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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2019 - GRANDE PRÉMIO DO CANADÁ - SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

Terça, 11 Junho 2019 02:32 | Actualizado em Sexta, 20 Setembro 2019 23:18

A ESTRATÉGIA DE UMA PARAGEM E OS PNEUS DUROS, FORAM AS CHAVES NUM CIRCUITO COM MAIS DE  50ºC



 Sebastian Vettel foi o primeiro a ver a bandeira de xadrez no Grande Prémio do Canadá, embora a vitória fosse para o seu rival e líder do mundial, Lewis Hamilton, após ter sido aplicado uma penalização de cinco segundos ao Alemão.

A Ferrari e a Mercedes ocuparam os primeiros quatro lugares, iniciando a prova com pneus de composto médio e realizaram  uma única paragem  para colocar o composto duro, estratégia que já havíamos avançado como a mais rápida.


“PONTOS CHAVE” DA CORRIDA


·       O dia de hoje foi um dos Grandes Prémios Canadianos mais quentes da história recente, com um asfalto a mais de 50º e uma temperatura ambiente de 30º no inicio da prova.

·       Vettel liderou desde a pole e parou após 26 voltas, duas antes que Hamilton. Ambos lutaram ao longo de grande parte da prova, terminando separados por alguns segundos. O seu duelo terminou por ser decidido após um “regresso inseguro de Vettel”, segundo o criterio dos comissários.

·        O Red Bull de Max Verstappen, optou por uma estratégia alternativa  após iniciar do nôno posto da grelha, com um  longo turno inicial com o composto duro e um turno final muito rápido com os pneus médios, para terminar na 5.ª posição. O Racing Point de Lance Stroll seguiu este mesmo caminho para terminar em 9.º.

·       A maioria dos pilotos apenas pararam uma vez  apesar das temperaturas elevadas, com uma exceção do Mercedes de Valtteri Bottas, que obteu o ponto extra do campeonato para a volta mais rápida, devido a um turno pequeno com o composto macio.

 A Renault obteve os primeiros pontos com os dois carros este ano, com uma estratégia Macio – Duro. Houve quatro estratégias diferentes no total, entre os seis primeiros classifcados.        


DESEMPENHO DOS COMPOSTOS

 

·       DURO C3: Bastante utilizado ao longo de toda a corrida, com sua durabilidade bem adequada às elevadas temperaturas constatadas no fim de semana. No inicio, Max Verstappen completou um turno de 48 voltas com este composto, permitindo-lhe subir quatro lugares na grelha.

​·       MÉDIO C4: A chave para a vitória: No final, quatro pilotos do top 10 que iniciaram com este composto terminaram nas primeiras quatro posições. No início da corrida, o composto médio apresentava menos degradação do que o esperado, apesar do ritmo forte.

·       MACIO C5: As elevadas temperaturas provocaram alguma degradação térmica, com turnos relativamente curtos neste composto. No final foi estabelecida a volta mais rápida, que é também o novo recorde do circuito.


MARIO ISOLA, DIRETOR PIRELLI DA F1 E DESPORTO AUTOMÓVEL

 

“ Foi uma fantástica disputa entre dois campeões com nove títulos ao longo de toda a corrida: realizada em condições extremamente quentes, com 52 graus de temperatura no início. Isto obviamente que afetou mais o composto macio, enquanto a degradação térmica no médio foi menor do que o esperado. Em geral, os pneus resistiram extremamente bem ao desafio, garantindo que quase todos parassem apenas uma vez. Os pneus Médios e Duros foram  claramente a melhor estratégia nestas circunstâncias. As condições do tempo, também significou que os pilotos que completaram um longo turno com o composto duro puderam usar este composto e obter bons resultados, com Max Verstappen e Lance Stroll a marcar pontos valiosos depois de recuperarem  posições desde o inicio".


     


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