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CAMPEONATO PORTUGAL DE CLÁSSICOS - JOÃO CRUZ COM PROBLEMAS EM BRAGA

Terça, 14 Setembro 2021 18:22 | Actualizado em Terça, 21 Setembro 2021 11:41

Problemas…
Um fim-de-semana de corridas para esquecer, ou melhor para lembrar, porque as melhores lições são aquelas que aprendemos com os nossos erros…
Começando, desta vez pelo início, voltei a Braga entusiasmado pela liderança do campeonato e por ser uma pista que gosto particularmente, a pista é bastante técnica e tem um alcatrão muito abrasivo para os pneus, favorecendo os carros com menor potência como é o caso do meu (relativamente aos restantes Escorts).
Devido a algumas alterações feitas, após a prova do Estoril, resolvi alinhar no treino privado, para ver como estaria o carro e termos tempo para realizar as modificações que fossem necessárias.
Com as indicações do treino privado fizemos as alterações para os treinos livres, mas não se conseguiu acertar com o setup ideal tendo continuado esse trabalho ainda nos cronos, tendo-se chegado a conclusão de que o problema estava nos amortecedores que havíamos substituído e que provavelmente íamos ter que realizar as duas corridas sem um setup ideal.
Mesmo com este problema e com pneus usados da corrida do Estoril, que resolvemos usar nos cronos por uma questão de estratégia de poupar ao máximo os “novos”, consegui rodar em 1.29.743 a 0.3 segundos do António Soares que é o meu direto adversário no grupo 5 conseguindo o 5.º lugar da geral e a partida da 3.ª linha da grelha.
No domingo, alinhei para a primeira corrida, com a estratégia de aguentar o andamento dos outros carros até meio da prova e atacar na segunda metade da corrida quando os pneus lhes começassem a faltar, o arranque correu bem tendo conseguido passar para quarto lugar mas rapidamente deu para perceber que o problema que estávamos a ter com os amortecedores não tinha desaparecido por magia e na volta seguinte fui passado pelo António Soares que assumiu a 1.ª posição do Grupo 5, ainda com a esperança de recuperar a partir do meio da corrida fiz as 4 voltas seguintes no encalço dos outros Escorts, mas a caixa de velocidades (que tem sido o nosso calcanhar de Aquiles e que até ali não se tinha manifestado) resolveu dar um ar de sua graça e ficou encravada em ponto morto e apesar de todos os esforços que fiz não foi possível desencravar a alavanca o que levou ao abandono da corrida.
Para a corrida seguinte, sobre a orientação do José Branco, a equipa arregaçou as mangas e em tempo recorde conseguiu mudar a caixa de velocidades para uma suplente, mas fruto daqueles azares que acontecem, quando a pressão é muita e o tempo pouco, no fim da caixa montada detetou-se uma fuga de óleo que se tentou solucionar e ir para a pista, mas após a volta de reconhecimento, ficou claro que seria impossível alinhar com o óleo a chegar a embreagem e a fazer o motor patinar.
E assim terminou um fim-de-semana inglório em termos de corridas, mas que valeu pela companhia e amizade dos amigos Paulo Coutinho , Nuno Sousa e do meu filho Miguel Cruz aos quais agradeço não só a companhia, mas o trabalho que tiveram e que não foi pouco.
Um agradecimento especial à minha esposa e a todos os amigos que a distância nos vão apoiando e dando força.
E por fim resta-me agradecer ao José Manuel Branco o trabalho de preparação do carro e todo o trabalho que teve no fim-de-semana.
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