Velocidade Online

Comércio e Industria - Novidades

COMÉRCIO&INDUSTRIA - REPSOL É NOTICIA

Segunda, 22 Fevereiro 2021 14:19 | Actualizado em Quinta, 25 Fevereiro 2021 12:07

Repsol fecha 2020 com resultado líquido ajustado de 600 milhões e impulsiona transformação para acelerar transição energética

 

-          Repsol obteve um resultado líquido ajustado de 600 milhões de euros, no exercício de 2020, ano em que apresentou o seu novo Plano Estratégico para impulsionar a sua transformação e atingir o objetivo de ser zero emissões líquidas em 2050.

-          Durante o ano de 2020, a empresa colocou em marcha iniciativas para avançar nesta meta, entre as quais se destacam dois projetos industriais inovadores de descarbonização em Bilbao, a primeira unidade de biocombustíveis avançados de Espanha, em Cartagena, o desenvolvimento de ativos renováveis e a expansão internacional deste negócio.

-          Exercício foi marcado pela crise global sem precedentes provocada pela covid-19. Perante este contexto, a Repsol deu prioridade ao seu trabalho como serviço essencial, mantendo em funcionamento as suas instalações e garantindo o fornecimento dos seus produtos e serviços, indispensáveis para a sociedade.

-          Descida da cotação das matérias-primas internacionais de referência teve influência negativa na avaliação dos inventários da Repsol, em -978 milhões de euros para o conjunto de 2020. Além disso, tendo em conta o contexto mundial e num exercício de prudência financeira, a empresa reviu os seus cenários de preços futuros do crude e do gás, o que representou um ajuste em baixa do valor dos ativos de Exploração e Produção, com resultados específicos de -2.911 milhões de euros. Assim, o resultado líquido de 2020 foi de -3.289 milhões de euros.

-          Repsol demonstrou a sua força perante este difícil cenário, com a geração positiva de caixa de 1.979 milhões de euros e uma redução da dívida líquida de 1.178 milhões durante o exercício, para os 3.042 milhões de euros.

-          Conselho de Administração da Repsol, em reunião realizada ontem, convocou a Assembleia-Geral de acionistas da empresa, que acontecerá a 26 de março, estando pendente de segunda convocatória.

Josu Jon Imaz, Presidente-executivo da Repsol:

-          ?Em 2020, enfrentámos um cenário sem precedentes e lançámos as bases do futuro da empresa. Demonstrámos novamente a solidez do nosso projeto, desempenhando um papel de serviço público essencial e atestando mais uma vez que somos uma empresa útil para a sociedade?.

-          ?A indústria demonstrou que faz parte da coluna vertebral da economia espanhola e é um dos seus principais motores. Como tal, o seu papel na recuperação da crise é fundamental, como também é para contribuir para um mundo mais descarbonizado, usando todas as tecnologias disponíveis?.

 

A Repsol obteve, no exercício de 2020, um resultado líquido ajustado de 600 milhões de euros. Esta variável mede especificamente o desempenho dos negócios da empresa, que tiveram um resultado positivo num contexto complicado marcado pela crise sanitária global. Este bom comportamento refletiu-se também num fluxo de caixa das operações positivo para todos os negócios e que, para o conjunto do grupo, alcançou os 3.197 milhões de euros.

A pandemia da covid-19 gerou uma crise mundial sem precedentes, que para o setor energético teve consequências como a drástica queda dos preços dos hidrocarbonetos e dos seus produtos derivados e uma grande contração na procura. A cotação média do Brent caiu 35%, com mínimos que chegaram aos 15 dólares por barril em abril, enquanto a do gás Henry Hub desceu 19%.

Neste contexto extraordinário, a companhia deu prioridade à continuidade da sua atividade, apesar da queda da procura, consciente do caráter essencial que os seus produtos e serviços têm para a sociedade. Assim, desde o início da crise sanitária, a Repsol manteve em funcionamento as suas instalações, garantindo fornecimentos indispensáveis, como a energia ou as matérias-primas necessárias para o fabrico de um grande número de produtos sanitários. Além disso, a aposta da companhia pela digitalização e tecnologia e a sua longa experiência no teletrabalho permitiram reagir com rapidez para que os quase 7.000 colaboradores, cuja função pode ser realizada em remoto, contassem com os meios técnicos e logísticos para trabalhar à distância.

A companhia apresentou, a 26 de novembro, o seu novo Plano Estratégico 2021-2025, que marcará a sua transformação nos próximos anos e permitirá acelerar na transição energética de forma rentável e maximizando o valor para os seus acionistas. Graças a este Plano, a Repsol avançará no seu objetivo de ser uma empresa com zero emissões líquidas em 2050.

Com estas premissas, durante o exercício, a Repsol colocou em marcha várias iniciativas que, além de permitirem que se aproximasse do seu compromisso de ser uma empresa com zero emissões líquidas em 2050, ajudarão à recuperação económica do país. Entre elas destacam-se dois projetos industriais de descarbonização inovadores que serão instalados em Bilbao, a primeira unidade de biocombustíveis avançados de Espanha, em Cartagena, o desenvolvimento e colocação em marcha de ativos renováveis na Península Ibérica, e a expansão internacional deste negócio, com a criação de uma joint venture no Chile.

Durante o ano de 2020, a Repsol diminuiu em 5% o seu Indicador de Intensidade de Carbono face aos níveis de 2016, muito acima dos 3% estabelecidos como objetivo inicial para este parâmetro. Se for descontada a menor atividade em consequência do coronavírus, a redução foi de 3,7%. A empresa eliminou 2,4 milhões de toneladas de CO2 desde 2014 e definiu objetivos ainda mais ambiciosos no seu novo Plano Estratégico, no qual fixa uma diminuição da intensidade de carbono de 12% para 2025, de 25% para 2030 e de 50% para 2040.

Facebook
Facebook
Visitas
Visitantes em linha
contador gratuito de visitas Total de visitas
Contacte-nos