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Mundial - Fórmula 1

CAMPEONATO MUNDO DE FÓRMULA 1 - 2024 - MAX VERSTAPPEN VENCE NO GRANDE PRÉMIO DO CANADÁ

Terça, 11 Junho 2024 04:34 | Actualizado em Sexta, 14 Junho 2024 16:48

Uma vitória especial para Verstappen em Montreal

Max Verstappen venceu o Grande Prémio do Canadá, naquela que foi uma das melhores vitórias do piloto da Red Bull, numa corrida que teve três líderes diferentes - George Russell, Lando Norris e Max. A certa altura da corrida, Oscar Piastri (McLaren) e Lewis Hamilton (Mercedes) também estiveram na luta, não só por um lugar no pódio, mas pela vitória, embora tenham terminado em quinto e em quarto, respetivamente.


Esta foi a 60ª vitória de Max na Fórmula 1, a terceira consecutiva em Montreal e a sexta da temporada. Foi a 119ª vitória da Red Bull, a quinta neste Grande Prémio.

No pódio, os três pilotos e o representante da equipa Red Bull Racing exibiram uma edição especial do clássico boné de pódio da Pirelli (totalmente branco com o logótipo da Pirelli em vermelho, com a típica folha canadiana na pala), desenhado especificamente para esta edição da corrida de Montreal.

O DIA NA PISTA 

 

A corrida começou com o piso molhado e 18 pilotos optaram por iniciar com pneus intermédios, enquanto a dupla da Haas escolheu pneus de chuva. Com esta escolha, Magnussen e Hulkenberg proporcionaram o espetáculo nas primeiras fases da corrida, já que os pneus Pirelli Cinturato Full Wet ofereceram uma aderência excelente, permitindo que ambos os pilotos subissem na classificação, com o dinamarquês a alcançar a quarta posição na volta 3, tendo começado em 14º. No entanto, a pista secou rapidamente e, por isso, os dois pilotos da equipa americana foram os primeiros a trocar para pneus intermédios, pois os seus tempos por volta tinham diminuído consideravelmente.

Na segunda parte da corrida, com condições que alternavam entre chuva e sol, o pneu Cinturato assumiu-se como a escolha mais indicada. Com o primeiro período de Safety Car, quarenta minutos após o início da corrida, a maioria dos pilotos aproveitou para trocar para um segundo jogo de intermédios, enquanto um trio composto por Ocon, Tsunoda e Bottas apostou que os seus pneus durariam o suficiente para prolongar a paragem até a pista estar em condições de usar slicks. O finlandês da Sauber foi até à volta 42, enquanto o francês da Alpine e o japonês da Racing Bulls esperaram mais duas voltas. Estes três foram os únicos pilotos a completar as setenta voltas da corrida com apenas uma paragem.

Quando os slicks se tornaram viáveis, a maioria (14) dos pilotos escolheu os médios, procurando uma melhor fase de aquecimento, enquanto cinco optaram pelos duros, pensando mais no desgaste, com o conhecimento de que, nos treinos livres, os médios sofreram com algum fenómeno de graining.

Dadas as condições meteorológicas durante o fim de semana no circuito Gilles Villeneuve, não é surpreendente que todos os pneus (P Zero duro, P Zero médio, P Zero macio, Cinturato intermédio e o Cinturato de chuva) tenham sido usados. Mas não foram os únicos pneus em ação, pois os Ferrari Challenge P Zero e Ferrari Challenge foram utilizados pelos carros da série monomarca da Ferrari, da qual a Pirelli é o único fornecedor desde que foi estabelecida em 1993.

MARIO ISOLA – DIRETOR PIRELLI MOTORSPORT   

 


“Que corrida! Depois das críticas ao Grande Prémio de Mónaco, que, objetivamente, não foi exatamente emocionante, a Fórmula 1 respondeu aos críticos com um espetáculo incrível do início ao fim, com três líderes diferente e mais dois na luta pela vitória. Parabéns ao Max por uma grande vitória, e também a todos os outros protagonistas deste Grande Prémio do Canadá, porque acredito que todos os que amam este desporto realmente se divertiram. Em termos de pneus, pudemos ver quatro dos cinco tipos disponíveis em ação durante a corrida. Mesmo o pneu de chuva, que normalmente não é muito utilizado, mostrou ser competitivo numa pista de baixa energia com muita água na superfície. O Intermédio também conseguiu fazer stints muito longos, confirmando a sua adequabilidade em condições de piso molhado e de piso quase seco. Quanto ao duro e ao médio, é difícil dizer qual funcionou melhor, já que o segundo Safety Car nos privou de poder avaliar qual seria o preço a pagar em termos de degradação para aqueles que escolheram os médios para garantir mais aderência nas primeiras voltas, quando a pista ainda estava molhada.”

O QUE SE SEGUE PARA OS NOSSOS PNEUS

 

Após esta breve passagem pela América do Norte, a Fórmula 1 regressa à Europa para uma longa série de corridas de verão. A primeira paragem é em Barcelona, que acolhe o Grande Prémio de Espanha de 21 a 23 de junho. Antes disso, a Pirelli realizará mais uma sessão de testes de dois dias, desta vez no circuito de Mugello, nos dias 13 e 14 de junho, novamente com o apoio da Scuderia Ferrari. Tal como aconteceu na semana passada em Le Castellet, Charles Leclerc e Carlos Sainz.

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