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Mundial - Todo o Terreno

MUNDIAL - TODO O TERRENO EM ANGOLA

Segunda, 24 Setembro 2018 19:32 | Actualizado em Terça, 19 Novembro 2019 03:42

Com “K” ou com “C”, Kalandula é Calandula.

Mas que excelente fim de semana se passou junto às Quedas de Kalandula.

Muita gente, mesmo muita gente a acompanhar o Rali TT Kalandula.

Não é normal uma moldura humana tão grande afastada de uma grande cidade ou de uma Capital de Província. Estávamos a cerca de 400 km de Luanda.

O grupo constituído pelos aficionados do Raid Cacimbo foi uma agradável surpresa.

Também os grupos do Land Rover Angola, Social Team e Pirline vieram encher o Parque de Campismo.

O Rali foi perfeito em modo “concentrado”. Para o inicio do Prologo eram precisos 2 km de asfalto partido mas para as Especiais eram suficientes 200 metros para que os pilotos montassem as suas assistências.

Os Prólogos tinham 10 km cada. A Especial tinha 27 km mas era tudo muito rápido, inclusive o tempo de intervalo, não dava para “arrefecer”.

Deslocaram-se até à Pousada de Kalandula 15 pilotos divididos pelas Classes M (4), Classe TT (5) e Classe E (6). A Classe Q das moto4 (quad) está definitivamente sem adeptos.

Dos 15 pilotos, 2 eram do Huambo, 1 de Benguela e os restantes de Luanda.

Hugo Carvalho (KTM) não deu hipóteses aos seus adversários e ganhou a Classe M, das motos de 2 rodas, sem qualquer dificuldade. Alexandre Ferreira, também em KTM ficou em 2º lugar. Carlos Seixas (Kawasaki) e Rui Meneses (Honda) não terminaram por problemas físicos.

Na Classe TT, Maló Almeida/João Paulo desta vez com a Isuzu D-Max voltaram a vencer uma prova do CARR. Ricardo Sequeira/Jorge Monteiro com o habitual Mitsubishi Pajero, enquanto andaram foram sempre mais rápidos até a máquina se recusar a colaborar com o piloto. Paulo Freire/Armando Silva, ainda se estão a habituar ao Wrangler da AutoStar mas o Wrangler também não quis colaborar. Pedro Jesus também ainda não encontrou a fiabilidade indicada para o Mitsubishi. Apesar destas 3 desistências não podemos deixar de dar valor ao Land Rover Defender preparado pelo Alexandre Lopes que mais uma vez foi acompanhado pelo pai Jorge Lopes. Resultado final 2º lugar.

Na Classe E, em contraste com as outras classes, só José Marcelino (Polaris 900), não terminou, fruto de uma verdadeira cambalhota. Mário Fontes (Polaris 1000) voltou a ganhar um rali, apesar da oposição de João Lota/Nuno Santos (Polaris 1000), que até ter problemas mecânicos ganhou tudo o que podia.

Rui Cunha que apesar de ter um Polaris 900 andou sempre muito perto dos seus adversários com o Polaris 1000. Deborah Almeida esteve parada cerca de 3 anos e voltou. Voltou com o “velho” Can-Am Maverick mas com uma nova co-piloto, Elivalda Ferreira. Com o levantar do pé dos seus adversários acabou por ganhar a ultima Especial e subiu ao pódio com um excelente 3º lugar. José Rocha (Polaris 1000) fez a sua prova descontraída como é habitual para se divertir e saborear o prazer da condução desportiva.

Para o Polaris RZR XP 900 Cup by Trevotech só Rui Cunha pontuou.

O Grupo AutoStar foi o Patrocinador Master e único, do Rali TT Kalandula.

Mais uma vez tivemos os apoios da PrintLab, Quatenus, XXL, e Fermeraid.

As Autoridades Provinciais e Locais estiveram presentes a acompanhar a prova na pessoa do Governador em exercício, Gabriel Pontes, Director Provincial dos Desportos, Fernandes João, Administrador de Calandula, Pedro Dembué, e o Núcleo Dinamizador de Desportos Motorizados, Laurindo Rosa.

As fotos que anexamos são de Mafalda Mogas.

 

Proximo rali: Rali TT Porto Amboim – 6/7 de Outubro


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