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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO DO MUNDO DE FÓRMULA 1 - A HAAS NO GP DE ESPANHA

Sexta, 11 Maio 2018 07:56 | Actualizado em Segunda, 24 Setembro 2018 12:28

Prontos Para Recuperar em Barcelona

A Haas F1 Team Procura Ritmo para Alcançar os Pontos no Grande Prémio de Espanha

 

Mesmo antes do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1 ter começado oficialmente, a Haas F1 Team mostrou velocidade.

 

No penúltimo dia dos testes de pré-temporada, 8 de Março no Circuit de Barcelona – Catalunya, o piloto da Haas F1 Team, Kevin Magnussen, realizou uma volta em 1m18,360s. Foi o segundo melhor tempo do dia e no final dos testes foi a sexta melhor volta das duas semanas de testes, que se realizarem entre os dias 26 de Fevereiro e 1 de Março e entre 6 e 9 de Março. O facto de Magnussen ter usado pneus Pirelli P Zero Vermelho/Supermacio amplificou o feito. Todos os pilotos que ficaram à sua frente usaram os pneumáticos ultramacios, que proporcionam mais aderência, logo mais performantes. Usando a tabela de diferenças fornecida pela Pirelli, a melhor volta de Magnussen aproximou-se do recorde oficioso registado por Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari, 1m17,182s, registado no mesmo dia. Romain Grosjean também mostrou velocidade, uma vez que a sua melhor marca, 1m18,412s registado com pneus hipermacios, colocou-o no quinto posto da tabela de tempos do último dia de testes e no nono lugar entre todos os pilotos que participaram nos testes.

 

Mas isto eram apenas testes. Não era competição. Seria este ritmo replicável em corrida? Essa era a questão que assolava a Haas F1 Team quando chegou à primeira prova da temporada, o Grande Prémio da Austrália.

 

Magnussen e Grosjean responderam a essa questão de forma enfática. Magnussen qualificou-se no sexto posto, o melhor resultado da equipa americana em qualificação até à data. Grosjean qualificou-se logo atrás do seu colega de equipa, em sétimo, e com a penalização de três lugares na grelha de partida sofrida por Daniel Ricciardo, da Red Bull, o duo da Haas F1 Team subiu a quinto e sexto, monopolizando a terceira linha.

 

Quando estavam cumpridas dez voltas, Magnussen circulava no quarto posto e Grosjean no quinto, estando a caminho do melhor resultado da curta história da Haas F1 Team. Porém, tudo caiu por terra quando ambos os pilotos abandonaram as boxes, depois de uma troca de pneumáticos, com uma roda solta. De repente, depois de estarem tão perto do pódio, a participação da Haas F1 Team no Grande Prémio da Austrália tinha um final abrupto.

 

Apesar do desfecho, a Haas F1 Team mostrou que a velocidade que mostrara nos testes de Barcelona, de facto, foi continuado na realidade da competição. Magnussen conquistou um ponto na segunda corrida da temporada, o Grande Prémio do Bahrein, onde terminou no quinto posto, igualando melhor resultado obtido pela Haas F1 Team na sua história de quarenta e três corridas.

 

Na prova seguinte, na China, Magnussen assegurou mais um ponto, graças a um décimo lugar, depois de um Safety-Car ter prejudicado a estratégia da equipa, estavam decorridas trinta e duas voltas. “O Safety-Car destruiu a nossa corrida. Penso que estávamos a caminho de terminar em sétimo, com o Kevin, e em oitavo ou nono, com o Romain”.

 

Depois da China tivemos o Azerbaijão, onde outro resultado com os dois carros nos pontos era possível, mas acabou por escorregar por entre os dedos. Com menos de dez voltas para a bandeirada de xadrez de uma corrida que já se mostrara caótica, Grosjean rodava no sexto posto e Magnussen no décimo primeiro, e cada um estava em posição de ganhar lugares até à bandeirada de xadrez. No final, a Haas F1 Team fez parte do caos, tendo Magnussen terminado em décimo terceiro e Grosjean se despistado.

 

Juntando tudo isto, a Haas F1 Team está no oitavo posto do Campeonato de Construtores com onze pontos, a dois da Toro Roso, a sétima classificada, e com um de vantagem sobre a Sauber, a nona, quando poderia muito bem estar a lutar pelo quarto lugar atrás da Scuderia Ferrari, Mercedes e Red Bull.

 

Com o dia 13 de Maio, no Grande Prémio de Espanha, dá-se um reinicio, que leva de novo as equipas até Barcelona. Depois de competir em quatro pistas distintas na abertura da temporada de Fórmula 1, Barcelona permite às equipas regressar a uma pista onde já reuniram dados e, ainda mais importante, dados do carro deste ano.

 

No entanto, nem tudo é semelhante ao final de Fevereiro, início de Março, quando a Fórmula 1 marcou presença no circuito de 4,655 quilómetros e dezasseis curvas para realizar os testes de inverno. Muito embora a pista tenha sido reasfaltada pouco antes de receber os carros de Fórmula 1 pela primeira vez em 2018, as condições climatéricas eram frias. Agora, com temperaturas muito mais elevadas, a evolução da pista é desconhecida. Outra variável directamente relacionada com o reasfaltamento são os novos pneus da Pirelli, ligeiramente actualizados. Apesar de os compostos serem os mesmo – médios, macios e supermacios – a construção é diferente. Os pneus são quatro milímetros mais baixos que o normal, tendo em atenção que, pneus mais baixos terão melhor performance, serão mais consistentes e não sobreaquecerão na superfície nova.

 

Com pneus mais finos e peles mais finas, devido às exigências das últimas corridas, a Haas F1 Team regressa a Barcelona com o objectivo de transformar o seu ritmo em pontos.

Circuit de Barcelona – Catalunya

 

Perímetro4,655 quilómetros

Voltas: 66

Distância de Corrida: 307,104 quilómetros

Transmissão: Domingo, 14h10 – Sport TV5

 

 

Sobre a Haas Automation, Inc

A Haas Automation, Inc. é o construtor de máquinas CNC líder na América. Fundada em 1983 por Gene Haas, a Haas Automation constrói uma linha completa de centro de maquinação verticais e horizontais, centros basculantes, mesas rotativas, etc. Todos os produtos da Haas são construídos na fábrica de 93.000m2 da empresa, sediada em Oxnard, Califórnia, e distribuídas através de uma rede mundial de Haas Factory Outlets que fornecem à indústria os melhor serviço de venda, serviços e apoio, enquanto oferece uma relação custo/performance sem paralelo. Para mais informação visitar www.HaasCNC.com, , on Facebook at www.Facebook.com/HaasAutomationInc, on Twitter @Haas_Automation and on Instagram @Haas_Automation.

 

Sobre a Haas Factory Outlet - Portugal

A Haas Automation, Inc está representada em Portugal através da Haas Factory Outlet – Portugal. Um empresa situada nos arredores do Porto, perto do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Desta forma, pode aceder aos produtos da Haas Automation e todos os seus serviços. Para mais informação visitar haasportugal.com/ ou facebook.com/haasportugal.

 

 

Circuit de Barcelona – Catalunya

  • Número de voltas: 66
  • Distância de corrida: 307,104 quilómetros
  • Velocidade na via das boxes: 80 Km/h
  • Este circuito de 4,655 quilómetros e 16 curvas alberga a Fórmula 1 desde 1991, tendo o Grande Prémio de Espanha do ano passado sido o vigésimo sétimo Grande Prémio disputado nesta pista.
  • Kimi Räikkönen detém o recorde do Circuit de Barcelona – Catalunya (1m21,670s), realizado em 2008 com a Ferrari.
  • Lewis Hamilton detém o recorde da volta de qualificação ao Circuit de Barcelona – Catalunya (1m19,149s), realizado o ano passado com a Mercedes. No entanto, o recorde oficioso, 1m17,182s, registado no dia 8 de Março, pertence a Sebastian Vettel, da Scuderia Ferrari.
  • Durante o Grande Prémio de Espanha em Barcelona, a temperatura mínima estará entre os 12-14ºC ºC e as máximas entre os 19-21ºC. A velocidade do vento variará entre os 0 Km/h e os 24 Km/h, raramente excedendo os 34 Km/h.
  • Sabia que Espanha marca o início da temporada europeia? Isto significa que a Haas F1 Team terá tudo o que necessita para competir – desde os seus carros e equipamento das boxes, a unidades de hospitalidade e catering – que chegará ao circuito através de uma frota de camiões. Desde a base europeia da Haas F1 Team, em Banbury, Inglaterra, os camiões viajarão para o Mónaco, Áustria, Grã-Bretanha, Hungria, Bélgica e Itália.

 

  • Pirelli leva para Barcelona três compostos de pneus:
  • P Zero Branco/Médio mais aderência, desgaste médio (usado para séries de voltas mais curtas e para o segmento inicial da qualificação)
  • P Zero Amarelo/Macio o mais elevado nível de aderência, nível mais elevado de desgaste (usado na qualificação  e em situações de corridas seleccionadas)
  • P Zero Vermelho/Super-Macio – Mais aderência, desgaste médio (usado para séries curtos de voltas e para o primeiro segmento final da qualificação)
  • A Pirelli fornece a cada piloto 13 jogos de pneus para seco durante o fim-de-semana. Para os cinco primeiros Grandes Prémios da temporada de 2017 a Pirelli disponibilizou – 2 jogos dos pneus mais duros, quatro do composto médio e sete do mais macio. A partir do Grande Prémio do Mónaco as equipas poderão escolher as especificações de dez dos treze jogos de pneus de cada um dos seus pilotos entre os três compostos selecionados pela Pirelli.
  • Dois dos três compostos disponíveis têm que ser usados durante a corrida. As equipas podem decidir quando querem utilizar cada uma dos compostos, o que proporciona um elemento de estratégia para a corrida. (Se a corrida for disputada com a pista molhada, os Cinturato Azul, pneu de chuva, e o Cinturato Verde, intermédios, estarão disponíveis).
  •  
  • Grosjean: três jogos de pneus médios, três jogos de macios e sete jogos de supermacios
  • Magnussen: dois jogos de pneus médios, quatro jogos de macios e sete jogos de supermacios


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