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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2018 - A HAAS NO GP DE BAKU

Segunda, 30 Abril 2018 17:34 | Actualizado em Segunda, 16 Julho 2018 07:45

Os Novos Rapazes do Bairro

Haas F1 Team e Baku City Circuit Crescem Juntos

 

A Haas F1 Team estreou-se no Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 em 2016, tornando-se na primeira equipa de Fórmula 1 norte-americana desde 1986. O Baku City Circuit também debutou em 2016, a casa do Grande Prémio do Azerbaijão. Estes dois estreantes cresceram juntos e encontrar-se-ão novamente no dia 29 de Abril, quando se disputará o terceiro Grande Prémio do Azerbaijão.

 

A equipa mais jovem da Fórmula 1 aponta para o mais recente circuito de Fórmula 1 com a intenção de manter a sua presença disruptiva. Com três corridas disputadas da temporada de 2018, a Haas F1 Team está no sétimo lugar no Campeonato de Construtores com doze pontos, detendo uma vantagem de nove pontos face à nona classificada, a Sauber, e apenas a um ponto da sexta, a Toro Rosso.

 

Os pilotos da Haas F1 Team, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, evidenciaram o seu ritmo nos testes de inverno realizados no Circuit de Barcelona – Catalunya e mantiveram essa forma nas provas realizadas este ano – Austrália, Bahrein e China. Ambos os pilotos foram aparições constantes entre os dez primeiros durante a qualificação e isso significou rodar entre os dez primeiros, envolvendo-se em lutas com a Scuderia Ferrari, Mercedes e Red Bull, parecendo liderar o meio do pelotão.

 

O meio do pelotão é composto pela Haas F1 Team, McLaren, Renault, Toro Rosso, Sauber, Force India e Williams. Este grupo sempre foi extremamente competitivo e a luta pelo título dos “melhores dos restantes” atrás das “Três Grandes” sempre foi intensa. No entanto, esta temporada verificou-se um aumento da competitividade, tendo no seu terceiro ano de competição a equipa norte-americana continuado a espantar.

 

O Baku City Circuit elevou nível da Fórmula 1, quando se estreou em 2016. É um traçado citadino de 6,003 quilómetros e vinte curvas que Romain Grosjean apelida de “dois circuitos num” e Kevin Magnussen afirma que “é uma mistura entre Monza e Mónaco”.

 

Os dois pilotos da Haas F1 Team e os restantes dezoito pilotos percorrem a alta velocidade duas longas rectas em forma de haltere realizadas no sentido contrário do ponteiro dos relógios. A pista concebida por Herman Tilke mistura o antigo com o moderno por entre rápidas rectas e curvas lentas. Navega por entre o moderno, o lado oriental onde bancos e lojas da moda estão localizados, e a área histórica, onde as ruas são estreitas e ingremes para regressar de seguida à recta da meta. A rápida esquerda que apresenta aos pilotos o final da recta, não é muito distinto do Circuit of the Americas, em Austin, Texas, também concebido pela Tilke e alberga o Grande Prémio dos Estados Unidos da América. É um layout único e desafiante potenciado pelos ventos de Baku, que estão sempre presentes. De facto, a Cidade do Vento é o apelido oficioso de Baku, mas é literal.

 

Baku foi elogiada depois da sua corrida inaugural, com Grosjean a classificá-la como “uma cidade bonita”. Magnussen ecoou estes sentimentos, dizendo que “é uma corrida porreira com muita acção”.

 

A acção foi abundante no Grande Prémio do Azerbaijão do ano passado. Desde a primeira das cinquenta e uma voltas, pilotos lutaram por entre muros. Foram muitos os contactos ao longo do pelotão com desentendimentos entre os pilotos da Mercedes e da Scuderia Ferrari e batalhas entre os pilotos da Sauber e da Force India, para além de muitos problemas técnicos que criaram uma corrida confusa quando estava completada metade da prova.

 

Magnussen, em particular, tirou partido do caos, tendo chegado a rodar no terceiro posto para terminar em sétimo, que acabou por ser o seu melhor resultado de 2017. Grosjean, por seu lado, recuperou do décimo sexto posto, de onde arrancou, para terminar em décimo terceiro.

 

A evolução tem caracterizado a Haas F1 Team em 2018 e a equipa planeia mais do mesmo no seu regresso ao Baku City Circuit. Magnussen anseia por terminar pela terceira vez consecutiva nos pontos, ao passo que Grosjean procura concretizar o seu ritmo em pontos pela primeira vez esta temporada.

 

E tal como a Haas F1 Team tem vindo a crescer de modo a se tornar numa contendora regular pelos pontos, Baku cresceu de modo a tornar o seu Grande Prémio num evento de primeira, ombreando com alguns dos mais históricos eventos da Fórmula 1.

Baku City Circuit

 

Perímetro6,003 quilómetros

Voltas: 51

Distância de Corrida: 306,153 quilómetros

TransmissãoSport TV5 – 13h10

 

 

Sobre a Haas Automation, Inc

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

 

Baku City Circuit

  • Número de voltas: 51
  • Distância de corrida: 306,153 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 6,003 quilómetros e 20 curvas estreou-se em 2016 no calendário da Fórmula 1. O piloto da Mercedes Nico Rosberg venceu a corrida inaugural na sua caminhada para a conquista do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 de 2016
  • Sebastian Vettel, da Mercedes, detém o recorde da volta no Baku City Circuit (1m43,441s), assinado o ano passado.
  • Lewis Hamilton, da Mercedes, detém o recorde da volta de qualificação no Baku City Circuit (1m40,520s), assinado o ano passado durante a Q3.
  • Concebido por Hermann Tilke, Baku City Circuit é o traçado citadino mais rápido do mundo com uma volta ao circuito de 6,003 quilómetros e 20 curvas realizada em menos de 105 segundos. O traçado em forma de haltere será realizado no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, com uma curva à esquerda a dar as boas-vindas aos pilotos no final da recta da meta, semelhante ao Circuit of the Americas em Austin, o palco do Grande Prémio dos Estados Unidos da América, também desenhado pela Tilke. O Circuito Citadino de Baku é único, uma vez que combina o antigo com o moderno. Na zona Este elevam-se os hotéis e as lojas, na zona histórica as ruas são estreitas e íngremes, para depois regressar à zona frontal do circuito. O traçado desafiador será potenciado pelos ventos que são sempre uma presença. De facto, a Cidade dos Ventos é nome oficioso, mas literal, de Baku.
  • Sabia que: Baku está localizada a 28 metros abaixo do nível do mar, tornando-a na capital mundial de mais baixa altitude e a maior cidade localizada abaixo do nível do mar. 
  • Durante o fim-de-semana do Grande Prémio de Baku as temperaturas mínimas rondarão os 11/13ºC e as máximas os 17/21ºC. A velocidade do vento pode variará em torno dos 6Km/h.

 

  • A Pirelli leva para o Azerbaijão três compostos de pneus: 

 

    • P Zero Amarelo/Macio – Menos aderência, menos degaste (usados para séries longas de voltas)
      • Este é um dos pneus mais usados da gama da Pirelli, uma vez que tem um bom equilíbrio entre a performance e a durabilidade, com um acento tónico na performance. É construído com a velocidade em mente, por oposição a longas distâncias, mas mantem-se capaz de fornecer às equipas uma vantagem competitiva no início das corridas, quando os carros carregam o tanque cheio de combustível, e no final das provas quando o depósito tem menos gasolina e a corrida se torna num sprint. É um composto de grande amplitude de funcionamento.
    • P Zero Vermelho/Super-Macio – Mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtos de voltas e para o primeiro segmento inicial da qualificação)
      • Este é o segundo pneu mais macio da gama da Pirelli e é ideal para circuitos apertados e sinuosos, especialmente com temperaturas baixas, quando a aderência máxima é necessária. Os super-macios aquecem rapidamente, o que os tornaram na escolha preferida para a qualificação. Mas com o aumento da aderência, incrementa-se a degradação. É um composto de baixa amplitude de funcionamento.
    • P Zero Roxo/Ultra-Macio – proporcionam o mais alto nível de aderência e o mais alto nível de desgaste (usados na qualificação e sem situações de corrida selecionadas)
      •  Este é o mais novo pneu da gama da Pirelli, tendo sido estreado no Grande Prémio do Mónaco do ano passado e sido utilizado pela última vez no Grande Prémio de Abu Dhabi, em Novembro último. É o pneu mais macio da gama da Pirelli, com um rápido aquecimento e uma performance massiva. O seu uso é privilegiado em circuitos apertados e sinuosos que colocam o foco na aderência mecânica. No entanto, por ser tão macio, tem uma vida limitada. É um composto de amplitude de funcionamento reduzida.
  • Os pilotos da Haas F1 Team seleccionaram os seguintes pneus:
    • Grosjean: um jogo de pneus macios, três jogos de supermacios e nove jogos de ultramacios
    • Magnussen: um jogo de pneus macios, três jogos de supermacios e nove jogos de ultramacios


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