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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2019 - GRANDE PRÉMIO DA AUSTRIA - SEGUNDO AS PREVISÕES DA PIRELLI

Quinta, 27 Junho 2019 13:55 | Actualizado em Quarta, 16 Outubro 2019 19:10

GRANDE PRÉMIO DA ÁUSTRIA – ANTEVISÃO

 

PNEUS DO MEIO DA GAMA PARA UM TRAÇADO CURTO E ANGULAR

 

 

 Em menos de uma semana, passamos de uma das voltas mais longas de toda a época (França) para a mais curta em termos de tempo, na Áustria, confirmando a primeira das duas corridas em semanas consecutivas do ano. Uma volta a Red Bull Ring, apenas é realizada em um minuto, e se tomarmos em conta a volta mais rápida de classificação do ano passado (1:03:130), esta marca ainda poderá baixar este fim de semana. A Pirelli escolheu para a ronda Austríaca o C2 – Composto Duro, o C3 – Médio e o C4 – Macio.

CARACTERÍSTICAS  DA PISTA

  • O Red Bull Ring, que regressou ao calendário da F1 em 2014 com a sua configuração atual, tem um traçado de 4.318 metros de asfalto liso, macio e com constantes trocas de níveis. Os primeiros dois setores são bastante rápidos, ao contrário do terceiro que é bastante mais lento e técnico.
  • A tração e a travagem constituem as principais exigências de Red Bull Ring, com curvas sucessivas e retas curtas. Dado que é uma volta tão pequena, o tráfego representa um problema e uma questão de sorte.
  • Embora estejamos no verão e numa zona quente, a proximidade do circuito aos Alpes, incrementa a possibilidade de chuva ou de um tempo instável. Contudo, na edição de 2018 as temperaturas de pista oscilaram perto dos 40º.
  • A história confere que esta corrida é disputada com estratégias de uma paragem e registam-se baixos níveis de desgaste e degradação. O ano passado, o Red Bull de Max Verstappen impôs-se com uma táctica Supermacio-Macio, no entanto surgiram diferentes combinações entre os dez primeiros classificados, todas elas com uma paragem. Mais além da zona de pontos, alguns pilotos optaram por duas paragens.
  • A maioria das curvas são realizadas para a direita, se bem que as duas curvas mais exigentes em termos de pressão para os pneus, sejam para a esquerda. Como consequência, os pneus sob pressão chegam a este ponto bastante frios, já que não sofreram demasiado esforço anterior ao longo da volta. Uma das chaves para alcançar um bom tempo será maximizar as prestações destes pneus.

MARIO ISOLA – RESPONSÁVEL PIRELLI DE F1 E COMPETIÇÃO AUTOMÓVEL

“Tal como no ano passado, repetimos as escolhas de França para a Áustria. A diferença está nos compostos de 2019 que estão mais espaçados, o que deverá animar as diferentes estratégias de paragens e melhorar com isso, a competividade em pista. A da Áustria é uma pista incomum, com curvas cegas e um conjunto de elementos imprevisíveis, como as condições climatéricas ou o excesso de tráfego em pista. Por estas razões é necessário muita confiança, a par da afinação perfeita para obter o máximo rendimento dos pneus e potenciar as oportunidades de este curto traçado. Também devemos acrescentar que nesta pista registaram-se alguns problemas de bolhas no passado, mas confiamos que neste sentido, pode-se dar um salto mais à frente com os pneus específicos de 2019”.

OUTRAS INFORMAÇÕES PIRELLI

  • Após o Grande Prémio, a Pirelli celebrará uma nova sessão de treinos privados. Para esta ocasião, chega a vez da equipa Alfa Romeo, que vai rodar com um carro para testar os pneus slick protótipo de 2020, entre terça e quarta-feira da próxima semana. 
  • Os seis pilotos das melhores tres equipas optaram por escolhas distintas: Uma circunstância pouco habitual, e que poderá levar a algumas disputas de táticas interessantes durante o fim de semana.
  • No outro lado do Atlântico, a Pirelli repete a mitica rampa de Pikes Peak no Colorado, Estados Unidos, no mesmo domingo do Grande Prémio Austríaco. O objetivo de esta ocasião será o recorde da prova para um carro de produção, com um Bentley Continental GT como protagonista, pilotado por Rhys Millen.


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