fiquei por aqui dois dias.
Esta cidade dentro das muralhas foi a antiga capital, com uma localização que parecia até fazer mais sentido, por estar junto ao Atlântico, mas os espanhóis decidiram mudá-la para Bogotá porque muita gente estava a morrer com doenças provocadas por picadas de mosquitos e, como estes não resistem à altitude e Bogotá fica a cerca de três mil metros, foi essa a solução encontrada.
Valeu a pena fazer estes 2000 Km de ida a e volta a Cartagena não só pelo trajetco em si, que também me permitiu conhecer melhor a Colômbia profunda, mas por ficar a conhecer esta Cartagena das Índias, a velha cidade dentro das muralhas.
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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No dia seguinte continuei o meu trajecto para Norte. Apanhei uma das estradas principais que atravessam o país de Norte a Sul. A maioria do trajecto tem só uma faixa em cada sentido com traços contínuos que parecem ter sido colocados à sorte e que ninguém cumpre. Por vezes, pequenos troços com separador central e duas faixas para cada lado que não têm mais de três ou quarto quilómetros. Em todo o caso há várias portagens pelo caminho mas onde as motos têm reservada uma passagem estreita, do lado direito, em que não pagam.

Parei para almoçar numa barraca de berma de estrada, que não tinha gás ou electricidade e pedi até para tirar uma fotografia à simpática dona da casa, de enorme colher de pau na mão, na cozinha junto às panelas que aqueciam por cima de lenha a arder. Pelas três e meia da tarde cheguei à vila de Curomani e, cansado, decidi por ali ficar. Aproveitei ser cedo para procurar um sítio onde me pudessem sacar um parafuso que se tinha partido há tempo no quadro e segurava o suporte da bomba de travão traseira e da mala esquerda. Dois rapazes com um telheiro de madeira à borda da estrada onde faziam desde bate chapa a reparação de furos de camiões, trataram do problema eficazmente e conseguiram mesmo um parafuso novo numa loja da aldeia.
Na manhã seguinte continuei a rodar para Norte sempre através de estradas abertas no meio da vegetação.
Tinha previsto seguir mais junto à fronteira com a Venezuela mas os rapazes que me repararam a moto desaconselharam vivamente esse trajecto em que as estradas eram más e havia muita bandidagem.
Fui assim direito a Santa Marta, que me tinham dito ser fantástico mas foi uma desilusão. A cidade portuária é suja e construída sem planos nem qualidade. Fui até uma praia que me indicaram através de uma estrada de terra esburacada de uns dez quilómetros. Num portão, um quilómetro antes de chegar, pediram-me 10.000 Pesos (cerca de três euros) para passar. A natureza era linda mas na praia tinham colocado uns panos manhosos sobre estacas a fazerem de toldos onde os locais estavam em cadeiras de plástico. Os bares também eram no mesmo estilo e até as arcas onde tinham as bebidas estavam podres. Ainda pensei em ficar por ali a acampar mas felizmente tinha que ir longe ao longo da praia para chegar ao parque e desisti. Bebi uma cerveja numa das barracas e voltei a Santa Marta. Percorri depois uns 20 Km ao longo da costa até encontrar um Hotel junto à praia mas também mal tratado onde apenas se salvava a piscina, com pequenas ilhas de palmeiras. Pedi uma sopa de peixe para jantar mas eram só espinhas e acabaram por me trazer um caldo de carne como alternativa. Ao pequeno almoço não tinham pão e fiquei-me por uns ovos mexidos e um Ice tea. De um modo geral tenho comido mal na Colômbia mas as pessoas são muito simpáticas e a paisagem fantástica, com muito verde e rios com caudais impressionantes.
Continuei junto à Costa Caribenha a caminho de Cartagena. Barranquilla é outra cidade feia e suja. À saída, numa zona de praia onde poderiam estar Hoteis e Restaurantes, existe uma enorme zona de barracas com lagoas de água estagnada e poluída do lado esquerdo. Atravessamos um istmo que nos leva até perto de Cartagena com mais duas ou três portagens pelo caminho. Calculo que sejam baratas porque há às centenas espalhadas pelo país em tudo o que é estrada dita nacional.
 

VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

  1. On the road again, on the road again.

    Bogotá

    Aterrei há dois dias em Bogotá, onde tinha deixado a moto nos primeiros dias de Maio, para regressar a Portugal. No dia seguinte de manhã, um Sábado, fui à procura de um concessionário Honda onde fazer a revisão à moto e montar o sexto jogo de pneus, desde que saí de Portugal....
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    Deixei Bogotá a caminho do Norte pelas nove da manhã de segunda feira. Queria visitar Cartagena e os arredores dessa Costa Atlantica que me tinham recomendado. Segui um trajecto que vi no Google maps. Um motoqueiro que conheci no concessionário Honda mais tarde disse-me que tinha optado por uma estrada secundaria pouco recomendável. Comecei por descer do planalto onde fica Bogotá, a cerca de 3.000 metros de altitude e a temperatura, num par de horas, subiu dos 19º que estavam na capital para 27. Três dias depois, junto à costa, estavam mais outros dez. Estou perto do equador o que resulta em temperaturas altas todo o ano e bastante chuva e sol.
    O trajecto que escolhi levou-me por estradas sensacionais através de serras verdejantes mas, se ao princípio o piso era bom e me deu imenso gozo percorrer aquelas estradas de curvas e contracurvas no meio de uma paisagem deslumbrante, passados uns 200 Km a Norte de Bogotá comecei a enfrentar piso muito degradado com pequenos troços sem alcatrão que pareciam ter sido abandonados depois de um início de reparação e, a meio da tarde, as partes em terra começaram a superiorizar-se às alcatroadas. Pelo caminho parei junto a uma barraca isolada no meio da serra onde uma simpática menina preparava excelentes sumos de frutas e mos servia com o copo de vidro em cima de uma travessa de loiça. Um requinte que parecia desfasado do resto do país. No meio do percurso um susto quando dei de frente com um carro em sentido contrário, a meio de uma curva, que me obrigou a passar pelo buraco da agulha, entre o carro e uma alta berma. Foi por um triz.
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TT N O BRASIL

 

Serra Catarinense terá duas provas espetaculares em 2018: Rally Caminhos da Neve e Rally Rota SC

Competições off road terão em breve as inscrições abertas para o primeiro lote com descontos promocionais nas modalidades Cross Country e Baja

Vem aí o Rally Internacional Caminhos da Neve! Uma prova inédita no calendário brasileiro de Rally Cross Country e já tem data definida. A cidade de Lages (SC) abrigará a programação do evento nos dias 29, 30 de junho e 1º de julho de 2018. O roteiro terá um percurso aproximado de 700 quilômetros em três dias de pura emoção para carros, motos e UTVs. A competição contemplará cidades da Serra Catarinense, atravessará a fronteira com o Rio Grande do Sul e passará pela Serra Gaúcha.

Nesta terça-feira, 03, foi aprovado o Projeto de Lei do Deputado Estadual de Santa Catarina, Milton Hobus, intitulado Rota Turística Caminhos da Neve, que compreende os municípios de Bom Retiro, Rio Rufino, Urupema, Painel, Bocaína do Sul, Lages, São Joaquim, Urubici, Bom Jardim da Serra, no Estado de Santa Catarina. “O Rally Internacional Caminhos da Neve é a primeira ferramenta de divulgação desse roteiro”, declara o diretor e organizador do evento, André Alcântara.

O Rally Rota Santa Catarina completará sete anos de história, consolidado como o maior rali do sul do país do calendário brasileiro da modalidade de rali baja, acontecerá no mês de setembro em meio a belas paisagens da Serra Catarinense. Os dois dias de disputas terão roteiros diferentes para as motos, quadriciclos, UTVs, além das categorias regionais para as modalidades moto e UTV.

“Os levantamentos já foram iniciados repletos de muitas surpresas e novidades. Os eventos envolvem mais que apaixonados por automobilismo, mais que o esporte, movimentam a economia das cidades por onde passa, pois são cerca de 150 competidores, mais as suas equipes, o que significa uma média de 1500 pessoas, que impulsionam os comércios locais”, explica o diretor e organizador, André Alcântara.

O Rally Internacional Caminhos da Neve e o 7º Rally Rota Santa Catarina é uma realização da ASCPE -Associação em Prol do Esporte.  O apoio institucional é das Prefeituras Municipais de Lages, Urubici, Rio Rufino, São Joaquim, Bom Retiro, Capão Alto, Painel e Bocaína do Sul. Além do apoio do Lages Garden Shopping, Tenco Shopping Centers, Jeep Clube Independentes, Amures - Associação dos Municípios da Região Serrana, Festival de Inverno da Serra Catarina, CDL Lages, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar de Santa Catarina. 

A supervisão é da CBM - Confederação Brasileira de Motociclismo, da CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo, da FAUESC - Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina e F.C.M - Federação Catarinense de Motociclismo.

 

Deputado Estadual Milton Hobus (Divulgação)

Deputado Estadual Milton Hobus (Divulgação)
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Lages (SC) será a sediará o Rally Caminhos da Neve (Luciano Santos/DFotos)

Lages (SC) será a sediará o Rally Caminhos da Neve (Luciano Santos/DFotos)
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Rally Caminhos da Neve será nos dias 29, 30 de julho e 1o. de julho (Foto: Lisandro Garcia)

Rally Caminhos da Neve será nos dias 29, 30 de julho e 1o. de julho (Foto: Lisandro Garcia)
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Rally Rota SC (Baja) acontecerá em setembro de 2018 (Divulgação)

Rally Rota SC (Baja) acontecerá em setembro de 2018 (Divulgação)
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Rally Caminhos da Neve é a prova inédita do Brasileiro Cross Country 2018 (Gustavo Epifanio/DFotos)

Rally Caminhos da Neve é a prova inédita do Brasileiro Cross Country 2018 (Gustavo Epifanio/DFotos)
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Rally Rota Santa Catarina será válido para o Camp. Brasileiro de Rally Baja (Foto: Edson Castro)

Rally Rota Santa Catarina será válido para o Camp. Brasileiro de Rally Baja (Foto: Edson Castro)
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VOLTA AO MUNDO COM FRANCISCO SANDE E CASTRO

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SANDE E CASTRO DE REGRESSO À ESTRADA

 

COLOMBIA

 

 

 

 

Aterrei há dois dias em Bogotá, onde tinha deixado a moto nos primeiros dias de Maio, para regressar a Portugal. No dia seguinte de manhã, um Sábado, fui à procura de um concessionário Honda onde fazer a revisão à moto e montar o sexto jogo de pneus, desde que saí de Portugal.

Tive a sorte de ir parar ao único na Colômbia que vendia motos de grande cilindrada e, embora fosse muito pequeno, tinha uma “Cross Tourer” nova em exposição e uma Africa Twin. Mais surpreendido fiquei quando me deram à escolha duas marcas de pneus que tinham em “stock” para as medidas da minha moto. Deixaram-me ser eu a trabalhar na moto e aproveitei para mudar velas, uma operação que já não fazia há tempo porque tem muita mão de obra, principalmente para substituir as dos cilindros da frente que obrigam a retirar o depósito de gasolina e a caixa do filtro de ar que tem três tubos ligados e serve de suporte a várias fichas eléctricas.
Deixei Bogotá a caminho do Norte pelas nove da manhã de segunda feira. Queria visitar Cartagena e os arredores dessa Costa Atlantica que me tinham recomendado. Segui um trajecto que vi no Google maps. Um motoqueiro que conheci no concessionário Honda mais tarde disse-me que tinha optado por uma estrada secundaria pouco recomendável. Comecei por descer do planalto onde fica Bogotá, a cerca de 3.000 metros de altitude e a temperatura, num par de horas, subiu dos 19º que estavam na capital para 27. Três dias depois, junto à costa, estavam mais outros dez. Estou perto do equador o que resulta em temperaturas altas todo o ano e bastante chuva e sol.
O trajecto que escolhi levou-me por estradas sensacionais através de serras verdejantes mas, se ao princípio o piso era bom e me deu imenso gozo percorrer aquelas estradas de curvas e contracurvas no meio de uma paisagem deslumbrante, passados uns 200 Km a Norte de Bogotá comecei a enfrentar piso muito degradado com pequenos troços sem alcatrão que pareciam ter sido abandonados depois de um início de reparação e, a meio da tarde, as partes em terra começaram a superiorizar-se às alcatroadas. Pelo caminho parei junto a uma barraca isolada no meio da serra onde uma simpática menina preparava excelentes sumos de frutas e mos servia com o copo de vidro em cima de uma travessa de loiça. Um requinte que parecia desfasado do resto do país. No meio do percurso um susto quando dei de frente com um carro em sentido contrário, a meio de uma curva, que me obrigou a passar pelo buraco da agulha, entre o carro e uma alta berma. Foi por um triz.
Pelas quatro da tarde cheguei à vila de Cimitarra, terra de Ganadeiros onde decidi ficar. Tinha percorrido 300 difíceis quilómetros alguns em terra e a maioria em estrada de montanha. A vila é horrível, com muitas das casas ainda com as paredes em tijolo e tudo com um ar muito bera. À noite bares a meia luz no centro da vila com música aos berros acolhiam os cowboys das ganaderias vizinhas que descem à cidade para se divertirem.
 

PILOTOS OLIVEIRA CUP

Fim de semana marcou a internacionalização de alguns jovens pilotos da Oliveira Cup

Pilotos da Oliveira Cup destacam-se em Espanha
Sete pilotos da Oliveira Cup deslocaram-se este fim de semana ao circuito FK1 em Medina del Campo, em Espanha, para a prova de encerramento do campeonato Castilla y León adjudicando quatro pódios nas categorias MiniGP e Naked. Pedro Fraga e Diogo Luís ocuparam a segunda e terceira posições, respetivamente, na luta pelo lugar mais alto do pódio, demostrando desta forma que o troféu escola de motociclismo de Miguel Oliveira é o caminho a seguir na iniciação do motociclismo em Portugal.
Na categoria Naked, Javier Gomez terminou na terceira posição e Paulo Oliveira, mentor e treinador dos pilotos da Oliveira Cup, arrecadou a vitória absoluta perante o olhar atento dos seus pupilos.
No total, são quatro pódios conquistados pelos pilotos da Oliveira Cup, naquela que foi a primeira internacionalização destes jovens. Menos sorte teve o jovem piloto de Mafra, Miguel Santiago, que, nas primeiras voltas dos treinos cronometrados ainda com a pista fria, sofreu uma queda que lhe valeu uma fratura na mão esquerda. Afonso Almeida e Dinis Borges tiveram uma batalha importante para garantir a quinta e sexta posições na geral, assim como Rafael Damásio, que voltou a estar em grande destaque falhando o pódio por algumas milésimas.

 

MV AGUSTA DE REGRESSO?

  1. Depois das Supersport e das Superbike, segue-se o Moto2. MV Agusta com a Forward em 2018. Há 41 anos, desde 1976, que não ganha uma prova no Mundial de Velocidade. Será um regresso em grande?

 

MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki Motores do Brasil

[É tri-campeão] Jonathan Rea entra para a história e conquista 3º título consecutivo do Mundial de SBK com a Kawasaki

    Jonathan Rea (#1) é o grande campeão da temporada 2017 do Mundial de SuperBike e conquista o seu terceiro título como piloto da equipe Kawasaki Racing Team. O norte-irlandês confirmou o primeiro lugar no campeonato após vencer, na manhã deste sábado (30), a primeira corrida da 11ª etapa do Mundial, realizada no Circuito de Nevers Magny-Cours, na França. Aos 30 anos, Rea se tornou o único competidor a faturar três títulos consecutivos na competição – 2015, 2016 e 2017. Com a vitória em solo francês, o piloto da Kawasaki somou 25 pontos e chegou aos 456 pontos no classificatório geral, não podendo ser mais alcançado pelos seus adversários e com isso garantindo o título com cinco corridas de antecedência.

Em uma prova praticamente perfeita, Jonathan Rea, que obteve a pole position nos classificatórios, largou bem e logo na primeira volta abriu uma pequena vantagem para seus oponentes. Com a pista molhada, porém, sem chuva, o norte-irlandês dominou a corrida de ponta a ponta e liderou todas as 21 voltas. Sem cometer erros e nem sofrer o ataque dos adversários em nenhum momento, Rea realizou uma corrida tranquila e solitária na ponta, ampliando cada vez mais sua diferença para o vice-líder. Na volta final, já com o título praticamente assegurado, Jonathan Rea completou os 4.411 metros do circuito francês e recebeu a bandeirada pouco mais de 16 segundos à frente do segundo colocado.

Com o resultado, Jonathan Rea conquistou o terceiro título mundial e a 50ª vitória na carreira, sendo 12 apenas nesta temporada. Já o seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), deixou escapar a dobradinha da Kawasaki Racing Team nos instantes finais. O piloto britânico, que ainda se recupera de uma fratura nos dedos mínimo e anelar da mão esquerda e no pulso esquerdo, resultado de uma queda sofrida na última etapa, manteve a segunda posição por quase toda a corrida.

Tom Sykes largou em terceiro e logo nas primeiras voltas tomou a vice-liderança de Chaz Davies (#7), da Ducati. A posição parecia garantida, porém, Marco Melandri (#33), também da Ducati, obteve um grande desempenho na prova e reduziu toda a vantagem construída pelo piloto da Kawasaki. Os dois adversários se encontraram na pista somente nas voltas finais. Os dois chegaram a se tocar e protagonizaram uma série de ultrapassagens. Sykes lutou para defender a posição, porém, não conseguiu segurar o italiano e acabou cruzando a linha de chegada em terceiro.

Com o terceiro lugar no pódio em Nevers Magny-Cours, Tom Sykes somou 16 pontos e manteve a vice-liderança do Mundial – sem mais chances de título – com o total de 327 pontos. Agora, o principal objetivo da Kawasaki Racing Team é a conquista da dobradinha da equipe no campeonato e do título de construtores. Sykes mantém uma vantagem de 25 pontos para o terceiro colocado e a KRT lidera a disputa entre fabricantes com 490 pontos.

Neste domingo (31), às 8h [horário de Brasília], Rea e Sykes retornam para a pista do circuito francês para a segunda bateria desta 11ª etapa do Mundial. A prova terá transmissão ao vivo do canal por assinatura ESPN+.

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Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM

 


Essa comemoração é da etapa de Portimão
Kawasaki EUA | Kawasaki BR | VGCOM
 

MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki apresentará a nova Z900 no próximo dia 3 de outubro

Para fechar com chave de ouro a exposição que conta a história da Linha Z em São Paulo, a marca japonesa estará promovendo o lançamento da nova Z900.

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 No próximo dia 03 de outubro, terça-feira, a partir das 19h, na LM09,  a  Kawasaki  está preparando mais uma novidade para o público  apaixonado por duas rodas. O lançamento da nova Z900.

A apresentação da nova Z900 acontecerá no encerramento da Exposição de 45 anos da Linha Z, que conta a história da motocicleta que revolucionou o setor duas rodas desde que foi apresentada em 1972. Em 1973 a Kawasaki Z1 era escolhida “Máquina do Ano” pelos leitores da revista norte-americana Motorcycle News.

Já amanhã (30) e domingo (1º de outubro), haverá exibição do WorldSBK – Etapa da França. É a ocasião perfeita para torcer por seu piloto preferido cercado pelos modelos da Linha Z.

Programe-se:

30 de setembro | 01 de outubro

Exibição da Etapa da França do WorldSBK – LM09

Sábado – a partir das 13h

Domingo – a partir das 14h

 

03 de outubro | Terça-feira

Apresentação da nova Kawasaki Z900 – LM09 – A partir das 19h

LM09 – Avenida Lavandisca, 519 | Moema | São Paulo | SP

Telefone (11) 2305-7737

 


Z900 chega ao Brasil

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Z1 - O começo de tudo

 


Kawasaki | VGCOM

 


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Jonathan Rea - #1
 

LEWIS HAMILTON NO MUNDIAL DE MOTOCICLISMO?

LEWIS HAMILTON NO MUNDIAL DE MOTOCICLISMO???

 

 

 Valentino Rossi Marc, Dani e Jorge que se cuidem... 

 

TOMAS ALONSO NA RED BULL ROOKIES CUP

 

O jovem piloto lidera atualmente a classificação geral da Oliveira Cup e tem arrecadado lugares cimeiros noutras competições nacionais e internacionais

 

Tomás Alonso na Red Bull Rookies Cup

    

Tomás Alonso, pupilo de Miguel Oliveira na escola de motociclismo Oliveira Cup, está apurado para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup para a temporada de 2018. Esta competição que forma e promove jovens pilotos aspirantes a carreiras internacionais de motociclismo realizará as provas de seleção nos próximos dias 17 e 18 de outubro no circuito de Almería, em Espanha.

 

A Red Bull Rookies Cup tem dado a oportunidade a pilotos de progredirem substancialmente nas suas carreiras desportivas, e pilotos como Joan Zarco, Franco Morbidelli, entre outros, tiveram também passagem por esta competição. Em 2008, Miguel Oliveira participou nas rondas do Estoril, Donington (Inglaterra) e Assen (Holanda), terminando em 8º lugar e vencendo as duas últimas, respetivamente. O jovem piloto português representante da equipa KTM Red Bull Ajo Motosport tem levado a cabo o projeto-escola Oliveira Cup para encontrar o seu sucessor, e os resultados começam a surgir. 

 

Estou muito contente por termos conseguido apurar um piloto para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup. É apenas a primeira seleção e por isso temos de ter os pés assentes na terra. Trabalhamos com o Tomás há mais de um ano no seu desenvolvimento desportivo, e a Oliveira Cup permitiu-lhe esta oportunidade; é o nosso compromisso para com os nossos pilotos", afirma Miguel Oliveira. "Espero que oTomás consiga colocar em prática todo o conhecimento que tem adquirido connosco, e tornar-se num dos participantes da Rookies Cup na temporada 2018 e seguintes”, conclui.

 

Tomás Alonso, de 15 anos, que corre com o #79, foi considerado o ponta de lança da equipa Miguel Oliveira Fan Club para lutar pelo campeonato nacional na categoria pré-moto3, vencendo a primeira ronda em Portimão. Já na 2ª ronda dupla no Estoril viu-se afastado das vitórias em consequência de uma queda durante os treinos que lhe valeu uma fratura da tíbia, e ainda em recuperação, voltou a Portimão para terminar num honroso 4º lugar. No passado fim-de-semana regressou ao lugar mais alto do pódio no circuito do Estoril, demonstrando todo o seu potencial. a894 Copy

 

TOMAS ALONSO NA RED BULL ROOKIES CUP

 

O jovem piloto lidera atualmente a classificação geral da Oliveira Cup e tem arrecadado lugares cimeiros noutras competições nacionais e internacionais

 

Tomás Alonso na Red Bull Rookies Cup

    

Tomás Alonso, pupilo de Miguel Oliveira na escola de motociclismo Oliveira Cup, está apurado para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup para a temporada de 2018. Esta competição que forma e promove jovens pilotos aspirantes a carreiras internacionais de motociclismo realizará as provas de seleção nos próximos dias 17 e 18 de outubro no circuito de Almería, em Espanha.

 

A Red Bull Rookies Cup tem dado a oportunidade a pilotos de progredirem substancialmente nas suas carreiras desportivas, e pilotos como Joan Zarco, Franco Morbidelli, entre outros, tiveram também passagem por esta competição. Em 2008, Miguel Oliveira participou nas rondas do Estoril, Donington (Inglaterra) e Assen (Holanda), terminando em 8º lugar e vencendo as duas últimas, respetivamente. O jovem piloto português representante da equipa KTM Red Bull Ajo Motosport tem levado a cabo o projeto-escola Oliveira Cup para encontrar o seu sucessor, e os resultados começam a surgir. 

 

Estou muito contente por termos conseguido apurar um piloto para as provas de seleção da Red Bull Rookies Cup. É apenas a primeira seleção e por isso temos de ter os pés assentes na terra. Trabalhamos com o Tomás há mais de um ano no seu desenvolvimento desportivo, e a Oliveira Cup permitiu-lhe esta oportunidade; é o nosso compromisso para com os nossos pilotos", afirma Miguel Oliveira. "Espero que oTomás consiga colocar em prática todo o conhecimento que tem adquirido connosco, e tornar-se num dos participantes da Rookies Cup na temporada 2018 e seguintes”, conclui.

 

Tomás Alonso, de 15 anos, que corre com o #79, foi considerado o ponta de lança da equipa Miguel Oliveira Fan Club para lutar pelo campeonato nacional na categoria pré-moto3, vencendo a primeira ronda em Portimão. Já na 2ª ronda dupla no Estoril viu-se afastado das vitórias em consequência de uma queda durante os treinos que lhe valeu uma fratura da tíbia, e ainda em recuperação, voltou a Portimão para terminar num honroso 4º lugar. No passado fim-de-semana regressou ao lugar mais alto do pódio no circuito do Estoril, demonstrando todo o seu potencial. a862 Copya863 Copy

 

OLIVEIRA EM ARAGON

 

Piloto português conquista 6º pódio em Moto2 e sobe para 3º na classificação geral do Mundial

 

MIGUEL OLIVEIRA BRILHA EM ARAGÓN

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21 voltas depois de ter partido da pole position no MotorLand de Aragón, em Espanha, Miguel Oliveira cruza a bandeira de xadrez no 3º posto – e o seu 6º pódio em Moto2 –, numa corrida que decorreu sob o calor da pista espanhola. O piloto da Red Bull KTM Ajo começou a prova com um bom arranque, mas no final da primeira volta o italiano Franco Morbidelli, que arrancou da 4ª posição da grelha de partida, consegue ganhar a liderança da prova.

Nas voltas iniciais da corrida, a afinação da moto de Miguel Oliveira acusou algumas dificuldades, nomeadamente em termos de tracção, e o piloto luso acabou por entrar na disputa pela 2ª e 3ª posições com Mattia Pasini e Alex Marquéz, estabilizando no 4º lugar à 4ª volta da corrida. Decorria já a oitava volta quando o piloto português da KTM consegue finalmente recuperar o 3º posto, momento a partir do qual consegue imprimir o seu ritmo, tornando-se o piloto mais rápido em pista e recuperando consistentemente terreno para a dianteira.

Naquela que foi a sua primeira corrida de Moto2 em Aragón, com a Red Bull KTM Ajo, Miguel Oliveira terminou com um sólido 3º lugar, a 0,577s do vencedor Franco Morbidelli, resultado que o transporta novamente para a 3ª posição na classificação geral do Mundial, com 157 pontos.

#44 Miguel Oliveira

“Como esperámos ontem, o início da corrida iria ser duro. O ‘setup’ que temos atualmente no início da corrida com os pneus novos não é o ideal, mas estou muito feliz por regressar ao pódio depois de não pontuar em Misano e depois do 8º lugar em Silverstone. Este é um resultado bastante importante para nós”.

A Red Bull KTM Ajo fecha este fim de semana com um saldo muito positivo, não apenas pela excelente marca de Miguel Oliveira mas também pelo seu colega de equipa, Brad Binder, que conseguiu também arrecadar uma 5ª posição.

A 15ª prova do Campeonato Mundial de Motociclismo acontece em terras asiáticas, no Motul Grand Pix do Japão, a 15 outubro, quando ficam a faltar apenas 3 rondas para a final da temporada, em Valência, Espanha.

 

OLIVEIRA EM ARAGON

 

Depois de ter conseguido o 6º melhor tempo no primeiro dia de treinos livres em Aragón, piloto luso mantém-se otimista para qualificação 

 

 

Miguel Oliveira protagonista à chuva e em seco


 

O piloto de Almada, aos comandos da Moto2 da Red Bull KTM Ajo, agarrou esta sexta-feira o 6º melhor tempo, no MotorLand de Aragón, Espanha, naquele que foi o primeiro dia de treinos livres para o 14º Grande Prémio do Campeonato do Mundo de MotoGP. Miguel Oliveira rodou com poucas alterações na moto, contemplando o que foi considerado positivo nos testes realizados a semana passada, em Valência.

 

Ainda que marcada por chuva intensa, a primeira sessão de treinos foi dominada boa parte do tempo por Miguel Oliveira, que utilizou pneus de chuva do início ao fim desta sessão, chegando mesmo a registar a volta mais rápida, com uns determinados 2min10.569s. O piloto português mostrou-se novamente muito confortável em condições chuvosas, liderando até aos 8 minutos finais e terminando a sessão da manhã no top 5.

 

Já a segunda parte da sessão de treinos, realizada ao início da tarde, decorreu em pista praticamente seca, o que imprimiu novos ritmos e novos tempos. Miguel Oliveira, que irá correr em Aragón pela primeira vez em Moto2 (depois da lesão na temporada passada na primeira sessão de treinos deste circuito), conseguiu baixar o seu melhor tempo para 1min55.354s, marca que lhe concedeu um lugar no top 3 praticamente até ao final da sessão. O piloto terminou o dia de treinos em 6º lugar, a apenas 915 milésimos de Mattia Pasini, que ocupou a 1ª posição.

 

#44 Miguel Oliveira

“O dia de hoje correu bem. Tivemos alguma chuva de manhã, depois tivemos sorte de à tarde podermos andar com o piso seco. Não fizemos quase alterações nenhumas na moto, apenas nos falta um pouco de aderência na roda traseira e é isso que estamos focados em melhorar amanhã. Começámos [o primeiro treino] logo com o ‘material’ que foi positivo em Valência, por isso, continuamos com expectativas para amanhã e vamos continuar a puxar o ritmo, para podermos melhorar a posição na grelha”.

 

Amanhã, sábado, é dia de qualificação pelas 14h05, hora de Portugal. 

 

ÁUDIO MIGUEL OLIVEIRA: em anexo 

 

IMAGENS EM HD: https://we.tl/GszEAEXPUr

 

Resultados combinados (FP1+FP2)
1. Mattia Pasini (Kalex), com 1:54.439

2. Franco Morbidelli (Kalex), com 1:54.633

3. Takkaaki Nakagami (Kalex), com 1:54.980

4. Sandro Cortese (Suter), com 1:55.205

5. Simone Corsi (Speed up), com 1:55.273
6. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo), com 1:55.354 +0.915a860 Copy

 

PEDRO FRAGOSO FAZ 2º TEMPO

 

A estreia de um dos pupilos de Miguel Oliveira em Moto3 está a decorrer este fim de semana no âmbito do Campeonato Nacional de Velocidade, no Estoril

 

PEDRO FRAGOSO FAZ 2º MELHOR TEMPO EM TREINO NO ESTORIL

 


Pedro Fragoso conseguiu esta tarde a 2ª melhor marca nos primeiros treinos cronometrados, em Moto3, categoria na qual se estreia, do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV). Recorde-se que o jovem piloto natural de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, está em estreia absoluta no CNV, que está a decorrer este fim de semana, 23 e 24 de setembro, no circuito do Estoril.

 

O piloto de 14 anos rodou na sua Honda NSF 250cc a 2min00.029s, a 1.8s do melhor tempo da sessão da mesma categoria.

 

Já Tomás Alonso e Diogo Luís, jovens pilotos também provenientes da Oliveira Cup, nesta primeira sessão de treinos cronometrados conseguiram o 4º e 5º melhores tempos, com 1min57.568s e 2min01.885s, respetivamente, naquelas que foram as voltas mais rápidas dos pilotos. Ambos são já iniciantes de pré-Moto3 no CNV, entre outros campeonatos internacionais de velocidade.

 

Além da Oliveira Cup, projeto-escola de Motociclismo com o mentoring de Miguel Oliveira, os três pilotos integram a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, que aposta em jovens talentos na modalidade.

 

Amanhã, domingo, decorre mais uma sessão de treinos cronometrados da parte da manhã, pelas 11:20, e mais emocionantes corridas, da parte da tarde, a partir das 14:40.

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OLIVEIRA COM POLE POSITION

 

Piloto português domina sessão de qualificação em Aragón, apesar de um mal entendido da organização

 

MIGUEL OLIVEIRA CONQUISTA 2ª POLE POSITION DA TEMPORADA

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Depois de um caricato final de qualificação em Aragón, quando não estava claro para a organização a quem atribuir a pole position, Miguel Oliveira, piloto da Red Bull KTM Ajo, conseguiu finalmente fazer valer o seu melhor tempo e começará amanhã a corrida do 14ª Grand Prix em Espanha, na 1ª posição da grelha de partida.

 

Miguel Oliveira viu primeiramente a sua pole position desqualificada, com aquele que foi o melhor tempo da sessão, 1min53.736s, por alegadamente ter excedido os limites do traçado do circuito de MotorLand. Mas, a boa notícia chegava alguns minutos depois, quando foi validada a sua qualificação, garantindo ao piloto de Almada a 2ª pole position da temporada, a somar à do GP argentino.

 

#44 Miguel Oliveira

"Estou muito contente por conseguir esta pole, sabia que na volta anterior tinha perdido um pouco a linha na curva 15 e saído um pouco largo, o que possivelmente esteve na origem desta confusão. Vamos ver amanhã, estou confiante para a corrida, com um bom ritmo, conseguimos uma boa afinação para a moto, vai ser uma corrida dura por causa do calor mas estamos preparados".

 

O dia começou com o sol a brilhar em Aragón para a 3ª sessão de treinos do fim de semana. Desde o início, Miguel Oliveira marcou presença no top 3, terminando a sessão no 5º lugar, com 1min54.376s, confirmando o seu forte andamento.

 

A sessão de qualificação teve um início muito concorrido, com tráfego intenso em pista a dificultar a realização de uma volta rápida. Mesmo assim, Miguel Oliveira conseguiu novamente um lugar cimeiro, com 1min54.113s. Com uma temperatura da pista a passar os 40º e a aumentar, a duração dos pneus e a aderência ficaram comprometidas, tornando mais difícil os pilotos melhorarem as suas marcas. Ainda assim, nos minutos finais, o piloto reentra em pista e na primeira tentativa faz uma volta fulgurante, que lhe valeu o melhor tempo e a pole position.

 

A prova irá realizar-se este domingo, 24 de setembro, às 11h20, hora de Portugal.a854 Copya855 Copy

 

BRIDGESTONE OPTIMISTA

 

Bridgestone otimista no começo da nova temporada EWC

 

Bridgestone está de olhos postos na vitória do campeonato, no começo da nova temporada do FIM Endurance World Championship, nas 24 Horas do Bol d’Or no circuito Paul Ricard em França entre 16 e 17 de setembro 2017. 


As duas equipas parceiras da Bridgestone terminaram em força a última temporada do EWC 2016 - 2017: a equipa austríaca oficial da Yamaha para o EWC, a YART, subiu para o 3º lugar no alinhamento final (no início de 2017 encontrava-se em 13º), e a equipa F.C.C. TSR da Honda terminou em 4º lugar.a810 Copy

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Federação de Motociclismo de Portugal cria parcerias com bombeiros e autarquias para reforço da proteção florestal

 

Aventura por montes e vales mostrou importância

dos motociclistas na defesa ambiental

 

 

Durante quatro dias, mais de duas centenas e meia de motociclistas atravessaram o País, de Boticas a Lagoa, e confirmaram estado lastimoso de muitas serras nacionais. Paisagens enegrecidas e cenários de absoluta desolação reforçaram entusiasmo na Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, enaltecendo plantação de árvores autóctones para salvaguardar futuro sustentável.  

 

Descobrir algumas das mais belas paisagens do País, sobretudo nos mais recônditos cantos do mapa nacional onde se chega apenas por caminhos de terra batida, é objetivo maior do Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Que na terceira edição mostrou, de forma particularmente evidente, as chagas deixadas pelo fogo, nomeadamente nos concelhos do Centro, com Pedrógão Grande e Mação em triste e desnecessário destaque. Florestas e casas completamente ardidas, em paisagens dilaceradas que também os motociclistas querem ver recuperadas o mais rapidamente possível e de forma sustentada. Mote da Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, que confirmou enorme preocupação e cuidado ambiental da Federação de Motociclismo de Portugal, organizadora do evento que ligou Boticas a Lagoa, com paragens em Belmonte e Arraiolos. Cerca de 1000 quilómetros percorridos ao longo de três dias plenos de emoções, prazer de condução em todo-o-terreno e forte sentido de camaradagem entre os que gostam de sentir a natureza bem de perto.

Manuel Marinheiro, presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, foi um dos mais de 250 motociclistas que ligou os dois extremos do mapa continental em “mais um projeto da FMP com maturidade suficiente, assente numa organização exemplar e grande adesão. Iniciativa que é um êxito e, naturalmente, é para continuar, reforçando também o papel social dos motociclistas, nomeadamente as preocupações ambientais”. Evento que, “este ano, esteve particularmente focado na questão da reflorestação sustentada, apoiando os municípios mais flagelados, com sensibilização das populações, autarquias e dos próprios participantes para os benefícios da opção por espécies autóctones”. Apoio que, “nesta primeira fase, foi simbólico, com oferta de duas árvores a cada concelho e que, na altura ideal de plantação, em novembro, será materializado com plantação de cerca de 400 árvores em cada um dos concelhos”.

Ciente da importância “de mais um passo da Federação de Motociclismo de Portugal no trabalho de proteção ambiental”, Manuel Marinheiro reforça “disponibilidade total e absoluta da FMP como de todos os motociclistas em geral para o apoio a esta causa”. Nesse sentido revelou “estarem a ser ultimadas parcerias com bombeiros e autarquias para que os motociclistas e em particular os praticantes de todo-o-terreno sejam parte ativa na prevenção. Afinal, são das pessoas que mais horas passam nos montes e vales deste País e das que mais gostam das serras, podendo alertar de forma rápida para o início de incêndios bem como de outros crimes ambientais, como a descarga ilegal de resíduos”.

Disponibilidade de quem quer ser “parte integrante da preservação ambiental”, assumida em evento que “foi um sucesso, também neste capítulo, com demonstrações de entusiasmo por parte das populações visitadas por este excelente projeto da Comissão de Mototurismo da FMP, e para o qual foi fundamental o apoio das autarquias. Bem como a ajuda da Honda, enquanto principal patrocinador, e de todas as entidades que superentendem o percurso realizado entre Boticas e Lagoa, nomeadamente o Instituto de Conservação da Natureza e da Floresta, bastante recetivo a esta campanha”. Que, depois do sucesso da ‘primeira etapa’, terá novo capítulo em novembro com plantação de mais de 3000 árvores de espécies autóctones do carvalho-roble à azinheira, do sobreiro à cerejeira-brava, do carvalho-negral ao choupo branco, ou ainda do pinheiro-manso ao medronheiro. Árvores mais adaptadas a cada uma das áreas ardidas, em escolha criteriosa assente na pesquisa sobre as características de cada região e ratificada por especialistas, que ajudará a manter a fertilidade do espaço rural e o equilíbrio ecológico das paisagens. Mais-valias que se prolongam na salvaguarda de importantes locais de abrigo, alimento e reprodução de grande número de espécies animais da fauna portuguesa, algumas delas em vias de extinção. A lista de argumentos que sustenta esta inovadora e muito aplaudida ação da Federação de Motociclismo de Portugal e de todos os motociclistas continua com a contribuição para a redução do efeito de estufa, fixando o carbono atmosférico; a regulação do ciclo da água e sua qualidade, evitando a erosão dos solos, fomentando a vida aquática e criando melhores condições para a pesca desportiva e, muito importante, oferecendo maior resistência aos incêndios florestais, evitando ainda a sua propagação. O fornecimento de madeiras de qualidade para a indústria, nomeadamente de mobiliário (castanho, carvalho, etc…), ou de frutos (castanha, bolota, etc) e matérias-primas (cortiça e lenha), são outras das vantagens da mudança de espécies que, além do mais, aumentarão o valor turístico dos sítios ao manterem a qualidade das paisagens. Além de que estas espécies arbóreas da floresta indígena do nosso País, são mais resistentes a pragas e doenças do que as espécies introduzidas, como o eucalipto ou pinheiro, aguentando melhor longos períodos de seca ou de chuva intensa.a805 Copya806 Copya807 Copya808 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

Exposição 45 Anos da Linha Z da Kawasaki chega a São Paulo no próximo dia 27

O centro de eventos LM09 foi o local escolhido para a mostra que resgata a história da motocicleta que revolucionou o mundo duas rodas.

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Amantes de motocicletas podem começar a contagem regressiva para a Exposição 45 Anos da Linha Z da Kawasaki que será aberta ao público 27 de setembro a 9 de outubro no LM09. A Kawasaki Z1, um dos modelos preferido por colecionadores e restauradores será um dos destaques da exposição que fará um passeio pelo tempo até a década de 70 quando a Linha foi lançada.

O nome Kawasaki é poderoso, mas poucos conhecem a sua origem. Shozo Kawasaki fundou sua companhia em Tóquio em 1878, produzindo embarcações, incluindo submarinos e locomotivas. Em 1922, produziu o primeiro aeroplano.

A segunda guerra mundial, no entanto, mudou os rumos da companhia. Como o Japão foi proibido de produzir aviões por sete anos após o conflito, a Kawasaki passou a se ocupar da produção de motores e transmissões para equipar motocicletas de outros fabricantes. No Japão, as motocicletas, da mesma forma que na Europa devastada pela guerra, eram o mais acessível meio de locomoção nessa época. Em 1952 a Kawasaki voltou a produzir aviões e helicópteros.

A primeira motocicleta produzida pela Kawasaki foi uma dois tempos de 60 cm3, em 1953. Apesar de vender mais de 10.000 unidades, não era adversária para a Honda Super Cub, que vendia 30 vezes mais.

Em 1960, o Japão produzia um milhão de motocicletas, contra apenas 140 mil de todas as marcas inglesas. Um quarto desse milhão era da Honda. Em associação com a mais antiga marca de motocicletas japonesa, a Meguro, a Kawasaki passou a produzir, em 1965, a W1, uma bicilíndrica de quatro tempos e 650 cm3, que era uma cópia da BSA A7 inglesa. A partir daí, as motocicletas Kawasaki passaram a ter outro status. Logo depois, as tricilíndricas dois tempos H1 e H2, de 500 cm3 e 750 cm3, entraram definitivamente para a história das motocicletas de grande desempenho. Com os Estados Unidos como seu principal mercado, a Kawasaki passou a produzir 200.000 motocicletas por ano.

A Kawasaki Z1

Motocicletas com motores de quatro cilindros não eram novidade, já em 1912 os irmãos ingleses Henderson produziam uma com motor longitudinal. Em 1967, a Kawasaki iniciou o projeto N600, uma motocicleta com motor de quatro cilindros quatro tempos de 750 cm3 e com duplo comando de válvulas no cabeçote. O nome do projeto era “New York Steak”, uma referência ao principal mercado que a Kawasaki pretendia, o norte-americano. A motocicleta estava praticamente pronta para ser finalizada e lançada, quando uma “bomba” caiu sobre a equipe responsável pelo projeto NYS: sem que eles sequer desconfiassem do que estava acontecendo, a Honda lançou no Salão de Tóquio de 1968 a sua CB 750 Four. Considerada o “divisor de águas” no meio motociclístico, não só a Honda CB 750 Four conquistou o mundo inteiro como também obrigou a Kawasaki a voltar atrás com seu projeto. Apesar de ser mais potente, certamente devido ao motor DOHC (a Honda tinha motor SOHC), ele não poderiam enfrentar a novidade com tão pouca vantagem.

Voltando às pranchetas, o objetivo agora era fazer uma motocicleta muito melhor do que a Honda, com motor de até 1.000 cm3 e 85 cv de potência. O time de projetistas da Kawasaki tinha um prazo de 24 meses para entregar a encomenda. O nome do novo projeto era T103 e a equipe passou a fazer testes em rodovias norte-americanas. O mais curioso é que os protótipos estavam disfarçados de Honda CB 750 Four.

A Kawasaki Z1 foi lançada oficialmente no Salão de Colônia, na Alemanha, em 16 de setembro de 1972. Na Europa a Kawasaki Z1 tinha o nome de 900 Super 4. Um fato curioso é que, uma semana após o lançamento oficial, uma Kawasaki Z1 com apenas freio dianteiro duplo e radiador de óleo, dois itens opcionais para o mercado norte-americano, venceu a prova de 250 milhas de Vaca Valley, na Califórnia. O público presente praticamente ainda não conhecia a nova motocicleta, que pouco tempo depois desbancaria a Honda CB 750 Four do seu confortável trono de “rainha das motocicletas”. Leitores da revista semanal norte-americana Motorcycle News elegeram a Kawasaki Z1 como a Máquina do Ano, em 1973.

A Kawasaki Z1 permaneceu sem alterações significativas até 1975, quando a Z1-B passou a ter pequenas alterações, passando a ter o nome de Z900 em 1976 (em alguns mercados, KZ900). Em 1977, foi substituída pela Z1000 (ou KZ1000), que tinha a mesma aparência mas trocava os quatro escapamentos por um quatro-em-dois. A Kawasaki Z1 atualmente é um dos modelos mais procurados por colecionadores e restauradores de motocicletas japonesas dos anos 70.

Exposição 45 Anos da Linha Z – Kawasaki

De 27 de setembro a 9 de outubro

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Avenida Lavandisca, 519, São Paulo

 


A Z1 é um dos modelos preferidos pelos colecionadores de motocicletas japonesas.

 


Z1 é um dos modelos que faz parte da Exposição 45 Anos da Linha Z.
 

MOTOS NO BRASIL

 

Bruta e refinada, Kawasaki Z900 chega ao Brasil

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 A linha Z da Kawasaki acaba de ganhar mais um nome de peso que irá integrar o seu time de poderosas máquinas. Com atributos que incluem um visual agressivo, motorização potente e excelente dirigibilidade, a Z900 2018 chega ao mercado brasileiro no mês de outubro para completar o line-up que vai da Z300 à Z1000. A tradicional marca japonesa apostou, mais uma vez, na união entre força e agilidade e desenvolveu esta supernaked ainda mais moderna. Com um motor de 948cc, distribuídos em quatro cilindros em linha, a Z900 oferece o balanço perfeito entre leveza, dirigibilidade e potência.

Graças ao projeto de engenharia que maximiza a resistência dos materiais, o quadro e a balança traseira da Z900 2018 ficaram mais leves e isso contribuiu em muito para o seu peso final de apenas 210 kg. A escolha por rodas com cinco raios também contribui para a leveza do conjunto, trazendo benefícios diretos para uma melhor dirigibilidade.

O resultado é uma moto que prioriza o conforto e a agilidade na pilotagem. Além de ser leve, a Z900 tem o assento um pouco mais baixo do que Z800 e Z1000, o que permite ao condutor ter mais facilidade na hora de manobrar. Outro fator que contribui para isso é a ampliação do ângulo de esterçamento, que chega a 33º na Z900.

Uma das características mais singulares da Z900 só pode ser percebida com o sentido da audição. A Kawasaki pesquisou minuciosamente os componentes que influenciam o ‘som do motor’ e criou uma nota auditiva única e exclusiva para o ronco do seu motor tetracilíndrico.

Não é só na acústica que a motorização da Z900 se destaca. Com potência máxima de 125 CV e torque máximo de 10,1 kgf.m, se diferencia pela rápida subida de giro e forte tocada nas faixas de média rotação. Esse desenvolvimento veloz se torna possível graças à adoção de um virabrequim mais leve, especialmente projetado para a Z900.

O câmbio também contribui para a rápida aceleração da Z900. As relações de marcha ficaram mais curtas entre a primeira e a quinta, de forma a priorizar as rotações mais usadas no dia a dia, e a sexta marcha foi desenvolvida para ser utilizada como overdrive. Enquanto isso, a embreagem dispõe de cinco configurações no manete e utiliza a tecnologia ‘Assistida & Deslizante’, com dois cames diferentes, o que auxilia o seu acionamento em momentos de reduções rápidas de marcha.

E para manter uma pilotagem leve e ao mesmo tempo segura, a Z900 possui um moderno sistema de frenagem. Com ABS de série, a moto vem equipada com disco duplo semiflutuante de ø 300 mm e pinça dupla com quatro pistões na roda dianteira, e disco simples de ø 250 mm e pistão único na traseira. Já o sistema de amortecimento conta com garfo dianteiro invertido com bengalas de ø 41 mm e suspensão traseira horizontal do tipo back-link.

Além das configurações mecânicas, outros pontos de destaque da Z900 estão no seu visual agressivo, que segue o conceito sugomi desenvolvido especialmente para a linha Z, e em seu painel completo e elegante, que oferece as mais diversas funções, incluindo tacômetro digital equipado com a tecnologia shift light, que indica atroca de marchas conforme o motor atinge uma rotação previamente programada. O painel de instrumentos conta ainda com hodômetro total e parcial, relógio, indicadores de posição de marcha e de pilotagem econômica, consumo médio combustível, autonomia e luz de temperatura do líquido refrigerante.

 

Informações complementares: 

Kawasaki Z900 | 18 |Cores - Pearl Mystic Gray/Metallic Flat Spark Black |  Candy Lime Green/Metallic Spark Black |  Metallic Flat Spark Black/Metallic Spark Black;

Preço Público Sugerido: R$ 41.990 (frete não incluso)

Disponíveis na rede autorizada Kawasaki: Outubro de 2017

 


Z900 chega ao Brasil

 


Z900 em outubro nas concessionárias autorizada Kawasaki

 


Z900 - bruta e refinada

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Z900 em detalhe
 

NACIONAL DE VELOCIDADE - MOTOS

 

Pedro Fragoso e Tomás Alonso venceram em Moto3 e pré-Moto3, respetivamente, no Campeonato Nacional de Velocidade

 

DUPLA VITÓRIA NO ESTORIL DE PUPILOS DE MIGUEL OLIVEIRA

Pedro Fragoso não poderia estar mais feliz com a sua estreia na categoria de Moto3. O piloto de apenas 14 anos conseguiu o 1º lugar no âmbito do Campeonato Nacional de Velocidade (CNV), que decorreu este fim de semana, no Estoril.

 

A rodar com o #10, o piloto, natural de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, fez as 10 voltas do circuito em 20min12.731, dominando a categoria de Moto3, com a sua Honda NSF 250cc.

 

Já na categoria de pré-Moto3, Tomás Alonso conseguiu levar também a ‘melhor’ e arrecadou a 1ª posição. Com 15 anos feitos recentemente, o jovem piloto tem dado cartas em várias competições da modalidade, a nível nacional e internacional, estando atualmente a liderar a classificação geral da Oliveira Cup, troféu-escola de motociclismo, que tem a chancela de Miguel Oliveira.

 

Diogo Luís, com 12 anos, que também competiu este fim de semana no Estoril, igualmente em pré-Moto3, conseguiu segurar o 4º lugar nas classificações da corrida de hoje, subindo uma posição em relação à sessão de treinos cronometrados de ontem.

 

Tanto Pedro Fragoso, como Tomás Alonso e Diogo Luís integram, além da Oliveira Cup, a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, que aposta em jovens talentos na modalidade.

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OLIVEIRA EM ARAGON

 

Piloto português domina sessão de qualificação em Aragón, apesar de um mal entendido da organização

 

MIGUEL OLIVEIRA CONQUISTA 2ª POLE POSITION DA TEMPORADA


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Depois de um caricato final de qualificação em Aragón, quando não estava claro para a organização a quem atribuir a pole position, Miguel Oliveira, piloto da Red Bull KTM Ajo, conseguiu finalmente valer o seu melhor tempo e começará amanhã a corrida do 14ª Grand Prix em Espanha, na 1ª posição da linha de grelha.

 

Miguel Oliveira viu primeiramente a sua pole position desqualificada, com aquele que foi o melhor tempo da sessão, 1min53.736s, por alegadamente ter excedido os limites do traçado do circuito de MotorLand. Mas, a boa notícia chegava alguns minutos depois, quando foi validada a sua qualificação, garantindo ao piloto de Almada a 2ª pole position da temporada, a somar à do GP argentino.

 

#44 Miguel Oliveira

"Estou muito contente por conseguir esta pole, sabia que na volta anterior tinha perdido um pouco a linha na curva 15 e saído um pouco largo, o que possivelmente esteve na origem desta confusão. Vamos ver amanhã, estou confiante para a corrida, com um bom ritmo, conseguimos uma boa afinação para a moto, vai ser uma corrida dura por causa do calor mas estamos preparados".

 

O dia começou com o sol a brilhar em Aragón para a 3ª sessão de treinos do fim de semana. Desde o início, Miguel Oliveira marcou presença no top 3, terminando a sessão no 5º lugar, com 1min54.376s, confirmando o seu forte andamento.

 

A sessão de qualificação teve um início muito concorrido, com tráfego intenso em pista a dificultar a realização de uma volta rápida. Mesmo assim, Miguel Oliveira conseguiu novamente um lugar cimeiro, com 1min54.113s. Com uma temperatura da pista a passar os 40º e a aumentar, a duração dos pneus e a aderência ficaram comprometidas, tornando mais difícil os pilotos melhorarem as suas marcas. Ainda assim, nos minutos finais, o piloto reentra em pista e na primeira tentativa faz uma volta fulgurante, que lhe valeu o melhor tempo e a pole position.

 

A prova irá realizar-se este domingo, 24 de setembro, às 11h20, hora de Portugal.a781 Copy

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Terminou em festa o 3.º Lés-a-Lés Off-Road

sob o signo da reflorestação das áreas ardidas

 

Atravessar Portugal em defesa da floresta

 

Um enorme sucesso a 3.ª edição da grande aventura organizada pela Federação de Motociclismo de Portugal, ligando Boticas a Lagoa em travessia nacional por caminhos de terra batida, estradões mais rolantes ou trilhos mais enduristas, que visitou alguns dos mais recônditos locais do mapa lusitano. Sucesso bem patente nos rostos cobertos de pó, com evidentes sinais de fatiga disfarçados por sorrisos de quem viveu três dias de prazer de condução em ‘off-road’ e espírito de camaradagem, recheados de estórias para todos os gostos, dos furos à falta de gasolina, dos enganos no percurso que levaram a aldeias perdidas onde não faltou a oferta de uma cerveja gelada ou bom copo de tinto até às sempre enriquecedoras conversas com as populações visitadas. E que deixou nos mais de 250 motociclistas que chegaram a terras algarvias sentimento de ‘missão cumprida’, participando de forma ativa da Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés.

Chamada de atenção para a importância das árvores autóctones na revitalização das áreas ardidas, este verão como em anos anteriores, explicando à população as mais-valias de optar por espécies mais adaptadas a cada região, do carvalho-roble à azinheira, do sobreiro à cerejeira-brava, do carvalho-negral ao choupo branco, ou ainda do pinheiro-manso ao medronheiro. Estas duas espécies foram as aconselhadas pelos especialistas para o algarvio concelho de Silves, entregues de forma simbólica a Jorge Ponciano, chefe de gabinete da presidente, Nélson Correia, responsável da Proteção Civil, que as plantaram na Quinta Pedagógica. Espaço onde a sensibilidade ambiental é instigada de forma divertida desde as mais tenras idades, e que poderá receber boa parte das 400 árvores que serão plantadas no concelho, em novembro.

Ponto final da aventura que ontem partiu de Arraiolos para 291 quilómetros através dos rápidos e divertidos estradões tipicamente alentejanos onde a velocidade exponenciou o gozo de condução entre sobreiros, permitindo vislumbrar, aqui e ali, pastos extremamente secos e gado alimentado a ração e feno. Piso duro a que se seguiu boa dose de areia, com complicações acrescidas para as motos de grande porte, logo a seguir à travessia do Tejo com passagem rápida pelo distrito de Santarém antes da reentrada nos mais rápidos trajetos portalegrenses, rumo à serra algarvia. Onde a visão do mar deu dose extra de força anímica rumo a Lagoa onde houve festa rija com sotaque internacional, dos 45 espanhóis (e muitos catalães…) ao participante alemão, passando pelos 5 suíços, 4 franceses, 2 belgas e 1 irlandês. Pelotão heterogéneo também nas motos, com predominância repartida entre as Honda CRF 1000 Africa Twin e BMW R1200 GS, ma onde não faltaram Yamaha Téneré e Super Téneré, imensas KTM, de todas as cilindradas, Husqvarna, Sherco, um grupo de ‘clássicas’ Africa Twin 650, e as nacionais AJP, das mais leves PR5 à ‘africana’ PR7. E Vespa!

Como a PX 125 (com kit Polini 177 cc) que Iñigo Carrasco levou até à meta, passando o pórtico de chegada, em Lagoa, sob enorme chuva de aplausos. Festa merecida depois dos contratempos que afetaram o galego de Vigo que, juntamente com o amigo Jose Horjales, participaram pelo 3.º ano na maratona que liga dois extremos do mapa nacional. E se, no primeiro ano, “a desistência foi forçada logo no primeiro dia, com muita sujidade na gasolina, para em 2016 terminar sem problemas ao contrário do Jose que ficou a 70 quilómetros do final”. Por isso, voltaram a insistir este ano, e se Iñigo chegou ao final sem contratempos de maior “apenas muitas limpezas do filtro de ar devido ao pó”, já Jose “voltou a ficar pelo caminho com o motor a acusar o peso dos anos, sem compressão suficiente para seguir caminho”.

O clima de festa que coroou a chegada do galego repetiu-se com outros participantes, cada um com sua história particular de superação, deixando de lado receios da extensão ou da previsível exigência técnica para se abalançarem em tamanha empreitada. Aventura para Homens de barba rija que várias mulheres cumpriram sem qualquer tipo de temor. Das seis à partida, apenas uma ficou pelo caminho, na parte mais dura do evento da FMP, com subida em pedra logo a seguir à Régua, onde um pé mal apoiado valeu lesão na tíbia. Desânimo que não faz esmorecer “vontade de regressar” e descobrir Portugal em todo o seu esplendor, entre Trás-os-Montes e o Algarve. Como o fez a jovem feirense, Márcia Monteiro, que aos comandos da pequena AJP PR5 250 cumpriu todo o percurso “com mais ou menos dificuldades, em três dias bem divertidos, de descoberta de paisagens que só não são mais espetaculares devido aos incêndios que enegreceram muitas das serras portuguesas”.

Motivo que foi mote para a bem-sucedida Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, deixando árvores autóctones em vários concelhos, em simbolismo que será materializado mais tarde, na altura ideal para a sua plantação, com entrega de vários milhares de jovens árvores. Para que, daqui a alguns anos, esta aventura de descoberta possa encontrar paisagens mais verdes, trilhos mais frescos, reforçando o prazer de conhecer um País de beleza ímpar.a746 Copya747 Copy

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 Não foi ainda desta vez. Mas mais um pódio. Mais uma bandeira no mastro. Morbidelli arrisca e ganha, passando a ter 21 pontos de vantagem no Mundial. Pasini em segundo, numa corrida louca.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCILISMO

 

 

  1. Marquez ganha e fica com 16 pontos de avanço. Rossi fecha em quinto, num dia em que as Honda estiveram melhor.

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Ver e refletir para (bem…) reflorestar Portugal

em dia passado no epicentro dos incêndios florestais

 

Motociclistas dão o exemplo de Lés-a-Lés

 

Dia de sentimentos fortes, das memórias de tragédias que, há poucos meses, entraram porta adentro de forma tão violenta, através de tantos diretos televisivos, interrompendo a pacatez do dia-a-dia com inusitada brutalidade, à reflexão sobre a árdua tarefa de devolver a vida a tão extensas e massacradas áreas. Dia que começou em tons de negro intenso para a caravana do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road, com saída de Belmonte, via Covilhã, rumo à Estrela, ‘mãe das serras portuguesas’, para testemunhar a extensão da tragédia com marcas visíveis durante quilómetros a fio. E onde zelosos trabalhadores, equipados com camiões, gruas e retroescavadoras, tentavam apagar, debalde, as marcas de tão hediondo crime perpetrado contra a Natureza.

Palco de deprimente escuridão, de tristeza sublinhada pelo odor acre de terra queimada, que deixou cabisbaixos todos os mototuristas que participam no passeio organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal em périplo até terras algarvias sempre (ou maioritariamente…) por fora-de-estrada. Pelo caminho, lugar à esperança, com Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, deixando árvores autóctones em vários concelhos, em simbolismo que será materializado mais tarde, na altura própria para a plantação, com vários milhares de árvores. Pisos secos, com muita pedra solta que mereceram ‘respeito’ de todos, com passagem mais lenta em jeito de homenagem a todos os que, nesta região, perderam a vida para as chamas.

Tempo, também, de esperança, testemunhada pela presidente da Câmara Municipal de Góis, Maria de Lurdes Castanheira, que plantou um carvalho-negral e uma cerejeira-brava na Praça da República, considerando “a campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, promovida pela Federação de Motociclismo de Portugal, um generoso contributo que merece ser enaltecido”. Para a autarca a iniciativa é tanto mais importante “porquanto sensibiliza a população, e em particular os Goienses, para a importância da reflorestação das nossas florestas com espécies autóctones. Um solidário e valioso gesto digno de ser replicado”, rematou aquando da plantação na companhia de elementos da Comissão de Mototurismo da FMP.

Emotivo também o testemunho de José Antunes Graça, vice-presidente da autarquia de Pedrogão Grande e vereador com o pelouro da Agricultura e Florestas, plantando um sobreiro e um carvalho-roble no mesmo local onde, há alguns anos, criou muito especial área de descanso. Espaço junto ao IC8 (saída Vila Facaia e Graça, na localidade de Adega) com vários cedros, tílias e outras árvores que, até aos incêndios deste verão, ofereceram refrescante sombra aos milhares de motociclistas e automobilistas que ali repunham energias. Outro dos concelhos massacrado pelo fogo foi o de Mação, com o sobreiro e o choupo-bravo entregue ao vice-presidente da edilidade, António Louro, destinados ao Jardim Municipal, onde terão companhia de outras espécies autóctones, plantadas, entre outros, pelo Primeiro-Ministro António Costa.

Passagens marcantes para todos os motociclistas e que marcou profundamente Ricardo Faria, um dos três açorianos que se deslocou ao continente para participar “num evento sem paralelo, onde a camaradagem, a condução em terra, e as paisagens funcionam como verdadeira terapia, ajudando a recarregar baterias”. Habituado ao verde intenso de São Miguel, sentiu “uma dor imensa ao ver estas paisagens calcinadas, uma autêntica vergonha a que urge por fim”. Vai voltar, garante, até “para ver com os próprios olhos a renovação destas florestas”. E, quem sabe, para repetir a visita ao Picoto da Melriça, o Centro Geodésico de Portugal Continental, marco de forte carga simbólica neste evento, de onde foi possível avistar longos quilómetros de serranias em redor comparando a alternância entre as verdes paisagens e as áreas queimadas.

Seguindo sempre por perto da ‘espinha dorsal’ do sistema rodoviário nacional, saída da estrada N2 rumo à ponte Filipina sobre o Zêzere, sem os engarrafamentos causados pelas mais de 1500 motos aquando da passagem do Portugal de Lés-a-Lés… por estrada. Deixando as Beiras para trás, rumou o heterogéneo pelotão internacional para as planícies alentejanas, passando pelas margens do lado da barragem de Montargil, através de estradões bem mais rápidos, com pistas de deliciosa condução por entre sobreiros, onde nem faltaram alguns bocados de areia para maior diversão. Caminhos prazenteiros em final de dia bem diferente da véspera, mais extenso e mais rolante, até Arraiolos. De onde parte amanhã, bem cedo, a última tirada da 3.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés com destino a Lagoa, cumprindo os últimos 300 quilómetros através da serra algarvia.

 

Campeões presentes…

mas apenas para ‘curtir’

        

         Marcam presença bem notória desde a primeira edição do Portugal de Lés-a-Lés Off-Road mas, apesar da indiscutível rapidez que valeu títulos nacionais e triunfos internacionais, inscrevem-se no evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal apenas “pelo prazer de estar com os amigos, para ‘curtir’ a condução em fora-de-estrada e passar uns dias em convívio com aqueles que gostam de motos”. António Oliveira, com dezenas de títulos em todas as especialidades com ‘pneus de tacos’, aproveita esta ocasião “para fazer algo que nem sempre é fácil noutras alturas: simplesmente andar de moto”. Desafiado “por amigos e clientes” voltou, pela 3.ª vez, a um “passeio que está longe de ser uma competição” para apreciar “caminhos e paisagens que era impossível enquanto corria”. Agora, com mais calma, vai dando dicas de como ultrapassar alguns obstáculos, da forma como abordar os trilhos em máxima segurança ou ajudando em pequenas intervenções mecânicas, próprias de quem ‘anda no monte’.

         Em Boticas, no arranque do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road o piloto de Belas encontrou o amigo e rival de longa (longuíssima…) data, Miguel Farrajota, com quem discutiu provas e títulos de motocrosse, supercrosse ou enduro. O algarvio, também já conhecedor dos atrativos de “um passeio através de algumas das mais bonitas paisagens de Portugal onde não falta uma pitada de aventura” garante que “não tem qualquer comparação com o que se passa no Nacional de Enduro ou no Rali Dakar. Aqui o cronómetro é deixado de lado e as paragens são muito mais frequentes, para conversar com os amigos, partilhar histórias e rir um bocado”. Ideias partilhadas pelo primeiro português a alinhar no Rali Paris-Dalar, António Lopes, como pelo “Africano” Bernardo Villar ou os consagrados enduristas Rodrigo Amaral e Pedro Belchior, caras mais conhecidas entre o grande pelotão de ‘anónimos’ entusiastas pela descoberta de Portugal de forma diferente, aventureira e bem divertida.

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MOTOS NO BRASIL

 

Megacycle atraiu motociclistas e turistas para Paraty neste fim de semana

Entretenimento e diversão reuniram motociclistas, famílias e moradores da cidade

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 Paraty acolheu com muito carinho a 38ª edição do Megacycle – um dos mais importantes eventos de motos do país – que aconteceu pela primeira vez na cidade. Motos, capacetes e ronco de motores deram o tom ao fim de semana da região, que se tornou um grande e animado encontro de motociclistas. “Essa primeira edição em Paraty foi muito boa, a cidade é maravilhosa e oferece muito lazer para o turista”, conta Alberto Pellegrini, da organização do Megacycle. “Os paratienses nos apoiaram e o evento se tornou parte da cidade durante esses três dias e isso foi muito gratificante”, termina. 

Motociclistas e famílias de várias partes do Brasil – como Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo – aproveitaram os dias 22, 23 e 24 de setembro para curtir o evento e os dias de sol na cidade e nas praias.

Montado no Areal do Pontal, bem pertinho do Centro Histórico, o Megacycle levou entretenimento e diversão. A competição do dinamômetro foi uma das que mais chamou atenção, tanto dos motociclistas querendo comprovar a velocidade de suas motos, como do público se aglomerando para acompanhar. 

Outra atração feita pelos próprios visitantes foi uma grande “exposição” de motos, estacionadas ao longo do evento, que atraia os olhares dos participantes, como foi o caso da moto Suzuki, de Isaias Coelho de Araújo, estilizada com o tema Capitão América, que veio de Poções, na Bahia, rodando cerca de 1.335 km.

Concursos mobilizaram participantes que tinham até torcidas. Como o caso do Braço de Ferro, Barba & Bigode, melhor caipirinha e melhor comida de rua. Mas, o que causou maior alvoroço foi a final do 2º Miss Megacycle Ink Girls, em que Kiara Vieira, 36 anos, de Paraty, foi a vencedora.

Todo esse clima de duas rodas foi embalado com Rock´n roll de qualidade, com shows diários de bandas.

Grandes marcas do setor como Autokraft BMW Motorrad, Pirelli, Triumph Rio Barra e Zelão Racing participaram. Inclusive a Kawasaki fez o lançamento em primeira mão da Versys X-300. De boutique a souvenirs com botas, capas, camisetas, bordados, bonés, banco estilizado, novidades em couro e acessórios, além da loja oficial do evento, as compras foram garantidas.

Esta edição teve o patrocínio e/ou apoio da Cerveja Eisenbahn, Chope Capa Preta, Prefeitura de Paraty, Pirelli Pneus, Secretaria de Turismo de Paraty, Zeus Helmet e Moto.com.br 

Megacycle – Megacycle irá promover muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

SOBRE A MEGACYCLE Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

38º Megacycle Paraty 2017

 


38º Megacycle Paraty 2018.

 


O fluminense Washington (centro) foi o campeão da quebra de braço do Megacycle Paraty.

 


Campeonato de quebra de braço foi uma das atrações do Megacycle Paraty.

 


Megacycle Paraty atraiu motociclistas de diversos estados brasileiros, como Bahia e Minas Gerais.

 


Lançamento da Kawasaki, a Versys-X 300 foi uma das novidades do Megacycle Paraty.
 

MOTOS NO BRASIL

 

Segundo dia de Megacycle reuniu apaixonados por motos em Paraty

Ainda dá para aproveitar amanhã, último dia da 38ª edição do evento, que terá exposição de motos, show, test ride e dinamômetro, por exemplo.

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Muitas motos de diferentes marcas e estilos, capacetes, aceleradas e diversão! Assim está a cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, neste fim de semana por conta do Megacycle – um dos mais importantes eventos de motos do país – que acaba amanhã.

Montado no Areal do Pontal, bem pertinho do Centro Histórico, o evento hoje teve um público flutuante durante o dia, que aproveitou o clima quente para curtir a cidade e as praias. O movimento maior foi a partir do entardecer, quando motociclistas e famílias, como em uma grande festa, foram curtir.

A competição do dinamômetro, como sempre, chamou atenção das pessoas, que disputavam o melhor lugar para acompanhar. Os visitantes também colaboraram, e muito, para uma atração espontânea: ao estacionarem as motos dentro do pavilhão, formando um grande corredor de exposição, era inevitável passar e dar uma paradinha para apreciar motos inusitadas como a Suzuki, de Isaias Coelho de Araújo, toda estilizada com o tema Capitão América, que veio de Poções, na Bahia.

E amanhã ainda dá para aproveitar até às 16h, horário de encerramento

Às 12h,quem faz o último show do evento é a Firebird, banda que toca os maiores hits do rock e pop nacional e internacional, composta por Tinho Mello (vocal), André Rima (vocal), Claudio Madureira (Madu) (guitarra), Paulo Lopes (baixo e voz), Fernando Vegas (teclados e voz) e Luiz Bahia (bateria).

O dinamômetro também deve ser concorrido.

Para um bom almoço ou lanche, a praça de alimentação com mais de 15 tipos de comidas e bebidas diferentes, é parada obrigatória.

Quem quiser levar uma lembrancinha personalizada, os souveniers estão à venda na loja oficial do Megacycle.

O estacionamento é gratuito para motos e o evento tem capaceteria. Os ingressos estão à venda somente na bilheteria do evento.

Esta edição tem o patrocínio e/ou apoio da Cerveja Eisenbahn, Chope Capa Preta, Prefeitura de Paraty, Pirelli Pneus, Secretaria de Turismo de Paraty, Zeus Helmet e Moto.com. 

Megacycle – O Megacycle irá promover muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

SOBRE A MEGACYCLE Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

38º Megacycle Paraty 2017 |  #vempraparaty

Dias:  24/09 (das 10h às 16h)

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em: www.megacycle.com.br/

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Dinamômetro é uma das atrações do Megacycle.

 


De Poções (BA) para o Megacycle: Isaías Araújo atraiu os olhares para sua Suzuki a la Capitão América.

 


38º Motocycle Paraty 2018.

 


A banda Firebirds subirá ao palco do Megacycle Paraty mais uma vez neste domingo.

 


Dinamômetro é uma das atrações presentes no Megacycle Paraty.
 

MOTOS NO BRASIL

 

Primeiro dia de Megacycle, em Paraty, dá uma prévia da animação dos próximos dias

Amanhã tem mais! Exposição de motos, test ride, show, gincana, competição dinamômetro, concurso braço de ferro, comida de rua e Miss Tatto.

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. A cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, está em clima de duas rodas. Começou hoje, 24/09, a 38ª edição do Megacycle – um dos mais importantes eventos de motos do país – no Areal do Pontal, bem pertinho do Centro Histórico. O primeiro dia foi uma prévia da animação que virá nos próximos. Atrações como test ride da Kawasaki, rock´n roll, gincanas e sorteios, por exemplo, divertiram os visitantes de hoje.

Mas a expectativa maior de público é para amanhã, sábado, quando os motociclistas devem chegar em peso. A dica é sair cedo e aproveitar o dia, já que a previsão é sol, com mínima de 19 graus e máxima de 33.

Das 10h às 23h, haverá muita coisa pra fazer!

Serão 3 shows: às 16h, com Firebird, banda que toca os maiores hits do rock e pop nacional e internacional, composta por Tinho Mello (vocal), André Rima (vocal), Claudio Madureira (Madu) (guitarra), Paulo Lopes (baixo e voz), Fernando Vegas (teclados e voz) e Luiz Bahia (bateria). Às 18h, volta ao palco The Old Shack Band e às 20h30 é a vez de The Simple se apresentar.

O concurso braço de ferro, às 15h, deve ser uns dos mais divertidos. Já às 20h, acontece o do Barba & Bigode, em que os concorrentes estão divididos em categorias: Papai (barba cheia com mais de 6 polegadas), Elegante (barba cheia com bigode com estilo), Não está tudo lá (barba parcial) e Produzida – para quem tem estilo próprio. Os vencedores ganharão um capacete e “estarão no rol da fama do Megacycle”.

E, quem disse que evento duas rodas não tem desfile e passarela? Às 20h, será a final do 2º Miss Megacycle Ink Girls. As vencedoras receberão prêmios oferecidos pelos patrocinadores do Megacycle, como o kit piercing nos valores de R$ 500 (1ª colocada), R$ 300 (2ª colocada) e R$ 100 (3ª colocada). A Miss Megacycle ganhará também um capacete exclusivo, um vestido e um ensaio fotográfico para a Girl Magazine.

Velocidade e adrenalina fazem parte dos motociclistas. E para estimular a adrenalina, um dinamômetro de hora em hora vai eleger a motocicleta mais rápida do Megacycle 2017.

Uma praça de alimentação com mais de 15 tipos de comidas e bebidas diferentes é um bom local para “se abastecer”.

Dois concursos irão movimentar o setor de alimentos e bebidas do evento: um de comida de rua, às 16h, e outro de caipirinha. Para este último, a organização disponibilizará para os participantes: açúcar cristal, socador, copo, coqueteleira, colher, 200ml de cachaça, gelo e 2 limões. Os demais complementos ficam a cargo de cada participante. Qualquer motociclista ou membro de motoclube pode participar e fazer a inscrição até 1h antes do início do concurso. As bebidas serão avaliadas por uma comissão e o vencedor ganhará troféu e camiseta.

Haverá também test ride, das 12h às 17h.

Entre os expositores, grandes marcas do setor como Autokraft BMW Motorrad (com a BMW G310R, BMW F800 GS Adventure e BMW R 1200 GS), Kawasaki (lançamento da Versys X-300), Pirelli (descontos especiais em pneus e serviços), Triumph Rio Barra (mostra a Street Twin, Tiger Explorer e Street Scrambler) e Zelão Racing (acessórios em 10x sem juros). Além de empresas com diversos acessórios - de boutique a souvenirs - como botas, capas, camisetas, bordados e novidades em couro e acessórios.

Para mais comodidade, o estacionamento é gratuito para motos e o evento tem capaceteria. A partir de amanhã, os ingressos estarão à venda somente na bilheteria do evento.

Esta edição tem o patrocínio e/ou apoio da Cerveja Eisenbahn, Chope Capa Preta, Prefeitura de Paraty, Pirelli Pneus, Secretaria de Turismo de Paraty, Zeus Helmet e Moto.com. 

Megacycle

O Megacycle irá promover muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

SOBRE A MEGACYCLE

Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

38ª Edição do Megacycle Paraty 2017 | #vempraparaty

Dias:  23 (das 10h às 23h), 24/09 (das 10h às 16h)

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em: www.megacycle.com.br/

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Primeira noite de Megacycle em Paraty
 

ESTEIA DE PILOTO DA OLIVEIRA CUP

 

Um dos pupilos de Miguel Oliveira, Pedro Fragoso, vai correr pela primeira vez na categoria de Moto3 no Campeonato Nacional de Velocidade

 

PILOTO DA OLIVEIRA CUP ESTREIA-SE EM MOTO3 ESTE FIM DE SEMANA NO ESTORIL

 

 


​Pedro Fragoso é mais um dos pilotos da Oliveira Cup a ser destacado para integrar a estrutura do Miguel Oliveira Fan Club Racing Team, naquela que será a sua estreia absoluta no Campeonato Nacional de Velocidade – CNV. O jovem piloto de Vila Nova de Santo André, Santiago do Cacém, vai pilotar uma Honda NSF 250cc, na categoria de Moto3. Sob a égide da Federação Portuguesa de Motociclismo, o evento será organizado pelo Motor Clube do Estoril, no próximo fim de semana, 23 e 24 de setembro, no circuito do Estoril.

 

O compromisso do projeto-escola Oliveira Cup é, desde o início, dar continuidade à formação dos nossos jovens pilotos, integrá-los e assessorá-los em campeonatos nacionais e internacionais. Esta aposta na continuidade e no palmarés dos pilotos existe também no sentido de os fazer progredir nas categorias de maior cilindrada dentro da modalidade”, refere Paulo Oliveira, Diretor de Equipa da Oliveira Cup. “O Pedro tem revelado imensa qualidade e dedicação enquanto piloto, e mesmo tendo-se iniciado muito recentemente na modalidade, tem mostrado muito potencial”, reforça.

 

Tomás Alonso e Diogo Luís, também novos talentos da categoria de MiniGP da Oliveira Cup, são já também iniciantes de pré-Moto3 no CNV, entre outros campeonatos internacionais de velocidade.

 

Nas mesmas datas em que Miguel Oliveira participa na 14ª ronda do Mundial de Motociclismo, em Aragón, Espanha, o piloto da Red Bull KTM Ajo não deixa de revelar a importância da evolução de carreira destes jovens pilotos: “A Oliveira Cup tem sido um projeto surpreendente. Temos encontrado talentos com um nível muito bom, capazes de disputar lugares de relevo até em competições externas e, por isso, temos feito um trabalho para dar seguimento à evolução destes jovens pilotos. A estreia do Pedro Fragoso em Moto3 vai dar-lhe muita aprendizagem e vai, sem dúvida, ser muito positivo para este piloto”.

 

Os treinos de Moto3 e Pré-Moto3 estão previstos para sábado pelas 13:40 e as corridas, no domingo, a partir das 14:40.


 

OLIVEIRA EM ARAGON

 

Após testes promissores em Valência, Miguel Oliveira parte para Aragón apostado em conseguir um bom resultado. O piloto da equipa Red Bull KTM Ajo Motosport tem sido a peça fundamental no desenvolvimento do novo projeto da fábrica austríaca, pelo que os resultados alcançados até ao momento estão acima das expectativas do início de temporada. 


O ano passado, neste circuito, o piloto de Almada viu-se afastado da competição logo no primeiro treino, em consequência de uma queda provocada pelo atual líder do campeonato Franco Morbidelli, a qual lhe custou uma clavícula partida e quatro provas do campeonato. Ultrapassados os contratempos e com consistência demonstrada ao longo desta temporada, o único piloto português que já pilotou uma moto de MotoGP explica que:


"Venci neste circuito em Moto3 e já tive o privilégio de, neste mesmo circuito, pilotar a KTM R16 de MotoGP, mas em Moto2 vai ser a primeira vez. Os testes de Valência tiveram conclusões muito positivas, pelo que em Aragón vamos começar baseados na informação que recolhemos e tirar a máxima vantagem dessa informação; o que testámos foi muito útil. Espero um Grande Prémio difícil, aparentemente as previsões apontam para calor, mas estou motivado sobretudo para terminar a corrida a somar bons pontos, antes de ir para a ronda asiática”.

Os treinos livres têm início na próxima sexta-feira pelas 8.00 da manhã e a corrida de Moto2 irá realizar-se às 11:20, hora local, no domingo, dia 24 de setembro.

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MOTOS NO BRASIL

 

Kawasaki lança Versys-X 300, para qualquer estrada, a qualquer hora

A motocicleta estará em exposição no Megacycle Paraty a partir de amanhã

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 Uma nova Versys acaba de ser apresentada ao mercado nacional e assim a Kawasaki expande ainda mais ao seu line-up para turismo de aventura no país. Projetada para superar obstáculos e rodar nos mais variados tipos de pavimentos, a Versys-X 300 2018 chega ao Brasil trazendo atributos como resistência, força e muita diversão.

Equipada com um motor bicilíndrico de 296 cm³ e suspensões de longo curso, o lançamento chega às Concessionárias Autorizadas Kawasaki em outubro e estará disponível em três diferentes versões: a básica, a com freios ABS e a Tourer ABS completa com acessórios de fábrica.

Novo modelo de entrada da consagrada família Versys, a Versys-X 300 2018 se destaca por oferecer uma pilotagem versátil e divertida, indicada para todos os tipos de uso, do urbano a longas viagens. Com 40 CV de potência e 2,6 kgf.m de torque, o propulsor herdado da Ninja 300 oferece performance inédita na categoria Adventure de média cilindrada, razão pela qual a Versys-X 300 se tornou um dos lançamentos mais aguardados do ano.

Com capacidade para 17 litros de combustível, a Versys-X 300 2018 garante longos e divertidos passeios sem a necessidade de paradas repentinas para reabastecimento. E um dos fatores que contribui para isso é a configuração do seu sistema de câmbio de seis marchas. A distância relativamente curta nas mudanças proporciona um equilíbrio entre economia de combustível e entrega de potência. Além disso, a Kawasaki equipou este lançamento com uma das tecnologias de suas motos top de linha. A embreagem utiliza o modelo Assistido & Deslizante, que, diferentemente da embreagem padrão, tem dois cames e proporciona um acionamento mais leve do manete e auxilia em reduções rápidas de marcha.

A ciclística é um dos grandes diferenciais da Versys-X 300 2018. Projetada para lidar com as condições reais do trânsito brasileiro, o modelo foi desenvolvido para aguentar os constantes trancos causados por buracos, irregularidades e lombadas. Além do chassi extremamente resistente, o lançamento utiliza suspensões de longo curso, o que contribui para reduzir ainda mais esse impacto. Ela vem equipada com garfo dianteiro telescópico de ø 41 mm com curso de 130 mm e, na traseira, sistema de links do tipo Uni-Trak combinado com amortecedor a gás com 148 mm de curso.

A escolha pela utilização de rodas maiores e pneus de uso misto com câmara de ar segue esta mesma orientação, o que a torna ainda mais versátil. O modelo utiliza rodas raiadas de 19 polegadas na dianteira e 17 na traseira. Enquanto isso, o sistema de frenagem garante maior segurança e eficiência para as mais diversas situações. A Versys-X 300 2018 tem disco simples de ø 290 mm no freio dianteiro e disco simples de ø 220 mm no traseiro. O sistema ABS é opcional para a versão básica e item de série para a versão Tourer.

Além da configuração técnica, a Versys-X 300 2018 impressiona com o seu visual bonito e elegante. Olhando de frente, a moto combina uma carenagem frontal alta, inspirada nos modelos de aventura, com um para-brisa que garante proteção contra o vento. O painel de instrumentos é completo e traz todas as funções necessárias para uma pilotagem segura e confortável. Além de velocímetro digital e indicador de marcha, o display inclui hodômetro total e parcial, combustível restante, média de consumo, relógio, temperatura externa, temperatura do líquido refrigerante e indicador de pilotagem econômica (ECO).

Todas estas características estão presentes em nas três versões da Versys-X 300 2018. O diferencial da versão Tourer está nos acessórios. O modelo vem equipado com bolsas laterais com capacidade para 17 litros e carga máxima de 3 kg, faróis de neblina em LED, uma tomada de 12 Volts para pequenos acessórios, protetores de manete e de motor, além de cavalete central.

Todas as versões da Versys-X 300 estarão disponíveis nas Concessionárias Autorizadas Kawasaki em Outubro. E para comemorar o lançamento no Brasil, as primeiras 200 unidades terão um preço especial até 31/12/2017, e os compradores ainda receberão um presente comemorativo da Kawasaki em suas residências.

Informações

Versys-X 300 2018: Candy Burnt Orange e Metallic Graphite Gray

Preço Público Sugerido: R$ 22.990,00

Preço de Lançamento: R$ 20.990,00 

Presente Comemorativo: Canivete Squirt limitados a 70 unidades até 31/12/2017.

Frete máximo: R$ 1.144,67

Versys-X 300 ABS 2018: Candy Lime Green

Preço Público Sugerido: R$ 24.990

Preço de Lançamento: R$ 23.990,00 

Presente Comemorativo: Canivete Blast limitados a 80 unidades até 31/12/2017.

Frete máximo: R$ 1.210,67

Versys-X 300 Tourer ABS 2018: Candy Lime Green e Metallic Graphite Gray

Preço Público Sugerido: R$ 26.990

Preço de Lançamento: R$ 25.990,00  

Presente Comemorativo: Canivete Juice limitados a 50 unidades até 31/12/2017.

Frete máximo:  R$ 1.216,17

Disponíveis nas concessionárias Kawasaki: A partir de Outubro de 2017

Imagens relacionadas


Versys - X300

 


Versys - X300 - ABS

 


Versys - X300 - ABS - TR

 


Aventura em duas rodas com a Versys-X300

 


Kawasaki lança Versys-X 300, para qualquer estrada, a qualquer hora

 


Versys - X300 em outubro nas concessionárias autorizadas Kawasaki
 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

 

 Na pista espanhola de Aragon, será realizado  o 900. GP da história do Mundial de Motociclismo.

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

CAMPEONATO DO MUNDO DE MOTOCICLISMO

 

 

 Eis Valentino Rossi, vinte e dois dias depois do acidente. Sei que têm todos os cuidados possíveis, mas estes atletas são gente especial.

 

PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road pronto a arrancar

com milhares de árvores autóctones na ‘bagagem’

 

Mototurismo e ambiente em binómio perfeito

 

A plantação de um carvalho-negral e uma cerejeira-brava, na Praça João Paulo II, em Vila Pouca de Aguiar marcou, de forma simbólica, o início da 3.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés Off Road, evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal este ano sob a égide da reflorestação sustentada dos concelhos mais fortemente flagelados pelos incêndios. Apoio que, depois do início simbólico em terras transmontanas, será consubstanciado na distribuição de mais de 3000 árvores por alguns dos concelhos atravessados pelo original passeio mototurístico que privilegia os caminhos de terra batida em detrimento das estradas asfaltadas.

As árvores entregues ao presidente da edilidade aguiarense, Alberto Machado, foram plantadas pela ‘mão conhecedora’ do vereador do Ambiente e presidente da Associação Ambiental e Florestal Aguiarfloresta, Duarte Marques. Que aplaudiu a Campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, “ideia de sensibilizar as populações para recuperar as áreas ardidas” e para o fazer de forma respeitadora do ambiente, “de molde a que a floresta possa prestar um serviço de qualidade a toda a população, oferecendo paisagens mais agradáveis, sombras e ar mais puro e agradável, criando condições para revitalização da fauna e atá para gerar água fresca”. Plantação simbólica que foi “o início de uma iniciativa que terá expressão maior na altura própria, com a plantação de mais árvores autóctones” que, a pouco e pouco, espera-se que recuperem terreno às espécies introduzidas.

Ato acompanhado de perto pelo presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, Manuel Marinheiro, que, depois de meter as mãos à terra, recordou o compromisso assumido de ajudar na recuperação das florestas portuguesas, algo que só será possível com o envolvimento de todos”. Ideia reforçada com a noção de que “é preciso que todos pensem na floresta, na preservação da paisagem e do meio ambiente, preocupação que os motociclistas, de forma geral, revelam ao longo de todo o ano, quer nos eventos mototurísticos, como o Portugal de Lés-a-Lés, quer nas provas de enduro e todo-o-terreno”. Cumprimento de “importante papel social” que o responsável da FMP espera “vir a ganhar âmbito mais alargado através da cooperação com as autarquias e bombeiros, aproveitando as centenas de amantes do todo-o-terreno que, praticamente durante todos os dias da semana, andam pelos montes, sendo fundamentais no alerta em início de incêndios como na ajuda de mobilidade aos locais de mais difícil acesso”.

Plantação que foi primeiro passo em iniciativa repetida no jantar de abertura do 3.º Portugal de Lés-a-Lés, com entrega de um castanheiro e um carvalho-negral ao presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Queiroga, e que terá seguimento em outros seis concelhos atravessados pelos cerca de 250 mototuristas, imbuídos de forte sentimento ambiental e sem qualquer preocupação competitiva. Belmonte, Covilhã, Góis, Pedrógão Grande, Mação e Silves serão, assim, paragens mais significativas de evento que, até sábado, levará heterogénea caravana rumo Lagoa, em passeio que liga as duas extremidades do mapa nacional, com paragem em Belmonte e Arraiolos. Sempre que possível através de caminhos de terra batida, na descoberta do desconhecido património paisagístico e natural de Portugal. Evento que vai, amanhã, quinta-feira, para a ‘estrada’ a partir das 7 horas, com etapa de 219 quilómetros, sem obstáculos de difícil transposição ou demasiadas exigências de condução, aberto que está a motos ‘trail’ de todas as dimensões e cilindradas, marcas e modelos, incluindo as duas Vespa 125 que viajaram de Espanha para a grande aventura.a667 Copya668 Copy

 

PNEUS ENDURO

 

Simplicidade e eficácia em todos os terrenos

Profundamente renovada para 2017, a gama Michelin Enduro proporciona maior aderência e acrescida capacidade de amortecimento, graças ao trabalho efetuado no desenho do piso como na arquitetura dos pneus.  Maior polivalência e eficácia em pisos molhados garantidas pelas novas misturas dos pneus distribuídos em Portugal pela Puretech ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ), especificamente desenvolvidas para a prática do ‘off-road.

 

Eficácia acrescida que é acompanhada de maior simplicidade na gama, com duas variantes para o pneu dianteiro (Medium e Hard) em vez das anteriores três, e uma única para a traseiro (Medium) no lugar dos Enduro III e VI, com garantia de melhores resultados em todo o tipo de pisos. Polivalência assegurada pelo perfil mais alto e estreito face, bem como pelos tacos com base reforçada, mais próximos entre si e tamanho entre os anteriores Enduro III e VI. Garantia de melhor motricidade ajudada por área de contacto mais larga, maior resistência ao arrancamento dos tacos em seco e melhor funcionamento do conjunto pneu/bibmousse.a659 Copya662 Copya663 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

8ª edição do Salão Moto Brasil acontecerá em maio de 2018

Um dos maiores eventos do segmento de motocicletas do Brasil terá novidades em negócios, entretenimento, turismo e educação.

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   O Salão Moto Brasil – maior evento de motos do Rio de Janeiro e um dos mais importantes do país – já tem data para acontecer: de 25 a 27 de maio de 2018, no pavilhão 2, do Riocentro. Dinâmico e animado, é esperado com ansiedade pelos amantes das duas rodas.

O visitante irá conferir as novidades em motos e acessórios e chegar bem pertinho de verdadeiras “máquinas”, se empolgar com as acrobacias, se divertir nos shows musicais e curtir com os amigos todas as atrações. O que fazer, ver, apreciar, experimentar e comprar com certeza não faltará! E novas estratégias darão um ar mais moderno e conectado, com o intuito de aproximar o público jovem, inclusive com ações direcionadas.

Na programação, desde novas atrações até as que já viraram marca registrada, como o 4° Bike Art Show – uma “galeria” de arte que reúne as principais tendências e importantes nomes da customização de motocicletas no Brasil. O Bike Art no próximo ano estará localizado junto com a área dos shows onde acontecerá um Festival de Jazz e Blues – pela primeira vez no evento – e também à praça de alimentação. Juntos ocuparão uma área com quase 3.000m². Também haverá as palestras diárias ministradas por profissionais, que são referência em assuntos relacionados ao trânsito e pilotagem.

Na área externa, será possível realizar alguns serviços, como por exemplo troca de acessórios e pneus. Os shows com motos que fascinam adultos e crianças estão garantidos. No local também acontecerão as aulas com o piloto Leandro Mello.

A Rodada de Negócios Moto Brasil, estreada este ano, também já está confirmada. Com mais de 2.000 m², será um espaço destinado a um público qualificado e interessado em fazer negócios, entre eles os melhores atacadistas, distribuidores, grandes lojistas e representantes de vendas. “Acreditamos no potencial do mercado de moto e esse evento dentro do evento vem para facilitar, otimizar e intensificar as negociações”, diz Gustavo Lorenzo, organizador do Salão Moto Brasil. 

O objetivo é reunir no mesmo espaço negócios, entretenimento, educação e turismo, com toda a cadeia produtiva do setor (motocicleta, triciclos, quadriciclos, peças e acessórios, capacetes, vestuário, ferramentas, lubrificantes e aditivos, financiadoras e seguradoras agências de turismo e programas educativos), apresentar os lançamentos, as novas tecnologias e facilidades para quem vive em duas rodas. A expectativa de crescimento para edição de 2018 é de 20% em relação à anterior.

Adaptações

Muitos devem ter notado a mudança do mês: antes o Salão Moto Brasil acontecia sempre em janeiro e agora será em maio. A organização avaliou os inúmeros pedidos já recorrentes dos expositores, que solicitaram a alteração de data. “Janeiro é um mês mais complicado para o mercado e para participar de eventos, principalmente para a indústria. Então sugerimos maio e a adesão foi unânime”, conta Lorenzo. Sem falar na proximidade (dois meses) com outro grande evento do segmento, que deixaria os expositores um pouco espremidos, sem muito fôlego entre um e outro. O momento econômico e financeiro, principalmente do Rio de Janeiro, também colaborou. “Decidimos dar um tempo maior para deixar a poeira assentar e fazer mais para a frente, com melhores perspectivas para todo mundo”, diz.

O mês escolhido, maio, não poderia ser melhor. Já existe um grande movimento, o Maio Amarelo, que procura chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. “É um tema muito pertinente que faz parte de uma de nossas bases, que é a educação no trânsito”, diz o organizador. O Salão Moto Brasil abraçou a causa, inclusive alterará toda a comunicação visual para um tom de amarelo, em referência ao movimento. 

A quantidade de dias também foi alterada: eram quatro e em 2018 serão três. “Temos um relacionamento muito bom com o segmento e precisamos nos adaptar com o momento e necessidades deles. E o momento é de enxugar custos”, explica.

O Salão Moto Brasil tem como apoiadores institucionais AMO-RJ (Associação dos Motociclistas do Rio de Janeiro), FMCRJ (Federação de Motoclubes do Rio de Janeiro), ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), Rio Convention & Visitors Bureau e RIOTUR. 

Salão Moto Brasil -    Na sua 8ª edição, o Salão Moto Brasil, já está estabelecido no calendário anual do motociclismo nacional e é um dos maiores do setor no Brasil. Com o intuito de gerar negócios, entretenimento, educação e turismo, o evento tem expositores das principais montadoras, fabricantes e distribuidoras de motopeças e acessórios, além de shows, atrações e um público qualificado e apaixonado por duas rodas.

Edição de 2017 em números:

- cerca de 92 mil visitantes.

- 125 expositores com mais de 400 marcas (aumento de 30% em relação a edição anterior).

- mais de 40 mil motos no estacionamento.

- 6.000 profissionais do setor.

- mais de R$ 10 milhões em volume de negócios.

- 1.500 motoclubes cadastrados.

Salão Moto Brasil 2018 - Rio de Janeiro - RJ

Pavilhão 2 do Riocentro 

Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.

Dias: 25, 26 e 27 de maio

www.salaomotobrasil.com.br

www.facebook.com/salaomotobrasil

 


Salão Moto Brasil 2018: de 25 a 27 de maio | Riocentro |RJ

 


Cerca de 92 mil pessoas estiveram visitando a edição 2017 do Salão Moto Brasil.

 


O Salão Moto Brasil 2017 gerou mais de R$ 10 milhões em volume de negócios.

 



 


Riocentro um completo único

 


Atrações para entretenimento do público

 


Público apaixonado em todos os dias do evento

 


Bike & Art Show virou uma atração a parte no SMB
 

BIANCHI PRATA DE REGRESSO AO DESERTO

  1. Pedro Bianchi Prata no PanAfrica Rally
  2. Depois do excelente segundo lugar conquistado no Morocco Desert Challenge onde esteve muito perto de conquistar a vitória..., Pedro Bianchi Prata regressa a África e a mais uma maratona marroquina que se vai disputar de 23 a 30 de setembro e onde vai estar presente uma alargada comitiva portuguesa.
  3. Nesta competição que foi concebida especialmente para reunir em pista os pilotos veteranos (que vão competir para se preparar para o Africa Race e o Dakar), amadores e os que estão de momento a iniciar-se no panorama desportivo internacional da modalidade, - Pedro Bianchi Prata é um forte candidato às primeiras posições ou não fosse o piloto natural de Marco de Canaveses uma presença já habitual no Rali Dakar, mítica competição no qual já participou em nove edições, tendo terminado todas elas, e em algumas etapas chegou mesmo a conquistar a notável quarta posição.
  4. Bianchi Prata vai ostentar no PanAfrica Rally o dorsal nº 155 e, aos comandos de uma Honda CRF 450X, será um dos oito portugueses a disputar a categoria moto, num total de 82 inscritos nesta disciplina.
  5. O piloto reconhece a exigência deste tipo de competições, não só pelo traçado do percurso que vai cruzar duras e difíceis etapas em solo marroquino, mas também pela excelência do painel de participantes, que promete uma forte concorrência, mas aponta a um lugar entre as primeiras sete posições.
  6. “Eu gosto muito de Marrocos. O percurso vai andar à volta da zona de Erfoud e, por vezes, também de Merzouga. É um rali com poucos anos, mas com muitos concorrentes. A concorrência é elevada. No PanAfrica Rally vão estar muitos pilotos do Dakar que ali vão testar e fazer as últimas afinações às suas máquinas antes do final do ano. Estes ralis servem de preparação para o Dakar, por isso vai ser um rali muito difícil. Vai ser complicado lutar pelo Top 10, mas a minha luta será pela conquista de um lugar entre os sete primeiros”, salienta Pedro Bianchi Prata que acrescenta: ” Estou motivado e muito confiante para esta prova. Em abril estive no Morocco Desert Challenge, correu bem e fiquei em segundo. Neste, a concorrência será maior, por isso a aposta é fazer uma corrida segura, tentar não cometer erros e, no final, o resultado irá surgir”.
  7. O PanAfrica Rally tem início no dia 23 de setembro, com as habituais verificações técnicas e administrativas. A competição começa no dia seguinte, em que os participantes terão de disputar um prólogo de 60 quilómetros, ao qual se seguem cinco etapas, que se concentram essencialmente na cidade de Erfoud, com um percurso em forma de “boucle”, num total de mais de 1300 quilómetros.
  8. Mais informações sobre o Panafrica Rally em: https://panafricarally.com/a652 Copy

 

JOÃO ROLO NO AFRICA ECORACE TO DAKAR

  1. JOÃO ROLO APRESENTOU HOJE

  2. No Museu do Vinho em Anadia
    A sua presença no AFRICA ECORACE TO DAKAR
    Reunindo um grande grupo de amigos e patrocinadores João Rolo teve hoje o prazer de mostrar a sua terceira tentativa de chegar a Dakar, depois de todos os contratempos das suas duas anteriores tentativas.
    Na primeira tentativa e, depois dum árduo trabalho para reunir apoios e se preparar fisicamente, viu a prova ser anulada (Lisboa/Dakar), deixando-o em Lisboa, mas a sua desilusão ...ainda o levou até Portimão, mostrando que era dos que estava disposto a continuar.
    Foram alguns anos para recuperar desse revés, mas o ano passado voltou a ter tudo peparado, para participar na prova que agora substituiu o Dakar. Sobre a data de partida motivos de saúde, obrigaram-no a ficar novamente em terra, e este ano o piloto de Anadia voltou a preparar tudo com o máximo cuidado, e hoje no Museu do Vinho, apresentou todo o seu equipamento, falou da prova e prometeu que desta vez tudo lhe permitirá concretizar um sonho com mais de trinta anos !!!
    Sim, porque num dos primeiros Transportugal em que participou, quando chegou ao fim e lhe pedi algumas palavras sobre a prova para o Jornal Motor, a rir falou do seu sonho:

  1. Agora só paro em Dakar quando disputar essa prova !!!
    E como um homem que não abandona os seus objectivos, aí está João Rolo, pronto para concretizar o seu grande sonho.
    Como sei toda a luta de uma vida para a concretização deste sonho, espero pela sua foto da chegada ao Lac Rose, mostrando que Anadia chegou a Dakar.

Texto e foto de José Silva - www.velocidadeonline.com

 

ROSSI TESTOU

  1. Valentino Rossi testou  em Misano com uma moto de série (uma Yamaha R1 da sua própria Academia) para perceber se está em condições de correr em Aragon. Fez poucas voltas (4 para alguns, 7 ou 8 para outros) porque a chuva interrompeu o teste. Mas é incrível estar de volta apenas 18 dias depois do acidente, quando os médicos apontavam para um período de recuperação de 30 a 40 dias.

 

PORTUGAL LES A LES

 

Campanha  Reflorestar Por tugal de Lés-a-Lés
Neste 3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road a Federação de Motociclismo de Portugal  lançou uma campanha dirigida à população dos concelhos atravessados e que foram em anos recentes fustigados por incêndios florestais.
A campanha consiste em - durante o evento - plantar simbolicamente jovens árvores autóctones de cada região e, posteriormente, na época própria, (Novembro) oferecer algumas centenas de árvores aos munícipes de cada concelho para que estes sintam a importância da escolha destas espécies próprias da região.
- A iniciativa está ligada ao evento turístico e sem fins competitivos “3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road” que está a decorrer de 20 a 23 de setembro.
Este passeio ligará Boticas a Lagoa, com dormidas em Belmonte e Arraiolos, atravessando todo o país continental, por mais de 30 concelhos.
3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road 20 a 23 setembro 2017
organização
Campanha  Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés
Porquê plantar arvore autóctone?
Porque está mais adaptada ao solo e ao clima e, por isso: · Resiste melhor a pragas e doenças do que as espécies introduzidas; · Resiste melhor a longos períodos de seca ou de chuva intensa; · Regula o ciclo da água e a sua qualidade, evitando a erosão do solo; · Ajuda a manter a fertilidade do espaço rural e o equilíbrio ecológico das paisagens; · É importante local de abrigo, alimento e reprodução de grande número de espécies animais da fauna portuguesa, algumas delas em vias de extinção; · Contribui para a redução do efeito de estufa, fixando o carbono atmosférico; · Quando plantada junto a rios e ribeiros, contribui para a melhoria da qualidade da água, fomentando a vida aquática e cria melhores condições de pesca desportiva; · Resiste melhor aos incêndios florestais e evita a sua propagação; · Fornece madeiras de qualidade para a indústria, nomeadamente de mobiliário (castanho, carvalho, etc.); · Fornece frutos (castanha, bolotas, etc.) e matérias-primas (cortiça e lenha); · Aumenta o valor turístico dos sítios ao manter a qualidade das nossas paisagens.
Dr. Nuno Gomes Oliveira
Biólogo Fundador do Parque Biológico de Gaia
- Ao longo do evento, elementos da FMP oferecerão e plantarão simbolicamente 16 jovens árvores autóctones, de espécies de acordo com a região, duas em cada um de 8 concelhos escolhidos, com os autarcas locais. Os 8 concelhos, de Boticas a Silves, com especial incidência na zona centro, foram escolhidos pela sua recente história de incêndios florestais.
3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road 20 a 23 setembro 2017
organização
De acordo com as regiões, foram escolhidas as seguintes espécies que lhe estão adaptadas e de que serão plantados, em setembro, dois exemplares de cada, em cada concelho, em local a selecionar pelo respectivo Município:
4ª feira, 20 de setembro VILA POUCA DE AGUIAR 15.00h, Praça João Paulo II: Carvalho-negral Cerejeira-brava BOTICAS Jantar de abertura do evento: Carvalho-negral Castanheiro 5ª feira, 21 de setembro BELMONTE 15.00h: Carvalho-negral Cerejeira-brava COVILHÃ À tarde: Carvalho-negral Azinheira 6ª feira, 22 de setembro GÓIS 11.00h, Praça da República: Carvalho-negral Cerejeira-brava PEDRÓGÃO GRANDE À tarde: Carvalho-roble Sobreiro MAÇÃO À tarde: Sobreiro Choupo-branco Sábado, 23 de setembro SILVES À tarde: Pinheiro-manso Medronheiro
3º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road 20 a 23 setembro 2017
organização
As espécies autóctones escolhidas:
Carvalho-negral Quercus pyrenaica
O mais abundante carvalho de Portugal Continental, autóctone de todo o interior do território, de Norte até à bacia hidrográfica do Tejo, inclusive. É uma das árvores “rainha” da nossa floresta de outrora. Adapta-se bem à altitude, seca e frio. Atinge os 25 metros de altura.
Cerejeira-brava Prunus avium
Árvore de folha caduca e autóctone de todo o interior de Portugal continental, de Norte e Centro até quase à foz do Rio Zêzere, adapta-se bem à altitude, seca e frio. Pode atingir os 25 metros de altura. Muito utilizada, dada a qualidade da madeira
Castanheiro Castanea sativa
Árvore autóctone e vulgar nas zonas mais frias de Portugal foi de grande importância nas zonas rurais de todo o país. Pode atingir portes monumentais com 30 metros de altura e viver muitos séculos, fornecendo castanha, madeira, lenha, tiras para cestaria, etc.
Carvalho-roble Quercus robur
Autóctone do noroeste de Portugal continental, tem no centro do país o seu extremo de toda a Europa, onde é o carvalho mais abundante. Pode atingir portes majestosos de 45 metros de altura. Pela resistência e duração da sua madeira, esta sempre foi considerada como a mais nobre das essências florestais europeias.
Sobreiro Quercus suber
A “Árvore Nacional de Portugal”, pelo seu valor económico e ecológico. Autóctone de quase todo o país, onde esta espécie tem o seu solar. Portugal é o país do mundo com mais sobreiros. É um carvalho singular já que é o único que recompõe a casca após a sua extração. Pode atingir os 20 metros de altura e perde a folha no início da Primavera.
Azinheira Quercus rotundifolia
Autóctone e abundante em quase todo Portugal Continental, evitando apenas o litoral húmido. Adapta-se extraordináriamente à secura. Tanto pode crescer sob a forma de arbusto como árvore até 25 metros de altura. Com madeira dura, densa e de alto poder calorífero, o seu fruto (bolota) é comestível e de grande importância para a produção de gado suíno.
Choupo-branco Populus alba
Árvore típica de margens de cursos de água temporários e locais inundáveis ou húmidos. Autóctone de quase todo o país, pode atingir rapidamente os 30 metros de altura e a leveza da sua madeira dá-lhe muito emprego.
Pinheiro-manso Pinus pinea
Autóctone do sudoeste português e Algarve, esta árvore dá-se em todo o país excepto em altitude. Muito resistente à secura e ventos, a sua silhueta é inconfundível, como um guarda-sol ou cogumelo gigante até 30 metros de altura. A sua madeira sempre foi muito importante na construção naval, já do tempo árabe. O pinhão português é muito cotado no estrangeiro.
Medronheiro Arbutus unedo
Autóctone de quase todo Portugal continental, o Medronheiro só não se encontra nas áreas mais frias e secas. Muito ornamental e vistoso, principalmente quando o seu fruto, outonal, lhe dá um grande colorido, pode atingir os 15 metros de altura. Com o medronho que pode inebriar se comido em quantidade - faz-se aa624 Copya625 Copy

 

MOTOS EM PORTIMÃO

 

Kawasaki Motores do Brasil Ltda.

[News] KRT impera em Portugal e Rea vence as duas corridas no Circuito de Portimão

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    A Kawasaki Racing Team foi imbatível em solo português e venceu as duas corridas disputadas no Circuito de Portimão, neste final de semana, válidas pela 10ª etapa do Mundial de SuperBike. Jonathan Rea (#1) voltou a brilhar e foi implacável. O piloto norte-irlandês fez a pole position, cravou as voltas mais rápidas na pista e venceu as duas baterias. Com o resultado, o atual campeão mundial obteve à sua 11ª vitória na temporada [em 20 corridas realizadas] e está, praticamente, com a mão na taça. Restando três rodadas para o fim do campeonato e 150 pontos em aberto, Rea tem 120 pontos de vantagem para seu companheiro de equipe, Tom Sykes (#66), e 135 pontos para Chaz Davies (#7), da Ducati. Assim, uma vitória no circuito francês de Magny-Cours, na próxima etapa, já confirma, antecipadamente, o terceiro título mundial de Rea com a equipe Kawasaki.

O roteiro da etapa de Portugal teve poucas surpresas e Jonathan Rea consolidou o seu excelente desempenho no Circuito de Portimão. Nos classificatórios, o piloto cravou a marca de 1m41s430 e garantiu com folga a primeira posição no grid de largada. E na primeira corrida, realizada no sábado (16), Rea manteve o ótimo desempenho e deslanchou na dianteira. O norte-irlandês liderou a prova de ponta a ponta e cruzou a linha de chegada pouco mais de seis segundos à frente de Chaz Davies.

A segunda corrida, disputada no domingo (17), foi quase que uma reprise da anterior. Jonathan Rea assumiu dianteira ainda na segunda volta e logo passou a ampliar sua vantagem para os adversários. Sem grandes dificuldades, o piloto da Kawasaki recebeu a bandeirada novamente em primeiro e voltou a subir no lugar mais alto do pódio.

“Estou realmente muito feliz por ter vencido. Fiz algumas ultrapassagens difíceis nas primeiras voltas para obter a minha posição de largada e, assim que assumi a dianteira, alcancei o meu ritmo e fui embora. Utilizamos uma configuração da moto completamente diferente hoje [domingo]. Eu tive muitos feedbacks da moto e consegui pilotar no meu próprio ritmo, mas, com sete ou oito voltas para o fim tive uma queda de potência na segunda marcha. Ainda assim, com o passar das voltas, percebi que a diferença para o Chaz [Davies] permaneceu constante. Tivemos nossa má sorte este ano em Donington. Nossa liderança no campeonato é enorme e podemos partir para Magny-Cours pensando em ganhar na França”, comentou Rea.

Com as duas vitórias na rodada de Portugal, Jonathan Rea ampliou ainda mais sua vantagem na liderança do campeonato e agora soma 431 pontos.

Acidente, cirurgia e recuperação

Tom Sykes (#66) não teve a mesma sorte que seu companheiro de equipe na etapa de Portugal. O britânico sofreu uma queda durante o 3º treino livre e ficou de fora da disputa. Sykes perdeu o controle na Curva Oito e acabou sendo arremessado da moto. Com o acidente, o piloto teve fraturas nos dedos mínimo e anelar da mão esquerda e também no pulso esquerdo. Sykes foi encaminhado para um hospital em Barcelona, onde passou por cirurgia. A expectativa é que receba liberação médica e possa voltar para a pista na próxima rodada, que será realizada no Circuito de Nevers Magny-Cours, na França, nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro.

Mesmo sem pontuar, Tom Sykes manteve a segunda colocação no classificatório geral com 311 pontos. Após a primeira bateria, o piloto falou sobre o acidente:

“Entrei na pista para o FP3 [3º treino livre] e a moto estava bem. Quando comecei a acelerar na curva oito, a roda da frente saiu do chão. Ao tocar novamente, a parte traseira estava muito mais rápida que a da frente. O pneu dianteiro levou um momento para igualar à velocidade. Foi naquele momento que a moto perdeu completamente o controle e fui jogado para fora. Olhando para o acidente e sendo realista, tive muita sorte, mas também tive o azar de cair por algo tão pequeno”.

Kawasaki domina por completo etapa de Portugal

A Kawasaki foi imbatível e venceu em todas as categorias na etapa de Portugal. Pela SuperSport 600, o turco Kenan Sofuoğlu (#1), da Kawasaki Puccetti Racing, garantiu a vitória no Circuito de Portimão e assumiu a liderança do campeonato com 145 pontos. Seu compatriota e companheiro de equipe, Toprak Razgatlioglu (#54), colocou a Kawasaki novamente no lugar mais alto do pódio, desta vez pela categoria Superstock 1000. O jovem turco, de apenas 20 anos, venceu pela terceira vez neste ano e manteve a vice-liderança no classificatório geral com 114 pontos. 

Já a maior surpresa foi o excelente desempenho de Ana Carrasco (#35), da ETG Racing. A piloto espanhola superou seus adversários homens e, no comando da Kawasaki Ninja 300, alcançou sua primeira vitória na temporada. Com o resultado, ela saltou da 13ª para a 7ª posição com 57 pontos.

A próxima disputa do Mundial de SuperBike será realizada na França. O Circuito de Nevers Magny-Cours recebe a 11ª rodada do campeonato, que será realizada nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro.

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Jonathan Rea - #1
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Comemoração Kawasaki Racing Team
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Jonathan Rea no pódio
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Jonathan Rea em ação
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Jonathan Rea acelerando em Portimão
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Sempre tem um momento de concentração
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MOTOS NO BRASIL

 

Principal lançamento do ano, Versys-X 300 será apresentada neste final de semana em Paraty

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estam poucos dias para o lançamento oficial da Versys-X 300 no Brasil. O novo modelo da Kawasaki será apresentado, oficialmente, neste final de semana, em Paraty (RJ), durante o Megacycle, um dos principais encontros motociclísticos do país. A novidade poderá ser conferida de perto a partir desta sexta-feira (22) no estande da concessionária KZ Motos, que representará a fabricante japonesa no evento.

Mais aguardado lançamento do ano, a Versys-X 300 2018 promete agitar o mercado do segmento de duas rodas. O modelo bicilíndrico de 296cc e 40 CV de potência inaugura a linha Adventure da Kawasaki utilizando motores de menor cilindrada e se apresenta como uma excelente opção para quem busca uma moto ágil e versátil, com grande desempenho para rodar em todos os tipos de estradas.

Um dos principais destaques da Versys-X 300 2018 é a sua ciclística. Ela foi desenvolvida para lidar com as condições reais do trânsito brasileiro, que incluem buracos, recapeamentos desnivelados, irregularidades, lombadas, dentre outros. O lançamento vem equipado com chassi altamente resistente e com suspensões de longo curso que contribuem para a redução dos impactos e para uma pilotagem mais leve.

Durante os três dias de Megacyle, que ocorre na praia do Litoral Sul fluminense, os visitantes poderão conferir o lançamento e tirar todas as suas dúvidas com os agentes da Kawasaki. A Versys-X 300 2018 chega às Concessionárias Autorizadas Kawasaki ainda em setembro em três diferentes modelos: a versão básica, a versão básica com sistema ABS e a versão Tourer, que traz diversos acessórios e ABS de fábrica.

Serviço:  Lançamento da Versys-X 300 na 38ª edição do Megacycle

Onde: Areal do Pontal, Paraty (RJ);

Quando: 22, 23 e 24 de setembro de 2017;

Horário: sexta-feira (22), das 12h às 23h; sábado (23), das 10h às 23h; domingo (24), das 10h às 16h

Ingressos para o MegacycleR$ 20,00 antecipado no site oficial [megacycle.com.br] e R$ 30,00 nas bilheterias.

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


Kawasaki | VGCOM

 


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BRILHARETE PORTUGUES EM PORTIMÃO

Ficamos a conhecer dois campeões, um Mundial, outro da disciplina mais antiga dos automóveis. Houve um GP de F1 com polémica como há muito não havia. Estreou-se um Mundial, outro visitou Portugal e ainda houve um Europeu com portugueses no pódio e na luta pelo título, outro lusitano que ganhou e passou a liderar uma Taça do Mundo e ainda mais um que acabou um campeonato fora de portas no pódio final. Mas ainda assim, este é para mim o momento do fim-de-semana pelo que representa para o Desporto Motorizado, em geral, e o motociclismo, em particular. Ana Carrasco ganha uma prova de um Mundial de Motos. E a história fez-se em Portimão.

 

MOTOS EM PORTUGAL

 

Em fim de semana de Superbikes, o piloto espanhol do Trófeu-Escola Oliveira Cup venceu a jornada em Portimão, no KIA  

 

'QUIQUE' VENCE EM PORTIMÃO

Pedro Fraga, mais conhecido por “Quique”, foi o grande vencedor da categoria de MiniGP, na 6ª prova do Oliveira Cup, que decorreu hoje em Portimão, no Kartódromo Internacional do Algarve (KIA). O jovem piloto de apenas 12 anos mostrou um desempenho exemplar ao longo das duas mangas da jornada, tendo conseguido inclusive também o melhor tempo na primeira, com 1min09.994s. Com esta vitória em Portimão, o piloto espanhol com o número #13 sobe assim na classificação geral, passando agora para 3º lugar, com 83 pontos. 

Tomás Alonso mantém ainda assim a liderança do campeonato, com uma classificação geral de 115 pontos, tendo conseguido a pontuação máxima na segunda manga da jornada que aconteceu paredes-meias com o Campeonato Mundial de Superbikes, em Portimão.

A registar as excelentes performances de Beatriz Morais, com 14 anos, a única piloto do sexo feminino a competir no Oliveira Cup, e de Rafael Damásio, de apenas 10 anos, na 6ª e penúltima prova do Troféu-Escola de Motociclismo, com ambos os pilotos a superarem os seus tempos pessoais e a conseguirem subir na tabela de classificações gerais.

Foi um fim de semana muito positivo em Portimão, com bom tempo, o mundial de Superbikes aqui mesmo ao lado e os nossos pilotos no seu melhor. Pudemos presenciar provas muito renhidas, com muito espírito e isto revela como os nossos pilotos estão a conquistar o seu lugar na modalidade”, refere Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup.

Já na categoria Naked, o pódio foi ocupado por Javier Gomez, André Pereira e Miguel Martinez, depois de uma corrida muito competitiva. A Naked, categoria dirigida a pilotos acima dos 16 anos, contou inclusive com Miguel Oliveira em pista.

A 7ª e última prova da 1ª edição do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup terá lugar no Estoril, no dia 29 de outubro.

 

MiniGP - Classificação geral

1º TOMÁS ALONSO, com 115 pontos

2º PEDRO FRAGOSO, com 101 pontos

3º PEDRO FRAGA “QUIQUE”, com 83 pontos


Naked – Classificação geral


1º JAVIER GOMEZ, com 117 pontos


2º ANDRÉ PEREIRA, com 111 pontos


3º LUÍS CASTRO, com 101 pontos

 

MIGUEL OLIVEIRA TESTA EM VALENCIA

MIGUEL OLIVEIRA TESTA EM VALÊNCIA
O piloto luso da Red Bull KTM Ajo manteve-se ocupado durante os últimos dois dias, depois do GP de Misano do passado fim de semana, com vários testes desenvolvidos no circuito Ricardo Tormo, em Valência, Espanha. Miguel Oliveira, assim como o seu colega de equipa Brad Binder gozaram de condições climatéricas produtivas em ambos os dias de ação, e ultrapassaram mesmo mais de 150 voltas feitas neste circuito, cada um. A registar apenas algum vento sentido esta 5ª feira.
A apenas 5 jornadas da conclusão da temporada de 2017, a equipa da Red Bull KTM Ajo tem continuado a trabalhar no desenvolvimento da KTM, que se estreou este ano na classe intermédia. Esta semana foi possível a Miguel Oliveira testar novas peças e confirmar configurações que tinham sido positivas noutros circuitos. Tanto o piloto almadense, como o seu colega de equipa puderam usar uma forquilha dianteira nova, com a qual se sentiram confortáveis, e novas ligações na parte traseira da moto.
#44 Miguel Oliveira
"Estes foram dois dias muito úteis para nós em Valência. Tem estado muito calor e conseguimos rodar bastante com a moto, fazendo importantes quilómetros. Este teste ajudou-nos a confirmar as boas sensações que tivemos com diferentes partes [da moto] em testes anteriores, noutros circuitos. É sempre bom sermos capazes de comparar boas sensações em circuitos com características diferentes. Cada um dos testes que realizámos está focado em sermos capazes de rodar mais confortáveis e dar passos em frente. Fui capaz de andar rápido, por isso, o resultado final é positivo. Agora temos de nos concentrar no GP de Aragón".

Miguel Oliveira aguarda agora a 14ª prova do Campeonato, que decorre a 24 de setembro em Aragón, Espanha. A Valência regressará para a última prova da temporada. 
Entretanto, o piloto português de Moto2 estará em Portimão este fim de semana, no Kartódromo Internacional do Algarve (KIA), com a Oliveira Cup, o troféu escola de motociclismo de que é mentor.a502 Copy

 

OLIVEIRA CUP

 

MIGUEL OLIVEIRA VAI ESTAR NA PENÚLTIMA PROVA DO OLIVEIRA CUP EM PORTIMÃO

 
  

No mesmo fim de semana em que se realiza o Campeonato do Mundo de Superbikes, em Portimão, vai também ter lugar a penúltima prova do Oliveira Cup, Troféu Escola de Motociclismo, cujo mentor é Miguel Oliveira. O piloto de Moto2 da Red Bull KTM Ajo vai marcar presença nesta que é a 6ª prova do campeonato, a 16 e 17 setembro, a escassos metros do Autódromo do Algarve, no KIA – Kartódromo Internacional do Algarve.

Esta é a penúltima prova do Oliveira Cup, por isso, o Campeonato começa a estar mais renhido. As contas finais começam a fazer peso nos nossos pequenos pilotos e estamos mais próximos do final da primeira edição deste projeto-escola de motociclismo. Se se vão deslocar ao Algarve para ver as grandes motas [Superbikes], não percam também a oportunidade de ficar a conhecer o Oliveira Cup e os seus talentos!”, convida Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup.

Depois da intensa competição vivida na última prova em Santo André, com muitas ultrapassagens ao longo das duas mangas da jornada, tudo está em aberto na liderança do campeonato. Apenas 5 pontos separam o primeiro e segundo classificados na categoria de MiniGP, respetivamente, Tomás Alonso e Pedro Fragoso.

Miguel Oliveira, depois do GP de Misano deste fim de semana, vai marcar presença nesta prova no KIA, na categoria Naked, reservada a pilotos com mais de 16 anos e sem limite de idade. A liderança desta categoria é do espanhol Javier Gomez, com 92 pontos, seguido por André Pereira e Luís Castro, com 91 e 88 pontos, respetivamente.

Ao longo do fim de semana haverá ainda espaço para uma sessão de autógrafos por parte do piloto luso, pelas 14 horas de dia 16 de setembro (sábado), no balcão do Miguel Oliveira Fan Club.

Eis os horários das corridas:

Domingo – 17 de setembro

10h30 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Mini GP (20min. + 2 voltas)
11h05 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Naked (20min. + 2 voltas)
12h15 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Mini GP (20min. + 2 voltas)
12h50 | Corrida 2 - Oliveira Cup – Naked (20min. + 2 voltas)

 

Sobre a Oliveira Cup:

A Oliveira Cup consiste num projeto escola de motociclismo que conta com 7 provas em toda a temporada. Este projeto tem como base encontrar novos talentos dos 10 aos 16 anos de idade, apoiado pelo Miguel Oliveira fan club, o clube oficial do piloto de Almada.

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EM PORTIMÃO

EM PORTIMÃO

 

  1. Tudo a postos para as motos do  SBK em Portimão. Que seja um grande fim-de-semana de corridas!

 

TT NO BRASIL

 

Campeão Brasileiro de Cross Country, Geison Belmont já pensa em 2018

Agora o piloto utilizará as etapas finais do calendário 2017 como preparação para próxima temporada, além de ainda concorrer ao título do Brasileiro de Rally Baja

Mais um ano de sucesso, garra, superação e determinação está se desenhando para Geison Belmont. O piloto da equipe Meikon Rally Team não mediu esforços para poder se consagrar campeão do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country 2017. O título foi confirmado com o resultado acumulado após a disputa das cinco últimas etapas realizadas durante o 25º Rally dos Sertões. Geison garantiu a primeira colocação entre os Quadriciclos e a quinta posição na geral na categoria no Sertões. Para Geison é a conquista do seu primeiro campeonato nacional.

O grito de campeão foi deflagrado depois de 3.344 quilômetros de percurso com a passagem pelo pórtico e rampa de chegada do Rally dos Sertões, que aconteceu nos dias 19 a 26 de agosto, com largada em Goiânia (GO) e chegada em Bonito (MS).  "Fizemos um trabalho com comprometimento, apesar das adversidades que tivemos com o quadriciclo e logística em algumas etapas, nossa meta foi alcançada. O aprendizado foi enorme, a cada prova era um grande desafio, por fim, conseguimos uma excelente pontuação e resultado”, comemorou Geison Belmont.

“O objetivo foi atingido, desde o início do ano o trabalho foi voltado em busca do título. Para nós essa edição e, principalmente, as cinco primeiras etapas do Sertões válidas pelo Brasileiro foram de muita dificuldade, percurso complicadíssimo. Felizmente deu tudo certo, quero agradecer primeiramente a equipe Meikon Rally Team, que não mediu esforços para revisar todos os dias e realizar os ajustes necessário no quadriciclo para que estivéssemos competitivos com condições de ganhar o Brasileiro. Vencer pela primeira vez é muito bom, agora vamos atrás do Bi", declarou o competidor de 37 anos, nascido em São Gonçalo e radicado em Niterói (RJ).

PLANOS FUTUROS - A temporada 2018 promete ser de superação e gigante em emoções para a Geison Belmont, o piloto contará a preparação mecânica da Meikon Rally Team e continuará na categoria Quadriciclos com um modelo Can-Am. O planejamento é de fazer todas as etapas do Rally dos Sertões, provas nacionais da modalidade rali cross country e baja. "A próxima temporada será ainda mais desafiadora e vamos tentar conquistar o bicampeonato", frisa Geison.

"Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer aos nossos patrocinadores pelo apoio e por acreditarem na nossa equipe ao longo de todo o ano de 2017 e que em 2018 estejam conosco nas grandes conquistas que certamente virão", finaliza o piloto que acumula na carreira na categoria Quadriciclos o título de campeão Brasileiro de Rally Cross Country de vice-campeão Brasileiro de Rally Baja 2016, terceiro lugar no Rally dos Sertões 2015, campeão do Baja Jalapão 2016, vice-campeão do RN1500 2017, Campeão do Rota SC 2017. Pelo segundo ano consecutivo indicado ao Moto de Ouro e Guidão de Ouro, sendo vencedor do Guidão de Ouro 2016.

Sendo que, de 1997 a 1999, foi chefe e piloto da Equipe Meikon Racing, e participou do Campeonato Carioca, Paulista e Brasileiro de Jet Ski. Como destaque alcançou os resultados de Campeão Carioca e Vice-Campeão Brasileiro 1998, na categoria Sport.

Porém, antes de encerrar a temporada o piloto terá pela frente ainda três etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, com a próxima etapa a ser realizada nos dias 07 e 08 de outubro no Rally Serra Azul, em Itupeva (SP), além do Rally Rota Sudeste e o Rally dos Amigos.

Geison Belmont e a Meikon Rally Team são patrocinados por Meikon Metalúrgica, e têm apoio de Quadrijet, Casarini, Motobiu, Race Tech e Arisun.

 

Geison Belmont é o representante do Rio de Janeiro nas provas nacionais (Crédito: Doni Castilho/Fotop)

Geison Belmont é o representante do Rio de Janeiro nas provas nacionais (Crédito: Doni Castilho/Fotop)
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Piloto Geison Belmont (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)

Piloto Geison Belmont (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)
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Piloto Geison Belmont (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)

Piloto Geison Belmont (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)
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Cinco das sete etapas do Rally dos Sertões foram válidas para o Brasileiro (Crédito: Vinicius Branca/Fotop)

Cinco das sete etapas do Rally dos Sertões foram válidas para o Brasileiro (Crédito: Vinicius Branca/Fotop)
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Geison Belmont no comando do Quadriciclo Can-Am Renegade 1000cc (Crédito: Gustavo Epifanio/Fotop)

Geison Belmont no comando do Quadriciclo Can-Am Renegade 1000cc (Crédito: Gustavo Epifanio/Fotop)
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Geison é o campeão do Brasileiro de Rally Cross Country 2017 nos quadris (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)

Geison é o campeão do Brasileiro de Rally Cross Country 2017 nos quadris (Crédito: Marcelo Machado/Fotop)
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Chegada do Rally dos Sertões 2017 em Bonito (MS) (Crédito: Magnus Torquato/Fotop)

Chegada do Rally dos Sertões 2017 em Bonito (MS) (Crédito: Magnus Torquato/Fotop)
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Equipe Meykon Rally Team (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)

Equipe Meykon Rally Team (Crédito: Luciano Santos/Sigcom)
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OLIVEIRA SEM SORTE EM MISANO

 

Miguel Oliveira cai em Misano: "É uma pena, estávamos a construir bons resultados este fim de semana"


A 13ª prova do Campeonato do Mundo de Moto2 foi marcada por condições impiedosas de chuva. Miguel Oliveira, o piloto da Red Bull KTM Ajo, caiu em pista, a 17 voltas do final, depois de um arranque excelente, que o fez conquistar 5 posições apenas na primeira volta.

O piloto da Charneca da Caparica estava com um ritmo de corrida fantástico, na 4ª posição, atrás de Mattia Pasini, que iria cair, debaixo de uma intensa chuva. A queda do italiano ofereceu um lugar no pódio a Miguel Oliveira, lugar este que pareceu confirmado por uma nova queda, desta feita do líder do campeonato mundial de Moto2, Franco Morbidelli, que comandava também a corrida no circuito de Misano, passando a liderança para o suíço Dominique Aegerter. Após ser ultrapassado por Thomas Luthi, Miguel Oliveira consegue defender a 3ª posição, mantendo um ritmo sólido e começando a recuperar tempo para os pilotos da frente.

O piloto luso preparava-se para consolidar aquele que iria ser o seu 6º pódio desta temporada, quando perdeu a frente da moto numa travagem. Depois da queda, o português ainda tentou voltar a pista, mas viu-se forçado a abandonar a corrida já que a sua KTM não estaria nas melhores condições.

#44 Miguel Oliveira

"A minha queda foi uma pena, estávamos a construir bons resultados este fim de semana. Vi no 'warm up' como ia ser difícil correr no limite debaixo destas condições [de chuva intensa]. Apesar de não estar a forçar o andamento, acabei por perder a frente".

No total, a chuva intensa deste domingo em Misano afastou metade dos 32 pilotos de Moto2 em pista.

Sem possibilidade de pontuar, Miguel Oliveira mantém-se ainda assim o 4º lugar na classificação geral do Campeonato, com 141 pontos, a apenas 14 de Alex Marquéz.a471 Copy

 

TT NO BRASIL

 

Adhemar Pereira "Índio" recebe homenagem hoje (12) da FMC, em Fortaleza

Piloto da Bianchini Rally será homenageado pela participação no 25º Rally dos Sertões e é um dos convidados para a Mesa Redonda sobre rali que acontecerá a partir das 19h, no SEBRAE/CE

 

 

Após receber o “Prêmio Espírito do Rally”, em sua sétima participação do Rally dos Sertões, o piloto da Bianchini Rally, Adhemar Pereira, mais conhecido como Índio no motociclismo nacional, será homenageado também pela Federação de Motociclismo do Ceará (FMC) nesta terça-feira 12, às 19 horas, no SEBRAE, em Fortaleza.  Na ocasião serão agraciados os cearenses que competiram na 25ª edição, entre 20 e 26 de agosto, entre os estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No total, sete competidores cearenses das categorias motos, quadriciclos e UTVs serão homenageados. A iniciativa partiu novamente de Roberto Ito, que presidiu a FMC entre maio de 2014 a maio de 2017 e atualmente ocupa o cargo de diretor-secretário da entidade e é Comissário Nacional de Enduro de Regularidade da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo).

Segundo Ito, o piloto é um grande incentivador dos praticantes de Rally de Regularidade, modalidade muito forte no Nordeste, a entrarem para o Cross Country e participarem do Rally dos Sertões. “O Índio tem um vasto conhecimento técnico e com sua ajuda pudemos realizar o Campeonato Cearense de Rally Baja com muita qualidade e competência. Com a Mesa Redonda de 2015 conseguimos mais dois adeptos para o Rally Cross Country em 2016 e ele é o grande responsável por isso”, ressalta o diretor da FMC.

“Estou muito feliz por ter completado mais um Sertões esse ano na Bianchini Rally e cruzar a rampa de chegada com dever cumprido já foi uma vitória e, ainda, ter recebido o prêmio Espírito do Rally teve um grande significado na minha trajetória na prova”, diz o piloto. “É uma honra ser homenageado novamente pela FMC e saber que posso colaborar de alguma forma para que novos pilotos entrem para o motociclismo é bem gratificante”, completa.

Essa será a segunda vez que o piloto cearense recebe o Prêmio de Destaque Nacional pela participação no Rally dos Sertões, a primeira foi há dois anos. Na edição 2017, Índio finalizou o rali na 6ª posição na categoria Production Aberta. Logo após a homenagem, o competidor fará parte da “2ª Mesa Redonda com o tema “Rally uma aventura com velocidade e navegação”. O evento será aberto ao público e acontecerá no Auditório do SEBRAE, a partir das 19 horas, à avenida Monsenhor Tabosa, 777, Praia de Iracema, em Fortaleza.

A equipe – A Bianchini Rally, que tem sede em Alphaville, Barueri/SP, contou com seis pilotos no grid do Rally dos Sertões 2017, sendo que dois conquistaram pódio, o paulista Yuri Aizemberg (Husqvarna TE450) - 3º lugar na Super Production e o gaúcho Marcos Colvero (KTM 500 Six Days) - 5º na Over 45. Os demais pilotos da equipe que merecem destaque também são:  André Guerra (Husqvarna 450) -  6º na Super Production;  Adhemar Pereira (KTM Réplica 450) - 6º na Production Aberta e  Luis Rodrigues (KTM 500 Six Days) - 6º na Over 45. Já o uruguaio Javier Fernandez que competiu nos quadris teve de abandonar a prova devido a uma queda que danificou o equipamento.

A equipe pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. E marcando um novo ciclo, no ano passado, Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit e Arames Farpados

 

ACESSÓRIOS PARA MOTOS

Everything for the Rallye!

Vibrant range of products for the R 1200 GS Rallye

Wunderlich R 1200 GS Rallye

() With the current R 1200 GS Rallye, BMW is targeting GS riders with an affinity for off-roading and gifting them with a few good extras too. BMW motorcycle accessory specialist Wunderlich shows how you can take a good thing and make it a little bit better.

The team from Sinzig demonstrate their bundled competence in all things protection and ergonomics with the GS kept in the BMW motorsport colours. Wunderlich has thus give the Rallye an efficient engine and tank protection bar, for example, which is also readily available in the original blue frame colour. There’s also protection for the expensive main headlight in the form of a fortified headlight grid.

Rallye riders can get comfortable behind Wunderlich’s “Marathon II” ERGO screen. The name reflects the range here. Furthermore, the optional clear or smoke-tinted screen lets you ride away through all turbulences and over the horizon. 

 

 

BOL D´OR

 

Bol d’Or marca o arranque da nova temporada

do Mundial de Resistência em motos

 

 

Prova de 24 horas pode ser acompanhada no Eurosport ao longo do fim de semana com comentários de Vítor Sousa.

 

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O Bol d’Or é uma histórica corrida internacional de motociclismo com a duração de 24 horas, onde se testa a resistência de pilotos e motos. A ação desta etapa de abertura do Mundial de Resistência da FIM 2017/2018 decorre no circuito Paul Ricard, em Le Castellet, França, entre os dias 16 e 17 de setembro.

 

Criada em 1922, o Bol d’Or é uma competição que goza de grande tradição e prestígio. Ao longo da história, as corridas já se realizaram em diferentes circuitos: Saint Germain, Fontainebleu, Monthléry, Le Mans ou Magny-Cours. Nas duas últimas edições, o Bol d’Or teve lugar no circuito Paul Ricard, palco que tinha recebido a prova entre 1978 e 1999.

 

Em 2016, a vitória coube à equipa da Suzuki composta pelo trio de pilotos franceses Anthony Delhalle, Vincent Philippe e Étienne Masson. O francês Vincent Philippe é o piloto mais vitoriosos no Bol d’Or, com oito títulos.

 

Vítor Sousa, comentador de motos do Eurosport:“O Bol d’Or marca o pontapé de saída da nova temporada 2017/2018 do Mundial de Resistência. O Eurosport Events é o promotor desta competição e, graças ao bom trabalho que a empresa tem vindo a desenvolver nos últimos anos, marcas e público estão a recuperar o interesse no campeonato. A prová-lo temos as 33 equipas permanentes para todo o campeonato, um número recorde.

 

Este ano, o interesse reside em saber se a Suzuki e a Honda, que se reforçaram bastante, conseguem contrariar o favoritismo da Yamaha, construtora que dominou o último campeonato.

 

Vai ser uma edição muito interessante de seguir. Houve grandes mexidas em termos de plantel, temos novos pilotos e motos. O equilíbrio entre as principais equipas vai ser muito forte. Isso irá resultar numa corrida muito interessante”, concluiu Vítor Sousa.

 

Horários:

 

Eurosport 2 – 16 de setembro – 13:45 – 20:55

Eurosport 2 – 17 de setembro – 06:00 – 14:15

 

 

MOTOS NO BRASIL

 

Amantes de moto e apreciadores da natureza estarão em Paraty, RJ, para um divertido fim de semana

Ingressos, com desconto, para o Megacycle estão à venda no www.megacycle.com.br e no www.moto.com.br

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-   Imagina uma viagem em que, além de poder curtir um dos mais importantes eventos de motos do país, ainda se pode aproveitar as belezas da natureza... Quem for à 38ª edição do Megacycle, que acontece pela primeira vez na cidade de Paraty, Rio de Janeiro, entre os dias 22 e 24 de setembro, terá esta divertida experiência.  

A cidade é propícia para quem gosta de Ecoturismo. O município está quase todo em área de parques e de preservação ambiental: Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Área de Proteção Ambiental do Cairuçú, onde está a Vila da Trindade, a Reserva da Joatinga, e ainda, faz limite com o Parque Estadual da Serra do Mar. Ou seja, é Mata Atlântica por tudo.

A localização geográfica é privilegiada: entre a serra e o mar, o que propicia inúmeras atividades nas praias, nos rios, nas cachoeiras, nas trilhas e na Mata Atlântica preservada. 

Quem quiser apreciar a natureza por um ângulo diferente a dica é um inesquecível mergulho para conhecer os encantos do fundo do mar. A operadora de mergulho UNA DIVE tem opções para quem nunca mergulhou e também para mergulhadores certificados. O “batismo” – como chamam - é ideal para a primeira experiência no fundo do mar, para pessoas que ainda não fizeram curso. O mergulho é realizado em uma única saída onde a teoria é passada no barco durante a navegação e o mergulho é acompanhado e monitorado por um instrutor a uma profundidade de até 10 metros por 35 minutos. Já para mergulhadores certificados inclui 2 cilindros (2 mergulhos).

O preço para qualquer uma das duas situações - exclusivamente para os dias do evento - será de R$ 300 por pessoa. Este valor inclui mergulho, aluguel de todos os equipamentos e lanche servido a bordo (lanche, frutas, água e refrigerante). A saída acontece às 9h30 e a volta às 15h30.

 A empresa prima pela qualidade e segurança na operação, assim usa equipamentos adequados e equipe treinada. Os barcos de mergulho são bem confortáveis: têm grande área acolchoada para descanso, solário com espreguiçadeiras, dois banheiros (feminino e masculino) e chuveiro de água doce.

Já quem prefere os passeios por terra para apreciar a natureza, o Jeep Tour organizado pela Eyà Paraty, é a sugestão. Entre os roteiros disponíveis, destaque para o de Paraty Mirim. Com saída às 11h vai à praia de Paraty Mirim ou pequeno Paraty (como é conhecida). Ponto de partida para o Saco do Mamanguá - único fiorde (depressões geológicas comuns nos países escandinavos) tropical do mundo - há opção (paga à parte) de um passeio de barco que mostra toda a natureza exuberante, com direito a mergulho com tartarugas marinhas em seu habitat natural, em meio ao cultivo de algas. É possível ver também mansões e casas famosas, incluindo a que foi filmado A Saga Crepúsculo. Para completar o dia, visita a um alambique, com guia e degustação de cachaças e doces. Os principais atrativos são Praia de Paraty Mirim, alambique Coqueiro, Saco Mamanguá com Passeio de Barco (consultar preço) pelo Saco do Mamanguá – Praia do Sobrado, onde encontra-se a casa do Alexandre Negrão, Praia do Engenho, Casa do Crepúsculo e Praia do Cruzeiro. Inclui transporte – Van / Jipes, seguro de passageiros e guia. 

Onde ficar   -    No clima de natureza, a dica de hospedagem é a pousada Recanto da Ladeirarecantodaladeira.com.br   - localizada a 100m do Centro Histórico. A casa – que hoje é  a pousada - fazia parte de uma antiga chácara e ainda hoje, permanece com esse astral de casa de interior, rodeada de árvores cheias de passarinhos. ForneceTV, frigobar, ar condicionado nos apartamentos e piscina na área externa. Os serviços incluem café da manhã, estacionamento e rede Wi-fi. 

Outra opção é a Pousada Taquinha - hotelpousadaemparaty.com.br  - Tem fácil acesso à Praia do Pontal e está a 5 minutos de caminhada da Praça Matriz, no centro Histórico de Paraty, e a 3 minutos da rodoviária. Dispõe de 10 confortáveis apartamentos standard, cada um com capacidade para até três pessoas. O café da manhã está incluso na alta temporada, feriados e festividades de Paraty. Todas as acomodações são equipadas com televisão, ventilador de teto, frigobar, ar condicionado e internet wireless.  

Megacycle -   O Megacycle acontece pela primeira vez na cidade de Paraty e promete reunir muita diversão e entretenimento para o público. No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo.

Os ingressos estão à venda pelo site oficial do megacycle.com.br evento e também pelo site moto.com.br  com preços especiais. Existe a opção de ingresso diário ou passaporte para todos os dias. 

Sobre a Megacycle:     Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

Informações adicionais sobre os passeios com Eya Paraty | Agência de Turismo

Tel: (24) 98855-4279 | Id: 35*50*10152

Cadastur: 19.071267.10.0001-3 

Informações adicionais sobre o mergulho com Una Tour & Dive 

Tel: (24) 3371 - 6188 | (24) 9 9943 - 8998

21 anos formando mergulhadores

8º Megacycle Paraty 2017 |  #vempraparaty

Dias: 22 (das 10h às 23h), 23 (das 10h às 23h), 24 (das 10h às 16h) de setembro

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em:  www.megacycle.com.br/

Curta nossa página:  www.facebook.com/megacycle/

Ingressos para o Megacycle Paraty 2017:

Passaporte Motoclube (pacote para os três dias): R$ 30,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Passaporte Paraty (pacote para os três dias): R$ 35,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Ingresso Diário Paraty: R$ 20,10 antecipado. R$ 30,00  (preço normal);

Ingresso Infantil Paraty: R$ 20,00 antecipado. R$ 25,00  (preço normal).

 

 


Passeios incríveis com equipe Eya Paraty | Jeep Tour

 


Locais incríveis no roteiro especial programado pela equipe Eya Paraty

 


Mergulhos inesquecíveis com equipe Una Dive
Una Tour & Dive - Paraty

 


Um lugar para relaxar e curtir a natureza com a equipe Una Dive
Una Tour & Dive - Paraty

 


Arquivo Megacycle | VGCOM

 

 

OLIVEIRA NA 3º LINHA EM MISANO

 

MIGUEL OLIVEIRA CONSEGUE 3ª LINHA EM MISANO

 



Miguel Oliveira conseguiu hoje um lugar na 3ª linha da grelha de partida no GP de Misano de Moto2. O piloto almadense da Red Bull KTM Ajo, apesar de alguns contratempos com a tração da moto, agarrou o 9º tempo da Qualificação de hoje, liderada pelo italiano Mattia Pasini, e parte amanhã da 3ª linha, ao lado de Thomas Luthi e Simone Corsi.

 

O piloto português, que qualificou a apenas 6 décimos do mais rápido do dia, refere ainda assim que ‘estava à espera de um pouco mais’.

 

#44 Miguel Oliveira

“Depois do treino de ontem estava à espera de um pouco mais na qualificação, mas tendo em conta o treino desta manhã tenho de dizer que a qualificação acabou por ser positiva. Alterámos algumas coisas na moto, voltámos mais à moto de ontem do que a desta manhã, por isso demos um passo em frente; soubemos gerir bem a perda de grip das condições à tarde e conseguimos um lugar na 3a linha; volto a partir da posição da grelha de Mugello. Temos algum trabalho pela frente mas o objetivo vai no sentido de recuperar posições na corrida e pontuar o máximo possível”.

 

A corrida deste domingo decorre às 14h05, hora de Portugal. Com a lesão de Álex Márquez, e o seu afastamento da corrida de amanhã, Miguel Oliveira tem agora ao seu alcance recuperar a 3ª posição no Campeonato, já em Misano.

 

Qualificação GP de Misano (Moto2)

1. Matti Pasini, +1m37.390s

2. Franco Morbidelli, +0.083s

3. Dominique Aegerter, +0.333s

4. Lorenzo Baldassarri, +0.344s

5. Takaaki Nakagami, +0.387s

9. Miguel Oliveira, +0.593sa343 Copy

 

OLIVEIRA NO TOP 5 EM MISANO

 

MIGUEL OLIVEIRA NO TOP 5 NUM GRANDE DIA EM MISANO




 

A 13ª ronda do Campeonato do Mundo de Moto2 começou bem para Miguel Oliveira, da Red Bull KTM Ajo. O piloto de Almada continuou em grande forma, ficando na 5ª posição naquele que foi o primeiro dia de treinos livres em Misano, Itália.

 

Na primeira sessão, Miguel Oliveira foi duas vezes às boxes, uma delas para colocar novos pneus, com os quais conseguiu 1min39.029s - que lhe garantiram o 10º tempo.

 

Na sessão da tarde, o piloto luso voltou a repetir a estratégia matinal ao passar mais um par de vezes pelas boxes, conseguindo baixar ainda mais os seus tempos. Miguel Oliveira mostrou mais uma vez um maior ‘feeling’ em pista com pneus usados, ao conseguir a sua melhor volta com 1min38.342s, que lhe asseguraram o 5º lugar.

 

#44 Miguel Oliveira

“De manhã, durante os primeiros treinos, não me estava a sentir muito confortável com a mota, além de que a pista estava um pouco escorregadia. Mas, da parte da tarde, as condições [meteorológicas] melhoraram um pouco, ficou um pouco mais de calor, e isso favoreceu-nos. Fizemos ainda algumas mudanças na mota, que se revelaram também muito positivas. Experimentámos novos pneus em pista, mas, para ser sincero, ainda há algo que temos de melhorar. É um trabalho contínuo que está a ser feito. Amanhã vai ser importante fazer uma boa qualificação, para sair, pelo menos, nas duas primeiras linhas da frente e fazer um bom início de corrida no domingo”.o de treinos livres, Miguel Oliveira reinos livres em Misano, Ituel Oliveira, da Red Bull KTM Ajo. O piloto de Almada continuou

 

A qualificação acontece amanhã, sábado, pelas 14h05, hora de Portugal. 

 

ÁUDIO MIGUEL OLIVEIRA: https://we.tl/R2KHypV4NL

 

IMAGENS EM HDhttps://we.tl/dcQDq4fa6l

 

Resultados combinados (FP1+FP2)
1. Mattia Pasini (Kalex), com 1:38.061
2. Franco Morbidelli (Kalex), com 1:38.126 +0.065
3. Takaaki Nakagami (Kalex), com 1:38.302 +0.241
4. Dominique Aegerter (Kalex), com 1:38.326 +0.265
5. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo), com 1:38.342 +0.281

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PORTUGAL LES A LES

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Grande aventura por serras e montes de Portugal

vai ajudar na reflorestação das regiões ardidas

 

Recuperar o ambiente de Lés-a-Lés

 

Sensível ao drama que assolou grande parte do País durante os meses quentes de julho e agosto e que se prolonga há vários anos, com particular incidência nas regiões do interior, a Federação de Motociclismo de Portugal vai levar a cabo peculiar e importante campanha de apoio à reflorestação de algumas das áreas mais atingidas pelos incêndios. A singularidade da iniciativa consiste na plantação de jovens árvores autóctones de cada um dos concelhos atravessados pelo 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road, evento que tem lugar de 20 a 23 de setembro. Passeio sem qualquer carácter competitivo na ligação de duas extremidades do mapa nacional, entre Boticas e Lagoa com passagem por Belmonte e Arraiolos, por caminhos de terra batida na descoberta do mais encantador e desconhecido património paisagístico e natural de Portugal. E que, pela enorme proximidade com as paisagens devastadas aliada ao sentimento de respeito e proteção ambiental, sente ainda mais de perto o drama ambiental causado pelas chamas.

Escolha criteriosa das árvores a plantar, assente na pesquisa sobre as características de cada região e ratificada por especialistas, que ajudará a manter a fertilidade do espaço rural e o equilíbrio ecológico das paisagens, funcionando ainda como salvaguarda de importantes locais de abrigo, alimento e reprodução de grande número de espécies animais da fauna portuguesa, algumas delas em vias de extinção. A lista de argumentos que sustenta esta inovadora e muito aplaudida ação da Federação de Motociclismo de Portugal e de todos os motociclistas continua com a contribuição para a redução do efeito de estufa, fixando o carbono atmosférico; a regulação do ciclo da água e sua qualidade, evitando a erosão dos solos, fomentando a vida aquática e criando melhores condições para a pesca desportiva e, muito importante, oferecendo maior resistência aos incêndios florestais, evitando ainda a sua propagação. O fornecimento de madeiras de qualidade para a indústria, nomeadamente de mobiliário (castanho, carvalho, etc…), ou de frutos (castanha, bolota, etc) e matérias-primas (cortiça e lenha), são outras das vantagens da mudança de espécies que, além do mais, aumentarão o valor turístico dos sítios ao manterem a qualidade das paisagens.

Assim, durante o 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off Road, serão plantadas, de forma simbólica, dois exemplares das espécies arbóreas da floresta autóctone ou indígena do nosso País para mais tarde, na altura adequada à sua plantação, serem oferecidas algumas centenas de árvores aos concelhos atravessados para replantação das áreas ardidas. Espécies como o carvalho-negral, castanheiro, cerejeira-brava, amieiro, freixo, azinheira, carvalho-roble, sobreiro, choupo-branco, pinheiro-manso ou medronheiro serão assim entregues às populações dos vários locais atravessados, por serem mais resistentes a pragas e doenças do que as espécies introduzidas, como o eucalipto ou pinheiro, bem como aguentarem melhor longos períodos de seca ou de chuva intensa.

Solidariedade para com as populações afetadas que ditou esta decisão da Comissão de Mototurismo da FMP após o reconhecimento do percurso em condições reais, confirmando a negra realidade que se vive em grande parte do País e que motivou ainda alguns reajustes ao percurso do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Acertos no percurso da grande aventura fora de estrada que liga, ao longo de três etapas e 1000 quilómetros, dois extremos do mapa nacional através de caminhos menos conhecidos. Com etapas a rondar os 300 km diários e índice de dificuldade bastante acessível, sem grandes complicações de condução ou obstáculos de difícil transposição, está aberto a trails de todas as dimensões e cilindradas, marcas e modelos. Descoberta do Portugal ‘mais profundo’, em programa recheado de diversão, prazer de condução e paisagens de cortar a respiração, em evento mototurístico – que não competitivo! – que volta a mostrar alguns dos locais mais fascinantes do País e que é sublinhado pelo carácter social reforçado no apoio à reflorestação das áreas ardidas com as árvores mais adequadas a cada região.a338 Copya339 Copy

 

ACESSÓRIOS PARA MOTOS

Nicely done!

Wunderlich is optimising the K 1600 seat

Nicely done!

 BMW motorcycle accessory specialist Wunderlich promises unmatched seating comfort for the K 1600 GT/GTL. The team from Sinzig is replacing the structure of the original seat with its own intensively developed foam core and innovative gel insert. Together with the gel insert, the overhauled contour of the seat with an improved concave profile guarantees relief for the coccyx and optimises weight distribution across the entire seat.

The grippy and sweat-reducing cover material combined with pin-tucks in Alcantara promises a perfect hold and looks very refined thanks to recessed cut seams. Glued and welded seams provide a 100% seal.

Wunderlich offers the ERGO seat as part of an exchange process and the seat hull and seat heating from the original are retained. The seat height matches the series seat. Both the rider and passenger seats can be delivered for €399.- each. The ERGO seats are entirely Made in Germany and come with a five-year guarantee.

 

OLIVEIRA CONFIANTE PARA MISANO

 

MIGUEL OLIVEIRA CONFIANTE EM LUGAR NO TOP 5 EM MISANO

 

Piloto português da Red Bull KTM Ajo mantém expectativas altas para o circuito italiano, do qual guarda ‘boas sensações’ 

 

 

 

Miguel Oliveira revela intenção de voltar a pontuar dentro do Top 5 neste que será o 13º Grande Prémio de MotoGP de 2017, a realizar-se este fim de semana em San Marino, Itália. O piloto de Almada da Red Bull KTM Ajo parte para mais esta etapa do Campeonato Mundial com expectativas altas e com ‘boas sensações’ quanto ao circuito de San Marino e da Riviera di Rimini.

 

#44 Miguel Oliveira

“Mantenho as minhas expectativas altas para este Grande Prémio de Misano. O meu estilo de condução adapta-se bem a este pista, com travagens muito fortes. O ano passado estava a fazer uma boa corrida até à 13ª volta, quando já ia no top 10 e caí, por isso, tenho boas sensações naquela pista com a Moto2. Para esta prova, vamos tentar voltar a pontuar dentro do top 5 já que não o fazemos há duas corridas e seria importante fazê-lo aqui em Itália, e continuar na boa linha de trabalho que temos vindo a ter nestas últimas corridas. Sinto que já há 5 corridas posso ganhar um Grande Prémio e, por isso, estou confiante para este, em Itália”.

 

De relembrar que o ano passado, competindo noutra equipa de Moto2, Miguel Oliveira partiu do 22ª lugar da grelha e quando já havia conseguido recuperar 12 posições sofreu uma queda na 14ª volta. Ainda assim, o piloto revelou o seu ritmo irrepreensível.

 

O jovem piloto de Moto2 encara com otimismo o GP italiano e revela acreditar que vai dar um novo passo em frente este fim de semana.

 

A corrida de Moto2 será realizada às 11:20, hora local, no domingo.

 

Informação do circuito-Misano:

Comprimento: 2.630 m/4,180 km

Largura: 14 metros

Curvas esquerdas: 6

Curvas direitas: 10

Reta mais longa: 530M/0,530 km

Construído: 1972

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PEDRO FRAGOSO GANHA EM CASA

 

PEDRO FRAGOSO GANHA, EM ‘CASA’, A 5ª PROVA DO OLIVEIRA CUP  

 

O piloto com o número 10, Pedro Fragoso, foi o vencedor da antepenúltima jornada do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup, que decorreu esta tarde no SAKI – Santo André Kartódromo Internacional. Natural de Vila Nova de Santo André, o jovem piloto de 14 anos, ganhou em ‘casa’ e leva com ele 25 pontos para adicionar aos que já havia somado, ficando a escassos 5 pontos de Tomás Alonso, o líder atual da classificação geral de MiniGP.

Segundo Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup, “tivemos muitas surpresas na categoria de MiniGP, com uma luta muito acesa em pista entre o Tomás Alonso e o Pedro Fragoso, primeiro e segundo classificados, mas também entre o terceiro e quarto, o Diogo Luís e Quique (Pedro Fraga). As duas mangas de MiniGP foram muito animadas, com muitas ultrapassagens e muita dinâmica. Os nossos pilotos têm evoluído muito e isso deixa-me muito feliz”.

Diogo Luís, com o número 28, foi o terceiro classificado da 5ª prova do Oliveira Cup e sobe assim uma posição na classificação geral do Campeonato, superando a queda sem gravidade que registou na jornada anterior decorrida no Bombarral.

Por seu lado, a categoria Naked foi pautada por mangas muito competitivas. A categoria ocupada por pilotos adultos contou com Miguel Oliveira em pista e, nas palavras do mesmo, “as corridas têm surpreendido. Na categoria Naked, como sempre, houve muita Guerra e tivemos 14 motas em pista, o que até ao momento não aconteceu. Esta categoria, alias, tem-se revelado muito positiva pela crescente adesão de pessoas que têm curiosidade em experimentar corer de moto. E isso é muito bom. Tive o prazer de partilhar a pista com todos eles, algo que não acontece geralmente com um piloto do mundial [MotoGP], mas na Naked do Oliveira Cup isso pode acontecer e todos os pilotos podem partilhar a pista comigo”. O pódio foi ocupado por Luís Castro, Bruno Castro e Ivo Relvas, curiosamente os três naturais da região onde decorreu esta prova.

Foi um fim de semana muito positivo, tivemos muita adesão do público, 27 motas a andar em pista, sem quedas nem acidentes graves e tudo isto deixa-me muito contente”, conclui Miguel Oliveira.

A 6ª prova do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup terá lugar no KIA, Kartódromo Internacional do Algarve, no próximo dia 16 de setembro, onde estará também presente Miguel Oliveira.

  

MiniGP - Classificação geral

1º TOMÁS ALONSO, com 95 pontos

2º PEDRO FRAGOSO, com 90 pontos

3º MARCO MATEIRO, com 65 pontos

 

Naked – Classificação geral

1º JAVIER GOMEZ, com 92 pontos

2º ANDRÉ PEREIRA, com 91 pontos

3º LUÍS CASTRO, com 88 pontosa318 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

Megacycle e Eyà Turismo deixarão o fim de semana mais divertido em Paraty - RJ

Ingressos para um dos mais importantes eventos de motos do país já estão à venda pelo www.megacycle.com.br

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 Quem for ao Megacycle - um dos mais importantes eventos de motos do país, que acontece pela primeira vez em Paraty, Rio de Janeiro, nos dias 22, 23 e 24 de setembro – vai ter muito o que aproveitar.

É possível organizar dias e horários e conciliar as atrações do Megacycle (exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode e braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação) com passeios para conhecer as maravilhas da região. Os ingressos para o evento estão à venda pelo site oficial www.megacycle.com.br e também no www.moto.com.br 

Uma divertida dica é o Jeep Tour com guia turístico, em que se pode conhecer vários praias, cachoeiras, alambiques, quilombola e aldeia indígena, por exemplo. Os variados passeios organizados pela Eyà Paraty são feitos em um Land Rover Defender 110, com um guia de turismo local, que fala inglês e espanhol.

Entre as sugestões, conhecer Trindade é quase obrigatório para turistas. Famosa desde a década de 70, Trindade foi destino de hippies, artistas e intelectuais. Um paraíso escondido, onde índios, piratas e portugueses viveram, hoje recebe centenas de turistas de todo o mundo. Os principais atrativos são a Praia do Cepilho, Praia dos Ranchos, Praia do Meio, Praia do Cachadaço e piscinas naturais. Inclui transporte – Van / Jipes; seguro de Passageiros, visita guiada no alambique e tem horário de saída às 11h.

Hospedagem é outro forte da cidade, com opções para diversos estilos e bolsos. Localizada a 100 m do centro histórico, a Pousada Mar & Vida (www.pousadamarevidaparaty.com.br) é uma delas. Os quartos são climatizados e equipados com televisão de tela plana. Tem wi-fi, café da manhã, recepção 24 horas, cofre e depósito de bagagens e aceitam animais mediante solicitação. As crianças são bem-vindas e, neste caso, existem quartos para família. O grande diferencial da pousada é oferecer serviço básico de qualidade ao melhor preço, para garantir que a estadia seja confortável e prática.

Outra sugestão, Carpe Diem Boutique Hotel (http://www.boutiquehotel-paraty.com/) localizado no bairro de Pontal a poucos passos do centro histórico e da praia do Pontal. Em um belo jardim tropical, o pequeno e elegante hotel tem atmosfera tranquila e refinada. Os 10 simpáticos quartos têm ar condicionado, banheiro privativo com chuveiro sob pressão, tv HD inteligente, minibar abastecido e acesso gratuito à internet. O hotel conta com piscina, depósito de bagagens, cofre, serviço de quarto e serviço de massagem. Animais de estimação não são permitidos. Tem estacionamento seguro, privado e sem custos adicionais (fora do local).               

Sobre a Megacycle -  Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza.

Informações adicionais sobre os passeios Eya Paraty | Agência de Turismo

Tel: (24) 98855-4279 | Id: 35*50*10152

Cadastur: 19.071267.10.0001-3 

8º Megacycle Paraty 2017 |  #vempraparaty

Dias: 22 (das 10h às 23h), 23 (das 10h às 23h), 24 (das 10h às 16h) de setembro

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em:  www.megacycle.com.br/

Curta nossa página:  www.facebook.com/megacycle/

Ingressos para o Megacycle Paraty 2017:

Passaporte Motoclube (pacote para os três dias): R$ 30,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Passaporte Paraty (pacote para os três dias): R$ 35,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Ingresso Diário Paraty: R$ 20,10 antecipado. R$ 30,00  (preço normal);

Ingresso Infantil Paraty: R$ 20,00 antecipado. R$ 25,00  (preço normal).

 


 


 


 


 


 


 


 


 

 

MOTOS EM PORTIMÃO

MOTOS EM PORTIMÃO

 

  1. Mais uma novidades  para a jornada portuguesa das SBK.

 

RECORDAR BARRY SHEENE

  1. Diz-se que está espectacular. Que vale cada pence.

 

DESAFIO RUTA 40

DESAFIO RUTA 40

 

 

 

  1. O piloto portugues Paulo Gonçalves acaba Desafio Ruta 40 no segundo lugar, atrás de Kevin Benavides. Orlando Terranova (Mini) vence nos carros.

 

VALENTINO ROSSI SEM SORTE

VALENTINO ROSSI SEM SORTE

 

 

 

Tibia e perónio fracturados para Valentino Rossi num acidente a fazer Enduro. Título terá escapado de vez, mas com a garra que tem, acredito que ainda o vamos voltar a ver competir este ano.

 

TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Bianchini Rally garante pódio ao final do Rally dos Sertões

Os cinco pilotos cruzaram a rampa de chegada em Bonito (MS) com dever cumprido, após completarem os 3.300 km. Yuri Aizemberg terminou em 3º na Super Production e Marcos Colvero, em 5º Over 45

 

 

Três mil e trezentos quilômetros de puro Cross Country, repletos de adversidades e uma etapa mais desafiante que a outra, nas quais foram testados os limites dos competidores e máquinas, sob o calor escaldante do Centro-Oeste, mas ao mesmo tempo uma adrenalina viciante. Foi mais ou menos assim, a 25ª edição do Rally dos Sertões que terminou no sábado (26), em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Com dever cumprido, os cinco pilotos da Bianchini Rally cruzaram a rampa de chegada, mas a festa já começou ao final da sétima e última Especial (trecho cronometrado), quando a equipe já os aguardava.

A equipe teve dois representantes no pódio. O paulista Yuri Aizemberg (Husqvarna TE450) #31 conquistou o 3º lugar na Super Production, enquanto o gaúcho Marcos Colvero (KTM 500 Six Days) #20 terminou em 5º na Over 45. Ambos dividiram uma típica história do espírito de equipe que o rali proporciona, na última Especial de 240 km, entre Aquidauana e Bonito (MS). “Logo após o abastecimento fiquei sem o odômetro e no “voo cego”, então por cerca de 200 km vim atrás do Colvero, se não fosse ele talvez não tivesse conseguido esse resultado. Por outro lado, ele já estava um pouco desgastado fisicamente e como sabia que eu dependia dele, acabei sendo um estímulo de uma certa forma. Nos ajudamos”, conta.  Devido a um acidente em 2008, não completou a proa em sua estreia. “Estou muito feliz, consegui completar uma das edições mais difíceis do Sertões e, ainda, em terceiro na categoria. Vinha sonhando com esse momento há nove anos”, completa.

Em seu quinto Rally dos Sertões, o piloto de Porto Alegre (RS) comemorou o pódio. “Bem gratificante poder levar mais um troféu para casa de uma edição tão exigente como essa. No primeiro dia não tive um bom desempenho, mas fui recuperando, tanto que na penúltima etapa fiquei em 2º na categoria. Mas essa edição foi especial também porque minha esposa acompanhou todo o rali e vivenciou os bastidores comigo”, diz Colvero. Ele e Jennifer Wittmann Colvero, piloto de motocross, se casaram há alguns meses mas não tiveram tempo de viajar, então resolveram fazer uma “lua de mel” em pleno Rally do Sertões e trouxeram um motorhome somente para eles. Jennifer foi a única mulher da Bianchini Rally e adorou sua estreia nos bastidores da prova.

André Guerra (Husqvarna 450) #38, por pouco não subiu ao pódio na Super Production. Terminou em 6º, a apenas 6m33s do 5º colocado da categoria. Retornou ao grid após 17 anos, quando navegavou na categoria caminhões e, neste ano, estreou nas motos. ”A missão foi cumprida estou sem palavras por completar o Sertões e, em paz comigo mesmo, por ter realizado este sonho”, destaca o piloto paulista.

O cearense Adhemar Pereira (KTM Réplica 450) #28, conhecido como Índio no meio off-road, estava feliz da vida por completar seu sétimo Rally dos Sertões. Terminou em 6º na Production Aberta. “Somente pelo fato de poder andar de moto sete dias seguidos, enquanto todos estão trabalhando já é sensacional. Imagine poder completar esse desafio que é o Sertões, estar entre amigos e na Família Bianchini Rally, isto é maravilhoso! Gostei muito do roteiro”, afirma Índio.

Outro que aprovou a experiência foi o estreante Luis Rodrigues ( KTM 500 Six Days) #46 que finalizou o rali em 6º na Over 45. “Completei meu primeiro Sertões. Vivenciar isso foi muito desafiante e prazeroso. Levei um tombo na reta final do rali e cheguei a pensar que não largaria no dia seguinte, mas aqui a gente arranja forças e se supera diariamente”, ressalta o piloto.

Para Fabrício Bianchini, que neste ano não competiu, foi chefe de equipe, o rali foi perfeito. “É uma outra visão quando a gente fica nos bastidores, mas é muito gratificante também ver os amigos completarem cada etapa, se superarem e cruzar a rampa de chegada compartilhando do mesmo sentimento. A nossa equipe procura oferecer o ambiente mais familiar possível e com toda a infraestrutura que um piloto precisa, este ano tivemos até um fisioterapeuta que é quiropraxista e deu todo o suporte”, explica o piloto que já participou de 14 edições, sendo 11 de moto.

A 25ª edição largou em Goiânia (Goiás) no dia 20, passou pelo Mato Grosso e terminou em Mato Grosso do Sul no dia 26, foram quase 2.000 quilômetros de trechos cronometrados, divididos em sete etapas e participaram 161 veículos (motos, quadriciclos, UTVs e carros) e 280 competidores. Mas informações sobre resultados no www.sertoes.com

A equipe – A Bianchini Rally pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe que tem sede em Alphaville, Barueri/SP. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. E marcando um novo ciclo, no ano passado, Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros. Neste ano mais uma novidade, Bianchini e Finato estrearam nas provas de Rally de Velocidade, sendo que em maio, Bianchini disputou o Rally Erechim. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit e Arames Farpados.a331 Copya332 Copy

 

MIGUEL OLIVEIRA SURPRENDE

 

MIGUEL OLIVEIRA SURPREENDE AMIGOS ESPECIAIS

Miguel Oliveira visitou esta tarde a Associação Almadense Rumo ao Futuro(AARF), que acolhe pessoas adultas com deficiência. O piloto de Moto2, o primeiro português a integrar o Campeonato mundial de motos, tomou a iniciativa de surpreender os residentes da Associação, oferecendo ainda algumast-shirts a estes seus fãs especiais.


Para mim, proporcionarestesmomentosaosutentesda Associaçaoé-me muitoespecial. Dar-lhesalgumaatenção, responder àscuriosidadesdeles sobremotasousimplesmenteestarmosemconvivênciaéo queme émaisimportantee éo queseiquemaisvalorizam”, refere Miguel Oliveira, padrinhoda AARF e pilotode Moto2 da Red Bull KTM Ajo.


A alegriaquea presençado Miguel Oliveira trazaosnossosutenteséúnica. Éum estímulomuitoimportanteparaeles, um motivode ‘festaporqueésempreum momentoquenãoesquecem. Enquantoatletade referênciae com o seutempo tãolimitado, o Miguel poderiaatéalhear-se destetipode causas, mas aoinvésdisso mostraa suasensibilidadee proximidadeparacom as pessoase, porisso,irásempresero nossopadrinhooficial, afirma JoaquimGrosso, Presidenteda AARF e paide um utente.


A Associaçao Almadense rumo ao Futuro é uma Instituição Particular de SolidariedadeSocial que presta apoio a jovens e adultos portadores de deficiência, da qualMiguel Oliveira é padrinho desde2013.a312 Copy

 

PORTUGAL DE LÉS A LÉS

 

3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road

Boticas – Belmonte – Arraiolos – Lagoa

20 a 23 de setembro 2017

 

 

Incêndios obrigaram a alguns retoques

em aventura com percurso já definido

 

 

O reconhecimento em condições reais, levado a cabo durante aos últimos dias por elementos da Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal, confirmou a negra realidade que se vive em grande parte do País, ditando alguns reajustes ao percurso do 3.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. E reforçou sentimento de solidariedade para com as populações profundamente afetadas pelos inúmeros e violentos incêndios que assolaram boa parte do interior. Constatação ‘in loco’ que levou os responsáveis federativos a promover, de imediato, o apoio de todos os motociclistas nacionais para fazer face a esta catástrofe, que será traduzido na oferta de árvores autóctones dos concelhos atravessados pelo evento organizado pela FMP de 20 a 23 de setembro, entre Boticas e Lagoa, com paragem em Belmonte e Arraiolos.

Catástrofe que obrigou a alguns acertos no percurso da grande aventura fora de estrada que liga, ao longo de três etapas e 1000 quilómetros, dois extremos do mapa nacional através de caminhos menos conhecidos. Com etapas a rondar os 300 km diários e índice de dificuldade bastante acessível, sem grandes complicações de condução ou obstáculos de difícil transposição, está aberto a trails de todas as dimensões e cilindradas, marcas e modelos.

Descoberta do Portugal ‘mais profundo’, em programa recheado de diversão, prazer de condução e paisagens de cortar a respiração, em evento mototurístico – que não competitivo! – que volta a mostrar alguns dos locais mais fascinantes do País. Aventura oferecedora de surpreendente experiência através de caminhos de terra batida, aberta às BMW R 1200 GS como às Honda Africa Twin de todas as gerações, das KTM 1290 Adventure às Yamaha Ténéré de todas as cilindradas e anos de produção, passando pelas Yamaha XT, Honda XL, XR ou Dominator, Kawasaki KLR ou KDX, Suzuki DR, Aprilia Pegaso ou Benelli TRK entre tantas outras. E que está também aberto às cada vez mais bem artilhadas Vespa e outras scooters devidamente preparadas.

Aventura com carácter social reforçado pelo apoio à reflorestação das áreas ardidas com as árvores mais adequadas a cada região, contando sempre com envolvimento de todos os motociclistas, e que tem praticamente completa a lista de inscritos, limitada, por questões logísticas, a 300 mototuristas. As (poucas…) inscrições ainda disponíveis em www.les-a-les.pt até 31 de agosto, oferecem oportunidade única para surpreendente experiência através dos mais diversos trilhos, passando por locais de marcante força paisagística. E que podem ser ainda melhor aproveitados com serviços de transporte de motos para o local de partida e no regresso a casa, a cargo da empresa ToursR’us ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ), como da marcação de alojamento a preços competitivos através da agência Abreu Viagens (967 235 933 ou Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ).

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OLIVEIRA CUP

 

Miguel Oliveira, mentor do projeto, vai estar presente e correr na categoria Naked

 

Oliveira Cup volta a Santo André para a antepenúltima prova do campeonato

 
 

A antepenúltima prova do Troféu Escola de Motociclismo Oliveira Cup vai realizar-se já no próximo dia 3 de setembro, domingo, no SAKI – Santo André Kartódromo Internacional, em Santiago do Cacém.

Tomás Alonso, que regressou à competição depois de ter estado afastado cerca de 1 mês, devido a uma fratura na perna, conquistou de novo a liderança da tabela geral de classificações no Bombarral, somando agora 75 pontos, à frente de Pedro Fragoso e Marco Mateiro, com 65 e 59 pontos, respetivamente.

Os pilotos de MiniGP, que integram o campeonato promovido pelo piloto de Moto2, Miguel Oliveira, têm evoluído jornada a jornada, dando cada vez mais forma ao sonho que os move em pista. A corrida anterior no KIRO - Kartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral, foi prova disso: 11 rapazes e 1 rapariga, debaixo de 40º graus em pista, deram o seu melhor nas duas mangas da corrida, protagonizando momentos intensos na luta pelos melhores tempos e posições.

O SAKI vai acolher aquela que vai ser a 5ª de 7 provas do Oliveira Cup. É incrível como já estamos a mais de metade das jornadas do campeonato, mas há ainda posições a serem disputadas e reclamadas pelos nossos 12 pilotos”, refere Miguel Oliveira, piloto de Moto2 na Red Bull KTM Ajo e mentor do projeto Oliveira Cup. Para mim este é um circuito com condições técnicas ímpares, com um traçado rápido, mas bastante seguro. É um dos maiores kartódromos portugueses e vai ser sem dúvida um fim de semana emocionante”, sublinha.

Miguel Oliveira, depois do GP britânico deste fim de semana onde voltou a pontuar e a segurar o 4º lugar no campeonato, vai marcar presença nesta prova no Kartódromo de Santo André, na categoria Naked, reservada a pilotos com mais de 16 anos e sem limite de idade. A liderança desta categoria é do espanhol Javier Gomez, com 82 pontos, seguido por André Pereira e Luís Castro, com 78 e 63 pontos, respetivamente.

Além das corridas da Oliveira Cup, referentes às categorias MiniGP e Naked, para este dia está também prevista a competição 2020, uma iniciativa da Federação de Motociclismo de Portugal e do Motor Clube do Estoril. Esta é uma iniciativa direcionada a jovens dos 7 aos 12 anos, também com o intuito de encontrar novos talentos na modalidade.

 

Eis os horários das corridas:

Domingo – 3 de setembro

12h55 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Mini GP (20min. + 2 voltas)
13h30 | Corrida 1 - Oliveira Cup – Naked (20min. + 2 voltas)
15h15 | Corrida 2 - Oliveira Cup – Mini GP (20min. + 2 voltas)
15h45 | Corrida 2 - Oliveira Cup – Naked (20min. + 2 voltas)

 

Sobre a Oliveira Cup:

A Oliveira Cup consiste num projeto escola de motociclismo que conta com 7 provas em toda a temporada. Este projeto tem como base encontrar novos talentos dos 10 aos 16 anos de idade, apoiado pelo Miguel Oliveira fan club, o clube oficial do piloto de Almada.a305 Copy

 

THUNDER

Thunder and lightning: The Wunderlich Thunderbolt

Wunderlich's cool R 1600 C concept

R 1600 C Vision

 A model has been hanging in the air for a while now that for many has embodied the American style of riding BMWs and which fans and insiders have longed for: The successor to the BMW R 1200 C. However: No news from Munich!

That’s why together with our designer Nicolas Petit, we’ve given a lot of thought to the topic.

The result is a brilliant, timely interpretation of the R 1200 C with red-hot technical features and innovative, refined design details. Even while standing it’s an ambitious riding machine that radiates power and sovereignty! Fired up by a 1600 cc flat twin! A consequently refined, independent cruiser that carries the genes of our highly regarded Wunderlich SpeedCruiser - and it shows!

If the Bagger is an American sedan, our concept bike is a muscle car: It can cruise!

But it can do a lot more!

 

MOTOS NO BRASIL

 

MEGACYCLE PARATY - 2017

[News] 22 a 24/09 - MEGACYCLE, pela primeira vez em Paraty, é uma ótima opção de passeio em setembro

Evento reunirá muita diversão como exposição de motos, rock´n roll, shows de manobras, competições e comida

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      Megacycle Paraty vem ai !!  Um superevento em uma cidade charmosa e encantadora são ótimos motivos para planejar uma viagem para Paraty, no Rio de Janeiro, durante o MEGACYCLE, entre os dias 22 e 24 de setembro.

Passeios não faltarão para quem quiser passar um fim de semana animado. A “porta de entrada” é o Centro Histórico. Para se ter ideia da importância, o local foi apontado pela UNESCO como “o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso”. E, é também Patrimônio Nacional tombado pelo IPHAN. Aqui é preciso reservar um bom tempo para apreciar a riqueza de detalhes da arquitetura.

Nas ruas do Centro Histórico é proibida a passagem de carros para preservar o encanto colonial. A dica é usar sapatos confortáveis e sem saltos porque as ruas são de paralelepípedos. Os casarões coloniais hoje abrigam simpáticas lojas, ateliers e restaurantes, por exemplo. Assim, será inevitável passar por lá, pois também é onde acontecem a maioria das expressões culturais e artísticas, de dia e à noite.

Por lá fica a Casa da Cultura que é parada obrigatória para um bom turista. A casa é um espaço cultural com programação permanente, que inclui exposições. Vale saber da programação e curtir.

A história de Paraty tem forte influência religiosa católica, vinda de Portugal. Esta atuação se traduz não só na arquitetura, como também nas festas tradicionais. Para conhecer um pouco dessa história a dica é conhecer o Museu de Arte Sacra, que fica no Centro Histórico. Aproveite e visite também a centenária igreja de Santa Rita, que fica bem ao lado do museu. Considerada pelo arquiteto Lúcio Costa como a mais valiosa de Paraty, é também a mais antiga da cidade.

Outro passeio interessante é a Mini Estrada Real, que é um parque temático histórico e cultural, onde existe a estrada Real em miniatura. São réplicas que compõem o caminho do ouro. Fica na estrada Paraty-Cunha.  

Megacycle -     A 38 ª edição do MEGACYCLE – um dos mais importantes eventos de motos do país – acontece pela primeira vez na cidade e vai reunir muita diversão e entretenimento para o público. “Passar uns dias em Paraty e conhecer suas belezas já é incrível. Poder fazer isso e ainda curtir um baita evento, aí é unir o útil ao agradável”, brinca Alberto Pellegrini, idealizador do Megacycle.

No Areal do Pontal será montada uma infraestrutura para receber exposição de motos, peças e acessórios, além de shows de Rock´n roll, shows com acrobacias em motos, competição no dinamômetro, eleição da Garota Megacycle, concurso Barba e Bigode, braço de ferro, gincanas especiais, test ride e praça de alimentação, por exemplo. “A família pode passar o dia todo se divertindo”, diz Pellegrini.

Quem quiser garantir o preço especial dos ingressos, eles já estão à venda pelo www.megacycle.com.br . Existe a opção de ingresso diário ou passaporte para todos os dias.

Sobre a Megacycle -  Com 24 anos de trabalho, a empresa atua no fomento do mercado de motocicletas, contribuindo para o melhoramento do setor por meio da educação de consumidores e empresas e da promoção da segurança no trânsito durante seus eventos. A Megacycle é reconhecida internacionalmente na realização do maior encontro motociclístico do hemisfério sul e pelos eventos que realiza. 

38º MegaCycle Paraty 2017 |  #vempraparaty

Dias: 22 (das 10h às 23h), 23 (das 10h às 23h), 24 (das 10h às 16h) de setembro

Estádio Ronaldão, Areal do Pontal, Paraty (RJ)

Estacionamento gratuito para motos e capaceteria.

Saiba mais em:  www.megacycle.com.br/

Curta nossa página:  www.facebook.com/megacycle/

Ingressos:

Passaporte Motoclube (pacote para os três dias): R$ 30,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Passaporte Paraty (pacote para os três dias): R$ 35,00 antecipado. R$ 50,00 (preço normal);

Ingresso Diário Paraty: R$ 20,10 antecipado. R$ 30,00  (preço normal);

Ingresso Infantil Paraty: R$ 20,00 antecipado. R$ 25,00  (preço normal).

Acesse www.megacycle.com.br/loja e adquira já os seus ingressos.  

Imagens relacionadas


 


Rua de Paraty inundada pela maré alta. Ao fundo, a Igreja de Santa Rita de Cássia

 


Cais - Paraty - RJ

 


Vem para Paraty - Megacycle 2017

 


Paixão por duas rodas se reúne no Megacycle

 


Megacycle reúne os apaixonados por duas rodas

 


Expectativa é reunir mais de 5 mil motociclistas nos três dias de evento

 


Motociclistas se preparam para mais um Megacycle
 

MOTOS NO BRASIL

 

Com desempenho regular, Danilo Lewis garante 6ª posição na etapa de Londrina da SuperBike

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   Danilo Lewis (#17), da equipe Tecfil Havoline Racing Team, teve um desempenho bastante regular e garantiu a sexta posição na 5ª etapa da SuperBike, prova realizada neste domingo (27), no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR). Com este resultado, o piloto somou 10 pontos e manteve a oitava posição no classificatório geral, agora com 36 pontos conquistados.

Na primeira etapa do SuperBike Brasil realizada fora do Estado de São Paulo, Danilo Lewis imprimiu um ritmo constante com sua BMW S1000RR de numeral #17. O piloto de Osasco (SP) largou da sexta marca no grid e manteve a posição até cruzar a linha de chegada.  

Sem sofrer o ataque de nenhum adversário, Lewis iniciou a disputa ocupando a ultima posição do pelotão inicial formado pelos ponteiros. Nas primeiras voltas, conseguiu se manter bem próximo dos adversários, passando a maior parte da corrida com a mira apontada para Wesley Gutierrez (#134), da Kawasaki Racing Team. Entretanto, o piloto da Tecfil não conseguiu acompanhar o ritmo do oponente.

Com um desempenho regular e voltas variando nas casas de 1m17s alto e 1m18s baixo, Danilo Lewis abriu mais de 20 segundos para os adversários e recebeu a bandeirada em 6º, apenas um segundo atrás de Alex Barros (#4), da Hibridus Club Alex Barros Racing, o quinto colocado.

Já a disputa pela liderança foi emocionante. Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team, segurou a ponta até a 12ª volta, quando foi ultrapassado por seu companheiro de equipe, Eric Granado (#151), que, ao passar, abriu vantagem. Diego ainda perdeu a vice-liderança da prova para o seu xará argentino, Diego Pierluigi (#84), da Hibridus Club Alex Barros Racing. Assim, Faustino foi terceiro colocado, logo à frente de Wesley Gutierrez (#134), que tomou a quarta posição de Alex Barros na volta final.

Confira o pódio geral com os 5 primeiros colocados na 5ª etapa da SuperBike, prova disputada no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina, neste domingo (27):

1º - Eric Granado (#151), da Honda Racing Team
2º - Diego Pierluigi (#84), da Hibridus Club Alex Barros Racing
3º - Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team
4º - Wesley Gutierrez (#134), da Kawasaki Racing Team
5º - Alex Barros (#4), da Hibridus Club Alex Barros Racing
...
6º - Danilo Lewis (#17), da Tecfil Havoline Racing Team

 

MIGUEL OLIVEIRA DENTRO DOS PONTOS

 

Miguel Oliveira volta aos pontos em Silverstone

 

 

A décima segunda corrida do ano teve lugar este domingo, no Circuito de Silverstone, e terminou com o regresso do Miguel Oliveira aos pontos, ficando no 8º lugar. O momento decisivo da corrida do piloto de Almada deu-se na 10ª volta, quando este falhou a travagem para a curva 7. Estando no grupo em disputa por um lugar do pódio, Miguel Oliveira viu-se forçado a alargar bastante a trajetória e a perder várias posições, retomando a corrida na 14ª posição. Ainda assim, o piloto da Red Bull KTM Ajo nunca perdeu o seu espírito lutador, conseguindo recuperar os seus tempos na casa dos 2min07s e, com um dos melhores ritmos em prova, terminar na 8ª posição.

 

Miguel Oliveira permanece em 4º lugar do Campeonato, com 141 pontos, apenas a 15 pontos do piloto Espanhol Alex Marquez. A batalha pelo lugar no pódio da geral continua daqui a duas semanas, a 10 de setembro, no GP de San Marino.

 

#44 Miguel Oliveira

“Foi uma corrida pouco compensatória para nós, porque eu tive um ritmo muito bom e eu sabia que podia ter lutado pela vitória. Não arranquei muito bem, no entanto, consegui estar no top 5 e, quando eu queria passar Pasini, não consegui colocar a mudança – ficou presa em ponto morto – e eu tive uma saída muita ‘larga’. Consegui retomar a corrida e passar alguns pilotos, para ganhar alguns pontos e cruzar a linha de chegada em 8º lugar. Vamos guardar os pontos positivos e continuar. Agora temos de nos concentrar e estar motivados para a próxima corrida”.

 

Aki Ajo - Team Manager

“Esta foi mais uma boa corrida para a nossa equipa de Moto2, num circuito onde nunca tínhamos estado antes. Durante todo o fim de semana, Miguel Oliveira mostrou um ritmo muito bom, revelando que está em grande forma. Na corrida, foi capaz de recuperar de uma saída ‘larga’, o que o fez perder algumas posições; sem isso, ele teria lutado pelo menos para estar no top 5”.

 

Resultados (Corrida)
1. Takaaki Nakagami (Kalex) com 38min20.883s
2. Mattia Pasini (Kalex) com +0.724
3. Franco Morbidelli (Kalex) com +2.678
4. Thomas Luthi (Kalex) +4.645
5. Francesco Bagnaia (Kalex) +9.515
8. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) +10.463
 
Moto2 – Classificação do Campeonato Mundial 2017

1. Franco Morbidelli (Kalex) com 223 pontos
2. Thomas Luthi (Kalex) com 194 pontos
3. Alex Marquez (Kalex) com 155 pontos
4. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 141 pontos
5. Francesco Bagnaia (Kalex) com 111 pontos    
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TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Geison Belmont fica em quinto lugar entre os quadriciclos nos Sertões 25 anos

Campeão Brasileiro de Cross Country da modalidade, piloto da Meikon Rally Team, de Niterói (RJ) finaliza os 240,45 quilômetros da última especial da competição em 3h59m28s36, na sexta posição.

 Chega ao fim o 25º Rally dos Sertões, o mais especial da carreira do quadriciclista radicado em Niterói (RJ) Geison Belmont. Foi nesta edição que o piloto da Meikon Rally Team conquistou seu principal título, de campeão Brasileiro de Cross Country, nos quadriciclos. Também foi a mais exigente das competições que participou. Belmont completou a última etapa, no trecho cronometrado de 240,45 quilômetros em 3h59m28s36, o sexto tempo do dia entre os quadriciclos e a quinto colocação no acumulado da categoria.

”O Rally dos Sertões para mim foi sinônimo de superação. Ao longo dos dias foram inúmeros problemas diversificados e é mais uma grande lição que temos para a vida, como equipe, como piloto, como ser humano. Fico muito feliz e agradeço por poder ter tido condições de participar mais uma vez dessa edição e de estar na companhia de amigos, além de todas as pessoas que estiveram conosco nessa jornada e nos ajudaram, principalmente a família. Sair como campeão Brasileiro de Rally Cross Country não tem preço!”, desabafa emocionado o quadriciclista de Niterói.

A última especial da edição histórica dos 25 anos de Rally dos Sertões fechou a competição com chave de ouro. Em meio à paisagem estonteante da região sul do Pantanal, os competidores passaram pelo trecho cronometrado, de 240,45 quilômetros, que começou rápido, seguiu por estradas em fazendas bem sinuosas, trechos com trial e muitas pedras, e voltou a ficar rápido até o fim. Na chegada do último deslocamento final, em Bonito (MS), não faltou festa.

A 25ª edição do Rally dos Sertões entra para a história como sendo uma das que mais exigiu conhecimento técnico de seus competidores e resistência dos veículos. Os 3.344 quilômetros de percurso, entre a partida em Goiânia (GO), no dia 19 de agosto, e a chegada, hoje, em Bonito (MS), começaram dando o tom já com uma primeira prova intensa, de cerca de 310 quilômetros, seguido por duas provas da Maratona, e com a longa quinta etapa, de pouco mais de 438 quilômetros. O ineditismo do roteiro, que pela primeira vez passa pelo Mato Grosso do Sul, em terras do Pantanal, também foi um outro fator que equiparou o grau de dificuldade dos pilotos, já que alguns nunca haviam passado por estas regiões competindo. Foram sete dias desgastantes, porém de pura aventura, tanto para os competidores, quanto para as máquinas e para as equipes de apoio, que seguiram todo o percurso em caravana.

Já em Bonito, a festa do 25º Rally dos Sertões segue bonita, com a chegada dos pilotos. A cerimônia de premiação também será no mesmo local, na Praça da Liberdade, na Rua Coronel Pilad Rebuá, a partir das 21 horas.

Geison Belmont e a Meikon Rally Team são patrocinados por Meikon Metalúrgica, e têm apoio de Quadrijet, Casarini, Motobiu, Race Tech e Arisun.

Resultados da 7ª etapa – Quadriciclos (extra-oficiais):
1° - #103 Diogo Zonato, Zona Racing, 2h55m04s71
2° - #106 George Ximenes, Girao Team, 3h00m42s50
3º - #102 Marcelo Medeiros, Taguatur Racing, 3h06m19s67
4º - #107 Milton Martens, Martens Racing, 3h36m17s58
5° - #105 Pedro Costa, Quatrilha Do Cerrado Rally Team 3h38m24s89
6° - #101 Geison Belmont, Meikon Rally Team, 3h59m28s36

Classificação acumulada (após sete etapas) – Quadriciclos (extra-oficiais):
1° - #103 Diogo Zonato, 27h34m53s95
2° - #106 George Ximenes, 27h40m31s36
3° - #107 Milton Martens, 30h33m46s79
4° - #105 Pedro Costa, 33h58m05s70
5° - #101 Geison Belmont, 39h48m38s42
6° - #102 Marcelo Medeiros, 54h45m09s46
7° - #104 Michael Dias, 89h45m27s83

Percurso total do Rally dos Sertões – 3.300,06 km

Especiais (trechos cronometrados) – 1.999,52 km (60,59 %)

 

Chegada na pórtico em Bonito (MS) (Magnus Torquato/Fotop)

Chegada na pórtico em Bonito (MS) (Magnus Torquato/Fotop)
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Geison Belmont é o representante do Rio de Janeiro no Rally dos Sertões (Marcelo Machado/Fotop)

Geison Belmont é o representante do Rio de Janeiro no Rally dos Sertões (Marcelo Machado/Fotop)
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Piloto Geison Belmont, quadriciclo #101 (Luciano Santos/Sigcom)

Piloto Geison Belmont, quadriciclo #101 (Luciano Santos/Sigcom)
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Equipe Meykon Rally Team (Marcelo Maragni/Fotop)

Equipe Meykon Rally Team (Marcelo Maragni/Fotop)
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Piloto Geison Belmont e equipe Meykon Rally Team (Luciano Santos/Sigcom)

Piloto Geison Belmont e equipe Meykon Rally Team (Luciano Santos/Sigcom)
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Foram disputadas sete etapas na edição 2017 (Marcelo Maragni/Fotop)

Foram disputadas sete etapas na edição 2017 (Marcelo Maragni/Fotop)
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TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Pilotos da Bianchini Rally seguem confiantes na reta final do Rally dos Sertões

Yuri Aizemberg sobe uma posição no acumulado, 4º na Super Production. Já os demais pilotos mantêm o resultado: Marcos Colvero (5º Over 45), Luis Rodrigues (6º Over 45), André Guerra (6º Super Production) e Adhemar Pereira "Índio" (6º Production Aberta)

 

 

Agora falta pouco. O Rally dos Sertões caminha para a etapa final e os competidores que “sobreviveram” aos seis dias têm agora mais 420 quilômetros para cumprir o roteiro de mais de 3.300 quilômetros que teve início em Goiânia (GO), no dia 20. Os cinco pilotos da Bianchini Rally seguem firmes e focados para chegar a Bonito (MS), neste sábado, 26, quando será finalizada a 7ª etapa da 25ª edição.

Após seis etapas, os cinco pilotos da equipe de Barueri/SP estão assim classificados (extraoficialmente): Na Super Production, Yuri Aizemberg (Husqvarna TE450) #31 está 4º (22º geral) e André Guerra (Husqvana 45) #38 em 6º (29º geral); na Over 45, Marcos Colvero (KTM 500 Six Days) #20 ocupa a 5ª colocação (19º geral), enquanto Luis Rodrigues (KTM 500 Six Days) #46 em 6º (30º geral); já Adhemar Pereira ‘Índio” (KTM Réplica 450) está em 6º na Production Aberta.

Na etapa desta sexta-feira, 25, entre Coxim e Aquidauana (MS), a equipe completou o duro trajeto que exigiu das motos e também do preparo físico dos competidores. Segundo os pilotos relataram, a Especial foi dura, com muitas lombas, estradas de fazendas sinuosas, depressões e cautela também foi a palavra de ordem nesta reta final de rali. No total a penúltima etapa teve aproximadamente 430 quilômetros, dos quais 194 de trechos cronometrados.

“Foi um etapa bem bacana, trechos travados, mas prazerosa e consegui ter um bom desempenho fiz o 2º tempo da categoria. Amanhã (26) tem mais, serão mais 420 quilômetros, mas vou seguir fazendo minha prova sem criar muita expectativa”, diz Colvero que está em seu 5º Rally dos Sertões.

O gaúcho Colvero #20 fechou na 2º posição na Over 45 (19º geral), em 2h38m54s, na mesma categoria, o estreante Rodrigues #46 chegou em 6º (33º geral), em 2h57m18s. Já na Super Production, os paulistas Aizemberg #31 ficou com 5º tempo (20º geral), em 2h40m05s e, Guerra #38 em 7º (32º geral) com 2h54m01.

Já Aizemberg, que retornou ao grid após nove anos, diz que está sendo um retorno em grande estilo. “O último Sertões que fiz eram 10 etapas, a prova pode ter ficado menor, mas não menos difícil, pelo contrário, estamos tendo etapas duras, técnicas, mas tudo isto aqui é uma delícia, o clima, a equipe, os amigos do grid é bom demais. E ontem (5ª etapa), por exemplo, cheguei a 169 km/h nas retas e foi muito gostoso”, conta o piloto.

Com percurso concentrado no Centro-Oeste (GO, MT e MS) a 25ª edição tem um roteiro total de 3.300 quilômetros, dos quais 1999 de trechos cronometrados (Especiais). Neste sábado, 26, serão conhecidos os campeões das categorias motos, quadris, UTVs e carros e também de suas respectivas sub-categorias. A chegada será a partir do meio-dia, na Praça da Liberdade (Rua Coronel Pilad Rebuá). No mesmo local, acontecerá, a partir das 21 horas, a Festa de Premiação. Acompanhem os resultados atualizados no www.sertoes.com

A equipe – A Bianchini Rally pratica a compensação e a neutralização de carbono, por meio da Iniciativa Verde, que concedeu pelo nono consecutivo o selo Carbon Free. É a pioneira a ter o selo no grid do Rally dos Sertões. Nasceu em 2005, quando Fabrício Bianchini decidiu montar a sua própria equipe que tem sede em Alphaville, Barueri/SP. Dois anos depois, com patrocínio do Grupo Infinity Bio Energy, juntamente com o piloto Marcos Finato, desenvolveram as primeiras motos de rali movidas a álcool no Brasil. Pioneira com o projeto tornou-se a primeira equipe Carbon Free do grid. Entre 2007 e 2010 se chamou Infinity Rally Team, mas a partir de 2012, passou a adotar o nome Bianchini Rally. Nas edições de 2007 e 2008 foi premiada como Melhor Equipe do Rally dos Sertões. Pela tradição e profissionalismo conquistados, o time trabalha com pilotos campeões do segmento duas rodas no Rally dos Sertões, Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e Baja. Entre 2013 e 2016, a equipe disputou com duas duplas a Mitsubishi Cup. E marcando um novo ciclo, no ano passado, Bianchini estreou no Rally dos Sertões como piloto nos carros. Neste ano mais uma novidade, Bianchini e Finato estrearam nas provas de Rally de Velocidade, sendo que em maio, Bianchini disputou o Rally Erechim. Mais informações no site www.bianchinirally.com.br e na página da no Facebook @equipebianchinirally

A Bianchini Rally conta com o apoio da Bianchini S/A, O Mundo de Maria, Melnick Even, KTNY Racing, Madeira Energy, Bull Sertões Crew, Vedacit e Arames Farpados.

Programação 25º Rally dos Sertões  

Sábado (26/08) - 7ª Etapa
Aquidauana (MS) a Bonito (MS)

Deslocamento Inicial – 128,62 km
Trecho Cronometrado – 240,45 km
Deslocamento Final – 51,71 km
Total do dia: 420,78 kma278 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

Correndo em casa, Wesley Gutierrez é 4º colocado em Londrina. Corano encerra etapa em 10º

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   A Kawasaki Racing Team chegou muito próxima de garantir um lugar no pódio na 5ª etapa da SuperBike, prova realizada neste domingo (27), no Autódromo Internacional Ayrton Senna. Piloto local, Wesley Gutierrez (#15) obteve um grande desempenho no comando de sua Kawasaki Ninja ZX-10R e encerrou a etapa na quarta posição. Já o seu companheiro de equipe, Bruno Corano (#34), enfrentou problemas mecânicos no decorrer da rodada e garantiu apenas a 10ª posição na categoria principal.

Confiante e correndo diante da sua torcida, o londrinense Wesley Gutierrez encarou um final de semana de muita competitividade na primeira rodada do SuperBike Brasil realizada fora do Estado de São Paulo. O piloto da Kawasaki alcançou um bom desempenho nos treinos classificatórios a garantiu a quinta marca no grid de largada com a volta de 1m17s207 na SuperPole.

E esse bom desempenho teve reflexo direto na corrida. Logo no início da prova, Wesley se aproveitou da largada ruim de Eric Granado (#151) e subiu para a quarta colocação. Porém, rapidamente, o adversário da equipe Honda recuperou a posição perdida e abriu vantagem. Apesar disso, Wesley não se abateu. Mesmo voltando para a colocação de partida, o paranaense cerrou o punho e cravou seguidas voltas rápidas. Virando sempre na casa de 1m18s baixo e 1m17s alto, Wesley, gradualmente, reduziu a diferença que o separava de Alex Barros (#4), o então quarto colocado.

Na 14ª volta, Wesley Gutierrez encostou de vez no experiente adversário, buscou o melhor posicionamento e fez a ultrapassagem. Restando apenas duas para o fim da prova, o piloto da Kawasaki conseguiu ainda abrir uma pequena vantagem para Alex Barros e cruzar a linha de chegada em quarto, um segundo à frente do oponente.

Enquanto isso, a trajetória de Bruno Corano (#34) na etapa de Londrina teve um desfecho bem diferente. Com problemas mecânicos em sua moto, o piloto precisou trocar de motor e correr com o equipamento original. Desta forma, Corano perdeu competitividade e garantiu apenas a 13ª marca no grid de largada.

E na corrida, Corano não conseguiu melhorar o seu desempenho. Ainda na primeira volta, acabou perdendo duas posições e se manteve em 14º no geral – e 10º na categoria Pro – ao longo de quase toda a prova, posição em que recebe a bandeirada.

Com o resultado na etapa de Londrina, os pilotos da Kawasaki Racing Team mantiveram as suas posições no classificatório geral. Wesley Gutierrez somou 13 pontos e ocupa a quarta colocação no campeonato com 67 pontos. Já Bruno Corano, mesmo com todos os problemas, garantiu seis pontos e encerrou o rodada em 10º, com 23 pontos.

Confira abaixo os cinco primeiros colocados na 5ª etapa da SuperBike, prova realizada no último domingo (27) no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR):

1º - Eric Granado (#151), da Honda Racing Team: 20m39s854
2º - Diego Pierluigi (#84), da Hibridus Club Alex Barros Racing: + 0.901
3º - Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team: +3.687
4º - Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team: +13.403
5º - Alex Barros (#4), da Hibridus Club Alex Barros Racing: + 14.457
...
14º - Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team (10º na categoria Pro): 1 volta atrás


Classificação da categoria SuperBike após a 5ª rodada:

1º - Alex Barros (#4), da Hibridus Club Alex Barros Racing: 98 pontos
2º - Eric Granado (#151), da Honda Racing Team: 86
3º - Diego Faustino (#68), da Honda Racing Team: 81
4º - Wesley Gutierrez (#15), da Kawasaki Racing Team: 67
5º - Diego Pierluigi (#84), da Hibridus Club Alex Barros Racing: 65
6º - José Luiz "Cachorrão" (#51), da Honda Racing Team: 46
7º - Davi Lara Costa (#12), da JC Racing Team: 43
8º - Danilo Lewis (#17), da Tecfil Havoline Racing Team: 36
9º - Massao Nishimoto (#41), da Motonil Motors / Usatec BSB: 23
10º - Bruno Corano (#34), da Kawasaki Racing Team: 23

 


 


 

 

8º PARA OLIVEIRA

 

8º lugar para Miguel Oliveira após esforçada recuperação


O piloto português da Red Bull KTM Ajo finalizou o GP britânico na 8ª posição, tendo esta sido uma das corridas mais rápidas do Campeonato Mundial de Motos, em Moto2.

No arranque da corrida, Miguel Oliveira, que saiu na 3ª linha de grelha, perdeu duas posições, as quais rapidamente recuperou, conseguindo escalar até ao 5ª lugar, e registando os tempos mais rápidos em pista.  O piloto de 22 anos envolveu-se então numa luta pela 5ª posição com o italiano Mattia Pasini, da qual resultou uma falha na travagem à 10ª volta, que o obrigou a uma saída de pista, retomando a corrida em 14º lugar.

Mantendo um dos melhores ritmos até ao final, o piloto português de Moto2 continuou a rodar dentro dos 2min07s, recuperando 6 posições e terminando com um sólido 8º lugar.

Miguel Oliveira mantém a 4ª posição na classificação geral do campeonato, a 14 pontos de Alex Marquéz, que ocupa a última posição do pódio.a269 Copy

 

MOTOS NO BRASIL

 

O mineiro Rigor Rico defende a liderança entre as motocicletas da categoria Gold no Campeonato Brasileiro de Hard Enduro. A terceira etapa está marcada para este fim de semana (26 e 27) em Socorro-SP. O Team Rinaldi também acelera com os pilotos mineiros Ripi Galileu e Ronald Santi, em terceiro lugar nas categorias Gold e Silver, respectivamente.

Novidade no calendário nacional, o Brasileiro de Hard Enduro promete testar pilotos e motocicletas em obstáculos desafiadores. “As expectativas são muito boas, estou gostando bastante de praticar a modalidade. Venho de uma boa sequência de treinos e sinto que estou preparado”, comentou Rico. “Vou utilizar os pneus Rinaldi HE40 e SR Hard Enduro, que traz um composto macio e foi feito especialmente para o esporte”, concluiu Rico.

A prova terá como palco as trilhas do Vale do Oratório, localizadas em região montanhosa. No primeiro dia de disputas, a largada será em estilo Le Mans e o percurso terá 8,5 quilômetros de trilhas, subidas e trechos de mata no alto da serra. A classificação valerá como ordem de largada para o segundo dia, cujo roteiro traz 25km de trilhas que exigirão ainda mais resistência física e muita técnica. A chegada em uma área de extração de cascalho abandonada promete encerrar em as disputas em grande estilo.

Sobre a Rinaldi – A Rinaldi iniciou as atividades em 1969 com 60 colaboradores e 15 mil m² de área fabril para produção de materiais de recauchutagem em Bento Gonçalves (RS). A empresa ampliou a produção com as câmaras de ar para as linhas automotiva, transporte e industrial na década de 80, além de introduzir a fabricação de pneus e câmaras de ar para as linhas de motocicletas, agrícola, industrial (não motorizada) e charretes.

A busca pela excelência refletiu em credibilidade no mercado e fortes parcerias. Muito mais que em espaço físico, com área fabril de 35 mil m², a Rinaldi cresceu na geração de empregos diretos, atualmente com 700 colaboradores, e conquistou reconhecimento no mercado.

A fábrica conta com a Certificação da Gestão de Qualidade ISO 9001:2015 e com o aval do INMETRO nos seus produtos da linha de motocicletas. Na área ambiental, a empresa possui o Certificado de Destruição Térmica, por destinar 100% dos seus resíduos sólidos a uma cimenteira para geração de energia. Para conhecer os produtos da Rinaldi, acesse o site oficial


Rigor Rico, piloto do Team Rinaldi
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

Rigor Rico, piloto do Team Rinaldi
Cr�dito: Caf� Fotos/Mundo Press

 

TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Sertões 2017: Geison Belmont permanece em quinto nos quadriciclos, na classificação geral

Piloto da Meikon Rally Team, de Niterói (RJ) finaliza os 194,91 quilômetros da especial da sexta etapa em 3h38min28seg93, estourando o tempo regulamentar. Amanhã ele segue para a final do rally que chega em Bonito (MS)

 O 25º Rally dos Sertões continua para o novo campeão Brasileiro de Cross Country, nos quadriciclos. Mas, nesta sexta etapa da competição, que saiu de Coxim (MS) e chegou em Aquidauana (MS), durante a manhã sexta-feira (24), Geison Belmont, da Meikon Rally Team, com problemas no seu quadriciclo, completou o trecho cronometrado de 194,91 quilômetros em 3h38min28seg93.

“A prova hoje foi variada, apesar de ser curta, e para nós, foi de sacrifício. Em função do acidente de ontem, nos 10 quilômetros finais, fizemos o reparo possível e necessário para a especial de hoje, mas a torre não ficou legal. Logo no início da prova ela começou a afrouxar e quando ficou mais rápida ela começou a soltar. Na sequência o road book parou de funcionar e tivemos que navegar a prova toda só no visual para poder completar”, disse.

“Infelizmente, não conseguimos chegar a tempo, pois estourei o tempo máximo de especial em mais de oito minutos, e não consegui meu apoio para o abastecimento emergencial. E no deslocamento final, no meio dos 170 km de reta de estrada de chão, o reservatório de água furou e vim com a ventoinha ligada no fixo, rezando para não ter mais problemas e consegui chegar sem estourar o tempo de deslocamento”, desabafa o quadriciclista de Niterói.

O percurso do trecho cronometrado do dia foi bem técnico, duro e travado. Estradas em piçarras, muitas pedras e lombas perigosas. A descida de serra no início da segunda parte da especial do dia, já dentro da região sul do Pantanal, proporcionou uma paisagem inesquecível aos competidores. A especial terminou em pista em alta velocidade.

Neste sábado, acontece a última etapa da edição histórica dos 25 anos de Rally dos Sertões. A caravana de equipes viaja a Bonito (MS), para a última etapa da competição. Fechando com chave de ouro, a especial promete ser bem técnica, exigindo muito tanto de pilotos como de navegadores. O trecho cronometrado, de 240,45 quilômetros, começa bem rápido, seguido por estradas em fazendas bem sinuosas, trechos com trial e muitas pedras. No final do percurso, a prova volta a ficar rápida.

Já em Bonito, a festa do 25º Rally dos Sertões promete movimentar a cidade. A chegada promocional acontecerá na Praça da Liberdade, na Rua Coronel Pilad Rebuá, a partir do meio dia. A cerimônia de premiação também será no mesmo local, a partir das 21 horas.

Geison Belmont e a Meikon Rally Team são patrocinados por Meikon Metalúrgica, e têm apoio de Quadrijet, Casarini, Motobiu, Race Tech e Arisun.

Resultados da 6ª etapa – Quadriciclos (extra-oficiais):
1° - #102 Marcelo Medeiros,2h23h30seg35

2° - #106 George Ximenes, 2h25min11seg42

3° - #103 Diogo Zonato, 2h35min35seg80

4° - #107 Milton Martens, 2h50min13seg65

5° - #101 Geison Belmont, 3h38min28seg93

6° - #105 Pedro Costa, 8h12min00seg00


 
Classificação acumulada (após seis etapas) – Quadriciclos (extra-oficiais):
1° - #106 George Ximenes, 24h39min48seg86

2° - #103 Diogo Zonato, 24h39min49seg24

3° - #107 Milton Martens, 26h57min29seg21

4° - #105 Pedro Costa, 31h31min40seg81

5° - #101 Geison Belmont, 35h49min16seg06

6° - #102 Marcelo Medeiros, 51h38min49seg79

Confira a programação do Rally dos Sertões – 25 anos

26/08/2017 - 7ª e última etapa

Aquidauana (MS) – Bonito (MS)

Deslocamento Inicial – 128,62 km
Trecho Cronometrado – 240,45 km
Deslocamento Final – 51,71 km
Total do dia: 420,78 km

Percurso total do Rally dos Sertões – 3.300,06 km

Especiais (trechos cronometrados) – 1.999,52 km (60,59 %)

12h00 – Previsão de chegada

21h00 - Cerimônia de Premiação

Local: Praça da Liberdade - Rua Coronel Pilad Rebuá – Bonito/MS

 

O Sertões completou sua sexta e penúltima etapa chegando em Aquidauana (MS) (Vinícius Branca/Fotop)

O Sertões completou sua sexta e penúltima etapa chegando em Aquidauana (MS) (Vinícius Branca/Fotop)
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Nesta sexta-feira foram percorridos 429,45 quilômetros (Vinícius Branca/Fotop)

Nesta sexta-feira foram percorridos 429,45 quilômetros (Vinícius Branca/Fotop)
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A sétima e última etapa promete fortes emoções com chegada em Bonito (MS) (Marcelo Maragni/Fotop)

A sétima e última etapa promete fortes emoções com chegada em Bonito (MS) (Marcelo Maragni/Fotop)
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Piloto Geison Belmont, quadriciclo #101 (Luciano Santos/Sigcom)

Piloto Geison Belmont, quadriciclo #101 (Luciano Santos/Sigcom)
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TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Rally dos Sertões: Com mais uma vitória, Marcelo Medeiros supera desafios e segue para a etapa final

Piloto maranhense com persistência fechou o dia garantindo a 3ª posição na classificação geral entre motos e quadriciclos. O destino deste sábado será Bonito (MS)

 O maranhense Marcelo Medeiros (Yamanha Raptor 700-Taguatur Racing/CEMAR), completou a sexta e penúltima etapa do 25º Rally dos Sertões em 1º entre os quadriciclos em 3º colocado na classificação geral do dia da modalidade. Uma especial mais curta de 194,91 quilômetros, totalizando um percurso de 429,45 quilômetros foi o suficiente para o piloto fazer uma boa prova e conquistar sua quarta vitória, somando o prólogo (tomada de tempos), das sete etapas programadas deste ano para a competição.

"Consegui ter o desempenho desejado e cumpri com o objetivo traçado", contou Medeiros. “Uma etapa diferente pelo tipo de terreno que pegamos, em um pantanal às vezes. Um pouco de lama atravessando fazendas, então dificultou bastante para passar com o quadriciclo, sujando todo o equipamento de navegação. Mas, tirando isso, conseguimos manter um ritmo bom completando em primeiro. A meta é a mesma para a sétima e última etapa”, explicou o piloto do quadriciclo (#102).

Neste sábado, 26, será outro grande teste de resistência para Marcelo Medeiros. É dia de encerrar o último dia do rali, que também não dará moleza, o percurso total terá 420,78 quilômetros (especial de 240,45 quilômetros) até Bonito, distante 298 quilômetros da capital sul-mato-grossense, que recebe o segundo maior rali cross country de velocidade do mundo pela primeira vez.

"O percurso deve ser bem parecido com o de hoje. Começa bem rápida e segue por fazendas com trechos bem sinuosos. Depois, por trechos de trial com muitas pedras. Nos últimos quilômetros, a prova volta a ficar rápida até a chegada. Tem muita disputa pela frente, vamos revisar o equipamento e acelerar rumo à Bonito", contou Marcelo Medeiros, de 28 anos.

Após percorrer mais de 3.300 quilômetros de disputas e passar pelas cidades de Goiânia, Goianésia, Santa Terezinha de Goiás, Aruanã, em Goiás; Barra do Garças, no Mato Grosso; Aquidauana e Bonito, no Mato Grosso do Sul, a caravana do Rally dos Sertões terá chegada na Praça da Liberdade, na Rua Coronel Pilad Rebuá, a partir das 12 horas. A festa de premiação dos campeões do Sertões acontecerá a partir das 21 horas, no mesmo local.

Marcelo Medeiros conta com patrocínio da CEMAR, através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, no Rally dos Sertões. O apoio é da Taguatur Fiat, Agência Oito e Mardisa Mercedes.

Resultados da 6ª etapa – Quadriciclos (extra-oficiais):

1º - #102 Marcelo Medeiros, Taguatur Racing, 2h23m30s35 

2° - #106 George Ximenes, Girao Team, 2h25m11s42

3° - #103 Diogo Zonato, Zona Racing, 2h35m35s80

4º - #107 Milton Martens, Martens Racing, 2h50m13s65

5° - #101 Geison Belmont, Meikon Rally Team, 3h30m00s00

Classificação acumulada (após seis etapas) – Quadriciclos (extra-oficiais):

1° - #106 George Ximenes, 24h39m48s86

2° - #103 Diogo Zonato, 24h39m49s24

3° - #105 Pedro Costa, 26h49m40s81

4° - #107 Milton Martens, 26h:57m29s21

5° - #101 Geison Belmont, 35h40m41s13

6° - #104 Michael Dias, 39h15m27s83

7° - #102 Marcelo Medeiros, 51h38m49s44

Confira a programação do Rally dos Sertões – 25 anos

26/08/2017 - 7ª e última etapa

Aquidauana (MS) – Bonito (MS)

Deslocamento Inicial – 128,62 km
Trecho Cronometrado – 240,45 km
Deslocamento Final – 51,71 km
Total do dia: 420,78 km

Percurso total do Rally dos Sertões – 3.300,06 km

Especiais (trechos cronometrados) – 1.999,52 km (60,59 %)

Cerimônia de Premiação

12h – Previsão de chegada primeiro competidor

21h – Cerimônia de premiação

Local: Praça da Liberdade  - Rua Coronel Pilad Rebuá – Bonito/MS

 

A chegada neste sexta-feira foi em Aquidauana (MS) (Victor Eleutério/Fotop)

A chegada neste sexta-feira foi em Aquidauana (MS) (Victor Eleutério/Fotop)
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Equipe Taguatur Racing no Rally dos Sertões 2017 (Ricardo Leizer/Fotop)

Equipe Taguatur Racing no Rally dos Sertões 2017 (Ricardo Leizer/Fotop)
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Cerimônia de premiação será a partir das 21h na Praça da Liberdade em Bonito/MS (Victor Eleutério/Fotop)

Cerimônia de premiação será a partir das 21h na Praça da Liberdade em Bonito/MS (Victor Eleutério/Fotop)
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Nesta sexta-feira foram percorridos 429,45 quilômetros (Luciano Santos/Sigcom)

Nesta sexta-feira foram percorridos 429,45 quilômetros (Luciano Santos/Sigcom)
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Marcelo Medeiros largou às 8h57 desta sexta-feira para a penúltima etapa (Vinícius Branca/Fotop)

Marcelo Medeiros largou às 8h57 desta sexta-feira para a penúltima etapa (Vinícius Branca/Fotop)
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Equipe Taguatur Racing durante briefing do Rally dos Sertões 2017 (Luciano Santos/Sigcom)

Equipe Taguatur Racing durante briefing do Rally dos Sertões 2017 (Luciano Santos/Sigcom)
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MIGUEL OLIVEIRA QUER PÓDIO

 

Piloto português qualifica-se em 8º lugar para o GP britânico e está muito satisfeito com o seu ritmo


“Consegui rodar consistentemente perto do meu melhor tempo”

 



O resultado final da sessão de qualificação na categoria de Moto2 do GP britânico proporcionou sentimentos mistos para Miguel Oliveira. O piloto português da Red Bull KTM Ajo conquistou um lugar na 3ª linha da grelha de partida, na 8ª posição, e ficou muito satisfeito com o ritmo que conseguiu durante toda a sessão.

 

O piloto português da classe intermédia rodou em pista completamente seca durante toda a sessão de treinos livres da manhã – uma sessão em que tanto Miguel Oliveira como o seu colega de equipa Brad Binder correram com pneus usados. O piloto almadense conseguiu o seu melhor tempo no seu primeiro período em pista, ficando em 7º, com 2min07.927s, embora não baixasse em relação aos tempos de sexta-feira.

 

A estratégia de Miguel Oliveira durante a qualificação focou-se no seu ritmo de corrida, tendo conseguido encontrar consistência durante a tarde. Fez apenas uma paragem nas boxes e conseguiu umas impressionantes 12 voltas dentro dos 2min07s. O seu melhor tempo foi de 2min07s124.

 

#44 Miguel Oliveira

“Na sessão de qualificação ficámos um pouco aquém da posição esperada mas, ainda assim, foi uma sessão bastante positiva para nós, já que consegui rodar consistentemente perto do meu melhor tempo. Estou contente por isso, e acredito que amanhã consiga correr a esse ritmo a corrida inteira. Muitos pilotos conseguem a sua melhor volta ao terminar a sessão usando os cones de aspiração de outros pilotos, por isso fica um ‘sabor agridoce’ para nós. Olhando para o trabalho que fizemos até agora, estou otimista para amanhã.”

 

A corrida de Moto2 no GP britânico tem hora marcada para as 14h00, hora de Portugal.

 

Resultados Qualificação:
1. Mattia Pasini (Kalex) com 2:06.572
2. Alex Marquez (Kalex) com 2:06.794 +0.222
3. Franco Morbidelli (Kalex) com 2:06.817 +0.245
4. Takaaki Nakagami (Kalex) com 2:06.936 +0.364
5. Luca Marini (Kalex) com 2:06.983 +0.411
8. Miguel Oliveira (Red Bull KTM Ajo) com 2:07.124 +0.552a262 Copy

 

MIGUEL OLIVEIRA EM INGLATERRA

 

Piloto português protagoniza um grande dia em Silverstone, ficando em segundo nas classificações gerais

 

MIGUEL OLIVEIRA MARCA TERRENO NO GP BRITÂNICO


Miguel Oliveira teve um grande começo no arranque deste fim de semana em Silverstone, estabelecendo-se rapidamente como um dos pilotos a não perder de vista na corrida de domingo. O piloto português rapidamente colocou o desfecho decepcionante no GP austríaco para trás e imprimiu um ritmo forte desde o início deste GP britânico, arrecadando o segundo tempo mais rápido do dia.

As boas condições na 1ª sessão de treinos livres permitiram a Miguel Oliveira estabelecer uma volta de 2min08.678s, colocando-o em 3º lugar. Um ponto ainda mais positivo a registar: o piloto fez 8 voltas dentro dos 2min08s, sendo o único a ter conseguido tal feito.

Na segunda sessão de treinos livres, Miguel Oliveira demorou apenas três voltas para conseguir bater os primeiros tempos da manhã, e mais duas para conseguir o seu melhor tempo do dia: 2min07.763s. Apesar de não melhorar os tempos no resto da sessão, o piloto português de Moto2 manteve o seu ritmo forte e foi o 2º na tabela de classificações, resultado que lhe deu otimismo para a sessão de qualificação de amanhã.

 

#44 Miguel Oliveira

“Foi um primeiro dia bastante positivo, aqui em Silverstone. A moto esteve sempre a funcionar bem, por isso não tivemos de fazer muitas modificações e conseguimos consolidar os tempos. Estou contente com a forma como as coisas estão a correr, por isso espero que as condições climatéricas amanhã continuem favoráveis. Irei dar o meu melhor e arriscar, se possível, na qualificação para conseguirmos o objetivo de sempre, estar na primeira ou segunda fila da grelha de partida. Amanhã voltamos a fazer uma ‘contraprova’ com outras peças, mas sem mexer muito na moto. Temos ainda, também, de ajustar um pouco a minha pilotagem.”


A qualificação acontece amanhã, sábado, pelas 14h05, hora de Portugal.a728 Copy

 

TT NO BRASIL

 

Os gaúchos Gustavo Pellin e Diego Colett já estão na França para a disputa do International Six Days Enduro (ISDE). Os pilotos da Sacramento Racing aproveitaram para caminhar pelo percurso e conhecer melhor os desafios que os aguardam em Brive-la-Gaillarde. Com a presença de 700 competidores de diversas nacionalidades, o ISDE é considerado a Copa do Mundo da modalidade e será realizado entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro.

A Seleção Brasileira está de volta ao evento após 14 anos de ausência e ainda conta com os pilotos Bruno Crivilin, do Espírito Santo, e Rômulo Bottrel, de Minas Gerais. O quarteto acelera as motocicletas KTM na prova, que é destaque do calendário mundial off-road desde 1913. A primeira impressão em solo francês foi bastante positiva.

“Está tudo muito bem organizado, tudo indica que a prova vai ser perfeita”, disse Pellin. “O paddock é enorme e cada país tem o seu lugar indicado. A estrutura é gigantesca, com a presença de todas as grandes Seleções e fábricas do motociclismo. Há uma enorme quantidade de motor homes estacionados, o público europeu tem essa cultura e vai comparecer em peso”, relatou o piloto, atual bicampeão brasileiro de Enduro FIM (classe E3).

Serão seis dias de prova e muitos desafios, como mostra Colett. “Só de caminhar pelas especiais (trechos cronometrados) a gente já percebe que vai ser divertido de acelerar. O chão é diferente, mas não escorrega, e apenas com a passagem de uma moto já formou canaletas. Imaginem como vai ser no dia da prova. A gente também viu que vão aparecer raízes no percurso e haverá pontos de altas velocidades, trechos acidentados e poucas pedras”, contou o campeão nacional de Enduro FIM em 2012 (E2).

Pellin trouxe ainda mais detalhes. “Há especiais com bastante single track no meio do mato, além de locais mais abertos, em gramados. A gente caminhou pelo percurso que irá receber as provas dos dois primeiros dias e, em seguida, cumpriu a pé o roteiro do quarto e do quinto dias de prova. O Crivilin e o Bottrel estão para chegar na França e vamos reconhecer as outras especiais com eles”, explicou.

De acordo com o piloto, o clima dos bastidores está tranquilo. “Acho que a ansiedade vai pegar mais perto da largada, quando estivermos preparando as motos e cumprindo as vistorias técnicas.” Colett concordou com o companheiro de equipe. “Chegamos com certa antecedência, justamente para ter tempo de conhecer o máximo possível sobre o desafio. Na hora em que todos estivermos concentrados para a largada, com certeza o coração vai bater mais forte”, concluiu.

A equipe Sacramento Racing é patrocinada por Alpinestars, Bell, Edgers Racing, Shopping SerrAzul, Dafra Motos, Motul, Tebaldi Gráficos e Honey Stinger.

Sobre a Sacramento MotorSports – A Sacramento MotorSports traz os melhores equipamentos e produtos para quem encara a trilha ou a estrada como estilo de vida. O conceito da marca foi criado em fevereiro de 2008 pelo empresário e piloto Fábio Wolf Campos, após uma viagem que teve no roteiro a cidade de Sacramento, na Califórnia.

Influenciado pela cena do motociclismo nos Estados Unidos, Campos inaugurou um restaurante e uma boutique temáticos no Shopping SerrAzul, do qual é administrador desde 1994. O local, construído sobre a Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva (SP), é o maior shopping aéreo do mundo e logo tornou-se um dos principais pontos de encontro de motociclistas do Brasil, além de sediar renomadas competições off-road.

De lá para cá, com restaurante e boutique ampliados, a Sacramento MotorSports ganhou força com a inauguração das concessionárias KTM Sacramento em Curitiba (PR), uma das quatro revendas “FlagShip” da marca austríaca de motocicletas no país, e Polaris Sacramento, com os UTVs e quadriciclos norte-americanos na loja do Shopping SerrAzul. A Sacramento ainda expandiu no modelo híbrido franchising, com sua primeira unidade no Outlet Premium Brasília.

A empresa ainda incentiva o esporte por meio da equipe Sacramento Racing, criada em 2013 e hoje chefiada pelo piloto e multicampeão off-road Nielsen Bueno. Para saber mais sobre a Sacramento MotorSports, acesse o site oficial


Diego Colett (� esquerda) e Gustavo Pellin, da Sacramento Racing, reconhecem as especiais do ISDE na Fran�a
Cr�dito: Divulga��o

Gustavo Pellin (� esquerda) e Diego Colett, da Sacramento Racing, reconhecem as especiais do ISDE na Fran�a
Cr�dito: Divulga��o

 

TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Ricardo Martins encerrou nesta quinta-feira (24) a sua participação no 25ª Rally dos Sertões. Em terceiro lugar na classificação geral das motocicletas, o piloto do Yamaha Rinaldi Rally Team constatou fraturas nas costelas no hospital de Barra do Garças (MT), onde teve início a quinta etapa da prova com destino a Coxim (MS). A lesão foi ocasionada por uma queda durante o terceiro dia de prova, quando o catarinense bateu as costas em um barranco após uma curva.

“Infelizmente não pude continuar. Pilotei dois dias com muita dor e fui diagnosticado com costelas quebradas. O médico alertou que uma pequena queda poderia ter grandes consequências, por isso não tive outra alternativa”, lamentou Martins.

“Adiei o sonho de conquistar o título do Rally dos Sertões, mas sigo de cabeça erguida e com vontade de me dedicar ainda mais ao esporte. Agradeço os meus patrocinadores, que acompanham todas as minhas decisões, e a minha equipe, que é uma segunda família”, concluiu. 

Martins utilizou os pneus Rinaldi HE42 no desafio. O Rally dos Sertões teve início no dia 20 de agosto, em Goiânia (GO), e a chegada está marcada para o próximo sábado (26) em Bonito (MS). O evento ainda reúne categorias para carros, quadriciclos e UTVs.

Sobre a Rinaldi – A Rinaldi iniciou as atividades em 1969 com 60 colaboradores e 15 mil m² de área fabril para produção de materiais de recauchutagem em Bento Gonçalves (RS). A empresa ampliou a produção com as câmaras de ar para as linhas automotiva, transporte e industrial na década de 80, além de introduzir a fabricação de pneus e câmaras de ar para as linhas de motocicletas, agrícola, industrial (não motorizada) e charretes.

A busca pela excelência refletiu em credibilidade no mercado e fortes parcerias. Muito mais que em espaço físico, com área fabril de 35 mil m², a Rinaldi cresceu na geração de empregos diretos, atualmente com 700 colaboradores, e conquistou reconhecimento no mercado.

A fábrica conta com a Certificação da Gestão de Qualidade ISO 9001:2015 e com o aval do INMETRO nos seus produtos da linha de motocicletas. Na área ambiental, a empresa possui o Certificado de Destruição Térmica, por destinar 100% dos seus resíduos sólidos a uma cimenteira para geração de energia. Para conhecer os produtos da Rinaldi, acesse o site oficial.  


Ricardo Martins com os pneus Rinaldi HE42 no Rally dos Sert�es 2017
Cr�dito: Marcelo Machado/Fotop

Ricardo Martins encerra participa��o no Rally dos Sert�es 2017
Cr�dito: DoniCastilho/DFotos

 

TT NO BRASIL - RALI DOS SERTÕES

 

Rally dos Sertões 2017: Nos quadriciclos, Marcelo Medeiros é o terceiro na quinta etapa

Piloto de São Luís (MA), largou de Barra do Garças e chegou à Coxim (MS) nesta quinta-feira

Em alta velocidade, a 25ª edição do Rally dos Sertões avança e chega à Coxim, microrregião Centro Norte de Mato Grosso do Sul e situado na borda setentrional da Bacia do Alto-Paraguai, completando o quinto dia de prova do segundo maior rali do mundo. No total serão 3.300 quilômetros, dos quais 1.999,52 quilômetros de trechos cronometrados. Em belíssima recuperação, em um desafio duro com prova mais longa do rali, o piloto Marcelo Medeiros (Yamanha Raptor 700) partiu da 49ª posição entre as motos e quadriciclos e completou na terceira posição entre os quadriciclos e em 13º na geral do grid com o tempo de 5h44m41s90.

O Yamanha mostrou todo o seu potencial off-road e superou os obstáculos que surgiram pelo caminho, após os reparos realizados pela equipe Taguatur Racing na noite de quarta-feira. Nesta etapa, foram 438,86 quilômetros de cronômetro aberto, onde os competidores lutaram pelo menor tempo. O roteiro teve piso duro e seco, o que proporcionou alta velocidade.

Uma prova típica do Rally dos Sertões: rápida, com muitas pedras, erosões, muitas depressões, trial, estradas sinuosas, passando por algumas serras. “Esta etapa foi difícil pra mim, porque larguei lá atrás, peguei muita poeira de moto e tive que andar mais devagar por ter que fazer muita ultrapassagem. Mas foi um dia muito longo, então deu para buscar um pouco na classificação para largar mais à frente e tentar ganhar mais algumas especiais novamente”, falou o piloto.

Para a sexta etapa o piloto já tem uma estratégia definida. "O equipamento está tranquilo, chegou bem, só fazer uma revisão de rotina e estará pronto para amanhã. Para próxima etapa tenho que acelerar e tirar diferença", concluiu Medeiros.

Nesta sexta-feira (25), os competidores seguirão para o Aquidauana (MS), sexta etapa do Sertões e serão 429,45 quilômetros de percurso, sendo 194,91 quilômetros de trechos cronometrados.

O 25º Rally dos Sertões é a maior prova de rali brasileira e o mais extenso que acontece dentro do mesmo país, com início no dia 19 de agosto em Goiânia (GO) e chegada no próximo sábado (26) na cidade de Bonito (MS), onde também acontece a cerimônia de premiação.

Marcelo Medeiros conta com patrocínio da CEMAR, através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, no Rally dos Sertões. O apoio é da Taguatur Fiat, Agência Oito e Mardisa Mercedes.

Resultados da 5ª etapa – Quadriciclos (extra-oficiais):

1° - #103 Diogo Zonato, Zona Racing, 5h32m00s02

2° - #106 George Ximenes, Girao Team, 5h42m16s42

3º - #102 Marcelo Medeiros, Taguatur Racing, 5h44m41s90 

4° - #105 Pedro Costa, Quatrilha Do Cerrado Rally Team, 6h12m43s77

5º  #107 Milton Martens, Martens Racing, 6h34m00s60

6° - #101 Geison Belmont, Meikon Rally Team, 6h45m29s54

7º - #104 Michael Dias, Taguatur Racing, 7h30m10s03

 

Classificação acumulada (após cinco etapas) – Quadriciclos (extra-oficiais):

1° - #103 Diogo Zonato, 22h04m13s44

2° - #106 George Ximenes, 22h14m37s44

3° - #105 Pedro Costa, 23h19m40s81

4° - #107 Milton Martens, 24h21m13s56

5° - #101 Geison Belmont, 32h10m41s13

6° - #104 Michael Dias, 35h45m27s83

7° - #102 Marcelo Medeiros, 49h15m19s44

Confira a programação do Rally dos Sertões – 25 anos

25/08/2017 - 6ª Etapa

Coxim (MS) – Aquidauana (MS)

Deslocamento Inicial – 59,82 km
Trecho Cronometrado – 194,91 km
Deslocamento Final – 174,72 km
Total do dia: 429,45 km

26/08/2017 - 7ª e última etapa

Aquidauana (MS) – Bonito (MS)

Deslocamento Inicial – 128,62 km
Trecho Cronometrado – 240,45 km
Deslocamento Final – 51,71 km
Total do dia: 420,78 km

Percurso total do Rally dos Sertões – 3.300,06 km

Especiais (trechos cronometrados) – 1.999,52 km (60,59 %)

Cerimônia de Premiação

 

Marcelo Medeiros voou baixo nesta quinta-feira em busca da recuperação (Marcelo Machado/Fotop)

Marcelo Medeiros voou baixo nesta quinta-feira em busca da recuperação (Marcelo Machado/Fotop)
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Restam duas etapas para a chegada em Bonito (MS) (Marcelo Maragni/Fotop)

Restam duas etapas para a chegada em Bonito (MS) (Marcelo Maragni/Fotop)
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A quinta etapa contou o trecho cronometrado mais longo da edição 2017 (Marcelo Maragni/Fotop)

A quinta etapa contou o trecho cronometrado mais longo da edição 2017 (Marcelo Maragni/Fotop)
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Piloto Marcelo Medeiros #102 (Gustavo Epifanio/Fotop)

Piloto Marcelo Medeiros #102 (Gustavo Epifanio/Fotop)
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O Rally dos Sertões acontece de 19 a 26 de agosto (Ricardo Leizer/Fotop)

O Rally dos Sertões acontece de 19 a 26 de agosto (Ricardo Leizer/Fotop)
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João Raposo

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