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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2019 - GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA - SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

Quarta, 15 Maio 2019 04:21 | Actualizado em Quarta, 22 Maio 2019 15:11

GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA 2019 – CORRIDA

 

NOVA DOBRADINHA DA MERCEDES NUMA CORRIDA COM MÚLTIPLAS ESTRATÉGIAS, MARCADA PELA ENTRADA
DO SAFETY CAR



 Lewis Hamilton alarga a diferença da Mercedes com  uma nova vitória diante do seu companheiro, Valtteri Bottas, detentor da pole. Esperava-se que a corrida  fosse marcada por diversas estratégias de uma e duas paragens, no entanto a entrada de um Safety car no final, acabou por alterar o previsto, permitindo aos monolugares da frente realizar uma paragem sem risco.

PONTOS “CHAVE” DO GRANDE PRÉMIO

  • Todos os pilotos à exceção de um, visitaram o pit lane por duas ocasiões – a maioria realizou a sua segunda paragem durante a interrupção provocada pelo safety Car – verificaram-se quatro estratégias distintas no top cinco.
  • O Red Bull de Max Verstappen foi o primeiro a descobrir a sua estratégia de duas paragens, seguido pelo Ferrari de Sebastian Vettel, cuja tática foi condicionada pela travagem forte na primeira curva, enquanto lutava com Valtteri Bottas pelo segundo lugar. Tal como Vettel, o Mercedes do Finlandês também parou durante a presença do Safety Car. Os três optaram por estratégias diferentes.
  • O Safety Car permitiu a Hamilton (foi às boxes sem perder a liderança), realizar uma segunda paragem sem perder tempo, saindo novamente do pit lane na primeira posição. Alguns dos seus rivais copiaram a sua eleição, ao parar também durante a interrupção.
  • O Renault de Nico Hülkenberg arriscou uma estratégia com apenas uma troca de pneus, saimdo do Pit lane com um jogo de composto médio novos e concluindo na 13 ª posição com os macios.
  • A corrida foi disputada sob uma meteorología quente com umas temperaturas de asfalto  a superar os 40ºC, ao longo de um fim de semana em que a variação do mercúrio foi constante.

COMPORTAMENTO DOS PNEUS 

  • DURO C1: Apenas quatro pilotos utilizaram este composto durante o Grande Prémio: Charles Leclerc, Daniel Ricciardo e os dois Alfa Romeo de Kimi Räikkönen e Antonio Giovinazzi. Caso não surgisse o Safety car, teria sido um aliado seguro  para estratégias de uma só paragem.
  • MEDIO C2: A eleição mais comum para o segundo turno da corrida (que podería ter  sido o último caso não aparecesse o Safety Car). Realizaram-se turnos muito longos com este composto, mas em alguns casos revelaram sinais de desgaste, como esperado.
  • MACIO C3: utilizado em diferentes momentos da corrida, em particular na parte final após a saída do Safety Car. Lewis Hamilton realizou a volta mais rápida da corrida com este composto.

MARIO ISOLA - RESPONSÁVEL DE F1 E DESPORTO DO AUTOMÓVEL 

A entrada do safety car na fase final do Grande Prémio foi determinante para a corrida e para a estratégia dos pneus, obrigando todos os pilotos a fazerem uma segunda paragem. Neste ponto, os contadores foram colocados a zero e foi realizado um turno final até à bandeira de xadrez. Desde o início, estava prevista uma grande variedade de estratégias de uma ou duas paragens, com os três compostos a jogo. No final, a opção por uma única ida às boxes poderia ter sido arriscada, já que alguns sinais de desgaste foram detectados no Macio e no Médio, como corresponde a uma pista como a de Barcelona, com grandes cargas e pressão. Esta semana permanecemos aqui para as sessões de treinos privados de terça e quarta-feira, em que a Ferrari e a Racing Poing vão alinhar um carro extra para testar os pneus protótipo do ano de 2020.”


MELHORES TEMPOS POR COMPOSTO



TURNO MAIS LONGO DA CORRIDA





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