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Nacional - Clássicos

CAMPEONATO PORTUGAL CLÁSSICOS - CARLOS VIEIRA FALA DA PROVA DE BRAGA

Terça, 15 Setembro 2020 21:20 | Actualizado em Sábado, 26 Setembro 2020 02:30

Campeonato de Portugal de Clássicos – ANPAC Racing Weekend Braga Carlos Vieira conheceu fim de semana azarado no ANPAC Racing Weekend de Braga O regresso ao Circuito Vasco Sameiro de Carlos Vieira para disputar as duas corridas do Braga ANPAC Racing Weekend saldou-se por uma enorme desilusão. O Campeão de Portugal de Velocidade e de Ralis não pode contar com a ajuda do Ford Escort RS e se nos treinos anunciava-se um fim de semana azarado, a primeira corrida provou a teoria. Logo desde os primeiros metros, Carlos Vieira sentiu que a corrida seria muito complicada ao perder três posições devido às complicações com a caixa e a embraiagem. Porém, apesar de inferiorizado pelas dificuldades com a caixa, o campeão nacional mostrou a sua raça e talento até chegar ao segundo lugar. Imediatamente lançou o ataque ao primeiro classificado, mas o motor do Escort pregou a partida, começou a sobreaquecer e Carlos Vieira decidiu reduzir o andamento para preservar a mecânica. Passado por Rui Costa, o piloto apoiado pela Pocargil e pela Carvitin acabou por ser, novamente, prejudicado pela embraiagem que levou à quebra da caixa de velocidades, não evitando um ligeiro toque no seu adversário que, para cúmulo do azar, partiu a direção. Carlos Vieira e o Team Novadriver tentaram reparar o Ford Escort, mas a embraiagem voltou a não colaborar e como a caixa também tinha perdido a segunda velocidade, a decisão final foi não alinhar na segunda corrida do programa do Braga ANPAC Racing Weekend. Carlos Vieira estará de regresso ação no Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos no próximo mês de novembro (dias 7 e 8) no Autódromo Internacional do Algarve. Carlos Vieira - “As corridas são assim mesmo, mas não posso deixar de experimentar uma sensação de tristeza perante o facto de não ter tido a oportunidade de lutar pela vitória nas duas corridas de Braga. Ainda por cima num traçado que gosto muito e onde deixei claro que tinha possibilidade de vencer. A verdade é que a embraiagem e a caixa de velocidade deram demasiadas dores de cabeça, desde que começaram os treinos e na primeira corrida ficou claro que seria muito complicado. Mesmo com o carro com muitas dificuldades no que toca à caixa, ainda consegui chegar á luta pela vitória – pelo caminho fiz a volta mais rápida! – mas a mecânica não quis colaborar com sobreaquecimento do motor e a quebra da caixa. Tristeza, frustração, mas a certeza que estaria na luta pela vitória. Não aconteceu, em Portimão e no Estoril será mais complicado, mas estarei presente, como sempre, com o objetivo de ganhar.” 

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