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MOTOS - A CRÓNICA DE DUARTE CANCELLA DE ABREU POR CAUSA DA VICTÓRIA DE MIGUEL OLIVEIRA

Domingo, 22 Novembro 2020 20:14 | Actualizado em Domingo, 19 Setembro 2021 17:18

CRÓNICA de DUARTE CANCELLA de ABREU Grande Prémio de Portugal de Motociclismo, Portimão. 14ªEtapa do MotoGP.
Miguel Oliveira, na KTM RC16 da equipa Tech-3, deu um festival desde 6ª feira até há corrida de domingo, que encerrou a temporada de 2020 do MotoGP. Afinou bem a sua moto experimentou as várias hipóteses de escolha de borrachas disponíveis, para não ter dúvidas que levava hoje os pneus ideais para vencer a corrida, e deixa-se o seu nome bem gravado o livro de Honra do Autódromo de Portimão, ao dominar logo a partir do primeiro treino livre. No Sabado de manhã garantiu o acesso ao Q2 e na qualificação foi suficientemente rápido para assinar a Pole Position. Hoje bateu também o recorde da volta mais rápida, e venceu a corrida de 25 voltas no mais técnico e difícil Grande Prémio de todo o campeonato. Foi o mais rápido de todo o pelotão ao evoluir a melhor volta da corrida, deixando uma vantagem folgada para Morbidelli, que foi o 2º em grande parte da corrida, mas depois Jack Miller acabou por ultrapassar e ficar em 2º lugar. Franco Morbidelli foi 3º na corrida mas sagrou-se Vice.Campeão do Mundo de MotoGP. Bastante discreto esteve o novo Campeão Joan Mir, que em Portugal andou por posições mais modestas. Para Miguel Oliveira, esta segunda vitória teve um significado especial de ser o Grande Prémio de Portugal, país que teve novamente uma corrida das 14 que este ano compuseram o calendário.
Depois de arrancar a Pole Position e garantir a liderança que não largou nem foi posta em causa nas 25 voltas, que levou a KTM RC 16 a ver a bandeira da chegada, primeiro do que todos os outros pilotos. Miguel Oliveira geriu a corrida com muita inteligência, numa, estratégia perfeita, e todos os outros pilotos não conseguiram evitar que a vantagem de Miguel fosse mais de 4 segundos, mas ainda longe de ameaçarem o piloto português, que volta após volta se pôs a salvo de qualquer má surpresa que os pneus pudessem reservar para as ultimas voltas. Mais do que tudo o que nos ofereceu este fim-se-semana que colocou os portugueses em frente à tv, não de podia pedir mais nada, porque o que tivemos foi tudo o que havia para nos vangloriarmos, do nosso único representante no MotoGP.
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