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NACIONAL VELOCIDADE - SUPER RACING WEEKEND VILA REAL

Domingo, 24 Junho 2018 20:55 | Actualizado em Quarta, 14 Novembro 2018 02:21

49º Circuito de Vila Real - Sábado

Em Vila Real cumpre-se o segundo de três dias de corridas. Esta é a terceira jornada de Racing Weekend, que pontua para o Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos (CPVC), Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos 1300 (CPVC 1300), Campeonato de Portugal de Velocidade Legends (CPVL) e é a segunda jornada de 2018, do Campeonato de Portugal de Velocidade Turismo (CPVT), TCR Portugal e Supercar, que correm juntos.

vilareal meninas vilareal grelha ps

CPVT - TCR Portugal, Supercar

Pedro Salvador (Seat Leon Cupra TCR) dominou a prova, que ficou marcada pelo enorme duelo travado entre Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR) e Armando Parente (VW Golf GTI TCR) e em que os pneus dianteiros do carro alemão ditaram o resultado.

Nos Supercar a vitória foi para Pedro Lisboa (VW Golf R35) venceu depois de conseguir levar, a custo, a melhor sobre Paulo Martins (Nissan 350 Z) e Joaquim Santos (Seat Leon Eurocopa).

Resumo volta a volta

  • Volta de formação

Manuel Gião (Kia Cee´d TCR) ficou parado, mas conseguiu voltar a colocar o carro em marcha.

  • Partida

Pedro Salvador arrancou bem. José Correia falhou o arranque e o Nissan Nismo GTR GT3, demorou a arrancar. Francisco Carvalho (Audi RS3 LMS) teve que contornar o Nissan.

Na direita que dá acesso à subida de Abambres, Gustavo Moura foi surpreendido por Fábio Mota, que tinha metido a frente do Peugeot 308 Cup. O toque foi inevitável e o Audi RS3 LMS de Moura ficava pelo caminho.

Armando Parente (VW Golf GTI TCR) passou Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR)

Manuel Gião a subir para o quinto posto, atrás Francisco Carvalho

Joaquim Santos (Seat Leon Eurocup) era o líder dos Supercar, seguido por Pedro Lisboa (VW Golf R35), que trazia Paulo Martins (Nissan 350 Z) a pressionar.

  • 2ª volta

Pedro Salvador distanciava-se duas décimas de Armando Parente e Rafael Lobato estava por sua vez a duas décimas do Golf.

  • 3ª volta

Álvaro Parente a defender-se de Rafael Lobato, que pressionava forte.

Paulo Martins passou Pedro Lisboa

  • 4ª volta

Pedro Lisboa passou Paulo Martins

  • 5ª volta

Pedro Salvador aproveitava a batalha pelo segundo posto e distanciava-se dos adversários.

Armando Parente falhou travagem para Chicane no fundo de Mateus

José Correia bateu à entrada do circuito novo.

João Sousa (Seat Leon) seguia em ritmo lento para a box e desistia. O líder dos TCC, ficava fora de prova.

  • 6ª volta

Joaquim Santos perdia a liderança dos Supercar, despois de ser ultrapassado por Pedro Lisboa e Paulo Martins.

  • 7ª volta

Rafael Lobato a pressionar Armando Parente, chegam a estar lado a lado, mas Parente manteve o segundo posto.

Francisco Carvalho era quarto e Manuel Gião quinto

  • 8ª volta

Parente teve uma ligeira saída de frente e Lobato “colou-se” mais.

  • 9ª volta

Pedro Salvador rodou em 2m 04,182s e assinou a melhor volta de corrida.

Nas dobragens Rafael Lobato perdeu tempo atrás do Nissan 300ZX de Paulo Martins

Armando Parente afastou-se.

Pedro Lisboa era o primeiro Supercar, seguido por Paulo Martins, Joaquim Santos

  • 11ª volta

Saída larga de Parente, Rafael Lobato aproveitava para se colocar lado a lado, rodaram assim por vários metros mas desta vez Lobato levava a melhor.

  • 12ª volta

Pedro Salvador cortou a meta um segundo antes de terminar a corrida e isso originou mais uma volta.

Rafael Lobato quase perdia controlo do Peugeot.

vilareal salvador sabado Pedro Salvador (Seat Leon Cupra TCR), foto de: NunOrganista 

vilareal parente lobato sabado Armando Parente (WV Golf GTI TCR), com Rafael Lobato (Peugeot 308 TCR) ainda em terceiro.

vilareal lisboa sabdo Pedro Lisboa (VW Golf R35), foto de: Nuno Organista

  • Classificação final: 

Pedro Salvador venceu, com uma vantagem de 14,573 s sobre Rafael Lobato e 16,361s sobre Armando Parente. Francisco Carvalho foi terceiro, seguido por Manuel Gião. 

Pedro Lisboa ganhou nos Supercar e simultaneamente o melhor "turismo" com uma vantagem de 2,368s sobre Paulo Martins, o melhor GT. Joaquim Santos encerrou o pódium dos Supercar.

Disseram os vencedores

Pedro lisboa

"Correu bem, acabei em primeiro. Foi esperar, foi uma corrida de gestão, esperar que as coisas acontecessem e correu bem."

"As lutas foram engraçadas, com o Joaquim e com o Paulinho, foi divertido."

vila real supercars podium Pódium dos Supercar

Pedro Salvador

"Correu tudo muito bem e o balanço é extremamente positivo. Foi uma boa partida, ganhei logo uma vantagem no arranque e a partir daí foi uma prova a dar o máximo, obviamente, sempre constante em todas as voltas. Ganhar uma vantagem cada vez maior para a concorrência. Realmente é um balanço extremamente positivo, estou extremamente satisfeito com o resultado mas já com a mente focada na corrida de amanhã."

vila real tcr podium Pódium do CPVT

CPVC

Luis Barros arrancou na frente, mas Macedo e Silva estava apostado em não ser segundo. Pressionava e quase no fim da primeira volta assumia a o comando. Depois, os dois Porsches na frente afastavam-se da concorrência.

Joaquim Jorge e Rui Azevedo ficavam a discutir o terceiro posto, numa luta de Ford Escort´s RS1600. Lá mais atrás vinha outro Escort, o de Rui Costa.

Macedo e Silva, numa dobragem falhou uma chicane, Barros aproveitou para ganhar algum do tempo. Algo não estava bem no Porsche 930 Turbo, pois a roda traseira esquerda rodava no paralamas.

Ponto de interesse era, como já é hábito, a luta pelos H71, com os homens dos Lotus Elan, Joaquim Soares e Filipe Matias a serem os protagonistas de uma luta interessante de seguir.

No Grupo 5 as coisas eram semelhantes. Rómulo Mineiro (Ford Escort RS2000) defendia-se de Alexandre Guimarães (Lotus Elan).

Com a corrida a meio, era necessário entrar o safety car. Primeiro era o tête do Karmann Ghia de João Carlos Vieira, Macedo e Silva tocava-o, gerava-se alguma confusão e o safty car entrava.

Retomada a corrida, toda a gente estava de novo a rodar de forma compacta e aluta pelos H71 terminava mais cedo do que o previsto e com ela a prova. Um toque tipo choque em cadeia provocava a "confusão". Para evitar um embate, Joaquim Soares, atravessava-se e não conseguia evitar o Datsun 1200 de Luís Sousa e Costa, que estava a ser dobrado, Filipe Matias era apanhado pela traseira do Lotus, por um triz via-se envolvido na confusão e a bandeira vermelha era mostrada.

João Macedo e Silva vencia e era o melhor dos H75, seguido pelo vencedor dos H81, Luís Barros.

Como a corrida terminou com bandeira vermelha, a classificação atribuída foi a da volta anterior e por isso Joaquim Soares venceu os H71. Rómulo Mineiro foi o melhor do Grupo 5

vilareal classicos partida1 vilareal macedosilva corrida1 João Macedo e Silva (Porsche 911 RSR) Luís Barros (Porsche 930 Turbo), fotos: NunOrganista

CPVC 1300

Luís Alegria (Datsun 1200) voltou a dominar o panorama dos 1300. Conseguiu escapar às restantes lutas e até se foi intrometer nos Grupo 5 e H81, com um 1300 dos H75.

Logo após quatro pilotos rodaram em conjunto e acabaram completamente colados, pois recorde-se que, primeiro, o safety-car e depois a bandeira vermelha, complicaram as contas de todos.

Assim, Bruno Pires (Datsun 1200) acabou foi o segundo, melhor H71, com um final de corrida de arrepiar, pois João Pedro Peixoto (Mini Cooper S) rodava a meio segundo, seguido de muito perto por Carlos Cruz (Datsun 1200) e Filipe Nogueira (Morris Mini 1275 GT). Paulo Miguel encerrou o grupo dos seis da frente.

Após o final da prova, Luís Alegria recebeu uma penalização de 40 segundos, por irregularidades de andamento, enquanto o safety-car esteve em pista. Manteve a vitória nos H75.

 vilareal alegria corrida1 Luís Alegria (Datsun 1200), foto: NunOrganista

CPVL

Começo de corrida animado nos Legends, com Vasco Barros (Mercedes 190E DTM) a começar na frente, mas antes ainda da primeira volta terminar, tinha sido batido pela concorrência, leia-se pelo pai, Luís Barros (Ford Sierra Cosworth RS500). Estes eram os comandantes, respectivamente das categorias L90 e Especial.

Paulo Sousa e António Barros, faziam uma espécie de competição monomarca com os BMW M3, mas curiosamente tinham um problema chamado Pedro Alves, que com o Citroen Saxo não descolava. Alves era simultaneamente o melhor L99/2000, à frente de José Meireles (Toyota Carina E).

Luís Delgado estava comodamente na liderança do Desafio Único FEUP3, tanto mais que entre o respectivo Alfa-Romeo 156 e o de Hélder Moura, andava o Citroen Saxo de Augusto Soares.

Nos FEUP 2 Pedro Sousa tinha mais trabalho, tanto mais que Pedro Pinto, rodava quase para-choques de Fiat Punto, com para-choques de Fiat Punto.

Bandeira amarela e safty em car em pista, por duas vezes. Da primeira porque o Honda Civic de Nuno Basílio, tinha ficado parado na pista. Depois porque o Alfa-Romeo 156 de José Monteiro estava imobilizado na sequência de um toque.

No retomar da prova Luís Barros recomeçou na frente. Paulo Sousa assumiu a posição, mas Vasco Barros não estava para ser terceiro e passou-o logo de seguida. Depois era a vez de “atacar” o pai e Vasco assumia a liderança da corrida e era um destacado comandante da categoria Especial.

Luís Barros vencia a L90, à frente de Paulo Sousa, que era quem ganhava a L99. Pedro Alves ainda ultrapassava António Barros, era o quarto a cortar a meta e o melhor L99/2000.

Nos FEUP 3, Luís Delgado confirmou a vitória e nos FEUP 2 foi Pedro Sousa quem ganhou.

vilareal delgado sabado Vasco Barros (Mercedes 190E DTM) Luis Barros (Ford Sierra RS500)

vilareal punto sabado Luis Delgado (Alfa-Romeo 156), fotode: Nuno Organista

vilareal vasco luis barros Pedro Sousa (Fiat Punto), foto de: Nuno Organista


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