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Mundial - Fórmula 1

CAMPOENATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2021 - SEGUNDO A ANÁLISE DA PIRELLI NO GRANDE PRÉMIO DO BRASIL

Terça, 16 Novembro 2021 10:33 | Actualizado em Terça, 20 Fevereiro 2024 08:44

GRANDE PRÉMIO DO BRASIL: CORRIDA

HAMILTON SAI DE DÉCIMO LUGAR E VENCE CORRIDA COM ESTRATÉGIA DE DUAS PARAGENS 



MOMENTOS-CHAVE 

  • Lewis Hamilton, venceu o Grande Prémio do Brasil com uma estratégia de duas paragens (médios-duros-duros), a mesma tática utilizada por Verstappen e Bottas (que terminaram na segunda e terceira posição).  

  • O sete vezes campeão do mundo começou a corrida na 10ª posição da grelha de partida e foi subindo posições. O piloto britânico realizou a sua primeira paragem uma volta antes de Max Verstappen, e a segunda três voltas depois, para posteriormente ultrapassar o holandês voador e diminuir a desvantagem nas contas para o campeonato. 

  • A maioria dos pilotos realizou duas paragens e todos os pilotos, à exceção de Yuki Tsunoda (AlphaTauri), começaram com pneus médios. 

  • Sergio Perez foi único a efetuar uma paragem para equipar pneus macios e conseguiu, assim, registar a volta mais rápida. 

  • Registaram-se cerca de 24 graus de temperatura ambiente e cerca de 50 graus de temperatura de pista, valores que se mantiveram consistentes ao longo da corrida. 

  • O safety car que apareceu nas primeiras 15 voltas, juntamente com os dois safety cars virtuais que se seguiram, ajudaram a minimizar o desgaste dos pneus e o consumo de combustível. 

COMPORTAMENTO DOS PNEUS

 

  • DUROS C2: Foi o composto determinante para esta corrida. Os pilotos da frente equiparam dois stints novos de duros, apesar de não terem usado este composto durante os dias anteriores. Com as altas temperaturas, o composto revelou um excelente comportamento, com prestações rápidas e consistentes. Também ofereceu um bom nível de flexibilidade no que à janela de pit stop diz respeito.
  • MÉDIOS C3Foi a escolha de quase todos os pilotos para o início da corrida. O primeiro safety car, seguido de dois safety cars virtuais, permitiu uma maior longevidade destes pneus, o que ofereceu mais opções estratégicas aos pilotos.
  • MACIOS C4: Com as elevadas temperaturas, não foi um composto que tenha sido muito utilizado. Perez registou a volta mais rápida com pneus macios.

MARIO ISOLA – Responsável Pirelli na F1

 

"A estratégia foi preponderante para este Grande Prémio muito equilibrado, com desempenhos semelhantes por parte dos líderes e uma série de estratégias muito parecidas. A temperatura de pista foi a maior influência na estratégia, com as temperaturas de pista a registarem valores superiores aos da qualificação ao Sprint, em cerca de 20 graus, o que alterou o equilíbrio dos compostos mais macios para os mais duros. O pneu duro foi o pneu principal da corrida, tendo registado um desempenho muito bom, com alguns tempos de volta impressionantes nestas condições desafiantes. Com o primeiro stint um pouco mais longo devido aos safety cars, os pilotos ganharam mais flexibilidade para o segundo stint. Houve uma batalha tática clara com foco no 'undercut', especialmente entre os da frente, e é por isso que o stint inicial com os pneus duros foi tão curto para alguns dos melhores pilotos. Lewis Hamilton fez um trabalho impressionante: desde o último lugar da grelha de partida na qualificação ao sprint, até ao topo do pódio." 


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